of 16/16

Apostila Aprovar Ano05 Fascículo21 Port Qui

  • View
    3.939

  • Download
    9

Embed Size (px)

Text of Apostila Aprovar Ano05 Fascículo21 Port Qui

Guia de ProfissesOdontologiaabilidade manual, coordenao motora, meticulosidade e ateno concentrada. Esses so alguns atributos essenciais para quem deseja exercer a profisso de odontlogo. A Odontologia a cincia focada no tratamento e no estudo da sade bucal. O profissional de Odontologia no s trata como tambm previne as doenas bucais, atravs de exames dos dentes, gengivas, bochechas, lbios e lngua. Ele elabora o diagnstico e o tratamento, extrai ou restaura dentes, fazendo a correo esttica, a limpeza e ensinando como tratar da higiene bucal. As disciplinas bsicas do curso de Odontologia, que tem durao mdia de quatro a cinco anos, so: Fundamentos da Anatomia Humana, Gentica Humana, Biofsica e Fisiologia, Microbiologia e Imunologia, Parasitologia e Micologia, Patologia Geral, Farmacologia, Cirurgia Bucal e Anestesiologia, Dentstica, Endodontia, Ocluso, Periodontia, entre outras. Existem diversas especialidades como a clnica geral, em que o profissional restaura, extrai dentes e implanta prteses; a dentstica restauradora, voltada para as caractersticas anatmicas, funcionais e estticas dos dentes; a endodontia, que trata as alteraes na polpa e na raiz dos dentes; a estomatologia, com a qual so realizados diagnsticos e tratamentos de doenas da boca; a implantodontia, que trata do implante de prteses isoladas, parciais ou completas (dentaduras) nos maxilares; a odontologia legal, com a qual o profissional realiza exame e percia judicial e elabora atestados e laudos tcnicos, tambm utilizada na identificao de cadveres pela arcada dentria; e a odontopediatria, que trata de problemas bucais e dentes de crianas. O profissional de Odontologia poder atuar, ainda, na rea de ortodontia, que trata da alterao da mordedura e da posio dos dentes com aparelhos; na patologia bucal, em que realiza exame laboratorial para identificar doenas; na periodontia, cuidando das gengivas e dos ossos que do sustentao aos dentes, fazendo cirurgias, raspagens e implantes; na prtese dentria, projetando e confeccionando prteses de dentes danificados ou substituiindo os destrudos, restabelecendo disfunes na mordedura e na mastigao. A radiologia outra rea de atuao, bem como a traumatologia e a cirurgia bucomaxilofacial, em que so diagnosticados traumatismos, leses e anomalias na boca, na face e no sistema estomatogmtico (os rgos que envolvem o sistema de mastigao, como maxilar, mandbula e gengiva) e feitas cirurgias, implantes, transplantes e enxertos para recuper-los. O curso da UEA Na UEA, o ingresso no curso feito atravs do concurso vestibular com o oferecimento de 100 vagas, sendo 50 para a capital e 50 para o interior do Estado. Seguindo as Diretrizes Nacionais dos Cursos de Graduao, estabelecidas pelo MEC, os estudantes de Odontologia so preparados com uma formao generalista, humanista, crtica e reflexiva para atuar em todos os nveis de ateno sade, com base no rigor tcnico e cientfico, capacitado ao exerccio de atividades referentes sade bucal da populao, pautado em princpios ticos, legais e na compreenso da realidade social, cultural e econmica do seu meio, dirigindo sua atuao para transformao da realidade em benefcio da sociedade. Tomando como referncia as Diretrizes estabelecidas pelo MEC em articulao com o Ministrio da Sade, a Coordenao do Curso organizou a Estrutura Curricular do 2

H

ndiceLITERATURA(aula 121)

Perscrutando o texto ................ Pg.

03 05

QUMICA(aula 122)

Cintica qumica ....................... Pg.

GEOGRAFIA(aula 123)

A degradao do meio ambiente

................................................... Pg.

07

MATEMTICA(aula 124)

Polinmios e Equaes algbricas

................................................... Pg.

09 11 13 15

FSICA

Eletrodinmica II ...................... Pg.(aula 125)

PORTUGUS(aula 126)

Concordncia Verbal I ............ Pg. Referncias bibliogrficas ...... Pg.

Curso de Graduao em Odontologia, inserida no Projeto Poltico Pedaggico do Curso, dispondo-a em 10 perodos, sendo os primeiros perodos para a formao bsica e os perodos seguintes para a formao profissional. O aluno, para concluir o curso, necessita cursar todas as disciplinas da Estrutura Curricular, ser aprovado no TCC e ter obtido, no mnimo, 120 horas de disciplinas optativas (conhecimentos transversais). Portanto o Currculo Pleno envolve 209 crditos obrigatrios, perfazendo um total de 4.770 horas/aulas, correspondentes a 100 tericos e 109 prticos (o crdito terico corresponde a 15 horas/aula, e a prtica, 30 horas/aula). A concluso do curso prevista para 5 anos, podendo chegar at 7 anos e meio. O aluno, no primeiro perodo, cursa disciplinas que permitem introduzi-lo no conhecimento inicial das cincias da sade. Recebe informaes a respeito da promoo da sade orientada para integrao sade e, no perodo seguinte, para os Fundamentos de Assistncia ao Paciente. Nesse perodo, os alunos so orientados a conhecer seu curso, como funciona dentro da UEA e a histria do seu curso, de forma a incentiv-lo na sua profisso. Nas disciplinas pr-clinicas de laboratrios, so feitos exerccios para controle da coordenao motora, tirando o peso da mo e permitindo os toques intermitentes no manejo da alta rotao. Nos anatmicos, so feitas dissecaes em cadveres humanos, para que o aluno possa localizar os pontos anatmicos intrateciduais, muito teis quando intervir nas anestesias e nas cirurgias bucomaxilo-faciais, para observar o trajeto de nervos, artrias, msculos, articulaes etc, na cavidade bucal e nas adjacncias. Aps concluir o curso, o cirurgio-dentista deve ampliar os seus conhecimentos atravs de cursos de aperfeioamento, responsveis pela educao continuada, ou nos cursos de especializaes. Essas especializaes podem ser oferecidas pelas Universidades ou pelas Associaes de Classe, sempre seguindo as normas do Conselho Regional de Odontologia, responsvel pelo reconhecimento da especialidade.

Aula 121

Texto Samba-cano para ser acompanhado de regionalMulher de um sonho distante na nvoa densa da noite eu te sabia em mim dispersa em minha cano Eu te queria to prxima de luz e raio constante pra te dizer tantas coisas como o mais comum amante Sussurrar no teu ouvido palavras soltas ao vento mas te vais sem deixar rastros dona e senhora do tempo Mulher de um sonho distante no sei se existes de fato sei da maneira que chegas no clique de algum retrato Mas teu rosto no me foge nem teu riso enigmtico nesse mistrio que explode como um flash fotogrfico Mulher sem nome consomes minha sede de ficar nas asas de tua gruta meu abrigo meu luar Nesse instante s meu apelo Aumentando esse teso s te quero verdadeira se teu nome for paixo

Anibal Bea

04. Observe a estrofe seguinte:Mulher de um sonho distante no sei se existes de fato sei da maneira que chegas no clique de algum retrato

b) O pronome tono em mas te vais sem deixar rastros tem funo de objeto indireto. c) O adjetivo soltas tem funo de adjunto adnominal. d) O verso mas te vais sem deixar rastros corresponde gramaticalmente a mas te vais sem os deixar. e) Pode-se trocar rastros por rastos sem prejuzo gramatical.

Escolha a alternativa em que o se tenha o mesmo valor do usado em no sei se existes de fato.a) Se ela existisse, seu nome seria paixo. b) Se ela existe de verdade eu no sei. c) Sei que no se pode amar uma mulher imaginria. d) Emergirei do meu sonho se ela vier ao meu encontro. e) Se voc a vir por a, diga-lhe que meu sonho no feneceu. Eu te queria to prxima de luz e raio constante pra te dizer tantas coisas como o mais comum amante

01. (FGV) Muitas pessoas costumam permanecer ...... espera de solues apontadas quer pela religio, quer pela cincia, mesmo que caiba ...... elas duvidar de postulados ...... que todos so submetidos. As lacunas da frase acima esto corretamente preenchidas pora) a b) a a c) d) a a e) a a a

Arapuca

05. Observe a estrofe seguinte:

02. (FGV) Assinale a alternativa em que a ausncia da preposio, antes do pronome relativo que, est de acordo com a norma culta.a) uma quantia vultosa, que o Estado no dispe: falta-lhe numerrio. b) Vi claramente o bolso que voc ps o dinheiro. c) No interessava perguntar qual a agncia que o remetente enviou a carta. d) A garota que eu gosto no est namorando mais. Chegou a minha oportunidade. e) Essa era a declarao que o alcaide insistia em fazer.

Escolha a alternativa em que a regncia do verbo querer iguala-se usada no verso 1 da estrofe.a) Mulher sem nome, apesar de no te conhecer, quero-te muito. b) Mulher de um sonho distante, quero-lhe mais que o ar que respiro. c) Quero-lhe muito, mame. d) Despede-se aqui o filho que muito lhe quer. e) Ele a amava, mas no a queria para esposa.

03. (FGV) Assinale a alternativa em que o uso dos verbos fazer, haver e ser est de acordo com a norma culta.a) Ele no se olhava no espelho haviam trs dias. A esposa se queixava muito daquela situao. b) Faziam dias alegres naquele vero. Muito calor e muita mulher bonita. c) No houveram mais casos de dengue nas redondezas, desde a interveno do mdico. d) Meu maior incmodo so as aves noturnas que vm fazer ninho no forro da casa. e) E agora so meio-dia. As pessoas que fazem a sesta se dirigem a casa.

(Sute para os habitantes da noite,

1995, pg. 112/113)

01. A mulher retratada no poema assemelha-se cultuada pelos poetas:a) b) c) d) e) a) b) c) d) e) do Arcadismo; da Primeira Gerao do Romantismo; da Segunda Gerao do Romantismo; do Simbolismo; do Parnasianismo. com rimas soantes; com rimas toantes; em redondilha menor; em redondilha maior; prosaicos e heteromtricos.

Perscrutando o texto

06. Observe a estrofe seguinte:Eu te queria to prxima de luz e raio constante pra te dizer tantas coisas como o mais comum amante

02. Predominam, no poema, versos:

Assinale a alternativa em que a funo sinttica da palavra (ou expresso) sublinhada iguala-se de tantas, sublinhada na estrofe.a) Eles a adotaram e fizeram-na feliz. b) Nos meus sonhos, eu a chamo de paixo. c) Mulher de um sonho distante, eu a tenho como musa. d) Mesmo sabendo que voc no existe, eu a desejo tanto. e) H em mim muitos sonhos irrealizveis. Mas teu rosto no me foge nem teu riso enigmtico nesse mistrio que explode como um flash fotogrfico

04. (FGV) Est correta a flexo do verbo grifado na frase:

03. Sobre a estrofe seguinte, assinale a afirmativa incorreta.Sussurrar no teu ouvido palavras soltas ao vento mas te vais sem deixar rastros dona e senhora do tempo a) Pode-se escrever o primeiro verso assim, sem prejuzo semntico: Sussurrar-te no ouvido.

07. Observe a estrofe seguinte:

O sujeito de explode :a) o substantivo mistrio;

a) Alguns cientistas at crem que existe, no universo, uma ordem que ultrapassa a compreenso dos homens. b) Muitas vezes, no decorrer da histria, o progresso cientfico deteu-se em nome dos dogmas religiosos. c) Em todos os tempos, adviram situaes de conflito, devido tanto a posturas religiosas quanto a descobertas cientficas. d) At hoje, representantes das altas esferas religiosas vm o desenvolvimento cientfico como um inimigo da f popular. e) Descobertas cientficas, em todo tempo, anteporam-se aceitao de dogmas, questionando-os.

08. Observe a estrofe seguinte:Nesse instante s meu apelo Aumentando esse teso s te quero verdadeira se teu nome for paixo

b) c) d) e)

o substantivo riso; o pronome que; a seqncia como um flash fotogrfico; o substantivo rosto.

Momento da dissertao1. Separar o sujeito do verbo

PONTUAO I Vrgula proibida

A vrgula no pode separar o sujeito do verbo quando juntos, sem outros termos intercalados. Julgue os perodos seguintes quanto ao uso da vrgula.

Caiu no vestibular

Quando nalma pesar de tua raa A nvoa da apagada e vil tristeza, Busque ela sempre a glria que no passa, Em teu poema de herosmo e de beleza. Gnio purificado na desgraa, Tu resumiste em ti toda a grandeza: Poeta e soldado... Em ti brilhou sem jaa O amor da grande ptria portuguesa. E enquanto o fero canto ecoar na mente Da estirpe que em perigos sublimados Plantou a cruz em cada continente,

A Cames

Assinale a alternativa em que todas as palavras sejam masculinas, como teso.a) b) c) d) e) nfase, hematoma, caudal aguardente, bacanal, ferrugem sanduche, tapa, cal cl, libido, d telefonema, tracoma, alface

a. ( ) Todos ns, devemos participar da recuperao de menores abandonados. Sujeito de devemos participar: Todos ns. b. ( ) Todos ns, dentro dos nossos limites, devemos participar da recuperao de menores abandonados. Sujeito de devemos participar: Todos ns.

09. Na estrofe seguinte, h:

Mas teu rosto no me foge nem teu riso enigmtico nesse mistrio que explode como um flash fotogrfico a) b) c) d) e) uma nica orao; duas oraes; trs oraes; quatro oraes; cinco oraes.

c. ( ) Convm s autoridades competentes, que no percam mais tempo no combate ao narcotrfico. Sujeito de convm: a segunda orao. d. ( ) Todos ns sem exceo, devemos participar da recuperao de menores abandonados. Sujeito de devemos participar: Todos ns. A vrgula no pode separar o verbo do seu complemento quando no h outros elementos intercalados entre eles. Julgue os perodos seguintes quanto ao uso da vrgula.

No morrer, sem poetas nem soldados, A lngua em que cantaste rudemente As armas e os bares assinalados.

01. (FGV2004) O poema de Manuel Bandeira pode ser classificado como pertencente ao gnero:a) pico; b) lrico; c) dramtico; d) oratrio; e) sacro.

(Manuel Bandeira)

10. Observe, na estrofe da questo anterior, a forma explode. Assinale a alternativa em que a frase contm forma do verbo explodir condenada pela norma culta da lngua.a) Se a paixo ameaa deprimi-lo, melhor que ela exploda de uma vez. b) Se ela fosse uma mulher real, a paixo j teria explodido. c) Que mistrio explodir se voc no aparecer? d) Explodi, paixo ingrata, e acabai com meu sofrimento. e) Depois do discurso, o pblico explodiu em ovaes.

2. Separar o verbo do seu complemento

02. (FGV2004) Assinale a alternativa que melhor corresponde anlise do texto A Cames.

03. (FGV2004) Assinale a alternativa em que se encontre termo com funo sinttica idntica de as armas e os bares assinalados (v. 14).a) a glria (verso 3) b) em ti (verso 7) c) o amor da grande ptria portuguesa (verso 8) d) da estirpe (verso 10) e) a lngua (verso 13)

a) Composto por um poeta do Modernismo, rende uma homenagem somente temtica ao bardo portugus, no acolhendo, na forma, semelhanas com estilos anteriores. b) Manuel Bandeira poeta modernista de feies romnticas, mas, no texto em questo, foge a essa tendncia ao realizar um poema de carter inovador e iconoclasta. c) O texto, apesar de escrito no sculo XX, guarda dilogo com a tradio literria, utilizando-se do soneto, forma muito utilizada por Cames. d) O texto enquadra-se nas propostas de uma poesia libertria e social, como prevista pelo Modernismo. e) Manuel Bandeira constri um poema de carter simtrico, com rimas ao estilo camoniano, mas nada h, no contedo do texto, que remeta diretamente s obras do poeta portugus.

a. ( ) Agora, que o perodo eleitoreiro passou, o povo s quer, que os polticos cumpram metade das promessas feitas em campanha. b. ( ) Agora, que o perodo eleitoreiro passou, o povo s quer, sem muito alarde, que os polticos cumpram metade das promessas feitas em campanha. c. ( ) S queremos, se no for muito incmodo, que ela assine todos os papis. d. ( ) Olhamos para o cu e vimos, semelhana de um disco, uma luminosidade intensa. e. ( ) Vrios rgos do Governo Federal vo iniciar, a partir do prximo ms, vrias operaes de combate prostituio infanto-juvenil. A vrgula no pode separar oraes adjetivas restritivas: aquelas que encerram uma idia dentre outras, indispensvel compreenso do perodo.

Dificuldades da lngua

Quando deitar equivale a estender-se, lanar-se ao comprido, sobre leito, sof ou no cho, pronominal: deitar-se.

DEITAR ou DEITAR-SE?

3. Aqui, no interior, o povo deita cedinho. (errado) 4. Aqui, no interior, o povo deita-se cedinho. (certo)

2. A um sinal do diretor, todos se deitaram no cho. (certo)

1. A um sinal do diretor, todos deitaram no cho. (errado)

3. Separar oraes adjetivas restritivas

5. Deite de bruos, minha filha. Preciso examin-la. (errado) 6. Deite-se de bruos, minha filha. Preciso examin-la. (certo) 7. Voc pode deitar com muitos homens, mas um de cada vez. (errado)

a. ( ) O homem, que age com honestidade, consegue envelhecer em paz. b. ( ) O homem que age com honestidade consegue envelhecer em paz.

Julgue os perodos seguintes quanto ao uso da vrgula.

8. Voc pode deitar-se com muitos homens, mas um de cada vez. (certo)

c. ( ) O Brasil, com que todos sonhamos, ainda est em construo. d. ( ) O Brasil com que todos sonhamos ainda est em construo. e. ( ) As mulheres, que lutam por igualdade, conseguem o reconhecimento social.

4

QumicaProfessor Pedro CAMPELO Aula 122

A cintica qumica uma cincia que estuda a velocidade das reaes qumicas. A velocidade da reao recebe, geralmente, o nome de taxa de reao. A taxa de reao est relacionada com as concentraes dos reagentes, o estado particular dos reagentes (estado fsico, estado nascente dos gases, estado cristalino ou amorfo dos slidos, do fato de os reagentes estarem ou no em soluo e, nesse caso, a natureza do solvente ir influir na velocidade da reao), a temperatura, a eletricidade, a luz, a presso, a presena de catalisadores e dos produtos de reao. Sua importncia muito ampla, j que se relaciona com temas como, por exemplo, a rapidez com que um medicamento atua no organismo ou com problemas industriais, tais como a descoberta de catalisadores para acelerar a sntese de algum produto novo. FATORES QUE ALTERAM A VELOCIDADE DAS REAES

Cintica qumica

do complexo ativado seja maior. Logo, quanto maior a concentrao dos reagentes, maior ser a velocidade da reao. Presso Com o aumento da presso, aumenta a probabilidade de ocorrerem colises efetivas. E, conseqentemente, aumenta a velocidade da reao. Notar que a presso s influencia quando houver, pelo menos, uma substncia gasosa como reagente. Um aumento de presso num sistema em reao implica um contato maior entre os reagentes, pois o volume do sistema diminui. Desse modo, haver um nmero maior de partculas reagentes por unidade de volume (a concentrao aumenta), o que possibilita um maior nmero de colises entre as partculas. Conseqentemente, a velocidade da reao se torna maior. O efeito da presso considervel apenas quando substncias na fase de agregao gasosa participam da reao. ENERGIA DE ATIVAO Energia de ativao a energia inicial necessria para que uma reao acontea. Para ocorrer uma reao qumica entre duas substncias orgnicas que esto na mesma soluo, preciso fornecer uma certa quantidade de energia, geralmente na forma de calor, que favorea o encontro e a coliso entre elas. A energia tambm necessria para romper ligaes qumicas existentes entre os tomos de cada substncia, favorecendo, assim, a ocorrncia de outras ligaes qumicas e a sntese de uma nova substncia a partir de duas iniciais. CONDIES PARA QUE OCORRA UMA REAO

01. (UFMG 95) O grfico a seguir representa a variao de energia potencial quando o monxido de carbono, CO, oxidado a CO2 pela ao do NO2, de acordo com a equao: CO(g) + NO2(g) CO2(g) + NO(g) Com relao a esse grfico e reao acima, a afirmativa FALSA

A rapidez ou a velocidade com que se formam ou se rompem as ligaes dependem da natureza dos reagentes. Temperatura Temperatura: grau de agitao das partculas que aumenta a probabilidade de colises. Com o aumento da temperatura, tambm aumenta o nmero de molculas com energia igual ou superior energia de ativao. Havendo mais molculas com energia maior ou igual de ativao, aumenta a velocidade da reao. Com o aumento da temperatura, as molculas se agitam mais, fazendo com que a probabilidade de colises efetivas aumente. Assim, a velocidade da reao aumenta. Alimentos na geladeira demoram muito mais para estragar do que no ambiente. Isso porque as reaes qumicas feitas pelos microorganismos decompositores so retardadas pela temperatura baixa. H uma regra que foi formulada no sculo XIX pelo holands Jacobus Henricus vant Hoff que diz que um aumento de 10 graus Celsius na temperatura do sistema que ir reagir duplica a velocidade da reao. Hoje, sabe-se que essa regra apresenta vrias excees, mas ela , muitas vezes, til para se fazerem previses aproximadas do comportamento da velocidade de certas reaes. Ela conhecida como Regra de Vant Hoff. Superfcie de contato Se, numa reao, atuam reagentes em distintas fases, o aumento da superfcie de contato entre eles aumenta a velocidade das reaes. Considerando, por exemplo, uma reao entre uma substncia slida e uma lquida, quanto mais reduzida a p estiver a substncia slida, maior a superfcie de contacto entre as partculas de ambas as substncias e, portanto, maior a possibilidade de essas partculas colidirem umas com as outras. Presena de um catalisador Os catalisadores aumentam a velocidade de uma reao qumica, mas no participam da formao dos produtos, sendo completamente regenerados no final. Atuam ao promover rotas de reao com menor energia de ativao. O reagente acelera a reao, pois diminui a energia de ativao das molculas, mas no participa da reao, ou seja, no ocorre nenhuma mudana nos elementos qumicos da reao, e o catalisador continua intacto. Concentrao dos reagentes O aumento da concentrao dos reagentes promove o aumento do nmero de colises entre as molculas. Isso faz com que a probabilidade de colises efetivas acontecerem para a formao

Conhecido como modelo de coliso, existem trs coisas necessrias, nesta ordem, para que uma reao acontea: As molculas devem colidir para reagirem. Contudo, se duas molculas simplesmente colidem, elas no iro sempre reagir; portanto a ocorrncia de uma coliso no sempre o suficiente. A segunda exigncia que: Exista bastante energia (energia de ativao) para que as duas molculas reajam. Esta a idia de uma transio de estado; se duas molculas colidem, elas devem afastar-se uma da outra, caso elas no possuam energia suficiente para superar a energia de ativao e transpor a transio de estado (ponto de mais alta energia). Finalmente, a terceira condio : A molcula deve ser orientada mutuamente de forma correta. Para a reao ocorrer entre duas molculas que colidem, elas devem colidir em uma orientao correta e possuir um aporte de energia mnimo. Quando as molculas se aproximam, suas eletrosferas se repelem mutuamente. Para superar essa repulso, necessrio energia (energia de ativao), a qual tipicamente provida pelo calor do sistema; isto , a energia de translao, vibrao e rotao de cada molcula, embora, algumas vezes, pela luz (fotoqumico) ou campo eltrico (eletroqumico). Se existe bastante energia disponvel, a repulso superada, e as molculas se aproximam o suficiente para que a atrao entre elas provoque um rearranjo das ligaes covalentes Quando as temperaturas so baixas para uma reao em particular, a maioria das molculas (mas no todas) no ir ter energia suficiente para reagir. Contudo haver quase sempre um certo nmero de molculas com bastante energia a qualquer temperatura, porque a temperatura uma medida da energia mdia do sistema, sendo que molculas individuais podem ter mais ou menos energia que a mdia. Aumentando a temperatura, a proporo de molculas com mais energia do que a energia de ativao cresce proporcionalmente , e, conseqentemente, a velocidade da reao cresce. Tipicamente, a energia de ativao considerada como sendo a energia em quilojoule necessria para que 1 mol de reagente reaja.

02. (Cesgranrio 95) Dado o diagrama de entalpia para a reao X+YZ a seguir, a energia de ativao para a reao inversa ZX+Y :

a) a energia de ativao para a reao direta cerca de 135kJmol1. b) a reao inversa endotrmica. c) em valor absoluto, o H da reao direta cerca de 225kJmol1. d) em valor absoluto, o H da reao inversa cerca de 360kJmol1. e) o H da reao direta negativo.

03. (Fei 95) A combusto do butano (C4H10) correspondente equao: C4H10 + (13/2)O2 4CO2 + 5H2O + Energia Se a velocidade da reao for 0,05mols butano-minuto, qual a massa de CO2 produzida em 01 hora?a) 880g d) 528g

a) 60 kcal. d) 10 kcal.

b) 35 kcal. e) 0 kcal.

c) 25 kcal.

04. (UFES 96) Para uma reao de 2 ordem, em que a concentrao dada em mol/L e o tempo dado em segundos, a unidade da constante de velocidade ser 05. (UFMG 94) A elevao de temperatura aumenta a velocidade das reaes qumicas porque aumenta os fatores apresentados nas alternativas, EXCETOa) b) c) d) a) s1 d) mol2.L2.s1 b) mol.L1.s1 c) mol1.L.s1 e) mol2.L2.s1

Massas atmicas: C=12u; O=16u; H= 1u

b) 264g e) 132g

c) 8,8g

A energia cintica mdia das molculas. A energia de ativao. A freqncia das colises efetivas. O nmero de colises por segundo entre as molculas. e) A velocidade mdia das molculas.

5

TEMPERATURA

01. (UFPE 95) Voc est cozinhando batatas e fazendo carne grelhada, tudo em fogo baixo, num fogo a gs. Se voc passar as duas bocas do fogo para fogo alto, o que acontecer com o tempo de preparo?a) Diminuir para os dois alimentos b) Diminuir para a carne e aumentar para as batatas c) No ser afetado d) Diminuir para as batatas e no ser afetado para a carne e) Diminuir para a carne e permanecer o mesmo para as batatas

02. (UFPE 96) O grfico a seguir representa a variao de concentrao das espcies A, B e C com o tempo:

03. (UFV 96) A formao do dixido de carbono (CO2) pode ser representada pela equao C(s) + O2(g) CO2(g). Se a velocidade de formao do CO2 for de 4mol/minuto, o consumo de oxignio, em mol/minuto, ser: 04. (Unitau 95) Seja a reao de decomposio: 2N2O5 4NO2 + O2. Podemos afirmar que:a) 8 d) 12 b) 16 e) 4 c) 2

a) 2A + B C b) A 2B + C c) B + 2C A d) 2B + C A e) B + C A

Qual das alternativas a seguir contm a equao qumica que melhor descreve a reao representada pelo grfico?

05. (Unitau 95) Na reao de dissociao trmica do HI(g), a velocidade de reao proporcional ao quadrado da concentrao molar do HI. Se triplicarmos a concentrao do HI, a velocidade da reao:a) aumentar 6 vezes. b) aumentar 9 vezes. c) diminuir 6 vezes. d) diminuir 9 vezes. e) diminuir 3 vezes

a) a velocidade da reao pode ser calculada pela expresso v=k[N2O5]2. b) a velocidade da reao pode ser calculada na forma: v=k[NO2]4.[O2].[N2O5]2. c) a ordem global da reao 5. d) uma reao endotrmica, por causa do O2. e) uma reao exotrmica, por causa do NO2.

A temperatura um parmetro fsico (uma funo de estado) descritivo de um sistema que vulgarmente se associa s noes de frio e de calor, bem como s transferncias de energia trmica, mas que se poderia definir, mais exatamente, sob um ponto de vista microscpico, como a medida da energia cintica associada ao movimento (vibrao) aleatrio das partculas que compem um dado sistema fsico. A diferena de temperatura permite a transferncia da energia trmica, ou calor, entre dois ou mais sistemas. Quando dois sistemas esto na mesma temperatura, eles esto em equilbrio trmico, e no h transferncia de calor. Quando existe uma diferena de temperatura, o calor transferido do sistema de temperatura maior para o sistema de temperatura menor at atingir um novo equilbrio trmico. Essa transferncia de calor pode acontecer por conduo, conveco ou radiao (veja calor para obter mais detalhes sobre os diversos mecanismos de transferncia de calor). As propriedades precisas da temperatura so estudadas em termodinmica. A temperatura tem tambm um papel importante em muitos campos da cincia, entre outros a Fsica, a Qumica e a Biologia. A temperatura diretamente proporcional quantidade de energia trmica num sistema. Quanto mais energia trmica se junta a um sistema, mais a sua temperatura aumenta. Ao contrrio, uma perda de calor provoca um abaixamento da temperatura do sistema. Na escala microscpica, esse calor corresponde transmisso da agitao trmica entre tomos e molculas no sistema. Assim, uma elevao de temperatura corresponde a um aumento da velocidade de agitao trmica dos tomos. Muitas propriedades fsicas da matria como as suas fases ( estado slido, lquido, gasoso, plasma ou condensado de Bose-Einstein), a densidade,a solubilidade, a presso de vapor e a condutibilidade eltrica dependem da temperatura. A temperatura tem tambm um papel importante no valor da velocidade das reaes qumicas. por isso que o corpo humano possui alguns mecanismos para manter a temperatura a 37C, visto que uma temperatura um pouco maior pode resultar em reaes nocivas sade, com conseqncias srias. A temperatura controla tambm o tipo e a quantidade de radiaes trmicas emitidas pela rea. Uma aplicao desse efeito a lmpada incandescente, em que o filamento de tungstnio aquecido eletricamente at uma temperatura com que uma quantidade notvel de luz visvel emitida. A temperatura uma propriedade intensiva de um sistema, o que significa que ela no depende do tamanho ou da quantidade de matria no sistema. Outras propriedades intensivas so a presso e a densidade. Ao contrrio, massa e volume so propriedades extensivas e dependem da quantidade de material no sistema. TAXA DE REAO Em Qumica e, mais especificamente, na rea de cintica qumica, taxa de reao ou, um tanto impropriamente, velocidade de reao uma medida da rapidez com que uma reao se efetua. De modo mais preciso, a taxa de variao das concentraes dos reagentes e produtos, divididos pelos respectivos coeficientes estequiomtricos, independentemente do sinal algbrico obtido. CATALISADOR Um catalisador tudo aquilo que facilita reaes qumicas sem ser nelas consumido, como enzimas ou materiais ionizados. Definio Um catalisador uma substncia que afeta a velocidade de uma reao, mas emerge do processo inalterada. Um catalisador, normalmente, muda a velocidade de reao, promovendo um caminho molecular diferente (mecanismo) para a reao. Por exemplo, hidrognio e oxig-

nio gasosos so virtualmente inertes temperatura ambiente, mas reagem rapidamente quando expostos platina, que, por sua vez, o catalisador da reao. Catalisadores sintticos comerciais so extremamente importantes. Aproximadamente um tero de todo material do produto nacional bruto dos Estados Unidos da Amrica envolve um processo cataltico em alguma etapa entre a matriaprima e os produtos acabados. Como um catalisador torna possvel a obteno de um produto final por um caminho diferente (por exemplo, uma barreira de energia mais barata), ele pode afetar tanto o rendimento quanto a seletividade. O catalisador pode diminuir a energia de ativao, aumentando assim a velocidade da reao. Tipos de catalisadores Os catalisadores podem ser porosos, peneiras moleculares, monolticos, suportados, nosuportados. CATLISE

A catlise a mudana de velocidade de uma reao qumica devido adio de uma substncia (catalisador) que praticamente no se transforma ao final da reao. Os aditivos que reduzem a velocidade das reaes se chamam inibidores. Os catalisadores agem provocando um novo caminho reacional, no qual tm uma menor energia de ativao. Existem dois tipos de catlise: homognea, na qual o catalisador se dissolve no meio em que ocorre a reao, e, nesse caso, forma um reativo intermedirio, que se rompe; e heterognea, em que se produz a absoro dos reagentes na superfcie do catalisador; a catlise heterognea freqentemente bloqueada por impurezas denominadas venenos. Catalisadores tm amplo emprego na indstria, por exemplo, no processo de fabricao de cidos (como cido sulfrico e cido ntrico), hidrogenao de leos e de derivados do petrleo. Todos os organismos vivos dependem de catalisadores complexos chamados enzimas, que regulam as reaes bioqumicas. Ao contrrio do que se possa imaginar, a temperatura no funciona como catalisador, apesar de o aumento desta acelerar a reao. Porm entendese por catalisador aquele composto que acelera a reao qumica diminuindo a energia de ativao dela, o que no ocorre com a elevao da temperatura, que propicia um aumento da energia do meio reacional e no uma diminuio da energia de ativao. Na catlise homognea: Os reagentes e o catalisador encontram-se na mesma fase, que, geralmente, lquida; A reao evolui atravs de espcies intermedirias com menor energia de ativao; A reao tem mais do que um passo; Os metais de transio esto normalmente envolvidos. Exemplos de catalisadores usados na catlise homognea: ons de metais de transio; Complexos de metais de transio; cidos e bases inorgnicos; Enzimas. Na catlise heterognea: O catalisador e os reagentes/produtos encontram-se em fases diferentes; Acontece em lugares ativos da superfcie do catalisador; Os gases so adsorvidos na superfcie do catalisador, formando ligaes fracas com os tomos metlicos do catalisador. Exemplos de catalisadores que entram na catlise heterognea: Os metais de transio; xidos de metais de transio; Zelitos; Slica/alumina.

6

GeografiaProfessor HABDEL Jafar Aula 123

Princpio 1 Os seres humanos esto no centro das preocupaes com o desenvolvimento sustentvel. Tm direito a uma vida saudvel e produtiva, em harmonia com a natureza. Princpio 2 Os Estados, de conformidade com a Carta das Naes Unidas e com os princpios do Direito Internacional, tm o direito soberano de explorar seus prprios recursos, segundo suas prprias polticas de meio ambiente e desenvolvimento, e a responsabilidade de assegurar que atividades sob sua jurisdio ou controle causem danos ao meio ambiente de outros Estados ou de reas alm dos limites da jurisdio nacional.

A degradao do meio ambiente

(Declarao do Rio sobre meio ambiente e desenvolvimento 1992 e ndice da Agenda 21. IN: Santos, Celeste Leite dos. Crimes contra o meio ambiente. Responsabilidade e sano penal. p.194-195 anexo II. Ed. Juarez de Oliveira.So Paulo.2002).

Desde que aprendeu a criar animais e a plantar, o homem precisou modificar o ambiente que o cercava. Alterar o ambiente para produzir alimentos era necessrio. A vida em comunidade, a segurana contra as intempries naturais, o perigo de ataques de grandes animais ou a invaso de povos inimigos obrigaram esse ser a promover uma srie de adaptaes na paisagem que o cercava. As civilizaes buscam sempre explorar e intervir nos ambientes naturais visando a condies mais ideais, ao crescimento demogrfico e ao bem-estar material. Os impactos ambientais decorrentes da ao do homem podem ocorrer em escalas local, regional e global. Na natureza, h recursos que so renovveis e os que no se renovam. Com o desenvolvimento tecnolgico, parcelas cada vez maiores desses recursos esto sendo consumidas. A populao, por outro lado, manteve crescimento sempre positivo, apesar dos momentos em que ocorreram aumentos nas taxas de mortalidade (provocada pelas crises de fome ou ocorrncia de pestes e guerras) e da tendncia atual da diminuio das taxas de natalidade. Durante muito tempo, a regra bsica da economia era a obteno de lucro a qualquer custo. Nesse sentido, florestas inteiras desapareceram na Europa. Mudava-se o leito dos rios para adequlos a alguma obra de engenharia. A construo de barragens no levava em considerao o ecossistema fluvial, o tipo de solo das redondezas e a vegetao que seria inundada. A minerao abria profundas feridas no solo para arrancar os minerais teis ao avano industrial. Os dejetos, resultantes do processo de lavagem e separao dos minerais, eram lanados, sem a menor preocupao, nos rios, lagos naturais ou crateras abertas no terreno. Animais foram caados at o extermnio. Outros foram apreendidos at o risco de desaparecimento. Tudo isso apenas para suprir os mercados com suas peles, sua gordura, sua carne ou apenas para terem suas cabeas exibidas como trofus de caa nas salas de algum entediado milionrio norte-americano. Rios, a exemplo do Tamisa (atravessa Londres), hoje recuperado, viraram verdadeiros repositrios dos esgotos residenciais e industriais. Os oceanos, por muito tempo, foram depsitos de lixo radioativo das potncias nucleares. Os parques industriais lanavam toneladas de poluentes na atmosfera como se esses materiais desaparecessem por encanto. Meio ambiente o conjunto dos elementos e fatores fsicos, qumicos e biolgicos, naturais e artificiais, necessrios sobrevivncia das espcies. Impacto ambiental toda ao ou atividade humana ou natural que provoque bruscas alteraes no meio ambiente. Podemos perceber que h dano ambiental quando ocorre alterao

na concentrao de um produto que j existe na natureza. No efeito estufa, ocorre uma concentrao cada vez maior de gs carbnico. J na abertura de buraco na camada de oznio, d-se o inverso. O lanamento dos gases clorofluorcarbonos reduz a concentrao de oznio, expondo todos ns a uma radiao solar mais intensa e mais perigosa. Dano ambiental tambm ocorre quando se introduz, num ecossistema, quaisquer substncias, embora naturais, mas que lhes so estranhas. O petrleo um produto natural. Mas, quando despejado, por acidente, em qualquer lugar da natureza, provoca uma agresso gravssima aos ecossistemas afetados. H, ainda, o caso da introduo de produtos artificiais em algum ecossistema. Desde o advento da Revoluo Industrial, o homem no parou de produzir substncias e materiais artificiais que acabam indo parar nos rios, solos ou lixes. Isso danifica o meio. Muitas vezes, o estrago to extenso e profundo, que a rea dificilmente se recupera. Retirada da cobertura vegetal No planeta, as florestas tropicais e equatoriais remanescentes so, em grande parte, responsveis pelo equilbrio ecolgico. Elas so tambm o repositrio de grande parte da biodiversidade existente. Atualmente, o avano capitalista sobre as franjas sul e oriental da Amaznia Brasileira coloca essa imensa rea sob o risco de destruio. A agricultura, a minerao, a extrao indiscriminada de madeira, as construes de hidreltricas, as queimadas so as atividades humanas que mais contribuem para reduzir as reas florestadas da Terra. Em funo disso, tem-se a reduo e at a extino da biodiversidade nos locais atingidos por essas prticas. O aumento da temperatura, a diminuio da pluviosidade so exemplos das conseqncias mais provveis. Os rios podem ser assoreados por materiais trazidos pelas enxurradas, que provocam cheias mais acentuadas e a diminuio do tempo de permanncia das guas na bacia hidrogrfica. Os solos empobrecem em virtude da retirada da vegetao. O rebaixamento do nvel do lenol fretico pela diminuio da infiltrao compromete no s a vegetao local, mas tambm o nvel dos rios no perodo de estiagem. Com os desmatamentos, acelera-se o processo de desertificao com conseqncias imprevisveis para o clima do planeta. A desertificao Chamamos de desertificao a degradao das terras nas zonas ridas, semi-ridas e submidas secas, resultante de fatores diversos como as variaes climticas e as atividades humanas. (Agenda 21 da Eco92). A desertificao pode ser provocada pelo uso intensivo do solo pela agricultura. Tcnicas inapropriadas de irrigao e cultivo podem desencadear a perda irreversvel de uma rea. Os desmatamentos so os grandes viles quando o tema a abertura de processos de desertificao, pois quebram o frgil equilbrio do ecossistema atingido. Na maioria das reas desertificadas, verificam-se problemas ligados fome, desnutrio, ao analfabetismo, diminuio da renda e do consumo nas reas rurais. Mesmo que essas pessoas migrem para as reas urbanas, persiste, ainda, a pobreza, a desestruturao familiar, o desemprego e a falta de moradia. Como conseqncia, temos a destruio da biodiversidade, a eroso dos solos, a formao e o avano de dunas. Por outro lado, reduzem-se os recursos hdricos e as reas cultivveis. Aumenta-se o desemprego e a estagnao econmica das reas afetadas. A agricultura e o meio ambiente Produzir alimentos e matria-prima para a indstria sempre foi a responsabilidade da agricultura e da pecuria. Apesar disso, essas atividades podem provocar danos natureza. A expanso da agricultura implica mudanas no meio original. O desmatamento, a preparao do solo (aragem) e a introduo de fertilizantes e defensivos, quando no manipulados com o devido cuidado, mais prejudicam do que ajudam a humanidade. A padronizao das culturas quebra a cadeia alimentar local, podendo provocar o desaparecimento de

01. (G1) So as principais alteraes ambientais causadas pelo ritmo frentico da urbanizao e o aparecimento de novas megacidades, nas ltimas dcadas, em pases subdesenvolvidos:a) gerao de grandes volumes de resduos slidos, poluio d'gua e da atmosfera. b) globalizao e poluio atmosfrica. c) coleta seletiva de resduos e investimentos no comrcio. d) minimizao do dficit habitacional e coleta seletiva de resduos. e) diminuio do nvel de instruo da populao e aumento do setor informal.

02. (Cesgranrio) A industrializao europia teve como base energtica o uso do carvo mineral. At hoje, mesmo com a ampliao do uso de petrleo, da energia hidreltrica e das usinas nucleares, o carvo permanece como importante fonte energtica, principalmente nos pases da Europa Oriental. Ocorre, porm, que a queima do carvo mineral, em grandes quantidades, pode provocar o aumento do volume do xido de enxofre na atmosfera e, com isso, o fenmeno do(da):a) b) c) d) e) reduo da ionosfera vento geotrpico. rarefao do ar formao do oznio. chuva cida.

03. (UEG) A gua da chuva normalmente cida. Porm a presena de poluentes no ar atmosfrico (cido sulfrico, cido clordrico, trixido de enxofre, dixido de nitrognio) torna a gua da chuva mais cida ainda. Sobre esse fenmeno, INCORRETO afirmar:a) As reas mais afetadas pelas chuvas cidas esto no Hemisfrio Norte, principalmente nos Estados Unidos, no Canad e nos pases europeus. b) As indstrias na Alemanha, no Reino Unido e na Frana emitem grande quantidade de poluentes contribuindo para acidificar os lagos da Escandinvia. c) No Brasil, esse fenmeno no ocorre de forma significativa em funo do recente processo de industrializao e da desconcentrao industrial. d) As chuvas cidas causam impactos tambm na cobertura vegetal; algumas florestas no esto resistindo a essa agresso, como o caso da Floresta Negra.

04. (Ufla) Sabe-se que as queimadas so prejudiciais ao meio ambiente, com efeitos imediatos sobre o clima. Os efeitos imediatos das queimadas so apontados nas alternativas a seguir, EXCETO:

a) Aumento do "buraco" na camada de oznio. b) Elevao da temperatura do ar. c) Impossibilidade de a rea devastada reter a energia do sol e gerar fluxos ascendentes de ar. d) No formao de chuvas.

7

01. (UFPel) APOCALIPSE J... J comeou a catstrofe que se esperava para daqui a 30 ou 40 anos. A cincia no sabe como reverter seus efeitos. O derretimento do rtico, a elevao do nvel do mar, o avano das reas desrticas, o aumento da intensidade dos furaces, entre outras, so algumas das mudanas de grandes propores causadas pelos altos nveis do aquecimento global. "Veja", 21/06/06. [adapt.] Esse aquecimento global conseqncia do desequilbrio em um processo natural. Com base em seus conhecimentos e nas informaes anteriores, correto afirmar que o processo que sofre o desequilbrio responsvel pelo aquecimento global se referea) s ilhas de calor, resultantes da elevao das temperaturas mdias nas reas urbanizadas das grandes cidades, em comparao com as zonas rurais. b) inverso trmica, resultante da concentrao do ar frio nas camadas mais baixas, impedindo sua disperso. c) s chuvas cidas, resultantes da elevao exagerada dos nveis de acidez da atmosfera em conseqncia do lanamento de poluentes produzidos pela atividade humana. d) ao efeito estufa, que consiste na reteno do calor irradiado pela superfcie terrestre e pelas partculas de gases e gua existentes na atmosfera. e) aos ciclones extratropicais, que so provocados pela interao entre ventos, presso atmosfrica e altas temperaturas, comuns em zonas tropicais.

02. (Enem) Os plsticos, por sua versatilidade e menor custo relativo, tm seu uso cada vez mais crescente. Da produo anual brasileira de cerca de 2,5 milhes de toneladas, 40% destinam-se indstria de embalagens. Entretanto esse crescente aumento de produo e consumo resulta em lixo que s se reintegra ao ciclo natural ao longo de dcadas ou mesmo de sculos. Para minimizar esse problema, uma ao possvel e adequada a) proibir a produo de plsticos e substitu-los por materiais renovveis como os metais. b) incinerar o lixo, de modo que o gs carbnico e outros produtos resultantes da combusto voltem aos ciclos naturais. c) queimar o lixo para que os aditivos contidos na composio dos plsticos, txicos e nodegradveis sejam diludos no ar. d) estimular a produo de plsticos reciclveis para reduzir a demanda de matria-prima norenovvel e o acmulo de lixo. e) reciclar o material para aumentar a qualidade do produto e facilitar a sua comercializao em larga escala.

espcies de animais ou a proliferao sem controle de alguns. possvel evitar a progresso desses problemas. Tomando-se algumas medidas de preveno, minimizam-se os efeitos colaterais dessas atividades. O plantio em curvas de nvel pode reduzir muito a perda de nutrientes do solo. O terraceamento nas reas ngremes reduz a velocidade de escoamento da gua, evitando-se a eroso dos solos. A associao de culturas, alm de proteger o solo do impacto direto das guas da chuva e das enxurradas, possibilita a diversificao da produo e o combate fome dos trabalhadores rurais. A difcil preservao dos recursos hdricos H muito tempo, o homem joga lixo nos rios, lagos e mares. At o advento da Primeira Revoluo Industrial, muito do que se jogava eram materiais que se decompunham em pouco tempo. Entretanto os avanos tecnolgicos da Revoluo Industrial no s possibilitaram o aumento da produo, mas tambm elevaram o volume de lixo lanado nas guas. O pior disso tudo que grandes somas de materiais no so reciclveis, o que acaba provocando a morte de animais e plantas aquticos, diminuindo a potabilidade da gua e reduzindo de vez a capacidade de esses sistemas se renovarem. Grande parte dos oceanos e mares, principalmente nas regies costeiras, onde se concentra a maior parte da fauna marinha, encontra-se violentamente poluda. A gua severamente atingida pela escalada desenvolvimentista da sociedade capitalista. Mais de 1,2 bilho de pessoas no dispem de gua potvel para beber, e 1,8 bilho de pessoas no dispem de saneamento adequado. A gua limpa salvaria a vida de 2 milhes de crianas a cada ano. Todos os anos, as doenas decorrentes da gua imprpria custam ndia 73 milhes de dias de trabalho. (Nagle e Spencer. Advanced Geography. Oxford University Press, p. 137. 1997.). As principais fontes de poluio das guas so os derrames de petrleo, em razo dos acidentes com embarcaes. Os efluentes industriais e residenciais sobrecarregam os cursos de guas que cortam as cidades. O chorume do lixo orgnico depositado em lixes a cu aberto e nos aterros sanitrios acaba atingindo os lenis subterrneos, comprometendo por completo a qualidade da gua dos rios e igaraps nas suas imediaes. O lixo slido despejado pelas populaes ribeirinhas no leito dos igaraps e lanado pela tripulao dos navios polui seriamente o ecossistema marinho e fluvial. O uso excessivo de adubos orgnicos e o manuseio inadequado de agrotxicos contaminam as guas subterrneas e os rios. A minerao prejudica seriamente o meio ambiente quando os resduos da lavagem dos minerais so depositados em lagos naturais ou em bacias de decantao que no foram construdas com as devidas especificaes tcnicas. Uma atmosfera poluda A poluio do ar provocada, principalmente, por atividades industriais, pela frota de automotores e pelas queimadas. As refinarias de petrleo, as fbricas de celulose, de fertilizantes, de cido sulfrico, de cimento e as siderurgias so as principais fontes dessa poluio. Essas atividades liberam para a atmosfera grande quantidade de partculas slidas em suspenso e gases nocivos s plantas, aos animais e ao homem. Os rios, os lagos, os solos, os mares e oceanos tambm so seriamente atingidos por essa carga de material em suspenso quando precipitada pelas chuvas. xido de nitrognio, dixido de enxofre, hidrocarbonetos, clorofluorocarbonos (CFC) e uma infinidade de outros produtos, isolados ou associados, vo comprometer a qualidade do ar atmosfrico. Os impactos ambientais provocados pela poluio atmosfrica podem ocorrer em escalas local, regional e global. A Inverso Trmica um fenmeno natural que ocorre em vrios lugares do planeta. Sozinha, no configura dano natureza. O problema surge quando ela ocorre em reas que apresentam grande concentrao de poluentes. A circulao atmosfrica acontece quando o ar mais aquecido pela irradiao terrestre sobe e depois desce ao se resfriar. Esse movimento constante ajuda a dispersar os poluentes das camadas prximas do solo.

No outono ou no inverno, quando a temperatura diminui, essa situao inverte-se. O ar prximo do solo (agora mais frio) no aquecido. Por no ascender, a poluio fica concentrada rente superfcie. Por algumas horas, at que o solo se aquea, no h a subida do ar. Essa paralisia momentnea da atmosfera concentra os poluentes, agravando a qualidade do ar, que fica irrespirvel. Em vrios lugares onde esse fenmeno acontece, registram-se aumentos nos casos de internaes provocadas por problemas respiratrios. Muitos pacientes chegam ao bito em conseqncia do agravamento desses males. As chuvas cidas constituem outro srio problema de agresso atmosfera. Trata-se da precipitao das gotas de guas (chuva, neblina), carregadas de cido ntrico (HNO3) e sulfrico (H2SO4). Esses cidos so resultantes de reaes qumicas que ocorrem na atmosfera a partir da presena de enxofre (dixido de enxofre: SO2). Essa substncia, por sua vez, lanada atmosfera pelas indstrias, pela queima de carvo ou pela queima de derivados de petrleo pelos veculos automotores. Essas chuvas tm efeito corrosivo e atingem no s as edificaes, os rios, os lagos, os veculos, entre outras coisas, mas tambm todos os seres vivos. Provocam problemas respiratrios nos seres humanos e animais. Podem destruir as matas, poluir os solos e contaminar as guas superficiais. O efeito estufa um fenmeno conhecido desde o fim do sculo XIX. Naquela poca, havia cientistas que j se preocupavam com a interferncia das atividades humanas no equilbrio trmico atmosfrico. Apontavam os riscos associados s emisses de carbono (CO2) e a outros gases como o metano (CH4) e o xido nitroso (N2O). O aumento da concentrao desses gases na atmosfera provou ser o responsvel pelo aumento da temperatura do ar atmosfrico. O uso cada vez maior de carvo e petrleo como combustveis, a partir da Revoluo Industrial, criou uma camada muito resistente passagem da irradiao terrestre. Essa, por sua vez, refletida de volta superfcie, contribuindo sobremaneira para o aumento da temperatura mdia do planeta. O derretimento de parte das calotas polares e o aumento do nvel mdio dos oceanos provocariam um desequilbrio em escala planetria. Homens, plantas e animais estariam em risco. Atualmente, vivemos sob a ameaa dos problemas provocados pela abertura de buraco na camada de oznio. A camada de oznio tem importncia vital para a vida no planeta Terra. Ela absorve grande parte da radiao ultravioleta oriunda do Sol, filtrando-a. Essa radiao direta processa-se em comprimentos de ondas que so prejudiciais para quase todas as formas de vida. Nos humanos, a exposio s radiaes ultravioleta intensas pode provocar cncer de pele, inflamao da crnea e reduo das defesas imunolgicas. Certos compostos qumicos de origem artificial so capazes de acelerar a destruio das molculas de oznio. Rompe-se, assim, o equilbrio natural que mantm a camada protetora. Os principais implicados nessa destruio e o desequilbrio so os CFCs (clorofluorocarbonos), que podem permanecer ativos na atmosfera por mais de um sculo. Nas grandes cidades, ocorre outro problema associado concentrao de concreto e asfalto e poluio atmosfrica. O crescimento desordenado, a ausncia de reas verdes e a ineficincia de um planejamento urbano agravam esse fenmeno. Trata-se das Ilhas de calor. Nos centros dessas manchas urbanas, a reflexo de calor para a atmosfera enorme. Nesses locais, a concentrao de poluentes no ar tambm muito grande. O resultado disso que a temperatura eleva-se, pois a dissipao de calor fica prejudicada. Em direo periferia, nota-se uma diminuio gradativa da temperatura. que, nessas reas, a densidade de construes e de asfalto, sendo menor, diminui a reflexo de calor para a atmosfera.

8

MatemticaProfessor CLICIO Freire Aula 124

Definio Seja C o conjunto dos nmeros complexos (nmeros da forma a+bi, onde a e b so nmeros reais, e i a unidade imaginria tal que i2 = 1). Entende-se por polinmio em C a funo: P(x) = aoxn+a1xn1+a2xn2+ ... +an1x+an, onde os nmeros complexos ao, a1 , ..., an so os coeficientes, n um nmero natural, denominado grau do polinmio, e x a varivel do polinmio. Exemplo : P(x) = x5+3x2 7x+6 ao=1, a1=0, a2=0, a3=3, a4=7 e a5=6 O grau de P(x) igual a 5. Nota: Os polinmios recebem nomes particulares a saber: Binmio: possuem dois termos. Exemplo: r(x)=3x+1 (grau 1). Trinmio: possuem 3 termos: Exemplo: q(x)=4x2 + x 1 (grau 2). A partir de 4 termos, recorre-se designao genrica: polinmios.

Polinmios e equaes Algbricas

a) Polinmio identicamente nulo (ou simplesmente polinmio nulo) aquele cujo valor numrico igual a zero para todo valor da varivel x. Indicamos P 0 (polinmio nulo) . Para um polinmio P(x) ser um polinmio nulo, necessrio e suficiente que todos os seus coeficientes sejam nulos (iguais a zero) . b) Polinmios idnticos So polinmios iguais. Se P e Q so polinmios idnticos, escrevemos P Q . bvio que, se dois polinmios so idnticos, ento os seus coeficientes dos termos correspondentes so iguais. A expresso P Q denominada identidade . Exemplo: Calcular a,b e c, sabendo-se que x22x+1 a(x2+x+1)+(bx+c)(x+1). Resoluo: Eliminando os parnteses e somando os termos semelhantes do segundo membro, temos: x22x+1 ax2+ax+a+bx2+bx+cx+c 1x22x+1 (a+b)x2+(a+b+c)x+(a+c) Agora igualamos os coeficientes correspondentes:

Identidade de polinmios

coeficientes de x2 e x3 devem ser iguais a zero. Ento: m2-1=0 m2=1 m=1 m+1=0 m=1 Portanto o polinmio do 1.grau se m=1.

03. (UESB) Se P(x) = xnxn1+xn2 ... +x2 x+1 e P(1)=19, ento n igual a:a) 10 d) 16 b) 12 e) 18 c) 14

02. Determinar os valores reais de a e b para que o polinmio x3+6x2+ax+b seja um cubo perfeito.

01. Calcular o valor numrico do polinmio P(x) = x3 7x2 + 3x 4 para x = 2.

04. (UBERL) Se P(x) um polinmio tal que 2P(x) + x2P(x1) x3 + 2x + 2, ento P(1) igual a: 05. As solues da equao Q(x) = 0, em que Q(x) o quociente do polinmio x410x3+24x2+10x24 por x26x+5, so: 06. (UESP) Se o polinmio P(x)= x3+mx2 1 divisvel por x2+x1, ento m igual a: 07. (UEL) Dividindo-se o polinmio x4+2x3 2x24x21 por x+3, obtm-se:a) b) c) d) e) x32x2+x 12 com resto nulo; x3 x2+3 com resto 16; x3x213x + 35 e resto 84; x3x23x + 1 com resto 2; x3x2+x7 e resto nulo; a) 3 d) 1 b) 2 e) 2 c) 1 a) 1 e 5 d) 1 e 5 b) 1 e 5 e) 0 e 1 c) 1 e 5 a) 0 d) 2 b) 1 e) 2 c) 1

02. Calcular mIR para que o polinmio P(x)=(m21)x3+(m+1)x2x+4 seja: a) do 3.grau b) do 2.grau c) do 1.grau Soluo: (a) para o polinmio ser do 3.grau, os coeficientes de x2 e x3 devem ser diferentes de zero. Ento: m210 m21 m1 m+10 m1 Portanto o polinmio do 3. grau se m1 e m1. (b) para o polinmio ser do 2. grau, o coeficiente de x3 deve ser igual a zero e o coeficiente de x2 diferente de zero. Ento: m21=0 m2=1 m=1 m+10 m1 Portanto o polinmio do 2.grau se m=1. (c) para o polinmio ser do 1.grau, os

Valor numrico do polinmio Sendo m um nmero complexo (lembre-se de que todo nmero real tambm um nmero complexo), denominamos valor numrico de um polinmio P(x) para x=m, ao valor P(m), ou seja, o valor que obtemos substituindo x por m. Exemplo: Qual o valor numrico do polinmio p(x)= x35x+2 para x= 1? Teremos, substituindo a varivel x por x= 1 p(1) = (1)35(1)+2 = 1+5+2=6? p(1)=6. Raiz (ou zero) de um polinmio O nmero complexo m raiz ou zero do polinmio P(x) quando P(m)=0 . Exemplo: i raiz do polinmio P(x) = x2+1, pois P(i)=0. Lembre-se de que i2 = 1, ou seja , o quadrado da unidade imaginria igual a 1. O nmero natural 2 raiz do polinmio P(x)= x32x2x + 2 , pois P(2)=0. Exerccios resolvidos: 01. Sabendo-se que 3 raiz de P(x)=x3+4x2 ax + 1, calcular o valor de a. Resoluo: Se 3 raiz de P(x), ento P(3)=0. P(3)=0 (3)3+4(-3)2a.(3)+1 = 0 3a = 10 a=10/3 Resposta: a=10/3

Substituindo a 1 equao na 2: 1+c = 2 c=3. Colocando esse valor de c na 3 equao, temos: a 3=1 a=4. Colocando esse valor de a na 1 equao, temos: 4+b=1 b=3. Resposta: a=4, b=-3 e c=3. Aplicao: Sendo P(x) = Q(x) + x2 + x + 1 e sabendo que 2 raiz de P(x) e 1 raiz de Q(x) , calcule o valor de P(1) Q(2) . Soluo: Ora, se 2 raiz de P(x), ento sabemos que P(2)=0 e, se 1 raiz de Q(x), ento Q(1)=0. Temos, ento, substituindo x por 1 na expresso dada: P(1)=Q(1) + 12 + 1 + 1 P(1)=0 + 1 + 1+ 1 = 3. Ento P(1)=3. Analogamente, poderemos escrever: P(2)= Q(2)+22+2+1 0=Q(2)+7,logo Q(2)= 7. Logo P(1) Q(2) = 3 (7) = 3 + 7 = 10. Diviso de polinmios Efetuar a diviso de um polinmio P(x) por outro polinmio D(x) no nulo significa determinar um nico par de polinmios Q(x) e R(x) que satisfazem s condies: 1) P(x) = D(x) . Q(x) + R(x) . (Analogia 46:6=7 e resto 4 46=6.7+4). 2) gr R(x) < gr D(x), onde gr indica o grau do polinmio. Notas: 1) se R(x)=0 , ento dizemos que P(x) divisvel por D(x). 2) se gr P > gr D, ento gr (P:D) = gr P gr D . 3) no se esquea de que o grau do resto sempre menor que o grau do divisor . 4) se gr P(x) < gr D(x), ento Q(x) = 0 e R(x) = P(x) . 3.1 Resto da diviso pelo binmio x a. Teorema do resto: o resto da diviso de P(x) por x a igual a P(a) . Demonstrao: Podemos escrever P(x)= (xa). Q(x)+R(x);

08. (UEL) Se o resto da diviso do polinmio p = x44x3kx 75 por (x 5) 10, o valor de k :a) 5 b) 4 c) 5 d) 6 e)

09. Sejam m e n determinados de tal modo que o polinmio x412x3+47x2 + mx+n seja divisvel por x27x+6. Ento m+n igual a:a) b) c) d) e) 72 0 36 36 58

10. Para que o polinmio 2x4x3+mx2nx+2 seja divisvel por x2x2, devemos ter:a) b) c) d) e) m m m m m = = = = = 1en=6 6 e n = 1 6en=1 6 e n = 1 6 e n = 1

9

Logo, fazendo x=a, vem imediatamente que: P(a)= (a a) . Q(a) + R(a), de onde se conclui que P(a)=R onde R o resto da diviso . Conseqncia : Se P(a)=0, ento R=0 (R=resto) e, portanto, P(x) divisvel por x a. Exemplo: Determinar o quociente de P(x)=x4+x37x2+9x1 por D(x)=x2+3x2. Resoluo: Aplicando o mtodo da chave, temos: 01. (AMANRJ) A soma das razes da equao x4 x34x2+4x = 0 igual a: a) 0 b) 1 c) 4 d) 4 e) n.d.a. Soluo: x4 x3 4x2+ 4x = 0 A soma das razes dada por b/a, onde: a = 1, b = 1, c = 4, d = 4 e e = 0 Ento b/a = (1)/1 = 1(Letra B) 02. (UFPR) A mdia aritmtica das razes da equao x3 x2 6x = 0 : a) 1 b) 1/3 c) 8/3 d) 7/3 e) 5/3 Soluo: x3 x2 6x = 0 a = 1, b = 1, c = 6 e d = 0 A mdia aritmtica das razes m,n e p dada por: m+n+p b/a b (1) = = = = 1/3 3 3 3a 3.1

Verificamos que: O dispositivo de Briot-Ruffini

03. (CESGRANRIORJ) A soma das razes de x4+1=0 : a) 1 b) 1 c) 0 d) i e) i Soluo: x4 + 1 = 0 A soma das razes dada por b/a = 0/1 = 0

Serve para efetuar a diviso de um polinmio P(x) por um binmio da forma (ax+b). Exemplo: Determinar o quociente e o resto da diviso do polinmio P(x)=3x35x2+x2 por (x2). Resoluo:

04. (UFSE) A soma e o produto das razes da equao x3 + x2 8x 4 = 0 so, respectivamente: a) 8 e 4 b) 8 e 4 c) 4 e 1 d) 1 e 4 e) 4 e 8 Soluo: x3 + x2 8x 4 = 0 a = 1, b = 1, c = 8, d = 4 S = b/a = 1/1 = 1 P = d/a = (4)/1 = 4 05. (FGVSP) A soma e o produto das razes da equao x4 5x3+ 3x2+ 4x 6 = 0 formam qual seguinte par de valores? a) 5; 6 b) 5; 6 c) 3; 4 d) 1; 6 e) 4; 3 Soluo: x4 5x3+ 3x2+ 4x 6 = 0 a = 1, b = 5, c = 3, d = 4, e = 6 S = b/a = (5)/1 = 5 P = e/a = 6/1 = 6

06. (PUCPR) Se a, b e c so razes da equao x3 4x2 31x + 70 = 0, podemos afirmar que log2(a + b + c) igual a: a) 4 b) 0 c) 1 d) 2 e) n.d.a. Soluo: x3 4x2 31x + 70 = 0 A=1, B=4, C=31, D=70 a, b e c so razes log2(a + b + c) = log2(B/A) = log2((4)/1) = log24 = 2

Observe que o grau de Q(x) uma unidade inferior ao de P(x), pois o divisor de grau 1. Resposta: Q(x)=3x2+x+3 e R(x)=4. Para a resoluo desse problema, seguimos os seguintes passos: 1) Colocamos a raiz do divisor e os coeficientes do dividendo ordenadamente na parte de cima da cerquinha. 2) O primeiro coeficiente do dividendo repetido abaixo. 3) Multiplicamos a raiz do divisor por esse coeficiente repetido abaixo e somamos o produto com o 2. coeficiente do dividendo, colocando o resultado abaixo deste. 4) Multiplicamos a raiz do divisor pelo nmero colocado abaixo do 2. coeficiente e somamos o produto com o 3. coeficiente, colocando o resultado abaixo deste e, assim, sucessivamente. 5) Separamos o ltimo nmero formado, que igual ao resto da diviso, e os nmeros que ficam esquerda deste sero os coeficientes do quociente. Sendo P(x) um polinmio em C, chama-se equao algbrica igualdade P(x) = 0. Portanto as razes da equao algbrica so as mesmas do polinmio P(x). O grau do polinmio ser tambm o grau da equao. Exemplo: 3x4 2x3 + x + 1 = 0 uma equao do 4. grau . Propriedades importantes: P1 Toda equao algbrica de grau n possui exatamente n razes. Exemplo: a equao x3 x=0 possui 3 razes, a saber: x=0 ou x=1 ou x=1. Dizemos, ento, que o conjunto verdade ou conjunto soluo da equao dada S = {0, 1, 1}. P2 Se b for raiz de P(x)=0 , ento P(x) divisvel por xb . Esta propriedade muito importante para abaixar Equaes Algbricas

07. (UNESPSP) Consideremos a equao x2+ ax + b = 0. Sabendo-se que 4 e 5 so as razes dessa equao, ento: a) a = 1, b = 7 b) a = 1, b= 20 c) a = 3, b = 20 d) a = 20, b = 20 e) a = b = 1 Soluo: x2+ ax + b = 0 4 e 5 so as razes 4 + (5) = a/1, ento a = 1 4.(5) = b/1, ento b = 20

o grau de uma equao, o que se consegue dividindo P(x) por x b, aplicando Briot-Ruffini. P3 Se o nmero complexo a+bi for raiz de P(x)=0 , ento o conjugado a bi tambm ser raiz. Exemplo: Qual o grau mnimo da equao P(x)=0, sabendo-se que trs de suas razes so os nmeros 5, 3+2i e 43i. Ora, pela propriedade P3, os complexos conjugados 32i e 4+3i so tambm razes. Logo, por P1, conclumos que o grau mnimo de P(x) igual a 5, ou seja, P(x) possui, no mnimo, 5 razes. P4 Se a equao P(x) = 0 possuir k razes iguais a m, ento dizemos que m uma raiz de grau de multiplicidade k. Exemplo: a equao (x 4)10 = 0 possui 10 razes iguais a 4. Portanto 4 raiz dcupla ou de multiplicidade 10 . Exemplo: (1) A equao x3 = 0 possui trs razes iguais a 0, ou seja, trs razes nulas com ordem de multiplicidade 3 (razes triplas). (2) A equao do segundo grau x28x+16=0 possui duas razes reais iguais a 4, (x= x= 4). Dizemos, ento, que 4 uma raiz dupla ou de ordem de multiplicidade dois. P5 Se a soma dos coeficientes de uma equao algbrica P(x) = 0 for nula, ento a unidade raiz da equao (1 raiz). Exemplo: 1 raiz de 40x5 10x3 + 10x 40 = 0, pois a soma dos coeficientes igual a zero. P6 Toda equao de termo independente nulo admite um nmero de razes nulas igual ao menor expoente da varivel. Exemplo: (1) A equao 3x5 + 4x2 = 0 possui duas razes nulas . (2) A equao x100+x12=0 possui 100 razes, das quais 12 so nulas! P7 Se x1, x2, x3, ... ,xn so razes da equao aoxn + a1xn1 + a2xn2 + ... + an = 0, ento ela pode ser escrita na forma fatorada: ao(x x1).(x x2).(x x3). ... . (x xn)= 0 Exemplo: Se 1 , 2 e 53 so as razes de uma equao do 3. grau , ento podemos escrever: (x+1) . (x2) . (x53) = 0, que, desenvolvida, fica: x3 54x2 + 51x + 106 = 0. Relaes de Girard So as relaes existentes entre os coeficientes e as razes de uma equao algbrica. (1) Para uma equao do 2. grau, da forma ax2+bx+c=0 , j conhecemos as seguintes relaes entre os coeficientes e as razes x1 e x2: x1 + x2 = b/a e x1.x2 = c/a. (2) Para uma equao do 3. grau, da forma ax3+ bx2+cx+d = 0, sendo x1, x2 e x3 as razes, temos as seguintes relaes de Girard: x1 + x2 + x3 = b/a x1.x2 + x1.x3 + x2.x3 = c/a x1.x2.x3 = d/a (3) Para uma equao do 4. grau , da forma ax4+bx3+cx2+dx+e=0, sendo as razes iguais a x1, x2, x3 e x4, temos as seguintes relaes de Girard : x1+x2+x3+x4 = b/a x1.x2+x1.x3+x1.x4+x2.x3+x2.x4+x3.x4 = c/a x1.x2x3+x1.x2.x4+x1.x3.x4+x2.x3.x4 = d/a x1.x2.x3.x4 = e/a

10

FsicaProfessor Carlos Jennings Aula 125

R Req = n A resistncia equivalente de uma associao de resistores em paralelo menor que a menor das resistncias associadas. 3. Associao mista: Associao mista aquela em que existem resistores associados em srie e em paralelo, como na associao esquematizada abaixo:

1. Em srie: Resistores esto associados em srie quando esto interligados de modo a estabelecer um nico caminho para a corrente eltrica. Assim, a corrente que passa por um deles a mesma que passa pelos demais. Esse tipo de associao freqentemente utilizado na iluminao de rvores de natal. Consideremos n resistores de resistncias R1, R2, ..., Rn associados em srie. Estabelecendo uma ddp U entre os terminais A e B da associao, os resistores so percorridos por uma mesma corrente de intensidade i e ficam submetidos ddp U1, U2, ..., Un, respectivamente, sendo cada uma delas uma parte de U. Resistncia equivalente da associao (Req) aquela que um nico resistor deveria ter para que a mesma ddp U produzisse nele uma corrente de mesma intensidade.

Associao de Resistores

Eletrodinmica II

Na montagem, temos trs resistores de resistncias R1 = 100, R2 = 30, R3 = 60, um reostato de resistncia R4 (varivel de 0 a 80) e um fio ideal F. Curto-circuito Dois pontos esto em curto-circuito quando existe um condutor ideal conectado entre eles. A ddp entre esses dois pontos igual a zero. Por isso, em clculos de circuitos, os dois pontos podem ser considerados coincidentes. a)

Resistores esto associados em paralelo quando esto interligados de modo a se submeterem a uma mesma ddp U, estabelecendo mais de um caminho para a corrente eltrica. Esse tipo de associao usado, por exemplo, na iluminao de uma residncia. Consideremos n resistores de resistncias R1, R2, ..., Rn associados em srie. Estabelecendo uma ddp U entre os terminais A e B da associao, a ddp ser igual a U em todos os resistores e neles sero estabelecidas correntes eltricas de intensidades i1, i2, ..., in:

2. Em paralelo:

Ento: A intensidade de corrente i igual em todos os resistores. U = U1 + U2 + ...+ Un Req . i = R1 . i + R2 . i+ ...+ Rn . i Req = R1 + R2 + ...+ Rn (resistncia equivalente entre os pontos A e B).

GERADOR ELTRICO EM CIRCUITOS Grandezas caractersticas de um gerador eltrico Quando um gerador no participa de um circuito, ou seja, quando ele no percorrido por uma corrente eltrica, existe, entre seus terminais (plos) A e B, uma ddp , denominada fora eletromotriz (fem). No caso das pilhas comuns, = 1,5V, e, no caso de baterias de automvel, = 12V. bom que se diga: a denominao de fora eletromotriz inadequada, pois no se trata de fora, mas de energia por unidade de carga. Como todo condutor real, o gerador apresenta uma resistncia eltrica r, denominada resistncia interna do gerador.

Determine a resistncia equivalente RAB entre os terminais A e B, considerando R4 = 80. b) Determine a intensidade de corrente eltrica em R1, R2 e R3, quando aplicada uma ddp U = 300V entre A e B, com R4 = 0. Soluo: a) Como as extremidades de um fio ideal esto no mesmo potencial, associando uma letra a cada n, cuidando para que ns interligados por um fio ideal recebam a mesma: Em

seguida, marcamos todos os pontos que receberam letras, sem repetio, mantendo os terminais em posies extremas. Agora, redesenhamos o esquema, observando que (na figura 1) R1 est entre A e B, R2 est entre B e C, R3 est entre C e B, e R4, entre A e C.

R2.R3 30.60 RCB = = RCB = 20 R2 + R3 30+60 Circuito simples Assim se denomina um circuito em que um gerador alimenta um resistor.

Anote a:

Ento: A ddp U igual em todos os resistores. i = i1 + i2 + ... + in U U U U = + + ... + Req R1 R2 Rn 1 1 1 1 = + + ... + Req R1 R2 Rn Essa expresso d a resistncia equivalente entre os pontos A e B.

Clculo prtico para apenas dois resistores em paralelo: R1.R2 Req = R1 + R2 n resistores de resistncias iguais a R, em paralelo:

O gerador estabelece, entre os terminais do resistor, uma ddp U que menor que a fora eletromotriz , como veremos adiante. Note que o sentido (convencional) da corrente de (), para (+) dentro do gerador, e de (+) para () fora dele, ou seja, de (+) para () no resistor. Generalizando a informao: Elementos em que a corrente passa de () para (+) esto fornecendo energia eltrica (so os geradores). Elementos em que a corrente passa de (+) para () esto recebendo energia eltrica (so os resistores e os receptores). Anote a: quando um gerador alimenta dois ou mais resistores, temos um circuito que pode ser reduzido a um circuito simples, bastando calcular a resistncia equivalente da associao dos vrios resistores alimentados.

100 Essa resistncia de 100 est em paralelo com R1, que tambm igual a 100 : 100 100 RAB = = RAB = 50 n 2 b) R4 = 0 significa que o reostato tornou-se um condutor ideal:

80 + 20 =

Redesenhando o esquema, temos: U= R1 . i1 300 = 100

. i1 i1 = 3A U = R2 . i2 300 = 30 . i2 i2 = 10A U = R3 . i3 300 = 60 . i3 i3 = 5A

11

Equao do gerador

Gerador ideal

Diz-se de um gerador hipottico cuja resistncia interna r igual a zero. simbolizado por:

01. Determine o gerador equivalente entre os pontos A e B:

U=r.i U = ddp aproveitada pela lmpada. = ddp gerada. r . i = ddp perdida dentro do gerador. Potncias no gerador Potd: a potncia eltrica desperdiada pelo gerador, em razo de sua resistncia interna. Significa quantos joules de energia eltrica so dissipados inutilmente dentro do gerador, em cada segundo. 2 Potd = r . i Potu: a potncia eltrica til do gerador, ou seja, a potncia que o gerador fornece a quem ele alimenta. Significa quantos joules de energia eltrica o gerador efetivamente fornece, em cada segundo. Potu = U . i Pott: a potncia eltrica total produzida pelo gerador, obtida pela soma da potncia til com a desperdiada. Significa quantos joules de algum tipo de energia (qumica, no caso das pilhas) so transformados em energia eltrica, em cada segundo. Pott = Potu + Potd = U . i + r . i2 Pott = (U + r . i) . i Pott = . i

Nesse gerador, no h desperdcio de energia, por isso seu rendimento igual a 1, ou seja, 100%. Anote a: na resoluo de exerccios, muitas vezes, somos obrigados a considerar o gerador ideal, quando no temos informao sobre sua resistncia interna. 1. Em srie: O plo positivo de um gerador ligado ao plo negativo do gerador seguinte. Considere n geradores de foras eletromotrizes 1, 2, ..., n, e resistncias internas r1, r2, ..., rn, respectivamente, associados em srie: Sendo eq e req a fora eletromotriz e resistncia interna do gerador equivalente associao, temos: eq = 1 + 2 + ...+ n req = r1 + r2 +... + rn 2. Em paralelo: Os plos positivos dos geradores so ligados juntos, o mesmo ocorrendo com os plos negativos. Considere n geradores iguais, cada um deles com fora eletromotriz e resistncia interna r, associados em paralelo. Associao de geradores

Calcule a resistncia R para que a resistncia equivalente entre A e B seja RAB = 35.

Caiu no vestibular

Soluo:

a grandeza adimensional (sem unidade, porque resulta da razo entre grandezas de mesma natureza) que informa qual a frao da potncia total aproveitada como potncia til. Potu U.i U = = = (0 < 1) .i Pott Num circuito simples, temos: No gerador: U = r . i No resistor: U = R . i Ento: r . i = R . i = (R + r) . i = Resistncias . i A resistncia R pode ser a resistncia equivalente associao de uma quantidade qualquer de resistores.

Rendimento eltrico de um gerador

uma vez que so atravessadas pela mesma corrente eltrica. Essas resistncias equivalem a: 10 + 20 + 30 = 60

As resistncias de 10, 20 e 30 esto em srie,

Intensidade de corrente eltrica num circuito simples Sendo eq e req a fora eletromotriz e resistncia interna do gerador equivalente associao, temos: eq = r req = n Anote a: na prtica, no comum associar, em paralelo, geradores de diferentes foras eletromotrizes, porque podemos ter geradores alimentando outros geradores. Os alimentados funcionariam como receptores eltricos. Vantagens e desvantagens das associaes de geradores Nas associaes (I) e (II), cada pilha tem "fora" eletromotriz e e resistncia interna r.

As

resistncias de 40 e 60 esto em paralelo porque se ligam aos mesmos pontos C e D, equivalente dada por: 1 1 1 = + RCD = 24 RCD 40 60 estando submetidas mesma ddp. A resistncia

Um gerador de fem = 12V, e resistncia interna r = 1 est ligado a um resistor de resistncia R = 3.

Aplicao

Poderamos, tambm, usar o clculo prtico para dois resistores em paralelo: 40.60 2400 RCD = = RCD = 24 40+60 100 As

trs resistncias que restaram esto em srie: RAB = R + 24 + 1 Como RAB = 35: 35 = R + 24 + 1 RAB = 10

Calcule: a) a intensidade da corrente eltrica no circuito; b) a ddp U entre os terminais do gerador (ou do resistor, pois a mesma); c) a potncia til do gerador; d) a potncia desperdiada dentro do gerador; e) a potncia eltrica total gerada; f) o rendimento eltrico do gerador. Soluo: a) = Resistncias . i 12 = (3 + 1) . i i = 3A b)No gerador: U = r . i = 12 1 . 3 = 9V Ou no resistor: U = R . i = 3 . 3 = 9V c) Potu = U . i = 9 . 3 = 27W (poderia ser tambm 2 2 R . i ou U /R) 2 2 d)Potd = r . i = 1 . 3 = 9W e) Pott = . i = 12 . 3 = 36W (poderia ser tambm Potu + Potd) Potu 27 f) = = = 0,75 = 75% (poderia ser Pott 36 U tambm = )

Vamos discutir a vantagem e a desvantagem de cada uma: Em (I), as pilhas esto associadas em srie. Ento: eq = 1 + 2 + ...+ n eq = + + eq = 3 (vantagem: multiplica a fora eletromotriz). req = r1 + r2 +... + rn req = r + r + r req = 3r (desvantagem: aumenta a resistncia interna). Em (II), as pilhas esto associadas em paralelo: eq = (desvantagem: mantm a fora eletromotriz dos geradores associados). r r req = req = (vantagem: diminui a n 3 resistncia interna).

12

PortugusProfessor Joo BATISTA Gomes

3. EXISTIR

Existir verbo sempre pessoal (ter existncia real; ser; haver). Nessas condies, pode-se garantir que:

1. FAZER (impessoal)

Concordncia Verbal I

Aula 126

Veja construes certas e erradas:

a) a orao tem sujeito (simples ou composto), normalmente posposto ao verbo; b) o verbo existir intransitivo; c) o verbo existir concorda com o sujeito. 1. Deve existir fortes razes para a sua desistncia. (errado) 2. Devem existir fortes razes para a sua desistncia. (certo) 4. Deve haver fortes razes para a sua desistncia. (certo) 5. Entre ns, no pode existir grandes diferenas. (errado) 6. Entre ns, no podem existir grandes diferenas. (certo) 7. Entre ns, no pode haver grandes diferenas. (certo) 8. Sempre existir vozes discordantes, mas estarei otimista. (errado) 9. Sempre existiro vozes discordantes, mas estarei otimista. (certo)

Fazer verbo impessoal (sem sujeito) quando indica: a) tempo passado (determinado perodo de tempo); Nessas condies, pode-se garantir que: b) temperatura (estado atmosfrico ou fenmeno meteorolgico). a) a orao tem sujeito inexistente; b) o verbo fazer transitivo direto; c) o verbo fazer fica sempre na terceira pessoa do singular; d) na indicao de tempo decorrido, no aceita o advrbio atrs. 1. Fazem anos que no vou a So Gabriel da Cachoeira. (errado) 2. Faz anos que no vou a So Gabriel da Cachoeira. (certo) 3. Devem fazer frios terrveis no sul do Brasil. (errado) 4. Deve fazer frios terrveis no sul do Brasil. (certo) 5. Devem fazer uns dez anos que ela me abandonou. (errado) 6. Deve fazer uns dez anos que ela me abandonou. (certo) 7. Podem fazer, se muito, uns trs anos que nos separamos. (errado) 8. Pode fazer, se muito, uns trs anos que nos separamos. (certo) 9. Estivemos aqui faz mais de dois anos atrs. (errado)

CONCORDNCIA ESPECIAL VERBO PARECERQuando o sentido de parecer dar a impresso, seguido de infinitivo, admite duas construes: a) Parecer no plural e infinitivo no singular A concordncia normal, ou seja, s quem se flexiona o verbo parecer (nesse caso, auxiliar). 1. Os ribeirinhos pareciam temer as conseqncias da cheia. Verbo parecer: auxiliar. Veja exemplos analisados:

Veja construes certas e erradas:

4. SER (impessoal)

Perodo simples (orao absoluta).

Ser verbo impessoal (sem sujeito) quando indica tempo, data ou distncia. Nessas condies, pode-se garantir que:

Veja construes certas e erradas:

a) a orao tem sujeito inexistente; b) o verbo ser de ligao; c) o verbo ser concorda sempre com o predicativo.

2. Por causa das mquinas, os prdios pareciam tremer. Perodo simples (orao absoluta). Verbo parecer: auxiliar.

Verbo temer: principal e transitivo direto.

2. HAVER (impessoal)

Haver verbo impessoal (sem sujeito): b) quando significa existir.

a) quando indica tempo passado (determinado perodo de tempo);

Veja construes certas e erradas:

a) a orao tem sujeito inexistente; b) o verbo haver transitivo direto; c) o verbo haver fica sempre na terceira pessoa do singular; d) na indicao de tempo decorrido, no aceita a palavra atrs.

Nessas condies, pode-se garantir que:

5. CONCORDNCIA COM PRONOMES DE TRATAMENTO

1. Era dez horas da manh quando o desastre aconteceu. (errado) 2. Eram dez horas da manh quando o desastre aconteceu. (certo) 3. Eram meio-dia e meia quando ela retornou. (errado) 4. Era meio-dia e meia quando ela retornou. (certo) 5. Devia ser onze horas quando a festa comeou. (errado) 6. Deviam ser onze horas quando a festa comeou. (certo) 7. Hoje, quinze de maio. (errado) 8. Hoje, so quinze de maio. (certo) 9. Hoje, dia quinze de maio. (certo)

b) Parecer no singular e infinitivo no plural Concordncia verbal estranha, mas correta. Nesse caso, parecer no verbo auxiliar: sozinho, constitui a orao principal do perodo. 1. Os ribeirinhos parecia temerem as conseqncias da cheia. Veja perodos analisados:

Verbo tremer: principal e intransitivo.

Perodo composto por subordinao (duas oraes). Orao principal: parecia (verbo parecer = intransitivo).

1. Houveram muitas desistncias. (errado) 2. Houve muitas desistncias. (certo) 3. Haviam dvidas sobre a ao dos policiais. (errado) 4. Havia dvidas sobre a ao dos policiais. (certo) 5. Entre ns, no podem haver aborrecimentos. (errado) 6. Entre ns, no pode haver aborrecimentos. (certo) 7. Devem haver outros meios para frear a violncia urbana. (errado) 8. Deve haver outros meios para frear a violncia urbana. (certo)

Equvocos Como os pronomes de tratamento iniciam-se por vossa, (Vossa Senhoria, Vossa Excelncia, Vossa Magnificncia etc.), cria-se a confuso com vs, envolvendo tanto a concordncia verbal quanto a nominal. Veja construes certas e erradas:

Voc, vocs Todo e qualquer pronome de tratamento corresponde, para efeito de concordncia, terceira pessoa. Na prtica, podemos igualar os pronomes de tratamento ao pronome voc(s).

Orao subordinada substantiva subjetiva reduzida de infinitivo: Os ribeirinhos temerem as conseqncias da cheia.

2. Por causa das mquinas, os prdios parecia tremerem.

Perodo com orao subordinada desenvolvida: Parecia que os ribeirinhos temiam as conseqncias da cheia.

Perodo composto por subordinao (duras oraes). Orao principal: parecia (verbo parecer = intransitivo).

1. Vossa Senhoria estais convidado para a inaugurao do clube. (errado) 2. Vossa Senhoria est convidado para a inaugurao do clube. (certo) 3. Nesse caso, Vossa Excelncia estais com a razo. (errado) 4. Nesse caso, Vossa Excelncia est com a razo. (certo)

Orao subordinada substantiva subjetiva reduzida de infinitivo: Os prdios temerem.

Perodo com orao subordinada desenvolvida: Parecia que os prdios tremiam.

13

01. (UFMA) ............. fazer muitos anos que se .............. os ......................... As lacunas acima se preenchem corretamente, pela ordem, com:a) b) c) d) e) Deviam, esperavam, pseudo-milagres Devia, esperavam, pseudos milagres Deviam, esperava, pseudo-milagres Devia, esperavam, pseudomilagres Deviam, esperava, pseudosmilagres

6. SE = PRONOME APASSIVADOR

5. Vossa Majestade sois um homem admirvel. (errado) 6. Vossa Majestade um homem admirvel. (certo) 7. Vossa Senhoria e vossos assessores esto convidados para o baile. (errado) 8. Vossa Senhoria e seus assessores esto convidados para o baile. (certo) 9. Vossa Excelncia e vossa famlia tm lugar reservado para assistir ao show. (errado)

SE = PA Quando o verbo transitivo direto (ou transitivo direto e indireto) estiver apassivado pelo pronome se, concordar normalmente com o sujeito. Nessas condies, pode-se garantir que: b) A orao, por estar na voz passiva, no tem objeto direto. A palavra ou expresso com cara de complemento verbal , na verdade, o sujeito da orao. a) A partcula se pronome apassivador (indica voz passiva sinttica).

8. BATER, SOAR E DAR

2. Precisa-se de digitadoras. (certo) 3. Aspiravam-se, na infncia, s aventuras pela floresta. (errado) 4. Aspirava-se, na infncia, s aventuras pela floresta. (certo) 5. Tratam-se, neste caso, de fenmenos isolados. (errado) 6. Trata-se, neste caso, de fenmenos isolados. (certo) 7. Assistem-se, com constncia, a cenas de violncia pela tev. (errado) 8. Assiste-se, com constncia, a cenas de violncia pela tev. (certo) 9. Pouco se obedece s leis de trnsito nesta cidade. (certo)

02. (FGV) A concordncia est de acordo com a norma padro na frase:

03. Assinale a opo em que a norma culta da lngua foi respeitada.

a) Tratam-se de opinies diversas sobre um e outro campo, que marcaram o desenvolvimento da humanidade. b) So aspectos seja da cincia, seja da religio que ultrapassa nossa possibilidade de compreenso do universo. c) H conceitos, derivados diretamente do Evangelho, que podem ser interpretados de maneira que os torne extremamente nocivos. d) Sabe-se que as pessoas temem as descobertas cientficas, pois as v como prejudiciais, muitas vezes, humanidade. e) Mesmo os postulados da cincia podem trazer, embutido neles, ensinamentos muito prximos da dvida e da tolerncia.

Os verbos bater, soar e dar, na indicao de horas, concordam regularmente com o sujeito (sino, relgio). Na falta de sujeito explcito, a concordncia dever ser feita com a expresso numrica. Veja construes certas e erradas: 1. O sino da igrejinha bateram doze longas badaladas. (errado) 2. O sino da igrejinha bateu doze longas badaladas. (certo) 3. No sino da igrejinha, bateram doze longas badaladas. (certo) 4. No sino da igrejinha, bateu doze longas badaladas. (errado) 5. Bateu nove horas no relgio da praa: era o sinal esperado. (errado) 6. Bateram nove horas no relgio da praa: era o sinal esperado. (certo) 7. Bateu nove horas o relgio da praa: era o sinal esperado. (certo) 8. Soou onze horas no relgio da fbrica. (errado) 9. Soaram onze horas no relgio da fbrica. (certo)

Veja construes certas e erradas:

c) Para fazer a mudana da passiva para a ativa, retira-se o se e coloca-se o verbo na terceira pessoa do plural.

04. Opte pela construo gramaticalmente correta.

a) No passado, faziam belos dias de sol por aqui. b) Em dezembro prximo, vo fazer dois anos que me casei. c) Eles se mudaram daqui faz mais de dois anos atrs. d) A famlia inteira migrou para a capital faz anos. e) Eles no moram mais aqui. Mudaram-se fazem mais de cinco anos.

Veja a mudana correta da voz passiva sinttica para a voz ativa:

1. Conserta-se foges e geladeiras. (errado) 2. Consertam-se foges e geladeiras. (certo) 3. Aluga-se quartos. (errado) 4. Alugam-se quartos. (certo) 5. Faz-se trabalhos de macumba em domiclio. (errado) 6. Fazem-se trabalhos de macumba em domiclio. (certo) 7. Pode-se fazer, com esses troncos, mveis rsticos. (errado) 8. Podem-se fazer, com esses troncos, mveis rsticos. (certo)

05. Opte pela construo gramaticalmente correta.a) b) c) d) e)

a) Faz-se trabalhos de macumba em domiclio. b) Mesmo com ameaa de pesadas multas, no se obedece s leis de trnsito. c) Assistem-se, constantemente, a cenas de apelao sexual na tev. d) Nesta casa, aspiram-se a dias melhores. e) Nesse caso, podem-se, dentro dos limites que um pleito impe, esperar uma campanha mais limpa.

7. SE = PRONOME QUE INDETERMINA O SUJEITO

1. Nos ltimos tempos, tem-se recebido muita denncia de corrupo. (voz passiva sinttica) 2. Nos ltimos tempos, tm recebido muita denncia de corrupo. (voz ativa) 3. Aqui, aceitam-se tquetes-alimentao. (voz passiva sinttica) 4. Aqui, aceitam tquetes-alimentao. (voz ativa) 5. Alugam-se quartos. (voz passiva sinttica) 6. Alugam quartos. (voz ativa)

(FGV) A concordncia deixa de seguir a norma padro, na frase:

Caiu no vestibular

SE = PIS Quando o pronome se indetermina o sujeito, o verbo fica, obrigatoriamente, na terceira pessoa do singular. Nessas condies, pode-se garantir que: b) O se vem sempre ligado (antes, depois ou no meio) a um verbo transitivo indireto ou intransitivo ou de ligao.

a) A partcula se pronome que indetermina o sujeito (PIS).

a) Registram-se, hoje, nas famlias mais pobres, taxas de natalidade maiores que a mdia brasileira. b) O nmero de pobres cresce mais do que as possibilidades de gerao de riqueza. c) As condies de pobreza so perpetuadas, num crculo vicioso, pois no existem postos de trabalho suficientes. d) Muitos empregados foram beneficiados com as mudanas nas relaes trabalhistas, melhorando as condies de vida. e) Com isso, cresceu as diferenas regionais entre o Sudeste e o Nordeste, regio sujeita a um clima inspito.

H mais de dez minutos que lhe espero. H mais de dez minutos que a espero. A mais de dez minutos que a espero. A mais de dez minutos que lhe espero. H mais de dez minutos que espero-a.

(FGV) A concordncia verbal est correta em:a) b) c) d) e)

Arapuca

Veja construes certas e erradas:

c) A orao (sempre na voz ativa) no aceita mudana para a voz passiva. 1. Precisam-se de digitadoras. (errado)

Est em liquidao cerca de vinte lojas. Costumam haver muitas ofertas. Fazem cinco minutos que cheguei. Existem mudanas imprevistas. Dez quilos de arroz so muito.

14

Gabarito do nmero anteriorAprovar n. 20

Calendrio 2008Aulas 190 a 198

DESAFIO QUMICO (p. 3) 01. D; 02. A; 03. B; 04. E; 05. A;

DESAFIO QUMICO (p. 4) 01. C; 02. C; 03. D; 04. C; EXERCCIOS (p. 4) 01. C; 02. A; 03. C; 04. C; 05. C;

LEITURA OBRIGATRIAltimo credoComo ama o homem adltero o adultrio E o brio a garrafa txica de rum, Amo o coveiro este ladro comum Que arrasta a gente para o cemitrio! Augusto dos Anjos

DESAFIO LITERRIO (p. 5) 01. D; 02. A; 03. D; 04. D; 05. D;

o transcendentalssimo mistrio! o nous, o pneuma, o ego sum qui sum, a morte, esse danado nmero Um, Que matou Cristo e que matou Tibrio. Creio como o filsofo mais crente, Na generalidade decrescente Com que a substncia csmica evolui... Creio, perante a evoluo imensa, Que o homem universal de amanh vena O homem particular que eu ontem fui!

DESAFIO HISTRICO (p. 7) 01. E; 02. D; 03. E; 04. C;

DESAFIO HISTRICO (p. 8) 01. B; 02. D; 03. C; DESAFIO FSICO (p. 9) 01. C; 02. C; 03. D; 04. A; 05. D; 06. B; 07. B;

Vandalismo

Meu corao tem catedrais imensas, Templos de priscas e longnquas datas, Onde um nume de amor, em serenatas, Canta a aleluia virginal das crenas. Na ogiva flgida e nas colunatas Vertem lustrais irradiaes intensas Cintilaes de lmpadas suspensas E as ametistas e os flores e as pratas. Como os velhos Templrios medievais Entrei um dia nessas catedrais E nesses templos claros e risonhos ...

Augusto dos Anjos

DESAFIO GEOGRFICO (p. 11) 01. E; 02. E; 03. D;

DESAFIO FSICO (p. 10) 01. A; 02. 44; 03. a) 0,04 ; b) 72W;;

DESAFIO GEOGRFICO (p. 12) 01. B; 02. E; 03. A; DESAFIO BIOLGICO (p. 13) 01. C; 02. D; 03. B; 04. A;

E erguendo os gldios e brandindo as hastas, No desespero dos iconoclastas Quebrei a imagem dos meus prprios sonhos!

Versos a um coveiro

DESAFIO BIOLGICO (p. 14) 01. A; 02. C; 03. C; 04. D; 05. D;

Numerar sepulturas e carneiros, Reduzir carnes podres a algarismos, Tal , sem complicados silogismos, A aritmtica hedionda dos coveiros!

Augusto dos Anjos

Um, dois, trs, quatro, cinco... Esoterismos Da Morte! E eu vejo, em flgidos letreiros, Na progresso dos nmeros inteiros A gnese de todos os abismos! Oh! Pitgoras da ltima aritmtica, Continua a contar na paz asctica Dos tbidos carneiros sepulcrais Tbias, crebros, crnios, rdios e meros, Porque, infinita como os prprios nmeros A tua conta no acaba mais!

15

LNGUA PORTUGUESA

BECHARA, Evanildo. Lies de portugus pela anlise sinttica. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1960. CEGALLA, Domingos Paschoal. Dicionrio de dvidas da lngua portuguesa. 2. impr. So Paulo: Nova Fronteira, 1996. CUNHA, Celso; CYNTRA, Lindley. Nova gramtica do portugus contemporneo 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. HOLANDA, Aurlio Buarque de. Novo dicionrio da lngua portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. HISTRIA

ALMEIDA, Napoleo Mendes de. Dicionrio de questes vernculas. 3. ed. So Paulo: tica, 1996.

SARDELLA, Antnio. Curso de Qumica: fsico-qumica. So Paulo: tica, 2000. AMABIS, Jos Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Conceitos de Biologia das clulas: origem da vida. So Paulo: Moderna, 2001. CARVALHO, Wanderley. Biologia em foco. Vol. nico. So Paulo: FTD, 2002. LOPES, Snia Godoy Bueno. Bio. Vol. nico. 11.a ed. So Paulo: Saraiva. 2000. MARCONDES, Ayton