Jornal Cidade - Lagoa da Prata e região - Nº 90 - 30/03/2017

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  • www.jornalcidademg.com.br Lagoa da Prata, S. A. do Monte, Moema e Japaraba 30/Mar/2017 - Ano 4 - Edio N 90 JORNAL DE DISTRIBUIO GRATUITA - VENDA PROIBIDA

    COTIDIANO PG 06

    COTIDIANO PG 06

    Mandala vira febre emLagoa da Prata e jovenscaem em golpe depirmide fi nanceira

    Biosev realiza o plantio de5 mil mudas em Japaraba

    COTIDIANO PG 16

    COTIDIANO PG 14

    Prefeitura abre sindicncia para investigar foto deservidor dormindo

    Santo Antnio do Monteperde vereador Macucodos Rosas

    Jlio Rodrigues escreve eprotagoniza o fi lme Voucantando procura de Jackson

    S. A. DO MONTE PG 12

    REGIO PG 12 CULTURA PG 18

    SommusFarma chega pararevolucionar setor farmacutico

    ECONOMIA PG 04 E 05

    Mais de 4 mil trabalhadores podem ser prejudicados com paralisao das fbricas de fogosAs indstrias esto com dificuldade para se adequar s exigncias do Exrcito para a renovao de seus registros

    Sistema de monitoramento inaugurado pela prefeitura de Lagoa da Prata

  • 30/MAR/2017Acesse e leia tambm outras notcias em www.jornalcidademg.com.brOPINIO2

    EDITORIALcontato@jornalcidademg.com.br | 37 3261-9885

    O Brasil um pas de burocratas. Essa ter-ra, eternamente aspirante a nao de primeiro mundo, governada (e roubada) h dcadas por engravatados e saqueadores, verdadeiros corsrios que legislam e gover-nam em causa prpria, ou de quem paga, no caso, o sistema financeiro. Ser produtivo nessa terra, gerar renda e emprego, poderia ser uma tarefa menos her-clea se no fosse a existncia de um gover-no parasita, que cobra os maiores impostos do mundo, se apropria de grande parte do oramento do setor produtivo e, em contra-partida, oferece os piores servios pelos seus rgos e departamentos. sabido que a corda sempre arrebenta do lado mais fraco. E neste caso da provvel paralisao das fbricas de fogos da regio, quem poder ser os mais prejudicados so os milhares de trabalhadores que dependem dos salrios para sustentarem as suas fam-lias. Por excesso de burocracia, falta de pes-soal ou at outras razes impublicveis, o r-go do governo no consegue oferecer um simples registro de operao para as inds-trias pirotcnicas da regio, muitas delas em operao h dcadas. Esse o Brazil dos paneleiros, dos pe-tralhas, dos coxinhas e dos revoltados do Fa-cebook que no conseguem interpretar um

    simples texto e tm preguia de ler alm dos ttulos das postagens virtuais. Gol do Neymar! Brasil, meu amigo!

    MANDALA CRIMEMandala crime. um sistema de pirmide financeira utilizado por espertalhes (que ganham dinheiro s custas dos outros) ou bo-balhes (esses acreditam que iro ganhar R$ 700 se investirem R$ 100 nesse negcio). O crime virou uma febre em Lagoa da Prata. Pessoas de bem, de boa ndole, porm, desinformadas esto compartilhando esse crime, que, mais cedo ou mais tarde, vai tra-zer prejuzo para algum e virar caso de po-lcia, como aconteceu em outras cidades.

    O Brasil, um paspara poucos

  • 30/MAR/2017 Acesse e leia tambm outras notcias em www.jornalcidademg.com.br COOPERATIVISMO 3

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    Com foco nas pessoas e eficincia na gesto das drogarias, SommusFarma prope umarevoluo no setor farmacutico

    Inaugurada no Brasil nova rede de farmcia que cuida do cliente, da empresa e de seus colaboradores

    Uma senhora de 70 anos, diabtica, vai farmcia todos os meses comprar os medicamentos que precisa. No outro dia, ela, inesperadamente, rece-be a ligao de uma farma-cutica, que se apresenta em nome da drogaria e oferece ateno e orientao quan-to ao seu tratamento. Duran-te a conversa a profissional descobre que a cliente toma-va os medicamentos de for-ma equivocada, o que com-prometia a eficcia do trata-mento. A senhora foi orien-tada sobre os horrios corre-tos, alimentao e a necessi-dade da prtica de exerccios fsicos adequados a sua ida-de. Logo aps, a farmacuti-ca oferece a mesma ateno aos demais membros do gru-po familiar. Surpresa com o atendimento, a cliente agra-deceu farmacutica e forta-leceu o vnculo com a droga-ria em que cliente. A situao acima ilustra um pouco do que prope a nova rede de drogarias Som-musFarma, a mais completa franquia do mercado, lana-da em Lagoa da Prata no lti-mo dia 16 pelos empresrios Paulo Pereira e Reginaldo Silva, diretores da Sommus Sistemas. A ideia inovado-ra e vai muito alm das tra-dicionais franquias de dro-garias do Brasil, que compe-

    tem, basicamente, em preo, marketing, apoio a gesto e sistemas padronizados. Alm de preo competi-tivo, a SommusFarma priori-zar um atendimento huma-nizado aos clientes e colabo-radores, alm de oferecer s drogarias parceiras um diag-nstico feito por especialis-tas e um planejamento es-tratgico personalizado pa-ra cada tipo de empresa. O evento de lanamen-to da empresa contou com a participao de diretores e representantes de laborat-rios e distribuidores do seg-mento farmacutico. Em entrevista ao Jornal Cidade, o diretor da Som-musFarma, Paulo Pereira, fala das vantagens e inova-es oferecidas pela empre-sa.

    Qual a diferena da SommusFarma para uma franquia tradicio-nal? Uma franquia tradicional tem como base uma marca forte, compra em larga es-cala, apoio gesto e mar-keting focado em tabloides. A SommusFarma faz tudo isso, porm, apresentamos um servio mais humaniza-do que fideliza e agrega va-lor. Nosso slogan Cuidan-do de Voc. Voc quem? O empresrio, os colaborado-res e o cliente da drogaria.

    Inovamos em ofertar servi-os de fidelizao de clien-tes, de orientao em dermo-cosmticos e corpo, concilia-o de carto de crdito, de venda para o setor pblico, departamento de cobrana, TV corporativa, coisas que nenhuma outra franquia faz. So muitos diferenciais.

    A SommusFarma aten-de a drogarias de qual-quer porte? Sim. O que muda se o em-presrio tem perfil para fa-zer parte da SommusFarma, pois tudo que oferecemos preciso estar alinhado ao perfil do empresrio, ele pre-

    cisa se adaptar a esse novo conceito. Hoje, a grande luta das drogarias a questo do preo de venda. Algumas das redes esto se especializan-do em baixssimo custo de operao e baixssimo pre-o ao cliente. Nessa guerra por preo as drogarias s ve-zes se esquecem do cliente. A SommusFarma vem com uma proposta de agregar va-lor. claro que tambm tere-mos preo, mas precisamos ter mais do que isso. Preci-samos fidelizar os clientes. Como vai funcionar o trabalho na prtica? Temos servio de atendi-

    mento aos clientes das dro-garias em vrios grupos de ateno como gestantes, dia-bticos, hipertensos, beleza, dermocosmticos, gestan-tes, obesidade, enfim, so v-rios grupos. O empresrio re-laciona cada cliente a deter-minados grupos de ateno. Diariamente essas informa-es sobem para a Sommus-Farma e nossa equipe tem uma agenda especfica para prestar ateno farmacuti-ca a esses clientes. Se a pessoa diabtica, nossa farmacutica entra em contato para saber como es-t sua sade, se est toman-do a medicao corretamen-

    te, como est o histrico da glicemia, se existe intera-es medicamentosas, rea-es adversas, seus hbitos alimentares e seu sedenta-rismo. Ao mesmo tempo, co-nhecer o grupo familiar e su-as enfermidades, para tam-bm prestar assistncia aos demais. O objetivo mostrar o quanto aquela drogaria da rede SommusFarma preocu-pa com suas necessidades.

    Quais os profissionais a SommusFarma ir co-locar disposio das drogarias parceiras?Farmacuticas, psiclo-ga, advogado, administra-

    FOTOS: ARQUIVO SOMMUSFARMA

    Paulo Roberto Pereira, diretor da SommusFarma, no evento de lanamento da empresa

    PUBLIEDITORIAL

    ECONOMIA4

  • 30/MAR/2017 Acesse e leia tambm outras notcias em www.jornalcidademg.com.br ECONOMIA 5

    dores, contadores, publici-trio, negociadores e con-sultores. O nosso primeiro trabalho um diagnstico completo que envolve em-presrio, colaboradores e clientes. Precisamos saber

    se o empresrio conser-vador ou no e quais so os seus objetivos, se os clientes esto satisfeitos e se os cola-boradores encontram bom clima organizacional. Com base nessas informaes de-

    senvolvemos um planeja-mento estratgico de longo prazo. Temos um painel de controle que conseguimos medir como esto as ven-das, as compras, o investi-mento em estoque, os lotes

    de medicamento a vencer, dentre outras tantas infor-maes administrativas. To-dos os dias nossos especia-listas fazem esse monitora-mento e determinam aes que potencializem os resul-

    tados do empreendimento. Alm disso, de dois em dois meses nosso consultor vai drogaria para conferir as aes realizadas e planejar novos objetivos alinhados ao planejamento de longo

    prazo. O planejamento personalizado para a reali-dade de cada drogaria e essa uma grande diferena em relao s redes que exis-tem hoje, nosso trabalho altamente personalizado.

    Equipe SommusFarma Adriano Tanure, diretor comercial da SommusFarma

    Jos Angelo Moreira,diretor da Farmix:A avaliao do projeto foi a me-lhor possvel, nota mil. um projeto grandioso, cheio de novidades e fer-ramentas novas que vo poder aju-dar bastante os proprietrios e ad-ministradores das drogarias. Nos-sa equipe de vendas tem mais de 80 representantes e seremos mul-tiplicadores dessa franquia em Mi-nas Gerais.

    Fernando Pinheiro Barbosa,representante da Cotefcil: um projeto que pensa, primeira-mente, na pessoa, no s na dro-garia em forma de lucro, mas, sim, humana. O projeto nota 10. Sere-mos parceiros da SommusFarma.

    Dimas Jnior Pereira,proprietrio das Drogarias Globo Patrocnio/MG: Estou surpreso com a estrutura fsica e com o que eles propem. Tem tudo para ser um grande pro-jeto em Minas Gerais e no Brasil. uma ideia nos tornar um grande parceiro.

    Jos Maria Pereira, representante Novaron: um projeto que nasce de um grande trabalho de elaborao. Contemplou todas as reas, no s financeira e de compras, mas tam-bm de assistncia,