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Aprovar ano05 livro05 high - · PDF filelidade do setor pesqueiro na Amazônia e tem entre seus objetivos o de contribuir para o fortalecimento desse setor, forman-do profissionais

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para atender s necessidades de organiza-o e produo dos diversos segmentosenvolvidos, visando qualidade e susten-tabilidade econmica, ambiental e social.

ATRIBUIES

O tecnlogo em Produo Pesqueira ge-rencia e implementa empreendimentos decoleta, processamento e comercializao depescado de rios e lagos. Esse profissionalatua colaborando em diagnsticos de po-tencialidades pesqueiras, anlise do contex-to tcnico e socioeconmico do setor pes-queiro regional e tendncias de mercado.E, ainda, elabora projetos de viabilidade tc-nico-econmica, quantifica e compatibilizaas necessidades de recursos humanos, ma-teriais, equipamentos e implementos. O profissional graduado em Produo Pes-queira tambm estar apto a dominar astcnicas de montagem de aparelhos de cap-tura adequados a cada espcie, conside-rando a modalidade de pesca aos tipos deferramentas apropriadas. Estar apto a ge-renciar empresas de beneficiamento depescado e sistemas de armazenagem e dis-tribuio, alm da comercializao dos pro-dutos. Alm disso, estar capacitado paraauxiliar diretamente os profissionais da En-genharia de Pesca, Biologia, Oceanografia,Agronomia, Veterinria, Zootecnia, Econo-mia e Administrao entre outros.

MERCADO DE TRABALHO

O profissional poder atuar em rgospblicos, como o Ministrio do Meio Ambi-ente; a Secretaria Especial de Aqicultura ePesca da Presidncia da Repblica (SEAP/AM); as Agncias Estaduais de Meio Am-biente e Recursos Hdricos; os Institutos eCentros de Pesquisas; as Instituies de En-sino Superior (federais, estaduais e munici-pais); e as Agncias e Secretarias Esta-duais e Municipais. E, na iniciativa privada,como indstrias e empresas pesqueiras emgeral (processamento, conservao e ma-nipulao); empresas de pesca: embarca-es regionais e equipamento empregado;fazendas de aqicultura (cultivos de orga-nismos aquticos tecnologia em aqicul-tura); e instituies de ensino superior(federais, estaduais e municipais).

O CURSO NA UEA

O cenrio pesqueiro no Amazonas apre-senta um enorme potencial de desenvolvi-mento, devido alta piscicosidade de suasguas e s excelentes condies ambien-tais presentes no Estado. Entretanto a faltade mo-de-obra qualificada para esses se-tores da produo inviabilizava seu desen-volvimento. A partir desse contexto, o go-verno do Estado vem investindo na ativi-dade pesqueira, oferecendo, por meio daUniversidade do Estado do Amazonas(UEA), o curso de Tecnologia em ProduoPesqueira.

Ofertado pela primeira vez no Vestibular de2007 da UEA, o curso voltado para a rea-lidade do setor pesqueiro na Amaznia etem entre seus objetivos o de contribuirpara o fortalecimento desse setor, forman-do profissionais capacitados em viabilizarsolues tecnolgicas e competitivas parao progresso da cadeia produtiva do pes-cado. Com aulas ministradas no Ncleo deEnsino Superior da UEA em Manacapuru, ocurso realizado em seis semestres. O cur-rculo composto por 31 disciplinas obri-gatrias, que perfazem 2 mil e 400 horas.Desse total, incluem-se disciplinas do CicloBsico/Geral e do Especfico/Profissional,alm do Estgio Supervisionado de 300 ho-ras (de acordo com a Grade Curricular).

REA DE ATUAO

O curso de Tecnologia em Produo Pes-queira da UEA habilita o tecnlogo a de-senvolver atividades nas grandes reas dapesca, como na Investigao Pesqueira (es-tudo da dinmica de populaes e avalia-es dos estoques pesqueiros de uma re-gio), na Tecnologia da Pesca (emprego detcnicas de localizao e de captura de ani-mais aquticos), na Tecnologia do Pescado(conservao, industrializao e controlehiginico-sanitrio dos subprodutos pes-queiros), na Aqicultura (tcnicas de cria-o e reproduo de animais aquticos emcativeiro), na Administrao e no ComrcioPesqueiro (gerncia e implementao noordenamento das atividades pesqueiras,pblicas ou privadas), no Planejamento daProduo Pesqueira (contribuindo na ela-borao e implementao de programas eprojetos em pesca e aqicultura no mbitotecnolgico) e na Extenso Pesqueira (difu-so e transferncia de tecnologias, na or-ganizao dos pescadores, visando ao de-senvolvimento econmico e social da Re-gio).

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ndiceQUMICATabela Peridica ...................... Pg. 03(aula 25)

LITERATURAO Barroco (1601 1768) .......... Pg. 05(aula 26)

HISTRIAPr-colonizao (1501 1630)

................................................... Pg. 07(aula 27)

FSICAMovimentos circulares ............ Pg. 09(aula 28)

GEOGRAFIAA populao amazonense ........ Pg. 11(aula 29)

BIOLOGIACitologia II ............................... Pg. 13(aula 30)

Referncias bibliogrficas ...... Pg. 15

Guia de Profisses

Seguindo as normas da Lei de Dire-trizes e Bases e balizado pela Reso-luo CNE/CP n.o 3/2002, publicadaem 28/12/2006, no Dirio Oficial da Unio,os Cursos Superiores de Tecnologia soespecializados em segmentos de uma oumais reas profissionais e possuem forma-o direcionada para aplicao, desenvol-vimento e difuso de tecnologias e de ca-pacidade empreendedora, em sintonia como mundo do trabalho.O curso superior de Tecnologia em Produ-o Pesqueira est inserido, conforme ma-triz classificatria para organizao dos Cur-sos Superiores de Tecnologia, na rea pro-fissional de Recursos Naturais, que com-preende tecnologias relacionadas produ-o animal, vegetal, mineral, aqcola epesqueira. Abrange aes de prospeco,avaliao tcnica e econmica, planeja-mento, extrao, cultivo e produo refe-rente aos recursos naturais. Inclui, ainda,tecnologia de mquinas e implementos, es-truturada e aplicada de forma sistemtica

Tecnolgo em Produo Pesqueira

Tabela peridica

1. HISTRICO

1.1 Dobereiner (1829) reuniu os elementos emgrupos de trs. Cada grupo recebeu o nome detrade. Ele observou que a massa atmica de umelemento da trade era, aproximadamente, a m-dia aritmtica das massas atmicas dos outrosdois.Exemplo: Li=7; Na=23; K=39.

7 + 3923 =

21.2 Chancourtois (1863) disps os elementosnuma escala espiral traada nas paredes de umcilindro, em ordem crescente de massa atmica.Tal classificao recebeu o nome de parafuso te-lrico. Os elementos semelhantes apareciam nu-ma geratriz do cilindro. Tal classificao, no en-tanto, funcionou apenas at o clcio.

1.3 Newlands (1864) disps os elementos emcolunas verticais de sete elementos em ordemcrescente de massas atmicas. Observou que,de sete em sete elementos, havia repetio depropriedades, fato que recebeu o nome de Leidas Oitavas.

A classificao funcionou at o clcio.

1.4 Dmitri Ivannovitch Mendeleyv (1869)apresentou uma classificao que a base daclassificao moderna. Adotou a seguinte lei pe-ridica: As propriedades fsicas e qumicas doselementos so funes peridicas de suas mas-sas atmicas.

Os elementos foram distribudos em oito colunasverticais (grupos homlogos) e em 12 colunas ho-rizontais (sries heterlogas), em ordem crescentede suas massas atmicas. Os grupos foram nume-rados de I a VIII, e cada grupo dividido em doissubgrupos.

Na poca de Mendeleyev, eram conhecidos, apro-ximadamente, 60 elementos. Os gases nobres eas terras raras (com exceo do crio) eram des-conhecidos. Mendeleyev deixou lacunas na tabe-la, reservadas para os elementos que viriam aser descobertos.Entre o clcio e o titnio, deixou uma lacuna para

o elemento eka-boro (abaixo do boro). Mende-leyev deixou essa lacuna porque o titnio noapresenta propriedades semelhantes s do boro.Mais tarde, o eka-boro foi descoberto e o atualescndio.Mendeleyev previu tambm a existncia do eka-alumnio (abaixo do alumnio; o glio) e do eka-silcio (abaixo do silcio; o germnio). O casodo eka-silcio ficou famoso, pois todas as pro-priedades previstas por Mendeleyev foram maistarde verificadas pelo seu descobridor, Winkler.Na mesma poca, Lothar Meyer, trabalhando in-dependentemente, elaborou uma tabela seme-lhante de Mendeleyev, mas o trabalho desteltimo foi mais completo.

2. CONSTRUO DA TABELA

Os elementos so colocados em faixas horizon-tais (perodos) e faixas verticais (grupos ou fam-lias).Em um grupo, os elementos tm propriedadessemelhantes; em um perodo, as propriedadesso diferentes.Na tabela, h sete perodos. O nmero do pero-do igual ao nmero de camadas que o tomodo elemento apresenta na eletrosfera.H ainda nove grupos numerados de 0 a 8. Comexceo dos grupos 0 e 8, cada grupo est sub-dividido em dois subgrupos, A e B. O grupo 8 chamado de 8B e constitudo por trs faixasverticais.

Nota Em 1985, a IUPAC determinou chamar ca-da coluna da tabela peridica de grupo. Hoje, osgrupos so numerados de 1 a 18.

3. POSIO DOS ELEMENTOS NA TABELA

3.1 Elementos representativos ou tpicos lti-mo eltron colocado em subnvel s ou p, gruposA (1,2,13 a 17), esto nos extremos da tabela.

O nmero de eltrons na camada de valncia o nmero do grupo.

Exemplo: Oxignio, O(Z=8) 1s2, 2s2, 2p4 K=2, L=6 portanto, grupo 6 ou 16.

3.2 Gases nobres Oito eltrons na camada devalncia. Grupo 0 ou 8.a, hoje 18.Exceo: 2He 1s23.3 Elementos de transio ltimo eltron co-locado em subnvel d, grupos B (3 a 12), estono centro da tabela.

A soma do nmero de eltrons dos subnveisnsx (n 1)dy o nmeor do grupo (x + y).

01. Os elementos representados pelas confi-guraes eletrnicas I, II, III e IV perten-cem, respectivamente, aos grupos databela peridica:

I) 1s2, 2s2, 2p6, 3s2, 3p6, 4s1II) 1s2, 2s2, 2p6, 3s2, 3p6, 4s1, 3d10III) 1s2, 2s2, 2p5IV)1s2, 2s2, 2p6, 3s2, 3p6, 4s2, 3d1a) 1, 11, 17, 3b) 1, 1, 17, 15c) 1, 11, 15, 13d) 1, 11, 15, 2e) 1, 1, 17, 13

02. Nesta questo, os elementos qumicosesto genericamente representados porA, B, C, D e E. Considere as informaesa seguir sobre esses elementos.

O tomo neutro do elemento A tem 10eltrons.

A, B e C+ so isoeletrnicos. D pertence ao 5.o perodo e ao mesmo

grupo de C, da classificao peridica. Entre os elementos de transio, E o

de menor nmero atmico.

Com base nessas informaes, incor-