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A ovelha Dolly, gerada a part ir de uma técnica conhecida como transferência somát ica de núcleo Comunitário beneficia frutos do açaí na Reserva Extrativista Auati Paraná (arquivo CNPT/IbamaAM) Química – Atomística pg. 02 Química – Substâncias e misturas pg. 04 Biologia – Citologia II pg. 06 Biologia – Biologia Vegetal pg. 08 Português – Concordância verbal 1 pg. 10

Apostila Aprovar Ano04 Fascículo24 Bio Qui

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Text of Apostila Aprovar Ano04 Fascículo24 Bio Qui

Qumica Atomstica

Qumica Substncias e misturas

pg. 02

pg. 04

Comunitrio beneficia frutos Reserva Extrativista Auat do aa na i (arquivo CNPT/IbamaAMParan )

Biologia Citologia II Biologia Biologia Vegetal

pg. 06 pg. 08 pg. 10

Portugus Concordncia verbal 1

olly, elha D tir de A ov a par gerada cnica uma t a como id conhec ncia somtica transfer eo de ncl

Profic completa quat anos de ro incent pesquisa ivo cient ificaSetecentos e nove alunos beneficiados com bolsas de estudo desde 2003. Financiado pela Secretaria de Estado da Cincia e Tecnologia (SECT) por meio da Fundao de Amparo Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), o Programa de Fomento Iniciao Cientfica (Profic) da UEA completa quatro anos de atividade cumprindo seus objetivos de criar mecanismos que consolidaram o desenvolvimento de pesquisas na instituio, promovendo a educao, desenvolvendo o conhecimento cientfico sobre a Amaznia Ocidental e agregando valores ticos capazes de integrar o homem sociedade. Alm disso, o programa forma e aprimora a qualidade dos recursos humanos da Regio, motivando vocaes para a pesquisa institucional, a ps-graduao acadmica e profissional, aumentado quantitativa e qualitativamente a competncia cientfica regional. Suas reas temticas so Desenvolvimento Sustentado; Cincias Sociais e Artes; Cincias da Sade, Cincias Ambientais e Biotecnologia; Educao e Etno-Lingustica; Cincias Exatas e Tecnologia. Alm das bolsas de estudo, a Fapeam financia tambm um valor correspondente a 30% dos repasses visando manuteno das atividades de pesquisa desenvolvidas pelo programa. O programa foi organizado, planejado e executado pelos Comits de Iniciao Cientfica das Unidades Acadmicas (capital e interior), segundo as reas de pesquisa definidas pela UEA, em articulao com a Coordenao de Pesquisa da Pr-Reitoria de Ps-Graduao e Pesquisa e Comits Externos, formados por consultores ad hoc. Esse planejamento integrado permitiu viabilizar em todas as unidades acadmicas os projetos e as atividades de iniciao cientfica e tecnolgica. A UEA tem, na medida de sua competncia e responsabilidade, buscado os meios necessrios para viabilizao dos projetos aprovados nos programas anuais, bem como a realizao dos processos de seleo de bolsistas e orientadores. Mas o apoio aos alunos que se interessam em aprimorar o conhecimento atravs da pesquisa cientfica vai mais alm. A instituio tem buscado, tambm, viabilizar a participao de bolsistas e orientadores em eventos cientficos para apresentao de seus trabalhos e dar oportunidade de publicao dos resultados das pesquisas obtidos atravs do programa nos diversos veculos de comunicao cientfica como peridicos, revistas e livros.

QumicaProfessor MARCELO Monteiro

Cada nvel de energia comporta um nmero mximo de eltrons que esto resumidos no quadro abaixo:

AtomsticaO tomo Prtons + Nutrons Ncleo Eltrons Eletrosfera (em torno do ncleo) Principais conceitos Nmero Atmico (Z) o nmero de prtons existente no ncleo de um tomo. Z=p Como todo tomo eletricamente neutro, o nmero de prtons (nmero atmico) tem que ser igual ao nmero de eltrons. Z=p=e Nmero de massa (A) a soma do nmero de prtons com o nmero de neutrns existentes num tomo. A = Z + n ou A = p + n Elemento Qumico o conjunto de todos os tomos com mesmo nmero atmico (Z). A notao geral de um tomo : A A A ZX ou ZX ou X Z onde, A = nmero de massa; Z = nmero atmico. ons tomo desequilibrado eletricamente. Quando um tomo ganha eltrons, ele se torna um on negativo, tambm chamado nion. Quando um tomo perde eltrons, ele se torna um on positivo, tambm chamado ction. Exemplo: + Na23 1e Na 23 A carga representada direita e em cima do smbolo. De acordo com a IUPAC, coloca-se o nmero que indica a quantidade de carga na frente do sinal. Exemplo: O2, Ca2+, Al3+, Cl , etc. Istopos tomos com o mesmo nmero de prtons (Z) e diferentes nmeros de massa (A). Tm propriedades qumicas idnticas porque so variedades de um mesmo elemento. Exemplo: 1 2 3 (Z = 1) 1H 1H 1H (prtio) (deutrio) (trtio) Isbaros tomos de mesmo nmero de massa (A), mas que possuem diferentes nmeros de prtons (elementos diferentes). Exemplo: 40 40 K e Ca (A=40) 19 20 Istonos tomos com o mesmo nmero de nutrons (N), mas diferentes nmeros de prtons e de massa. Exemplo: 37 40 Cl e Ca (N = 20) 17 20 O Estudo da Eletrosfera Nvel Energtico So regies do tomo onde os eltrons podem movimentar-se sem perder ou ganhar energia. Atualmente esses nveis (ou camadas, como costumam ser chamados) so identificados pelo chamado nmero quntico principal (n). Observe:

Subnvel de energia Cada nvel energtico costuma ser dividido em subnveis, que se diferem pela forma de trajetria de suas rbitas e pelo nmero de eltrons que comportam. Esses subnveis so identificados pelo chamado nmero quntico secundrio ou azimutal ( ). Observe:

Lembrando que cada nvel s admite um nmero mximo de eltrons, fica fcil determinar o nmero de subnveis por nvel. Observe:

Sendo assim, a ordem crescente de energia nos subnveis dada por: 1s 2s 2p 3s 3p 4s 3d 4p 5s 4d 5p 6s 4f 5d 6p 7s 5f 6d Ordem crescente de energia O Diagrama de Pauling

Orbitais a regio do tomo onde a probabilidade de encontrar um determinado eltron mxima. Princpio da Incerteza de Hersenberg: No possvel determinar ao mesmo tempo a posio e a velocidade do eltron. Os orbitais so identificados pelo chamado nmero quntico magntico (m). Um orbital tem capacidade somente para dois eltrons. Observe:

Importante: Regra de Hund Um orbital s pode ficar completo quando todos os outros orbitais do mesmo subnvel tiverem pelo menos um eltron. Logo, 2p4 Certo!!!

Errado!!! Spin Numa regio restrita, o principal movimento do eltron em torno do seu prprio eixo. Esse movimento do eltron chamado de spin e tem duas possibilidades: sentido horrio e anti-horrio. O spin identificado pelo chamado nmero quntico de spin (ms ou s) cujos valores so: 1/2 no sentido anti-horrio ( ) +1/2 no sentido horrio ( )

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Importante: Princpio da excluso de Pauli: Em um orbital cabem no mximo dois eltrons, desde que tenham spins contrrios. A partir desse enunciado, podemos concluir que dois eltrons de um mesmo tomo no podem ter o mesmo conjunto de nmeros qunticos. Tabela peridica Tabela peridica dos elementos qumicos a disposio sistemtica dos elementos em funo de suas propriedades. Estrutura da Tabela Peridica A tabela peridica relaciona os elementos em linhas chamadas perodos e colunas chamadas grupos ou famlias, em ordem crescente de seus nmeros atmicos. Perodos Os elementos de um mesmo perodo tm o mesmo nmero de camadas eletrnicas, que corresponde ao nmero do perodo. Existem sete perodos, cada um correspondendo a uma das camadas eletrnicas da eletrosfera. Os perodos so: 1.a Camada K pode ter no mximo 2 electres (PT) / eltrons (BR); 2.a Camada L pode ter no mximo 8 electres; 3.a Camada M pode ter no mximo 18 electres; 4.a Camada N pode ter no mximo 32 electres; 5.a Camada O pode ter no mximo 32 electres; 6.a Camada P pode ter no mximo 18 electres; 7.a Camada Q pode ter, como mximo, 2 ou 8 electres. Elementos em um Perodo Em cada perodo, existe uma certa quantidade de elementos. Quantidade de elementos nos perodos: (1.) Possui 2 elementos; (2. e 3.) Possuem 8 elementos cada um; (4. e 5.) Possuem 18 elementos cada um; (6.) Possui 32 elementos; (7.) A quantidade de elementos atuais de 25 elementos nomeados; no se sabe at onde pode ir a quantidade de elementos no 7. perodo,tm-se informaes que vai at 32; entre outros elementos ainda desconhecidos, provavelmente exisitiro novos perodos (8., 9., ...). Grupos Antigamente, chamavam-se famlias. Os elementos do mesmo grupo tm o mesmo nmero de eltrons na camada de valncia. Classificaes dos Elementos Elementos representativos: pertencentes aos grupos 1, 2 e dos grupos de 13 a 17. Elementos (ou metais) de transio: pertencentes aos grupos de 3 a 12. Elementos (ou metais) de transio interna: pertencentes s sries dos lantandeos e dos actindeos. Gases nobres: pertencentes ao grupo 18. Alm disso, podem ser classificados de acordo com suas propriedades fsicas em: Metal

Semimetal ou metalide No-metal ou ametais Gs nobre A Tabela Peridica atual formada por 109 elementos distribudos em 7 linhas horizontais, cada uma sendo chamada de perodo. Os elementos pertencentes ao mesmo perodo possuem o mesmo nmero de camadas de eltrons. Vamos verificar? 3Li 6C 10Ne K2 K2 K2 L1 L4 L 8 Veja: o ltio, o carbono e o nenio possuem 2 camadas (K e L); portanto so do segundo perodo. As linhas verticais da Tabela Peridica so denominadas de famlias e esto divididas em 18 colunas. Os elementos qumicos que esto na mesma coluna na Tabela Peridica possuem propriedades qumicas e fsicas semelhantes. A famlia caracterizada pelos eltrons do subnvel mais energtico, portanto os elementos de uma mesma famlia apresentam a mesma configurao na ltima camada. Vamos verificar alguns exemplos? 1s2 2s2 4Be 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 20Ca O berlio e o clcio tm a mesma configurao na ltima camada, isto , s2; portanto ambos pertencem famlia 2A ou 2. Algumas colunas possuem nomes especiais. Vamos conhecer quais so elas? Famlia 1 (1A) Alcalinos Famlia 2 (2A) Alcalino-terrosos Famlia 13 (3A) Famlia do boro Famlia 14 (4A) Famlia do carbono Famlia 15 (5A) Famlia do nitrognio Famlia 16 (6A) Calcognios Famlia 17 (7A) Halognios Famlia 18 (Zero) Gases Nobres Os elementos da Tabela Peridica podem ser classificados como: Metais: Eles so a maioria dos elementos da tabela. So bons condutores de eletricidade e calor, maleveis e dcteis, possuem brilho metlico caracterstico e so slidos, com exceo do mercrio. No-Metais: So os mais abundantes na natureza e, ao contrrio dos metais, no so bons condutores de calor e eletricidade, no so maleveis e dcteis e no possuem brilho como os metais. Gases Nobres: So no total 6 elementos, e sua caracterstica mais importante a inrcia qumica. Hidrognio: O hidrognio um elemento considerado parte por ter um comportamento nico.

Desafio Qumico01. (FGV) Um sistema formado por partculas que apresentam a composio atmica 10 prtons, 10 eltrons e 11 nutrons. Ao sistema foram adicionadas novas partculas, o sistema resultante ser quimicamente puro se as partculas adicionadas apresentarem a seguinte composio atmica:a) b) c) d) e) 21 20 10 11 11 prtons, prtons, prtons, prtons, prtons, 10 20 10 11 11 eltrons eltrons eltrons eltrons eltrons e e e e e 11 22 12 12 11 nutrons. nutrons. nutrons. nutrons. nutrons.

02. (FGV)Qual dos seguintes conjuntos de nmeros qunticos, citadas na ordem n, l, m, s, impossvel para um eltron num tomo?a) b) c) c) d) 4, 4, 2, 3, 3, 2, 3, 0, 2, 2, 0, +1/2 3, +1/2 +1, +1/2 +1, 1/2 0, +1/2

03. Considere o grfico e assinale a opo errada:

a) Os ctions dos metais alcalinos se situam sobre a reta III. b) Os ctions dos metais alcalinos terrosos se situam sobre a reta II. c) Os nions dos halognios se situam sobre a reta III. d) Os nions dos calcognios se situam sobre a reta IV. e) Os ons isoeletrnicos do Ne se situam sobre a reta V.

04. (CESGRARIO) Os tomos 3x 5Q e 6xR so istopos. O tomo R tem 44 nutrons. Determine a distribuio eletrnica de Q, no estado fundamental, em ordem crescente dos subnveis energticos. 05. (FUVEST) O sdio e seus compostos, em determinadas condies, emitem uma luz amarela caracterstica. Explique este fenmeno em termos de eltrons e nvel de energia. 06. (DESAFIO) Um elemento com nmero atmico 85, dever ser um:a) metal alcalino; b) gs nobre; c) calcognio; d) metal alcalino terroso; e) halognio.

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Desafio Qumico01. (UFF) So dados, abaixo, diferentes procedimentos: I. Obteno de sdio metlico a partir do NaCl. II. Separao de limalhas de ferro da areia, utilizando um im. III. Cristais de acar obtidos por evaporao da gua da calda de um doce. IV. Finos cristais de AgCl separados de sua suspenso em gua. V. Obteno de cobre por imerso de uma placa de zinco em uma soluo aquosa de CuSO4. Assinale a opo que apresenta procedimentos que envolvem processos qumicos:a) I e V d) III e IV b) I, III e V e) III e V c) II e IV

QumicaProfessor CLVIS Barreto

Fenmenos Dividem-se em: fsicos, qumicos, fsico-qumicos e biolgicos. Fsicos no alteram a natureza das substncias, apenas seu estado de agregao (sempre reversveis). Exemplo: fuso, dilatao. Qumicos alteram a natureza das substncias (geralmente irreversveis). Exemplo: combusto, oxidao (ferrugem). Fsico-qumicos mesclam caractersticas dos dois anteriores. Exemplo: eletrlise. Biolgicos so os fenmenos que ocorrem com os seres vivos. Exemplo: circulao, audio. Propriedades da Matria Gerais propriedades presentes em todas as substncias. So elas: extenso, inrcia, impenetrabilidade, porosidade, elasticidade, compressibilidade, elasticidade, etc. Especficas propriedades particulares a cada substncia. Podem ser fsicas (Ex.: ponto de fuso e ebulio.), qumicas (Ex.: oxidao.) ou organolpticas (Ex.: sabor.). Conceitos Fundamentais tomo a menor poro de uma matria que mantm suas caractersticas fsicas e qumicas. Elemento qumico Apesar de conhecermos diversos tipos de matrias diferentes, os cientistas s conhecem um pouco mais de cem tipos de tomos diferentes. Cada um desses tipos representa um elemento qumico. Cada elemento qumico possui um nome e uma abreviao: Exemplo: Carbono C Fsforo P Cobre Cu Molcula a reunio de um determinado nmero de tomos. Exemplo: Quando dois tomos de hidrognio se ligam a um tomo de oxignio, uma molcula de gua se forma. Substncia Pura um conjunto de inmeras molculas iguais. As substncias qumicas dividem-se em: substncias simples e substncias compostas. Substncias simples so aquelas formadas por tomos de apenas um elemento qumico. Exemplo: gs hidrognio (H2), oznio (O3), enxofre (S8). Observao: Atomicidade o nmero de tomos existentes numa molcula de substncia simples. Chamamos, ento, de molculas monoatmicas as que possuem somente um tomo (Fe, Cu, Au, etc); diatmicas as que possuem dois (H2, Cl2, F2, etc), e assim por diante. Alotropia um fenmeno que consiste em um mesmo elemento qumico formar mais de uma substncia simples. Existem diversos exemplos de alotropia dentre os quais se destacam: Do oxignio existem duas variedades alotrpicas do oxignio que se diferem pelo nmero de tomos: O2 e O3. O2 gs oxignio (mais estvel) O3 gs oznio (menos estvel)

Substncias e misturasMatria tudo aquilo que possui massa e ocupa lugar no espao. Exemplo: granito, madeira, ferro, etc. Observao: O ar tambm matria, pois possui massa e ocupa lugar no espao (isto , tem volume). Corpo qualquer poro limitada da matria. Exemplo: pedao de granito, tbua de madeira, barra de ferro, etc. Objeto um corpo que possui aplicaes teis ao homem. Exemplo: esttua de granito, mesa de madeira, grade de ferro, etc. Estados Fsicos da Matria Tipos de Estados Fsicos As substncias presentes na natureza podem-se apresentar sob trs estados: Slido: forma definida; volume definido; baixa energia cintica das molculas. Lquido: forma varivel; volume definido; mdia energia cintica das molculas. Gasoso: forma varivel; volume varivel; alta energia cintica das molculas. Mudanas de Estado Fsico As substncias variam seu estado fsico de acordo com a temperatura e presso. Existem diferentes tipos de mudanas de estado as quais podem-se dividir em dois grupos: Mudanas que ocorrem com ganho de energia: Fuso passagem do estado slido para o lquido. Vaporizao passagem do estado lquido para o gasoso. Subdivide-se em trs casos: Evaporao passagem lenta que se processa espontaneamente. Exemplo: As guas de uma praia num dia de sol. Ebulio passagem rpida que se processa sempre numa determinada temperatura. Exemplo: Quando fervemos gua numa panela. Calefao passagem muito rpida ocorrida devido a uma grande variao de temperatura. Exemplo: Quando jogamos gua em uma chapa metlica incandescente. Observao: A evaporao pode ser acelerada por quatro fatores: temperatura, presso, superfcie lquida exposta e ventos. Mudanas que ocorrem com perda de energia: Liquefao (ou condensao) passagem do estado gasoso para o lquido. Solidificao passagem do estado lquido para o slido. Observao: Sublimao a passagem direta do estado slido para o gasoso e vice-versa. Nessa mudana, pode ocorrer ganho ou perda de energia dependendo do sentido em questo. Ex.: Gelo seco e bolinhas de naftalina.

02. (UFF) Assinale a opo que indica corretamente os processos utilizados para separar os componentes das misturas abaixo: I. soluo aquosa de cloreto de potssio II. petrleo III. enxofre + gua IV. leo + gua

03. (UNIRIO) Foram acondicionados, acidentalmente, em um nico recipiente, areia, sal de cozinha, gua e leo de soja. Para separar adequadamente cada componente dessa mistura, devem ser feitas as seguintes operaes:a) Destilao simples seguida de decantao e centrifugao. b) Destilao simples seguida de centrifugao e sifonao. c) Filtrao seguida de destilao simples e catao. d) Filtrao seguida de decantao e destilao simples. e) Decantao seguida de catao e filtrao.

04. (FUVEST) Duas amostras de uma soluo aquosa de CuSO4, de colorao azul, foram submetidas, respectivamente, s seguintes operaes: I. filtrao com papel filtro; II destilao simples. Determine a colorao resultante:a) do material que passou pelo filtro na operao I; b) do produto condensado na operao II. Justifique suas respostas.

Do carbono no caso do carbono as variedades alotrpicas diferem-se pela estrutura cristalina: grafite (Cn) e diamante (Cn). Grafite - planos paralelos constitudos por hexgonos regulares (mais estvel).

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Diamante tetraedros ligados entre si (menos estvel).

Substncias compostas so aquelas formadas por tomos de diferentes elementos qumicos. Exemplo: gua (H2O), lcool comum (CH3 CH2OH), gs carbnico (CO2). Misturas Quando reunimos mais de uma substncia em um determinado espao, realizamos o que chamamos de mistura. Existem dois tipos de misturas: homogneas e heterogneas. Conceitos Preliminares Fase cada poro distinguida a olho nu em uma mistura. Os sistemas, em geral, dividem em: Monofsico uma nica fase. Bifsico duas fases. Trifsico trs fases. Polifsico quatro ou mais fases. Componente cada substncia que compe uma mistura. Mistura Homognea toda mistura na qual s se observa uma fase. Exemplo: gua e lcool, gua e sal, gua e acar, etc. Mistura Heterognea toda mistura em que se observam pelo menos duas fases. So exemplos de misturas heterogneas: gua e leo, lcool e gasolina, gua e acar em excesso, etc. Observao: As misturas homogneas apresentam propriedades iguais em todos os seus pontos; nas misturas heterogneas, as propriedades variam ao se atravessar a superfcie de separao entre uma fase e outra. muito importante no se confundirem as fases com as substncias (ou componentes) existentes num sistema. Ex.: Observe o sistema abaixo:

Mistura Comum Ocorre variao de temperatura durante a mudana de estado fsico.

Desafio Qumico01. (FUVEST) Para a separao das misturas: gasolina/gua e nitrognio/ oxignio os processos mais adequados so, respectivamente:a) b) c) d) e) a) b) c) d) e) decantao e liquefao; sedimentao e destilao; filtrao e sublimao; destilao e condensao; flotao e decantao. homognea gasosa; heterognea lquida; homognea lquida; heterognea slida-lquida; simples.

02. (Ufac) A mistura de gua e lcool :Mistura Euttica

03. (UFSM-RS) Considere as misturas: I. areia e gua II. sangue III. gua e acetona IV. iodo dissolvido em lcool etlico Classifica-se como homogneas:Durante a fuso, no ocorre variao de temperatura. Exemplo: uma liga com 93% de chumbo e 7% de arsnio. Mistura Azeotrpica a) apenas I e II; c) apenas II e IV; e) apenas I, II e III.

b) apenas I e III; d) apenas III e IV;

04. (Ufes) Observe a representao dos sistemas I, II e III e seus componentes. O nmero de fases em cada um , respectivamente: I. leo, gua e gelo II. gua gaseificada e gelo III. leo, gelo, gua salgada e granitoa) 3, 2 e 4 d) 3, 2 e 5 b) 3, 3 e 4 e) 3, 3 e 6 c) 2, 2 e 4

05. (MackenzieSP) Constitui um sistema heterogneo a mistura formada de:Durante a ebulio, no h variao de temperatura. Exemplo: uma mistura que contenha 96% de lcool e 4% de gua. Mtodos de Separao de Misturas Processos Fsicos Processos que utilizam a variao de estado fsico da matria para separar misturas homogneas. So mais eficazes que os processos mecnicos, porm, em geral, menos viveis economicamente j que operam com variao de temperatura. Principais exemplos: Fuso fracionada Dissoluo Fracionada Destilao Simples Destilao Fracionada Liquefao Fracionada Processos Mecnicos Processos utilizados para separar misturas heterogneas. So menos eficazes que os processos fsicos, porm, em geral, mais viveis economicamente. Principais exemplos: Decantao Filtrao Levigao Separao Magntica Peneirao Ventilao Catao Centrifugao Flotao Cmara de Poeira a) cubos de gelo e soluo aquosa de acar (glicose) b) gases N2 e CO2 c) gua e acetona d) gua e xarope de groselha e) querosene e leo diesel Observao: Os gases sempre formam misturas homogneas.

Trifsico: gelo, gua salgada, sal no-dissolvido. duas substncias: gua e sal. Ao contrrio das substncias puras, as misturas no tm propriedades caractersticas e bem definidas. Ex.: A gua pura congela sempre a 0C, uma mistura de sal e gua congelar abaixo de 0C, numa temperatura que depender da quantidade de sal que for adicionada gua. Nem todo sistema heterogneo pode ser considerado uma mistura, j que podemos ter, em um mesmo recipiente, uma substncia pura em estados fsicos diferentes. Exemplo: Um copo contendo gua e gelo. Duas fases (sistema heterogneo). Uma substncia pura. Mudanas de estado para misturas e substncias puras Substncia Pura Quando uma substncia pura sofre alterao em seu estado fsico, a temperatura mantm-se constante. Observe o grfico seguinte:

06. (UFRGSRS) Analise os seguintes materiais abaixo, estando ambos na temperatura ambiente. Sistema I Mistura de 10g de sal de cozinha, 30g areia fina, 20ml de leo e 100ml de gua. Sistema II Mistura de 2,0L de CO2, 3,0L de N2 e 1,5L de O2. Sobre esses sistemas correto afirmar que:a) Ambos so heterogneos, pois apresentam mais de uma fase. b) Em I, o sistema bifsico, aps forte agitao, e, em II, o sistema monofsico. c) Em I, o sistema trifsico, aps forte agitao, e, em II, o sistema monofsico. d) Ambos apresentam uma nica fase, formando sistemas homogneos. e) Em I, o sistema trifsico, independentemente da ordem de adio dos componentes, e, em II, o sistema bifsico.

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Desafio Biolgico01. (Pucpr) Observe atentamente as afirmaes: I. Os cidos nuclicos esto presentes em todos os seres vivos. II. A reproduo um dos processos que caracterizam a vida. III. Os vrus so organismos unicelulares. Est correta ou esto corretas:a) b) c) d) e) Todas. Apenas Apenas Apenas Apenas II e III. I e II. I e III. a III.

BiologiaProfessor JONAS Zaranza

tares das pirimdicas ou vice-versa,no DNA so adenina com timina, citosina com guanina. No esquecer que a timina base exclusiva do DNA. Obs.: O nmero de pontes de hidrognio determina o tipo de bases que se completam. Ex.:

Citologia II1. CIDOS NUCLICOS Os cidos nuclicos, originados do ncleo(da o nome nuclicos), so polmeros orgnicos formados por unidades denominadas nucleotdeos. Os nucleotdeos Os nucleotdeos so unidades compostos por molculas de fosfato, acar e base nitrogenada. O fosfato (H3PO4) est presente no DNA e no RNA e serve para unir os acares de dois nucleotdeos. O acar um monossacardeo formado por cinco tomos de carbono pentose e d estrutura ao nucleotdeo. Pode ser uma desoxirribose (C5H10O4) ou uma ribose (C5H10O5). A desoxirribose est presente apenas no DNA e a ribose, apenas no RNA.

REPLICAO(Autoduplicao do DNA) O DNA a nica molcula capaz de autoduplicar-se. E faz isso com a ajuda de uma enzima chamada DNA-polimerase. A capacidade de autoduplicao do DNA, tambm chamada replicao, confere aos seres vivos a capacidade de reproduzir-se. O DNA faz duplicao semiconservativa, isto , em cada DNA-filho formado, uma das cadeias do DNA-Me.

02. (Ufc) Assinale a alternativa que traz, na seqncia correta, os termos que preenchem as lacunas do texto: Os retrovrus, como o HIV, so partculas portadoras de RNA, que possuem a caracterstica especial de ter a enzima ...1... e cujo ...2... comanda a sntese de ...3... . Este ltimo, uma vez formado, passa a comandar a sntese de novas molculas de ...4..., que iro constituir o material gentico de novos retrovrus.a) 1-transcriptase reversa 2-DNA 3-RNA 4-RNA b) 1-transcriptase reversa 2-RNA 3-DNA 4-RNA c) 1-RNA polimerase 2-DNA 3-RNA 4DNA d) 1-DNA polimerase 2-DNA 3-RNA 4RNA e) 1-DNA ligase 2-RNA 3-DNA 4-RNA

Desoxirribose

Ribose

As bases nitrogenadas identificam o nucleotdeo e classificam-se em dois grupos: Bases pricas: adenina (A) e guanina (G). Bases pirimdicas: citosina (C), timina (T), uracila (U).

Esquema da duplicao semiconservativa do DNA.

cido ribonuclico: RNA O RNA um polinucleotdeo de uma s cadeia. Ele no possui timina (T); no lugar dela, aparece a uracila (U). Origina-se do DNA em um processo conhecido como transcrio, por meio de uma enzima chamada RNA-polimerase. A RNA-polimerase tem a propriedade de identificar as bases nitrogenadas do DNA. Usando o DNA como molde, ao encontrar a adenina, ela a encaixa na uracila; ao encontrar a guanina, ela a encaixa na citosina (AU e GC ou em sentido oposto. UA e CG) Tipos de RNA Existem trs tipos de RNA em uma clula: ribossmico (rRNA), transportador (tRNA) e o mensageiro (mRNA). O rRNA faz parte da constituio do ribossomo. Na sntese protica, o mRNA transporta a informao do ncleo para o citoplasma, e o tRNA transporta aminocidos presentes no citoplasma at os ribossomos.

03. (Fuvest) A hiptese de que os cloroplastos e as mitocndrias tenham surgido atravs de uma associao simbitica de um eucarioto primitivo com, respectivamente, bactrias fotossintetizantes e bactrias aerbicas, reforada pelo fato daquelas organelas celulares:a) serem estruturas equivalentes, com grande superfcie interna; b) apresentarem DNA prprio; c) estarem envolvidas, respectivamente, na produo e consumo de oxignio; d) apresentarem tilacides e cristas como as bactrias; e) serem encontradas tanto em organismos superiores como inferiores.

Nucleotdeo o complexo formado por cido fosfrico (fosfato), acar e base nitrogenada. Se desconsiderarmos a presena do fosfato,a unio entre o aucar e a base nitrogenada corresponde a um nuceosdeo. Ex: Adenosina (adenina + ribose) cido desoxirribonuclico: DNA O DNA um polinucleotdeo de cadeia dupla (forma de hlice), como uma escada em espiral com vrios nucleotdeos.

04. (Pucrs) A seqncia de nucleotdeos ATGCACCT forma um segmento de DNA dupla hlice ao se ligar fita complementara) b) c) d) e) AUGCACCU. UACGUGGA. TACGTGGA. TCCACGTA. ATGCACCT.

Esquema do DNA com suas duas cadeias helicoidais.

Os corrimos seriam de desoxirribose e cido fosfrico e os degraus, bases nitrogenadas unidas entre si por ponte de hidrognio. O modelo de escada helicoidal foi proposto pelos cientistas James Watson e Francis Crick, em 1953 As bases nitrogenadas pricas so complemen-

esquema dos tipos de RNA

SNTESE DE PROTENA DNA e genes O cromossomo um longo filamento de DNA em que cada segmento, um gene, indica uma

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determinada protena a ser sintetizada pela clula. O DNA que controla a posio do aminocido na molcula de protena, isto , cada protena tem seu endereo que corresponde a seqncia dos aminocidos. Cdons

passos da sntese protica. Primeiro passo: a transcrio Para isso, pelo processo de transcrio, o DNA sintetiza um mRNA, transcrevendo nele essa mensagem (ou cdigo). Ex.: AAA-CUU-GAA-UGC Lisina-leucina-cido glutmico-cistena

Desafio Biolgico01. UEA(2003) A tabela acima registra o resultado da anlise qumica do cido nuclico de quatro seres, comparando as porcentagens de bases nitrogenadas obtidas em cada anlise. A repeito dos dados constantes da tabela, so feitos as seguintes afirmativas: I. W e Y so ADN; II. X e Z soARN; III. W apresenta cadeia dupla; IV. X, Y e Z apresentam cadeia simples Esto corretas, SOMENTE:a) b) c) d) e) I, II e III I, II e IV I, III e IV II, III e IV I, II, III e IV

Esquema da transcrio

Segundo passo: a traduo Cdon a seqncia de trs nucleotdeos contida no DNA e no mRNA. Cada cdon do DNA transcrito no mRNA e indica um aminocido na molcula de protena. uma espcie de senha para que a clula, ao interpret-lo, selecione determinado aminocido no citoplasma e comece a sintetizar a protena. Assimprotena com duzentos aminocidos. Grupos de nucleotdeos diferentes podem identificar um mesmo tipo de aminocido. Veja: De posse dos cdons adequados, o mRNA sai do ncleo em direo ao citoplasma e vai ate os ribossomos. L ele penetra entre uma e outra unidade de cada ribossomo, como se fosse uma fita, mantendo as informaes repassadas pelo DNA. Esse processo a traduo. No citoplasma, existem os RNA-transportadores, tambm originados do DNA. Cada tRNA tambm possui seqncias de trs nucleotdeos, chamadas anticdon. Cada anticdon responsvel por selecionar um nico aminocido no citoplasma e transport-lo at os ribossomos. Ali chegando, o tRNA identifica os cdons do mRNA e deposita o aminocido correspondente a eles. Aos ribossomos caber aproximar esses aminocidos, que se unem por ligaes peptdicas originando a protena desejada.

02. UEA(2006) Notcia publicada na revista Scientific American Brasil de fevereiro de 2006 afirmava que o genoma humano apresenta trs bilhes de bases nitrogenadas situadas em 23 cromossomos. Com base nesses dados, correto afirmar que cada clula somtica de qualquer ser humano apresenta:a) b) c) d) e) 1 3 6 3 6 bilho de genes; bilhes de genes; bilhes de genes; bilhes de nucleotdeos; bilhes de nucleotdeos.

O cdigo gentico Como os nucleotdeos podem ser formados por adenina, guanina, citosina e uracila (A, G, C, U) e cada seqncia de trs deles determina um aminocido da protena. Ento, cada aminocido pode-se repetir vrias vezes.(confirme na tabela) A sntese protica O DNA comanda a fabricao de protenas; para faz-lo, ele constri um RNA-mensageiro (mRNA) com as informaes(cdons) que daro origem protena. De posse da mensagem, o mRNA vai at o citoplasma e, junto ao RNAtransportador (tRNA), nos ribossomos, sintetiza a protena indicada pelo DNA. Vamos estudar os

LEITURA COMPLEMENTAR A descoberta da estrutura do DNA H 50 anos, no dia 7 de maro de 1953, no laboratrio Cavendish, na Inglaterra, Francis Crick e James Watson concluram que a molcula do DNA tem a estrutura de uma dupla hlice, uma descoberta que daria novos rumos cincia. A partir de ento, a biologia molecular tornou-se, de fato, uma cincia que hoje, com meio sculo de avanos, traz cena a transgnese, a genmica e a possibilidade da clonagem reprodutiva. No dia 25 de abril daquele ano, a revista Nature publicou o artigo Molecular Structure of Nucleic Acids (Estrutura Molecular dos cidos Nucleicos), primeiro de uma srie sobre o tema. Com menos de mil palavras e um grfico simplificado, o trabalho descrevia a estrutura da molcula. A representao a que chegaram Crick e Watson a de uma longa molcula, constituda por duas fitas enroladas em torno de seu prprio eixo, como se fosse uma escada do tipo caracol. A ligao entre elas feita por pontes de hidrognio, que so ligaes fracas, isto , que se rompem com facilidade, ficando as bases nitrogenadas com o papel de corrimo de uma escada circular.

03. Uea(2002) A anlise de um peptdeo revelou a seguinte seqncia de aminocidos: VALINA GLICINA GLICINA ALANINA LEUCINA HISTIDINA Com esses dados NO possvel descobrir:a) O numero de cdons do trecho de ARNm responsvel por essa seqncia. b) A seqncia de nucleotdeos do segmento ARN-m responsvel pela ordenao de aminocidos. c) O nmero de bases do trecho de ADN responsvel pela trancrio do cdigo do peptdeo. d) O nmero de ligaes peptdecas ocorridas durante a sntese do peptdeo. e) O nmero de molculas do ARN-t envolvidas no processo de sntese do peptdeo.

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Desafio Biolgico01. (Fatec 2000) Analise a descrio abaixo: Grupo de plantas de pequeno porte, encontradas em locais midos e sombreados, que crescem no solo ou sobre os troncos das rvores. H poucas espcies dulccolas e nenhuma marinha. Este grupo de plantas apresenta rizides e no possui vasos condutores. Aps a anlise do texto, assinale a alternativa que apresenta o nome do grupo das plantas com as caractersticas apresentadas.a) Brifitas. b) Angiospermas. c) Gimnospermas. d) Dicotiledneas. e) Pteridfitas.

BiologiaProfessor GUALTER Beltro

Biologia vegetalCiclos reprodutivos, brifitas e pteridfitas Caractersticas gerais das plantas O Reino Plantae O Reino Plantae rene organismos popularmente conhecidos por plantas ou vegetais. Entre as plantas mais conhecidas, podemos citar os musgos, samambaias, rvores de diversos tipos, capins, arbustos, etc. As plantas so seres Pluricelulares, auttrofos (fotossntese) e eucariontes (ncleo organizado). Alternncia de geraes haplides e diplides Uma caracterstica comum a todas as plantas a alternncia de geraes haplides e diplides, que tambm ocorre em certas espcies de alga. Os indivduos haplides, chamados de gametfitos (do grego, gamein, casar, e phytos, planta), formam gametas que se unem pela fecundao, originando zigotos diplides. O zigoto desenvolvese, originando-se um individuo diplide, chamado de esporfito (do grego, spora, semente, e phytos, planta). Ao atingir fase adulta, clulas do esporfito dividem-se por meiose, originando clulas haplides denominadas esporos (do grego, espora, semente). Cada esporo d origem a um gametfito haplide, fechando o ciclo.

Reproduo assexuada Muitas brifilas reproduzem-se assexuadamente por fragmentao, processo em que pedaos de um indivduo ou de uma colnia geram novos gametfitos. Por exemplo, gametfitos de hepticas e de antceros crescem por expanso das bordas de seu corpo taloso, que eventualmente pode partir-se, originando novos indivduos. Hepticas do gnero Marchantia produzem estruturas especializadas para a reproduo assexuada, denominadas propgulos, que se formam no interior de conceptculos, estruturas em forma de taa, na face superior do talo. Os propgulos desprendem-se da planta-me e so transportados por respingos de gua, desenvolvendo-se e originando assexuadamente novos indivduos. Reproduo sexuada A maioria das brifitas diica (do grego, di, duas, e oikos, casa), ou unissexual: h plantas com estruturas reprodutoras masculinas (anterdios) e plantas com estruturas reprodutoras femininas (arquegnios). Algumas espcies so monicas (do monos, uma, e oikos, casa), ou bissexuais, isto , a mesma planta tem estruturas reprodutoras masculinas e estruturas reprodutoras femininas. A estrutura reprodutora masculina, o anterdio (do grego anthos, flor, desenvolve-se a partir de um grupo de clulas que se dividem intensamente, produzindo uma estrutura em forma de saco, com uma camada externa de clulas estreis (no originam gametas) que contm um conjunto de clulas frteis; estas originaro os gametas masculinos, chamados de anterozides (do grego, anthos, flor, e zide, clula sexual masculina). Os anterozides das brifitas so dotados de dois flagelos, cujo batimento lhes permite nadar e atingir os gametas femininos, fecundando-os. Essas plantas dependem, portanto, de gua em estado lquido para reproduzir-se sexualmente. A estrutura reprodutiva feminina, o arquegnio (do grego, archeos, primeiro, e gons, rgos genital), um conjunto de clulas que se diferencia em uma estrutura em forma de vaso, de pescoo fino e longo. Ao atingir a oosfera, o anterozide funde-se a ela pelo processo de fecundao, originando um zigoto diplide. Este se divide por mitoses sucessivas, originando um aglomerado macio de clulas diplides, o embrio. O embrio recebe substncias nutritivas (acares, aminocidos, etc.) da planta-me, processo conhecido como matrotrofia (do grego matros, materno, e trophos, alimentao). Durante o desenvolvimento do embrio, o arquegnio cresce e passa a ser chamado de caliptra (do grego, kalyptra, cobertura para a cabea). Aps algum tempo, o jovem esporfito emerge do arquegnio, mas sua base continua no interior do rgo reprodutor feminino, recebendo alimento atravs da placenta. Na maioria das brifilas, o esporfito maduro formado por trs partes: o p, a poro mergulhada no arquegnio; a seta ou pednculo, a haste fina e longa que emerge da caliptra; a cpsula, que contm o esporngio (do grego, spora, semente, e angeion, vaso), fica localizada na extremidade livre do pednculo. Os bilogos consideram o aparecimento da placenta e da matrotrofia novidades importantes no processo da evoluo biolgica, que conferiram grande vantagem para a sobrevivncia dos ancestrais das plantas. Ao abrigar e nutrir o

02. Em brifitas como os musgos e nas hepticas, a fase verde e duradoura o(a)a) esporfito; c) arquegnio; b) gametfito; d) anterdio; e) caliptra.

03. Ao falarmos em gametfitos, estamonos referindo a:a) b) c) d) uma bela samambaia de metro; uma plantinha de musgo; um cogumelo comestvel; um grupo de liquens que cobrem rvores; e) uma alga microscpica.

04. Nos musgos, uma diviso meitica originar:a) anterozides; b) esporos; c) oosferas; d) vulos; e) zigotos.

05. No ciclo vital das brifitas como os musgos e as hepticas so consideradas as seguintes etapas: I. produo de esporos; II. fecundao; III. produo de gametas; IV. esporfito; V. protonema. A seqncia correta em que essas etapas ocorrem a) II, V, IV, I e III. c) III, II, IV, I e V. e) III, IV, I, II e V. b) II, III, I, IV e V. d) V, III, IV, I e II.

Plantas avasculares: brifitas No sistema de classificao que adotamos, as plantas avasculares, conhecidas popularmente como brifitas, so distribudas em trs filos: Bryophyta (musgos), Hepatophyta (hepticas) e Anthocerophyta (antceros). importante ressaltar que algumas espcies de musgos apresentam tecidos condutores de seiva, apesar de diferentes dos das plantas vasculares. Tabela 1 Nmero de espcies de brifitas no Brasil e no mundo

06. (Puc-rio) O porte geralmente reduzido das algas e das brifitas pode ser atribudo:a) falta de um sistema condutor verdadeiro; b) reproduo sexuada de seus gametas; c) ao fato do esporfito no realizar a respirao; d) predominncia do ambiente aqutico onde vivem; e) presena de estmatos nos talos.

Fonte: Shepherd, 2003

Caractersticas gerais das brifitas Avasculares Pequeno porte Vivem em ambientes muito midos Apresentam Rizide, Caulide e Filide Absorvem nutrientes por difuso Fase duradoura Gametfito (n) Fase transitria Esporfito (2n) Ciclo reprodutivo Haplodiplobionte Alternncia de gerao

Reproduo e ciclo de vida das brifilas

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esporfito diplide no incio do desenvolvimento, o gametfito aumenta a chance de que ele sobreviva. A diversidade gentica decorrente da meiose confere maior chance de adaptao prole. Garantir o desenvolvimento do esporfito diplide, que produz esporos variados do ponto de vista gentico, parece ter sido um passo importante para o sucesso evolutivo das plantas. Ciclo de vida de um musgo Diversos musgos tm sexos separados. Um gnero conhecido Polytrichum, comum em barrancos e rochas e cujos gametfitos tm cerca de 5 cm de altura. Ao atingir a maturidade, os gametfitos formam uma taa folhosa no pice, no qual se diferenciam as estruturas reprodutivas: anterdios nas plantas masculinas e arquegnios nas plantas femininas.

Diversas pteridfitas so epfitas, isto , vivem sobre outras plantas sem parasit-las. H poucas espcies de gua doce, como a Salvinia molesta, provavelmente originria do Brasil e que tem infestado enormes reas de lagos e rios na frica, onde foi introduzida. Uma pteridfita de terra firme tambm causadora de problemas ambientais Pteridium aquilinum, uma espcie cosmopolita (isto , vive em diversas partes do mundo) que ocupa agressivamente terrenos desmatados, principalmente aps queimadas, sendo uma planta invasora das mais difceis de erradicar. Caractersticas gerais das pteridfitas Vasculares. Vivem em ambientes midos. Apresentam Raiz, caule e folhas. Apresentam tecidos condutores (Xilema e Floema). Fase duradoura Esporfito (2n). Fase transitria Gametfito (n). Ciclo reprodutivo Haplodiplobionte. Alternncia de gerao.

Desafio Biolgico01. (Fuvest 90) Qual o produto meitico no ciclo de vida de uma samambaia?a) Anterozides. c) Anterozides e oosferas. e) Zigotos. b) Oosferas. d) Esporos.

02. (Fuvest) Em que fase do ciclo de vida das pteridfitas h maior quantidade de DNA por ncleo celular?a) gametfitos. c) gametas. e) esporfitos. b) gametngios. d) esporos.

Fonte: Amabis & Martho, 2004. Figura 2 Ciclo de vida de uma espcie de musgo do gnero Polytrichum

O esporfito maduro apresenta, em sua extremidade livre, uma cpsula contendo o esporngio, no interior do qual as clulas se dividem por meiose, produzindo esporos haplides. Estes se libertam do esporngio e so carregados pelo vento, espalhando-se pelo ambiente. Em condies adequadas, cada esporo germina e origina um novo gametfito. Este, ao atingir a maturidade, formar anterdios ou arquegnios, fechando o ciclo. Plantas vasculares sem sementes: pteridfitas De acordo com o sistema de classificao que utilizamos, as plantas vasculares sem sementes esto distribudas em quatro filos: Psilotophyta, Sphenophyta (cavalinha), Lycophyta (licopdios e selaginelas) e Pterophyta (samambaias e avencas).

As pteridfitas caracterizam-se por no formar sementes e pela presena de dois tipos de tecido condutor bem diferenciados: o xilema (do grego xylon, madeira), que transporta gua e sais minerais das razes at as folhas, e o floema (do grego phloos, casca), que transporta uma soluo de acares e outros compostos orgnicos das folhas, onde produzida, para as demais partes da planta. A soluo de gua e sais transportada pelo xilema constitui a seiva bruta; a soluo de substncias orgnicas transportada pelo floema constitui a seiva elaborada. Organizao corporal das pteridfitas

03. Considere as seguintes caractersticas: I. ntida alternncia de geraes; II. presena de tecidos de conduo; III. ocorrncia de meiose esprica. Um musgo (brifita) e uma samambaia (pteridfita) apresentam em comum:a) I e II. d) I, II e III. b) II e III. c) I e III. e) Nenhum dos itens.

04. Vegetais terrestres de mdio porte, vasculares que no produzem flores ou sementes e vivem na dependncia de sombra e umidade podem sera) grama; b) musgos; c) hepticas; d) samambaias; e) cianofceas.

05. As samambaias que enfeitam nossas casas so:a) b) c) d) e) gametfitos de brifitas; gametfitos de pteridfitas; esporfitos de brifitas; esporfitos de pteridfitas; esporfitos de gimnospermas.

Nmero de espcies de pteridfitas no Brasil e no mundo

A fase mais desenvolvida e predominante do ciclo de vida das plantas vasculares representada pelo esporfito diplide. O gametfito de pteridfitas pouco desenvolvido, nutrindo o esporfito apenas nas fases iniciais do desenvolvimento deste. Esporfitos de pteridfitas costumam apresentar trs partes, raiz, caule e folhas, embora essa organizao nem sempre seja facilmente perceptvel.

06. (Uece) O aparecimento dos tecidos condutores, foi um marco evolutivo que permitiu s plantas se expandirem e conquistarem a terra. O primeiro grupo a apresentar essas estruturas anatmicas constitudo pelas:a) algas; b) brifitas; c) gimnospermas; d) pteridfitas.

07. (Unesp) Filicnea uma classe de vegetais que contm cerca de 10.000 espcies descritas entre samambaias e avencas. No ciclo de vida das filicneas isosporadas, ocorre reduo no nmero de cromossomos durante:a) b) c) d) e) a formao dos gametas; a formao dos esporos; o desenvolvimento do protalo; o desenvolvimento do esporfito; o desenvolvimento do arquegnio.

Fonte: George J. Shepherd, 2003.

A maioria das pteridfitas atuais tem pequeno porte, apesar de existirem espcies arborescentes com 4m ou mais de altura. Os representantes mais conhecidos do grupo so as samambaias e as avenas, muito utilizadas como plantas ornamentais.

08. (Mackenzie) Uma pteridfita pode ser distinguida de uma gimnosperma pela ausncia, na primeira, e presena, na segunda, de:Ciclo de vida de uma samambaia, uma pteridfita isosporada.

a) tecido condutor; d) fruto;

b) flor; c) folha; e) gametas.

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Desafio gramat icalCONCORDNCIA ESPECIAL VERBO PARECERQuando o sentido de parecer dar a impresso, seguido de infinitivo, admite duas construes: a) Parecer no plural e infinitivo no singular A concordncia normal, ou seja, s quem se flexiona o verbo parecer (nesse caso, auxiliar). Veja exemplos analisados: 1. Os ribeirinhos pareciam temer as conseqncias da cheia. Perodo simples (orao absoluta). Verbo parecer: auxiliar. Verbo temer: principal e transitivo direto. 2. Por causa das mquinas, os prdios pareciam tremer. Perodo simples (orao absoluta). Verbo parecer: auxiliar. Verbo tremer: principal e intransitivo. b) Parecer no singular e infinitivo no plural Concordncia verbal estranha, mas correta. Nesse caso, parecer no verbo auxiliar: sozinho, constitui a orao principal do perodo. Veja perodos analisados: 1. Os ribeirinhos parecia temerem as conseqncias da cheia. Perodo composto por subordinao (duas oraes). Orao principal: parecia (verbo parecer = intransitivo). Orao subordinada substantiva subjetiva reduzida de infinitivo: Os ribeirinhos temerem as conseqncias da cheia. Perodo com orao subordinada desenvolvida: Parecia que os ribeirinhos temiam as conseqncias da cheia. 2. Por causa das mquinas, os prdios parecia tremerem. Perodo composto por subordinao (duras oraes). Orao principal: parecia (verbo parecer = intransitivo). Orao subordinada substantiva subjetiva reduzida de infinitivo: Os prdios temerem. Perodo com orao subordinada desenvolvida: Parecia que os prdios tremiam.

PortugusProfessor Joo BATISTA Gomes

3. EXISTIRExistir verbo sempre pessoal (ter existncia real; ser; haver). Nessas condies, pode-se garantir que: a) a orao tem sujeito (simples ou composto), normalmente posposto ao verbo; b) o verbo existir intransitivo; c) o verbo existir concorda com o sujeito. Veja construes certas e erradas: 1. Deve existir fortes razes para a sua desistncia. (errado) 2. Devem existir fortes razes para a sua desistncia. (certo) 4. Deve haver fortes razes para a sua desistncia. (certo) 5. Entre ns, no pode existir grandes diferenas. (errado) 6. Entre ns, no podem existir grandes diferenas. (certo) 7. Entre ns, no pode haver grandes diferenas. (certo) 8. Sempre existir vozes discordantes, mas estarei otimista. (errado) 9. Sempre existiro vozes discordantes, mas estarei otimista. (certo)

Concordncia Verbal 11. FAZER (impessoal)Fazer verbo impessoal (sem sujeito) quando indica: a) tempo passado (determinado perodo de tempo); b) temperatura (estado atmosfrico ou fenmeno meteorolgico). Nessas condies, pode-se garantir que: a) a orao tem sujeito inexistente; b) o verbo fazer transitivo direto; c) o verbo fazer fica sempre na terceira pessoa do singular; d) na indicao de tempo decorrido, no aceita a palavra atrs. Veja construes certas e erradas: 1. Fazem mais de dois anos que no vou a So Gabriel das Cachoeiras. (errado) 2. Faz mais de dois anos que no vou a So Gabriel das Cachoeiras. (certo) 3. Devem fazer frios terrveis no sul do Brasil. (errado) 4. Deve fazer frios terrveis no sul do Brasil. (certo) 5. Devem fazer uns dez anos que ela me abandonou. (errado) 6. Deve fazer uns dez anos que ela me abandonou. (certo) 7. Podem fazer, se muito, uns trs anos que nos separamos. (errado) 8. Pode fazer, se muito, uns trs anos que nos separamos. (certo) 9. Estivemos aqui faz mais de dois anos atrs. (errado)

4. SER (impessoal)Ser verbo impessoal (sem sujeito) quando indica tempo, data ou distncia. Nessas condies, pode-se garantir que: a) a orao tem sujeito inexistente; b) o verbo ser de ligao; c) o verbo ser concorda sempre com o predicativo. Veja construes certas e erradas: 1. Era dez horas da manh quando o desastre aconteceu. (errado) 2. Eram dez horas da manh quando o desastre aconteceu. (certo) 3. Eram meio-dia e meia quando ela retornou. (errado) 4. Era meio-dia e meia quando ela retornou. (certo) 5. Devia ser onze horas quando a festa comeou. (errado) 6. Deviam ser onze horas quando a festa comeou. (certo) 7. Hoje, quinze de maio. (errado) 8. Hoje, so quinze de maio. (certo) 9. Hoje, dia quinze de maio. (certo)

2. HAVER (impessoal)Haver verbo impessoal (sem sujeito): a) quando indica tempo passado (determinado perodo de tempo); b) quando significa existir. Nessas condies, pode-se garantir que: a) a orao tem sujeito inexistente; b) o verbo haver transitivo direto; c) o verbo haver fica sempre na terceira pessoa do singular; d) na indicao de tempo decorrido, no aceita a palavra atrs. Veja construes certas e erradas: 1. Houveram muitas desistncias. (errado) 2. Houve muitas desistncias. (certo) 3. Haviam dvidas sobre a ao dos policiais. (errado) 4. Havia dvidas sobre a ao dos policiais. (certo) 5. Entre ns, no podem haver aborrecimentos. (errado) 6. Entre ns, no pode haver aborrecimentos. (certo) 7. Devem haver outros meios para frear a violncia urbana. (errado) 8. Deve haver outros meios para frear a violncia urbana. (certo)

5. CONCORDNCIA COM PRONOMES DE TRATAMENTOVoc, vocs Todo e qualquer pronome de tratamento corresponde, para efeito de concordncia, terceira pessoa. Na prtica, podemos igualar os pronomes de tratamento ao pronome voc(s). Equvocos Como os pronomes de tratamento iniciam-se por vossa, (Vossa Senhoria, Vossa Excelncia, Vossa Magnificncia, etc.), cria-se a confuso com vs, envolvendo tanto a concordncia verbal quanto a nominal. Veja construes certas e erradas: 1. Vossa Senhoria estais convidado para a inaugurao do clube. (errado) 2. Vossa Senhoria est convidado para a inaugurao do clube. (certo) 3. Nesse caso, Vossa Excelncia estais com a razo. (errado) 4. Nesse caso, Vossa Excelncia est com a razo. (certo)

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5. Vossa Majestade sois um homem admirvel. (errado) 6. Vossa Majestade um homem admirvel. (certo) 7. Vossa Senhoria e vossos assessores esto convidados para o baile. (errado) 8. Vossa Senhoria e seus assessores esto convidados para o baile. (certo) 9. Vossa Excelncia e vossa famlia tm lugar reservado para assistir ao show. (errado)

6. SE = PRONOME APASSIVADORSE = PA Quando o verbo transitivo direto (ou transitivo direto e indireto) estiver apassivado pelo pronome se, concordar normalmente com o sujeito. Nessas condies, pode-se garantir que: a) A partcula se pronome apassivador (indica voz passiva sinttica). b) A orao, por estar na voz passiva, no tem objeto direto. A palavra ou expresso com cara de complemento verbal , na verdade, o sujeito da orao. c) Para fazer a mudana da passiva para a ativa, retira-se o se e coloca-se o verbo na terceira pessoa do plural. Veja construes certas e erradas: 1. Conserta-se foges e geladeiras. (errado) 2. Consertam-se foges e geladeiras. (certo) 3. Aluga-se quartos. (errado) 4. Alugam-se quartos. (certo) 5. Faz-se trabalhos de macumba em domiclio. (errado) 6. Fazem-se trabalhos de macumba em domiclio. (certo) 7. Pode-se fazer, com esses troncos, mveis rsticos. (errado) 8. Podem-se fazer, com esses troncos, mveis rsticos. (certo) Veja a mudana correta da voz passiva sinttica para a voz ativa: 1. Nos ltimos tempos, tem-se recebido muita denncia de corrupo. (voz passiva sinttica) 2. Nos ltimos tempos, tm recebido muita denncia de corrupo. (voz ativa) 3. Aqui, aceitam-se tquetes-alimentao. (voz passiva sinttica) 4. Aqui, aceitam tquetes-alimentao. (voz ativa) 5. Alugam-se quartos. (voz passiva sinttica) 6. Alugam quartos. (voz ativa)

2. Precisa-se de digitadoras. (certo) 3. Aspiravam-se, na infncia, s aventuras pela floresta. (errado) 4. Aspirava-se, na infncia, s aventuras pela floresta. (certo) 5. Tratam-se, neste caso, de fenmenos isolados. (errado) 6. Trata-se, neste caso, de fenmenos isolados. (certo) 7. Assistem-se, com constncia, a cenas de violncia pela tev. (errado) 8. Assiste-se, com constncia, a cenas de violncia pela tev. (certo) 9. Pouco se obedece s leis de trnsito nesta cidade. (certo)

Desafio Gramatical01. (UFMA) ............. fazer muitos anos que se .............. os ......................... As lacunas acima se preenchem corretamente, pela ordem, com:a) b) c) d) e) Deviam, esperavam, pseudo-milagres Devia, esperavam, pseudos milagres Deviam, esperava, pseudo-milagres Devia, esperavam, pseudomilagres Deviam, esperava, pseudosmilagres

8. BATER, SOAR E DAROs verbos bater, soar e dar, na indicao de horas, concordam regularmente com o sujeito (sino, relgio). Na falta de sujeito explcito, a concordncia dever ser feita com a expresso numrica. Veja construes certas e erradas: 1. O sino da igrejinha bateram doze longas badaladas. (errado) 2. O sino da igrejinha bateu doze longas badaladas. (certo) 3. No sino da igrejinha, bateram doze longas badaladas. (certo) 4. No sino da igrejinha, bateu doze longas badaladas. (errado) 5. Bateu nove horas no relgio da praa: era o sinal esperado. (errado) 6. Bateram nove horas no relgio da praa: era o sinal esperado. (certo) 7. Bateu nove horas o relgio da praa: era o sinal esperado. (certo) 8. Soou onze horas no relgio da fbrica. (errado) 9. Soaram onze horas no relgio da fbrica. (certo)

02. (FGV) A concordncia est de acordo com a norma padro, na frase:a) Tratam-se de opinies diversas sobre um e outro campo, que marcaram o desenvolvimento da humanidade. b) So aspectos seja da cincia, seja da religio que ultrapassa nossa possibilidade de compreenso do universo. c) H conceitos, derivados diretamente do Evangelho, que podem ser interpretados de maneira que os torne extremamente nocivos. d) Sabe-se que as pessoas temem as descobertas cientficas, pois as v como prejudiciais, muitas vezes, humanidade. e) Mesmo os postulados da cincia podem trazer, embutido neles, ensinamentos muito prximos da dvida e da tolerncia.

03. Assinale a opo em que a norma culta da lngua foi respeitada.a) No passado, faziam belos dias de sol por aqui. b) Em dezembro prximo, vo fazer dois anos que me casei. c) Eles se mudaram daqui faz mais de dois anos atrs. d) A famlia inteira migrou para a capital faz anos. e) Eles no moram mais aqui. Mudaramse fazem mais de cinco anos.

Caiu no vestibular(FGV) A concordncia deixa de seguir a norma padro, na frase:a) Registram-se, hoje, nas famlias mais pobres, taxas de natalidade maiores que a mdia brasileira. b) O nmero de pobres cresce mais do que as possibilidades de gerao de riqueza. c) As condies de pobreza so perpetuadas, num crculo vicioso, pois no existem postos de trabalho suficientes. d) Muitos empregados foram beneficiados com as mudanas nas relaes trabalhistas, melhorando as condies de vida. e) Com isso, cresceu as diferenas regionais entre o Sudeste e o Nordeste, regio sujeita a um clima inspito.

04. Opte pela construo gramaticalmente correta.a) Faz-se trabalhos de macumba em domiclio. b) Mesmo com ameaa de pesadas multas, no se obedece s leis de trnsito. c) Assistem-se, constantemente, a cenas de apelao sexual na tev. d) Nesta casa, aspiram-se a dias melhores. e) Nesse caso, podem-se, dentro dos limites que um pleito impe, esperar uma campanha mais limpa.

7. SE = PRONOME QUE INDETERMINA O SUJEITOSE = PIS Quando o pronome se indetermina o sujeito, o verbo fica, obrigatoriamente, na terceira pessoa do singular. Nessas condies, pode-se garantir que: a) A partcula se pronome que indetermina o sujeito (PIS). b) O se vem sempre ligado (antes, depois ou no meio) a um verbo transitivo indireto ou intransitivo ou de ligao. c) A orao (sempre na voz ativa) no aceita mudana para a voz passiva. Veja construes certas e erradas: 1. Precisam-se de digitadoras. (errado)

Arapuca(FGV) A concordncia verbal est correta em:a) b) c) d) e) Est em liquidao cerca de vinte lojas. Costumam haver muitas ofertas. Fazem cinco minutos que cheguei. Existem mudanas imprevistas. Dez quilos de arroz so muito.

05. Opte pela construo gramaticalmente correta.a) b) c) d) e) H mais de dez minutos que lhe espero. H mais de dez minutos que a espero. A mais de dez minutos que a espero. A mais de dez minutos que lhe espero. H mais de dez minutos que espero-a.

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Encarte referente ao curso pr-vestibular Aprovar da Universidade do Estado do Amazonas. No pode ser vendido.

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AMABIS, Jos Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Conceitos de Biologia das clulas: origem da vida. So Paulo: Moderna, 2001. CARVALHO, Wanderley. Biologia em foco. Vol. nico. So Paulo: FTD, 2002. COVRE, Geraldo Jos. Qumica Geral: o homem e a natureza. So Paulo: FTD, 2000. FELTRE, Ricardo. Qumica: fsicoqumica. Vol. 2. So Paulo: Moderna, 2000. LEMBO, Antnio. Qumica Geral: realidade e contexto. So Paulo: tica, 2000. LEVINE, Robert Paul. Gentica. So Paulo: Livraria Pioneira, 1973. LOPES, Snia Godoy Bueno. Bio. Vol. nico. 11.a ed. So Paulo: Saraiva. 2000. MARCONDES, Ayton Csar; LAMMOGLIA, Domingos ngelo. Biologia: cincia da vida. So Paulo: Atual, 1994. REIS, Martha. Completamente Qumica: fsico-qumica. So Paulo: FTD, 2001. SARDELLA, Antnio. Curso de Qumica: fsico-qumica. So Paulo: tica, 2000.

EXERCCIOS (p. 3) 01. B; 02. E; 03. C; 04. E; 05. E; DESAFIO MATEMTICO (p. 3) 01. B; 02. D; 03. A; 04. A; 05. A; 06. B; 07. C; 08. C; 09. B; 10. B; DESAFIO MATEMTICO (p. 4) 01. A; 02. A; 03. C; 04. B; 05. C; 06. C; 07. E; DESAFIO MATEMTICO (p. 5) 01. A; 02. A; 03. C; 04. A; 05. A; 06. B; 07. D; 08. E; DESAFIO FSICO (p. 6) 01. B 02. 31(01+02+04+08+16) DESAFIO FSICO (p. 7) 01. D; 02. a) b)

;

03. A; DESAFIO FSICO (p. 8) 01. D 02. B EXERCCIO (p. 9) 01. B 02. C DESAFIO FSICO (p. 9) 01. I. C, II.E, III.E e IV.C. 02. a) Quando as correntes nos condutores tiverem mesmo sentido, a fora de atrao. b)Quando as correntes nos condutores tiverem sentidos opostos, a fora de repulso DESAFIO LITERRIO (p. 10) 01. B; 02. E; 03. D; 04. A; PERSCRUTANDO O TEXTO (p. 10 e 11) 01. C; 02. D; 03. B; 04. B; 05. E; 06. E; 07. C; 08. D; 09. D; 10. A; MOMENTO DA DISSERTAO (p. 11) 01. F, V, F, F; 02. F, V, V, V, V; 03. F, V, F, V, F; CAIU NO VESTIBULAR (p. 11) 01. B; 02. C; 03. A;

Este material didtico, que ser distribudo nos Postos de Atendimento (PAC) na capital e Escolas da Rede Estadual de Ensino, base para as aulas transmitidas diariamente (horrio de Manaus), de segunda a sbado, nos seguintes meios de comunicao: TV Cultura (7h s 7h30); sbados: reprise s 23h Amazon Sat (21h30 s 22h) RBN (13h s 13h30) reprise: 5h30 e 7h (satlite) Rdio Rio Mar (19h s 19h30) Rdio Seis Irmos do So Raimundo (8h s 9h e reprise de 16h s 16h30) Rdio Panorama de Itacoatiara (11h s 11h30) Rdio Difusora de Itacoatiara (8h s 8h30) Rdio Comunitria Pedra Pintada de Itacoatiara (10h s 10h30) Rdio Santo Antnio de Borba (18h30 s 19h) Rdio Estao Rural de Tef (19h s 19h30) horrio local Rdio Independncia de Maus (6h s 6h30) Rdio Cultura (6h s 6h30 e reprise de 12h s 12h30) Centros e Ncleos da UEA (12h s 12h30) Postos de distribuio: PAC So Jos Alameda Cosme Ferreira Shopping So Jos PAC Cidade Nova Rua Noel Nutles, 1350 Cidade Nova I PAC Compensa Av. Brasil, 1325 Compensa PAC Porto Rua Marqus de Santa Cruz, s/n. armazm 10 do Porto de Manaus Centro PAC Alvorada Rua desembargador Joo Machado, 4922 Planalto PAC Educandos Av. Beira Mar, s/n Educandos

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