Jornal Cidade - Lagoa da Prata - Nº 73 - 15/01/2016

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Campanha exclusiva para associados das cooperativas filiadas ao Sicoob Central Crediminas.Use o seu Sicoobcard e concorra a: 9 Etios Hatch, 9 TVs 40 de LED e 5 S10.Consulte as cooperativas participantes e o regulamento no site cartaopremiadosicoobcard.com.br .CrediprataParticipao de 1/12/2015 a 29/2/2016 para pessoas maiores de 18 anos e pessoas jurdicas, associadas a uma das cooperativas das nove regies filiadas ao Sicoob Central Crediminas, portadoras de carto Sicoobcard participante. Sorteios: 20/1/16 - nove Etios Hatch X, um por regio; 16/3/16 - nove TVs 40 de LED, uma por regio; 30/3/16 - cinco S10 LT entre os ganhadores das TVs. Consulte cooperativas participantes, demais condies, descrio e distribuio dos prmios no regulamento no site www.cartaopremiadosicoob.com.br. Imagens meramente ilustrativas. Certificado de Autorizao SEAE/MF n 04/0442/2015.CULTURA Pg. 11Livro da Acadelp lanado em Mostra CulturalCOTIDIANO Pg. 12Novos conselheiros tutelares tomam posse em LPLagoa da Prata Sexta-feira, 15/Janeiro/2016 Edio Semanal - Ano III - N 73 Jornal de Distribuio Gratuita - Venda ProibidaPginas 04 a 09Os bandidos vieram de Bom Despacho e foram presos com ajuda do dono de um estabelecimento comercialOCORRNCIAS Pg. 13Polcia Militar captura assaltantes de relojoariaJornal CidadeentrevistavereadoresSEXTA-FEIRA, 15/JAN/20164 OPINIOCarta do Editor Juliano Rossijuliano@jornalcidademg.com.brCom o objetivo de mos-trar ao leitor o resultado obtido pelos vereado-res de Lagoa da Prata nos trs primeiros anos da atual legisla-tura, o Jornal Cidade protocolou na secretaria da Cmara Muni-cipal, no dia 23 de novembro, uma solicitao de entrevis-ta individual com cada um dos nove parlamentares. A propos-ta era gravar em udio e vdeo as entrevistas (que voc pode conferir em breve, na ntegra, no site www.jornalcidademg.com.br) para que o leitor pos-sa avaliar se o desempenho dos vereadores est satisfatrio. A reportagem do Jornal Ci-dade estipulou o prazo para que as entrevistas fossem realiza-das entre os dias 27 de novem-bro a 4 de dezembro. Em razo do pedido de dois vereadores, o prazo foi estendido at o dia 14 do ms passado. Dos 9 vereadores de Lagoa da Prata, 5 aceitaram gravar a entrevista nos moldes acerta-dos e dentro do prazo estabe-lecido. Nesta edio voc po-der ler o que tem a dizer os parlamentares Adriano Mora-es, Adriano Moreira, Di-Gianne Nunes, Edmar Nunes e Paulo Pereira. A sequncia das en-trevistas est publicada em or-dem alfabtica, a partir da p-gina 5. Os vereadores Natinho, Cida Marcelino e Quelli mani-festaram interesse em gravar a entrevista, porm, aps o pra-zo acordado com a reportagem do Jornal Cidade e aps o in-cio do recesso de fim de ano da equipe do semanrio. E por considerao aos demais vere-adores que se disponibilizaram A partir de fevereiro, o Jor-nal Cidade far algumas mudanas em sua linha editorial e na identidade visual. O objetivo estar ainda mais sintonizado ao que o leitor es-pera ler no semanrio. Estamos implantando um departamen-to comercial, que ser coorde-nado por Juliana Figueiredo, e seremos os responsveis pela produo das quatro edies anuais da Lagoa Em Revista, publicao que j est em sua quinta edio. O que no muda o com-promisso de levar ao leitor uma notcia isenta, produzida com qualidade e riqueza de conte-do. Para os anunciantes, re-novamos o nosso compromis-so de produzir o jornal com o maior alcance da cidade, dis-tribudo gratuitamente em mais de 50 comrcios, localizados em todos (TODOS) os bairros de Lagoa da Prata, e distribu-do tambm nos semforos da Avenida Brasil. O Jornal Cidade possui a maior tiragem (so 4.000 exemplares em cada edio) e o maior alcance comprova-do de todos os jornais que cir-culam na regio. A comprova-o da tiragem pode ser feita por qualquer empresa, profis-sional liberal ou leitor, sem bu-rocracia.a prestar conta do seu trabalho conforme os termos estabele-cidos previamente, as entrevis-tas de Natinho, Cida Marcelino e Quelli (alm de Nego da Sa-de) no foram realizadas. O Jornal Cidade disponibili-zou uma pgina para que cada vereador falasse de seu traba-lho ou de seus posicionamen-tos. Uma mesma pergunta foi feita para todos os parlamen-tares: Qual o benefcio direto que o seu trabalho como vere-ador trouxe para a populao de Lagoa da Prata? Se no hou-ve interesse por parte do vere-ador que no quis prestar es-te esclarecimento aos leitores, eleitores e cidados, ou se o ve-reador no tem nada de concre-to para mostrar que resultado de seu trabalho, pacincia! As eleies esto a.Jornal Cidadeentrevista vereadoresNovidades noJornal Cidadewww.pharlab.com.brfacebook.com/pharlab@Pharlab@pharlab_oficial@pharlab_oficialAnuncio Jornal Cidade Institucional.indd 1 12/01/16 15:47www.jornalcidademg.com.br5SEXTA-FEIRA, 15/JAN/2016 facebook.com/jornalcidademg POLTICAENTREVISTA: VEREADOR ADRIANO MORAESDe 2013 a 2015, Adriano Moraes apresentou 72 requerimentos,17 projetos de lei e 31 anteprojetos.A poltica o lado sujo que eu vivo e aqui eu sou obrigado a ser a pessoa que fica limpando a sujeiraEu sei que sou mal interpretado e isso natural. As pessoas levam tempo, a maioria leva anos para ser verdadeira com vocFOTO: JULIANO ROSSIDA REDAO contato@jornalcidademg.com.brComo voc avalia os trs pri-meiros anos desta sua legis-latura?Satisfatrio, principalmente neste mandato, onde a Administrao fa-voreceu os vereadores que querem desenvolver um bom trabalho. O que temos visto nessa gesto que a ci-dade virou um canteiro de obras, e a maioria do dinheiro para essas obras no veio do oramento municipal, e sim de verbas que partiram de depu-tados estaduais e federais que fize-ram todo esse movimento na cida-de. Outras cidades da regio esto em crise, e ns temos uma economia forte em Lagoa da Prata. A gente v que o dinheiro est sobrando para fa-zer os projetos sociais, que o mais importante.O que voc pode mostrar para o eleitor que fruto direto do seu trabalho e do seu empe-nho nesses trs anos da atual legislatura? Tenho diversos projetos em anda-mento, como cultura disponvel a to-das as pessoas, cultura nas escolas, por meio da distribuio de livros, etc. No mbito do Legislativo, tenho di-zer que a Cmara no funciona sem o Executivo, porque seno os proje-tos ficam s no papel. Todos os pro-jetos que estiveram em andamento nesses trs anos foram viabilizados atravs do Executivo. Tem que deixar isso bem claro, porque vereador no executa projeto. O melhor projeto que j passou aqui na casa de minha autoria, que probe o plantio de cana no permetro urbano. Outro, de rele-vncia, foi a melhoria da cesta bsi-ca e implantao da jornada de tra-balho de 6 horas para os funcion-rios pblicos. Alguns vereadores o criticam pelo fato de voc ter uma liga-o muito prxima com o pre-feito e a Administrao Munici-pal, e que muitos dos projetos so idealizados dentro da Pre-feitura, o que lhe beneficiaria politicamente. O que voc tem a dizer sobre esse assunto? Poltico tem que saber fazer poltica. Eu estou aqui para trabalhar para o povo. Eu queria que todo mundo fi-casse falando bem de mim, mas a poltica no funciona desse jeito. No meu outro mandato, onde o prefeito s sabia ouvir o Marlcio Meireles, que era o secretrio de governo de-le, eu no parei de tentar me comuni-car com o Divininho, como fao com o Paulo Teodoro. S que o Paulinho me escuta, o Divininho no me escu-tava. A diferena est s a.Recebemos muitas reclama-es de pessoas que ouvem a reunio da Cmara pelo rdio. Elas dizem que no se resolve nada. Como voc avalia a pro-dutividade do trabalho da C-mara?Nos projetos importantes minha pos-tura foi de oposio. A base do go-verno mais dura do que a oposio. No me considero uma pessoa boa, nem justa, mas tento manter o meu princpio de servir a populao, mes-mo que me doa, mesmo que fique al-guns pedaos da minha carne no ca-minho e que eu (e at minha famlia) sofra muito. Trabalhar para o outro uma caracterstica da minha fam-lia que tem assistente social, profes-sora e padre. Uma frase bblica resu-me: Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Voc um vereador conheci-do pelos discursos inflamados na tribuna, e tem uma perso-nalidade mais amena no mbi-to pessoal. Seriam dois Adria-nos, um que trabalha com poltica, e outro com traba-lhos de autoajuda? Como vo-c orienta as pessoas a enxer-garem essas personalidades?Eu no espero que elas enxerguem, seno, elas deveriam estar aqui, e no eu. Eu sei que sou mal interpre-tado e isso natural. As pessoas le-vam tempo, a maioria leva anos para ser verdadeira com voc. Estamos vivendo uma instabilidade nacional e eu estou pregando a paz interior. Ento eu sou incompreendido, pois eles no veem que h uma manipu-lao da mdia mundial para deses-truturar o cidado. E eu, como um re-presentante do cidado, estou pre-gando a amizade, amor, temperana, candura, o abrao e o acolhimento. E essas coisas para mim so impor-tantes porque eu sei que, como re-presentante do povo, eu tenho que direcion-los para o que bom e pa-ra o que belo. Acho que essa a minha funo.Falando do mandato de legis-lador, voc tem algum arre-pendimento de alguma pos-tura que voc tomou nesses trs anos?Eu sou o autor da denncia de nepo-tismo que causou a demisso do car-go da Lcia de secretria de gover-no. No s ela, mas do Juninho, ex--secretrio de cultura e sobrinho do Fortunato. Vou te dar o exemplo da Lcia, que eu causei a demisso de-la. Todos os pedidos da populao que eu levei, a Lucia conseguiu resol-ver. E eu vejo que no s isso no, tanto ela quanto o prefeito tiram di-nheiro do bolso para ajudar as pes-soas e as entidades. Eu senti muito por ter ferido pessoas que so com-petentes e boas.Uma proposta polmica que voc colocou em pauta foi a re-duo dos salrios. Na verdade um requerimento que pede Mesa Diretora, formada pelos vereadores Cida Marcelino, For-tunato do Couto, Paulo Roberto e Quelli Cssia, que coloque o projeto em votao. O requeri-mento foi aprovado por seis vo-tos a dois. At hoje a presiden-te no se manifestou se vai ou no colocar o projeto em vota-o. Voc vai cobrar dela ou vai ficar por isso mesmo?O meu papel eu j fiz, agora voc est fazendo o seu. Isso voc no est fa-zendo em seu nome e sim porque vo-c representa um grupo, sempre co-brando e articulando neste sentido. Cabe agora a vocs estarem fazen-do a divulgao, pois o requerimen-to forte porque ele contra o verea-dor no ter tempo integral para a vere-ana. O vereador no vai largar a pro-fisso de carreira para ser vereador, isso impossvel, sei disso. A maio-ria est quase aposentando e no vai largar a carreira. Mas amoral, anti-tico e chato quando a gente v o ve-reador no horrio de trabalho de vere-ana estar exercendo outro cargo de carteira assinada.Voc vai ser candidato nas elei-es de 2017?Sou catlico praticante e acredito que no cai uma folha da rvore se no for da vontade de Deus. O futuro no de-pende de mim. A minha vontade no candidatar.Mas e a questo dos salrios que voc props para os prxi-mos vereadores?No s a questo do salrio, isso o mnimo. Uma coisa a minha von-tade e outra a de Deus, que rege as coisas. A poltica o lado sujo que eu vivo e aqui eu sou obrigado a ser a pessoa que fica limpando a sujeira. Eu queria mexer com cultura, trabalhar le-cionando, pois sou professor. Queria trabalhar atendendo, pois estou for-mando em psicanlise. Eu no que-ria estar trabalhando nesse chiquei-ro, que a poltica, mas foi aqui que Deus me colocou e aqui que eu te-nho que usar o meu dom. E aqui Ele me d condies de estar crescendo como pessoa. A gente aprende nas dificuldades, na luta, vendo o lado feio do irmo, que a gente v que no est preparado, tem muita imaturida-de e a gente tem que am-lo mesmo sabendo que ele est falando mal de voc pelas costas no Facebook e no Whatsapp.O espao est aberto para as suas consideraes finais. Primeiramente, aos leitores do Jornal Cidade quero deixar o meu agradeci-mento, agradeo equipe do Jornal Cidade que tem feito um trabalho di-ferenciado, e agradeo principalmen-te ao prefeito municipal Paulo Csar Teodoro, que sem uma boa gesto o vereador fica s ouvindo no e que no tem dinheiro, conforme eu ouvia na outra gesto. Estamos passando por uma crise mundial e Lagoa da Pra-ta com tanta obra e tudo funcionando bem. Tem uma hora que precisamos largar as diferenas de lado e pensar maior, de uma forma iluminada. Agra-deo principalmente a Deus que tem iluminado.6 SEXTA-FEIRA, 15/JAN/2016www.jornalcidademg.com.brPOLTICAENTREVISTA: VEREADOR ADRIANO MOREIRADe 2013 a 2015, Adriano Moreira apresentou 87 requerimentos,15 projetos de lei e 17 anteprojetos. um projeto que compete Mesa Diretora. Assim que o projeto for mandado, se for mandado, a gente pode fazer emendas para adequ-lo da melhor maneira possvelSobre a reduo dos salrios dos vereadoresAs pessoas sabero se o vereador far projetos, se est debatendo e se est se posicionando de forma adequada. Ali o vereador vai se expor de forma negativa ou positivaSobre as transmisses dareunio pelo rdioFOTO: JULIANO ROSSIDA REDAO contato@jornalcidademg.com.brO que voc pode apresentar pa-ra o eleitor que foi resultado di-reto de seu trabalho nos trs primeiros anos desta legisla-tura?O principal do vereador, alm do po-sicionamento dele, no a quantida-de de projetos, mas sim a qualidade. E que esses projetos interfiram na vida das pessoas no dia a dia para melho-rar a qualidade de vida delas. Dentre os meus projetos eu posso citar trs, que o projeto que multa os donos que no limpam as residncias, ou se-ja, se for encontrado um foco de den-gue essa pessoa ser multada. Outro o que implantou o Programa Cma-ra Mirim, que um projeto que leva a poltica para dentro da escola. Tive-mos de 1000 a 1500 eleitores e ele-gemos nove vereadores nas escolas. Tambm tivemos o projeto ficha lim-pa, que uma adaptao do proje-to federal.Voc votou a favor do reque-rimento que visava diminuir o salrio dos vereadores a par-tir de 2017, mas at hoje a Me-sa Diretora no colocou a pro-posta em votao. Qual a sua opinio?O vereador que no faz parte da Me-sa Diretora no pode apresentar es-se projeto por vcio de iniciativa. um projeto que compete Mesa Direto-ra. Assim que o projeto for mandado, se for mandado, a gente pode fazer emendas para adequ-lo da melhor maneira possvel.Recentemente, quando o Mu-nicpio fez a entrega dos lotes para as famlias que foram be-neficiadas, no seu discurso vo-c ressaltou que foi a primeira vez que o Municpio faz doao de lotes e que passa pela an-lise da Cmara e por uma sin-dicncia de um profissional de assistncia social, que no ca-so foi voc, que funcionrio concursado da prefeitura. Fale um pouco mais sobre essa de-clarao.O Executivo Municipal que faz essa doao de lote. Sabemos que passa pela Cmara para a aprovao do pro-jeto e para um embasamento melhor o profissional de servio social ver as condies econmicas e questes que afetam a famlia como um todo.A sua fala na hora da entrega deixou a entender que nas ges-tes passadas no havia esse cuidado de verificar se a fam-lia realmente precisava.No s isso, mas a questo de doar um lote de boca e nem passar pela Cmara. No que no passava pela Cmara, mas a doao do lote era fei-ta de forma precria, ou seja, as pesso-as que receberam os lotes h 10, 12, 15 anos agora que esto regulari-zando a situao pela Cmara. Ento, uma pessoa recebeu um lote e tec-nicamente ou juridicamente esse lo-te ainda do municpio. Assim, nem a doao foi feita, tampouco a questo do relatrio do assistente social. No foi passado pela Cmara e no foi fei-ta a documentao. Esses lotes tec-nicamente so da prefeitura.As pessoas reclamam muito do horrio que a Cmara faz as reunies, s 16 horas. Existe a possibilidade de voltar a reu-nio para o horrio antigo, s 20 horas?Eu e outro vereador votamos contra. Por dcadas as reunies da Cmara sempre foram s 20 horas. Posso ci-tar a questo do horrio que vendi-do para as rdios, ou seja, o horrio de transmisso que feito de 16 ho-ras s 19 horas um horrio nobre pa-ra o rdio, portanto, muito mais caro do que noite. Primeiro vem a ques-to da economia da cmara. Transmi-tindo s 16 horas chegamos a pagar at o dobro do que se fosse transmiti-do noite. Tambm tem a questo das pessoas que esto trabalhando, que no vo parar o seu servio para ouvir a reunio. Eu defendo que o horrio da reunio da Cmara seja s 20 horas.Ao transmitir as reunies a C-mara cumpre o objetivo de in-formar e formar opinio do elei-tor?A Cmara cumpre de todas as formas, na medida em que a populao acom-panha as transmisses ela conhecer o vereador. As pessoas sabero se o vereador far projetos, se est deba-tendo e se est se posicionando de forma adequada. Ali o vereador vai se expor de forma negativa ou positiva. Ento, quando a populao for votar saber atravs das transmisses co-mo o vereador se portou aqui na casa.A Cmara aprovou em primeira votao, sem nenhum questio-namento, um projeto que proi-bia o lanamento de vinhoto nos canaviais. Na semana se-guinte, o plenrio da Cmara fi-cou lotado de funcionrios da Biosev que pressionaram a der-rubada do projeto em segunda votao. Os vereadores ex-ceto Adriano Moraes, autor da proposta mudaram repenti-namente de opinio Explica is-so pra ns.A questo dos vereadores muito sim-ples, pois quando um vereador entra com um projeto de uma forma bem su-perficial ele tem boa inteno. A pri-meira coisa que houve de errado no projeto desse vereador que ele no ouviu as partes, pois tem o risco-bene-fcio. s vezes voc faz com que pare de jogar o vinhoto, isso ns no somos de acordo. Temos tambm a questo social que ir causar o desemprego, assim temos que pesar os dois lados. O projeto foi mal feito, ele no ouviu to-das as partes. Todos ns somos con-trrios a jogar vinhoto nos canaviais.Voc a favor do projeto para que o SAAE faa cobrana do consumo real?Com certeza, se for um projeto que no aumente o preo do metro cbi-co eu sou a favor. Porm, o SAAE no pode se abster de receita. Se ele tem uma receita de 100 mil reais o consu-mo real ir diminuir a sua receita. Vai que acaba com a taxa mnima, o me-tro cbico vai aumentar.Tem um projeto que voc apre-sentou em 2013 que concede gratuidade para deficientes f-sicos na Praa de Esportes. Vo-c tem acompanhado esse pro-jeto para saber se est funcio-nando?Esse projeto foi aprovado. Falei com o Gilfar (secretrio de Esportes), in-clusive tem pacientes baritricos que fazem este tipo de trabalho. Todos os encaminhamentos que mandamos pa-ra a Praa de Esportes so includos. Os CRAS (Centros de Referncia em Assistncia Social) tambm encami-nham pacientes com deficincia fsi-ca e na medida em que esses enca-minhamentos vo chegando eles so aceitos l.O espao est aberto para as suas consideraes finais. Primeiro eu gostaria de agradecer. Sempre que o vereador precisou ex-por os seus projetos ele foi ouvido e te-ve espao. Esse foi um ano muito bom para o Legislativo, foi um ano que apre-sentei projetos e eu acho que o vere-ador tem como o contedo os seus projetos e opinies. Ento, a popula-o acompanha a reunio da Cma-ra e v o posicionamento dos projetos do vereador. Quando ela vota j sabe em quem est votando porque conhe-ce os trabalhos.7SEXTA-FEIRA, 15/JAN/2016 facebook.com/jornalcidademg POLTICAENTREVISTA: VEREADOR DI-GIANNE NUNESDe 2013 a 2015, Di-Gianne Nunes apresentou 93 requerimentos,8 projetos de lei e 17 anteprojetos.Eu fui eleito com uma votao muito expressiva, e o que me faz ficar muito agradecido que dois anos e meio aps a posse j cogitavam a possibilidade de que eu me candidate a prefeitoEu honro cada centavo que recebo da minha funo de vereador, inclusive, a controladoria da Cmara testemunha que j tirei at dinheiro meu para acelerar projetos da CasaFOTO: JULIANO ROSSIDA REDAO contato@jornalcidademg.com.brComo voc avalia os seus trs primeiros anos de legislatura? O que voc teve de decepo?Quando eu me candidatei a verea-dor, queria repetir tudo que eu tinha feito pela educao da cidade. Tanto que eu s prometi uma coisa na mi-nha campanha poltica, que foi justa-mente entrar com o projeto da Cma-ra Itinerante. Eu queria ser um verea-dor atuante, inclusive meu slogan era Um professor atuante para fazer uma Cmara Municipal diferente. A gen-te aprende a cada dia, foi muita bata-lha, teve muita conquista, muita coisa boa, decepes a gente tem a todo o momento na vida poltica. Eu conside-ro que no final das contas, encerrando o terceiro ano do mandato, o saldo mais positivo do que negativo.O que voc pode mostrar pa-ra o eleitor que foi fruto dire-to do seu trabalho como verea-dor nesses trs primeiros anos?Nesse momento em que estamos ten-do esta entrevista, tm atletas de La-goa da Prata que esto sendo apoia-dos por um projeto que eu idealizei, eu batalhei muito para que desse certo. Nesse momento tambm tem crianas e adolescentes na pista de skate, que tambm foi uma batalha, alm do re-curso eu lutei muito para que ela fos-se implantada. Nesse momento tem senhoras da melhor idade que esto praticando hidroginstica na Praa de Esportes. Esse tambm um projeto meu que foi aprovado pelo prefeito. E academias ao ar livre.Essas iniciativas se tornaram concretas por causa de apoio da administrao municipal e pelo seu relacionamento com o governo?Sem sombra de dvida. Eu e o Prefei-to j tivemos problema, mas eu vou at o gabinete, converso e mostro porque interessante apoiar tal projeto. J ti-ve que utilizar de outros mtodos, co-mo por exemplo, quando eu vi que o apoio ao aluno do transporte univer-sitrio no estava saindo, fui rodo-via gravar um vdeo para mostrar a im-portncia daquilo ali e movimentar o pessoal. A partir disso, melhorou mui-to, nunca teve um aumento to signifi-cativo. So meios de tentar movimen-tar a poltica e fazer a coisa acontecer.Voc lanou recentemente um informativo parlamentar com as suas aes. Muitas pesso-as o criticaram falando que era propaganda poltica, que voc um pr-candidato a prefeito para as eleies de 2016. Vo-c, de fato, vai ser candidato a prefeito ou vereador?Eu fui eleito com uma votao muito expressiva, e o que me faz ficar mui-to agradecido que dois anos e meio aps a posse j cogitavam a possibi-lidade de que eu me candidate a pre-feito. Mas falta um ano ainda, a gente tem que pensar na populao e em terminar bem esse mandato. No fu-jo dessa histria, mas o que eu que-ro mesmo terminar bem o mandato.Quem so as pessoas que for-mam o seu grupo poltico atu-almente? Hoje voc o presi-dente do PPS, que o partido do ex-prefeito Divininho, que est agora no PV (do deputado Tiago Ulisses). Se a eleio fosse hoje, a tendncia que seu grupo se-ria formado por quais partidos?Essa uma pergunta que ainda no tem a possibilidade da gente conver-sar ou afirmar, uma vez que a gente tem sempre conversado com presidentes de outros partidos, mas o que eu pos-so te dizer o que o PPS teve uma boa renovao, ainda continua com pes-soas boas. O partido est preparado para sair na prxima eleio com uma candidatura majoritria (para prefeito) e com um nmero bom de vereado-res tambm.Como voc avalia a Administra-o Municipal?O prefeito est trabalhando como eu estou trabalhando, como voc est tra-balhando. Pavimentao obrigao. Pagar o 13 salrio do funcionalismo pblico tambm. Se a gente for olhar, at esse momento no foi feito nada de extraordinrio nesta gesto. um mandato normal.Uma pauta importante que foi discutida em 2015 na Cmara foi a aprovao de um requeri-mento que pedia Mesa Direto-ra a reduo do salrio dos ve-readores a partir de 2017. Vo-c concorda em reajustar para baixo o salrio dos vereadores? Eu honro cada centavo que recebo da minha funo de vereador, inclusive, a controladoria da Cmara testemu-nha que j tirei at dinheiro meu pa-ra acelerar projetos da Casa. Mas eu votei a favor desse requerimento e es-pero por ele. Como disse na ocasio da votao desse requerimento, exis-te muita mscara aqui nesta Cma-ra, muita politicagem e teatrinho. Eu acho que se esse salrio diminuir vai ter mais vereadores com melhores in-tenes. S o tempo dir se isso acon-tecer, mas acho que a politicagem di-minuiria muito.Voc falou na ltima resposta sobre o teatro que, s vezes, simulado por alguns vereado-res durante as reunies. Esta-mos gravando essa entrevista em uma sexta-feira (18/12), e a reunio da Cmara desta se-mana foi um pouco confusa. Na sua avaliao, a transmisso das reunies pela rdio contri-bui mais para a informao do cidado ou mais para o verea-dor fazer palanque poltico em causa prpria? Quando eu entrei na Cmara ficamos dois meses sem transmisso. O pri-meiro ms, pelo fato de ser janeiro, no tem reunio ordinria. Nas ruas eu en-contrava muitas pessoas falando que tinha que transmitir. Acho que a popu-lao prefere as transmisses. Fato que nas ruas o pessoal comenta at as vrgulas que a gente fala aqui. Mas que a transmisso em certos momen-tos virou uma bobagem, isso, qualquer um sabe e nota. Tem vereador que fa-la muito bem e comea com o falat-rio. Por isso, muitas vezes eu prefiro fi-car calado. Aproveitar da reunio pa-ra fazer campanha o grande proble-ma. Ainda acho que tem mais pontos positivos que negativos. O eleitor sa-be filtrar o que um trabalho srio e o que politicagem.Obrigado pela entrevista. O es-pao est aberto para as suas consideraes finais.Trs anos, eu gostei muito. Diversas coisas aconteceram. Para acontece-rem foi com muita luta. Eu penso que ainda falta um ano, vamos tentar con-tinuar da mesma forma que a gente ini-ciou. Eu tenho trs projetos que esto sob a anlise da Prefeitura Municipal e at agora no obtive resposta. O pas-se livre no transporte local para pes-soa com deficincia, o projeto para a criao de 10 cargos na Secretaria de Educao para agente de apoio pes-soa com espectro do autismo e tem tambm o projeto da Guarda Escolar. Esse foi meu grande sonho e tambm minha maior decepo. Porque nem para discutir o assunto eu fui atendido. Quem est no ambiente escolar sabe da importncia desse projeto. Um local onde a gente quer que o pedaggico acontea da melhor maneira possvel, tem que ser um lugar seguro. o meu sonho para o ano que vem e eu vou co-brar da Prefeitura Municipal e irei fa-zer todos os movimentos que fiz ante-riormente. Isso que pretendo o ano que vem. Encerrar bem esse mandato. 8 SEXTA-FEIRA, 15/JAN/2016www.jornalcidademg.com.brPOLTICAENTREVISTA: VEREADOR EDMAR NUNESDe 2013 a 2015, Edmar Nunes apresentou 121 requerimentos,15 projetos de lei e 18 anteprojetos.No incio de 2013 realizamos a audincia pblica de segurana pblica. A parte dos vereadores ns realizamos, porm, a parte de executar caberia ao Estado, no foi feitaFOTO: JULIANO ROSSIDA REDAO contato@jornalcidademg.com.brAo finalizar o terceiro ano de sua primeira legislatura, o que voc pode mostrar para o cidado que resultado direto de seu traba-lho?Todo cidado que vai assumir um cargo pblico tem que ser transparente para a sociedade. O vereador tem que tentar ter uma abertura com a prefeitura e man-ter um discurso direto com os deputa-dos. Muitas vezes a Administrao tem que receber os recursos e acatar. Tenho que parabenizar os prefeitos Roberto e Paulinho, que abriram espao para que outros deputados tivessem abertura, co-mo o caso do Reginaldo Lopes, que trouxe quase 2 milhes de reais para o Hospital So Carlos para a aquisio do Centro de Imagem, inclusive, tenho res-posta do documento que ele mandou pra mim. Isso foi o esforo de um gru-po que apoiou o deputado Reginaldo Lopes. A Paulene Andrade e a Janana, ambas da Secretaria de Educao, fo-ram as pessoas que deram suporte ao maior nmero de votos para o Reginal-do Lopes em Lagoa da Prata. Isso mos-tra que antes de ele pedir voto mandou o recurso para ajudar a trazer o IFMG pa-ra o municpio. A voc me pergunta: Foi o vereador? Eu estava junto com o pre-feito e com a base. Agradeo a ele pelo empenho em Lagoa da Prata. Junto ao deputado Sargento Rodrigues eu con-segui uma ambulncia que j foi adqui-rida para a Secretaria de Sade. Com o deputado Alencar da Silveira Jnior con-segui o recurso de 50 mil reais para a ilu-minao do campo do Associao dos Veteranos do bairro Gomes. Cerca de duas semanas antes de sair a notcia so-bre a possibilidade do fechamento da agncia do INSS eu j havia enviado of-cio para o deputado Reginaldo Lopes. E logo quando saiu a veiculao da no-tcia ele deu uma entrevista na rdio pa-ra dizer que a agncia no fecharia. Is-so um trabalho de contatos, pois no fcil. Embora no seja funo do ve-reador, ns temos que procurar recur-sos, pois nem sempre a prefeitura ter como ajudar.Voc veio da rea da segurana pblica como policial militar e trabalhou durante muito tempo frente do Proerd. Nenhum dos ve-readores conhece a rea de se-gurana pblica to bem quan-to voc. O que voc sente ao ver-mos que a violncia tem aumen-tado cada dia mais em Lagoa da Prata e nada parece acontecer para diminuir a escalada da cri-minalidade?No incio de 2013 realizamos a audin-cia pblica de segurana pblica, que teve a presena dos deputados Joo Leite, Sargento Rodrigues, Tiago Ulis-ses e Fabiano Tolentino. Tambm parti-ciparam juzes, promotores e do delega-do regional. A audincia me deixou um pouco frustrado, pois vrios anseios da sociedade no foram cumpridos. A par-te dos vereadores ns realizamos, po-rm, a parte de executar caberia ao Es-tado, no foi feita. A Guarda Civil Municipal uma ques-to que me preocupa. E o motivo que a Polcia Militar subordinada ao Estado e a Guarda Civil subordinada ao Muni-cpio. Ento, o Municpio, no meu ponto de vista, teria que investir mais na guar-da. Inclusive foi repassado pela Cma-ra um recurso de 60 mil reais e foi indica-do para a aquisio de uma viatura, cur-sos de teaser e aquisio de armas no letais para GMC. Acredito que o prefei-to esteja estudando melhor para inves-tir, municipalizar o trnsito, mas temos que correr atrs o mais rpido possvel para aumentar esse efetivo e com cur-sos de qualificao para a Guarda Ci-vil Municipal.Existe a possibilidade de cria-o de um programa municipal de combate s drogas nos mol-des do Proerd?Se Deus quiser isso vai sair do papel. Eu tive um apoio da secretria de edu-cao Paulene Andrade, da sua equi-pe e do prefeito. Se este programa der certo outros municpios podero us-lo, pois ele ser um programa municipal de combate s drogas. O municpio est numa crescente de usurios de drogas.Um assunto que as pessoas re-clamam muito com relao ao horrio que a Cmara realiza as reunies. Qual o motivo da mu-dana desse horrio?A princpio, o objetivo desse horrio das 16 horas que trouxesse mais crianas e adolescentes das escolas para esta-rem presentes nas reunies, pois o fu-turo de Lagoa da Prata est nas mos dos jovens. A ideia seria que, com esta parceria com as escolas, pudssemos fazer com que os alunos vissem como o trabalho na Cmara e, atravs dis-so, formarmos cidados conscientes.Vimos que a presena dessas pessoas na reunio no acon-teceu. Existe a possibilidade de voltar as reunies para s 20 ho-ras?O intuito era ter a presena das pesso-as, j que no aconteceu vimos que as elas do preferncia para ouvir a trans-misso feita pela rdio. J que no deu certo, deveria voltar para 20 horas pa-ra que as pessoas possam vir ou ouvir melhor em casa.Este seu primeiro mandato co-mo vereador. Tem algum arre-pendimento sobre determinada votao ou posicionamento? Qual a avaliao que voc faz da poltica. O que voc enfren-ta aqui na Cmara e o que acon-tece atrs dos microfones, algu-ma coisa lhe surpreendeu nega-tivamente?No me arrependo. Venho de uma fa-mlia que ensina a fazer o melhor pos-svel, a no prometer o que no posso cumprir. Como vereador, pude ajudar muitas famlias, no com recursos, mas com influncia. Eu imaginava uma coi-sa totalmente diferente, principalmen-te por muitas vezes precisar de recur-sos para o Proerd e pensar que se esti-vesse dentro da Cmara seria mais f-cil. claro que temos divergncias po-lticas e pessoais, mas aqui tem bons vereadores trabalhando em prol de La-goa da Prata.Na redao do Jornal Cidade re-cebemos vrias reclamaes de que as reunies dos vereadores so improdutivas, que aconte-cem muitas brigas e a coisa no funciona. Por exemplo, a Cma-ra deixou passar a oportunidade de de obrigar o SAAE a negociar o valor da taxa de esgoto quan-do autorizou a autarquia a fazer o concurso pblico. Depois dis-so aprovou um decreto legislati-vo anulando o aumento, que foi derrubado pelo SAAE. E recente-mente outra vereadora entrou com outra proposta para que se cobre o consumo real. Falou-se muito, fez muito barulho e no aconteceu nada. Muitas vezes as pessoas tem essa sensao em alguns momentos. Por que isso acontece?Tarifar no competncia da Cmara. Isso quem faz o Executivo. Alguns pro-jetos tm que passar pela Cmara. Nes-se caso dos cargos, todos ns sabe-mos da necessidade de funcionamen-to da ETE e tem que contratar funcion-rios. Agora, se esse valor est alto, bai-xo ou precisa melhorar mais tcnico. Acredito que o prprio SAAE fez o es-tudo. Mexeu muito com a sociedade? Mexeu, por ser uma tarifa muito pesa-da para muitas pessoas. Infelizmente, ns, cidados, estamos pagando pa-ra termos melhorias, que no meu pon-to de vista a ETE uma obra do Gover-no Federal e quem deveria arcar com o seu funcionamento quem fez a obra.Voc candidato reeleio?Sou candidato a vereador.Obrigado pela entrevista. O espa-o est aberto para as suas con-sideraes finais.Gostaria de informar que parte dos re-cursos economizados na Cmara no exerccio de 2013 ficou disposio do prefeito o valor de 180 mil reais. In-dicamos e solicitamos que tais recur-sos fossem utilizados na cobertura das quadras dos bairros Santa Helena, Sol Nascente e no Conjunto Habitacional Chico Rezende. Bem como o valor de 130 mil reais que foi repassado em par-tes iguais para 13 entidades do munic-pio cadastradas no Conselho Municipal de Assistncia Social. Saliento ainda o recurso de 60 mil reais que foi indica-do para aquisio de motocicletas pa-ra a equipe GPMOR da Polcia Militar, visando mais agilidade nas abordagens policiais. Tambm foi repassado o valor de 60 mil reais para a aquisio de uma viatura, cursos de teaser e armas letais para a Guarda Patrimonial.O Jornal Cidade muito bem visto e gostaria de pedir para vocs, leitores, vi-sitarem a Cmara. Conhea os seus ve-readores, procurem mais a Cmara pa-ra voc conhecer o trabalho da pessoa que voc escolheu para te representar.Venho de uma famlia que ensina a fazer o melhor possvel, a no prometer o que no posso cumprir9SEXTA-FEIRA, 15/JAN/2016 facebook.com/jornalcidademg POLTICAENTREVISTA: VEREADOR PAULO ROBERTO PEREIRADe 2013 a 2015, Paulo Roberto Pereira apresentou 71 requerimentos,8 projetos de lei e 16 anteprojetos.A Cmara no discute o bem de uma populao, esse bem vem em segundo plano. O bem da populao discutido de acordo com que ele pensa do projeto de poder que ele tem. Isso horripilante. Acontece no Brasil inteiro, no coisa de Lagoa da PrataFOTO: ARQUIVODA REDAO contato@jornalcidademg.com.brNesses trs primeiros anos na sua primeira legislatura, qual o benefcio para o cidado que foi resultado direto de seu trabalho?Alguns benefcios so concretos e ou-tros mais subjetivos. Como benefcio di-reto posso dizer que a proximidade com o deputado Newton Cardoso Jnior, que trouxe para Lagoa da Prata emen-das entregando caminho e mquinas agrcolas. No incio do ano tambm exis-te uma emenda que ir possibilitar a en-trega de caminho, patrola e retroesca-vadeira. A Fundao So Carlos tam-bm recebeu um valor de 400 mil reais e outras coisas que esto engatilhadas para o prximo ano. Mas, ao meu ver, o benefcio maior foi do que pude contri-buir em debates srios e maiores que a Cmara viveu nessa legislatura. Por exemplo, mesmo sendo da classe empresarial e presidente da CDL, quan-do se foi votar a ampliao das classifi-caes para a contribuio de ISS (Im-posto Sobre Servios de Qualquer Na-tureza) do Municpio, adequando-as do Governo Federal, era de se esperar que o presidente da CDL fosse contra essa situao, e seria muito fcil, pois este um projeto que quem estava no poder antes do Paulinho queria muito que fosse aprovado e os vereadores daquela legislatura no queriam. Esse ano, quando o Paulinho entrou com es-se projeto na Cmara poderia ser fei-ta a mesma coisa, e a gente sabe mui-to bem que alguns projetos atrapalham a disputa de poder. Fui um lder l den-tro, onde em uma discusso tentamos tirar o partidarismo e conseguimos. Re-solvemos este problema que precisa-va ser resolvido h muito tempo. Alm disso, posso falar de vrios projetos de discusso de alto nvel em que dei a mi-nha contribuio.O IPTU em Lagoa da Prata est defasado e precisa ser corrigi-do. Em 2013 a Prefeitura enviou para a Cmara um projeto ten-tando reajustar o imposto, po-rm, os valores estavam muito fora da realidade. Voc foi o ni-co vereador que se props a de-bater seriamente e buscar alter-nativas. Uma vez que seus cole-gas sequer propuseram alterna-tivas e nem discutiram as pro-postas que voc apresentou, qual a sensao que ficou, le-vando em considerao que es-sa uma pauta importante para o Municpio e os vereadores fo-ram omissos ao fugirem do de-bate da questo?Talvez tenha sido a primeira grande de-cepo da minha vida poltica. Quando entrei como vereador eu tinha um senti-mento mais romntico, acreditando que agora seriam nove vereadores, um pre-feito e secretrios que fariam de tudo pa-ra ter uma cidade melhor. E ali eu come-cei a ver as coisas no eram bem assim. Quando o projeto chegou ele tinha v-rios erros e valores completamente fora de questo. Tinha valores de IPTU que iriam subir 25 vezes, no tinha cabimen-to. Fui at prefeitura, trouxe as informa-es e fiz uma projeo de quanto cada proprietrio teria que pagar de cada um dos imveis. Quando fiz isso, cheguei com uma alegria muito grande para ten-tar reunir os vereadores e mostrar o fruto daquele trabalho. Ali eu vi que podera-mos corrigir algumas distores, onde casas no Sol Nascente pagam muito e casas em bairros nobres pagam pouco. Eu tive uma grande decepo, pois qua-se nenhum vereador fez questo de se-quer ouvir. O simples fato de aumentar o IPTU faz com que manche o nome dos vereadores, e isso eles no queriam. Fi-quei extremamente decepcionado. At meia hora antes da votao a gente ti-nha seis votos para poder regularizar um monte de injustia e melhorar a arreca-dao e ajustar o valor do IPTU daque-las casas que deveriam pagar mais.Voc vem da rea privada, onde as decises so feitas com base em critrios objetivos para ofere-cer a mxima resolutividade nas situaes que so pontuadas, e na poltica de modo geral as coi-sas no acontecem assim. E na Cmara, quase sempre, ao invs dos vereadores discutirem os projetos de uma forma objetiva, eles descambam para o lado da politicagem, tomando o tempo de transmisso e ocupando o es-pao em que poderiam ser discu-tidas coisas mais srias de for-ma mais objetiva. Qual a sua opi-nio sobre essa perda de tempo?Fica o pensamento de que isso no vai mudar. No vai mudar nem a encenao que se faz l e muito menos a cidade. Eu desacredito muito e sou muito de-sesperanoso em relao a isso. Nes-te tempo de Cmara eu pude perceber isso, o que no quer dizer que seja a C-mara, mas sim o cenrio poltico. A C-mara no discute o bem de uma popu-lao, esse bem vem em segundo pla-no. O bem da populao discutido de acordo com que ele pensa do projeto de poder que ele tem. Isso horripilante. Acontece no Brasil inteiro, no coisa de Lagoa da Prata. Tenho profundo res-peito pelos meus colegas vereadores e com eles aprendi muito e fiz vrias ami-zades l dentro, mas isso que penso da poltica. Na poltica se mostra as ver-ses e no o fato. O Executivo tem uma verso e ele produz verdades. Qualquer Executivo que tiver a mdia do seu lado produz verdades. Ele faz uma mentira vi-rar verdade. A gente v projetos loucos que nunca poderiam ser aprovados e o povo conclama a aprovao.Voc pretende tentar a reeleio a vereador ou ser um pr-candi-dato a prefeito?Isso tem sido uma coisa que est me machucando muito porque eu ouo muita gente pedindo para que eu siga essa carreira, mas a carreira poltica no Legislativo no meu perfil. Eu no te-nho perfil para ser vereador, o meu perfil para ser um executivo, mas o momen-to no esse. No estou vivendo o me-lhor momento onde eu possa disputar uma eleio para prefeito. Ser que is-so vai acontecer em algum tempo? Sim, em algum tempo eu deva ser candidato a prefeito, mas no agora. A nica coisa que posso dizer que no serei candi-dato a nada na prxima eleio.Como voc avalia o desempenho do Poder Executivo e do Legislati-vo em Lagoa da Prata nesses trs primeiros anos?O Poder Executivo est sendo admi-nistrado, do lado financeiro e de obras, muito bem. Acho que o prefeito Pauli-nho tem mostrado a capacidade de fa-zer obras e de fazer a cidade avanar. A questo da abertura de Lagoa da Prata a novos deputados e representantes foi muito interessante, apesar de no con-cordar que se feche aos antigos deputa-dos que trabalharam com o Divino, pois eles fazem muito por Lagoa em alguns momentos. Se tivssemos aceitado al-gumas ofertas do Fbio Ramalho nossa situao estaria muito melhor. Eu vejo uma Cmara que tenta traba-lhar. Eu vejo ali alguns vereadores e ve-readoras que so extremamente com-petentes, que investigam e trabalham, apesar de que tivemos um grande pro-blema nessa Cmara, onde seis candi-datos nunca foram vereadores, e por ser a primeira vez deixamos de entender e discutir uma agenda prioritria para tra-balhar leis e focar no que a cidade pre-cisa. O que no acho legal isso, mas no resto eu aprovo o trabalho das du-as casas.Obrigado pela entrevista. O es-pao est aberto para as suas consideraes finais.As pessoas precisam entender um pouco mais. Hoje, com o advento da internet, se discute muito sobre alguns projetos, mas a pessoa discute a par-tir do que ouve falar e no se discute a partir do que realmente . Por exemplo, o Parque dos Buritis. Para todo mundo precisa acontecer, e precisa, mas da forma como foi colocado e feito, no. Tudo muito errado e a opinio pblica inteira quis que se fizesse errado por no saber que estava sendo feito como estava. A produo de verdades, que nem sempre so to verdades assim, algo muito normal em Lagoa da Prata. No mais, eu quero agradecer o apoio que ns tivemos nesses trs anos, es-se foi um ano de muito trabalho e par-ticularmente no vou entrar na dispu-ta poltica e vou continuar fazendo o meu trabalho de uma maneira muito isenta. Que Lagoa tenha boas pesso-as para vir para a Cmara no ano que vem e que o nosso prefeito seja cada vez melhor.Em algum tempo eu deva ser candidato a prefeito, mas no agora. A nica coisa que posso dizer que no serei candidato a nada na prxima eleio10 SEXTA-FEIRA, 15/JAN/2016www.jornalcidademg.com.brVARIEDADESFASES DA LUAJANEIRO DE 2016PALAVRAS CRUZADAS HORSCOPOMinguantedia 2, 3h31Novadia 9, 23h31Crescentedia 16, 21h27Cheiadia 23, 23h46SOLUESEncante-se pelo seu lar. Voc plantar a semente que ser co-lhida anos a fio. Amor uma r-vore que d frutos bons e regula-res, quando bem cuidada.Procure um curso de expanso ou alguma forma de ampliar seu arcabouo cultural. Idas a tea-tros, livrarias ou palestras po-dem ser benficas.Voc deve estar ouvindo dentro de si o chamado da cidade. Fes-tas, eventos e pessoas. Tudo is-so fala alto e a porta da rua pare-ce ser a melhor opo.Sua mente nem sempre conse-gue ficar focada no presente, e a ansiedade de ver o futuro mani-festado causar dor de cabea. Deixe o tempo correr.Momento de olhar para o passa-do e tentar resgatar as amizades que lhe trouxeram tanta alegria e emoes. No nostalgia, mas um reencontro.Esto saindo emoo, sensibili-dade e afeto pelos poros. O as-pecto de Vnus e Lua, que est na sua 1 casa, ressalta essas ca-ractersticas em voc.A busca pela cultura est em al-ta. V atrs de atividades cultu-rais, artsticas ou poticas. Sol-te o criador que mora dentro de si e mos obra!Preste ateno: o grande amor da sua vida j est do seu lado. Po-de planejar filhos e netos. Culti-ve seu jardim emocional para os frutos corretos.Cuide das consequncias dos seus atos. Nem tudo que d pra-zer hoje irrelevante. s vezes, pequenas aes podem causar tragdias, dramas picos.Tire o dia para pintar, cantar ou fazer msica. Se voc no tiver habilidades artsticas, visite um museu ou v ao teatro. H fome de arte em voc.D tempo a si mesmo, diminua a cadncia das suas atividades so-ciais. Procure a companhia dos prprios pensamentos e emo-es. Medite.Nosso subconsciente pode libe-rar energias como tomos em fu-so. Se controlados, viram estre-las; se libertos na multido, viram catstrofe.O JORNAL CIDADE tambm pode ser encontra-do na CASA DO PO DE QUEIJO (Rua Joaquim Gomes Pereira, 1466, Gomes), no SICOOB CRE-DIPRATA (Av. Benedito Valadares, 590 - Centro) e no SICOOB LAGOACRED (Av. Benedito Valada-res, 800 - Centro). Os exemplares estaro dispo-sio dos moradores e comerciantes, todas as se-manas, s sextas-feiras. O jornal poder ser retirado gratuitamente. o nosso jornal fazendo parcerias in-teligentes, levando informao sria e de credibilida-de ao alcance de mais pessoas. Boa leitura a todos!PEGUE O SEU JORNAL! SO MAIS DE 50 LOCAIS POR TODA A CIDADE!CASA DO PO DE QUEIJO37 3261-4778SICOOB CREDIPRATA37 3262-5600SICOOB LAGOACRED37 3262-5500SEXTA-FEIRA, 15/JAN/2016 11CULTURAfacebook.com/jornalcidademgLivro da Acadelp lanado em Mostra CulturalDA REDAO contato@jornalcidademg.com.brA Academia Lagopratense de Letras (Aca-delp) realizou no dia 28 de dezembro a Mostra Cultural. O evento, realizado na sede do Lions Clube, teve o objetivo de promover a cultura no municpio e lanar o livro Lagoa da Prata em Pro-sa e Verso III, coletnea dos poemas finalistas de todos os concursos de poesias realizados pe-la academia e textos escritos pelos acadmicos. A mostra contou com exposio de telas das artistas Letcia Faria, Micheli Gonalves e Marita-na Bessas, livros de escritores de Lagoa da Pra-ta, banners com poesias, fotos de eventos, apre-sentao de uma dana pela coregrafa e baila-rina Bianca Mayra (Estdio de Dana Impactus), apresentao musical com Helder Clrio e reci-tal com os acadmicos. O evento foi aberto com o lema A cultura de um povo o seu maior patrimnio. Preserv-la resgatar a histria, perpetuar valores, permitir que as novas geraes no vivam sob as trevas do anonimato. O evento contou com a presen-a de pessoas que valorizam a arte e a cultura de Lagoa da Prata, dentre elas o secretrio Munici-pal de Cultura Ricardo Costa, Carmem Simes (representantes do Conselho Municipal de Cul-tura e Turismo), vereador Edmar Nunes, a biblio-tecria Georgina, o escritor Tadeu Lobo, de No-va Serrana, o escritor Antnio Carlos Dayrell, de Belo Horizonte, imprensa, diretores de escolas, professores, alunos, acadmicos, um convidado de Portugal e demais convidados que muito abri-lhantaram o evento. A Acadelp agradece a to-dos que contriburam para a realizao de mais este evento cultural, afirmou a acadmica Adir-cilene Batista. Para Maria Bruna Mota, que teve seu texto publicado no livro, a sensao foi maravilhosa. Eu acredito potencialmente na educao. Ho-je, depois de mais de 5 anos, fui agraciada com a publicao do livro, no qual consta uma de mi-nhas poesias ainda da poca da escola. E depois de tantos anos, ainda escrevo poesias e agora, tambm, os textos acadmicos, afirmou.Terceira edio do livro Lagoa da Prata em Prosa e Verso rene textos finalistas dos concur-sos realizados pela AcadelpA estudante Maria Bruna Mota foi uma das escritoras contempladas com a publicao de seu texto no livro da AcadelpDIVULGAODIVULGAOSEJA VOCQUEM FOR, NSTRABALHAMOS MUITO POR VOC.Veja mais no nosso Portal: almg.gov.brA Assembleia Legislativa se empenhou muito para superar os desa os de 2015. No palco da democracia, o bom embate de ideias foi fundamental para enfrentar a crise econmica, aprimorar o gerenciamento dos gastos no Parlamento e melhorar a vida dos mineiros.SEXTA-FEIRA, 15/JAN/201612 COTIDIANO www.jornalcidademg.com.brNovos conselheiros tutelares tomam posse em Lagoa da PrataDA REDAO contato@jornalcidademg.com.brO Prefeito Paulo Teodoro recebeu em seu gabinete no dia 8 de janeiro os cinco conselheiros tutelares eleitos no ms de outubro. Tomaram posse Iara Aparecida Oliveira Moura, Thas Apa-recida Nunes Rodarte, Bianca Soa-res Oliveira Souza, Camila Dias Xavier e Cludio Henrique de Vasconcelos, que estaro frente dos trabalhos du-rante a gesto de 2016 a 2020. O processo de seleo dos conse-lheiros comeou em abril. Isso aconte-ceu em todo pas com as eleies uni-ficadas. A escolha dos conselheiros tutelares foi dividida em duas etapas. A primeira foi o processo seletivo, com prova de conhecimentos especficos, de carter eliminatrio. A segunda foi a eleio, ocorrida em 4 de outubro. Tive-mos uma eleio muito expressiva, cer-ca de 1300 pessoas compareceram na escola Jacinto Campos para nos ajudar a eleger o Conselho Tutelar, disse Cali Silva, secretria de Assistncia Social. Reeleito, Cludio Henrique de Vas-concelos afirma que pretende continu-ar servindo populao. A minha ex-pectativa a mesma do primeiro man-dato, estar sempre disposio pa-ra servir a cidade de Lagoa da Prata no que for preciso. Tudo o que for per-tinente rea de violao de direitos da criana e do adolescente. Sou gra-to a todos os eleitores que confiaram em mim. Estamos com a esperana de nos aprimorar, melhorar cada dia mais fazendo o que preciso, disse. Para Bianca Soares Oliveira Sou-za importante que a populao es-clarea as dvidas sobre o papel do Conselho Tutelar. Meu desejo reali-zar um bom trabalho, servir a populao em prol das crianas e dos adolescen-tes. Sou grata a todos que mais uma vez confiaram no meu trabalho e vota-ram em mim. Todos aqueles que tm alguma dvida quanto aos direitos da criana e do adolescente, podem me procurar e no apenas quando houver a violao destes direitos. E quando ne-cessrio, iremos encaminhar as pesso-as para as entidades parceiras CRE-AS (Centro de referncia especializa-do de ass. social), CRAS (Centro de re-ferncia de ass. social) e toda a rede - para que possamos juntos lutar pelos direitos da criana e do adolescente, afirmou. O apoio da populao fundamen-tal para o sucesso do trabalho dos con-selheiros tutelares. o meu primeiro mandato, estou com muita expectati-va. Quero continuar com tudo aquilo que foi bom e melhorar cada dia mais. Trabalhamos juntos, somos uma equi-pe e dependemos da populao para dar continuidade a cada trabalho com a criana e adolescente, destacou Ca-mila Dias Xavier. Thas Aparecida Nunes Rodarte tem a inteno de intensificar os tra-balhos do mandato anterior. Estamos prontos e dispostos a desempenhar um bom trabalho, dar continuidade ao que a gente j fez e propor melhoras. Sempre com a inteno de garantir o direito da criana e do adolescente, sa-lientou.PARA MAIS INFORMAES:O Conselho Tutelar de Lagoa da Prata fica situado na rua Santa Catarina, 169.Contato: (37)3261-1111 (das 8h s 11h e das 13h s 18h) ou (37)9 9913-9597 (Planto).FOTO: ASCOM PMLPIara Moura, Thas Rodarte, Camila Dias, Cludio Vasconcelos, Bianca Soares, Paulo Teodoro, Cali Silva, Adriana Ferreira e Thiago HenriqueSEXTA-FEIRA, 15/JAN/2016 13OCORRNCIASfacebook.com/jornalcidademgPolcia Militarcaptura assaltantesde relojoariaDA REDAO contato@jornalcidademg.com.brUma relojoaria localizada no centro de Lagoa da Prata foi assaltada na tar-de de segunda-feira (11). Dois indivdu-os da cidade de Bom Despacho entra-ram no local portando arma de fogo e anunciaram o assalto. A Polcia Militar foi acionada assim que os autores fugi-ram do local. Ainda em fuga, eles foram surpreendidos por uma equipe da PM, que iniciou a perseguio por vrias ru-as da rea central e do bairro Gomes at que eles retornaram para o centro da cidade e abandonaram a motocicle-ta utilizada no crime atrs de alguns ve-culos e entraram em uma oficina, tendo em seguida subido nos telhados das re-sidncias e comrcios. Com a chegada do reforo policial o quarteiro foi cercado e aps inten-sas buscas um dos autores foi localiza-do e apreendido aps tentar fugir pu-lando muros e telhados para ter aces-so rua. Ele foi capturado portando um revlver calibre 32 com seis munies intactas. Houve disparos e a rua esta-va cheia de populares querendo ver o desfecho da perseguio. O outro autor foi preso minutos de-pois no telhado de uma empresa de alarme com a ajuda do prprio dono do estabelecimento. Ao ser conduzido pa-ra a viatura, populares que acompanha-ram a ao aplaudiram a ao da pol-cia e alguns, mais entusiasmados, gri-tavam Deixa ns (sic) bater nele, Dei-xa ns (sic) dar nele um cascudo. ASSISTA AO VDEO NO SITE:www.jornalcidademg.com.br A ao mobilizou quatro viaturas e pelo menos 12 policiais. Todos os arti-gos furtados foram recuperados. A mo-tocicleta utilizada no crime que no era produto de furto e a arma de fogo foram apreendidas. De acordo com o Capito Simes, a Polcia Militar tem desenvolvido im-portantes operaes de combate ao crime. Excelente trabalho repressivo da polcia, que no mesmo dia tambm efetuou a priso de trs autores por tr-fico de drogas, sendo na ocasio apre-endidas 95 pedras de crack, algumas buchas de maconha e mais de mil reais em dinheiro. Na data do assalto efetu-amos a consulta da placa no momen-to dos fatos. No constava nenhum im-pedimento em desfavor do veiculo, afir-mou. Para o Sargento Pereira, a ao da polcia foi instantnea. A minha equi-pe estava na Delegacia de Polcia Ci-vil para um auto de priso em flagrante de traficantes, quando escutamos pe-lo rdio que a viatura do sargento Dnis necessitava de apoio devido a um rou-bo mo armada na Relojoaria me-ga. De imediato, samos e deparamos com dois indivduos em uma moto pe-la Avenida Brasil, momento em que ini-ciamos a perseguio pelas ruas da ci-dade. Notamos que o rapaz da garupa estava com uma mochila, caractersti-cas idnticas s repassadas pela nos-sa sala de operaes. Os meliantes fo-ram perseguidos e, dada a presso so-bre eles e a dificuldade de fugirem das viaturas, eles entraram em uma oficina mecnica, abandonando o veculo e fu-gindo a p, se desfazendo pelo cami-nho dos produtos do roubo. Subiram no telhado de residncias e foram cer-cados e posteriormente capturados, descreveu. Pereira tambm frisou que a Polcia Militar tem muito zelo com a seguran-a do cidado de bem. Somos caute-losos quando o assunto perseguir al-gum no trnsito. Se notarmos que dali possa ocorrer um mal maior, cessamos a perseguio. Ali os meliantes foram pegos de surpresa e devido ao empe-nho incondicional dos policiais e o com-promisso com o resultado a ocorrncia foi resolvida com xito. A ajuda da popu-lao foi magnfica, nos dando apoio, fi-cando a distncia para no atrapalhar nossa ao, repassando informaes tanto para ns, que estvamos na rua, como para a sala de operaes. BANDIDO MOSTRAINDIFERENAEm entrevista ao reprter Luiz Francis-co, da rdio Veredas, um dos bandidos disse ser normal a situao. isso a mesmo. Sou culpado. isso mesmo, agora priso, isso normal, disse. De acordo com o Tenente Morais, que tambm participou da operao, a polcia j estava prxima ao local quan-do foi acionada. Agimos rpido. Todo o material foi recuperado e a motocicleta que estava sendo utilizada por eles foi apreendida. No tivemos feridos, mas gostaria de fazer um alerta para a po-pulao, pois neste tipo de ocorrncia sempre h a possibilidade de troca de tiros. Ento orientamos a populao a evitar aglomerao para no ser atingi-da por bala perdida. Indivduos como esses normalmente praticam sries de assaltos, prendendo dois como foi o ca-so, j so menos bandidos nas ruas, afirmou. Para uma das vtimas, que no quis se identificar, o momento do assalto foi de muito medo. Jogaram-nos no ba-nheiro, deram vrios chutes e coronha-das na cabea pedindo ouro. Eles di-ziam: Ouro, ouro, ouro... eu quero ou-ro. Chutavam-nos muito. Eles pegaram algumas coisas na loja e outras de um cliente, e fugiram logo. Primeiro vem a raiva de ver como eles agem e depois o alvio de saber que foram presos. Es-tou muito nervoso, preocupado e ten-so por nunca ter passado por isso, re-velou.Apesar do sucesso da operao, a PM alerta sobre o risco que as pessoas correm por acompanharem de perto a situao.FOTOS: JULIANO ROSSIOs bandidos vieram de Bom Despacho e foram presos com ajuda do dono de um estabelecimento comercialSEXTA-FEIRA, 15/JAN/201614 COOPERATIVISMOCrediprataA cada R$ 100 em compras com seu Sicoobcard, voc recebe um nmero da sorte para concorrer a 9 Etios Hatch e 9 TVs 40 de LED. E ainda pode concorrer a 5 S10 no sorteio final! Participe! Quanto mais voc usar seu Sicoobcard, mais chances tem de ganhar!CAMPANHA VLIDA PARA CARTES DE CRDITO E DBITOParticipao de 1/12/2015 a 29/2/2016 para pessoas maiores de 18 anos e pessoas jurdicas, associadas a uma das cooperativas das nove regies filiadas ao Sicoob Central Crediminas, portadoras de carto Sicoobcard participante. Sorteios: 20/1/16 - nove Etios Hatch X, um por regio; 16/3/16 - nove TVs 40 de LED, uma por regio; 30/3/16 - cinco S10 LT entre os ganhadores das TVs. Consulte cooperativas participantes, demais condies, descrio e distribuio dos prmios no regulamento no site www.cartaopremiadosicoob.com.br. Imagens meramente ilustrativas. Certificado de Autorizao SEAE/MF n 04/0442/2015.Campanha exclusiva para associados das cooperativas filiadas ao Sicoob Central Crediminas. Consulte as cooperativas participantes e o regulamento no site cartaopremiadosicoobcard.com.brQuer concorrer a 9 Etios Hatch, 9 TVs 40 e a 5 S10?SICOOB CREDIPRATA contrata O SICOOB CREDIPRATA far um processo sele-tivo para composio do cargo agente de microcrdito.Para candidatar-se a vaga, o interessado deve ter os se-guintes requisitos:Ter curso superior completo em Administrao, Ci-ncias Contbeis ou Economia;Ps graduao em reas correlatas com a funo;Curso Microsoft Excel Avanado;Noes de planejamento estratgico;Ter boa comunicao;Capacidade de trabalhar em equipe;Raciocnio lgico e sistmico. O Candidato dever residir no municpio da Agncia e no possuir grau de parentesco por consanguinidade ou por afinidade com funcionrios, membros dos Conse-lhos de Administrao e Fiscal, at o 2 grau, em linha re-ta ou colateral. Para inscrever no PROCESSO SELETIVO SICOOB CREDIPRATA basta enviar seu currculo completo pa-ra currculos@sicoobcrediprata.com.br, constando no assunto: Agente de Atendimento Microcrdito, at o dia 25/01/2016. Venha fazer parte da nossa equipe!PUBLIEDITORIAL Para concorrer a es-tes prmios, basta utili-zar o seu carto Sicoob-card do Sicoob Credipra-ta que j estar participan-do da Campanha CAR-TO PREMIADO que uma promoo efetivada pelo Sicoob Central Cre-diminas e cooperativas singulares. A cada R$100,00 em compras com o CARTO SICOOBCARD, o asso-ciado receber um nme-ro da sorte eletrnico, que ser gerado pela sua com-pra automaticamente pa-ra concorrer aos prmios. Quanto mais o associa-do utilizar os CARTES SICOOBCARD do SI-COOB CREDIPRATA, na funo crdito ou dbito, maiores sero as chances de ganhar. Nesta campanha sero sorteados 5 caminhone-tes S10 LT, 9 carros Etios Hatch X e 9 TVs 40 e o associado do SICOOB CREDIPRATA no preci-sa se cadastrar para par-ticipar da promoo, ape-nas utilizar o seu carto SI-COOBCARD. O(s) nmero(s) da Sorte podem ser consul-tados no site www.car-taopremiadosicoob-card.com.br, em at 3 (trs) dias teis antes da data do respectivo sor-teio, informando, apenas, o nmero do seu CPF no campo apropriado. O perodo da Campa-nha ser de 01/12/2015 a 29/02/2016.www.jornalcidademg.com.br