Jornal Cidade - Lagoa da Prata - Nº 80 - 16/06/2016

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  • Lagoa da Prata, 16/JUNHO/2016 Ano 4 Edio N 80. Tiragem: 4.000 Exemplares

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    Lagoa da Prata, 16/JUNHO/2016 Ano 4 Edio N 80. Tiragem: 4.000 Exemplares

    COTIDIANOLagoa da Prata sai do consrcio que administra o SAMU Pg. 16 E 17

    ECONOMIAVem a a nova edio do prmio As 100 Melhores Empresas de Lagoa da Prata Pg. 09

    POLTICACmara Municipal presta homenagem a pessoas que sedestacaram emLagoa da Prata Pg. 06

    ACESSE NA INTERNET:

    jornalcidademg

    www.jornalcidademg.com.br

    COTIDIANO

    Casos confirmados de dengue caem 95% em 2016 Pg. 12

    Biosev investe em aes de desenvolvimento sustentvel e preservao do meio ambiente Pg. 10 E 11

    ECONOMIA

    LAGOA DA PRATA TEM MDIA DE 4 ROUBOS E

    FURTOS POR DIA EM 2016

    SOCIALConfira os flashes da festa mais esperada do ano, a Explagoa 2016 Pg. 27

    POLTICAMoema destaque em Prmio da Associao Mineira de Municpios Pg. 08

    Vtimas de furto relatam o drama de ter a casa arrombada.De acordo com estatsticas da Polcia Civil, foram registrados

    625 furtos/roubos em Lagoa da Prata em 2016 PG. 14 E 15

  • EDITORIAL

    E statsticas da Polcia Civil mos-tram que, apesar da sensao de insegurana em que vivemos no momento em Lagoa da Prata, os re-gistros de crime esto dentro da mdia dos ltimos quatro anos. E, se compa-rado com Municpios menores, LP pos-sui uma situao menos preocupante. Na prtica, no dia-a-dia fora das pla-nilhas, a situao no bem assim. Pelo menos nos dois ltimos meses, em que percebemos uma escalada da crimina-lidade, principalmente nos registros de furtos e roubos. Os bandidos esto, a cada dia, mais ousados e confiantes na impunidade. Se so presos, nossa legislao, com suas infindveis brechas, permite que eles sejam soltos. Os policiais, civis e milita-res, se desdobram para fazer o trabalho: faltam estrutura e efetivo. E isso no s um problema de Lagoa da Prata. Be-lo Horizonte tambm padece da falta de policiais nas ruas. Quem tem o hbito de ir capital mineira percebe que o poli-ciamento no centro j no era como an-tes, quando se via um PM em cada esqui-na. A segurana pblica responsabi-lidade do Estado, mas quem escreveu essa norma incutiu uma brecha prova-velmente para fugir do compromisso ao atribuir como responsabilidade de todos. Pois o Estado, mais uma vez, se omite de suas obrigaes ao transferi--las aos Municpios. Os crimes aconte-cem nas cidades, e recaem sobre as pes-soas que vivem nelas encontrar a solu-o para se defender, j que o Estado no se faz presente como seria a sua obriga-o. O Estado tirou do cidado o direito de se defender e portar uma arma de fo-go. O Estado deixou as polcias sucate-adas e com nmero insuficiente para atender a demanda. Nem recursos para o combustvel das viaturas o Estado for-nece. o Municpio quem assume esse nus, e muitas vezes ainda paga o alu-guel das delegacias e quartis e custeia funcionrios administrativos.

    A CONTA NO FECHA O Estado e a Unio ficam com a maior parte dos impostos pagos pelo cidado e devolvem a ele a menor parte em ser-vios. Na teoria, o cidado j paga, por meio de tributos, para ter uma seguran-

    a pblica decente. Mas na prtica, ele quem tem de pagar a conta, por meio de seu relacionamento no Municpio, para estar em um ambiente seguro. Dito em outras palavras, h um consenso de que o Municpio deveria investir na Guarda Civil Municipal (GMC) e instalar cme-ras de monitoramento como forma de atenuar a criminalidade. No h dvidas de que estas so medidas necessrias e podem dar resultado. A GMC de Lagoa da Prata um avano em relao s de-mais cidades da regio e o governo mu-nicipal precisa de uma estratgia para que tenhamos uma corporao forte e atuante. Mas que fique claro, para o ci-dado, que ele quem vai pagar a con-ta. Na verdade, pagar pelo servio (ter segurana pblica) duas vezes. Isso, sem contar, os gastos com segurana pesso-al e domstica. A segurana pblica requer uma am-pla discusso. Escrevo apenas como um cidado qualquer, que no tem conhe-cimentos tcnicos da rea, mas anseia por uma cidade com menos violncia. Existem algumas aes da sociedade or-ganizada, como o trabalho do Consep (Conselho de Segurana Pblica), que es-t se articulando e buscando solues. O Consep o responsvel pela articulao, junto ao governo municipal, de armar a GMC. Prefeitura e Associao Comercial se comprometeram a mobilizar uma co-mitiva de Lagoa da Prata para pressionar o Governo de Minas por solues ime-diatas para a segurana pblica, mas, at o fechamento desta edio, no havia perspectiva desse encontro. Algum de-veria assumir a tarefa de organizar essa comitiva no apenas de visitar formal-mente o governador mas de fazer uma grande mobilizao na Cidade Adminis-trativa durante esse encontro, com 200, 300 pessoas. Certamente nossa reivindi-cao chamaria a ateno dos grandes veculos de imprensa do Estado e tera-mos mais chances de xito nessa cruza-da contra a violncia.

    O Estado no garantea segurana e o

    cidado paga a conta

    CARTA DO EDITORJULIANO ROSSI

    juliano@jornalcidademg.com.br

    Lagoa da Prata,

    16/06/20162

  • POLTICA

    Priorizar um atendimento humanizado o diferencial de nossa gesto, diz a secretria Cali Silva

    Mais investimentos

    Tendo a humaniza-o do atendimento como prioridade, a Pre-feitura Municipal de La-goa da Prata, atravs da Secretaria de Assistncia Social, em sua atual ges-to, prima por uma pol-tica pblica de articula-o junto s demais pol-ticas e busca assegurar populao o acesso aos di-reitos bsicos do cidado.

    Temos por objetivo ga-rantir a proteo social famlia, infncia, ado-lescncia, velhice, am-paro s crianas e adoles-centes em situao de vul-nerabilidade e risco social, promoo de integrao ao mercado de trabalho e realidade e promoo de integrao comunidade para as pessoas com defici-ncia e o pagamento de be-nefcios aos idosos e as pes-

    soas com deficincia. Com uma equipe dinmica de profissionais comprome-tidos com as temticas so-ciais e a demanda do mu-nicpio, investimos des-de 2013 mais de 5% do or-amento do municpio na execuo dos nossos servi-os., disse Cali Silva, secre-tria de Assistncia Social. Cali tambm frisou que em 2015 foram arre-cadados R$ 232 mil a me-

    nos que o valor previsto e que mesmo assim todos os servios prestados se man-tiveram. Mesmo com o atraso destes repasses dos governos Estadual e Fe-deral nenhum de nossos equipamentos sofreram cortes ou prejuzos em seu atendimento graas aos in-vestimentos com recursos prprios e ao comprome-timento dos nossos profis-sionais, destacou.

    PUBLIEDITORIAL

    Cali Silva, secretria municipal de assistncia social

    Conselho tutelar O Conselho Tutelar de Lagoa da Prata formado pelos conselheiros Thas Rodarte, Camila Xavier, Iara Olivei-ra, Bianca Soares e Cludio Henrique, que trabalham embasados no Estatuto da Criana e do Adolescente (ECA) sobre a lei federal 8.069/90. O rgo, que aut-nomo, tem por objetivo atender crianas, adolescentes e suas respectivas famlias, oferecendo a eles a requisi-o de servios pblicos nas reas de sade, educao, servio social, previdncia, trabalho e segurana, atra-vs de uma rede entre os programas da assistncia so-cial e o prprio Conselho Tutelar. O trabalho dos con-selheiros desenvolvido durante 24 horas atravs do atendimento em horrio comercial e planto por meio do telefone 3261-1111 ou 9 99139597, que recebem de-nncias annimas. O conselho atende uma mdia de 15 pessoas por dia,

    Doao de veculos e imveis para entidadesA Associao Francisco de Assis recebeu da Pre-feitura Municipal, atra-vs da Secretaria de Assis-tncia Social, terreno de 1490 m2. Aps ter seu ve-culo roubado o SOS (Servi-o de Obras Sociais) rece-beu da Prefeitura Munici-pal, atravs da Secretaria de Assistncia Social, do-ao de veculo 0 km pa-

    ra transportar seus ido-sos com mais segurana e conforto.

    MAIS INVESTIMENTOS ATRAVS DE

    SUBVENES:2011 - R$ 599.394,092012 - R$ 894.857,52

    2013 - R$ 1.066.039,872014 - R$ 1.175.085,142015 - R$ 1.158.628,63

    HORTABairro Amrico Silva

    Bairro Santa Eugnia II

    Bairro Marlia

    Bairro Marlia

    Bairro Sol Nascente

    Bairro Etelvina Miranda

    Bairro Maria Fernanda I

    Bairro Gomes

    LOCALRua Arcos, s/n

    Rua Rev. Messias Leite, s/n

    Rua Antnio Cor. de Oliveira, s/n

    Rua Samuel Bernardes, s/n

    Rua Jovelina Maria, s/n

    Rua Abdala Mamede, s/n

    Rua Santa Catarina, s/n

    Rua Silvrio Rocha, s/n

    Hortas comunitrias O programa beneficia 217 famlias cadastradas e referenciadas no CRAS (Centro de Referncia de Assistncia Social). O ob-jetivo principal do progra-ma a mobilizao comu-nitria no sentido de cons-

    cientizar sobre a impor-tncia de uma alimenta-o balanceada, aliada a uma economia domsti-ca. Em 2012 foram inves-tidos 10 mil reais, enquan-to que em 2015 foram exe-cutados 32 mil reais.

    Famlia Acolhedora

    O servio de Fam-lia Acolhedora uma alternativa de abrigo, pois um atendimento mais humanizado que a criana ir receber. Nes-te perodo a criana esta-r em famlia e no em uma instituio.

    Servio de Proteo e Atendimento Integral Famlia (PAIF)O PAIF uma das principais aes de-senvolvidas pelo CRAS. E o Servio de Proteo e Atendimento Integral Fam-lia (PAIF), que visa a proteo das fam-lias, prevenindo a ruptura de laos, pro-movendo o acesso e usufruto de direitos e contribuindo para a melhoria e quali-dade de vida.

    Programa de erradicao do trabalho infantil (PETI)A Assistncia Social, atravs do CREAS e do servio de forta-l