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Revista São Judas Tadeu - maio/2014

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Primeira edição da Revista São Judas Tadeu, publicada em maio de 2014.

Text of Revista São Judas Tadeu - maio/2014

  • Ano 1 Nmero 01 Maio 2014

  • 2 Revista So Judas Tadeu Maio 2014

    Queridos irmos e irms, chega at ns, por dedicao da Pastoral da Comunicao - PASCOM, a primeira edio de nossa Revista Paroquial. E com ela, apresento algumas caracters-ticas da Igreja que devemos bus-car com todas as nossas foras: 1. Queremos ser uma Igreja Espiritual. Percebemos em nosso povo uma intensa busca de es-piritualidade, uma intensa sede de Deus. A nossa parquia quer ser uma Igreja orante e adorante, discpula, que esteja escuta de Deus atravs da Leitura Orante da Palavra diariamente. Uma Igreja eucarstica, amorosa, de comu-nho e de alegria. A Igreja Espiri-tual uma Igreja de compromisso social, uma militante que brota da orao. Queremos uma Igreja mais do sopro do Esprito do que eficincia, mais inspirao que instituio, mais carisma que poder, mais amor que lei, mais comunho que organizao, mais comunidade que sociedade. 2. Queremos ser uma Igreja Missionria, anunciadora, pregadora da boa nova do reino de Cristo. Para poder aquecer, a nossa Parquia dever arder com o fogo do Esprito. S essa experincia espiritual ateia fogo na alma do nosso povo e a faz flamejar para fora. 3. Queremos ser uma Igreja Hospitaleira, de dilogo, aco-lhedora de todas as diferenas. Trata-se de uma Igreja que inclui e que evita toda forma de ex-cluso. Uma Igreja aberta, larga, magnnima e generosa. Uma Igreja que seja verdadeiramente me. Uma casa em que todos possam se sentir em casa. Queremos superar todo o com-portamento meramente burocr-tico, frio, rotineiro e impessoal, e estabelecer uma relao pastoral personalizada. 4. Queremos ser a Igreja da Misericrdia, uma verdadeira escola da compaixo, ternura

    e piedade. A porta de entrada de nossa Parquia deve ser a porta de ouro do amor incondicional, da simpatia, da amizade. A mi-sericrdia se estende a todos os que so tidos como pecadores, proscritos, perdidos, desgraa-dos, prostitutas, mes solteiras, recasados, homossexuais, os envolvidos no trfico, as vtimas da aids, etc. A Igreja de Cristo no pode fechar o corao a pessoa alguma, por mais perdida que possa parecer. A Igreja do crucifi-cado no pode conhecer ne-nhuma sorte de excluso. S os arrogantes esto fora, porque por sua presuno, no se dignam de participar dela. 5. Por fim, queremos ser a Igreja da Esperana, que sonha um mundo diferente, onde todos possam gozar das condies b-sicas de vida, como promotores da paz. A revista mais uma for-ma de nos comunicar e trazer a Igreja que queremos em textos e imagens. Fique vontade para ler e reler, e deixar essas palavras entrar no corao.

    A porta de entrada de nossa Parquia deve ser a porta de ouro do amor incondicional, da simpatia, da amizade.

    Palavra do proco

    Pe. Luciano

    Horrios da Parquia

    Missas: Sbado 19h

    Domingo 10h e 19h

    Quarta-feira 16h (com bno da sade)

    1 sexta-feira do ms - 19h30 (Apostolado da Orao)

    Dia 28 19h30 (novena perptua de So Judas Tadeu)

    Secretaria Paroquial Segunda a sexta-feira das 8h s 12h e das 13h s 22h

    Sbado das 8h s 12h

    Grupo de Orao RCC Quinta-feira 19h15

    Grupo de Jovens Sementes do Amanh Sbado 20h30

    Tero dos Homens Quarta-feira 19h30

    Infncia Missionria Sbado 9h

    Coroinhas e aclitosSbado 10h

    Pastorais Sociais Critas tera-feira, das 14h30 s 17h

    Antialcolica quarta-feira s 20h

    Narcticos Annimos sbado s 19h

    ExpedienteA REVISTA SO JUDAS TADEU UMA PUBLICAO DA PARQUIA SO JUDAS TADEU

    ProcoPadre Luciano dos Santos

    Jornalista ResponsvelCleide Carvalho (MTB/SC 2960)

    Tiragem: 2 mil

    Impresso: Grafinorte S/A

    Visite nossa Parquia:Rua Voluntrios da Ptria, 28 - Itaum - Joinville/SC / (47) 3436-0332 [email protected]/paroquiasj

  • Revista So Judas Tadeu Maio 2014 3

    Encontramo-nos diante duma das maravilhas do Senhor: Maria! Uma criatura humilde e frgil como ns, escolhida para ser Me de Deus, Me do seu Criador. Queria refletir convosco sobre trs realidades: a primeira, Deus surpreende-nos; a segunda, Deus pede-nos fidelidade; a terceira, Deus a nossa fora. A primeira: Deus surpreende-nos. [...] A Virgem Maria, perante o anncio do Anjo, no esconde a sua admirao. Fica admirada ao ver que Deus, para Se fazer homem, escolheu precisamente a ela, jovem simples de Nazar, que no vive nos palcios do poder e da riqueza, que no realizou feitos extraordinrios, mas que est disponvel a Deus, sabe confiar nEle, mesmo no entendendo tudo: Eis a serva do Senhor, faa-se em mim segundo a tua palavra (Lc 1,38). a sua resposta. Deus surpreende-nos sempre, rompe os nossos esquemas, pe em crise os nossos projetos, e diz-nos: confia em Mim, no tenhas medo, deixa-te surpreender, sai de ti mesmo e segue-Me! Hoje perguntemo-nos, todos, se temos medo daquilo que Deus me poder pedir ou est pedindo. Deixo-me surpreender por Deus, como fez Maria, ou fecho-me nas minhas seguranas, seguranas mate-riais, seguranas intelectuais, seguranas ideolgicas, seguranas dos meus projetos? Deixo verdadeiramen-te Deus entrar na minha vida? Como Lhe respondo? A segunda: Deus pede fidelidade em segui-Lo. [...] Maria disse o seu sim a Deus, um sim que trans-tornou a sua vida humilde de Nazar, mas no foi o nico; antes, foi apenas o primeiro de muitos sins pronunciados no seu corao tanto nos seus momen-tos felizes, como nos dolorosos muitos sins que culminaram no sim ao p da Cruz. Pensai at onde chegou a fidelidade de Maria a Deus: ver o seu nico Filho na Cruz. A mulher fiel, de p, destruda por den-tro, mas fiel e forte. Podemos nos tornar no fiis, mas Ele no pode; Ele o fiel e pede-nos a mesma fidelidade.

    Pensemos quantas vezes j nos entusiasmamos por qualquer coisa, por uma iniciativa, por um compro-misso, mas depois, ao surgirem os primeiros proble-mas, abandonamos. a dificuldade de ser constantes, de ser fiis s decises tomadas, aos compromissos assumidos. Muitas vezes fcil dizer sim, mas de-pois no se consegue repetir este sim todos os dias. No se consegue ser fiel. O ltimo ponto: Deus a nossa fora. [...] Ma-ria: depois da Anunciao, o primeiro gesto que ela realiza um ato de caridade para com a sua parente idosa Isabel; e as primeiras palavras que profere so: A minha alma enaltece o Senhor, ou seja, um cn-tico de louvor e agradecimento a Deus, no s pelo que fez nEla, mas tambm pela sua ao em toda a histria da salvao. Tudo dom dEle. Se conseguimos entender que tudo dom de Deus, ento quanta felicidade teremos no nosso corao! Ele a nossa fora! Dizer obrigado parece to fcil, e todavia to difcil! Quantas vezes dizemos obrigado em famlia? Esta uma das palavras-chaves da convivncia. Com licena, perdo, obrigado: se numa famlia se dizem estas trs palavras, a famlia segue adiante. Quantas vezes dizemos obrigado junto da famlia? Quantas vezes dizemos obrigado a quem nos ajuda, vive perto de ns e nos acompanha na vida? Muitas vezes damos tudo isso como suposto! E o mesmo acontece com Deus. fcil ir at ao Senhor para pedir alguma coisa, mas ir agradec-Lo Ah, isso difcil. Invoquemos a intercesso de Maria, para que nos ajude a deixarmo-nos surpreender por Deus sem re-sistncias, a sermos-Lhe fiis todos os dias, a louv-Lo e agradecer-Lhe porque Ele a nossa fora. Amm.

    Homilia do Papa Francisco na Jornada Mariana - 13 de Outubro de 2013

    Temos medo do que Deus pede?

    Mensagem do Papa

  • 4 Revista So Judas Tadeu Maio 2014

    Os Grupos Bblicos de Reflexo (GBR) oferecem aos fiis uma oportunidade de convvio fraterno, vnculos profundos, afetividade, lugar de verdadeira acolhida, proximidade com enfermos, alm do encontro vivo com a Palavra de Deus por meio da Leitura Orante. Em 1994, o Papa Joo Paulo II, pelo decurso da carta Tertio Milnio Adveniente, convocou a Igreja Catlica a des-lanchar vigorosamente um projeto de evangelizao em vista ao Terceiro Milnio que se aproximava. A 34 Assembleia da Conferncia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acolheu a convocao evan-gelizadora do santo padre e lanou o Documento 56 Rumo ao Novo Milnio com o ttulo: Projeto de Evangelizao da Igreja no Brasil. A Diocese de Joinville tornou conhecido este projeto de evangeliza-o, pela ento Semana Teolgica, em agosto de 1996, na qual estavam presentes todas as lideranas leigas, religiosas, todos os padres e seminaristas da regio. Decidiu-se, ao trmino deste encontro, concretizar o projeto de evangelizao por meio dos grupos de re-flexo, tendo como base a orao, a reflexo e a ao. O GBR um meio concreto de evangelizao urbana, pois as parquias no atendem mais a de-manda evangelizadora das cidades, visando suprir a necessidade do ser humano de se encontrar em comunidade, para assim superar a solido e a massi-

    ficao do mundo moderno. A ento Comunidade So Judas Tadeu acolheu este apelo do bispo da poca Dom Orlando Brandes e iniciou o processo de implantao dos grupos por meio das visitas nas casas, da formao de lideranas e animadores, para assim motivar os encontros em cada rua. Com o auxlio do livro desenvolvido pela Diocese, os encontros acontecem geralmente nas teras-feiras noite, cada semana em uma casa, pro-porcionando assim a integrao entre os vizinhos. Para uma melhor organizao, os grupos na Pa-rquia So Judas esto divididos em 8 setores, sendo que cada setor conta com um lder, responsvel pelo acompanhamento dos grupos alocados quele setor. Procure informaes sobre o grupo de sua rua, quando e onde acontecem os encontros. Venha voc tambm fazer parte deste projeto de evangelizao!

    Dicono Osvaldo da Rosa, coordenador Diocesano dos GBR

    Encontro com a Palavra de Deus

    Nmeros do GBR:Grupos na Diocese: 2800 (dados de 2013)Grupos na So Judas: 43Coordenadora Paroquial: Vanda Brenzink

    Grupos Bblicos de Reflexo

    Por Dicono Osvaldo da Rosa*

  • Revista So Judas Tadeu Maio 2014 5

    Por Angelo Junior

    No de hoje que