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Pygocentrus piraya, considerada a mais agressiva entre as espécies de piranha A exuberância da Amazônia traduzida em números: 49,29% do território nacional, 45 mil espécies de plantas, 1,8 mil de borboletas, 1,3 mil de peixes e a maior biodiversidade do Planeta Química – Ligações Químicas pg. 02 Química – Termoquímica pg. 04 Biologia – Citologia II pg. 06 Biologia – Biologia Vegetal II pg. 08 Literatura – Simbolismo pg. 10

Apostila Aprovar Ano04 Fascículo25 Bio Qui

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Qumica Ligaes Qumicas Qumica Termoqumica

pg. 02 pg. 04

A exuberncia da Amaznia do territrio nacional, 45 traduzida em nmeros: 49,29% borboletas, 1,3 mil de peixesmil espcies de plantas, 1,8 mil de e a maior biodiversidade do Planeta

Biologia Citologia II

Biologia Biologia Vegetal II

pg. 06 pg. 08 pg. 10

Literatura Simbolismo

ada a consider es de piraya, pci centrus a ent e as es ygo ssiv r P re mais ag piranha

Dicas de segurana na internetJ est comprovado: os internautas se preocupam menos com a segurana de seus computadores do que deveriam. Seja por preguia, falta de tempo, seja por desinformao, muitos deles ignoram cuidados bsicos que os expem s aes de piratas virtuais, principalmente se o computador usado por toda a famlia, inclusive para transaes financeiras via web. Estima-se que, em 2006, os bancos tenham investido R$ 5,3 bilhes em tecnologia de segurana, segundo dados da Febraban (Federao Brasileira de Bancos), mas os especialistas advertem que o prprio usurio tambm deve tomar suas medidas de segurana. Instale antivrus no computador e faa atualizaes semanais. Mantenha seu navegador sempre atualizado. Nunca clique em links ou visite sites sugeridos em e-mails. Nunca envie informaes sigilosas via e-mail ou mensagens instantneas. Troque regularmente as senhas utilizadas em transaes financeiras. Crie um email apenas para se cadastrar em sites. Se voc receber mensagens de velhos amigos ou do seu banco neste endereo, desconfie. Dinheiro no vem fcil e pense duas vezes antes de aceitar propostas incrveis recebidas pela internet. Se voc acha que seu micro foi invadido, ningum deve acessar servios de banco on-line e fazer compras pela web at resolver o problema. Caso algum de sua famlia perceba movimentaes estranhas na conta corrente, deve entrar em contato com o banco e pedir orientaes. O mesmo vale para operadoras de carto de crdito. E mais: as vtimas de crimes virtuais devem sempre procurar uma delegacia e fazer um boletim de ocorrncia. O que mais coloca o usurio em risco so os links que levam instalao de programas maliciosos, clicados pelo usurio em e-mails, em sites de relacionamento (Orkut, por exemplo) ou no mensageiro instantneo. Esses programas, uma vez instalados, podem roubar senhas do banco e nmeros de cartes de crdito digitados pelo usurio quando ele acessa o site do banco ou faz uma compra. Outras dicas: ao acessar seu webmail, ou sua conta num site de comrcio eletrnico, ou seu home banking ou qualquer outro servio que exige que voc fornea um nome de usurio e uma senha, clique em um boto/link de nome Logout, Logoff, Sair, Desconectar ou equivalente para sair do site. Muita gente sai do site fechando a janela do navegador de internet ou entrando em outro endereo. Isso arriscado porque o site no recebeu a instruo de encerrar seu acesso naquele momento e algum mal-intencionado pode abrir o navegador de internet e acessar as informaes de sua conta, caso esta realmente no tenha sido fechada devidamente. Jamais revele informaes importantes sobre voc e sua famlia em salas de bate-papo, ou sites de relacionamento e tenha cuidado ao fazer cadastros. No mundo virtual, proteger-se importante para evitar transtornos. A maioria dos golpes pode ser evitada se o usurio estiver atento s dicas de segurana.

QumicaProfessor MARCELO Monteiro

constitui dipolo eltrico. Neste caso, as eletronegatividades dos tomos ligados so iguais. Tipos de substncias Substncia inica ou eletrovalente toda substncia que apresenta pelo menos uma ligao inica. Mesmo as substncias que apresentam ligaes inicas e covalentes so classificadas como inicas. Substncia molecular apresenta somente ligaes covalentes e formada por molculas discretas. Substncia covalente apresenta somente ligaes covalentes e formada por macromolculas.

Ligaes qumicasTeoria do octeto Na natureza, todos os sistemas tendem a adquirir a maior estabilidade possvel. Os tomos ligam-se uns aos outros para aumentar a sua estabilidade. Os gases nobres so as nicas substncias formadas por tomos isolados. Concluso: os tomos dos gases nobres so os nicos estveis. Os tomos dos gases nobres so os nicos que possuem a camada de valncia completa, isto , com oito eltrons (ou dois, no caso da camada K). Concluso: a saturao da camada da valncia com oito eltrons (ou dois, no caso da camada K) aumenta a estabilidade do tomo. A configurao eletrnica com a camada da valncia completa chamada configurao estvel. Os tomos dos gases nobres so os nicos que j tm a camada de valncia completa. Teoria do octeto Os tomos dos elementos ligam-se uns aos outros na tentativa de completar a camada de valncia de seus tomos. Isso pode ser conseguido de diversas maneiras, dando origem a diversos tipos de ligaes qumicas. Ligaes qumicas Ligao inica ou eletrovalente a atrao eletrosttica entre ons de cargas opostas num retculo cristalino. Esses ons formam-se pela transferncia de eltrons dos tomos de um elemento para os tomos de outro elemento. Para se formar uma ligao inica, necessrio que os tomos de um dos elementos tenham tendncia a ceder eltrons e os tomos do outro elemento tenham tendncia a receber eltrons. Os tomos com tendncia a ceder eltrons apresentam um, dois ou trs eltrons na camada de valncia; so todos tomos de metais, com exceo dos tomos de H e He. Os tomos com tendncia a receber eltrons apresentam quatro, cinco, seis e sete eltrons na camada de valncia; so os tomos dos nometais e do H. Uma ligao inica forma-se entre um metal e um no-metal ou entre um metal e o H. Os eltrons so transferidos dos tomos dos metais para os dos no-metais ou do H. Os tomos dos metais, cedendo eltrons, transformam-se em ons positivos ou ctions, e os tomos dos no-metais ou do H, recebendo eltrons, transformam-se em ons negativos ou nions. Valncia o poder de combinao dos elementos. O conceito de valncia foi criado por Berzelius, em 1820. Eletrovalncia a valncia do elemento na forma inica. igual carga do seu on monoatmico. Ligao covalente um par de eltrons compartilhado por dois tomos, sendo um eltron de cada tomo participante da ligao. Ligao dativa ou coordenada um par de eltrons compartilhado por dois tomos, no qual os dois eltrons so fornecidos apenas por um dos tomos participantes da ligao. Forma-se quando um dos tomos j tem o seu octeto completo e o outro ainda no. Ligao metlica constituda pelos eltrons livres que ficam entre os ctions dos metais (modelo do gs eletrnico ou do mar de eltrons). Os metais so constitudos por seus ctions mergulhados em um mar de eltrons. Ligao covalente polar aquela que constitui um dipolo eltrico. Forma-se quando as eletronegatividades dos elementos ligados so diferentes. Ligao covalente apolar aquela que no

Frmulas eletrnicas e estruturais Estruturas de Lewis ou frmulas eletrnicas so representaes dos pares de eltrons das ligaes covalentes entre todos os tomos da molcula, bem como dos eltrons das camadas de valncia que no participam das ligaes covalentes. Estruturas de Couper ou frmulas estruturais planas so representaes, por traos de unio, de todas as ligaes covalentes entre todos os tomos da molcula. Simples ligao uma ligao covalente entre dois tomos (A B). Ligao dupla so duas ligaes covalentes entre dois tomos (A = B). Ligao tripla so trs ligaes covalentes entre dois tomos (A B). Nmero de oxidao Nmero de oxidao (nox) um nmero associado carga de um elemento numa molcula ou num on. O nox de um elemento sob forma de um on monoatmico igual carga desse on, portanto igual eletrovalncia do elemento nesse on. O nox de um elemento numa molcula e num on composto a carga que teria o tomo desse elemento supondo que os eltrons das ligaes covalentes e dativas se transferissem totalmente do tomo menos eletronegativo para o mais eletronegativo, como se fosse uma ligao inica.

O oxignio o mais eletronegativo de todos os elementos, exceto o flor. O oxignio tem nox negativo em todos os seus compostos, exceto quando ligado ao flor. Na grande maioria de seus compostos, o oxignio tem nox = 2. Nos perxidos (grupo OO) o oxignio tem nox = 1. O hidrognio menos eletronegativo que todos os no-metais e semimetais; por isso, quando ligado a esses elementos, tem nox positivo e sempre igual a +1. O hidrognio mais eletronegativo que os metais; por isso, quando ligado a esses elementos, tem nox negativo e sempre igual a 1. Nox e valncia O nox de um elemento na forma de um on monoatmico igual sua eletrovalncia. O nox de um elemento na forma de molcula ou de on composto no obrigato-

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riamente igual sua valncia. A valncia, nesses casos, dada pelo nmero de ligaes covalentes e dativas. Cada ligao covalente conta como uma unidade de valncia, e cada ligao dativa, como duas unidades de valncia. Ligao Inica (ou Eletrovalente) caracterizada por um de seus tomos ter que ceder eltrons e o outro receber eltrons para atingirem a regra do octeto. Essa transferncia de eltrons forma ons: cede eltrons fica positivo ction recebe eltrons fica negativo nion Tendo cargas opostas, os ctions e os nions se atraem e se mantm unidos devido a ligao inica. Observe os exemplos abaixo: Ligao entre o alumnio e o flor Frmula Molecular: H2SO4 Ligao Metlica Pelo fato dos metais possurem uma baixa eletronegatividade os mesmos perdem seus eltrons muito facilmente. Esses eltrons livres formam uma nuvem eletrnica que mantm os ons metlicos sempre unidos formando-se assim a chamada ligao metlica. Observe:

Desafio Qumico01. (FGV ) A ligao qumica entre dois tomos genricos, X e Y ser:a) inica, se, e somente se, X e Y forem no metais do grupo 7A. b) covalente, se, e somente se, X for metal alcalino e Y, halognio. c) Covalente normal, se X e Y forem tomos do mesmo no-metal. d) Covalente dativa, se formada por pares eletrnicos tendo sempre um eltron de X e outro de Y. e) Covalente coordenada, se X e Y se agruparem em forma de retculos cristalinos.

Ou, abreviadamente: Al + 3F AlF3 Podemos notar que o nmero de ons que se unem inversamente proporcional s suas cargas (valncias). Disso resulta a seguinte regra geral de formulao:

Resumindo, ligao metlica aquela que ocorre entre metais. Determinao do carter de uma ligao Uma ligao qumica ter seu carter determinado basicamente pelas eletronegatividades dos tomos que a compe. Quanto maior for a diferena entre as eletronegatividades dos tomos maior ser o carter inico da mesma. Assim: En 1,7 Carter Inico En < 1,7 Carter Molecular Ex.: NaCl En = 3,0 0,9 = 2,1 Ligao Inica HCl En = 3,0 2,1 = 0,9 Ligao Covalente Polaridade Em uma ligao qumica possvel que as partes envolvidas adquiram carga. Toda ligao inica ocorre transferncia de eltrons, portanto sempre haver formao de polos. Porm, nas ligaes covalentes a formao de polos ou no est condicionada a eletronegatividade dos tomos. Polaridade das Molculas Definimos polaridade para as molculas, em geral, da seguinte forma: Quando o momento dipolar de uma molcula for igual a zero dizemos que a mesma apolar. Quando o momento dipolar for diferente de zero dizemos que a molcula polar. Exemplos:

As ligaes inicas ocorrem quando a diferna de eletronegatividade entre os tomos maior ou igual a 1,7. Normalmente, isso ocorre nas ligaes envolvendo metais e ametais. Ligao Covalente Se divide em: Covalente Simples (ou Normal) caracterizada por ambos os tomos desejarem receber eltrons, logo compartilham. O que ocorre um emparelhamento de eltrons, isto , a formao de um ou mais pares de eltrons que sero compartilhados pelos dois tomos. Essa ligao ir formar molculas (e no ons, como no caso anterior). Observe o exemplo de gs hidrognio: Frmula Eletrnica ou de Lewis Frmula Estrutural H=H Frmula Molecular ou Bruta: H2 As ligaes covalentes ocorrem quando a diferena de eletronegatividade entre os tomos menor que 1,7. Normalmente, isso ocorre nas ligaes envolvendo ametais e hidrognio. Covalente Coordenada (ou Dativa) a unio entre tomos, que estabelecida por meio de pares de eltrons, porm de modo que o par eletrnico seja doado apenas por um dos tomos. Observe o exemplo do gs sulfuroso:

02. (FGV) A respeito de uma substncia X, foi afirmado (observao experimental): I. slida; II. conduz corrente eltrica aps fuso; III. apresenta valores elevados para os pontos de fuso e ebulio. Dentre as substncias a seguir, aquela que pode representar X :a) O2 d) ZnS b) CO2 e) NaCl c) HCl

03. (FGV ) Assinale a alternativa que contm somente os itens correspondentes s molculas polares, entre as listadas abaixo:I. N2 IV. SiF4 a) I e II d) I, II e III II. PF3 V. CCl4 III. H2O c) III, IV e V

b) II e III e) I, IV e V

04. (FGV ) Considere as seguintes afirmativas relativas s substncias Q, R e X: I) Substncia Q uma substncia simples, boa condutora de corrente eltrica nos estados slido e lquido II) Substncia R uma substncia composta binria, boa condutora de corrente eltrica em soluo aquosa III) Substncia Z uma substncia composta binria, boa condutora da corrente eltrica no estado lquido e em soluo aquosa Assinale as ligaes qumicas que podem existir, respectivamente, em cada uma das substncias Q, R e X:a) Covalente polar inica covalente apolar b) Covalente apolar metlica inica c) Metlica covalente polar inica d) Covalente apolar inica metlica e) Metlica covalente polar covalente apolar

R = 0 molcula apolar

R 0 molcula polarOu, ainda, o exemplo do cido sulfrico: Frmula Eletrnica Solubilidade Para definir a solubilidade dos compostos recorremos sempre a j velha frase: semelhante dissolve semelhante O que ocorre que somente solventes polares podem dissolver solutos polares; assim como somente solventes apolares podem dissolver solutos apolares. Principais solventes polares: gua (H2O) e amonaco(NH3). Principais solventes apolares: tetracloreto de carbono (CCl4), ter, n-hexano, benzeno, tolueno, sulfeto de carbono.

05. (UNICAMP) Na produo industrial de panetones, junta-se massa o aditivo qumico U.I. Esse aditivo a glicerina, que age como umectante, ou seja, retm a umidade para que a massa no resseque demais. A frmula estrutural da glicerina (propanotriol) : CH2 CH CH2 | | | OH OH OH a) Represente as ligaes entre as molculas de gua e a de glicerina b) Por que, ao se esquentar uma fatia de panetone ressecado, ela amolece e fica mais macia?

Frmula Estrutural

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Desafio Qumico01. (UNIRIO) O gs cloro (Cl2), amareloesverdeado altamente txico. Ao ser inalado, reage com a gua existente nos pulmes, formando cido clordrico (HCl) , um cido forte capaz de causar graves leses internas, conforme a seguinte reao: Cl2(g) + H2O(g) HCl(g) + HclO(g)

QumicaProfessor CLVIS Barreto

Tipos de Reaes Termoqumicas Reao Endotrmica uma reao em que ocorre absoro de energia. Assim, podemos concluir que a entalpia dos produtos (HP) maior que a dos reagentes (HR): H P > HR Logo: H > 0 Exemplo: N2(g)+O2(g)2NO(g) H=+43 kcal Podemos tambm representar das seguintes formas: N2(g) + O2(g) + 43 kcal 2NO(g) N2(g) + O2(g) 2NO(g) 43 kcal Em 1, a energia est sendo somada aos reagentes, para que se estabelea uma igualdade. Lembre-se de que a seta () pode ser considerada como sendo o sinal de igualdade (=) matemtica. Em 2, como HP > HR diminumos o valor da entalpia dos produtos. Graficamente:

TermoqumicaO estudo das transformaes de uma forma de energia em outra, bem como o do transporte da energia de um corpo para outro, deu origem a um ramo importante da Cincia, que denominado Termodinmica. Assim: Termodinmica o estudo das trocas e transformaes de energia que ocorrem nos sistemas e no meio ambiente. Termoqumica a parte da Termodinmica que estuda as quantidades de calor (H) liberadas ou absorvidas durante as reaes qumicas. Equao Termoqumica toda equao qumica que apresenta a quantidade de calor trocada pelo sistema qumico durante a reao. Exemplo: H2(g) + Cl2(g) 2HCl(g) + 44,2 kcal H2(g) + 1/2 O2(g) 58,12 kcal H2O(g) Notao: s slido ; l lquido; g gs; v vapor; aq soluo aquosa. Entalpia O conceito de entalpia est relacionado a estudos mais aprofundados na rea da Termodinmica. De uma forma mais simplificada definimos entalpia (H) como sendo a quantidade de energia de um sistema. Entalpia o mesmo que energia , porm vlido para qualquer sistema (aberto ou fechado). Ou ainda: ENTALPIA = ENERGIA Variao de Entalpia Observe o esquema: A + B C + D Definimos como: HR entalpia dos reagentes (A e B) HP entalpia dos produtos (C e D) Assim: H = HP HR em que H = variao de entalpia Energia de Ativao a energia necessria para que haja uma reao qumica. Quando uma reao qumica se processa, os choques ocorridos entre as molculas dos reagentes formam o que chamamos de Complexo Ativado. A energia relacionada a esse estado a Energia de Ativao. Catalisador uma substncia que diminui a energia de ativao de um sistema, aumentando assim a velocidade de reao do mesmo. O catalisador no consumido no processo. Observao: Autocatlise, ocorre quando um dos produtos da reao age como catalisador da prpria reao. CH3COOC2Hs + H2O CH3COOH + C2H5OH ster gua cido lcool Esta reao extremamente lenta. Porm, assim que se formam as primeiras pores do cido, este passa a agir como catalisador da reao acelerando o processo.

Utilizando os dados constantes na tabela acima, marque a opo que contm o valor correto da variao de entalpia verificada, m KJ/mol.a) +104 d) 71 b) +71 e) 104 c) +52

Reao Exotrmica uma reao em que ocorre desprendimento de energia. Agora, a entalpia dos produtos fica menor que a dos reagentes. H P < HR Assim, H < 0 Exemplo: C(s) + O2(g) CO2(g) H= 94 kcal Ou ainda: C(s) + O2(g) 94 kcal CO2(g) C(s) + O2(g) CO2(g) + 94 kcal Graficamente:

02. Com as seguintes energias de ligao: C = C 146Kcal/mol CC 200Kcal/mol CH 100Kcal/mol CF 116Kcal/mol HF 135Kcal/mol possvel prever a energia total envolvida na reao: H C C H + HF Qual essa energia? 03. Sob presso constante, o calor de combusto da sacarose (C12H22O11) igual a 4,00Kcal/g . a) Escreva a equao qumica representativa da combusto da sacarose. b) Qual o valor de H em Kcal/mol de sacarose queimada? 04. Experimentalmente se observa que, quando se dissolve metanol na gua, h aumento de temperatura da mistura. Com base nesse fato, demostre ou refute a afirmao abaixo: A dissoluo do etanol em gua processo endotrmico. 05. (UNIRIO) As reaes de combusto parcial e total do metano so, respectivamente: CH4(g)+3/2O2(g) CO(g) + 2 H2O(l), sendo H (nas condies padres) = 607,2KJ/mol; e CH4(g)+ 2O2(g) CO2(g) + 2H2O(l), sendo H=X. So os seguintes os valores aproximados dos calores de formao padro: H2O(l) H0= 285,8KJ/mol f CO(g) H0= 110,5KJ/mol f CO2(g) H0= 393,5KJ/mol f Assim, o valor do H da reao de combusto total (X), em KJ/mol, , aproximadamente:a) zero d) 890,2 b) 607,2 e) 965,1 c) 682,1

Casos de Entalpias (ou Calores) de Reao Entalpia Padro de Formao (HF) a energia envolvida na formao de um mol de uma determinada substncia a partir das substncias simples correspondentes no estado-padro. Exemplo: H2(g) + 1/2 O2(g) H2O(l) H= 68,5 kcal/ mol H2(g) + S(Rmbico) + 2O2(g) H2SO4(l) H=194,5 kcal/mol 2C(grafite) + 3 H2(g) + 1/2 O2 C2H3OH(l) H=66,4 kcal/mol A entalpia de formao de uma substncia simples, no seu estado mais estvel, igual a zero. Exemplo: HfH2 = 0, HfC= 0, HfO2= 0 Entalpia de Combusto a energia envolvida na combusto total de um mol de uma determinada substncia. um processo exotrmico. Exemplo: CH4(g) + 2O2(g) CO2(g) + 2H2O(L) H=212,8 kcal/mol CH3OH(g) + 3/2 O2(g) CO2(g) + 2H2O H=173,6 kcal/mol

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Entalpia de Neutralizao a energia envolvida na neutralizao de um cido por uma base (e vice-versa). um processo exotrmico. Exemplo: HCl(aq) + NaOH(aq) NaCl(aq) + H2O H= 13,84 kcal Energia de Ligao a variao de entalpia observada na quebra ou formao de um mol de uma determinada ligao qumica. Quebra de ligao - processo endotrmico (H> 0) Formao de ligao - processo exotrmico. (H< 0) Lei de Hess A lei de Hess estabelece que: A variao de entalpia (quantidade de calor liberada ou absorvida) numa reao qumica, independe de etapas intermedirias; depende apenas dos estados inicial e final da reao. Observe o exemplo explicativo: Processo: sntese do CO2 (gs carbnico) H 1. mtodo: C(grafite) + O2(g) CO2(g) H1 2. mtodo: C(grafite) + 1/2 O2 CO(g) CO(g) + 1/2 O2 CO2(g) H2 Pela lei de Hess: H= H1+ H2 Conseqncias da lei de Hess As equaes termoqumicas podem ser somadas como se fossem equaes matemticas. Retomando o exemplo anterior, temos: H1= 26,4kcal C(grafite) + 1/2 O2(g) CO(g) + 1/2 O2 CO2(g) H2 = 67,7kcal O(g) C(grafite) + O2(g) CO2(g)

SO2(g)+1/2O2(g) SO3 H2= 23,4kcal Pede-se calcular o calor da reao (variao) indicada pela equao abaixo: S(s) + 3/2O2(g) SO3(g) H= ? Soluo: De acordo com a Lei de Hess, as equaes termoqumicas podem ser somadas como se fossem equaes algbricas. Aplicando-se esta idia s duas equaes dadas, temos: S(s) + O2(g) SO2 H1 = 71,0 kcal SO2(g) + 1/2O2(g) SO3 H2 = 23,4 kcal S(s) + 3/2O2(g) SO3(g) H = H1+H2= 94,4kcal 02. Dadas as equaes termoqumicas: C(grafite)+O2(g) CO2(g) H1= 94,1kcal C(diamante) + O2(g) CO2(g) H2= 94,55kcal Calcule a variao da entalpia da transformao: C(grafite) C(diamante) H= ? Soluo: Neste problema, ao contrrio do anterior, se somarmos as duas equaes dadas, na forma como elas esto escritas, no obteremos a equao pedida. No entanto, bastar inverter a segunda equao (e o valor do H2 correspondente) e som-la primeira, que chegaremos equao termoqumica pedida: (eq. inalterada) C(grafite)+O2(g) CO2(g) H1 = 94,1 kcal (eq. invertida) CO2(g) C(diamante)+ O2(g) H2 = 94,55 kcal C(grafite) C(diamante) = H1+(H2)=+0,45kcal 03. Calcule a entalpia de combusto do sulfeto de carbono lquido, conhecendo as entalpias de formao das seguintes substncias, todas a 25C e 1atm de presso: sulfeto de carbono (lquido)= +21,0kcal/mol dixido de carbono (gasoso)= 94,1kcal/mol dixido de enxofre (gasoso)= 71,0kcal/mol Soluo: Quando o problema dado em linguagem corrida aconselhamos, como primeiro passo, uma traduo do enunciado para a forma de equaes termoqumicas. Para tanto, indispensvel relembrar os casos particulares de entalpias de reao. Neste problema temos: Equaes dadas: C(grafite) + 2S(rmbico) CS2(l) H1=+21,0 kcal C(grafite) + O2(g) CO2(g) H2= 94,1 kcal H3= 71,0 kcal S(rmbico) + O2(g) SO2(g) Equao pedida: CS2(l) +3O2(g) CO2(g) + 2SO2(g) H=? Passemos, agora, resoluo do problema propriedade dito. De acordo com roteiro dado, temos: eq. I invertida CS2(l) C(grafite)+2S(rmbico) H1 = 21,0kcal eq. II inalterada C(grafite)+O2(g) CO2(g) H2 = 94,1kcal eq. III multiplicada por 2 2S(rmbico)+2O2(g) 2SO2(g) 2H3= 142,0kcal CS2(l) + 3O2(g) CO2(g) + 2SO2(g)

Desafio Qumico01. (FEEQ-CE) A queima de 1,0kg de metano (CH4) liberou 5,5.104kJ. Com base nesse dado, o calor da combusto de 1 mol de metano da ordem de: (Dado: massa molar do CH4 = 16g.mol-1)a) 8,8 . 10-4 d) 8,8 . 102 b) 8,8 . 10-3 e) 8,8 . 104 c) 8,8 . 10-2

02. (Fuvest-SP) Quando 0,500 mol de etano lquido sofrem combusto total sob presso constante, produzindo CO2 e H2O gasosos, a energia liberada de 148kcal. Na combusto de 3,00 mil de etanol, nas mesmas condies, a entalpia dos produtos, em relao dos reagentes, :a) 74 kcal menor. b) 444 kcal menor. c) 888 kcal menor. d) 444 kcal maior. e) 888 kcal maior.

Da o nome Lei da Soma dos Calores de Reao, que tambm dado Lei de Hess. Esta tcnica de somar equaes muito til, pois permite calcular o H de certas reaes, cuja execuo experimental muito difcil e, s vezes, impossvel. Invertendo uma equao termoqumica, devemos trocar o sinal de H.

H = 26,4 67,7 H = 94,1 kcal

03. (FuvestSP) A oxidao de acares no corpo humano produz ao redutor de 4,0 kcal/g de acar oxidado. A oxidao de 0,1 mol de glicose (C6H12O6) vai produzir aproximadamente: (Dados: H=1,0; C= 12; O=16)a) 40 kcal d) 70 kcal b) 50 kcal e) 80 kcal c) 60 kcal

Isto deve forosamente acontecer, pois somando uma equao sua inversa o resultado final deve ser zero. Por exemplo: H = 94,1kcal C(grafite) + O2(g) CO2(g) H = +94,1kcal CO2(g) C(grafite) + O2(g) zero (substncias) zero (calor) Em outras palavras, isto representa a conservao de energia entre os estados inicial e final. Multiplicando (ou dividindo) uma equao termoqumica por um nmero diferente de zero, o valor de H ser tambm multiplicado (ou dividido) por esse nmero. Basta imaginar a equao somada a si prpria vrias vezes. H= 94,1 kcal C(grafite) + O2(g) CO2(g) H = 94,1 kcal C(grafite) + O2(g) CO2(g) 2C(grafite) + 2O2 2CO2(g) H = 188,2 kcal Enfim, como podemos observar, as equaes termoqumicas podem sofrer tratamentos matemticos, como adies, subtraes, multiplicaes, divises, inverses etc., desde que esses tratamentos sejam feitos com os valores de H.

04. (UFMG) A reao entre HCl e NaOH exotrmica. A maior temperatura ser medida imediatamente aps a mistura de:a) b) c) d) e) 0,6 0,7 0,8 0,9 1,0 mol mol mol mol mol de de de de de HCl HCl HCl HCl HCl + + + + + 1,0 0,9 0,8 0,7 0,6 mol mol mol mol mol de de de de de NaOH NaOH NaOH NaOH NaOH

05. (UFRO) Reaes em que a energia do reagente inferior dos produtos, mesma temperatura, so:a) endotrmicas b) lentas c) espontneas d) catalisadas e) explosivas

06. (FCCBA) A equao H2(g)+ 1/2 O2(g) H2O(g) + 242kJ representa uma reao qumica que:a) b) c) d) e) libera 121kJ/mol de O2(g) consumido absorve 121kJ/mol de O2(g) consumido libera 242kJ/mol de H2O(g) produzido libera 242kJ/mol de O2(g) consumido absorve 242kJ/mol de H2O(g) produzido

07. (UFSE) A reao 2CO2 2CO + O2 apresenta H positivo. Assim pode-se afirmar que essa reao:a) b) c) d) e) ocorre com contrao de volume; libera energia trmica; catalisada; endotrmica; espontnea.

Aplicaes01. Dadas as equaes termoqumicas: H1 = 71,0kcal S(s)+O2(g) SO

H= H1 + H2 + 2H3 H= 257,1kcal

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Desafio Biologico01. Uea(2002) Hemcias obtidas em uma nica coleta de sangue foram distribudas em trs tubos de ensaio. O esquema acima representa o incio da experincia. Alguns minutos depois foram feitas as seguintes observaes: Tubo I: volume das hemcias inalterado; Tubo II: volume das hemcias reduzido; Tubo III: presena de hemoglobina dissolvida na gua. A experincia permite concluir corretamente que as hemcias:a) so hipertnicas em relao soluo do tubo I. b) so hipertnicas em relao soluo do tubo II. c) sofreriam plasmopitise (hemlise) numa soluo de NaCl em gua, mais concentrada do que a do tubo II. d) tm presso osmtica igual soluo do tubo I. e) arrebentaram no tubo III porque so isotnicas em relao gua destilada.

BiologiaProfessor JONAS Zaranza

Citologia III: Estudo da clula Membrana plasmtica A membrana celular tambm conhecida como plasmalema um fino revestimento que envolve a clula. To delgada que no possvel v-la ao microscpico ptico; por isso, s foi descoberta aps a inveno do microscpio eletrnico. At ento, por se observar somente o citoplasma contido e com caractersticas diferentes das do meio externo, apenas se imaginava que ela pudesse existir. Composio qumica (Glicdios+protenas,lipdios+fosfato) O modelo do mosaico fluido

Esquema da difuso facilitada

Osmose A osmose s possvel quando dois meios de concentraes diferentes esto separados por uma membrana semipermevel. o que acontece entre a clula e o meio extracelular. Quando a concentrao de solutos em um meio mais alta que em outro, o meio hipertnico em relao ao outro, que hipotnico. Quando meios diferentes possuem concentraes iguais, so isotnicos. Imagine duas solues em que o soluto seja a glicose e o solvente seja a gua e que ambas estejam separadas por uma membrana semipermevel, que s deixa passar a gua mas impede a passagem da glicose. 1 Esquema de osmose

02. (Fuvest) A tabela a seguir compara a concentrao de certos ons nas clulas de Nitella e na gua do lago onde vive essa alga.

Os dados permitem concluir que as clulas dessa alga absorvem:a) b) c) d) esses ons por difuso. esses ons por osmose. esses ons por transporte ativo. alguns desses ons por transporte ativo e outros por osmose. e) alguns desses ons por difuso e outros por osmose.

03. (Fuvest) Para a ocorrncia de osmose, necessrio que:a) as concentraes de soluto dentro e fora da clula sejam iguais. b) as concentraes de soluto dentro e fora da clula sejam diferentes. c) haja ATP disponvel na clula para fornecer energia ao transporte de gua. d) haja um vacolo no interior da clula no qual o excesso de gua acumulado. e) haja uma parede celulsica envolvendo a clula, o que evita sua ruptura.

A membrana celular lipoprotica, isto , abundante de lipdios e protenas. Em 1972, os cientistas americanos S. J. Singer e G. Nicholson imaginaram um modelo para explicar sua arquitetura. Esse modelo ficou conhecido como modelo do mosaico fluido. Nele, a membrana celular uma dupla camada de lipdios, em que esto mergulhadas, protenas. Na superfcie, glicoprotenas (glicdios + protenas) e glcolipdios (glicdios + lipdios) formam uma espcie de tapete, chamado glicoclix, que parece ter funes de reconhecer e reter substncias teis clula. Cada clula tem seu glicoclix, como uma espcie de impresso digital. Funo da membrana celular A membrana celular tem como principal funo conter o citoplasma, separando os meios intra e extracelular. O resultado disso uma composio interior diferente daquela do meio em que a clula se encontra. Propriedades da membrana celular A membrana celular viva, elstica e, se por acaso for rompida, tem a capacidade de regenerao alm de conduzir eletricidade. Realiza o transporte de substncias permitindo que algumas entrem e saiam passando atravs dela. Por ser permevel a algumas substncias e a outras no, isto , por apresentar permeabilidade seletiva, denominada semipermevel. De todas as propriedades, a principal delas a sua capacidade de selecionar substncias que devem sair ou entrar na clula. Transporte passivo O transporte passivo a entrada e a sada de substncias sem que a clula gaste energia (ATP). Ele pode ser de dois tipos: difuso facilitada e osmose (difuso simples). Difuso facilitada A difuso facilitada o transporte passivo de substncias (soluto) que conta com a ajuda de compostos presentes na membrana celular. Esses compostos, chamados permeases, acoplam-se substncia que est no meio extracelular facilitando sua entrada. Ex: transportes de glicose, aminocidos, vitaminas etc. Ex.:

2 Osmose em clula vegetal

Desplasmlise

Plasmlise

Se a membrana que separa dois meios de concentraes diferentes for impermevel, no haver trnsito de nenhum lado. Caso a membrana seja permevel ao soluto, no haver osmose, mas sim difuso. Transporte ativo O transporte ativo a passagem de substncias atravs da membrana com gasto de energia pela clula. Um exemplo o processo chamado bomba de sdio e potssio. Bomba de sdio e potssio As clulas, em repouso, contm quase vinte vezes mais ons potssio (K+) em seu meio interno que no meio externo. No meio externo, porm, h quase vinte vezes mais ons sdio (Na+) que no meio interno. Como esses ons tendem a difundir-se, a tendncia natural seria que essas concentraes se equilibrassem. Mas a membrana celular bombeia potssio para dentro e sdio para fora (contra a tendncia natural) gastando energia para isso. Esse mecanismo de bombeamento a bomba de sdio e potssio (sempre contra um gradiente de concentrao). Importncias: impulsos musculares e nervosos.

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As microvilosidades aumentam a velocidade de absoro da clula porque aumentam a superfcie de contato. Do + concentrado para o concentrado passivo; do concentrado para o + concentrado ativo

Desafio Biologico01. (Uea) A digesto intracelulas precedida da ingesto de partculas alimentares que, depois, so digeridas no interior do vacolo digestivo. A ingesto de tais partculas alimentares resulta de um processo de:a) b) c) d) e) difuso; osmose; transporte ativo; clasmoctose; fagocitose.

Transporte em massa A clula modifica sua superfcie quando necessita incorporar ou eliminar substncias grandes que, por seu tamanho, romperiam a membrana caso fossem atravess-la. Esse transporte de substncias feito em bloco e pode ocorrer por meio de dois processos: endocitose e exocitose, A endocitose (do grego ndon, movimento para dentro; kytos, clula) o englobamento de partculas pela clula. Pode ocorrer por fagocitose ou pinocitose. Na endocitose, a membrana celular rompida , mais tarde, reaproveitada. Fagocitose Na fagocitose, as partculas maiores, ao serem englobadas por uma clula, inicialmente permanecem envoltas pela membrana celular em uma espcie de bolsa. Essa bolsa, formada por membrana celular e partculas englobadas, o fagossomo (do grego phagein, comer; soma, corpo). Pinocitose A pinocitose (do grego pinein, beber) o englobamento de substncias solveis e partculas lquidas pela clula. Essas substncias entram em contato com a membrana celular, que se imagina em direo ao citoplasma formando um canal semelhante a uma goteira, o canal de pinocitose ou goteira pinoctica. Esse canal conduz as partculas e o lquido englobados, envoltos pela membrana celular, formando uma espcie de vescula, o pinossomo. Algumas clulas chegam a englobar, por dia, quase seu prprio volume em lquidos. Um exemplo so as clulas renais, que fazem pinocitose englobando pequenas protenas, como a albumina, presentes no sangue. Ex.: Fagocitose e pinocitose

Interdigitaes e Desmossomos Especializao com funo de aumentar a adeso de clulas epiteliais. Zona de ocluso Como o nome diz, a zona do ocluso uma regio que fecha a parte superior entre duas clulas vizinhas. Vedando qualquer espao, impede que molculas infiltrem-se por entre elas.

02. (Fuvestgv) Na figura a seguir, as setas numeradas indicam o sentido do fluxo de gua em duas clulas.

Esquema das especializaes da membrana

Invaginao de base Funo: reabsoro de gua no tbulo renal com muitas mitocndrias.

Anota ai!Descoberta uma nova fonte de clulas estaminais (2007/01/08) Uma equipe de cientistas norte- americanos descobriu uma nova fonte de clulas estaminais no lquido amnitico que rodeia os embries em desenvolvimento, revela um artigo publicado na revista Nature Biotechnology. Segundo o artigo, aquelas clulas estaminais foram utilizadas para criar tecido muscular e sseo, vasos capilares, nervos e clulas hepticas. Os cientistas afirmaram que as clulas estaminais tm a capacidade de substituir clulas e tecidos lesionados em doenas como diabetes e Alzheimer.

Qual das alternativas identifica corretamente os processos responsveis pelos fluxos indicados?a) I osmose, II osmose, III osmose. b) I osmose, II osmose, III transporte ativo. c) I osmose, II transporte ativo, III transporte ativo. d) I transporte ativo, II transporte ativo, III osmose. e) I transporte ativo, II transporte ativo, III transporte ativo.

Exerccio01. (Fuvestgv) O grfico a seguir mostra as concentraes relativas de alguns ons no citoplasma da alga verde Nitella e na gua circundante. A partir dos conhecimentos sobre permeabilidade da membrana celular, qual a melhor interpretao para os dados mostrados no grfico?

03. (Pucsp) Uma clula vegetal flcida foi colocada em um determinado meio e adquiriu o seguinte aspecto:

A clula est:a) trgida e foi colocada em meio hipotnico; b) trgida e foi colocada em meio hipertnico; c) plasmolisada e foi colocada em meio hipotnico; d) plasmolisada e foi colocada em meio hipertnico; e) murcha e foi colocada em meio hipotnico.

Especializaes da membrana celular Para adaptar-se melhor s funes que a clula desempenha, a membrana pode apresentar modificaes. Essas modificaes recebem o nome de especializaes da membrana celular. Microvilosidades As microvilosidades so especializaes vista somente em microscopia eletrnica com funo de aumentar a superfcie de absoro encontradas em clulas do intestino. a) Os ons difundem-se espontaneamente atravs da membrana. b) A diferena de concentrao inica deve-se osmose. c) A diferena de concentrao inica se deve pinocitose. d) A carga eltrica atrai os ons para dentro da clula. e) Ocorre transporte ativo dos ons atravs da membrana.

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Desafio Biolgico01. O pinheiro-do-Paran uma Gimnosperma que produz todas as estruturas a seguir, EXCETO:a) raiz; d) frutos; b) caule; c) flores; e) semente.

BiologiaProfessor GUALTER Beltro

Biologia vegetal IIGimnospermas e Angiospermas Fanergamas. Vegetais Superiores. Sifongamas (tubo polnico). Vasculares. Flores e Estrbilos. Sementes e Frutos. Plantas vasculares com sementes nuas: gimnospermas Superiores. Adaptadas ao clima frio e seco. No possuem frutos. Possuem sementes. Folhas aciculadas (em forma de agulhas). Flores (pinha ou cone ou estrbilo ou inflorescncia). Exemplos: Pinheiros, Cicas, Sequias e Gingko- biloba. Fecundao simples. Endosperma primrio (n).

estado norte-americano da Califrnia atingem enormes tamanhos, com at 80m de altura, 26m de circunferncia e peso estimado em 2.500 ton, o equivalente ao de 14 baleias-azuis, o maior animal do planeta. As rvores de uma outra confera californiana atingem 110m de altura, tamanho s superado por certos eucaliptos (plantas angiospermas) australianos. Tambm na Califrnia, uma rvore de uma terceira espcie de confera, batizada de Matusalm, tem mais de 4.600 anos de idade, sendo o ser vivo conhecido mais velho da Terra.

02. Uma caracterstica evolutiva de um pinheiro em relao samambaia que:a) o pinheiro depende da gua para a fecundao; b) o pinheiro produz folhas; c) o pinheiro produz sementes; d) o pinheiro produz frutos; e) o pinheiro possui vasos condutores.

Caractersticas gerais das gimnospermas A grande novidade evolutiva das gimnospermas em relao s pteridfitas que as antecederam foi a semente. Os bilogos concordam que esta foi fundamental no sucesso das plantas fanergamas na flora atual do planeta.

03. Pinheiros, ciprestes, cedros e sequias so gimnospermas que produzem todas as estruturas a seguir, EXCETO:a) raiz; d) frutos; b) caule; e) semente. c) flores;

04. A presena de sementes uma adaptao importante de certos grupos vegetais ao ambiente terrestre. Caracterizam-se por apresentar sementesa) b) c) d) e) Pinheiros e leguminosas. Gramneas e avencas. Samambaias e pinheiros. Musgos e samambaias. Gramneas e musgos. No sistema de classificao que adotamos, as atuais plantas vasculares com sementes nuas, chamadas informalmente de gimnospermas, so distribudas em 4 filos: Coniferophyta (conferas), Cycadophyta (cicas), Gnetophyta (gnetfitas) e Ginkgophyta (gincfitas). Nmero de espcies de gimnospermas no Brasil e no mundo Semente Semente a estrutura reprodutiva que se forma a partir do desenvolvimento do vulo. Nas plantas, o termo vulo designa uma estrutura multicelular, constituda por tecido diplide originrio do esporfito e pelo gametfito haplide, que se desenvolve a partir do megsporo. Nos animais, o termo vulo designa o gameta feminino, a clula haplide que ir fundir-se ao gameta masculino para originar o zigoto diplide. No interior do vulo das plantas, diferencia-se o gameta feminino, a oosfera, que ser fecundada por um gameta masculino para originar o zigoto. Em certos vulos, pode haver mais de uma oosfera. Esta o verdadeiro gameta feminino das plantas e corresponde ao vulo dos animais. Nas gimnospermas, o vulo desenvolve-se a partir de uma folha frtil, o megasporfilo, como ocorre na selaginela. A diferena que o megasporngio das gimnospermas, chamado de Binosporngio, envolvido por camadas de tecido do megasporofilo, que formam o integumento. Nas conferas, os megasporofilos ficam reunidos formando os chamados megastrbilos, os estrbilos femininos. No megasporngio, h geralmente um nico megasporcito ou clula-me do megsporo, que se divide por meiose originando quatro clulas, das quais apenas uma sobrevive, transformando-se no megsporo funcional. Este fica retido no interior do megasporngio e no ser liberado da planta-me. O megasporngio das plantas com semente contm um tecido nutritivo denominado nucelo (do grego nucella, pequena noz), que envolve o megsporo funcional haplide. O megsporo

05. Nas conferas, o nadar dos anterozides foi substitudo pelo crescer dos tubos polnicos. Esta frase se relaciona com:a) a independncia da gua para que se d a fecundao; b) o aparecimento dos frutos na escala vegetal; c) a substituio da reproduo assexuada pela sexuada; d) o maior desenvolvimento do gametfito nas gimnospermas; e) o aparecimento de vegetais intermedirios como as brifitas.

Fonte: George J. Shepherd, 2003.

06. (Mackenzie) I Flores femininas e masculinas em indivduos separados. II. Presena de vulo e ausncia de ovrio na flor feminina. III. Produo de grande quantidade de gros-de-plen. As caractersticas anteriores, de um vegetal, identificam uma:a) pteridfita; b) brifita; c) gimnosperma; d) monocotilednea; e) dicotilednea.

07. (Mackenzie) Uma pteridfita pode ser distinguida de uma gimnosperma pela ausncia, na primeira, e presena, na segunda, de:a) tecido condutor; d) fruto; b) flor; c) folha; e) gametas.

Os mais antigos fsseis conhecidos de gimnospermas datam do final do perodo Devoniano, indicando que essas plantas surgiram h pelo menos 365 milhes de anos. Elas substituram as pteridfitas gigantes, tendo sido as principais rvores constituintes das florestas do final do perodo Carbonfero at o final do perodo Cretceo, entre 290 e 100 milhes de anos atrs. Ainda hoje, as regies temperadas do planeta so cobertas por extensas florestas de conferas (pinheiros), o filo mais bem-sucedido do grupo. A maioria das espcies atuais de gimnospermas pertence ao filo Coniferophyta (conferas), como os pinheiros e ciprestes. O termo confera (do latim conus, cone, e do grego phoros, portador) refere-se s estruturas reprodutivas dessas plantas, que so estrbilos geralmente de forma cnica. As conferas so adaptadas ao frio e habitam vastas regies ao norte da Amrica do Norte e da Eursia, onde formam extensas florestas. A confera nativa brasileira mais conhecida Araucaria angustiflia (pinheiro-doParan), principal constituinte das matas de araucrias do sul do pas, hoje e quase totalmente extintas pela explorao irracional da madeira. As conferas esto entre os maiores e mais velhos organismos do planeta. Sequias do

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divide-se sucessivamente por mitose, originando um megagametfito, ou mega-prtalo. O megagametfito forma um ou mais arquegnios, nos quais se diferenciam oosferas, os gametas femininos. Os arquegnios ficam voltados para uma abertura existente no integumento do vulo, a micrpila, por onde penetram os microgametfitos, que iro formar os gametas masculinos. O zigoto resultante da fecundao da oosfera desenvolve-se em um embrio (o esporfito diplide), que fica mergulhado no megagametfito. O conjunto formado pelo jovem esporfito mergulhado no megagametfito e envolto pelo integumento a semente. Ciclo de vida de uma gimnosperma O ciclo de vida dos pinheiros do gnero Pinus ilustra bem a reproduo das gimnospermas. H cerca de 90 espcies de Pinus, todas originrias do Hemisfrio Norte, mas cultivadas em vrias regies do Hemisfrio Sul, inclusive no Brasil. Os estrbilos femininos desses pinheiros, conhecidos popularmente como pinhas, so utilizados tradicionalmente em decoraes natalinas. Os Pinus caracterizam-se por apresentar folhas em forma de agulha (acculas), adaptadas a condies de escassez de gua. Plantas vasculares com flores e frutos: Angiospermas Vasculares. Mais evoludas. Apresentam Raiz, caule, folhas, flores, sementes e frutos. So Sifongamas (tubo polnico). Fecundao dupla. Endosperma secundrio. O primeiro ncleo espermtico fecunda a Oosfera e forma o zigoto 2n (embrio). O segundo ncleo espermtico fecunda os dois ncleos polares no interior do vulo formando um zigoto 3n (endosperma secundrio). Tecido encontrado no interior da semente e que responsvel pela nutrio do embrio, por exemplo, gua e tecido dentro do coco que ns comemos nas barraquinhas na Ponta Negra. Aps a fecundao, o embrio libera um hormnio denominado cido indolactico que promove o intumescimento do ovrio originando o fruto. As angiospermas so as plantas dominantes no planeta, formando a maior parte da vegetao. H desde espcies de grande porte, como certos eucaliptos da Austrlia, cujos troncos atingem mais de 110m de altura e 20m de circunferncia, at espcies com menos de 1 mm de comprimento. Quanto forma, as angiospermas podem ser rvores, arbustos, trepadeiras, capins etc. Elas vivem nos mais diversos ambientes: no solo, na gua ou sobre outras plantas, em certos casos como parasitas e em outros apenas como inquilinas. Os cientistas acreditam que, apesar de sua grande variedade, as angiospermas atuais so todas descendentes de um mesmo ancestral, constituindo, portanto, um grupo monofiltico. H mais de 235 mil espcies descritas no filo, das quais mais de 40 mil ocorrem no Brasil. O filo que engloba as angiospermas atualmente denominado Magnoliophyta, embora o termo Anthophyta (do grego antho, flor) continue a ser utilizado. As angiospermas diferem das gimnospermas por apresentar flores e frutos, alm de certas caractersticas particulares no ciclo de vida. Os mais antigos fsseis identificados claramente como angiospermas datam do incio do perodo Cretceo e tm cerca de 130 milhes de anos de idade. A FLOR

A flor, assim como o estrbilo das gimnospermas, um ramo especializado em que h folhas frteis com esporngios, os esporfilos. O ramo que contm a flor denominado pedicelo (do latim, pediculus, pequeno p). No pedicelo h o receptculo floral, que a parte do ramo floral em que se encaixam diversos tipos de folhas especializadas, os elementos florais, algumas delas formadoras de esporngios. Os elementos florais que produzem esporngios (esporfilos) so os carpelos ou megasporofilos (formam vulos) e os estames ou microsporofilos (formam gros de plen). O conjunto de carpelos denominado gineceu (do grego gyne, mulher, e oikos, casa) e o conjunto de estames o androceu (do grego andros, homem, e oikos, casa). Alm dos elementos frteis, a maioria das flores possui elementos estreis: as ptalas, cujo conjunto forma a corola, e as spalas, cujo conjunto forma o clice. O clice e a corola constituem o perianto (do grego peri, ao redor, e anthos, flor). Em geral, as ptalas so estruturas delicadas e coloridas, enquanto as spalas so menores, mais espessas e de cor verde. Em algumas espcies, porm, ptalas e spalas assemelham-se na cor e na textura, sendo denominadas tpalas; o conjunto de tpalas o perignio (do grego peri, ao redor, e gnos, rgos genitais). Flores que apresentam spalas e ptalas distintas so chamadas de heteroclamdeas (do grego heteros, diferente, e chlamos, tnica, cobertura). Flores com tpalas recebem a denominao de homoclamdeas (do grego homos, igual, e chlamos, tnica, cobertura). Polinizao O processo de abertura da antera, com liberao dos gros de plen, denominado deiscncia (do latim de, sada, e hiscere, abertura). O transporte do plen at o estigma da prpria flor ou de outras flores, denominado polinizao, pode ser realizado por diversos tipos de agentes polinizadores: pelo vento (anemofilia), por insetos (entomofilia), por pssaros (ornitofilia), por morcegos (quiropterofilia), por pssaros (ornitofilia), por morcegos (quiropterofilia), pela gua (hidrofilia) ou mesmo por seres humanos, quando empregam procedimentos artificiais na polinizao de espcies cultivadas. As plantas desenvolveram diversas adaptaes polinizao. Plantas polinizadas pelo vento, como as gramneas, possuem flores pequenas e discretas, sem nenhum tipo de atrativo. Geralmente elas no tm perianto ou este pouco atraente. As anteras tm filetes longos e flexveis que oscilam ao vento, o que facilmente a disperso do plen por ocasio da deiscncia da antera. Essas flores produzem grande quantidade de plen e tm estigmas desenvolvidos, o que aumenta as chances de polinizao. Flores polinizadas por animais geralmente tm caractersticas que atraem os polinizadores, como corola vistosa, glndulas odorferas e produtoras de substncias aucaradas (nectrios). Seus estigmas costumam ter tamanho reduzido e a quantidade de plen produzida nos estames relativamente pequena. H flores que produzem dois tipos de estames, um gro de plen frteis mas pouco atraentes e outro com plen atraente e comestvel. Um inseto polinizador, procura do plen comestvel, impregna-se com o plen frtil, transportando-o de uma flor para outra.

Desafio Biolgico01. (Uel) Uma caracterstica das gimnospermas, que as diferencia das pteridfitas, a ocorrncia dea) razes; b) vasos condutores; c) flores e sementes; d) gerao gametoftica; e) gerao esporoftica.

02. (UFRS) A frase a seguir apresenta cinco segmentos em maisculo. Assinale a letra correspondente ao segmento que contm um erro. O pinheiro-do-Paran (Araucaria angustifolia), uma espcie NATIVA (a) no Rio Grande do Sul, uma GIMNOSPERMA (b), cujo FRUTO (c), o pinho, apresenta ENDOSPERMA (d) e EMBRIO (e). 03. (UFSM) As plantas que, ao atingirem a maturidade sexual, formam ramos reprodutivos chamados estrbilos masculinos e estrbilos femininos pertencem ao grupo dasa) b) c) d) e) Angiospermas apenas. Gimnospermas apenas. Brifitas. Pteridfitas. Angiospermas e Gimnospermas.

04. (UFSM) Analise a citao: O nadar dos anterozides substitudo pelo crescer do tubo polnico. Em que grupo vegetal esse fenmeno de substituio se processou, pela primeira vez?a) b) c) d) e) Brifitas. Pteridfitas. Gimnospermas. Angiospermas Monocotiledneas. Angiospermas Dicotiledneas.

05. (Unirio) A polinizao anemfila uma caracterstica das:a) monocotiledneas. b) dicotiledneas. c) gimnospermas. d) pteridfitas. e) angiospermas.

06. (Fatec) Considere as seguintes caractersticas dos vegetais: I. sistema vascular II. gros de plen e tubo polnico III. sementes nuas. Dessas, so comuns s gimnospermas e angiospermasa) somente I. b) somente II. c) somente III. d) I e II apenas. e) I, II e II.

07. (Uece) No processo de reproduo de uma GIMNOSPERMA:a) no h formao de tubo polnico; b) os vulos, de tamanho microscpicos, esto contidos em grandes ovrios; c) os vulos no esto contidos num ovrio; d) h formao de frutos sem sementes.

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Desafio literrio01. Dados os itens seguintes, escolha a alternativa que contm, em seqncia, o perodo literrio a que cada um faz aluso.I Esttica que explora a sonoridade da lngua e procura aproximar a poesia da msica. II Culto do contraste. III Preocupao em retratar a realidade. IV Escapismo e valorizao do eu. a) Simbolismo, Barroco, Realismo, Romantismo. b) Romantismo, Parnasianismo, Realismo, Romantismo. c) Simbolismo, Barroco, Parnasianismo, Modernismo. d) Simbolismo, Arcadismo, Naturalismo, Romantismo. e) Romantismo, Arcadismo, Realismo, Pr-Modernismo.

LiteraturaProfessor Joo BATISTA Gomes

realidade, sem deline-los totalmente. A palavra empregada para ter valor sonoro, no importando muito o significado. c) Subjetivismo A valorizao do eu e da irrealidade, valorizada pelos romnticos e negada pelos parnasianos, volta a ter importncia. d) Musicalidade Para valorizar os aspectos sonoros das palavras, os poetas no se contentam apenas com a rima. Lanam mo de outros recursos fonticos tais como: Aliterao Repetio seqencial de sons consonantais. A seqncia de vocbulos com sons parecidos faz que o leitor menospreze o sentido das palavras para absorver-lhes a sonoridade. o que ocorre nos versos seguintes, de Cruz e Sousa: Vozes veladas, veludosas vozes, Volpia dos violes, vozes veladas, Vagam nos velhos vrtices velozes, Dos ventos, vivas, vs, vulcanizadas.(Violes que Choram)

Simbolismo1. ASPECTOS GERAISCronologia Cronologicamente, o Simbolismo dura no Brasil de 1893 a 1902. Depois da Semana de Arte Moderna (1922), alguns poetas, Ceclia Meireles entre eles, passam a praticar um simbolismo tardio, tambm conhecido como Neo-simbolismo. Incio no Brasil As primeiras obras do Parnasianismo brasileiro so: a) Missal (prosa potica, 1893), de Cruz e Sousa. b) Broquis (poesias, 1893), de Cruz e Sousa. Decadentistas A primeira manifestao simbolista brasileira d-se no Rio de Janeiro. Um grupo de jovens, insatisfeitos com a objetividade e com o materialismo apregoados pelo Realismo-Naturalismo-Parnasianismo, comea a divulgar as idias esttico-literrias vindas da Frana. Ficam conhecidos como decadentistas. O grupo decadentista formado principalmente por Oscar Rosas, Cruz e Sousa e Emiliano Perneta. Primeiro manifesto O primeiro manifesto do Simbolismo brasileiro publicado no jornal Folha Popular, do Rio de Janeiro. Antiparnasianista O Simbolismo a negao do Realismo-Naturalismo-Parnasianismo. O movimento nega o materialismo e o racionalismo, pregando as manifestaes metafsicas e espiritualistas. Neo-simbolismo A influncia do Simbolismo brasileiro no se limita data de 1902 (incio do Pr-Modernismo). Muitos modernistas da primeira fase adotam postura neosimbolista, entre eles Ceclia Meireles. Principais linhas O Simbolismo brasileiro segue trs linhas bem distintas: a) Poesia humanstico-social Linha adotada por Cruz e Sousa e continuada por Augusto dos Anjos. Preocupa-se com os problemas transcendentais do ser humano. b) Poesia mstico-religiosa Linha adotada por Alphonsus de Guimares. Preocupa-se com os temas religiosos, afastandose da linha esotrica adotada na Europa. c) Poesia intimista-crepuscular Linha adotada por pr-modernistas ou modernistas como Olegrio Mariano, Guilherme de Almeida, Ribeiro Couto, Manuel Bandeira. Preocupa-se com temas cotidianos, sentimentos melanclicos e gosto pela penumbra.

Assonncia a semelhana de sons entre as vogais, numa seqncia de palavras de um poema. d) Sinestesia Os poetas, tentando ir alm dos significados usuais das palavras, terminam atribuindo qualidade s sensaes. As construes parecem absurdas e s ganham sentido dentro de um contexto potico. Vejamos algumas construes sinestsicas: som vermelho, dor amarela, doura quente, silncio cncavo. e) Maisculas no meio do verso Os poetas tentam valorizar as palavras grafandoas com letra maiscula. f) Cor branca Principalmente Cruz e Sousa tem preferncia por um vocabulrio que sugere brancuras e transparncias.

02. (Desafio do Rdio) Identifique o perodo literrio a que pertence a estrofe seguinte.A msica da Morte, a nebulosa, estranha, imensa msica sombria, passa a tremer pela minh'alma e fria gela, fica a tremer, maravilhosa ... a) b) c) d) e) Romantismo. Parnasianismo. Arcadismo. Modernismo. Simbolismo.

3. AUTORES E OBRASCRUZ E SOUSA Nascimento e morte Joo da Cruz e Sousa nasce em Desterro, atual Florianpolis (SC), em 24 de novembro de 1861. Falece em Stio (MG), em 19 de maro de 1898. Filho de escravos Os pais de Cruz e Sousa so negros e escravos. So alforriados por seu senhor, o coronel (depois marechal) Guilherme Xavier de Sousa, de quem Joo da Cruz recebe o ltimo sobrenome e a proteo. 1871 matriculado no Ateneu Provincial Catarinense, onde estuda at o fim de 1875. 1881 Parte para uma viagem pelo Brasil, acompanhando a Companhia Dramtica Julieta dos Santos. 1884 nomeado promotor de Laguna, mas no pode tomar posse porque os polticos racistas impugnam a nomeao. 1885 Estria na literatura com Tropos e Fantasias, em colaborao com Virglio Vrzea. 1888 A convite do amigo Oscar Rosas, parte para o Rio de Janeiro, onde conhece o poeta Lus Delfino, seu conterrneo, e Nestor Vtor grande amigo e divulgador de sua obra. 1889 Retorna a Desterro, por no ter conseguido colocao no Rio de Janeiro. 1890 Vai definitivamente para o Rio de Janeiro, onde obtm emprego com a ajuda de Emiliano Perneta. 1893 Publica Missal (poemas em prosa) em

03. (Desafio da TV) Assinale a alternativa que no se refere ao Simbolismo.a) Na busca de uma linguagem extica, colorida, musical, os autores no resistem, muitas vezes, idia de criar novos termos. b) Ocorre grande interesse pelo individual e pelo metafsico. c) H assuntos relacionados ao espiritual, ao mstico, ao religioso. d) Nota-se o emprego constante de aliteraes e assonncias. e) Busca-se uma poesia formalmente perfeita, impassvel e universalizante.

04. (PUC-SP) Sobre o Simbolismo, podemos afirmar que:a) Sua poesia marcada por fenmenos naturais e fatos histricos. b) As palavras so escolhidas pela sonoridade e pelo ritmo, buscando representar a essncia e no a realidade. c) uma volta aos motivos clssicos, com inteno anti-romntica. d) Suas caractersticas principais so a clareza, a ordem lgica e a simplicidade. e) a potica predominante no Brasil, na poca do Realismo.

2. CARACTERSTICAS DO SIMBOLISMOa) Misticismo e espiritualismo A fuga da realidade leva o poeta simbolista ao mundo espiritual. uma viagem ao universo invisvel e impalpvel do ser humano. Essa tendncia marcada pelo uso de vocabulrio litrgico: antfona, missal, ladainha, hinos, brevirios, turbulos, aras, incensos. b) Falta de clareza Os poetas acham que mais importante sugerir elementos da

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fevereiro, e Broquis (poesias) em agosto. Dia 9 de novembro, casa-se com Gavita Rosa Gonalves, moa negra que lhe d 4 filhos: Raul, Guilherme, Reinaldo e Joo todos morrem em tenra idade. nomeado arquivista da Central do Brasil. 1895 Recebe a visita do poeta Alphonsus de Guimaraens, que vem de Minas Gerais (Mariana) especialmente para conhec-lo. 1896 Em maro, sua esposa Gavita apresenta sinais de loucura. O distrbio mental dura seis meses. 1987 Evocaes (poemas em prosa que seriam publicados postumamente) encontrase pronto. Ano de srias dificuldades financeiras e de comprometimento da sade do poeta. 1898 Morre em 19 de maro, em Stio (Estado de Minas Gerais), para onde partira trs dias antes, na tentativa de recuperar-se de uma crise de tuberculose. Tem 37 anos. Seu corpo chega ao Rio de Janeiro num vago destinado ao transporte de cavalos. Jos do Patrocnio encarrega-se dos funerais. Publicao pstuma de Evocaes. Nasce-lhe o filho pstumo, Joo da Cruz e Sousa Jnior, em 30 de agosto (morreria em 1915, aos 17 anos). Seus outros trs filhos morrem antes de 1901, ano em que morre sua esposa Gavita. 1900 D-se a publicao de Faris, coletnea de poesias organizada por Nestor Vtor. OBRAS 1. 2. 3. 4. 5. 6. Tropos e Fantasias (poesias, 1885) Missal (poemas em prosa, 1893 Broquis (poesias, 1893) Evocaes (poesias, 1898) Faris (poesias, 1900) ltimos sonetos (poesias, 1905)

Quatorze filhos Em 20 de fevereiro de 1897, casa-se com a jovem Zenaide de Oliveira, com quem tem 14 filhos, dois dos quais se tornam escritores: Joo Alphonsus e Alphonsus de Guimaraens Filho. Mariana Em 1906, nomeado juiz em Mariana, isolando-se ali at a morte, em 15 de julho de 1921. O isolamento d origem ao apelido O Solitrio de Mariana. Poesia religiosa Apesar dos 14 filhos com Zenaide, o amor por Constana (a noiva morta) marca profundamente sua poesia, impregnada de profunda religiosidade ( devoto da Virgem Maria). OBRAS 1. Sentenrio das Dores de Nossa Senhora (poesias, 1899) 2. Cmara Ardente (poesias, 1899). 3. Dona Mstica (poesias, 1899) 4. Kyriale (poesias, 1902) 5. Pauvre Lyre (poesias, 1921) 6. Pastoral aos crentes do Amor e da Morte (poesias, 1923) AUGUSTO DOS ANJOS Nascimento e morte Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasce no engenho Pau-dArco, perto da Vila do Esprito Santo, Estado da Paraba, em 20 de abril de 1884. Direito Em 1903, com 19 anos, ingressa na Faculdade de Direito do Recife, palco das apaixonantes discusses filosfico-cientticas. Morte do pai Em 1905, morre-lhe o pai, seu nico professor de humanidades. A lembrana do pai morto uma referncia constante na sua poesia. Casamento e demisso Em 1910 (4 de julho), casa-se com D. Ester Fialho, sua conterrnea. Desavm-se com o governador do Estado (Joo Machado) que lhe nega licena para ir ao Rio de Janeiro sem perder o cargo de professor do Liceu Paraibano. Perda do filho Em 1911 (2 de fevereiro), D. Ester perde o primeiro filho do casal: a criana morre antes de nascer. Primeiro e nico livro Em 1912, Augusto dos Anjos publica seu primeiro e nico livro, o volume de poesias Eu. uma edio particular, apenas 1000 exemplares, financiada pelo irmo Odilon. O livro recebido com grande impacto e estranheza por parte da crtica, que oscila entre o entusiasmo e a repulsa. Nasce a filha do poeta, Glria. Morte em Minas Gerais Em 1914 (primeiro de julho), Augusto nomeado diretor do grupo escolar Ribeiro Junqueira, em Leopoldina, Minas Gerais. Muda-se para l no mesmo ms, assumindo o cargo. Em outubro (31), acometido de forte gripe que, em doze dias, o arrasta para o cemitrio (12 de novembro). Vocabulrio inslito A poesia de augusto dos Anjos exibe um vocabulrio incomum: vermes, sangue podre, cuspe, catarro, coveiro, urubu, cadver, cemitrio, escarro, etc. Veja duas estrofes do soneto Versos ntimos: Toma um fsforo. Acende teu cigarro! O beijo, amigo, a vspera do escarro, A mo que afaga a mesma que apedreja. Se a algum causa inda pena a tua chaga, Apedreja essa mo vil que te afaga, Escarra nessa boca que te beija!

Leitura Obrigat riaAntfonaCruz e Sousa Formas alvas, brancas, Formas claras De luares, de neves, de neblinas! Formas vagas, fluidas, cristalinas... Incensos dos turbulos das aras Formas do Amor, constelarmante puras, De Virgens e de Santas vaporosas... Brilhos errantes, mdidas frescuras E dolncias de lrios e de rosas... Indefinveis msicas supremas, Harmonias da Cor e do Perfume... Horas do Ocaso, trmulas, extremas, Rquiem do Sol que a Dor da Luz resume... Vises, salmos e cnticos serenos, Surdinas de rgos flbeis, soluantes... Dormncias de volpicos venenos Sutis e suaves, mrbidos, radiantes Infinitos espritos dispersos, Inefveis, ednicos, areos, Fecundai o Mistrio destes versos Com a chama ideal de todos os mistrios. 1. TTULO O prprio ttulo sugere religiosidade antfona versculo recitado ou cantado pelo celebrante, antes e depois de um salmo. 2. PRIMEIRA ESTROFE Sobressai a quantidade de palavras sugerindo brancuras e transparncias alvas, brancas, claras, luares, neves, neblinas e cristalinas caracterstica marcante da poesia de Cruz e Sousa. 3. VERSOS DECASSLABOS Todos os versos do soneto tm dez slabas mtricas. Vamos escandir um verso em que o autor faz uso de sinrese (contrao de duas slabas em uma s). Isso ocorre no vocbulo rquiem. R/quiem/ do/ Sol/ que a/ Dor/ da/ Luz/ 1 2 3 4 5 6 7 8 re/su/me... 9 10 4. LETRAS MAISCULAS Convm observar que o poeta usa letra maiscula para valorizar vrias palavras (caracterstica do Simbolismo). 5. VOCABULRIO LITRGICO Desde o ttulo, o poema revela-se mstico. Veja algumas palavras que reforam a linha litrgica em que o poema se insere: a) Turbulo: vaso onde se queima incenso nos templos; incensrio, incensrio. b) Ara: altar. c) Rquiem: parte do ofcio dos mortos, na liturgia catlica; msica sobre esse ofcio.

POEMAS FAMOSOS 1. 2. 3. 4. 5. 6. Antfona Vida Obscura Acrobata da Dor Crcere das Almas Caminho da Glria Violes que Choram

Violes que choram Ah! plangentes violes dormentes, mornos, Soluos ao luar, choros ao vento... Tristes perfis, os mais vagos contornos, Bocas murmurejantes de lamento. Vozes veladas, veludosas vozes, Volpias dos violes, vozes veladas, Vagam nos velhos vrtices velozes Dos ventos, vivas, vs, vulcanizadas. ALPHONSUS DE GUIMARAENS Nascimento e morte Afonso Henriques da Costa Guimares nasce em 24 de julho de 1870, na cidade de Ouro Preto (MG). Falece em 15 de julho de 1921. Morte de Constana Tenta cursar Engenharia (1887). Em 1888 (28 de dezembro), morre sua noiva, Constana, filha de Bernardo Guimares, autor de A Escrava Isaura. A morte da moa abala moral e fisicamente o poeta. Direito em So Paulo Em 1891, vai para So Paulo, onde se matricula no curso de Direito da Faculdade do Largo So Francisco. Aps concluir o curso, volta para Minas Gerais.

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Encarte referente ao curso pr-vestibular Aprovar da Universidade do Estado do Amazonas. No pode ser vendido.

Governador Eduardo Braga Vice-Governador Omar Aziz Reitor Loureno dos Santos Pereira Braga Vice-Reitor Carlos Eduardo Gonalves Pr-Reitor de Planejamento e Administrao Antnio Dias Couto Pr-Reitor de Extenso e Assuntos Comunitrios Ademar R. M. Teixeira Pr-Reitor de Ps-Graduao e Pesquisa Walmir Albuquerque Coordenadora Geral Munira Zacarias Rocha Coordenador de Professores Joo Batista Gomes Coordenador de Ensino Carlos Jennings Coordenadora de Comunicao Liliane Maia Coordenador de Logstica e Distribuio Raymundo Wanderley Lasmar Produo Renato Moraes Projeto Grfico Jobast Alberto Ribeiro Antnio Carlos Aurelino Bentes Heimar de Oliveira Mateus Borja Paulo Alexandre Rafael Degelo Tony Otani Editorao Eletrnica Horcio Martins

AMABIS, Jos Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Conceitos de Biologia das clulas: origem da vida. So Paulo: Moderna, 2001. CARVALHO, Wanderley. Biologia em foco. Vol. nico. So Paulo: FTD, 2002. COVRE, Geraldo Jos. Qumica Geral: o homem e a natureza. So Paulo: FTD, 2000. FELTRE, Ricardo. Qumica: fsicoqumica. Vol. 2. So Paulo: Moderna, 2000. LEMBO, Antnio. Qumica Geral: realidade e contexto. So Paulo: tica, 2000. LEVINE, Robert Paul. Gentica. So Paulo: Livraria Pioneira, 1973. LOPES, Snia Godoy Bueno. Bio. Vol. nico. 11.a ed. So Paulo: Saraiva. 2000. MARCONDES, Ayton Csar; LAMMOGLIA, Domingos ngelo. Biologia: cincia da vida. So Paulo: Atual, 1994. REIS, Martha. Completamente Qumica: fsico-qumica. So Paulo: FTD, 2001. SARDELLA, Antnio. Curso de Qumica: fsico-qumica. So Paulo: tica, 2000.

DESAFIO QUMICO (p. 3) 01. C; 02. C; 03. B; 04. 1S2 2S2 2P6 3S2 3P1; 05. Ocorre a excitao dos eltrons dos tomos de sdio, que na volta ao estado fundamental, liberam energia na forma de luz amarela caracterstica.; 06. B; DESAFIO QUMICO (p. 4) 01. A; 02. A; 03. D; 04. a) azul (CuSO4 passa), b) incolor (produto H2O); DESAFIO QUMICO (p. 5) 01. A; 02. C; 03. D; 04. E; 05. A; 06. C; DESAFIO BIOLGICO (p. 6) 01. C; 02. B; 03. B; 04. C DESAFIO BIOLGICO 01. A; 02. B; 03. E DESAFIO BIOLGICO 01. A; 02. B; 03. B; 04. B; 05. C; 06. A; DESAFIO BIOLGICO 01. D; 02. E; 03. C; 06. D; 07. B; 08. B; (p. 7)

(p. 8)

(p. 9) 04. D; 05. D;

CAIU NO VESTIBULAR (p. 11) 01. E; ARAPUCA (p. 3) 01. D; DESAFIO GRAMATICAL (p. 11) 01. D; 02. C; 03. D; 04. B; 05. B;

Este material didtico, que ser distribudo nos Postos de Atendimento (PAC) na capital e Escolas da Rede Estadual de Ensino, base para as aulas transmitidas diariamente (horrio de Manaus), de segunda a sbado, nos seguintes meios de comunicao: TV Cultura (7h s 7h30); sbados: reprise s 23h Amazon Sat (21h30 s 22h) RBN (13h s 13h30) reprise: 5h30 e 7h (satlite) Rdio Rio Mar (19h s 19h30) Rdio Seis Irmos do So Raimundo (8h s 9h e reprise de 16h s 16h30) Rdio Panorama de Itacoatiara (11h s 11h30) Rdio Difusora de Itacoatiara (8h s 8h30) Rdio Comunitria Pedra Pintada de Itacoatiara (10h s 10h30) Rdio Santo Antnio de Borba (18h30 s 19h) Rdio Estao Rural de Tef (19h s 19h30) horrio local Rdio Independncia de Maus (6h s 6h30) Rdio Cultura (6h s 6h30 e reprise de 12h s 12h30) Centros e Ncleos da UEA (12h s 12h30) Postos de distribuio: PAC So Jos Alameda Cosme Ferreira Shopping So Jos PAC Cidade Nova Rua Noel Nutles, 1350 Cidade Nova I PAC Compensa Av. Brasil, 1325 Compensa PAC Porto Rua Marqus de Santa Cruz, s/n. armazm 10 do Porto de Manaus Centro PAC Alvorada Rua desembargador Joo Machado, 4922 Planalto PAC Educandos Av. Beira Mar, s/n Educandos

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