Jornal Cidade - Lagoa da Prata - Nº 63 - 30/10/2015

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www.jornalcidademg.com.br Edio Semanal 30 de Outubro 2015 N 63 Ano 3 Jornal de Distribuio Gratuita Venda ProibidaCotidiano 08Policial 09 Opinio 02Cotidiano 04Cultura 10O superintendente da empresa lamentou a morte de Franciele e disse que as investigaes apontaro o que realmente aconteceuCom a implantao da Casa de Apoio, lagopraten-ses desfrutam de um cantinho de Lagoa da Prata na capital mineiraA municipalizao a soluo do trnsito em Lagoa da Prata, afirma sargento da Polcia MilitarTeto desaba na Biosev e mata funcionria PM multa 63 motoristas por estacionamento em local proibido Semana do livro comemorada na biblioteca pblica Cel. Jos VitalDeputado majoritrio em Lagoa da Prata divulga manifesto em apoio a Eduardo CunhaPeregrinos da sade relatam o fi m do calvrio nas viagens a BHEdio Semanal30 de Outubro de 20152 OpinioCarta do Editor Juliano Rossi juliano@jornalcidademg.com.br Fone/Whatsapp: 37 99938-6310Deputado majoritrio em Lagoa da Prata divulga manifesto em apoio a Eduardo CunhaFbio Ramalho um sujeito que, dentro do contexto da poltica, caiu de paraquedas em Lagoa da Prata. Essa expresso utilizada para retratar os pol-ticos que arrebanham milhares de votos nos municpios sem ao menos ter nenhum vnculo ou compromisso formal com a po-pulao aps as eleies. Ex-prefeito de Malacacheta, no Norte de Minas, Fbinho Li-derana, como conhecido, foi apresentado cidade pelo seu amigo e companheiro de par-tido, o deputado estadual Tia-go Ulisses. Juntos e contando com o apoio do grupo de polti-co que d sustentao s cam-panhas de Ulisses na cidade, foram os mais votados em du-as eleies em Lagoa da Prata. Fbio Ramalho recebeu 7.206 votos em 2010 e 4.025 votos em 2014. A reduo dos votos de-ve-se, em grande parte, pela au-sncia do congressista por estas bandas de c, seja por se fazer presente, ou, o mais importante, pela ausncia de recursos desti-nados ao municpio. Nas eleies do ano passa-do, o Jornal Cidade entrou em contato com os principais depu-tados estaduais e federais vota-dos em Lagoa da Prata, dentre eles, Fbio Ramalho. Pergunta-mos quais as verbas ou aes em prol do municpio eles se empe-nharam durante os quatro anos Engana-se quem v Eduardo Cunha (PMDB-RJ) sem apoio na Cmara. O deputado Fbio Ramalho (PV--MG) distribuiu aos colegas da Cmara uma breve no-ta na qual defende o presidente da Casa e alega que, diante das acusaes, no se pode julgar os fatos pe-la perspectiva da mdia. Ramalho tambm leu o documento, intitulado Ca-so Cunha, em Plenrio. Ele alega que a apurao contra Cunha - acusado de envolvimento no escndalo da Petrobras e de man-ter contas no declaradas na Sua - embrionria e sigilosa. Confira a nota:CASO CUNHA1) trata-se de uma investigao embrionria e sigilosa, no se pode julgar os fatos pela perspectiva da mdia;2) no h condenao ou mesmo recebimento de de-nncia pelo Supremo; 3) Os fatos noticiados so graves, mas existe o direito de defesa do parlamentar e de cada cidado. Deve-se aguardar o pronunciamento do poder Judicirio an-tes de qualquer precipitao.(*) Na semana passada, polticos fizeram uma homenagem a Eduardo Cunha inaugurando seu retrato oficial na galeria de ex-lderes da bancada do PMDB na Cmara. O episdio uma verso invertida de O retrato de Dorian Gray. Na obra clssica de Oscar Wilde, o retrato es-condido dos olhos do pblico porque vai absorvendo as marcas do tempo e dos crimes come-tidos pelo personagem na vida real. Na crnica poltica do pas, porm, o sentido outro. O retrato exposto cristaliza a perverso: a de um homem ser homenageado, com palmas e dis-cursos laudatrios, no momento em que est denunciado por corrupo e que as provas de contas na Sua, possivelmente abastecidas por dinheiro pblico, se acumulam. A perver-so a da lei que no valeria para o retratado, ganhando o seu monumento na parede. Se o retrato de Dorian Gray precisa ser oculto porque denuncia o retratado, o de Eduardo Cunha ganha o espao pblico porque o retratado, para os seus pares, est alm da denncia. ver-dade que houve protestos, mas a homenagem foi realizada. E o homenageado segue como o terceiro na linha sucessria da presidncia do pas. O retrato do corrupto, ao ser exposto co-mo virtude, corrompe a todos.FONTE: Jornal El Pasem que legislou como deputado mais votado no municpio. Fbio Ramalho no respondeu. Como bom articulador e promotor de grandes recepes em seu apartamento em Bras-lia (para os amigos, claro), tem tambm um bom relacionamen-to na Cmara, com colegas do al-to clero e ministros do alto esca-lo do governo federal. Embora seja um deputado ainda coadjuvante nos grandes debates nacionais, no que agora ele aparece em mdia na-cional. A revista poca publi-cou em seu site na semana pas-sada que Ramalho distribuiu no Plenrio uma nota em defe-sa de Eduardo Cunha, o presi-dente das contas secretas na Su-a no declaradas ao Fisco bra-sileiro. Segue a notcia do jornalis-ta Ricardo Della Colleta, da re-vista poca: Como a perverso se ex-pressa na poltica e sub-mete os brasileiros far-sa levada ao status de re-alidadeFbio Ramalho - Deputado Federal PV/MGLINK DA MATRIA ORIGINAL: http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2015/10/deputado-distribui-no-plenario-nota--em-defesa-de-eduardo-cunha.html FONTE: Ricardo Della Colleta - Revista poca4 Edio Semanal30 de Outubro de 2015CotidianoPeregrinos da sade relatam ofi m do calvrio nas viagens a BHA agente de epidemiologia Maiara Aparecida da Silva sofreu um acidente de trnsito em 2013 e foi necessria a reali-zao de uma cirurgia no Hos-pital Joo XXIII, em Belo Hori-zonte. Os mdicos implantaram vrios parafusos no brao dela. Desde ento, ela j voltou 8 ve-zes capital mineira nos retor-nos. Ela lembra que em um de-les saiu de Lagoa da Prata s 3h da madrugada e, aps a consul-ta mdica, ficou esperando at as 22h o veculo da prefeitura peg-la no hospital e traz-la de volta sua casa. Em outra opor-tunidade, Maiara no tinha di-nheiro e s se alimentou naque-le dia porque a assistente social do Hospital Galba Velloso for-neceu a ela um prato de comi-da. Na ltima segunda-feira, a agente de epidemiologia pre-cisou voltar a Belo Horizonte marcar outra cirurgia no brao porque um dos parafusos que-brou. Dessa vez ela se surpreen-deu com a experincia. O mart-rio que esperava enfrentar, como nas vezes anteriores, fora subs-titudo por um atendimento hu-manizado prestado por funcio-nrios da prefeitura de Lagoa da Prata que trabalham na Casa de Apoio, inaugurada no ms de ju-lho. Ela e o marido Ronaldo San-tos Nascimento chegaram na ca-sa s 13h15, quando o almoo j havia sido servido, mas uma fun-cionria fez questo de prepa-rar uma comida quentinha para eles. Quando a consulta termi-nou, ligamos para o Preto e em menos de 10 minutos ele estava no hospital para nos trazer. Mui-tas vezes a pessoa vem e no tem dinheiro para se locomover ou at se alimentar. A prefeitura es-t beneficiando muitas pessoas. Ir a um hospital muito ruim. E chegar nessa Casa de Apoio e ter o apoio de vrias pessoas muito importante, disse Maiara. Localizada no bairro Bar-roca, os moradores de Lagoa da Prata podem contar com a Ca-sa de Apoio durante tratamen-tos mdicos na capital. Pacien-tes e acompanhantes podem fi-car na casa durante todo o tem-po gratuitamente. Trs funcio-nrios trabalham no local e so servidas alimentao e cuidados bsicos. O motorista Olair Dias Castro (Preto) fica disposio para levar e buscar os pacientes nas clnicas e hospitais. A resi-dncia possui 5 quartos, com 18 camas, 4 banheiros, sala de tele-viso e cozinha. At uma videi-ra, com uvas frescas, est dis-posio dos usurios. A reportagem do Jornal Ci-dade foi a Belo Horizonte na l-tima segunda-feira conhecer de perto a realidade das pesso-as que usam o servio. Havia 11 pessoas que estavam dormin-do na casa. Em mdia, 35 pesso-as de Lagoa da Prata viajam dia-riamente a BH para tratamentos mdicos. Na Casa de Apoio, elas recebem caf da manh, almo-o, caf da tarde, janta, telefone e transporte at as clnicas e hos-pitais, tudo pago pelo Municpio. Em mdia, so servidas 40 refei-es todos os dias, mas em dias de maior movimentao 60 pes-soas se alimentam no local. Os pacientes que tm os seus tratamentos agendados para a parte da manh, podem voltar a Lagoa da Prata no veculo que retorna no incio da tarde. COMO ERA ANTESOs lagopratenses passavam pelo mesmo calvrio que ainda enfrentado por pessoas de cen-tenas de municpios que viajam diariamente a Belo Horizonte em busca de um tratamento m-dico. Histrias de sofrimento e superao de gente que at pas-sava fome. Muitos tinham con-sulta na parte da manh e aguar-davam at a noite, na Praa Hu-go Wernek, na regio hospitalar, para voltar para casa. Debaixo de sol escaldante, contavam com a solidariedade de comerciantes para usar o banheiro. comum ver pessoas estiradas no grama-do ou mes trocando fraldas de bebs nos bancos da praa e ali-mentando as crianas sentadas na calada. Quando tinham sor-te, o veculo da prefeitura reco-lhia os pacientes por volta das 19h, mas j teve casos de pessoas que ficaram esperando at 22h, merc de estranhos e bandidos na referida praa. O municpio custeava a per-noite das pessoas que precisa-vam ficar na capital. Uma pen-so era contratada para receber os lagopratenses, mas o atendi-mento deixava a desejar. Fao tratamento em Belo Horizon-te h mais de um ano. Na outra penso no tnhamos um bom tratamento. No tinha comida direito. ramos mal atendidos. A mulher era muito resmungona. Era difcil, desabafa Aline Ama-ral da Silva, que a cada dois me-ses acompanha o pai a Belo Ho-rizonte nos retornos de uma ci-rurgia de glaucoma e atualmente est hospedada h 21 dias na Ca-sa de Apoio para acompanhar o sogro, que foi atropelado na ave-nida Brasil e teve fratura expos-ta. Ele est internado no Hospi-tal Joo XXIII. Hoje a prefei-tura nos leva e busca. O Preto fica numa preocupao dana-da com a gente. Essas meninas aqui da casa so timas. Quem falar mal daqui est mentindo. A gente passava muita dificulda-de. Tinha que ficar procurando restaurante, pegar taxis, ficar na praa o tempo todo, s vezes at no tnhamos condies de tra-zer dinheiro para se alimentar adequadamente. Aqui na Casa de Apoio como se estivsse-mos em nossa casa mesmo. Sem a Casa de Apoio seria muito dif-cil. Passaramos muitas dificul-dades. S tenho a elogiar e agra-decer o prefeito por ter criado esta casa, disse Amaral. SOLIDARIEDADENa Casa de Apoio de Lagoa da Prata possvel a criao de um lao afetivo e solidrio entre as pessoas que padecem da mesma dificuldade, que a enfermida-de. Os lagopratenses desenvol-vem, entre si, foras para se am-parar mutuamente e comparti-lhar o mesmo sentimento de es-perana, conforto e f. comum um paciente chegar casa tra-zendo de Lagoa da Prata um re-frigerante, um po diferente, uma quitanda e repartir com to-dos, como em uma famlia. A aposentada Maria das Graas de Bessas est em Belo Horizonte h 21 dias acompa-nhando o filho, que est inter-nado em estado de coma. Ele caiu de uma construo no dia 26 de setembro. O rapaz preci-sou de 25 doadores de sangue e uma das voluntrias foi Maria-na Maia, a quem conheceu den-tro da Casa de Apoio. Maia es-t acompanhando a sobrinha, que tem uma gravidez de alto risco. Sinto que ela me tem co-mo uma me e eu a tenho como uma filha. A gente sai juntas e voltamos para a casa juntas, diz Maria das Graas visivelmente emocionada. Mariana consolou a ami-ga. Sinto que a Casa de Apoio aproxima as pessoas e ofere-ce um conforto melhor. s ve-zes, quando a dona Maria est mal, eu a consolo. Depois, quan-do outra pessoa est precisando de apoio, ela vai l e consola. Isso importante para o tratamento de todos, finalizou.DA REDAOredacao@jornalcidademg.com.brCom a implantao da Casa de Apoio, lagopra-tenses desfrutam de um cantinho de Lagoa da Prata na capital mineiraA cozinheira Alessandra Mascarenhas Ferreira est acompanhando o irmo, que aguar-da por um transplante de rim. Ele est internado no Hospital das Clnicas h um ms. Ela e sua me se revezam no acompanhamento. Se no fosse por esta casa de apoio nem imagi-no como seria! Minha me no tem condio financeira. Depois que meu pai faleceu, no conseguimos a penso para ela. Em Lagoa da Prata, graas a Deus, as pessoas so muito caridosas. Sempre tem algum levando uma cesta bsica. E agora tive que parar de tra-balhar para ajudar a minha me. Seria muito mais complicado se no tivesse essa casa de apoio. Agradeo a todos da casa, em especial ao Preto, que est sempre nossa dispo-sio e parabenizo o prefeito Paulinho.Aline Amaral e Alessandra FerreiraLocalizada no bairro Barroca, os moradores de Lagoa da Prata podem contar com a Casa de Apoio durante tratamentos mdicos na capitalNa Casa de Apoio, Maria das Graas e Mariana Maia desenvolve-ram uma verdadeira amizadeMaiara Silva e o marido RonaldoFotos: Juliano RossiAscom/PMLPEdio Semanal30 de Outubro de 20156 EsporteGrupo de ciclistas se rene para fazer pedaladas sociaisJovens lutam para reerguer o vlei em Lagoa da PrataO grupo de ciclistas co-nhecido com Os Charre-teiros se rene duas vezes por semana para fazer pedaladas noturnas. Alm da prtica do exerccio fsico, os ciclistas re-alizam aes sociais, como foi o caso do almoo beneficente realizado no dia 18 de outubro em prol do Lar So Vicente de Paulo e a ao do dia das crian-as no bairro Marlia, em par-ceria com a pastoral local, onde foram doados mais de 160 brin-quedos. Atualmente, o grupo com-posto por 96 pessoas, que car-regam o lema de um pelo ou-tro. O nome Charreteiro tem o significado de quem puxa a turma. Como nosso lema um pelo outro, o nome veio a ca-lhar. Nascendo assim, a identi-Lagoa da Prata j foi reconhe-cida pela qualidade das equi-pes de vlei, que elevou cidade a uma das principais do interior de Minas na modalidade. O time de Lagoa da Prata sempre se desta-cava nos Jogos do Interior de Mi-nas (Jimi) e at participou do cam-peonato mineiro, disputando con-tra os principais times do estado. O time de vlei disputou campe-onatos de 1988 a 2006 e era temido pelos adversrios, lembra o atleta Maurcio Jnior, que est tentan-do, em parceria com a Secretaria de Esportes, resgatar o vlei na ci-dade. Sempre gostamos do espor-te e decidimos comear a jogar na Praia Municipal. Este ano viemos treinar na Praa de Esportes. Nos-sa inteno mostrar novamente a fora que a cidade tem no vlei, disse Jnior. A equipe do Prata V-lei participou do primeiro campe-onato em maio deste ano. O primeiro Campeonato Quarteto de Vlei est sendo orga-nizado em parceria com a Secreta-ria de Esportes, que ceder o espa-o, trofus e medalhas. O evento ir acontecer no dia 2 de novembro, no poliesportivo Leopoldo Bes-sone, de 8h s 19h. Participaro 50 atletas de 7 equipes das cidades de Paineiras, Bom Despacho, Nova Serrana, Formiga, Lavras, Lagoa da Prata e Morada Nova. O evento se-r aberto ao pblico. Esse campe-onato j aconteceu em Bom Des-pacho e tivemos o privilgio de fi-car em terceiro lugar nas duas ve-zes e uma vez em Paineiras, onde ficamos na segunda posio. Nosso objetivo para o ano que vem fazer pelo menos trs campeonatos pa-ra fomentar ainda mais o interesse pelo vlei na cidade, afirmou J-nior. Para que haja continuidade nos trabalhos a preocupao in-centivar crianas e adolescentes a praticarem vlei. Tambm somos voluntrios em um novo projeto da Secretaria de Esportes, que visa in-centivar os novos atletas. Auxilia-mos a professora nos treinos que acontecem de segunda quarta--feira, de 13h s 15h, com adoles-centes de 12 a 17 anos. O objetivo de todas essas aes regatar o v-lei de Lagoa da Prata, enfatizou Maurcio. Conhea o trabalho, ligue:(37) 9 9931-9567 Maurcio(37) 9 9913-5409 Romriodade de nosso grupo, explica Mariana Lacerda, uma das or-ganizadoras. De acordo com ela, a ideia de realizar aes sociais surgiu por meio do contato com a re-alidade do Lar So Vicente de Paulo. L eles tm um trata-mento de primeira, e temos que apoiar causas assim. Foi ento que surgiu a ideia de fazer uma confraternizao e atravs de-la doar a renda para a institui-o, afirmou. Lacerda tambm destacou que o sucesso do evento foi to grande que os ingressos para a confraternizao acabou em pouco tempo de venda. Isso nos inspirou! Com toda certe-za faremos muito outros even-tos, e neste. do Lar So Vicente. s no vendemos mais devido capacidade do espao. Mas j estamos pensando no evento de dezembro e com toda certeza escolheremos um espao bem maior para arrecadar mais ver-ba e repassar para instituies. Tambm estamos pensando em fazer cestas bsicas e doar pa-ra os mais necessitados, enfa-tizou. Mariana ainda frisou que incentivar o esporte tambm faz parte dos objetivos dos Charreteiros. Bike vida! Dentro do grupo tivemos pes-soas que se curaram da depres-so atravs das pedaladas. En-to, podemos dizer que alm de aumentarmos o ciclo de amiza-de tambm passamos a cuidar mais de ns, afirmou. Os Charreteiros esto aber-tos para receber novos inte-grantes. As pedaladas aconte-cem nas segundas e quartas--feiras, com sada s 18h50, em frente ao Bora Bora, ao lado da lagoa.DA REDAOredacao@jornalcidademg.com.brDA REDAOredacao@jornalcidademg.com.brFotos: Arquivo pessoalArquivo pessoalOs Charreteiros fazem da atividade fsica uma forma de fazer novas amizades e ajudar as pessoas Equipe de LP disputar na prxima segunda-feira (02/11) torneio que ter times de 7 cidades. Jogos sero realizados no ginsio da Praa de Esportes Mariana Lacerda, uma dasorganizadoras do grupoEm parceria com a Secre-taria de Esportes, atletas pretendem aumentar o nmero de praticantes no municpioEdio Semanal30 de Outubro de 20158 CotidianoThalita Aneda lana o seu primeiro discoA cantora e compositora Tha-lita Aneda lanou o seu primei-ro disco. O lbum conta com quatro faixas e a proposta mostrar ao p-blico o seu trabalho autoral. As m-sicas esto disponveis para audi-o e download na internet. O ob-jetivo fazer com que as pessoas j tenham um acesso ao meu som e minha proposta artstica at o pri-meiro lbum completo ficar pron-to, afirmou. As msicas foram gravadas nos estdios Usina da Msica, em La-goa da Prata, e Stone Age, em Lagoa Santa. Ele ser distribudo digital-mente. Poder ser acessado nas pla-taformas de streaming e download gratuito como Deezer, Spotify, Rdio, Google Play, Soundcloud, entre ou-tros. Basta a pessoa fazer o login em alguma dessas plataformas e poder ouvir e baixar todas as msicas gra-tuitamente, destacou. Thalita ainda frisou os seus ob-jetivos para o futuro. A proposta agora trabalhar essas msicas lan-adas no EP e consolidar mais p-blico. O prximo passo ser o lan-amento do primeiro lbum com-pleto e realizar shows, disse Ane-da. Todas as msicas so de autoria da compositora, que contou com a parceria de Helder Clrio em To-das as canes. A gravao do EP contou com a participao do baixista Andr Oli-veira, do guitarrista Helder Clrio, que tambm tocou gaita e do ba-terista Silas Martins. Thalita Ane-da gravou as vozes e o violo. Nas faixas Desde que o mundo d vol-tas e Segredos contei com Fabrcio Gontijo e Patrcio Gontijo na produ-o e execuo dos teclados e outros instrumentos. Agradeo a todos que contribuem com sinceridade e dedi-cao pra que esse trabalho avance s etapas que so propostas, finali-zou Aneda.DA REDAOredacao@jornalcidademg.com.brAs quatro msicas do pri-meiro EP esto dispon-veis gratuitamente na in-ternetO superintendente da empresa lamentou a morte de Franciele e dis-se que as investigaes apontaro o que real-mente aconteceuAs revistas estaro venda nas bancas nos prximos diasDivulgaoFoto de trabalho do primeiro disco da compositora lagopratenseFranciele tinha 23 anos e morava na comunidade doCapoeiro, em Japaraba A revista estar disponvel nos prximos dias em bancas detodo o pasRicardo Costa - professor de histria e diretor do Centro Educacional TutoresTeto desaba na Biosev e mata funcionria Ricardo Costa tem artigo publicado em revista de circulao nacionalPor volta das 15h30 do ltimo domingo (25), o teto do salo de estoque de acar da usina Biosev desabou e matou a funcio-nria Franciele Silva Oliveira, 23 anos. A vtima foi socorrida pela equipe de emergncia da empre-sa, mas no resistiu aos ferimen-tos. A Polcia Militar foi acionada s 20h e a percia foi realizada pa-ra apurar os fatos. Franciele era natural de Passos, no Sul de Mi-nas, e morava em Japaraba. Em nota, a Biosev lamentou o ocorrido. A empresa destacou que Franciele foi socorrida ime-diatamente e levada com vida pa-ra o hospital de Lagoa da Prata, mas veio a falecer no caminho. A empresa tambm destacou que est prestando todo o suporte aos familiares e sua equipe est em-penhada na apurao das cau-sas do acidente. Aps as primei-ras percias a produo de acar foi interrompida at a concluso dos fatos e o local onde aconte-O professor de histria e di-retor do Centro Educacional Tutores, Ricardo Costa, teve o seu artigo selecionado para publica-o na revista Aventuras na His-tria. O tema escolhido foi alusi-vo ao dia das crianas, com o ttu-lo De uma adulto em miniatura ao protagonismo escolar. A satisfao grande. Exis-tem sonhos que para outras pes-soas podem ser difceis de enten-der, mas para mim a realizao de um desejo antigo publicar nes-sa revista e saber que em bancas de todo Brasil estar a minha opi-nio. Eu brinquei que um sonho, que graas a Deus, eu risquei da minha lista, disse Costa. A revista Aventuras na Hist-ria o maior peridico do Brasil sobre o tema. Aps ter seu artigo publicado no ms de outubro, Ri-cardo Costa recebeu o convite pa-ra uma nova publicao que acon-tecer em novembro. uma re-vista voltada para os amantes de Histria. Comecei a ler a revis-ta Aventuras na Histria aos 14 anos, sou assinante desde os 16. Para minha surpresa, na ltima sexta-feira fui convidado nova-mente. Publicar uma vez bom demais, mas publicar uma segun-da vez fantstico acrescentou. Para ter seu artigo publicado Costa recebeu o convite da revis-ta da editora Abril e escolheu fa-lar sobre o Dia das Crianas. Um dos grandes desafios impostos pela revista que eles do sem-pre duas opes. Ela direciona o assunto a ser escrito por se tratar de uma revista temtica. No ms de outubro poderia escolher es-crever sobre a Padroeira do Brasil ou sobre o Dia das Crianas. Re-solvi falar sobre o tema por cau-sa do nosso colgio, que trabalha com educao infantil, acres-centou. Costa ainda agradeceu a to-das as pessoas que o apoiou. So tantas pessoas para agradecer que no vou cometer o erro de citar o nome de algumas pessoas e aca-bar me esquecendo de algum. Mas agradeo minha famlia, amigos, aos pais, parceiros, em especial ao Sistema COC de En-sino por todas as portas que tem aberto para ns, concluiu.ceu o acidente foi desativado. Em entrevista ao reprter Luiz Francisco, da Rdio Vere-das FM, veiculada na segunda--feira, o superintendente da em-presa, Leandro Kster, afirmou que as causas do acidente sero apuradas. O local est preser-vado para contribuir com os ser-vios de investigao. Tambm acionamos uma equipe de en-genharia para fazer a avaliao completa. Por enquanto, no te-mos maiores informaes. As-sim que tivermos um laudo so-bre o acontecido tomaremos as medidas de adequao para que isso nunca mais volte a aconte-cer. Na hora do acidente tinham mais colabores no local, mas no tiveram maiores problemas. Es-tamos muito tristes com o ocor-rido e estamos tentando minimi-zar a dor dos familiares da Fran-ciele com todo apoio que pode-mos dar, afirmou.DA REDAOredacao@jornalcidademg.com.brDA REDAOredacao@jornalcidademg.com.brReproduo/InternetSistema COC de EnsinoArquivo Pessoal9Edio Semanal30 de Outubro de 2015 PolicialA municipalizao a so-luo do trnsito em La-goa da Prata, afirma sar-gento da Polcia MilitarJuntamente com o lago-pratense foi presa uma mulher de Arcos e mais cinco homens. 50 quilos de drogas foram apreen-didos. Fotos: Jaime PedrosaMaterial apreendido durante a operao A Polcia Civil de Arcos realizou a priso de seis homens e uma mulherParte do material apreendidoFlagra de carro (esquerda) estacionado em local proibido. Motorista poder perder 5 pontos na carteira e ter de pagar multa de R$ 127,69 Flagra de carro rebocado por ter estacionado em local proibido.Polcia Militar multa 63 motoristas por estacionamento em local proibido PM realiza operao de combate aos jogos de azarMorador de Lagoa da Prata investigado por trfi co de drogasEm Lagoa da Prata comum encontrar pessoas reclaman-do do trnsito, em especial da difi-culdade para encontrar uma vaga de estacionamento no centro da cidade. Como consequncia, tem se tornado comum as aplicaes de multas e apreenses de vecu-los estacionados em local proibi-do, principalmente no entorno da Praa da Matriz, no Centro. Diariamente, a Polcia Militar tem efetuado multas em veculos estacionados em frente ao Solar Hotel, nas ilhas (rea delimitada por tartarugas e faixas contnu-as). Os infratores, alm de terem o seu carro removido, tm que pa-gar uma multa de R$ 127,69 e per-dem 5 pontos na carteira de habi-litao. A municipalizao do trnsi-to, exigida desde 1997 pelo Cdi-go de Trnsito Brasileiro (CTB) traz diretrizes aos municpios pa-ra oferecer eficincia na gesto do trnsito, segurana nos desloca-mentos e na qualidade da sina-lizao e fiscalizao. Dos 853 municpios mineiros apenas 55 esto com o trnsito municipali-zado, de acordo com o Denatran. Lagoa da Prata faz parte das cida-des que ainda no passaram por A Polcia Militar de Lagoa da Prata realizou na tarde de tera-feira (27) uma operao de combate aos jogos de azar no mu-nicpio. Na rua Pernambuco o pro-prietrio de um bar que no teve o nome e a idade revelada foi abor- A Polcia Civil de Arcos re-alizou a priso de seis ho-mens e uma mulher na tarde de segunda-feira (26), durante a Operao Prodgio. Segun-do um dos delegados respons-veis pela ao, Vivaldi Leviles-se Ferreira Jnior, os suspeitos estavam sendo investigados h trs meses e faziam a distribui-o dos entorpecentes em Arcos e em cidades da regio. Conforme o balano parcial da operao, cerca de 50 quilos de drogas foram encontrados. Os suspeitos foram presos e enca-minhados para a penitenciria de Arcos. De acordo com Vivaldi, parte da quadrilha foi encontrada re-tornando com drogas da cida-de de Ponta Por (MS). Os cinco suspeitos foram surpreendidos na BR-262, no km 733, prximo cidade de Perdizes, no Alto Pa-ranaba. Monitorvamos o gru-po e tivemos a informao que alguns membros vinham do es-tado de Mato Grosso do Sul pa-ra Arcos. Conseguimos identi-ficar os veculos e efetuar as pri-ses dos cinco passageiros, que estavam em dois veculos, dis-se. O delegado tambm desta-cou que alguns dos suspeitos j tinham passagens por trfico de drogas. No assoalho de um dos veculos foram encontrados 44 quilos de maconha e mais 3,5 quilos de cocana, alm de R$ 900 em dinheiro e cheques. O mentor dessa associao, natu-ral de Arcos, tinha condenao por trfico de drogas no muni-cpio e no estado de So Paulo, explicou. Os policiais tambm desen-cadearam operaes em outras duas cidades. Um homem e uma mulher foram presos e mais um quilo de cocana foi encontrado. Prendemos um homem em La-goa da Prata e uma mulher em Arcos. Na casa dela ns encon-tramos mais um quilo de coca-na. Foram sete prises e oito mandados de busca e apreenso cumpridos. Todos os suspeitos foram presos e encaminhados para o presdio de Arcos, des-tacou Vivaldi.dado. Ao todo, foram apreendidos seis mquinas de caa nquel, apos-tas de jogo do bicho, 7.226 reais em dinheiro e cadernos de anota-es. O homem foi conduzido pa-ra a Delegacia de Polcia Civil e os materiais foram apreendidos.ARTESANATO DE FOGOS BORGINHO LTDA-ME, CNPJ: 26.285.965/0001-61, por determinao do Conselho Estadual de Poltica Ambiental COPAM, torna pblico que solicitou, atra-vs do Processo n 00304/2003, Licena de Operao Corretiva LOC, para atividade de Fabricao de plvora e artigos pirotc-nicos, classe 3, localizado na Fazenda So Domingos dos Martins, s/n, Zona Rural, no municpio de Japaraba/MG.este processo. O sargento da Polcia Militar, Washington Filipe, em entrevis-ta ao Jornal Cidade, fala da neces-sidade da revitalizao do trnsi-to municipal. Jornal Cidade: Quais so as in-fraes mais comuns em La-goa da Prata? Quantas mul-tas foram lavradas no ltimo ms?Sgt. Washington: So de esta-cionamento fora das normas es-pecificadas pelo Cdigo de Trn-sito Brasileiro: estacionamento em cima da faixa de pedestre, em cima de ilhas (locais delimitados com faixa contnua que so utili-as, e como consequncia por mui-tos veculos. O espao o mes-mo de quarenta anos atrs, mas a quantidade de veculos no a mesma. Jornal Cidade: Como solucio-nar o problema?Sgt. Washington: preci-so pensar em trnsito, em solu-es modernas. A cidade cres-ceu e necessrio acompanhar esse crescimento por meio de aes que possibilitem um trnsi-to mais eficaz. Isso modernida-de, avano e progresso. Um sonho da Polcia Militar e da populao a municipalizao do trnsito. O municpio assumindo o papel zadas para dar visibilidade e de-sobstruo do trnsito), estacio-namento em ponto de txi, em rea de segurana (em frente aos bancos), em porta de garagem, es-tacionamento a menos de 5 me-tros da esquina so as infraes mais comuns em Lagoa da Prata. No ltimo ms foram lavradas 63 multas por estacionamento irre-gular.Jornal Cidade: Qual a causa desse transtorno no trnsito da cidade?Sgt. Washington: As pessoas esto cometendo esse tipo de in-frao porque o centro da cidade frequentado por muitas pesso-previsto no Cdigo de Trnsito Brasileiro. Jornal Cidade: O que a muni-cipalizar o trnsito?Sgt. Washington: A municipa-lizao do trnsito o processo le-gal, administrativo e tcnico por meio do qual o municpio assu-me integralmente a gesto, orga-nizao e fiscalizao do trnsito, tem responsabilidade pelo plane-jamento, o projeto e a operao, no apenas no permetro urbano, mas tambm nas estradas muni-cipais. O municpio, por meio de uma secretaria especfica, Guar-da Municipal ou de agentes de trnsito, passa a fiscalizar, tor-nando o trnsito mais eficiente.Jornal Cidade: Enquanto o processo de municipalizao no acontece, o que a Polcia Militar tem feito para ameni-zar o problema do estaciona-mento da cidade?Sgt. Washington: Estamos au-tuando, porque o que nos cabe hoje fiscalizar o que est a. A si-nalizao de trnsito, a destina-o de vagas, so de anos atrs. S para termos uma ideia, no exis-te uma vaga de estacionamento pblico destinada para cadeiran-tes ou idosos em todo o centro de Lagoa da Prata. No adianta ha-ver rampas nas esquinas se no h vagas para estacionamento de de-ficientes. Jornal Cidade: Como a popu-lao pode colaborar para a melhoria da situao?Sgt. Washington: A popula-o precisa ter pacincia, a cida-de grande e no d para estacio-nar na porta do local que ela vai. Muitas vezes preciso estacionar distante de onde se vai. Isso no exclusividade de Lagoa da Pra-ta. Tem gente que vai ser contra a municipalizao do trnsito, ale-gando que haver mais arrecada-o de impostos. Quando o mu-nicpio fizer, que as pessoas aca-tem de bom grado. Sabendo que essa medida ser positiva para a populao.DA REDAOredacao@jornalcidademg.com.brDA REDAOredacao@jornalcidademg.com.brCom informaes da Polcia Militar e Portal G1Edio Semanal30 de Outubro de 201510 CulturaO evento reuniu mais de 500 crianas de escolas pblicas e particularesSemana do livro comemorada na biblioteca pblica Coronel Jos VitalA Semana do Livro est sen-do comemorada na bibliote-ca pblica Coronel Jos Vi-tal. O evento comemorado h cerca de 30 anos no local. De acordo com a coordenado-ra da biblioteca, o meio esco-lhido este ano para fazer a co-memorao da data a con-tao de histrias e a mos-tra de livros em Braille. Es-te uma forma que a gente tem de trazer alunos e pesso-as para que possam ter con-tato com o livro. Quando esse contato acontece, as crianas ficam encantadas e as pessoas ficam felizes, afirmou. A pedagoga, contadora de histrias e colunista do Jor-nal Cidade, Michele Pache-co, participou da Semana do Livro da biblioteca Coronel Jos Vital. Comecei com a contao em 2010 e sempre achei que contar histrias um meio de tornar as pesso-as mais prximas. A temtica se difere de acordo com a fai-xa etria de cada participan-te, afirmou. O objetivo do evento foi incentivar as crianas a ler cada vez mais e mostrar co-mo que a leitura pode ele-var a inteligncia da pessoa. A contao uma motivao para que as crianas possam ter mais interesse, responsa-bilidade e elevar o seu conhe-cimento. Estamos muito feli-zes por ver o interesse delas e por sabermos que consegui-mos concluir o nosso objetivo. maravilhoso ter a oportuni-dade de ver a magia do encan-tamento das crianas quando pegam um livro para ler, des-tacou a coordenadora. O projeto foi idealizado pelas funcionrias da biblio-teca municipal. Hoje a bi-blioteca concorre com a in-ternet, ento, temos que fa-zer este ambiente ser diferen-te e atraente. A criana, quan-do est prxima do livro, o seu desejo em ler maior. O livro impresso algo que no aca-ba e a biblioteca a alma do encantamento e da cultura, afirma.DA REDAOredacao@jornalcidademg.com.brCrianas tiveram oportunidade de ler e ouvir histrias contadas por Michele Pacheco Fotos: Ftima CsarEdio Semanal30 de Outubro de 2015 11SocialColunistaMichele Pachecomichele@jornalcidademg.com.br Fone/Whatsapp: 37 99125-0920 Facebook: Michele Pacheco II Instagram: colunista_michelepachecoEDITORIALOi gente! Nossa, a semana passa voando e estou aqui de volta trazendo novidades. Agora com a parcei-ra Thalita, que veio para somar. Todas as pessoas que fizerem um ensaio fotogrfico comigo vo ga-nhar uma foto revelada com um lindo porta retrato oferecido pela Mix Variedades. Vem a em novem-bro a Promoo de Natal. Se voc quer fazer fotos especiais para dar de presente, espere s um pou-quinho. No faa com ningum em novembro, vou fazer uma promoo para os adultos! Aguardem!!!Rapidinhas No compre nada agora!!! A Thalita da Mix Variedades sabe muito bem como trazer novida-des com bom gosto e qualidade. Est chegando tambm a Mix Decora. Se voc quer mudar a de-corao ou dar algum presente marcante, espere! Mix Decora vem a!!!Trabalho/orao - Passei na porta da loja Bsico e observei que os funcionrios estavam co-meando o dia fazendo uma orao de mos dadas. Serve de exemplo para todos os comrcios, on-de os funcionrios chegam e nem falam um bom dia para o outro. O seu local de trabalho tambm sua casa. onde se passa mais tempo com os co-legas do que com a sua famlia. Parabns para es-sa equipe que vai longe, pois comeam o dia agra-decendo e fazendo uma simples orao! Brilhou, ganhou uma estrela*!!!Calor - Essa semana passada foi uma das mais quentes que j se ouviu falar na histria. calor insuportvel!!! proibido ou no??? Fiquei na dvida es-sa semana quando cheguei em casa e estava tudo sujo de poeira e p preto de cinzas causados pela queimadas. Se no fosse proibido por lei com pu-nies como seria ento?Amizade Sincera - Procura-se amizade sin-cera com pessoas que tenham piscina em casa. Al-guma pessoa disponvel?Capinhas com a sua cara - Amei a capinha personalizada com a minha marca e meu estilo. Muito obrigada Michel (Suporte Informtica), adorei seu trabalho. Super recomendo!!!Luiz Garcia no Plim ... Plim... Meu amigo, te desejo muito sucesso nessa nova jornada. Esse o seu sonho, corre atrs e mostre todo o talento que tem de sobra. O gato j est de malas prontas para o Rio de Janeiro para fazer um curso e trabalhar na Rede Globo. Sucesso!!!Niver Gustavo PachecoMeu irmo est soprando as veli-nhas essa semana. Meus parabns e que o Papai do Cu continue te protegendo e abenoando. Felici-dades!!!Vamos tomar cafToda vez que vou na padaria Po Quente Centro (do Geraldo), ela est super movimentada. E para ficar ain-da melhor, esse povo foi buscar mais conhecimentos e novidades participando esta semana da maior fei-ra de padarias do Brasil realizada no Expominas, em BH. Meu caf da tarde ficou ainda mais gostoso. Na fo-to: Maria Gabriela, Geraldo e Alan.MisterVotao aberta no instagram (@misterminasgerais), vote no ga-to Alex Vicent. Lindooo arrassou-uu ... Foto: Demetrius Ferreira.Essas meninasA loja Atual Modas agora est sob a direo do Ra-fael. Essas meninas esto de uniforme novo e sorri-so no rosto para te atender bem. Passe l e confira! DivouDaniele Gonalves divando no All Black Pub. Foto: Michele Pacheco Semana do LivroTodos os anos comemorado e produzido um evento para incentivar as crianas leitura e torn-las menos dependentes da tecnologia. As funcionrias da Biblioteca Municipal organizaram o evento com muito carinho. A recompensa est nos olhos dos baixinhos que ficaram encantados com vrias oportu-nidades e descobertas atravs da leitura.Edio Semanal30 de Outubro de 201512 CooperativismoO SICOOB CREDIPRATA realizou na noite do dia 22 de outubro uma palestra com o consultor empresarial Cris-tiano Lopes para empresrios e empreendedores de Moema. O encontro, que foi realizado em parceria com o SEBRAE teve por objetivo dar oportunidade aos empresrios de se motiva-rem na busca por novos conhe-cimentos e gerar mudanas que resultem no crescimento de su-as empresas e, consequente-mente, no fortalecimento sus-tentvel da comunidade. De acordo com o diretor Antnio Claret Resende, a co-operativa visa o crescimento da comunidade. A nossa maior satisfao ver como a comu-nidade cresce e como a coope-rativa est crescendo tambm para dar suporte aos seus asso-ciados. Temos que analisar co-mo estamos preparados para a crise, como estamos reagindo a ela e com quem podemos con-tar em um momento assim. Pa-lestras como essa vem para nos ajudar a saber como lidar com essas situaes. Hoje temos um ndice de inadimplncia baixo devido forma responsvel de liberao de crdito que ofer-tamos para nosso associados. Estamos caminhando e temos a proposta de continuar fazen-do a comunidade crescer, afir-mou. Claret tambm destacou que a cooperativa tem o obje-tivo de gerar solues finan-ceiras adequadas e sustent-veis aos seus associados. O SI-COOB CREDIPRATA visa ser reconhecida como a principal instituio financeira propul-sora do desenvolvimento eco-nmico e social dos associa-dos, utilizando-se da transpa-rncia, comprometimento, res-peito, tica, solidariedade e res-ponsabilidade, frisou. Para Ivo Gontijo, diretor do SICOOB CREDIPRATA, a coo-perativa busca em definitivo se unir cada vez mais aos seus as-sociados. muito bom ver es-se nmero de pessoas reunidas em um momento como esse. A cooperativa hoje est cumprin-do o seu papel social e isso se faz durante a caminhada. Estamos construindo uma ponte com es-ses encontros atravs das pesso-as que fazem a diferena. O pas est vivendo uma poca em que a gesto faz toda a diferena, onde precisamos inovar para alcanar o sucesso. O objeto da cooperati-va sensibilizar as pessoas para a necessidade de se associar, se de-senvolver e estudar o seu concor-rente. A nossa expectativa que em um momento em que s se fa-la em crise possamos ajudar a de-senvolver pessoas atravs de nos-so apoio. A cooperativa tem como foco cuidar de seus associados, enfatizou. O palestrante Cristiano Lo-pes afirmou que a iniciativa do SICOOB CREDIPRATA foi fan-tstica. O tema empreendedo-rismo est muito na moda e importante lembrarmos que em um momento dito como crise as pessoas precisam empreender os seus negcios. Empreendedoris-mo no somente ter um neg-cio e sim atitude. Eu gostaria de agradecer pela oportunidade que a cooperativa me deu, pois me-diante a tantos palestrantes ser escolhido motivo de orgulho. Todos esto de parabns por es-te belssimo evento. Vamos con-tinuar acreditando no cooperati-vismo e no empreendedorismo, pois estes so os caminhos para o futuro das comunidades e cida-des, enfatizou. Para o presidente do conse-lho de administrao do SICOOB CREDIPRATA, Jos Aparecido da Silva, os associados so a ba-se da cooperativa. E ela est e sempre estar disposta para aju-dar os seus cooperados a superar este perodo de turbulncia eco-nmica que o pas est passando. O SICOOB CREDIPRATA ir se manter firme no seu objetivo principal, fazendo negcios sem deixar a sua responsabilidade so-cial e o seu compromisso com os associados e com as comunida-des onde atua, cumprindo com maestria os valores e princpios cooperativistas e enriquecendo a vida das pessoas em todos os sen-tidos, afirmou.INFORMATIVO INSTITUCIONALSICOOB CREDIPRATA promove palestra para empresrios e empreendedores de MoemaCerca de 600 pessoas compareceram no eventoLedimir Ledo, Renata Lobato, Larcio Souza, Ivo Jonas, Cristiano Lopes, Clarisce Gontijo, An-tnio Claret e Jos Aparecido.Sou associado h cinco anos e a Crediprata tem sido uma apoiadora dos nossos negcios. J busquei recursos na cooperativa por diver-sas vezes para poder investir e ter um melhor re-sultado. A iniciativa da Crediprata muito im-portante, e s veio a agregar, pois estamos pre-cisando disso.Frederico Chaves, proprietrio da colchoaria guias de Ouro e da Clnica EquilbrioAtuo em vrias reas e a Crediprata est total-mente presente em meus negcios. Posso dizer que em Moema o maior diferencial que j hou-ve. O evento foi maravilhoso, temos que evoluir e essa palestra s veio a somar para que possa-mos dar passos maiores.Maiam Procpio Gontijo, empresria do ramo de construo civilEu estava ansiosa para falar sobre isso. H al-guns anos atrs comecei a querer trabalhar pra mim e hoje cresci muito. Devo muito a Deus, mas tambm foi atravs da Crediprata que consegui montar o meu negcio, pois eu no tinha 1 real no bolso quando decidi ser um empreendedora. Comecei do zero e vejo a crise como uma forma de adaptao, temos que inovar e adequar si-tuao. muitos bancos frearam e a Crediprata est nos ajudando frente a nossa dificuldade. A Crediprata proporciona o sonho do crescimen-to. A gente sonha e a Crediprata cuida disso pra gente. Quem ainda no faz parte da Credipra-ta procure saber sobre essa histria. Venho de outro estado e no conhecia a cooperativa, ho-je tenho o apoio de todos. impossvel conhecer a Crediprata e no participar!.Rosemare da Silva Galdino, vendedora e fa-bricanteA palestra foi muito boa e entusiasmou o pes-soal. O palestrante nos chamou para a ao e nos mostrou que o inovador tem que ter brilho. A Crediprata faz a diferena em Moema e tem muito valor para ns. Atualmente, ela est pre-sente na rea comercial, pessoal e no campo. An-tes da Crediprata ns no tnhamos um respal-do financeiro, hoje ela est crescendo e ajudan-do os seus associados a crescerem tambm. Es-se tipo de palestra, por exemplo, entusiasma o pessoal e s a Crediprata que tem o interes-se em fazer.Lzaro Francisco de Assuno (Chiquinho Maral), produtor ruralSicoob Crediprata chega a 6.900 associados em setembroDEPSITOS A VISTA:acima de 22 milhes de reaisDEPSITO A PRAZO:53 milhes de reaisOPERAO DE CRDITO:Em 2014 eram 50, em 2015 so 63PATRIMNIO LQUIDO:21 milhes de reaisSOMA BRUTA:2 milhes e 700 mil

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