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Apostila Aprovar Ano05 Fascículo07 Hist Port

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Guia de ProfissesEngenhariaptido para as cincias exatas e a criatividade so as principais caractersticas do engenheiro, um profissional cujo campo de trabalho se expande na proporo da necessidade de adaptao das metrpoles e no crescimento das mdias e pequenas cidades. Isso levandose em considerao apenas a atividade do engenheiro civil, talvez a mais conhecida. Do latim, ingeniu = faculdade inventiva, talento, engenharia pode ser definida como a arte, a cincia e a tcnica de bem conjugar os conhecimentos especializados (cientficos) de uma dada rea do saber com a sua viabilidade tcnico-econmica, para produzir novas utilidades e/ou transformar a natureza, em conformidade com idias bem planejadas. Pode o profissional desempenhar atividades em setores que correspondem a uma lista que de quase 100 reas de atuao. So elas: acstica, aeroespacial, aeronutica, aeroviria, agrcola,

A

ndiceHISTRIAHistria de Manaus .................. Pg.(aula 37)

03

BIOLOGIAFotossntese .............................. Pg.(aula 38)

05

MATEMTICAFuno exponencial .................. Pg.(aula 39)

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QUMICALigaes qumicas ................... Pg.(aula 40)

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LITERATURAArcadismo (Parte II) ................. Pg.(aula 41)

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de agrimensura, agronmica; de alimentos; ambiental; aqicultura; udio; de automvel; bioengenharia; biofsica; biolgica; de bioprocessos e biotecnologia; biomdica; binica; bioqumica; cannica; cartogrfica; civil; computao; comunicaes; controle e cutomao; custos; econmica; eltrica; eltrica e eletrnica; eletromecnica; de energia; de estradas; estrutural; de explorao; ferroviria; fsica; florestal; gentica; geofsica; geogrfica; de gesto; geolgica; de hardware; hdrica ou hidrulica; humana; de informao; industrial; madeireira; de infra-estrutura; e ainda: informtica; de instrumentao; de manuteno; de materiais; de materiais e metais; mecnica; mecnica uutomobilstica; mecatrnica; metalomecnica; metalrgica; militar; de minas; multimdia; naval e ocenica; nuclear; ptica; de pesca; de petrleo; petroqumica; de plsticos; de produo; de produo agroindustrial; de produo civil; de produo eltrica; de produo mecnica; de produo qumica; da qualidade; qumica; de recursos hdricos; de redes de comunicao; robtica; rodoviria; sanitria; sanitria e ambiental; de segurana; de segurana do trabalho; de software; de telecomunicaes; de teleinformtica; de telemtica; txtil; de Transportes e Urbanista. Tradicionalmente, as engenharias remetam a estudos apenas com objetos concretos, palpveis. Modernamente, esse cenrio deu lugar ao trato tambm de entidades ou objetos abstratos no-palpveis, como as engenharias de custos, informtica, de software e outras. Podem-se incluir nesse novo rol as engenharias do ambiente, gentica e bioengenharia. De modo geral, engenheiros participam diretamente da pesquisa, da criao e do desenvolvimento de cada produto que se lana no mercado, de cada edifcio que se constri nas cidades, de cada ponte, de cada estrada, de cada rua por onde as pessoas passam a p ou com seus carros. O curso na UEA Com sede na Escola Superior de Tecnologia, antiga Utam, o curso de Engenharia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) segue a educao no modelo cooperativo, com base em uma metodologia de ensino que promove o aprendizado contnuo. O curso subdividido nas seguintes habilitaes: Engenharia Civil, Engenharia de Com-

putao, Engenharia Eltrica, Engenharia Mecnica, Engenharia Mecatrnica, Engenharia de Produo, Engenharia Qumica e Engenharia Florestal (Itacoatiara). O regime acadmico composto por um ciclo bsico de dois anos e nove mdulos acadmicos dentro do sistema cooperativo (quadrimestral). No fim do primeiro ano do ciclo bsico, o aluno escolhe uma das sete habilitaes que compem a carreira de Engenharia da UEA. Para a Engenharia Florestal, na cidade de Itacoatiara, a escolha do curso feita quando o candidato se inscreve no vestibular. A grade curricular foi elaborada visando aproximao das trs partes envolvidas no processo educacional: a universidade, as empresas, em especial as do Plo Industrial de Manaus, e os alunos. Dessa forma, no modelo cooperativo, possvel que os alunos possam estagiar por um perodo de at dois anos. Isso significa que os profissionais formados pela UEA esto aptos a enfrentar o dinamismo do mercado de trabalho, o qual exige adequao de funo e de conhecimentos atualizados com as inovaes tecnolgicas voltadas ao mercado de trabalho, considerando seus aspectos polticos, econmicos, sociais, ambientais e culturais, com viso tica e humanstica em atendimento s demandas da sociedade.

HISTRIAEra Pombalina .......................... Pg.(aula 42)

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Referncia bibliogrfica .......... Pg.

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HistriaProfessor Francisco MELO de Souza Aula 37

O governador chefiou as equipes tcnicas demarcadoras e criou as condies para a infraestrutura. Para acomodar a equipe tcnica, mandou construir casas e estabelecimentos militares em Mariu (fundada em 1728 pelo frei carmelita Matias de So Boa Aventura). Sede da Capitania Mariu passou a ser a sede da Capitania de So Jos do Rio Negro, fundada por Mendona Furtado, at 1791, perodo em que Manuel da Gama Lobo DAlmada transferiu-a para o Lugar da Barra. Na Barra, DAlmada dinamizou a economia, construiu o Palcio do Governador, o hospital de So Vicente, um quartel, a cadeia pblica, o depsito de plvora, etc. Reergueu a pequena matriz e instalou pequenas indstrias. Ainda estava presente a coleta de drogas do serto: o breu, a piaaba, o cravo, a salsaparrilha e o cacau selvagem. No governo de Lobo DAlmada, ocorreram algumas rebelies, tais como as dos muras e mundurucus. O retorno da sede a Mariu ocorreu em 1799, a partir da Carta Rgia de 22 de agosto de 1798, assinada pela Coroa portuguesa sob a influncia de Francisco de Souza Coutinho que, na poca, era governador do Par. A reinstalao do governo no Lugar da Barra ocorreu em 29 de maro de 1808. Nesse perodo, o governador da Capitania de So Jos do Rio Negro era o senhor Jos Joaquim Vitrio da Costa. O genro do governador, Francisco Ricardo Zany, foi o responsvel pela destruio de Barcelos. Agitaes autonomistas 1821 No dia 29 de setembro de 1821, o governador Manuel Joaquim do Pao foi deposto por se recusar a jurar a Constituio do Porto de 1820. A populao, em resposta, destruiu as principais obras pblicas realizadas pelo governador deposto, entre as quais podemos citar: a capela de Nossa Senhora dos Remdios e o passeio pblico, arborizado com tamarindeiros. Da em diante, por todo o perodo colonial at os primeiros anos do imprio, o governo passou a ser exercido por sucessivas juntas provisrias. A luta pela autonomia do rio Negro tinha forte conotao nativista, favorecendo a propagao do movimento pr-independncia do Brasil. A notcia da proclamao da Independncia do Brasil chegou Barra do Rio Negro com mais de um ano de atraso, em novembro de 1823; no mesmo dia, foi proclamada a adeso do Rio Negro Independncia. O conflito de Lages. Na noite de 12 de abril de 1832, o soldado Joaquim Pedro da Silva liderou um levante no quartel da Barra, motivado pela falta de pagamento do soldo aos praas. Dois meses depois, no dia 22 de junho do mesmo ano, houve uma memorvel demonstrao de civismo: o povo rebelouse contra a subordinao poltica do Rio Negro ao Gro-Par, e foi proclamada a Provncia do Rio Negro. Os grandes articuladores do movimento foram: frei Jos dos Santos Inocentes, frei Joaquim de Santa Luzia e frei Incio Guilherme da Costa. As vilas de Serpa e Barcelos aderiram Provncia do Rio Negro, mas Borba recusou-se, guardando fidelidade ao foi governo do Gro-Par. Os rebeldes entrincheiraram-se em Lages e nos stios de Bonfim, com um contingente de mil homens e trinta peas de artilharia vindas do forte Tabatinga, enfrentando as foras legalistas designadas pelo governo da Provncia do Par. A expedio, comandada pelo coronel Domingos Si-

Histria de Manaus1. Forte de So Jos do Rio Negro Porto de entrada A fortaleza de So Jos do rio Negro foi construda pelo colonizador portugus para assegurar o controle da confluncia do rio Negro com o rio Amazonas e controlar o porto de entrada da Amaznia ocidental, que pertencia Espanha pelo Tratado de Tordesilhas. Fortim No se parecia muito com uma fortaleza, mas sim com um pequeno fortim com formato quadrangular e muros baixos, com quatro canhes de pequeno calibre, cujas runas sumiram da paisagem da cidade h mais de 100 anos. Smbolo Esse fortim era a marca da colonizao e smbolo do nascimento da cidade. Na fachada do belo edifcio em que funcionou durante muitos anos a Secretaria de Fazenda, na antiga rua do Tesouro, hoje Monteiro de Souza, h uma placa com a seguinte inscrio: Neste local, em 1669, foi construda a Fortaleza de So Jos do Rio Negro, sob a inspirao do Cabo de tropas Pedro da Costa Favela. Os construtores foram o capito Francisco da Mota Falco e seu filho Manuel da Mota Siqueira. O prdio, atualmente, pertence administrao do Porto, e o acesso rea restrito. 1.1 Lugar da Barra Primeiro povoado Em 1669, os portugueses fundaram o forte de So Jos do Rio Negro, e em 1695, os carmelitas ergueram a primeira capela em homenagem a Nossa Senhora de conceio. Surgiu, assim, o primeiro povoado de Manaus, a princpio um aldeamento de ndios descidos do Japur, os bars; do Japur/I, os passes; do rio Negro, os banibas e os temidos manaos. Primeiras atividades O colonizador foi estendendo seus domnios sobre o miracangera dos antepassados dos manauenses, o grande cemitrio indgena que cobria o grande largo da Trincheira. No lugar, abriram as ruas Deus Padre, Deus Filho e Deus Esprito Santo. Eram ruas estreitas, tortuosas e lamacentas, onde estavam a matriz, a casa do vigrio, do comandante e de outros praas. As casas eram humildes, feitas de taipa, cho batido, cobertas e cercadas de palha. A mo-de-obra indgena garantia a produo de anil, algodo, arroz, caf, castanha, salsa e tabaco. Rebelio Em 1757, ocorreu uma rebelio dos ndios do rio Negro que destruiu as aldeias dos caboquenas, bararos e lama-longas, e apavorou os moradores da Barra. Em 1743, o cientista francs Charles-Marie de La Condamine viajou pelo rio Maraon e todo o rio Amazonas de Jan, Peru, a Belm e registrou os contrastes existentes entre a prosperidade das misses portuguesas, que ele visitou ao longo de sua viagem, e a de Belm. 1.2 Regulamentao das fronteiras com a Espanha Fronteiras Francisco Xavier de Mendona Furtado assumiu a responsabilidade de definir as reas de fronteiras na Amaznia entre Portugal e Espanha, estabelecidas pelo Tratado de Madri.

01. Manaus, a partir dos ltimos anos do sculo XIX e das primeiras dcadas do sculo XX, no era mais a cidade observada por Bates, em 1850, Avllamant, em 1859, e Agassiz em 1865... Tudo girava em torno do centro, a vida da cidade era vivida por todos os segmentos sem distino: slidos edifcios em estilo europeu, primitivas casas taperas de barro, ora rua, ora igarap, numa porta uma cara branca, bem perto da banha-se um menino fusco (MASCARENHA DIAS, Ednia. A Iluso do Fausto,2002, p 29).

Da se conclui que:a) Em Manaus, havia uma conciliao de classes sociais, onde no existiam lutas de classes entre foras poderosas, mas, pelo contrrio, inexistia a explorao do homem. b) A Manaus dos naturalistas j era a Paris dos Trpicos, cidade moderna e elegante. c) A cidade no vai sofrer mudanas ou estratificao segundo uma nova configurao a de classes, devido forte influncia cultural indgena. d) A cidade sofre, a partir de 1890, seu primeiro grau de surto de urbanizao graas aos investimentos propiciados pela acumulao de capitais, via economia do ltex. e) A modernidade no mudou o estilo de vida, as condies materiais de existncia de Manaus.

02. Em 1848, a vila de Manaus foi promovida condio de cidade da Barra do Rio Negro e, em 5 de setembro de 1850, a Comarca do alto Amazonas foi elevada categoria de Provncia. (MESQUITA, Otoni.Manaus: Histria e Arquitetura, 2002, p.29.)

Sobre essas novas condies, iniciava(m)se na segunda metade do sc. XIX:a) O perodo das trevas na cidade de Manaus devido ao extremo abandono e um decrescimento demogrfico, xodo urbano. b) Mudanas significativas na histria da cidade, e a regio passou a despertar um crescente interesse internacional, atraindo grande nmero de viajantes. c) Perspectivas de mudanas para toda a Amaznia. Mas Manaus continuaria uma cidade mestia, sem nenhuma perspectiva. d) Grandes transformaes para toda a Regio; Manaus, como conseqncia, foi transformada na cidade mais importante da Amaznia, atraindo capitais estrangeiros e vrios imigrantes, o que possibilitou a fundao da Zona Franca de Manaus. e) Mudanas polticas para a Regio. Mas, apesar de o Amazonas ter sido elevado categoria de Provncia desde setembro de 1850, a instalao de fato s ocorreu em 25 de dezembro de 1952, quando Gilberto Mestrinho assumiu a Presidncia da provncia.

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mes da Cunha Bahiana, saiu de Belm no dia 5 de maio, com cinqenta soldados, a canhoneira de guerra Independncia, recebendo o reforo de mais dois navios durante o percurso: o Patagnia, em Camet, e Andorinha, em Santarm. Frei Jos dos Inocentes, ao ser enviado Corte como representante da Provncia do Rio Negro, teve seu navio interceptado no Mato Grosso e foi obrigado a regressar Barra. Comarca do Alto Amazonas. O governo regencial instituiu o Cdigo do Processo Criminal, em 1832, instrumento jurdico que tinha por finalidade unificar a legislao no territrio brasileiro. No dia 25 de junho de 1833, o governo da Provncia do Par baixou um decreto que dividiu a Provncia em trs Comarcas: a do Gro-Par, a do Alto Amazonas e a do Baixo Amazonas. A criao da Comarca do Alto Amazonas, em substituio antiga Capitania de So Jos do Rio Negro, reduzia o territrio do outeiro de Marac-Au at a Serra de Parintins e contrariava as aspiraes autonomistas. O decreto paraense tambm elevava o Lugar da Barra condio de Vila de Manaus e ganhava a prerrogativa de sede da Comarca do Alto Amazonas. Ao termo de Manaus ficavam subordinadas as seguintes freguesias: Sarac (Silves), Serpa (Itacoatiara) e Santo Elias do Ja (Airo) e as povoaes de Amatari, Jatapu e Uatum. A populao total era de 15.775 habitantes. Manaus, de vila cidade. A Assemblia Provincial do Par editou a Lei n. 147, de 24 de outubro de 1848, elevando a Vila de Manaus categoria de Cidade da Barra de So Jos do Rio Negro, fazendo retornar antiga denominao do povoado que havia comeado em 1669. Em 4 de setembro de 1856, a cidade receberia a sua denominao definitiva de Manaus. A Provncia do Amazonas. A Lei n. 582, de 5 de setembro de 1850, criou a Provncia do Amazonas, propiciando a sua emancipao poltica com relao ao Par. O territrio da Provncia seria o mesmo da antiga Capitania de So Jos do Rio Negro, e a sede seria a cidade da Barra. A provncia surgiu a partir da necessidade da ocupao definitiva do Alto Amazonas e para impedir a expanso do Peru, que, apoiado pelos EUA, desejava internacionalizar o rio Amazonas, que se encontrava fechado s navegaes internacionais desde o tratado de Madri. Reivindicava-se a posse da margem esquerda do rio Solimes entre Japur, Tabatinga e os territrios ao sul do Amazonas e Acre. O Brasil conseguiu neutralizar essas pretenses em 23 de outubro de 1851, quando foi assinado um tratado com o Peru, que cedia a regio pretendida no Solimes e concordava em manter o rio Amazonas fechado navegao estrangeira. E, para reforar as posies conseguidas no sentido de proteger o nosso territrio, o Imprio apressou-se em instalar a Provncia do Amazonas, empossando como primeiro presidente Joo Batista de Figueiredo Tenreiro Aranha, que viajou para Manaus no Vapor Guapiau e instalou a provncia em 1 de janeiro de 1852. Economicamente, as atividades da provncia eram inexpressivas. Dois anos aps sua instalao, os principais produtos de exportao eram a piaava, a borracha, a salsaparrilha, o pirarucu, o caf, o tabaco, a manteiga de ovos de tartaruga, o peixe-boi, o cacau, etc.

Exerccios 01. Era um quadro quase perfeito e as paredes quase grossas. Tinha quatro metros de altura. No havia o menor sinal de uso de fogos de artilharia. At nos admiramos como um punhado de heris conseguiu emergir, nesse lugar, do escurantismo da selva, em pouco tempo, em uma aldeia, depois um arraial, mais tarde o lugar, a vila e a cidade.(MONTEIRO, Mrio Ypiranga. Fundao de Manaus. 4.a edio, Manaus: Editora Metro Cbico, 1994, pg.16).

01. Analise os itens abaixo e depois marque a alternativa correta: I. At o fim do sculo XVIII, o Lugar da Barra no passava de obscuro povoado da capitania de S. Jos do rio Negro. II. Em 1791, o governador Manuel da Gama Lobo DAlmada, sem autorizao do governador do Gro-Par, ao qual estava subordinado, transferiu a sede do governo de Mariu para o Lugar da Barra, o que gerou um repentino progresso na regio. III.Na regio onde foi instalada a Fortaleza da Barra de So Jos do rio Negro, em 1669, foram reunidos os ndios bars, banibas, passes, manaos, aroaquis juris e outras tribos que deram origem ao povoamento.a) b) c) d) e) I est certa. II est certa. III est certa. Todas esto certas. Todas esto erradas.

O texto acima refere-se runa da Fortaleza de So Jos do rio Negro, em 1823. Sobre a origem de Manaus, correto afirmar:a) Em torno de 1669, ergueram no local um forte batizado com o nome de So Sebastio do rio Negro, no lugar ocupado pelos bars e xirianas. b) A origem de Manaus data do sculo XV, quando os espanhis passaram a explorar a Regio Amaznica em busca de escravos indgenas. c) Em torno de 1669, na enseada do Tarum, foi erguida a primeira povoao do rio Negro. Posteriormente se estabeleceu, margem esquerda do rio Negro, um Forte batizado com o nome de Fortaleza da Barra de So Jos do rio Negro de onde surgiu a cidade de Manaus. d) A cidade de Manaus data de 1848, quando a Vila de Manaus foi elevado Condio de cidade, em 24 de outubro. e) A cidade de Manaus surgiu em 1852, quando foi definitivamente batizada com tal nome.

02. (SAES) O governo do Par, ao executar o Cdigo Civil Processual de 1832, dividiu, no ano seguinte, a Provncia em trs comarcas: a do Gro-Par, a do Baixo Amazonas e a do Alto Amazonas. A comarca do Alto Amazonas passou a ter como sedes as seguintes vilas:a) Barra do rio Negro, Ega, Maus e Barcelos. b) Manaus, Tef, Lusia e Mariu. c) ltacoatiara, Manaus, Barcelos e Serpa. d) Borba, Silves, Tupinambarana e Barra do rio Negro. e) Manaus, ltacoatiara, Barcelos e Tef.

02. (PSCIII) O processo da criao da Provncia do Amazonas peculiar. Aps ser aprovada pela cmara dos deputados (1843), o projeto passou sete anos para ser apreciado pelo senado. Ento, em julho de 1850, entrou em pauta, foi aprovado em agosto e sancionado pelo imperador no ms seguinte. O que aconteceu, nesse momento, que justificava tal celeridade para a aprovao de um projeto que j estava h tanto tempo em tramitao?a) As presses internacionais para a abertura do Amazonas navegao que recrudesceram nesse momento, fazendo que o imprio se visse premido a adotar medidas estratgicas para garantir suas prerrogativas na regio. b) A fora da presso do movimento autonomista no Amazonas que ganhou a adeso de importantes polticos paraenses como Joo Batista Tenreiro Aranha. c) Uma vigorosa reao do imprio brasileiro s manobras internacionais dos EUA na tentativa de criar um territrio destinado aos ex-escravos, libertos a partir da Guerra de Secesso. d) O avanado estado das negociaes do governo brasileiro com a Argentina, o Paraguai, a Colmbia e o Peru, para construo de uma rede comercial que se estenderia da regio do Prata at o Oceano Pacfico. e) Uma manobra fracassada dos polticos paraenses no sentido de abortar definitivamente o processo de separao do Amazonas do Par.

03. As expedies sertanistas possuam como meta maior penetrar no meio ambiente amaznico em busca das drogas do serto. Do ponto de vista da manuteno dos povos da regio, entretanto, essas operaes tiveram as seguintes implicaes:a) Impulsionaram a fundao de fortes e feitorias, alm de estabelecer um maior domnio, reconhecimento e ocupao da regio por parte do colonizador portugus. b) Promoveram simplesmente a extino de milhares de ndios. c) Contriburam unicamente para o saqueamento e a explorao, em larga escala, dos recursos ambientais. d) Fundaram cidades e transformaram os ndios em cidados. e) As alternativas a e b esto certas.

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BiologiaProfessor GUALTER Beltro Aula 38

FotossnteseA fotossntese o principal processo autotrfico e realizada pelos seres clorofilados. Nos eucariontes, a organela responsvel por essa funo o cloroplasto. Os pigmentos fotossintticos, representados principalmente pela clorofila, ficam imersos na membrana dos tilacides, formando os chamados complexos-antena, que so responsveis por captar a energia luminosa. Etapa fotoqumica Na fotoqumica, ocorrem dois processos bsicos: a fotlise da gua e a fotofosforilao. Na fotlise da gua (foto = luz; lise = quebra), como o prprio nome diz, ocorre a quebra da molcula de gua sob a ao da luz. Nesse processo, h liberao do oxignio para a atmosfera e transferncia dos tomos de hidrognio para transportadores de hidrognio. Essa reao foi descrita por Hill, em 1937. Esse pesquisador, no entanto, no sabia qual era a substncia receptora de hidrognio. Hoje, sabe-se que o NADP (nicotinamida-adenina-dinucleotdeo + cido fosfrico). importante repetir que o oxignio liberado pela fotossntese provm da gua e no do CO2, como se pensava anteriormente. Fotlise da gua Luz + 2 H2O 4H + 4e +Oo2 Clorofila + 4 H + 2 NADP 2 NADPH2 Fotofosforilao significa adio de fosfato (fosforilao) em presena de luz (foto). A substncia que sofre fosforilao na fotossntese o ADP formando ATP , . Desse modo, por meio de processos de fotofosforilao, que pode ser acclica ou cclica, que a energia luminosa do Sol transformada em energia qumica, que fica armazenada nas molculas de ATP . Nos processos fotofosforilativos, h participao da clorofila. Na etapa fotoqumica, portanto, so produzidas molculas de oxignio, que so liberadas para a atmosfera, e molculas de NADPH2 e de ATP , que sero utilizadas nas reaes da etapa qumica da fotossntese. Etapa qumica Essa etapa ocorre no estroma dos cloroplastos sem necessidade direta de luz. As reaes que ocorrem nessa etapa compem o ciclo das pentoses. Esse ciclo foi elucidado por Melvin Calvin na dcada de 1940. O ciclo comea com a unio do CO2 do ar atmosfrico com molculas orgnicas j presentes no cloroplasto. a que se chama de fixao do carbono. Em seguida, ocorre a incorporao de hidrognios s molculas de carbono, formando carboidratos. Quem fornece esses hidrognios so os NADPH2 formados na etapa fotoqumica. Nesse processo, h necessidade de energia, que fornecida pelas molculas de ATP produzidas tambm nas reaes de claro. Assim, no ciclo das pentoses que o acar formado. Esse ciclo, apesar de no depender diretamente da luz, depende das reaes da fase fotoqumica, pois precisa dos ATPs e dos NADPH2 formados na presena da luz. Podemos representar os destinos finais do CO2, do NADPH2 e do ATP no ciclo das pentoses por meio desta equao extremamente simplificada:

01. (Unesp) Com relao s equaes que descrevem dois importantes processos biolgicosI. 12H2O + 6CO2 C6H12O6 + 6O2 + 6H2O II. C6H12O6 + 6O2 6H2O + 6CO2 Pode-se afirmar que: a) I ocorre nos cloroplastos, apenas em clulas vegetais, e II ocorre nas mitocndrias, apenas em clulas animais. b) I ocorre nas mitocndrias, tanto em clulas animais quanto vegetais, e II ocorre nos cloroplastos, apenas em clulas vegetais. c) I ocorre nas mitocndrias, apenas em clulas animais, e II ocorre nos cloroplastos, apenas em clulas vegetais. d) I ocorre nos cloroplastos, apenas em clulas vegetais, e II ocorre nas mitocndrias, tanto em clulas animais quanto vegetais. e) I ocorre nos cloroplastos e mitocndrias, apenas em clulas vegetais, e II ocorre nas mitocndrias, apenas em clulas animais.

A equao geral da fotossntese : Energia luminosa 6 CO2 + 6H2O C6H12O6 + 6 O2 Clorofila Essa equao mostra que, na presena de luz e clorofila, o gs carbnico e a gua so convertidos numa hexose, a glicose, havendo liberao de oxignio. Este ltimo fato de grande importncia para a vida em nosso Planeta, pois por meio da atividade fotossinttica, so mantidas as condies adequadas de O2 para a sobrevivncia dos seres vivos. A anlise dessa equao pode dar-nos a impresso de que o oxignio liberado na fotossntese provm do gs carbnico (CO2). Durante muito tempo, acreditou-se que tal fato fosse verdadeiro. No entanto, h algumas dcadas, foram realizadas experimentaes em que se fornecia planta 18 16 gua com O (oxignio marcado), em vez de O , como o da gua comum. Verificou-se que o oxi18 gnio liberado era o O , esclarecendo, assim, que o oxignio liberado na fotossntese provm da gua. Se quisermos dar nfase a essa questo, deveremos substituir a equao geral simplificada da fotossntese por uma equao mais detalhada, como a apresentada a seguir: Energia luminosa 6 CO2+12H2O C6H12O6+6H2O+6O2 Clorofila Etapas da fotossntese Apesar de ser apresentada em apenas uma equao, a fotossntese no ocorre em apenas uma reao qumica. Existem vrias reaes que podem ser agrupadas em duas etapas interligadas: a primeira, fotoqumica, em que h necessidade de energia luminosa; a segunda qumica, na qual no h necessidade de luz. As reaes que ocorrem na etapa fotoqumica so chamadas reaes de claro; as que ocorrem na etapa qumica so chamadas reaes de escuro. A etapa fotoqumica ocorre nos tilacides; a etapa qumica, no estroma dos cloroplastos.

02. (Mackenzie) A demonstrao dos processos de fotossntese e respirao de um vegetal superior pode ser feita utilizando-se uma soluo de vermelho de cresol. Essa soluo muda de cor conforme a variao de pH. Assim, em pH neutro, ela levemente rsea; em pH bsico, ela fortemente rsea ou roxa; em pH cido, ela amarela. O experimento foi montado conforme a figura a seguir.

O resultado esperado, depois de algum tempo, ser: Cor da soluo representada por frasco A e frasco B.a) A amarela, B rosa forte. b) A rosa forte, B amarela. c) A sem alterao, B rosa forte. d) A rosa forte, B sem alterao. e) A amarela, B sem alterao.

03. (Uel) Os cientistas que estudaram a seqncia de reaes qumicas que ocorre na fotossntese usaram cloroplastos isolados das clulas porque:a) outras reaes celulares, ocorrendo simultaneamente, dificultariam a pesquisa. b) esses corpsculos contm parte dos pigmentos necessrios para converter energia luminosa em energia qumica. c) sabiam que apenas nessas organelas formamse carboidratos. d) eles contm a maior parte da clorofila existente na clula. e) nessas organelas esto todas as enzimas necessrias para sntese de substncias orgnicas.

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Exerccios(Uel) Se o Sol o imenso reator energtico, ento a terra do sol passa a ser o locus por excelncia da energia armazenada. De onde se conclui que o Brasil, o continente dos trpicos, o lugar da energia verde. Energia vegetal. Terra da biomassa. Terra da energia". 01. (UEL) Pode-se esperar que uma planta com deficincia de magnsio apresentea) b) c) d) folhas de cor verde-escura. clulas meristemticas mortas. frutos e sementes imaturos. clulas incapazes de realizar transporte ativo. e) folhas plidas, amareladas ou esbranquiadas.(VASCONCELLOS, Gilberto Felisberto. Biomassa: a eterna energia do futuro. So Paulo: Senac, 2002. p. 21.)

01. Com base no texto e nos conhecimentos sobre o metabolismo das plantas, correto afirmar:a) Os acares produzidos pelas plantas so componentes minoritrios da biomassa e dependem do oxignio e da luz do sol para sua sntese. b) Os seres heterotrficos se apropriam, para seu metabolismo, do nitrognio produzido pelas plantas verdes. c) A autotrofia atribuda s plantas est relacionada ao fato de elas serem capazes de fixar nitrognio do ar e produzir oxignio. d) Para a sntese dos carboidratos que integram a biomassa necessria, alm da luz do sol, a utilizao de gua e de gs carbnico como substratos. e) A biomassa de que trata o autor do texto o conjunto de molculas orgnicas de todos os seres vivos, animais e vegetais, de um determinado habitat.

02. (Fatec) A seguir esto descritos dois processos metablicos: I. A gliclise ocorre no hialoplasma, durante a respirao celular. Nesse processo, uma molcula de glicose transforma-se em duas molculas de cido pirvico, com um lucro lquido de 2 ATPs. II. A fotlise da gua ocorre nos cloroplastos. Nesse processo, na presena de luz, ocorre quebra de molculas de gua, liberando-se O2 e produzindo NADPH2. Assinale a alternativa que relaciona corretamente os processos metablicos descritos com os organismos nos quais eles ocorrem.

raios solares que chegam ao solo. Esse bloqueio, associado s noites mais longas, faz que as florestas temperadas sejam menos eficientes na fotossntese. II. As florestas temperadas esto sujeitas a um inverno mais longo e, portanto, menor quantidade de luz. Como as plantas fazem fotossntese de dia e respiram noite, a taxa de respirao maior que a de fotossntese. III. A maior quantidade de CO2 disponvel, associada s altas temperaturas presentes na Amaznia, permite uma elevao da taxa fotossinttica, o que promove maior crescimento das plantas. IV. As temperaturas mais baixas, a menor biomassa por rea e a menor incidncia de luz nas florestas temperadas fazem que, ali, o fenmeno seja menos evidente que na Amaznia. Entre as quatro afirmaes apresentadas, esto corretas somentea) b) c) d) e) I e II. I e III. II e III. II e IV. III e IV.

02. (Puccamp) Energia A quase totalidade da energia utilizada na Terra tem sua origem nas radiaes que recebemos do Sol. Quando a energia luminosa utilizada na fotossntese, ocorre liberao de oxignio. Esse gs provm das molculas de:a) gua. d) ATP . b) CO2. e) clorofila. c) glicose.

03. (Fatec) Numa comunidade terrestre ocorrem os fenmenos I e II, esquematizados a seguir.

03. (Fei) Considerando-se os principais processos energticos que ocorrem nos seres vivos, podemos corretamente afirmar que:a) o autotrofismo uma caracterstica dos seres clorofilados. b) o heterotrofismo impossibilita a sobrevivncia dos seres aclorofilados. c) a fotossntese e a respirao aerbica so processos que produzem sempre as mesmas substncias qumicas. d) a fermentao um processo bioqumico que no produz qualquer forma de energia. e) apenas a fermentao alcolica produz cido pirvico.

05. (Uff) No incio do sculo XVII, acreditava-se que as plantas necessitavam apenas da matria presente no solo. Van Helmont, no entanto, mostrou que uma planta colocada em um vaso com terra aumentara alguns quilos em um perodo de 5 anos, enquanto a terra do vaso diminura de peso em apenas alguns gramas. Concluiu, ento, que o crescimento da planta foi devido, apenas, gua com que ele a regara. Essa concluso a que chegou Helmont estava errada, pois, hoje sabemos que o crescimento da planta causado, principalmente, por:a) maior produo metablica de CO2. b) fixao do O2 atmosfrico. c) um aumento da relao CO2 produzido/CO2 consumido. d) maior fixao de CO2 atmosfrico em relao ao CO2 produzido. e) uma relao O2 consumido/O2 produzido maior que 1,0.

Analisando-se o esquema, deve-se afirmar quea) somente as plantas participam de I e de II. b) somente os animais participam de I e de II. c) os animais e as plantas participam tanto de I como de II. d) os animais s participam de II. e) as plantas s participam de I.

04. (PucSP) Considere as seguintes etapas referentes ao metabolismo energtico:I. II. III. IV. consumo de gs carbnico; utilizao da gua como fonte de hidrognio; liberao de gs carbnico; liberao de oxignio.

Pode-se afirmar que a) uma planta realiza I, II, III e IV. b) uma planta realiza apenas I e II. c) uma planta realiza apenas I, II e IV. d) um animal realiza I, II, III e IV. e) um animal realiza apenas III e IV.

04. (Unifesp) O jornal Folha de S. Paulo (28.07.2004) noticiou que o aumento do dixido de carbono (CO2) atmosfrico pode induzir rvores da Amaznia a crescerem mais rapidamente. O aumento do CO2 global e, no entanto, o fenmeno verificado na Amaznia e no nas florestas temperadas da Europa. Para explicar tal fenmeno, quatro afirmaes foram feitas: I. O aumento do CO2 promove aquecimento, porm bloqueia parte dos

06. (Ufv) A liberao do oxignio pelas plantas verdes foi o primeiro fato relacionado com a fotossntese. Posteriormente, descobriu-se que a fotossntese praticamente o nico meio importante de produo de oxignio atmosfrico. Entretanto, por algum tempo, questionou-se a origem desse oxignio durante as reaes fotossintticas. Qual das substncias relacionadas a seguir, conforme ficou comprovado, utilizada pelas plantas como fonte deste oxignio?a) b) c) d) e) CO2 H2O ATP C6H12O6 NADP

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MatemticaProfessor CLCIO Freire Aula 39

A propriedade acima decorre de: Seja x = am/n. Podemos escrever xn = (am/n)n e, da, xn = am, de onde vem, extraindo-se a raiz n-sima de ambos os membros: A operao com radicais denominada RADICIAO, que a inversa da POTENCIAO. Isso decorre de Exemplos: Como 2 elevado a 4 igual a 16, dizemos que 2 uma raiz quarta de 16. Como 3 elevado a 2 igual a 9, dizemos que 3 uma raiz quadrada de 9. Como 5 elevado a 3 igual a 125, dizemos que 5 uma raiz cbica de 125, etc Equaes exponenciais Chamamos de equaes exponenciais toda equao na qual a incgnita aparece em expoente. Exemplos de equaes exponenciais: 3x =81 (a soluo x = 4) 2x5=16 (a soluo x = 9) 16x42x110=22x1 (a soluo x = 1) 32x13x3x1+1=0 (as solues so x = 0 e x = 1) Para resolver equaes exponenciais, devemos realizar dois passos importantes: 1. reduo dos dois membros da equao a potncias de mesma base; 2. aplicao da propriedade: am =an m=n (a 1 e a>0)

Funo exponencialPotncia de expoente natural Sendo a um nmero real e n um nmero natural maior ou igual a 2, definimos a n-sima (ensima) potncia de a como sendo: an = a.a.a.a.a. .a (n vezes) em que o fator a repetido n vezes, ou seja, o produto possui n fatores. Denominamos o fator a de base e n de expoente; an a n-sima potncia de a. Portanto potncia um produto de n fatores iguais. A operao por meio da qual se obtm uma potncia, denominada potenciao. Exemplos: 72 = 7 . 7 = 49; 25 = 2.2.2.2.2 = 32; 63 = 6.6.6 =216; 107 = 10.10.10.10.10.10.10 = 10.000000 (dez milhes); 106 = 10.10.10.10.10.10 = 1.000 000 (um milho) Nota: A potncia 10n igual a 1 seguido de n zeros. Assim, por exemplo, 1010 = 10.10.10.10. 10.10.10.10.10.10 = 10.000000000 (dez bilhes) Convenes: a) Potncia de expoente zero: a0 = 1 Exemplos: 45670 = 1; 2430 = 1; (- 2001)0 = 1 b) Potncia de expoente unitrio: a1 = a Exemplos: 231 = 23; 20011 = 2001 Nota: As potncias de expoente 2 e 3 recebem nomes especiais, a saber: a2 = a.a, lido como a ao quadrado. a3 = a.a.a, lido como a ao cubo. Propriedades das potncias So vlidas as seguintes propriedades das potncias de expoentes naturais, facilmente demonstrveis: 1. am . an = am+n Exemplo: 25.23=25+3=28 = 2.2.2.2.2.2.2.2 = 256 2. am : an = am-n Exemplo: 57:54=57-4=53=5.5.5=125 3. (am)n = am.n Exemplo: (42)3= 42.3=46=4.4.4.4.4.4= 4096 4. am.bm = (a.b)m Exemplo: 23.43=(2.4)3=83=8.8.8= 512 5. am:bm = (a:b)m Exemplo: 124:34=(12:3)4= 44 =4.4.4.4= 256 6. a-n = 1/an Exemplo: 52 = 1/52 = 1/5.5 = 1/25 Radicais A forma mais genrica de um radical , em que c = coeficiente, n = ndice e A = radicando. O radical acima lido como: c raiz n-sima (ensima) de A. Se n = 2, costuma-se no representar o nmero 2 e l-se como c raiz quadrada de A. Se n=3, l-se o radical como c raiz cbica de A. Exemplos: lido 5 raiz cbica de 25, onde 5 o coeficiente, 3 o ndice e 25, o radicando. lido 3 raiz quadrada de 10, onde 3 o coeficiente, 2 (no indicado, por conveno) o ndice e 10, o radicando. Potncia de expoente fracionrio Exemplo:

01. Calcule o valor da expresso41/2 21 + (3)0 + (0,1)0. (251)0. a) 2/7 b) 5/7 c) 7/2 d) 5/2 e) n.d.a.

(38)4 . (34)2 02. Calcule . (37)2.( )20a) 1 d) 2 b) 4 e) 0 c) 3

03. Ache o conjunto soluo da equao 1 2x3 = . 8a) { 3 } d) { 0 } b) { 4 } e) { 1 } c) { 2 }

04. Calcule o conjunto verdade da equao 2 2x 7x+12=1 .a) {3,4} d) {4,6} b) {2,4} e) {4,5} c) {3,5}

Exerccios resolvidos1. 3x=81 Resoluo: Como 81=34, podemos escrever 3x=34. E da, x=4. 2. 9x = 1 Resoluo: 9x = 1 9x = 90 ; logo x=0.

05. Calcule a soma das solues da equao 2x 2x=5(12x).a) {1} d) {4} b) {2} e) {5} c) {3}

06. Resolva a equao 3x+3x1+3x2+3x3+ 3x4+3x5=1092.a) {2} d) {6} b) {3} e) {7} c) {5}

9 07. Resolva a equao 2x+1+2x+2 = . 2a) {1} d) {6} b) {3} e) {8} c) {4}

08. Determine o conjunto soluo da inequaoa) b) c) d) e) {x {x {x {x {x

.

23x1 = 322x Resoluo: 23x1= 322x 23x1=(25)2x 23x1= 210x ; da 3x1=10, de onde x=1/7. Resolva a equao 32x6.3x27=0. Resoluo: vamos resolver esta equao atravs de uma transformao: 32x6.3x27=0 (3x)26.3x27=0 Fazendo 3x=y, obtemos: y26y27=0; aplicando Bhaskara encontramos y=3 e y=9 Para achar o x, devemos voltar os valores para a equao auxiliar 3x=y: y=3 3x = 3 no existe x, pois potncia de base positiva positiva y=9 3x = 9 3x = 32 x=2 Portanto a soluo x=2

IR / 2 x 1, ento f ser decrescente Resoluo: Sabemos que s possvel em

IR se 3x81>0 Ento: 3x81>0 3x>34 Como a base (3) maior que 1, temos: x>4 x