Jornal Cidade - Lagoa da Prata - Nº 79 - 26/05/2016

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sicoob.com.br FAA POUPANA NO SICOOB. PROTEO E RENDIMENTOPARA SUAS ECONOMIAS.Poupe no Sicoob Poupe no Sicoob. Seu porquinho ganha vida nova e seu dinheiro, vida longa.Procure o Sicoob Crediprata.SAC: 0800 724 4420 | Ouvidoria: 0800 646 4001Deficientes auditivos ou de fala: 0800 940 0458sicoob.com.br CrediprataLagoa da Prata, 26/MAIO/2016 Ano 4 Edio N 79. Tiragem: 4.000 Exemplares BOM USO DODINHEIRO PBLICO?Ministrio Pblico Federal denuncia ex-prefeito, produtor rural e servidores da prefeitura de Moema PG. 12 E 13ECONOMIABiosev fomenta odesenvolvimento socioeconmico de Lagoa da Prata Pg. 08CULTURANute do Quara lana livro em Lagoa daPrata Pg. 30POLTICAPrefeitura de Lagoa da Prata investe no esporte e beneficia centenas de atletas Pg. 04 E 05COTIDIANOLagopratense acende a tocha olmpica no Esprito Santo Pg. 20COTIDIANOLP a 10 cidade em MG que mais gerouempregos para pessoas com deficincia Pg. 18CARTA DO EDITORVereadores renunciam a cargos na Mesa Diretora da Cmara de Lagoa da Prata Pg. 02ACESSE NA INTERNET: jornalcidademg www.jornalcidademg.com.brCOTIDIANONo momento de crise econmica vivido pelo pas, Cmara de Lagoa da Prata investe R$ 622 mil em reforma da sede. Ao mesmo tempo, entidades beneficentes do municpio (APAE, SOS, AFA, dentre outras)enfrentam dificuldades financeiras. PG. 14 E 15Lagoa da Prata,26/05/20162 EDITORIALO vereador Fortunato do Couto (Natinho), a quem a presiden-te da Cmara Quelli Couto elo-giou vrias vezes devido sua experin-cia no Legislativo, renunciou ao cargo de 2 Secretrio na Mesa Diretora da Cma-ra Municipal de Lagoa da Prata. O motivo da renncia a reforma da sede do Legislativo, na qual sero inves-tidos, inicialmente, R$ 622 mil na obra. A elaborao do projeto, de acordo com Natinho, custou outros R$ 30 mil aos co-fres pblicos. Tendo em vista que, re-centemente, fui voto vencido entre os membros da Mesa, manifestando con-tra a realizao das obras do prdio se-de desta Casa, por no concordar com o gasto de recursos pblicos neste atu-al momento em que o pas passa por s-ria crise financeira e poltica, entendo que o melhor seria no continuar como membro da Mesa Diretora, argumen-tou Natinho em um ofcio enviado pre-sidente Quelli. Outra baixa significativa no cl da presidncia foi o pedido de renncia da vereadora Cida Marcelino do cargo de 1 Secretria da Mesa Diretora. Aliada fiel da presidente Quelli, Cida alegou ques-tes pessoais para o pedido de renncia. Cida e Natinho continuam legislan-do normalmente em seus cargos de ve-readores. Devem ocupar os seus luga-res na mesa diretora os parlamentares de idade mais elevada. Na ltima reu-nio quem ocupou a vaga de Cida Mar-celino na leitura dos projetos foi o cole-ga Adriano Moreira.Vereador Natinho no concorda com reforma da Cmara e renuncia ao cargo na Mesa DiretoraCARTA DO EDITORJULIANO ROSSIjuliano@jornalcidademg.com.brVereadora Cida MarcelinoLagoa da Prata,26/05/20164 POLTICAPrefeitura de Lagoa da Prata investe no esporte e beneficia centenas de atletasComo forma de trans-formao social e in-tegrao de todas as clas-ses, a prtica esportiva em Lagoa da Prata cada vez mais incentivada pela ad-ministrao municipal. Nunca se investiu tanto no esporte como nos l-timos anos. Atletas de di-versas modalidades foram beneficiados e muitos re-presentam a cidade em competies nacionais e internacionais. A Administrao Mu-nicipal atendeu antigas reivindicaes dos espor-tistas locais com a refor-ma da Praa de Esportes e da academia, reforma do Poliesportivo Franceli-no Pereira e inaugurao da pista de skate. A im-plantao do Programa Bolsa Atleta est benefi-ciando diretamente mais de 30 jovens atletas de al-to rendimento e o even-to Unidos por Lagoa reu-niu personalidades locais em uma tarde de lazer e esporte com renda em be-nefcio s entidades filan-trpicas. O esporte tem o poder de transforma-o pessoal e social. E is-so faz a diferena na vida das pessoas, das famlias e da comunidade. O espor-te faz bem para o convvio entre as pessoas e traz um retorno muito grande em relao educao e disci-plina. Alm disso, uma tima opo de lazer, co-menta o prefeito Pauli-nho. At o final de 2016, a Administrao Munici-pal vai entregar uma no-va quadra de esportes no bairro Chico Miranda e a cobertura da quadra do Conjunto Habitacional Chico Rezende. Veja a seguir as princi-pais realizaes feitas pe-la Administrao Munici-pal que beneficiaram os atletas de Lagoa da Prata. Sem o Bolsa Atleta eu no conseguiria participar de tantas competies, afir-ma Iago JunioO Programa Bolsa Atleta, implantado pela Secreta-ria de Esportes, est bene-ficiando mais de 30 jovens atletas de alto rendimen-to, que recebem incentivo financeiro para se dedica-rem aos treinos. O Muni-cpio investe cerca de R$ 78 mil por ano para que os atletas representem La-goa da Prata em competi-es nacionais e interna-cionais. Esse incentivo fez a diferena para o karate-ca Iago Junio. Sem o Bol-sa Atleta no iria conse-guir participar de tantas competies. A situao financeira sempre foi mi-nha maior dificuldade. Hoje, consigo manter um treinamento focado por-que sei que poderei par-ticipar das competies, pois tenho esse apoio do Bolsa Atleta, afirmou. Para o secretrio de esportes, Gilfar Alves, o Bolsa Atleta fundamen-tal para apoiar os atletas a buscarem os seus obje-tivos. claro que quere-mos avanar ainda mais. Nossos atletas tm con-dies de treinamento e ainda temos muito proje-tos para ajud-los. Alm disso, oferecemos o trans-porte para esses atletas que vo disputar fora da cidade, afirmou.PUBLIEDITORIALIago Junio, karateca que recebe o incentivo do bolsa atletaRHAIANE CARVALHOAtletas do Projeto Correndo para o futuro so destaques mundiais Apoio s iniciativas esportivas: encontro de motocross e corrida de bikeApoio s atividades fsicas elazer para a melhor idadeReforma da Praa de Esportes e AcademiaCampeonato Municipal de Futebol, copas e de NataoApoio aos esportistasO projeto Correndo para o Fu-turo, da Secretaria Municipal de Esportes, vem descobrindo talen-tos e projetando vrios atletas em nvel nacional e internacio-nal. As lagopratenses Nbia So-O GP Duas Rodas reali-zado pela Secretaria Muni-cipal de Esportes e Prefeitu-ra de Lagoa da Prata, com a organizao da Duas Rodas (loja especializada em bikes e acessrios) e superviso da Federao Mineira de Mou-tain Bike. Alm disso, a se-cretaria tambm apoia o en-contro de motocross.A Secretaria de Esporte tem re-alizado um trabalho que oferece atividades fsicas e lazer para os idosos de Lagoa da Prata. Aulas de dana, bailes, apresentaes, passeio e muitas outras ativida-des que oferecem qualidade de vida so ministradas pelas pro-fessoras Sabrina Menezes e Dei-ze Scallione.A Praa de Esportes foi reforma-da recentemente e juntamente com ela, a academia tambm ga-nhou novos equipamentos. A ne-cessidade do investimento j era um anseio dos usurios da acade-mia h mais de 20 anos e de acor-do com o secretrio municipal de Esportes as melhorias ainda se es-tendero a todas as dependncias da Praa de Esportes nos prxi-mos meses. Ao todo foram inves-tidos R$ 25.449,42 centavos na es-trutura fsica e R$ 75.629,50 centa-vos em equipamentos esportivos.O municpio investe cerca de 30 mil reais para a realizao de cada evento. O campeonato de Futebol Amador j tradicional em Lagoa da Prata h mais de 50 anos. Am-bos os eventos renem milhares de pessoas, que admiram os es-portes.A Administrao Municipal apoia o trabalho dos atletas que repre-sentam o nome de Lagoa da Prata em diversas modalidades. Alm dis-so, apoia tambm as competies esportivas organizadas no munic-pio e os corredores de rua. ares e Xandinha iniciaram a car-reira no Correndo para o Futu-ro e hoje treinam em equipes profissionais de atletismo, ten-do representado o Brasil em v-rias competies internacionais.DEMAIS FOTOS: ASCOM PMLPProjetos e atletas apoiados pela Secretaria de Esportes conseguiramprojeo nacional e internacionaljornalcidademg.com.br26/05/2016 5POLTICAJogos Escolares de Lagoa da PrataUnidos por LagoaFestival de VeroCampeonato Vlei FuturoInvestimentos e infraestruturaConstruo da quadra do Bairro Chico MirandaTorneio de trucoReinaugurao do estdio e da quadra em Martins Guimares e manuteno da quadra dos MirandasCobertura de quadras esportivas e investimento em estruturaPista de skate Mateus Gontijo de Melo (Gol)Jogos MirinsAcademias ao ar livreOs Jogos Escolares de La-goa da Prata movimentam mais de mil estudantes de 7 a 16 anos, de 16 escolas do municpio. Ao todo, so de-zesseis modalidades espor-tivas e mais apresentao de dana. Ao todo so inves-tidos mais de 30 mil reais durante o evento. O JELP um dos principais eventos O Unidos por Lagoa um evento que visa beneficiar enti-dades do municpio atravs de jogos de futebol com jogadores consagrados e personalidades locais. Em 2015, 12 entidades fo-ram beneficiadas com dez to-neladas de alimentos arrecada-dos na portaria do evento.Com o objetivo de fomen-tar o esporte nas suas diver-sas modalidades, o Festival de Vero acontece durante as frias de vero e traz op-es de disputas como fu-tebol de areia, peteca, vlei de praia, futevlei e hand-bol de areia.O telhado do Poliesportivo Francelino Pereira foi refor-mado e o complexo esportivo recebeu uma nova pintura. Os investimentos foram na ordem de R$ 100 mil. O local usado para a prtica esportiva e abriga a realizao de di-versos eventos da comunidade.Entre os dias 13 e 14 de fevereiro de 2016 foi rea-lizado o 1 Campeonato de Vlei Futuro. As dispu-tas aconteceram na Praa de Esportes e na quadra do Bairro Gomes. Cerca de 200 atletas de vrias cidades da regio disputaram a com-petio. Em agosto tam-Atualmente, a secretaria de esportes trabalha com a ver-ba mensal de 1 milho 814 mil e 500 reais em recursos do prprio municpio, que corresponde a 2,23% do ora-mento. Valor este que inclui um planejamento de com-pras anual, materiais a serem utilizados ao longo do ano, custeio de eventos, obras, reformas e aquisies de equi-pamentos.bm acontecer o Torneio de Futsal Feminino e de vlei, que pretende movi-mentar mais de 300 atletas.O bairro Chico Miranda ganhar uma quadra esportiva e ser construda com objetivo de realizar o sonho dos moradores do bairro. O recurso de R$ 250 mil do Governo Federal e o terreno do Municpio. O projeto arquitet-nico est pronto (foto) e as obras devem comear nos prximos meses.O Torneio de Truco uma modali-dade que movimenta toda a regio e faz parte do Festival do Peixe. Ele acontece no Poliesportivo Leopol-do Bessone, na Praa de Esportes. O municpio investe cerca de R$ 30 mil na realizao do torneio.O estdio de Martins Guimares foi todo reformado, com a troca do alambrado, reforma dos ves-tirios e nova pintura. A popula-o recebeu a entrega no dia 24 de abril de 2014 da obra custou R$ 109.733,23. O campo e a quadra esportiva receberam nome de Al-tamiro Alexandre de Miranda (se-nhor Tamico), que era morador de Martins Guimares e aman-te do esporte. A Secretaria de Es-portes tambm investiu na ma-nuteno do campo de futebol de areia da comunidade Mirandas.Oferecer conforto e segurana para a populao um dos motivos que leva-ram realizao das coberturas das quadras, que somam mais de meio milho de reais. A quadra do Conjunto Habitacional Chico Rezende ter uma cober-tura moderna e uma reforma na estrutura no valor de R$ 250 mil. De acordo com o secretrio de esportes Gilfar Alves este tambm era mais um anseio da populao. A obra deve iniciar at o ms de julho, de acordo com o planejamento da secretaria. O Estdio Dona Zaz, no bairro Chico Mi-randa, tambm receber uma reforma orada em R$ 29 mil do alambrado, pintura dos vestirios e ser concretada toda a calada do local. A quadra do bairro Santa Helena tambm recebeu uma manuteno em sua pintura. A quadra do bairro Gomes tambm receber nova pintura. O Estdio Municipal Jos Bernardes Maciel tambm recebeu melhorias da Secretaria de Esportes, com a reforma do complexo e troca do gramado.A pista de skate, que es-t localizada na Praa Ca-pito Bahia, foi inaugura-da no dia 20 de fevereiro de 2015. Foram investidos na obra R$ 135.711,74 em re-cursos do Municpio, do Es-tado e da Unio. No local, foram construdas pistas de street e bowl. A construo da pista Os Jogos Mirins aconte-cem no ms de maro e movimentam mais de mil atletas. Essa a primeira competio do ano que a secretaria realiza, pois ela a que abre as portas para o calendrio esporti-vo. Ela realizada com as mesmas modalidades do JEMG e em 2016 tambm foi aderido o Karat, jiu--jitsu, ciclismo e skate pa-ra atletas de 6 a 17 anos.promovidos pela secretaria e teve incio em 1993, che-gando a contar com a par-ticipao de 2 mil atletas.de skate tambm era uma reinvindicao antiga dos adeptos do esporte em La-goa da Prata.Academias ao ar livre foram implantadas nos bairros Chico Rezen-de, Gomes e Bela Vista, e tem como objetivo a melhoria da condio f-sica, qualidade de vida e a sade das pessoas. Tra-ta-se de um sistema que se adapta ao usurio uti-lizando o peso do pr-prio corpo, criando resis-tncia e gerando benef-cio personalizado, inde-pendente de idade, peso e sexo.O projeto mudou toda a mi-nha viso do eu era e o que eu poderia ser. Acontece-ram muitas coisas comigo, bastante positivas. Eu no sonhava em possuir meta-de do que tenho. O projeto me livrou de diversos cami-nhos perigosos, nunca nem bebi. Nem sei que gosto tem bebida alcolica. E acredito que o projeto possa influen-ciar muitos atletas a terem o mesmo caminho e as mes-mas oportunidades que tive. Acredito firmemente nisto. Nbia Soares, atleta de alto rendimento e ex-in-tegrante do projeto Cor-rendo para o FuturoAchei bom demais. A pista de skate est muito legal. a melhor coisa que aconte-ceu para ns. Antes andva-mos na rua, no meio dos car-ros. Agora d para treinar e participar de competies. skatista Emiliano Eus-tquio Andrade Jnior (17), que pratica o es-porte h quatro anosAtravs do Projeto Corren-do para o Futuro eu tive v-rias oportunidades e ainda tenho at hoje. Foi com ele que aprendi a ser uma boa cidad e a respeitar as pes-soas. No aprendi somente a treinar, mas aprendi a perder e ganhar. Aprendi que, inde-pendente do que acontea, voc nunca pode esquecer de onde veio e quem te aju-dou. Alexandra Maria, atleta profissional de alto ren-dimento e ex-integran-te do Projeto Correndo para o FuturoDEPOIMENTOSSou scia da academia h oito anos e sempre foi meu sonho ver essa academia re-formada e com novos equi-pamentos. O prefeito e o vi-ce merecem nosso agrade-cimento pela obra que aqui fizeram. Nossa Praa de Es-portes est mais linda e atra-tiva. Obrigada, de verdade. Maria Aparecida Fro-es, scia da Praa de EsportesReforma do PoliesportivoFrancelino PereiraLagoa da Prata,26/05/20166 ECONOMIAACE/CDL realiza em Lagoa da Prata o Programa Cozinha BrasilA iniciativa foi uma excelente oportunidade para melhorar meu negcio. Muitas coisas que no meu entendimento eu fazia certo, des-cobri que no era. Esse curso me mostrou muitas coisas e espero que isso acontea mais vezes.Mizael Cabral Malaquias, ComercianteEu gostei muito do curso e a inicia-tiva foi incrvel. Eu gostaria de pa-rabenizar o projeto Cozinha Brasil e a ACE/CDL, pois um curso que ensinou muito. Tenho a certeza de que todos que aqui estiveram tira-ram muito proveito, tanto para uti-lizar em casa quanto nos estabele-cimentos comerciais. A Wenia teve uma didtica maravilhosa.Devanir de Souza Cunha Braga, Dona-de-casaParticularmente, achei o curso fantstico! Eu nunca fui uma cozi-nheira de mo cheia e aqui apren-demos muitas dicas fceis sobre como aproveitar melhor os ali-mentos. Aprendemos muita coi-sa sob o ponto de vista nutricional e medidas para evitar o desperd-cio. Foi muito bacana! Espero que a ACE/CDL traga mais cursos as-sim e agradeo pela oportunidade de participar.Marina Alves da Silva,ProfessoraAchei a iniciativa da ACE/CDL muito interessante, pois para quem manipula alimentos funda-mental. s vezes a gente no tem noo de desperdcio ou at mes-mo do valor nutricional. Eu espero que tenha pelo menos dois cursos por ano semelhantes a este. A ACE/CDL est de parabns!Mrcio Gonalves,CozinheiroEssa foi uma tima oportunida-de para ns. A professora tem to-tal domnio do assunto e foi mui-to atenciosa. Aprendemos recei-tas saudveis e feitas com alimen-tos que normalmente no temos o costume de usar, como a soja e cascas de alimentos. O curso nos deu a viso do quanto pode ser gostoso e saudvel aproveitar os alimentos como um todo.Sandro Martins Froes,BarmanDepoimentos dos participantesAconteceu entre os dias 9 e 13 de maio cursos do Pro-grama Cozinha Brasil, realiza-do pela ACE/CDL, Sesi, Sebrae, com o apoio da Prefeitura de La-goa da Prata, Embar Indstria Alimentcia e Festival do Peixe. As aulas foram realizadas no auditrio do Terminal Tursti-co Fausto Rezende. De acordo com a assessoria de comunica-o da associao comercial, participaram 50 pessoas. O curso abordou normas da vigilncia sanitria e variaes de cardpios, utilizando alimen-tos que contenham altos volu-mes nutricionais, evitando o desperdcio e at a perda finan-ceira. A iniciativa da ACE/CDL foi muito importante, principal-mente porque vrias pessoas que fizeram o curso no atuam em nenhum ramo. Tambm foi interessante para que elas pu-dessem observar os erros que cometemos em nossa casa em relao s boas prticas de ma-nipulao de alimentos. Elas ob-servaram tambm que com pe-quenas coisas podemos ter uma alimentao saudvel. Foi bem proveitoso o curso para Lagoa da Prata, afirmou a nutricionis-ta Wenia Silveira Silva, respon-svel pelas aulas do programa. Silva ainda destacou que os cursos oferecidos possibilitaro aos alunos montar um negcio prprio. Este o curso foi criado, inicialmente, para microempre-endedores alimentcios duran-te o perodo da Copa do Mundo de futebol, mas o resultado foi to bom que se estendeu. Hoje estamos levando o Cozinha Bra-sil para pessoas que tenham in-teresse em montar o prprio ne-gcio ou simplesmente para ter um conhecimento a mais, dis-se Silva. Para o presidente da CDL, Paulo Pereira, o treinamento foi importante no s para as pessoas que participaram, mas tambm para a prpria Asso-ciao Comercial. Em parce-ria com o Sebrae e com o Fes-tival do Peixe, tivemos a ideia de levar mais conhecimentos para as pessoas. Para os partici-pantes que j esto no setor gas-tronmico, temos a certeza que o nosso trabalho beneficiou os seus estabelecimentos na medi-da em que eles adquiriram mais conhecimento para oferecer o melhor para os seus clientes. Pa-ra as outras pessoas, elas levaro para casa novas formas diferen-tes para se alimentarem de um modo mais saudvel. A associa-o se empenhou em trazer es-se treinamento e tenho a abso-luta certeza de que isso vai con-tribuir e muito, destacou o pre-sidente.PUBLIEDITORIALO programa une trs ingredientes extremamentedesejados para uma boa refeio: economia,qualidade e sabor. O aproveitamento de todas as partes dos alimentos a grande estratgia do Cozinha Brasil.50 pessoas participaram dos cursos do Programa Cozinha BrasilTatau (Festival do Peixe), professora Wenia Silva e Paulo Pereira (Presidente da CDL)Edilene, Carlos Lacerda (Secretrio de Desenvol-vimento Econmico), Wenia Silva e Lucas MeloFOTOS: RHAIANE CARVALHO / ACE-CDLcvc.com.brLOJA EXCLUSIVA CVC LAGOA DA PRATAAvenida Brasil, 622 - Centro - (37) 3262-3444 | (37) 3262-2220 (37) 98806-1275VIAJE PELADISNEYCOM A CVC.VALE MUITOE CUSTA POUCO.ORLANDODestino com sadas dirias. Pacote de 8 dias incluindo: Passagem area voando COPA e 7 dirias de hospedagem sem caf da manh no Hotel Ramada Gateway. vista R$ 1.998 ou 12x sem juros 166 reaisBase: US$ 668. Preo publicado vlido para sadas 13/agosto.Apartamento qudruplo.FOZ DO IGUAUDestino com sadas dirias. 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No esto includos impostos sobre servios extras adquiridos no destino, taxas de turismo cobradas por algumas cidades e taxas de embarque cobradas pelos aeroportos. Lagoa da Prata,26/05/20168 ECONOMIABiosev fomenta o desenvolvimento socioeconmico de Lagoa da PrataO Brasil vive nos l-timos anos um mo-mento de incerteza em relao economia. Dian-te desta crise econmica, os municpios (e as pesso-as que neles vivem) so os que mais sofrem com a queda do setor produti-vo e desemprego. Em San-to Antnio do Monte, por exemplo, que tem a piro-tecnia como a principal fonte de emprego e renda, muitos trabalhadores fo-ram demitidos das fbri-cas e outros tantos esto recebendo os salrios em duas parcelas mensais. Em uma delas a primeira parcela foi paga no dia 20 e a outra dever ser paga no final do ms, prximo da data de vencimento do salrio seguinte. Diferentemente das cidades da regio, Lagoa da Prata tambm sofre os impactos da crise eco-nmica, mas por possuir uma economia diversifi-cada e a presena de gran-des indstrias que geram centenas de empregos ca-da uma, est em situao um pouco mais confort-vel em relao a outros municpios. Uma das empresas que contribui para o desenvol-vimento da econmica lo-cal a Biosev, que est ge-rando 1.850 empregos di-retos somente em Lagoa da Prata durante a safra 2016. A companhia se pre-parou durante os ltimos anos, investindo em tec-nologia, gesto e recursos humanos, para tentar ob-ter o melhor resultado de sua histria. O resultado dessa nova poltica da em-presa a gerao de traba-lho e renda, o aquecimen-to do comrcio e o aumen-to da arrecadao, geran-do receita para o Munic-pio.MAIS VENDASNO COMRCIO Durante o perodo de sa-fra, cerca de R$ 3 milhes movimentam, mensal-mente, o comrcio de La-goa da Prata por meio dos salrios dos colaborado-res da Biosev. Esses recur-sos influenciam a gerao de negcios das empresas locais. O empresrio Jos Francisco de Miranda, proprietrio do Bar e Res-taurante Taioba, afirma que o movimento em seu estabelecimento aumen-ta em quase 50% durante a safra. A Biosev tem gran-de importncia para as empresas da cidade, pois injeta um grande volume de recursos na economia. Quando comea a safra d para perceber o aumento da clientela, disse. Outra empresa do se-tor de alimentao que tambm registra um au-mento na movimenta-o o Bar e Restauran-te Requintes. O proprie-trio Antnio Donizete da Silva atua na rea des-de 1990 e sempre atendeu a empresa e seus colabo-radores. O dinheiro que os trabalhadores da Bio-sev recebem mantm o comrcio aquecido, prin-cipalmente durante a sa-fra. Percebo uma diferen-a muito grande na movi-mentao, disse Donize-te.IMPACTO NOSETOR HOTELEIROA presena da Biosev tam-bm melhora a ocupao de alguns hotis da cidade de Lagoa da Prata. De acor-do com a proprietria do Solar Hotel, Cssia Bernar-des Maciel, a companhia responsvel por cerca de 30% da ocupao do em-preendimento. Alm dis-so, ela gera muitos empre-gos na cidade e o comr-cio fica mais aquecido. Is-so notrio, disse Maciel. Proprietrio da Pou-sada Parador da Figuei-ra, o empresrio Marce-lo Agostinho Pereira tam-bm hospeda colaborado-res da Biosev. Ele ressaltou que o desenvolvimento da empresa se deve moder-nizao de suas prticas nos ltimos anos. Quan-do a multinacional com-prou a Usina Lucinia en-controu um parque indus-trial todo defasado. Hoje a empresa vem se moderni-zando e isso agrega valor nos resultados, disse Pe-reira. O empresrio lem-bra que aprendeu as pri-meiras noes de empre-endedorismo quando tra-balhou na empresa na d-cada de 1980. Fui funcio-nrio da usina e tenho v-rios exemplos que trou-xe para a minha vida. Eu sou fruto disso e foi l que aprendi a empreender e fazer negcios, disse o empresrio, que tambm proprietrio da Combri-ta, empresa que vende ar-tigos e matria-prima pa-ra construo civil.INCREMENTONOS COFRES DOMUNICPIOO caixa da Prefeitura de Lagoa da Prata recebeu em 2015 o valor de R$ 455 mil referentes ao paga-mento do ISSQN (Impos-to Sobre Servios de Qual-quer Natureza) pelos ser-vios contratados e reali-zados por prestadores de servio da Biosev na cida-de. Alm disso, a empresa contribuiu com R$ 1.753 milho de ICMS (Imposto Sobre Circulao de Mer-cadoria e Servios) no montante apurado das empresas locais que defi-ne o ndice que o Munic-pio recebe mensalmente do governo estadual. OPORTUNIDADEDE NEGCIOGrandes proprietrios de terra viram na parceria com a Biosev um neg-cio slido e sustentvel. A empresa firmou parce-ria com 168 empreende-dores, que fornecem ca-na plantada em suas pro-priedades. Um dos maiores for-necedores Paulo Rober-to Bernardes de Castro, vinculado Biosev des-de 2005. Ele ir produ-zir cerca de 65 mil tone-ladas de cana durante a safra, plantadas em 1070 hectares. Antigamente a usina plantava e colhia somente nas terras dela e no comprava de nin-gum. Eu j passei por v-rias diretorias e sempre foi muito bom. Vejo, co-mo fornecedor, que est havendo uma mudana muito grande em relao aos parceiros e ao relacio-namento com a popula-o, afirma Castro. O empresrio res-ponsvel pelo plantio, co-lheita e entrega da cana na indstria. Aqui em Mi-nas no temos essa cultu-ra, mas em vrias cidades do estado de So Paulo is-so muito comum, diz. Paulo de Castro, que tambm proprietrio da Cobeb, ressaltou a impor-tncia da Biosev para o de-senvolvimento socioeco-nmico de Lagoa da Pra-ta. A empresa sempre se preocupou com as ques-tes sociais, mas agora o faz com mais intensidade. Analisando pelo lado co-mercial, eu atuo em 40 ci-dades e muitas delas osci-laram devido crise. E na Biosev percebemos uma segurana na gesto, con-clui.PUBLIEDITORIALEmpresa uma das maiores empregadoras da cidade, gera renda e impulsiona o comrciodurante a safraFOTOS: RHAIANE CARVALHO / JULIANO ROSSI / BIOSEVA Biosev favorece o crescimento econmico princi-palmente na gerao de empregos direto. Com isso, desenvolve empregos indiretos movimentando a economia do comrcio local, afirma a proprietria do Restaurante Varando, Karina Nogueira de MatosEmpresa est gerando 1.850 empregos diretos somente em Lagoa da Prata durante a safra 2016Jos Francisco de Miranda, proprietrio do Bar e Restaurante TaiobaAntnio Donizete da Silva, proprietrio do Bar e Restaurante RequintesCssia Bernardes Maciel, proprietria do Solar HotelPaulo Roberto Bernardes de Castro, forne-cedor de cana da Biosev desde 2005jornalcidademg.com.br26/05/2016 9ECONOMIAFOTOS: RHAIANE CARVALHO / JULIANO ROSSIA Biosev deu preferncia para os trabalhadores de Lagoa da Prata, afirma secretrioEm 2016, a Biosev fez uma parceria com o Sine (Servio Nacional de Emprego), rgo ligado Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econ-mico, para selecionar os trabalhadores que esto atuando na safra. Alm de selecionar os perfis dos candidatos, a em-presa orientou o Sine a dar preferncia para os trabalhadores de Lagoa da Prata, de acordo com o secretrio Carlos Hen-rique Lacerda, o Carlo. Jornal Cidade: Como aconteceu essa par-ceria com o Sine para fazer as contrataes dos colaboradores? Carlo: Muitas pessoas tinham o hbito de fa-lar que a empresa con-tratava poucas pesso-as em Lagoa da Prata, o que uma mentira. Hoje, com essa deciso da di-reo da Biosev em uti-lizar o Sine para fazer o recrutamento de pesso-al, mostrou, claramente, que a empresa gera qua-se 2 mil empregos so-mente em Lagoa da Pra-ta. Os candidatos s va-gas levaram seus curr-culos ao Sine e o RH da Biosev fez a avaliao dos perfis. importante res-saltar que a empresa deu preferncia aos candida-tos de Lagoa da Prata. Os currculos que vieram de outras cidades s foram analisados aps a contra-tao dos trabalhadores de Lagoa. A Biosev est geran-do 1.850 empregos di-retos durante a safra 2016. Como voc ava-lia esse nmero? Carlo: Temos o privi-lgio de ter a Biosev que gera na totalidade cerca de 2 mil postos de traba-lho, de ter a Embar que gera quase isso, a Prefei-tura que gera mais de mil empregos e tambm pa-ga em dia, a Pharlab, en-tre outras empresas. Isso essencial para a gerao de renda e riqueza da cida-de, para o movimento do comrcio e a arrecadao do Municpio. Quais outras aes o Sine est fazendo em parceria com a Biosev? Carlo: Essa aproxima-o da empresa gerou inmeras possibilidades. Hoje estamos oferecen-do, em parceria com a Bio-sev, Senar e Sebrae, diver-sos cursos de aperfeioa-mento e qualificao dos trabalhadores especficos para o setor, nas reas de capina, corte de cana, irri-gao, entre outros.Carlos Lacerda (Secret-rio de Desenvolvimento Econmico)13 entidades beneficentes foram comtempladas com a doaoA Apae recebeu 300 quilos de aucar. Na foto a presidente Isamin e alunos atendi-dos pela entidadeBiosev doa 8 toneladas de acar para entidades de Lagoa da PrataA Biosev realizou no dia 6 de maio a entre-ga de 8 toneladas de a-car que foram doadas a 13 entidades do municpio. A doao faz parte de uma parceria firmada com a Prefeitura, por meio do evento beneficente Uni-dos por Lagoa, realizado em dezembro de 2015. A solenidade de en-trega aconteceu nas de-pendncias da Biosev. De acordo com levantamen-to da Secretaria Munici-pal de Assistncia Social, cerca de 1500 famlias de-vem ser beneficiadas com a doao. Para a superinten-dente agrcola e indus-trial da unidade, Tnia Fernandes, o momento foi de enorme satisfao em poder contribuir para com as instituies. Fir-mamos um compromis-so com a prefeitura da ci-dade de que iramos doar em acar a mesma quan-tidade de alimentos arre-cadados durante o evento beneficente Unidos por Lagoa. Estamos felizes em poder contribuir com instituies que tm forte atuao em Lagoa da Pra-ta. A Biosev est de por-tas abertas e ns estamos propondo fazer trabalhos em favor do nosso prxi-mo. Queremos dar o nos-so apoio para que as insti-tuies continuem nessa luta de perseverana, pois sabemos que no fcil, afirmou a superintenden-te. De acordo com a di-retora da Apae, Isamim Couto Gonalves Coe-lho, as entidades esto vi-vendo um perodo mui-to complicado financei-ramente, pois a crise eco-nmica diminuiu as doa-es voluntrias que re-cebiam (veja matria na pgina 14). Com a aju-da da Biosev as esperan-as se renovaram. A doa-o veio para ns em um excelente momento, pois a crise nos afetou muito e nos deixou muito pena-lizados. Algumas verbas do Governo Federal esto atrasadas e algumas pes-soas, por dificuldades fi-nanceiras, tambm deixa-ram de ajudar. A presena da Biosev tem sido muito importante para ns, com esse compromisso social que est assumindo co-nosco, Isamim. A Apae recebeu 300 quilos de acar que se-ro utilizados nas trs re-feies oferecidas s 210 pessoas atendidas de se-gunda a sexta-feira.A Associao Comercial v com muita importn-cia a presena da Bio-sev em Lagoa da Prata. So 1.850 empregos di-retos gerados na cidade que movimentam cerca de R$ 3 milhes por ms em nossa economia. Es-se dinheiro faz muita di-ferena nos supermerca-dos, nas lojas de roupas, farmcias e em toda a ca-deia comercial que aten-de o cidado. No d para tratar diferente a impor-tncia de uma empresa como essa. Alm disso, de algum tempo para c, a nova gesto tem tentado rea-tar um vnculo com a ci-dade no quesito social. Is-so tambm muito im-portante, pois uma em-presa no cresce sim-plesmente em nmeros e com dinheiro. O que a gente espera de uma grande empresa que ela fornea muito mais do que rendimento fi-nanceiro aos seus cola-boradores, que oferea condio para que eles vivam melhor e que a ci-dade receba tambm es-te benefcio, atravs da responsabilidade social que a empresa tem com a cidade. Quem dera se ti-vssemos mais empresas assim em Lagoa da Prata! Para a Associao Comer-cial, a Biosev uma em-presa de muitos mritos e que atrai toda a nossa ateno.Paulo Roberto Pereira, presidente da CDL de Lagoa da PrataLagoa da Prata,26/05/201610 ECONOMIASicoob Lagoacred apresenta crescimento de 38% em 2015Felipe Augusto: Eu achei mui-to bacana a assembleia deste ano pelo fato do alto ndice de partici-pao. Foi tudo muito dinmico, sem falar que eu ganhei o prmio. O sorteio foi excelente. Faz quatro anos que participo das assem-bleias e essa foi a melhor. Tam-bm fao um elogio ao local es-colhido, pois estava bem arejado e muito organizado. A cooperati-va tem proporcionado muita coisa bacana para ns associados. Esta-mos vivendo um perodo de crise e a Lagoacred est apresentando excelentes resultados e se sobres-saindo. Estou muito satisfeitoJos Mrcio de Almeida: Eu sempre participo das assem-bleias. Tivemos vrias novidades e isso nos fez ficar muito satisfei-tos. A cooperativa vem apresen-tando excelentes resultados e es-t muito bem administrada.Fabrcio de Souza: A assem-bleia foi fantstica e muito legal. A cooperativa tem se mostrado muito transparente perante aos resultados apresentados. Eu, par-ticularmente, estou muito satis-feito.ASSOCIADOS APROVAM O NOVO FORMATODA ASSEMBLEIAO Sicoob Lagoacred apre-sentou os resultados do exerccio financeiro de 2015 em Assembleia Geral Ordin-ria (AGO) realizada no dia 20 de abril. A cooperativa cresceu 38% no perodo em que a economia do Brasil registrou um cresci-mento negativo de 3,8%. O cooperativismo vem cres-cendo num ritmo mais forte em todos os indicadores quan-do comparado ao conjunto do Sistema Financeiro Nacional. As cooperativas de crdito vm ganhando relevncia no atual cenrio econmico por estarem mais prximas dos empreende-dores locais e oferecem vanta-gens como atendimento dife-renciado, facilidades para aces-so ao crdito e taxas reduzidas. Nesse mesmo perodo, as insti-tuies bancrias tradicionais cresceram menos porque redu-ziram os prazos e linhas de fi-nanciamento com elevao das taxas de juros. A estratgia de crescer com o crescimento dos associados vem proporcionando Lagoa-cred registrar crescimento aci-ma das mdias apuradas pela rede Sicoob, que em 2015 cres-ceu 14%. E para apresentar o balano de 2015 ao maior nmero pos-svel de associados, a coopera-tiva realizou a sua AGO no Cen-tro Catequtico, num ambien-te confortvel e com a participa-o de mais de 600 associados. Na entrevista a seguir, o dire-tor comercial e financeiro da La-gocred, Nilson Antonio Bessas, fala sobre os nmeros apresen-tados e as aes realizadas pela cooperativa na regio.Jornal Cidade: A que se de-ve esse acentuado cresci-mento registrado pela La-goacred em 2015?Nilson: Deve-se aproximao da cooperativa ao associado no momento que ele mais preci-sou. Enquanto a rede bancria fechou carteiras de crdito e au-mentou as taxas de juros e tari-fas de servios, o Sicoob Lago-acred fez o contrrio, manten-do todas as carteiras de crdito abertas; mantendo as taxas de juros sem aumento; no subin-do as tarifas de servios; e man-tendo a iseno total para os as-sociados de tarifas de manuten-o de contas e pacotes de ser-vios.Quais os principais avanos em governana e controle interno implementados pe-la Lagoacred e suas conse-quncias?Nilson Bessas: Quanto go-vernana, o Sicoob Lagoacred atua com transparncia ao res-peitar e praticar os seus princ-pios, sendo: gesto tica; isen-o de privilgios aos diretores e conselheiros; interesse cole-tivo e no individual; zelo pe-la imagem e marca da coope-rativa; exerccio das boas pr-ticas administrativas; interes-se pela comunidade; respeito aos colaboradores a partir de um ambiente de trabalho sa-dio, meritocrtico, motivador e com oportunidades de cresci-mento e valorizao do associa-do. A governana tambm ali-cerada em nossos valores que so: carter, honestidade, mo-ral, justia, humildade, austeri-dade, liderana, determinao, comprometimento, eficincia e sentimento de dono. Quanto aos controles internos, o Sicoob Lagoacred tem feito muito bem seu dever de casa. Diariamen-te seu setor de controladoria ve-rifica as rotinas de captao de recursos, emprstimos e pres-taes de servios, onde os pro-cedimentos internos cumprem efetivamente as regras previs-tas nos normativos estabeleci-dos pelo sistema Sicoob e na le-gislao em vigor (Banco Cen-tral do Brasil e Conselho Mone-trio Nacional). Alm da verifi-cao de conformidade do se-tor de controle interno, a coo-perativa tambm fiscalizada pelo conselho fiscal e auditada por 4 auditorias externas anu-almente.Um dos pontos que diferem as cooperativas de crdito das instituies financeiras tradicionais o compromis-so com a comunidade. Quais resultados a Lagoacred p-de auferir de suas aes re-alizadas em Lagoa da Prata?Nilson Bessas: Os resultados so grandes. Os mais importan-tes entre os projetos apoiados pela cooperativa, so os proje-tos que envolvem as crianas e adolescentes (hoje mais de 500 crianas e adolescentes so in-cludas nos projetos apoiados pela cooperativa) em ativida-des sociais, educativas, cultu-rais e esportivas, de forma que sejam afastadas dos caminhos que levam o mundo das drogas.As cooperativas de crdito vm crescendo num ritmo forte. E nesse momento de crise econmica, esse de-sempenho se acentuou ain-da mais se comparado com o resultado das instituies financeiras tradicionais. Quais as aes foram deci-sivas para esse cenrio?Nilson Bessas: No visar o lu-cro em primeiro lugar, e sim, o atendimento das necessidades dos associados.A economia do Brasil teve queda de 3,8% em 2015. O Sicoob no Brasil apresentou um crescimento de 14% nes-se mesmo perodo. E a Lago-acred cresceu 38%. Qual a expectativa da diretoria pa-ra 2016?Nilson Bessas: Ainda que viva-mos o pior momento econmi-co da histria do Brasil do qual tenho lembranas, acredito que em 2016 poderemos contabili-zar bons resultados porque esta-remos ao lado do associado pa-ra fomentar economicamen-te suas iniciativas empreende-doras. Todavia, nossa misso crescer com o crescimento dos associados.Obrigado pela entrevista. O espao est aberto para as suas consideraes finais. Nilson Bessas: Acreditamos que o cooperativismo tornar o mundo melhor, mais toleran-te s diferenas culturais e reli-giosas e mais engajado inclu-so social. Pois, onde o homem coopera um com o outro, brota o desenvolvimento, a prosperi-dade e a melhor distribuio de renda, fazendo florescer o amor e a paz. No entanto, no pensa-mos no dinheiro simplesmen-te como fortuna, poder e luxo, e sim, como fomentador de ati-vidades empreendedoras, co-mo gerador de empregos, co-mo agregador da comunidade e como patrocinador do desen-volvimento social.DA REDAO contato@jornalcidademg.com.brAssociados aprovaram novo formatoda assembleia realizado pela cooperativaDiretoria e conselho apresentam os resultados financeiros de 2015FOTOS: JLIO MARCOS / LAGOACREDLagoa da Prata,26/05/201612 COTIDIANOMinistrio Pblico Federal denuncia ex-prefeito, produtor rural e servidores da prefeitura de MoemaEntre os dias 25 e 29 de abril, o delegado da Pol-cia Federal, Dr. Antnio Bencio Cabral, esteve em Moema pa-ra interrogar 33 pessoas supos-tamente envolvidas em um es-quema de desvio de verba fede-ral por meio de projetos aprova-dos na Conab (Companhia Na-cional de Abastecimento) entre 2010 e 2011. O crime que est sendo investigado o mesmo que foi denunciado pelo Minis-trio Pblico Federal (MPF) em 2012, no qual 8 pessoas esto sendo acusadas, dentre elas o produtor rural Antnio Batista Campos (Capoeira), presidente da Apricodoce (Associao dos Pequenos Produtores Rurais do Ribeiro e Crrego do Doce de Moema), o ex-prefeito Marcelo Ferreira Mesquita, servidores da prefeitura, Emater e Conab. De acordo com as investigaes recentes da PF, o esquema tam-bm envolveu escolas munici-pais de Lagoa da Prata e aponta a participao de uma servido-ra de cargo de confiana da Ad-ministrao Municipal, lotada na Secretaria de Educao du-rante a gesto 2009/2012. ENTENDA O CASODe acordo com a denncia do MPF, em 2011, Capoeira elabo-rou, apresentou e conseguiu a aprovao de um projeto de participao do Programa de Aquisio de Alimentos com Doao Simultnea junto Co-nab. O presidente da Apricodo-ce teria recebido a orientao de funcionrios da Emater e da Conab e o apoio do prefei-to Marcelo Ferreira Mesquita, segundo o Ministrio Pblico. De acordo com o projeto aprovado, pequenos produto-res rurais habilitados no Pro-grama Nacional de Agricultu-ra Familiar e filiados Aprico-doce seriam responsveis pe-la doao de produtos horti-frutigranjeiros a entidades be-neficentes de Moema e Lagoa da Prata, com valores de at R$ 4.500 por agricultor. Esses itens eram pagos com recursos fede-rais, por meio de depsito ban-crio previamente realizado na conta da associao e sacados aps a entrega dos produtos nas instituies recebedoras. Os sa-ques eram feitos pelo presiden-te da associao, o Capoeira. Tcnicos da Conab identifi-caram que as entidades recebe-ram produtos em quantidade bem inferiores s que consta-vam na proposta e, mesmo as-sim, o presidente sacou os re-cursos aps a apresentao de planilhas falsas que tambm eram assinadas pelos repre-sentantes das instituies rece-bedoras. Outra irregularidade apontada na denncia do MPF foi a de que Capoeira entregou alimentos produzidos em sua propriedade rural, embora seu nome no constasse como agri-cultor familiar nas propostas aprovadas pela Conab. Nas planilhas constam que Capoeira entregou frango cai-pira s entidades, sendo que a investigao apontou que as aves nunca foram entregues s instituies beneficentes, em-bora a doao estivesse registra-da nos termos de recebimento e aceitabilidade, notas fiscais e relatrios de entrega, todos preenchidos pelo denunciado e por representantes das enti-dades. ABATE CLANDESTINOA denncia oferecida pelo MPF afirma que os frangos, bois e porcos eram abatidos em ma-tadouro clandestino, constru-do na propriedade rural do pre-sidente Capoeira, sem qualquer tipo de inspeo por parte do Instituto Mineiro de Agropecu-ria (IMA) ou mesmo da Vigiln-cia Sanitria de Moema. Os ani-mais e aves j abatidos eram en-sacolados sem qualquer tipo de registro e entregues s entida-des em veculos utilitrios, des-providos de refrigerao, sem qualquer tipo de controle e fis-calizao estadual e municipal. As investigaes apontaram que os laudos sanitrios dos ali-mentos de origem animal co-mercializados por Capoeira, em nome da Apricodoce, eram assinados em branco por servi-dores municipais da Prefeitura de Moema lotados no setor de Vigilncia Sanitria para serem preenchidos posteriormente pelo presidente da associao. Tudo isso com o conhecimen-to e a anuncia do ento prefei-to Marcelo Ferreira Mesquita e do empregado da Conab, Adel-mo Ramon de Oliveira, afirma a denncia do MPF. As irregularidades sanit-rias apuradas pelos tcnicos da Conab foram comunicadas ao ento prefeito Marcelo Ferrei-ra, que nada fez para apurar a responsabilidade dos servi-dores municipais envolvidos, conforme denncia do Minist-rio Pblico Federal. Por fim, Capoeira fez uso de DAP (Declarao de Aptido) de quatro pequenos produtores que no participaram do pro-jeto e nem eram filiados Apri-codoce. PENASOito pessoas foram denuncia-das pelo MPF. Outros dois in-quritos que envolvem, prati-camente, os mesmos persona-gens, esto sendo investigados pela Polcia Federal, que no descarta a possibilidade de ofe-recer denncias a outros envol-vidos. Alm do ex-prefeito Marce-lo e do presidente da Apricodo-ce Antnio Batista Campos (Ca-poeira), foram denunciados um servidor da Conab, um funcio-nrio da Emater, a esposa de Capoeira e trs funcionrios da prefeitura de Moema. Se a denncia for aceita pela Justia, os denunciados respon-dero pelos crimes de esteliona-to, prevaricao, entre outros.O OUTRO LADOO Jornal Cidade entrou em con-tato com os principais denun-ciados pelo Ministrio Pblico Federal. O ex-prefeito Marcelo Ferreira Mesquita enviou uma nota de esclarecimento (leia no box abaixo). A reportagem con-versou, por telefone, com Ca-poeira, que preferiu no se ma-nifestar, mas o espao do jor-nal continuar disponvel ca-so ele queira fazer as suas ale-gaes.DA REDAO contato@jornalcidademg.com.brEm nova investigao, Polcia Federal interroga 33 pessoas e vai apurar envolvimento de servidora da Prefeitura de Lagoa da Prata durante a administrao anterior Ex-prefeito Marcelo Ferreira Mesquita REPRODUO / INTERNETO advogado Breno Fer-reira Fiza Costa, res-ponsvel pela defesa do ex--prefeito Marcelo Ferreira Mesquita, enviou uma no-ta de esclarecimento ao Jor-nal Cidade afirmando que o denunciado inocente e que nenhum servidor pbli-co de Moema recebeu van-tagem na execuo dos pro-gramas. O Marcelo repudia com veemncia as ilaes feitas pelo Delegado. Os programas investi-esto situadas em outros municpios. Acreditamos que ne-nhum servidor pblico do municpio de Moema te-nha recebido vantagem na execuo dos programas, pois inexistem quaisquer indcios em sentido con-trrio. Os fatos esto sendo esclarecidos na seara ju-dicial e temos absoluta confiana de que a justi-a ser feita, com o reco-nhecimento da inocncia do Marcelo.gados foram celebrados di-retamente entre a Conab e a Associao de Pequenos Produtores Rurais. O Municpio de Moema no gastou, no recebeu, nem gerenciou nenhum ti-po de recurso financeiro, atinente a tais programas. Da mesma forma, o Mar-celo no teve qualquer tipo de interferncia na elabo-rao dos projetos e execu-o dos programas, mesmo porque, conforme se infe-re do processo em curso, as entidades beneficirias Defesa de ex-prefeito afirma que ele no tem envolvimento com o esquemajornalcidademg.com.br26/05/2016 13COTIDIANOHouve um excesso de confiana na impunidade, afirma Delegado da Polcia FederalO delegado Dr. Antnio Be-ncio Cabral recebeu a re-portagem do Jornal Cidade na sede da Polcia Federal, em Di-vinpolis, no dia 6 de maio, e ex-plicou os detalhes da investiga-o. Jornal Cidade: Como a Pol-cia Federal descobriu esse esquema de enriquecimen-to ilcito? Dr. Bencio: Primeiramente houve uma denncia annima na Conab depois que muitos pe-quenos produtores deixaram de entregar e receber os seus pro-dutos. Depois que Antnio Batis-ta Campos virou presidente aca-baram as participaes de vrios produtores. E muitos que entre-garam os produtos no recebe-ram da associao. Houve um excesso de confiana de impu-nidade, onde ele simplesmente entregou uma merreca de coisa e lanou notas fiscais com valor at 10 vezes maior. Houve uma emisso descon-trolada de DAP (Declarao de Aptido) de agricultor fa-miliar em Moema? Dr. Bencio: Se voc possui uma DAP de Agricultor Familiar, sig-nifica que voc ter vantagens fiscais. Significa que a popula-o est abrindo mo de um re-curso pblico e dando esse bene-fcio voc. Em Moema, a Ema-ter emitiu DAP do jeito que quis. Tem servidores militares, servi-dores do Estado, servidores do Governo Federal, empresrios e mdico. uma irresponsabili-dade da Emater. Qual foi a participao do ex-prefeito Marcelo Ferrei-ra Mesquita?Dr. Bencio: O nome dele apare-ce somente na primeira denn-cia. Ele teve benefcios polticos, sem sombra de dvida. Ele aju-dou a fundar a Apricodoce. Ele se promoveu politicamente. Ele e a irm, que era Secretria de Educao, apresentaram o Ca-poeira em todas as escolas e en-tidades como se ele fosse servi-dor municipal. Esse aqui o Ca-poeira. Ele est trabalhando com a gente e vocs deem todo o apoio a ele. Isso eu ouvi das prprias diretoras. Ele foi apresentado in-tencionalmente fazendo crer s diretoras que o Capoeira era as-sessor do prefeito para assunto de merenda escolar. A participa-o do prefeito visvel. Como esse esquema chegou a entidades de Lagoa da Pra-ta? Dr. Bencio: Na primeira CPR (Cdula de Produtor Rural), que j virou denncia do Ministrio Pblico, quatro entidades de La-goa da Prata receberam produ-tos da Apricodoce e assinaram recibos falsos. Nessas duas CPRs que estamos investigando, o es-quema chegou s escolas do mu-nicpio. Uma servidora munici-pal assinou os recibos de todas as escolas que receberam os pro-dutos, sendo que o normal era que isso fosse feito pela direto-ra ou algum responsvel pela merenda da prpria escola. Essa servidora foi identificada com a ajuda das diretoras que ouvimos durante as oitivas realizadas em Moema. Ela ainda no foi inter-rogada.DA REDAO contato@jornalcidademg.com.brO esquema chegou tambm s escolas municipais de Lagoa da Prata, afirma o Delegado da Polcia Federal, Dr. Antnio BencioFOTO: JULIANO ROSSILagoa da Prata,26/05/201614 COTIDIANOCmara Municipal investeR$ 622 mil em reforma da sedeA presidente da Cmara Municipal de Lagoa da Pra-ta, vereadora Quelli Cssia Cou-to, autorizou, no dia 9 de maio, o incio das obras de reforma da sede do prdio do Legislati-vo. A ideia vem colecionando polmicas muito antes do in-cio das obras. A maioria dos ve-readores contrria reforma. A biblioteca pblica Coronel Jo-s Vital, que estava instalada no prdio desde 1981, teve que ser transferida temporariamente e ter que se adaptar em uma rea muito menor, no subsolo do prdio. A proposta da presidente Quelli repercutiu negativamen-te nas redes sociais e recebeu crticas, principalmente, pelo valor que ser investido na re-forma, de R$ 621.872,78. O vere-ador Fortunato do Couto (Nati-nho), segundo secretrio da Me-sa Diretora, renunciou ao cargo por no concordar com o gas-to e entender que o prdio atu-al oferece condies adequadas de trabalho (leia a Carta ao Lei-tor na pg. 02). OBRA EMBARGADAPOR FALTA DEDOCUMENTAOA empresa J. Carvalho Constru-o e Empreendimentos venceu o prego e a responsvel pela reforma do prdio da Cmara. No dia 11 de maio o Setor de Fis-calizao da Prefeitura de Lagoa da Prata embargou a obra por falta de documentao. Todas as obras da cidade passam pela anlise da Secretaria de Obras e Setor de Fiscalizao. A Cmara no possui a Licena de Constru-o, que est prevista no Plano Diretor, disse um funcionrio da Fiscalizao ao Jornal Cidade. Logo o Legislativo, rgo que determina as leis que regem o Municpio, ignorou a prpria lei. At o fechamento desta edi-o, s 17 horas da tera-feira (24/01), a obra ainda continua-va paralisada. JORNAL CIDADE PEDECPIA DO PROCESSOLICITATRIOO Jornal Cidade protocolou na secretaria da Cmara Munici-pal, no dia 20 de maio, um re-querimento solicitando uma c-pia integral do processo licitat-rio referente ao Prego 04/2016, que definiu a melhor proposta para a execuo da reforma. A reportagem telefonou na segun-da-feira e compareceu na sede provisria do Legislativo na ter-a-feira para obter a cpia da do-cumentao, mas a presidente Quelli ainda no havia autori-zado o fornecimento da infor-mao. A reportagem ligou diver-sas vezes para a presidente pa-ra question-la sobre a refor-ma, mas ela no atendeu os te-lefonemas. Tambm foi envia-do um e-mail, mas a presidente no respondeu. Em entrevista rdio Vere-das no ms de fevereiro, Quelli defendeu a necessidade da re-forma e argumentou que o Mi-nistrio Pblico recomendou que fossem feitas adaptaes de acessibilidade no prdio do Legislativo. A Cmara tem o or-amento prprio, que esse ano est estipulado em 2,8 milhes de reais. A reforma j vem desde 2014, quando o presidente Ca-bo Nunes iniciou o processo. A maioria dos vereadores se posi-cionou favorvel reforma. Ho-je a reforma tem que ser feita. Temos vrias questes no pr-dio que temos que olhar. Uma delas melhorar a questo da acessibilidade, principalmente nos eventos que so realizados l. Tem a questo hidrulica, eltrica, vamos ter que ampliar as salas porque este ano vamos realizar um concurso e contra-tar mais 5 pessoas, que se torna-ro servidores da Cmara. Hoje no temos condies de receber essas pessoas. O projeto de 2014 no previa a chegada dessas no-vas cinco pessoas. Toda mudan-a gera desconforto, argumen-tou a presidente.COMO FICARO NOVO PRDIONo subsolo haver mudanas. O IPSEMG ir ocupar uma sala com 53 metros quadrados. A bi-blioteca, que antes ficava no 1 piso em duas salas com aproxi-madamente 110 metros quadra-dos (incluindo o local de leitu-ra), ter que se adaptar em uma rea com 35 metros quadrados. No subsolo tambm ter uma sala de arquivo com 26 metros quadrados de rea. No primeiro piso haver uma recepo geral, recepo da Presidncia, sala para a as-sessoria, sala para o Departa-mento Jurdico, sala para a Pre-sidncia, acervo e 7 gabinetes para uso dos vereadores. No segundo piso, alm do plenrio, ficaro instaladas as salas da contabilidade, com-pras, controle interno, licita-es, arquivo, sala de som, al-moxarifado, cozinha e Centro de Processamento de Dados.DA REDAO contato@jornalcidademg.com.brA crise econmica no atingiu o Poder Legislativo deLagoa da Prata.Obra foi embargada pelo Setor de Fiscalizao por falta de documentaoPresidente Quelli argumenta que o Ministrio Pblico recomen-dou que se fizessem obras de acessibilidade no prdio da CmaraJULIANO ROSSIARQUIVOEm Santo Antnio do Monte, a Cmara Municipal construiu a sua sede prpria, da estaca zero, com investimento de R$ 740 miljornalcidademg.com.br26/05/2016 15As entidades de Lagoa da Prata tm enfrentado difi-culdades financeiras em 2016. Segundo representantes de trs instituies (SOS, Apae e AFA) ouvidas pelo Jornal Cidade, a cri-se econmica fez com que as do-aes voluntrias cassem pela metade em relao ao ano passa-do e os repasses dos governos es-tadual e federal esto atrasados. A presidente da Apae, Isa-mim Couto Gonalves Coe-lho, comentou sobre a situa-o da entidade. Ficamos mui-to tempo sem receber recursos do Governo Federal e outros es-to sendo regularizados agora. Manter uma entidade no f-cil. Na Apae temos que ter assis-tente social, psiquiatra, psiclo-go, terapeuta entre outros pro-fissionais. A gente faz um pla-nejamento anual e prestamos assistncia para pessoas de to-das as idades. Quando os recur-sos atrasam a gente fica de mos atadas. Temos gastos com trans-porte, alimentao, medicamen-tos entre outros. Nossas doaes caram em 50% e isso no a cul-pa de nossos doadores, pois a cri-se atingiu a todos, ressaltou Isa-mim. Segundo a coordenadora administrativa da Associao Francisco de Assis (AFA), Rosile-ne Aparecida Alves Lopes, o mo-mento to crtico para as enti-dades que no se consegue ver uma melhora futura. Nossos convnios vo somente at outu-bro, e ento, eu no consigo ver nada favorvel para que a situa-o melhore. Depois disso, a AFA no tem dinheiro para continu-ar os trabalhos. Atendemos 250 crianas e temos 8 funcionrios que precisam receber os seus sa-lrios e ainda temos que pagar o aluguel. Todos os dias temos ado-lescentes batendo em nossa por-ta querendo participar dos pro-jetos de aulas de dana, artesa-nato, futebol, capoeira entre ou-tros. Hoje no conseguimos dar um lanche digno para eles. Te-mos um dficit de R$ 2.300 men-sais e para complementar a ren-da fazemos shows de prmios, almoo beneficente e neste ms estamos vendendo pizza. Hoje temos um nmero pequeno de voluntrios e o desafio dirio, afirmou. De acordo com Ludmilla Do-rella, presidente do Servio de Obras Sociais (SOS), a entidade atende 85 idosos e a situao est muito complicada. O gasto com idoso que est debilitado mui-to grande. A verba enviada pe-lo Governo Federal correspon-de a 8% dos gastos do local, sem contar que esses recursos quase sempre atrasam. A receita prove-niente da contribuio dos ido-sos d para pagarmos somente a folha de pagamento dos 49 fun-cionrios, mas para atendermos todas as normas da legislao vi-gente eu teria que quase dobrar o nosso quadro de pessoal. O que o SOS conseguiu avanar nesses dois anos foi para chegar no m-nimo, frisou. SUBVENODO MUNICPIOEm Lagoa da Prata, 7 entidades recebem recursos diretamen-te do oramento da Secretaria Municipal de Assistncia Social. Em 2016, de acordo com levan-tamento da secretaria, sero re-passados quase R$ 1,3 milhes. Para a secretria Cali Silva, a subveno municipal tem au-mentado nos ltimos anos, mas, mesmo assim, as entidades pre-cisam de mais recursos para atender a demanda crescente de servios. A prefeitura tem in-vestido por acreditar no trabalho das entidades, porm, sabemos que insuficiente perto das ne-cessidades que cada uma tem e com a demanda crescente que as mesmas possuem, afirma Cali.DA REDAO contato@jornalcidademg.com.brIsamim (Apae), Cali (Sec. Assistncia Social), Rosilene (AFA) e Ludmila (SOS) comentaram sobre as dificuldades financeiras enfrentadas pelas entidades.FOTO: JULIANO ROSSIDoaes caram 50% em relao ao ano passado erepasses do Governo Federal esto atrasadosCOTIDIANOEntidades de Lagoa da Prata enfrentam dificuldades financeirasLagoa da Prata,26/05/201616Associados do Sicoob Crediprata reelegem Conselhos e aprovam a alterao da cooperativa para livre admissoO Sicoob Crediprata reali-zou no dia 30 de abril a As-sembleia Geral Extraordinria e Ordinria que aprovou a alte-rao da cooperativa para livre admisso de associados e reele-geu a atual gesto da cooperati-va, presidida pelo Sr. Jos Apare-cido da Silva, presidente do Con-selho de Administrao, e apre-sentada pelos executivos Ant-nio Claret e Ivo Jonas Gontijo. O processo eleitoral foi marca-do pela presena de uma chapa de oposio - o que no aconte-cia desde 2001, e pela expressiva participao de 1843 associados que atenderam convocao da Crediprata para deliberar sobre os rumos da instituio para os prximos 4 anos. Na entrevista a seguir, os di-retores executivos Claret e Ivo fa-lam sobre o processo eleitoral da cooperativa.Jornal Cidade: O que vocs ti-ram de proveito desse pro-cesso eleitoral? Ivo: O nmero de associados que compareceram nas assem-bleias para discutir o futuro da cooperativa foi marcante, sobre-tudo a participao das comuni-dades envolvidas, que se deslo-caram e estiveram presentes du-rante todo o processo. O resulta-do da assembleia mostrou que os associados tm confiana na administrao que vem condu-zindo a cooperativa nos ltimos anos. Claret: Eu gostaria de enfatizar a transparncia com que o pro-cesso eleitoral foi conduzido des-de o incio. Tivemos uma assem-bleia convocada com 60 dias de antecedncia, sendo feita uma ampla divulgao e estabeleci-do um prazo de 20 dias para o registro das chapas. Este prazo um dos diferenciais da Credipra-ta, pois permite que os interes-sados providenciem toda a do-cumentao. Realizamos pr-as-sembleia nas comunidades on-de atendemos e apresentamos os assuntos que seriam tratados e discutidos na assembleia, sen-do oferecido as chapas concor-rentes a oportunidade para ex-porem os seus projetos. O que representa para o Si-coob Crediprata a livre ad-misso de associados?Claret: A livre admisso um avano para a cooperativa que poder atender todas as pessoas fsicas e jurdicas das comunida-des onde atuamos. Em breve, es-ta liberao trar oportunidade de alavancar os negcios da coo-perativa, onde qualquer pessoa apta que desejar poder pleitear a associao no Sicoob Credipra-ta tendo acesso as excelentes ta-xas, produtos e servios oferta-dos pela cooperativa. A Crediprata nos ltimos dois anos tem feito um tra-balho notvel na questo de relacionamento com a co-munidade em seus diversos pblicos e de responsabili-dade social. Em que medida vocs acham que isso foi im-portante para projetar e for-talecer a imagem da Credi-prata?Ivo: Dentre os objetivos da co-operativa, um dos mais fortes o desenvolvimento socioecon-mico da regio e das comunida-des onde estamos envolvidos, primando sempre pelo fortale-cimento dos empreendimentos e capacitao das pessoas que es-to envolvidas com ele. Saben-do que o econmico sem o social no se sustenta e o social sem o econmico tambm no, busca-mos constantemente um maior relacionamento com as comu-nidades para atender as suas de-mandas, fazendo com que seja-mos cada vez mais assertivos nas aes e negcios que realizamos com nossos associados. Perce-bemos que o fortalecimento da imagem do Sicoob Crediprata se deu pelo investimento em aes que atendiam as reais necessida-des dos associados alinhavando a cooperativa comunidade. A atual administrao da co-operativa venceu a eleio. Qual foi o sentimento quan-do a apurao foi encerra-da? Claret: O primeiro sentimen-to foi em relao a validao de todo um processo que vem sen-do construdo ao longo de nossa gesto. O segundo, que conside-ro o mais importante, da res-ponsabilidade que nos foi con-fiada mais uma vez. O associa-do depositou sua confiana em nosso trabalho e isso me marcou muito pois, conseguimos mos-tra-los que aquele momento era dele e assim tivemos um nme-ro excelente de votao. Com re-lao ao outro grupo, reconhece-mos que importante o associa-do ter opo de escolha e poder discutir abertamente os assun-tos que envolvem toda a coope-rativa. O processo democrti-co e se encerra no momento da apurao, pois passado o proces-so eleitoral, ns somos uma co-operativa e continuaremos jun-tos. A qualquer momento todo associado pode contribuir por-que estamos sempre prontos pa-ra receber sugestes e at crti-cas que visam a construo do Sicoob Crediprata.A cooperativa saiu desse processo democrtico mais fortalecida?Ivo: A cooperativa saiu muito fortalecida e uma palavra forte o respeito de cada integrante das duas chapas envolvidas. En-to, tudo o que foi exposto tem muita importncia para ns. O processo de estruturao e de-senvolvimento contnuo e visa o fortalecimento do Sicoob Cre-diprata para atender as deman-das dos nossos associados. Fica-mos fortalecidos tambm com um projeto que j est em desen-volvimento, que em relao estruturao, onde se leva a coo-perativa para grupos de associa-dos para atend-los dentro de suas necessidades. A eleio foi uma experincia para ns, pois a partir de agora, independente de se ter um processo eleitoral, va-mos continuar discutindo junto com a comunidade e os setores sobre o que podemos fazer pa-ra ser uma cooperativa melhor para todos.O espao est aberto para as consideraes finais Claret: Eu gostaria de agradecer as pessoas que estiveram envol-vidas com todo o processo, espe-cialmente a todos os associados que estiveram presentes e de-monstraram um compromisso com a cooperativa e as comuni-dades onde atuamos. Uma vez que processo eleitoral e a mu-dana do Sicoob Crediprata pa-ra livre admisso, envolve toda a nossa rea de atuao. Gosta-ria de destacar tambm o profis-sionalismo dos nossos colabora-dores durante o processo assem-blear e eleitoral, demonstrando um carinho muito grande com o associado e com a cooperati-va. Nossos colaboradores traba-lharam com muito afinco, agin-do com tica e profissionalismo.DA REDAO contato@jornalcidademg.com.brCooperativa realiza a assembleia com o maiornmero de participantes de sua histriaMais de 2 mil pessoas passaram durante o dia da eleio no salo da CrediprataAssociados atenderam ao chamado da cooperativa e decidiram o futuro da cooperativa para os prximos 4 anosFOTOS: ARQUIVO CREDIPRATAVEJA COMO FICAR A GESTO DO SICOOB CREDIPRATA:CONSELHO DE ADMINISTRAOAntnio Claret RezendeAdriana Oliv. Gontijo GomesAgnaldo Pereira LopesAnderson Eustquio GontijoAntnio Francisco de SouzaHelson Gontijo MesquitaIvo Jonas GontijoJos Aparecido da SilvaRafael Rezende LacerdaCONSELHO FISCALMEMBROS EFETIVOSDiniz Moises dos SantosHumberto Gontijo BatistaJos Francisco ResendeCONSELHO FISCALMEMBROS SUPLENTESAlice Maria de Moura SilvaJoo Henrique Rabelo VelosoLlio Natal TeodoroCOTIDIANOLagoa da Prata,26/05/201618A Federao Nacio-nal das Apaes reali-zou uma pesquisa sobre a pessoa com deficincia no mercado de trabalho e apontou que Lagoa da Prata a 10 cidade em Mi-nas Gerais que mais gerou empregos entre os anos de 1995 e 2015, mesma posi-o de Belo Horizonte. No estado, 442 municpios possuem Apaes. A presidente da Apae de Lagoa da Prata, Isamin Couto Gonalves Coelho, destacou a iniciativa pio-neira da Embar em 1995, quando a empresa empre-gou pessoas com deficin-cia para descartar os cara-melos defeituosos. Fo-mos convidados e selecio-namos alguns alunos que tnhamos, trouxemos as balas para a Apae e eles treinaram. Assim, foi feito um convnio entre a Apae e a Embar. A empresa re-passava um valor mensal para a instituio e assin-vamos as carteiras dessas pessoas. Depois saiu a lei de cotas, onde cada em-presa acima de cem fun-cionrios ficou obrigada a empregar 5% de pessoas com deficincia. Encerra-mos o convnio e a Emba-r nos passou os recursos para fazer o acerto traba-lhista dos alunos envolvi-dos no processo e depois efetivou todos em seu qua-dro de colaboradores, ex-plicou Isamim. A presidente tambm destacou a importncia da adeso de outras em-presas. Temos funcion-rios na Embar que fazem todos os tipos de servio. A Phalab e o Supermercado ABC tambm empregam pessoas com deficincia. H pouco tempo a LM Mo-to nos solicitou, mas no tnhamos uma pessoa com o perfil que eles que-riam, afirmou. EMBAR De acordo com a asses-soria de comunicao da Embar, a empresa tem atualmente um quadro efetivo de 1.582 colabora-dores, sendo que 81 de-les so portadores de ne-cessidades especiais (defi-cientes auditivos, visuais, fsicos, mentais ou mlti-plos), atuando em 14 dife-rentes setores da empresa, nas mais diversas ativida-des, compatveis s suas potencialidades individu-ais, trazendo produtivida-de empresa atravs do resultado do trabalho efe-tivo desses colaboradores especiais. A Embar de-senvolve um sistema de captao de mo de obra direcionado para as Pesso-as com Deficincia - PCDs. A empresa adaptou o pro-cesso de recebimento de currculos com entrevistas especficas voltadas para detectar habilidades, cru-zando informaes entre o perfil do candidato e a vaga existente e promo-vendo, se necessrias, as adaptaes pertinentes s necessidades especiais existentes. O acompanha-mento e o monitoramen-to dos colaboradores es-peciais feito hoje direta-mente pela empresa, atra-vs dos profissionais da Di-viso de Recursos Huma-nos, informou a empresa em nota enviada ao Jornal Cidade.DA REDAO contato@jornalcidademg.com.brFbio Gomes ( esq.) tem 10 anos de Embar, Gedeon Lopes (centro) 3 anos e Rosa Martins ( dir.) 7 anos de empresa.Andr Luciano Ferreira, 9 anos de Embarrica de Ftima Batista, 8 anos de EmbarJoo Paulo da Silva Dias trabalha na Embar desde 2015Daniel Lamounier Lobato ( esq.) trabalha na Pharlab desde 2004; Luciano Nonato ( dir.) desde 2003ARQUIVO PHARLABDEMAIS FOTOS: ARQUIVO EMBARLagoa da Prata a 10 cidade em MG que mais gerou empregos para pessoas com deficinciaA Embar a pioneira na atividade e emprega 81 pessoas. A Pharlabtambm aderiu lei de cotas e emprega 15 pessoas com deficinciaCOTIDIANOLagoa da Prata,26/05/201620Um adolescente la-gopratense que mo-ra em Vila Velha, capital do Esprito Santo, foi um dos escolhidos como an-fitries para conduzir a tocha olmpica. Eduardo Lucas Franco Oliveira, de 13 anos, aluno da Escola Municipal Reverendo An-tonio da Silva Cosmo, no bairro Jardim Colorado, e obteve o privilgio aps ser contemplado em um concurso de redao com o tema sobre as olimpa-das. O lagopratense teve a companhia de uma outra aluna e do ex-jogador de vlei Giovane Gvio, da se-leo brasileira. um momento m-par na minha vida, em um evento histrico e in-dito em nosso pas, onde representei meus fami-liares, minha cidade na-tal, cidade onde vivo ho-je, alm dos atletas que representaro o Brasil. Assim que o fogo olmpi-co chegou a Vila Velha, os guardies transferiram--me a responsabilidade de acender a primeira tocha, sendo assim conduzido o fogo para o primeiro con-dutor onde corremos jun-tos 400 metros, afirmou o garoto. A chama olmpica chegou a Vila Velha, de-pois de passar por Guara-pari, em um comboio de 20 carros com patrocina-dores, guardies, impren-sa e toda a segurana. As tochas chegam primei-ro sem estarem acesas, a vem o guardio com a lanterna e o fogo olmpi-co. Neste momento me foi entregue uma tocha onde foi aberta e seu gs libera-do. O guardio pede pa-ra aproximar a tocha que est em minhas mos da lanterna onde est o fogo olmpico. Neste momento a conduzi, para o alto mos-trando para todo o pblico e toda a imprensa. Naque-le momento, toda a minha famlia e todos os morado-res da minha cidade natal e atual foram representa-dos e, em especial, meu av paterno que no p-de ver, infelizmente, este momento, mas estava em meu corao, afirmou. Eduardo mora com a famlia em Vila Velha des-de 2011. As minhas razes esto em Lagoa da Prata, que tenho muito orgulho, desse povo que a cada ano faz a nossa cidade crescer ainda mais. Sempre que posso volto minha cida-de natal, onde encontro amigos e parentes. Nos-sa famlia tem um imen-so orgulho de sermos fi-lhos dessa cidade. Meus avs paternos so Otavia-no Pinto de Oliveira, que descansa em paz, e Lour-des Pinto Oliveira, e ma-ternos Solria Ricardo Tei-xeira e Vicente Teixeira Franco, destacou. Eduardo filho de Ana Paula Teixeira Franco Oli-veira e Rogrio Aparecido de Oliveira e irmo de Ana Jlia Franco Oliveira.DA REDAO contato@jornalcidademg.com.brEduardo participou da solenidade ao lado de uma estudante e do ex-campeo olmpico de vlei Giovane GavioEduardo Oliveira e a irm Ana JliaFOTOS: ARQUIVO PESSOALLagopratense acende a tocha olmpica em Vila Velha, no Esprito SantoCOTIDIANOCMYCMMYCYCMYKLagoa da Prata,26/05/201622 COTIDIANONo dia 6 de maio a Amavi (Associao Municipal de Apoio s Vtimas de Violncia) realizou em parceria com o Ma-jor da Polcia Militar de Minas Gerais, Alosio Lopes de Carva-lho Jnior, uma capacitao de sua equipe. Alosio abordou o te-ma Valorizando sua marca. O evento aconteceu no Salo So-cial do Sicoob Lagoacred, que tambm parceiro da Amavi. De acordo com a coordena-dora da associao, Adriana do Couto, o momento foi de mui-to agradecimento pela parceria firmada. Agradecemos ao Ma-jor pela disponibilidade e par-ceria, por contribuir com nos-sa formao profissional de for-ma to motivadora. Queremos expressar nosso profundo agra-decimento pela palestra minis-trada. Esperamos receb-lo no-vamente em outras oportunida-des, afirmou. Durante a palestra foram abordados assuntos como mo-tivao, conciliao da famlia com o trabalho e o que motiva os funcionrios a irem para o trabalho. Adriana ainda salien-tou a importncia da capacita-o. A Amavi acredita que uma equipe bem capacitada e moti-vada acentua os resultados, pois este o diferencial da institui-o, oferecer atividades de qua-lidade para seus beneficirios, frisou. A Amavi desenvolve na em Lagoa da Prata atividades gratui-tas para crianas e adolescentes, como apoio pedaggico, nata-o, vlei, handebol, queima-da, futsal, acompanhamento psicolgico de servio social, ar-tes circenses, dana, artesanato, oficinas de sade, educao am-biental, orientao profissional, informtica e cidadania. Tem a misso de promover o indivduo e seus familiares que se encontram em vulnera-bilidade social, risco e ou viola-o de direitos. A entidade ins-tituio possui a viso de resga-tar a autonomia e oportunizar a construo de um novo projeto de vida. A AMAVI vem ao longo dos anos cultivando valores que proferem de Cidadania, respon-sabilidade social, tica e profis-sionalismo.DA REDAO contato@jornalcidademg.com.brA presidente da Amavi Adriana do Couto, Major Alosio Lopes e Sargento WashingtonARQUIVO AMAVIMajor da Polcia Militar ministra palestra motivacional para colaboradores da AmaviDepoimentosA palestra foi muito motivadora. Alm da im-portncia do tema, ele usou exemplos e din-micas criativas para que todos participassem. Realmente prendeu nossa ateno do incio ao fim.Thais Alves Duarte, Coordenadora do Projeto Amavi na EscolaNo decorrer da palestra motiva-cional com o Major Alosio pude perceber itens simples que fazem a diferena no cotidiano, mas que as vezes passam despercebidos. Fiquei impressionada com a forma de abordagem dos tpicos apre-sentados, o quanto as relaes fa-miliares influenciam no dia a dia, enfim, agradeo ao Major pela en-riquecedora palestra.Ana Cludia da Silva,SecretriaAchei muito interessante e cons-trutiva a palestra do Major Alosio, pois nos fez refletir sobre nossos verdadeiros valores, tanto na vida profissional como na vida pessoal, e que s vezes damos valores de-mais em bens materiais e esque-cemos dos verdadeiros, aqueles que do sentido a vida.Malu Macedo,Servios Geraisjornalcidademg.com.br26/05/2016 25DICASDA JUJuliana Marquesjuliana_marques22@hotmail.com Para uma massa de bolo perfeita, os ingredientes de-vem estar em temperatura ambiente. Use sempre produtos de qualidade. A massa de bolo deve ser sempre bem batida. Existem hoje no mercado produtos prprios para un-tar as formas. Voc no precisa usar farinha de trigo e manteiga para untar. Mais agilidade e praticidade. Asse o bolo sempre em forno baixo ou mdio. No abra o forno antes de 30 minutos de cozimento, ele pode afundar no meio. Quanto for retirar do forno, coloque o bolo sobre um pano de prato. Ele soltar mas fcil. Sempre peneire os ingressos secos, isso deixa-os mais aerados e o bolo mais fofo.APRENDA A FAZER CHANTININHOIngredientesMeio litro de chantilly8 colheres de leite ninhoMeia caixinha de leitecondensado Modo de FazerBata tudo at dar o ponto.Prefira corante em gel para tingir o chantilly.Hoje eu vou falar sobre a importncia do bolo nos eventos. Muita gente no d va-lor a essa magnfica arte que confeitar e que marca e celebra momentos memorveis.CURIOSIDADEAcredita-se que a elaborao de bolos exista desde o Egito Anti-go na forma de pes adoados com xarope de frutas, tmaras, passas. Os antigos gregos e ro-manos o aperfeioaram, Nero, por exemplo, os apreciava. A re-al diferena entre pes e bolos s veio a ser caracterizada du-rante o Renascimento. A deno-minao teria vindo de bola e os bolos teriam formas associadas a lua e a cone. Na Inglaterra da Idade Mdia, no ano 1600, no reinado de Carlos II; um chef francs, visitando Lon-dres, participou de uma celebra-o de casamento e vendo o ritu-al do empilhamento dos peque-nos bolos, inspirou-se e teve a fe-liz ideia de transformar o monte, em um nico bolo, todo confei-tado e decorado. Foi ento que a partir do sculo XVII, os confeitei-ros ingleses iniciaram seus traba-lhos com bolos ornamentais. O bolo de casamento s co-meou a ganhar popularidade a partir do sculo XIX. Para a maio-ria das pessoas, o bolo era apenas um simples doce de creme gela-do com um s andar e sem enfeite algum. Para a realeza, os bolos ti-nham muitos andares e eram usa-dos para alimentar os muitos con-vidados nas festas de casamento. Dizem que quanto mais andares o bolo tinha, mais ricos eram os anfitries. Atualmente o bolo vem ga-nhando cada vez mais destaque, uma vez que marca a celebrao de uma data importante. Sua es-colha deve estar de acordo com o tipo de evento,estando alinhada a temtica e decorao da festa e ao estilo do aniversariante ou dos noivos. So infindveis as possibi-lidades de confeito, o que torna os bolos verdadeiras obras de artes.PUBLIEDITORIALBOLOSVoc sabe qual a importncia deles?CULINRIALagoa da Prata,26/05/201626 SADE E BEM ESTARjornalcidademg.com.br26/05/2016 27SADE E BEM ESTARTreinamento Funcional:o que e quais os benefciosHoje em dia, quem deseja praticar alguma atividade fsica no fica mais preso aos es-portes tradicionais como corri-da, bike ou musculao. H uma infinidade de novas formas de manter o corpo em dias e tam-bm a sade, uma delas o trei-namento funcional. Ele excelente para quem no gosta dos exerccios repeti-tivos na academia. Sempre tem um exerccio diferente ou uma combinao variada des-ses exerccios para serem feitos. O treinamento funcional conse-gue gerar fora, definio mus-cular e ainda treina a regio do core.O que o treinamentofuncional?Como o prprio nome j diz, es-se tipo de atividade fsica reali-za um treino dentro dos nossos movimentos funcionais, ou seja, aqueles movimentos que fazemos no dia a dia como, por exemplo, nos abaixar para pe-gar algo no cho ou esticar o cor-po para pegar algo que est bem acima de ns. Assim, o treinamento fun-cional leva em considerao os movimentos naturais do cor-po humano como agachar, em-purrar, pular e outros. A parte boa desse tipo de treino que ele usa variaes desses movi-mentos. Os treinos nunca fi-cam montonos.Como funciona otreinamento funcional?Ao contrrio do que fazemos nas academias, o treinamen-to funcional no recruta uma musculatura isolada e sim, v-rios grupos musculares de uma nica vez. A srie de exerccios executado em vrios planos. Alm disso, voc encontrar movimentos mais dinmicos do que os da musculao. Os equipamentos utilizados so variados como as cordas de TRX, os halteres, cabos, bolas, fitas, entre outros. Aqui, o prin-cipal utilizar o peso do pr-prio corpo como carga para as prticas. Em um nico exer-ccio possvel trabalhar vrios grupos musculares do corpo.Os benefcios dotreinamento funcionalNo treinamento conseguimos trabalhar diversas funes do corpo como a coordenao mo-tora, o equilbrio, a fora, a re-sistncia, a cognio, entre ou-tros. Por exigir vrias funes do corpo ao mesmo tempo, o gas-to enrgico acaba sendo maior se comparado a outros exerc-cios. Veja abaixo outras van-tagens:Tonificao e ganho mus-cular;Aumento da flexibilidade;Melhora o condicionamen-to cardiorrespiratrio;Emagrecimento;Melhora da autoestima;Ajuda na depresso eansiedade;Quem pode fazer otreinamento funcional?O treinamento funcional en-trou nos estdios e academias com tudo, sendo apontado por especialistas como o trei-namento do futuro. Os exerc-cios podem ser praticados por qualquer pessoa, independen-temente da idade ou condicio-namento fsico, j que so tra-balhados de acordo com o obje-tivo de cada praticante. Na me-lhor idade por exemplo, o trei-namento funcional est sen-do um verdadeiro parceiro pa-ra que os idosos cheguem nes-ta fase da vida capazes de reali-zar movimentos bsicos do dia--a-dia, melhorando sua qualida-de de vida. Seja qual for o seu ca-so, praticar o treinamento fun-cional combater o sedentaris-mo e se aventurar em um espa-o dinmico e divertido, que ir melhorar a sua condio fsica, proporcionado resultados est-ticos e o fortalecimento de sua sade fsica e mental. Experi-mente, voc ir se surpreen-der!PUBLIEDITORIALFOTOS: DIVULGAOLagoa da Prata,26/05/201628 GUIA COMERCIALMaria Eduarda vence campeonato brasileiro de KaratMaria Eduarda Soa-res Lacerda sagrou--se campe Brasileira de Karat pela categoria pro-fissional durante campe-onato realizado de 5 a 7 de maio, em Trindade, Gois. A atleta, que tem 12 anos, filha de Lidia-ne Maria Soares e Alecs-sandro Teixeira Lacerda. O Karat entrou na vida de Maria Eduarda quando ela tinha 6 anos e desde ento tem dispu-tado campeonatos minei-ros e brasileiros. O objeti-vo chegar ao mundial. Eu sempre gostei de luta e ento surgiu a oportuni-dade de conhecer o kara-t. Hoje eu treino na Pra-a de Esportes com o pro-fessor Wagner Heleno. J disputei mais de 15 cam-peonatos e percorri cida-des como Alfenas, no sul de Minas Gerais, Uber-lndia, no Tringulo Mi-neiro, Trindade, em Goi-s, Santana da Vargem, Lambari e Varginha, em Minas Gerais, ressaltou. A karateca recebe mensalmente 125 reais do Bolsa Atleta, progra-ma da Secretaria Muni-cipal de Desportos para incentivar os atletas de alto rendimento. Maria Eduarda afirma que o va-lor recebido importan-te, mas gostaria de ser patrocinada pela iniciati-va privada, j que as via-gens ficam caras. Mui-tas vezes tenho que gas-tar com hotel, alimenta-o e transporte. Isso no fica barato. Eu levo o no-me de Lagoa da Prata para vrias cidades do Brasil e estou em treinamento pa-ra chegar a disputar um mundial, eu gostaria mui-to de conseguir um patro-cinador para que o espor-te continue sendo incen-tivado, afirmou. Alm dos benefcios fsicos, Maria Eduarda conta que o esporte lhe proporcionou mais de-senvolvimento social e intelectual. Realmen-te mudou a minha vida. Hoje eu j estou menos tmida, minhas notas na escola melhoraram e pas-sei a ter mais foco, tanto que almejo ir para mais competies. Agradeo o apoio da Liga Alfenense, que por ela que dispu-to. E por ainda no ter o alvar, pelo custo que ele tem, e Secretaria de Es-portes de Lagoa da Prata que sempre me apoia, enfatizou.DA REDAO contato@jornalcidademg.com.brARQUIVO PESSOALAPOIOOs empresrios interes-sados em apoiar Maria Eduarda podem entrar em contato pelo telefo-ne (37) 9 9984-7521, fa-lar com Ana.A atleta Maria Eduarda e o sensei Wagner Helenojornalcidademg.com.br26/05/2016 29ESPORTEO japaraibano Joo Paulo Borges tem sido destaque no futebol do Japo. H dois anos o volante deixou a sua cidade na-tal para morar em Kimitsu e de-fender o clube Shorin-FC , time que tem por caracterstica for-mar atletas para outros clubes. De acordo com o jogador, deixar para atrs alguns hbitos, a cul-tura, famlia, amigos e at o mo-delo de educao no foi uma ta-refa fcil, porm, o que mais cha-mou a teno dele foi o inventi-vo ao esporte que o pas oferece, a infraestrutura nos campos de treinamento, a educao de qua-lidade, gentileza entre as pesso-as, salrios em dia, alm do res-peito e o reconhecimento com os jogadores. Aqui, mesmo sendo estrangeiro, tenho um tratamen-to espetacular. Tenho tudo o que preciso e tudo em dia. diferen-te demais do meu pas. A educa-o , sem dvidas, uma das me-lhores do mundo. Jogar lixo nas ruas praticamente crime, to-dos so muito corretos. coisa de primeiro mundo. Alm disso, no Brasil, difcil conseguir en-trar em clubes sem empresrios, patrocinadores ou dinheiro, isso afeta muito nossas escolhas para deixar o pas e correr atrs dos so-nhos, afirmou. Joo Paulo comeou no fu-tebol em 2011 na Escolinha Cra-que do Futuro, de Lagoa da Prata, comandada pelo professor Wal-mir Franco. Em 2013 foi contra-tado pelo Amrica de Rio Preto, interior de So Paulo. Aps jogar por um ano na equipe paulista, ele foi convidado a participar de uma seletiva realizada por em-presrios japoneses em Serto-zinho (SP), que ocorreu em 2014. Foram avaliados cerca de 700 atletas, e apenas o volante foi se-lecionado. ADAPTAOQuando se mudou para o Japo, o atleta demorou a se adaptar culinria, lngua e disposio dos japoneses. Nada se compara ao ritmo dos japoneses, eles nun-ca descansam, esto sempre estu-dando ou treinando para serem os melhores. Foi difcil adequar ao ritmo, mas consegui. Hoje mi-nha comunicao normal, fa-lo quase 100% da lngua. claro, precisei focar nos estudos, trei-nava sozinho em casa, na escola, ia para os jogos com o dicionrio nas mos (risos), mas se no fizes-se, eu ficava para trs, afirmou. Joo Paulo driblou os obst-culos por causa da paixo pelo fu-tebol e o desejo em se profissio-nalizar no pas. Eu amo o pas. As pessoas do Japo so encanta-doras e gentis, esto sempre nos ajudando, foi o que me motivou a estar aqui hoje. Sempre fui tra-tado muito bem. Quando preci-sei de assistncia, foi imediata, o que difere do Brasil, que infeliz-mente, quando algum jogador fica lesionado, precisa parar de jogar por um tempo por falta de condies do clube, disse. O contrato com o clube Sho-rin-FC termina neste ano e Joo Paulo j est com testes marca-dos para o fim do ano em clubes profissionais. Ele quer garantir vaga e permanecer no pas. Por causa do time apenas revelar jo-gadores, no jogamos em cam-peonatos importantes, somente em competies regionais. Mas no meu ltimo (campeonato), o resultado foi muito bom! Na fi-nal ganhamos de 4 a 1 e conse-guimos levantar o time a uma colocao que h muito tempo no chegava. Alm disso, conse-gui jogar bem e ser destaque da competio. Quero fazer carrei-ra aqui, a nica coisa que pen-so. No futuro, quem sabe eu vol-te a jogar futebol no Brasil, fri-sou.DA REDAO contato@jornalcidademg.com.brJoo Paulo Borges, de 18 anos, est h dois no Shorin-FC,clube especializado em formar jogadores para os timesprofissionais. Atleta destaca estrutura, educao dequalidade e respeito dos japonesesO contrato de Joo Paulo (Camisa Nmero 7) com o Shorin-FC termina neste ano mas ele pretende continuar no JapoARQUIVO PESSOALAtleta de Japaraba relata como o dia a dia de treinos no JapoCervelliJUNHO/2016www.pharlab.com.brfacebook.com/pharlab@Pharlabpharlab_oficialGenricos Pharlab - sua sade preciosa para ns!Consulte sempre seu mdico e o farmacutico.E a Pharlab no para! um lanamento atrs do outro!A Pharlab no para de aumentar sua linha de genricos! E ainda vem muito mais por a! So produtos para as mais variadas indicaes e para inmeras classes teraputicas.Anuncio Jornal da Cidade JUNHO.indd 1 20/05/16 11:32Lagoa da Prata,26/05/201630 CULTURAO ESCOLHIDOP ela primeira vez aps 3 dcadas do meu batismo, fiquei curioso em re-lao ao destino de um dos apsto-los de Jesus. Estava me sentindo culpado por desconhecer um fato to importante do cristianismo. Minha dvida era: quem substituiu Judas Iscariotes no grupo dos es-colhidos para pregar o Evangelho e a res-surreio de Cristo? Quem teria sido o ho-mem destinado a ocupar as funes do trai-dor do Mestre? Quem seria a 12 coluna da Igreja? Confesso o meu pecado, pois nun-ca tinha ouvido o nome do eleito em ne-nhuma pregao nem a denominao ha-via surgido em meus estudos. Fiquei insti-gado a encontrar a resposta para meu an-seio e acabei descobrindo uma histria fan-tstica, de conhecimento, de memria afe-tiva, de uma vontade de viajar. Na pesquisa, no livro dos Atos dos Aps-tolos, captulo 1, j obtive o que desejava. Portanto, necessrio que escolhamos um dos homens que estiveram conosco du-rante todo o tempo em que o Senhor Jesus viveu entre ns, desde o batismo de Joo at o dia em que Jesus foi elevado dentre ns s alturas. preciso que um deles seja conosco testemunha de sua ressurreio. Ento indicaram dois nomes: Jos, chama-do Barsabs, tambm conhecido como Jus-to, e Matias. Depois oraram: Senhor, tu co-nheces o corao de todos. Mostra-nos qual destes dois tens escolhido para assumir es-te ministrio apostlico que Judas abando-nou, indo para o lugar que lhe era devido. Ento tiraram sortes, e a sorte caiu sobre Matias; assim, ele foi acrescentado aos on-ze apstolos. (At 1, 21-26) A partir da Bblia, dentre vrios textos que li, uma particularidade da biografia de So Matias me fez viajar s terras germ-nicas. Segundo os relatos histricos, Santa Helena, me do imperador Constantino, o Grande, resgatou as relquias do 13 aps-tolo, enviando-as para Roma, onde esto guardadas na Baslica Santa Maria Maggio-re. Outra parte est na igreja de So Matias, em Trveris (ou Trier em alemo), a mais antiga cidade da Alemanha, que tambm o local onde nasceu o filsofo, economista e socialista revolucionrio, Karl Marx. So Matias o padroeiro do local, pois se acre-dita que ele teria evangelizado na regio. Trveris ainda possui outro mistrio cris-to. De acordo com a tradio, o Manto Sa-grado de Cristo - a tnica usada por Jesus na crucificao - est preservado em um santurio, na catedral da cidade, podendo ser visto pelos visitantes. Depois de saber disso, fiquei com muita vontade de turis-tar por l. Nessa busca pelo conhecimento, lem-brei-me de um caso divertido da adolescn-cia, quando meu grupo de amigos partici-pava da celebrao da Semana Santa em Bom Despacho. Fazamos o teatro da Pai-xo e Morte de Jesus, que foi por vrios anos apresentado no Salo So Vicente, e por algumas vezes, foi parte integrante da cerimnia na Praa da Matriz. Certa oca-sio ficamos ensaiando durante meses. Po-rm, na reta final, um dos jovens, que seria um dos apstolos a compor a cena da San-ta Ceia, desapareceu. Por isso, ns o exclu-mos da encenao. No dia da pea, de re-pente, ele surge com o figurino, puxa uma cadeira que no estava no cenrio, e ocu-pa um lugar mesa que, ao invs de doze, passa a ter treze apstolos. Rimos muito durante o teatro e o ape-lidamos de Apollo 13, em referncia ao de-sastre da viagem espacial que tinha a in-teno de pousar na lua, mas que no foi executada com xito. Acho que meu ami-go nem sabe disso, mas posso tornar p-blico agora que j estamos adultos. Meu xar Juliano Cassiano, que morava na Av. Rio Branco e, atualmente, vive em Campi-nas (SP), interpretou um personagem que no estava no roteiro. Quem sabe, ele j conhecia a histria de So Matias e anteci-pou os rumos da histria desse santo agra-ciado com a misso de revelar o Cristo ao mundo? Temos aqui outro enigma. *So Matias celebrado pela Igreja Cat-lica no dia 14 de maioJuliano Azevedo Jornalista, Chefe de Redao da TV Alterosa/SBT Minas, Mestrando em Estudos Culturais Con-temporneos pela Universidade FU-MEC, Professor de Redao Publicit-ria na Faculdade INAP, Escritor e Pa-lestrante.JULIANO AZEVEDOBlog: www.julianoazevedo.blogspot.comTwitter e Instagram: @julianoazevedoE-mail: julianoazevedo@gmail.comNute do Quara lana livro em Lagoa da PrataNascido em Douradoquara, no Tri-ngulo Mineiro, Marluce de Aguiar, mais conhecido como Nute do Quara, morou em Lagoa da Prata por 25 anos. Por apreciar a cidade do Centro-Oeste de Minas, ele a escolheu para o lanamen-to, no dia 14 de maio da sua mais recen-te obra A Alma do Mundo. Os livros do autor j esto disponveis no Brasil, Por-tugal, Angola, Cabo Verde, Moambique, parte da Alemanha e da Frana, e na Bl-gica. Nute tambm autor de Retornar e Borors Dourados. Em todos fao uma aluso aos per-sonagens que conheo pela vida. O A Al-ma do Mundo um romance onde dois amigos, durante uma conversa, falam so-bre a sua histria de vida. Um deles, que mais velho, enfatiza a sua histria com a mulher de sua vida, destacou. A obra levou um ano e meio para ser concluda e o lanamento em Lagoa da Prata reuniu 50 pessoas. O A Alma do Mundo foi publicado pela Editora Chia-do, em Portugal. Aqui no Brasil elogia-ram, mas no publicaram. A Editora Chia-do foi uma das minhas opes fora do Bra-sil, e confesso que no pensei que eles iriam gostar, pois l tem escritores reno-mados. Tive a surpresa. Eles gostaram e fizemos o contrato. Foram impressos mil exemplares em portugus e se eu vender os mil ele ser publicado em espanhol e mais mil em ingls, afirmou.DA REDAO contato@jornalcidademg.com.brAlma do Mundo o terceiro livro escrito por Nute do Quara. A obra foi lanada por uma editora sediada em PortugalFOTO: RHAIANE CARVALHOCOMO ADQUIRIRO livro pode ser adquirido por 40 re-ais pelos telefones (34) 9 8898-0149ou (37) 9 8855-7972, pelo e-mail:nute-marluce@hotmail.com oupelo perfil no Facebook do autor:Nute do Quara.jornalcidademg.com.br26/05/2016 31NILSON ANTONIO BESSAS nilsonbessas@nilsonbessas.com.brEscritor do livro Tornando sua empresa um sucesso com mais de 2.000 livros vendidos. Pontos de vendas: Livraria Saraiva, Livraria Cultura, Amazon, Martins Fontes Paulista, Livraria da Folha e outros.H algum tempo as em-presas concentravam seus esforos somente nos produtos fabricados, buscan-do essencialmente maiores ga-nhos financeiros atravs da pro-duo em escala. Depois o mer-cado mudou e s isso no basta-va mais, era preciso se preocupar com o consumidor e sua satisfa-o. Alm do produto, os consu-midores passaram a ser o foco das empresas, pois eles precisavam ter suas necessidades atendidas e suas expectativas superadas. Agora, estamos vivendo um mo-mento novo, que alm do produ-to de alta qualidade e a satisfao plena das necessidades do consu-midor, preciso que as empresas propiciem um mundo melhor pa-ra o consumidor viver. O consumidor passou a ser parte do negcio e no somente o destino do negcio. E isso mu-da muita coisa. As empresas que desejam ter vida longa jamais podero se esquecer deste novo conceito. Ser necessrio enten-der profundamente o que se pas-sa pela mente, corao e alma do consumidor. Isso remete ao fato de que a empresa passa a ser obri-gada a conversar com o seu pbli-co e ouvir seus anseios. E eviden-temente se deparar com pedidos do tipo: Eu quero que o produto x seja mais leve. Eu quero que o produto y seja feito tambm na cor azul. Eu quero que o pro-duto z tenha verses mais bara-tas. E no para por a. Os consu-midores tambm faro pedidos do tipo: Eu quero que a sua em-presa gaste menos gua ao pro-duzir seu produto. Eu quero que a sua empresa use somente mat-ria prima de fonte renovvel. Eu quero que a sua empresa produ-za seus produtos sem lanar gs carbnico na atmosfera. Eu que-ro que a sua empresa patrocine e apoie projetos filantrpicos. Eu quero que a sua empresa tenha aes de incluso social e faa al-go para diminuir a pobreza... En-tretanto, o produto ou o servio que a empresa produz e comer-cializa passa a ter fins mais pro-fundos. As crianas e adolescen-tes daqui a dez anos jamais acei-taro que seus pais comprem, por exemplo, uma marca de leite no supermercado, cuja empresa fa-bricante no tenha responsabili-dade econmica, social e ambien-tal presentes em sua cultura cor-porativa. Esta nova onda est mexen-do fortemente com os negcios empresariais, e o futuro das em-presas vai depender de como elas trataro o assunto. As empresas que ignorarem os desejos desse novo mercado estaro assinando sua prpria sentena de morte. A nica opo deixar com que o consumidor tenha voz dentro da cultura da empresa e proponha o caminho a ser trilhado. Atualmente muitas empre-sas que visam o lucro a qualquer custo e no presam por nenhuma cultura interna, bem como no cultuam valores e princpios ti-cos, no sobrevivero por muito tempo a esse novo mercado. Lo-go comearo a encontrar proble-mas no relacionamento com os seus consumidores e vero eles desaparecerem. E isso se torna-r mais intenso porque estes con-sumidores utilizam das redes so-ciais para expressarem seus dese-jos e manifestarem suas insatisfa-es e descontentamentos. Pou-cos minutos so suficientes pa-ra uma empresa e/ou um produ-to serem massacrados e cair em descrdito. Com isso, mais do que nunca, primordial que as orga-nizaes se conheam bem, e de-pois, que procurem conhecer e compreender ao mximo o que est pensando o seu consumidor. neste instante que a cultura cor-porativa se mostra indispensvel para a construo de uma estru-tura duradoura, capaz de se rein-ventar medida que o consumi-dor tem seus hbitos mudados atravs das evolues tecnolgi-cas ou por consequncias de cri-ses econmicas e climticas, e at mesmo, humanitrias. Mas do que se trata mesmo a cultura corporativa? Numa defi-nio mais direta e prtica des-crevo a cultura corporativa co-mo uma soma de atitudes, pos-turas, hbitos, crenas e preten-ses estabelecidos por uma orga-nizao e compartilhada por seus membros, que atravs do cumpri-mento de leis, normas e regras, do personalidade a sua forma de existir, pensar, agir, funcio-nar e realizar, definindo com is-so, os caminhos a serem trilhados e o norte a ser buscado. A cultu-ra corporativa que tambm po-de ser chamada por cultura or-ganizacional constituda pelo alinhamento do negcio, a ela-borao do propsito, a formu-lao dos objetivos e a estipula-o das metas, bem como a defi-nio da misso, viso, valores, princpios, crenas, compro-misso socioambiental, ambi-o e sonhos. Com a cultura cor-porativa impregnada na estrutu-ra da empresa possvel estabe-lecer laos e compromissos com os principais stakeholders (con-sumidores, empregados, scios ou acionistas, fornecedores, go-verno, organizaes no gover-namentais, instituies financei-ras, sindicatos e outros). Isso tor-na vivel a interao, colaborao e participao das partes em bus-ca do fortalecimento e existncia saudvel da empresa e da cons-truo de uma marca forte e lem-brada com orgulho. Grandes corporaes pelo mundo afora, por serem dotadas de grandes estruturas e gestes mais avanadas, constituram e vivenciam bem suas culturas corporativas e delas tiram gran-des proveitos para se estabelece-rem perante a volatilidade da eco-nomia e do mercado global. Por outro lado, pequenas empresas mal sabem da existncia do te-ma e so totalmente dependen-tes de seus donos. Se o dono da empresa estiver presente, as ro-tinas vo bem, se estiver ausente por qualquer motivo, a empresa mal sabe como funcionar. No h uma cultura interna onde os fun-cionrios possam cultuar e prati-car. A as coisas vo bem at se de-parar com uma mudana do ce-nrio, vinda de uma crise econ-mica ou da chegada de um gran-de concorrente. As empresas, seja de qual por-te for, podem e devem desenvol-ver sua cultura corporativa co-meando pela definio clara de qual realmente o seu negcio. Depois necessrio saber qual o propsito deste negcio e quais so os objetivos traados para idealiz-lo. O prximo passo es-tabelecer as metas, que podem ser mensais, anuais, para 2 anos ou periodos mais longos. O pra-zo da meta particular de cada empresa e vai depender do tipo de negcio e onde este negcio est inserido. Mas sempre im-portante lembrar que uma me-ta de 10 anos comea a ser batida em seu primeiro ano; que uma meta de 1 ano comea a ser ba-tida em seu primeiro ms; e que uma meta mensal comea a ser batida em seu primeiro dia. Por-tanto, um erro as empresas con-centrarem suas energias para ele-var a produo somente no pe-rodo final do tempo estipulado para o cumprimento da meta, e isso normalmente no funciona. Outro ponto a observar que as metas devem ser equilibradas. Se-gundo Carlos Brito, presidente da cervejaria AB InBEV, as metas de-vem ser esticadas, mas atingveis. Se a opo for s atingveis e no for esticadas, nunca ser constru-da uma empresa muito bacana. Porque vai estar sempre naquilo que dominado, que as pessoas conhecem e aceitam como poss-vel. preciso acrescentar outras pretenses para a constituio da cultura corporativa que venham transparecer a alma e o cora-o da organizao e expressar sua inteno para o seu pblico interno e externo. E isso se d a partir da definio da misso da empresa, que tem de mostrar que a empresa vale a pena existir. A construo da viso deve trazer tona o desejo no presente e no futuro, que faz a empresa se sen-tir especial e at mesmo nica no mercado. A constituio dos va-lores indispensvel para a or-ganizao, pois, far a empresa estar bem alicerada e incorrup-tvel no exerccio de suas ativida-des, onde o carter, honestidade, moral, justia e tica vividas por todos os membros sero predo-minantes e inegociveis na cul-tura da organizao. Os princ-pios da organizao ao serem seguidos e respeitados permiti-ro que todos que estiverem li-gados ao negcio saibam o que fazer em qualquer circunstn-cia, sempre se fazendo valer dos valores constitudos, propician-do a harmonia entre os stakehol-ders. A crena vem nortear aqui-lo que a organizao acredita e pratica no presente, bem como espera que acontea no futuro, como por exemplo, desenvolver um produto ou um servio que venha unir as pessoas de diferen-tes culturas e religies. O com-promisso socioambiental so as aes que a organizao desen-volve e realiza atravs de seu ne-gcio e que atinge positivamente a comunidade, como por exem-plo, o desenvolvimento susten-tvel de pequenos fornecedores, a diminuio do uso de recursos naturais e o patrocnio educa-o para crianas e adolescentes de baixa renda. A ambio vem retratar o que se deseja de grande para a empresa. Pode estar rela-cionado conquista de um gran-de mercado ou pode estar ligado somente conquista de um pr-mio, mas que seja de alta signifi-cncia ou reconhecimento para a organizao. Os sonhos por sua vez definem aquilo de excepcio-nal que constantemente busca-do pela organizao e seus mem-bros. mais profundo que a am-bio e exige um alinhamento de foras e desejos para ser realiza-do. aquilo que move a empre-sa para frente e deixa as pessoas naturalmente motivadas. Toda empresa, seja pequena ou grande, no pode existir de qualquer jeito. Precisa desenvol-ver uma cultura interna que seja capaz de lhe dar um norte, con-fiana, harmonia, pretenses e percepo de futuro. As empre-sas no podem existir pensando somente no lucro, porque as em-presas que visam somente o lucro correm srios riscos de no t-lo. A rotina de uma organizao no pode ficar limitada a produzir e vender. A empresa que deseja ser perene precisa mostrar para to-dos que esto envolvidos com ela, qual a sua razo de ser, existir e de como faz as coisas. Precisa, mais do que nunca, ter os consu-midores mais prximos e estar atento s ideias deles. preciso entregar muito mais que produ-to, servio, suprimento das ne-cessidades e encantamento no antendimento, como foi at ago-ra. preciso ajudar a construir um mundo melhor para os con-sumidores e para a sociedade. Para tanto, estaremos viven-ciando mais uma revoluo, cer-tamente mais impactante que as revolues industrial e digital. O jeito que as empresas faziam negcios at ontem, em pouco tempo, ser lembrado ou conhe-cido somente atravs da literatu-ra. Com isso, est muito errado quem acredita que o velho jei-to de se relacionar com o consu-midor vai durar ainda por algum tempo. A cultura corporativa natu-ralmente precisa que seja plena-mente praticada e vivenciada por todos os agentes internos (empre-gados, scios, acionistas), preci-sa ser notada e admirada pelos agentes externos (clientes, for-necedores, comunidade, etc.), e que seja ainda, sempre atualiza-da para acompanhar as mudan-as advindas da globalizao, dos avanos da tecnologia e do pr-prio crescimento da organizao - onde natural se ter a identida-de desvirtuada. Todavia, impor-tante saber, ao trabalhar a cultura corporativa, que a forma de pen-sar e agir dos consumidores es-to diretamente ligadas ao mun-do onde esto inseridos e s tec-nologias das quais tenham aces-sos. Sendo assim, os consumido-res sofrem influncias do meio onde vivem e isso nunca pode ser negligenciado. Por fim, criar a cultura corpo-rativa numa organizao no se trata de uma tarefa fcil, pois le-va tempo, requer conhecimento prprio e conhecimento do mer-cado explorado, mas, essencial e indispensvel para as empresas que queiram fortalecer seus ne-gcios, enquanto se alinham aos novos hbitos dos consumidores.CULTURA CORPORATIVAToda empresa, seja pequena ou grande, no pode existir de qualquer maneira. Precisa desenvolver uma cultura interna queseja capaz de lhe dar um norte, confiana, harmonia, pretenses e percepo de futuro, definindo a sua razo de ser e existir.COLUNISTASLagoa da Prata,26/05/201632 COOPERATIVISMOEm parceria com o Se-brae, o Sicoob Credipra-ta realizou na manh da lti-ma tera, dia 17, um caf em-presarial com empresrios de Moema. Na oportunidade, De-nis Magela da Silva, tcnico do Sebrae, relatou sobre a satisfa-o da parceria realizada com o Sicoob Crediprata e colocou--se a disposio dos empres-rios e empreendedores de Mo-ema. Em seguida, a consultora Zuleika Melo proferiu a pales-tra Estratgias para encantar e reter clientes. O objetivo dessa palestra foi apresentar aos participan-tes, estratgias para atrair, con-quistar e manter clientes e co-mo aplic-las nas micro e pe-quenas empresas. Foi uma oportunidade de lev-los a re-fletir sobre como essas prticas podem gerar melhorias empre-sariais. O tema foi extremamen-te importante para a realida-de dos empresrios porque sa-ber utilizar-se de meios para atrair o cliente fundamen-tal para que o estabelecimen-to seja percebido atravs de di-ferenciais ou valores agregados em sua estrutura. Porm, ape-nas atrair o cliente no o sufi-ciente. Quando se cria uma ex-pectativa na mente do cliente, a experincia de compra deve-r corresponder ou, de prefe-rncia, superar essa expectati-va anteriormente gerada. So vrios os esforos pa-ra se conquistar realmente um cliente, devido infinidade de opes que o mercado oferece. O fato do cliente estar satisfei-to com uma loja ou estabeleci-Na mesma data, foi ofer-tada a oficina Sei Empre-ender para os empresrios in-teressados com o objetivo de levar o participante a com-preender o que empreen-der, refletir e analisar sobre suas caractersticas pessoais e, a desenvolver atitudes das quais necessita para ser um empresrio de sucesso. Saber aonde quer chegar, identificar e aproveitar opor-tunidades, manter-se bem in-formado, vencer obstculos, buscar autonomia, so ape-nas algumas das aes em-pregadas por Empreendedo-res que obtm sucesso em seus empreendimentos. Alm das caractersticas do prprio Empreendedor, existem fatores tais como: qualidade e capacidade de atendimento, preos de pro-dutos e servios, tecnologia empregada, inovao, den-tre outros, que esto direta-mente associados ao sucesso do negcio.mento, no o bastante para se garantir a fidelizao. preciso surpreend-lo em sua experin-cia de compra. A prxima eta-pa trabalhar a fidelizao do cliente e para isso necessrio manter um banco com os prin-cipais dados do cliente e ado-tar uma poltica de relaciona-mento focada no cliente. Para mant-los ativos, comprando continuamente, preciso tra-balhar com a informao e pa-ra mant-los motivados, pre-ciso inovar tanto em produtos e servios, como em processos e atendimento. A capacitao e a reciclagem da equipe de vendas devem ser constantes. Sem o treinamento, a equipe de vendas tender a adquirir v-cios de conduta e procedimen-tos individuais que geram dis-tanciamento entre os membros da equipe, prejudicando a per-formance de atendimento ao cliente final ressaltou Zuleika. Todas as estratgias apre-sentadas pela consultora, so possveis de serem implemen-tadas se houver organizao, planejamento, disciplina e comprometimento do empre-srio.PUBLIEDITORIALO Sicoob Crediprata faz parceria com o Sebrae econcede aos empresrios um momento de ampliaro seu conhecimento em empreendedorismo e emestratgias para encantar e reter seus clientesA consultora Zuleika Melo proferiu a palestra Estratgias para encantar e reter clientesEmpresrios de Moema participam de caf empresarial e oficina de empreendedorismoOficina: Sei EmpreenderCliente seu maior patrimnio, em plena crise politica e econmica fazer a diferena no profissiona-lismo para atender as relaes in-terpessoais cliente x fornecedo-res ser o potencial para manter no foco de crescimento. Seu su-cesso ser investir no seu maior patrimnio (sua clientela), e nos bastidores ser ousado com seus colaboradores (funcionrios), e tomar atitudes positivas que pos-sam manter e atrair novos clien-tes, criando novas estratgias num ambiente fsico acolhedor, criativo e inovando sempre, man-tendo zelo especial com funcio-nrios e clientes, pois juntos se-ro elos de fora e unio para um investimento slido e duradouro.Elenice Nunes, funcionria da JF DistribuidoraFoi uma palestra gratifican-te, pois o assunto abordado tem tudo a ver com o momento atu-al em que vivemos. Clientes fiis so muito importantes para qual-quer empresa. Torna estes clien-tes fiis, requer planejamento e estratgias bem definidas, para cada vez mais cativ-los. E a bus-ca da qualificao dos profissio-nais e dos produtos so essen-ciais na conquista e na manuten-o destes clientes e o sucesso da empresa.Anglica P. C. Guimares, EsteticistaDepoimentos

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