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Microscopia eletrônica auxilia a ident ificação e tratamento de tumores Camuflagem ou mimet ismo é defesa contra os predadores na luta pela sobrevivência Química – Funções oxigenadas II pg. 02 Química – Equilíbrio químico pg. 04 Biologia – Embriologia II pg. 06 Biologia – Sistema digestório pg. 08 Português – Perscrutando o texto pg. 10

Apostila Aprovar Ano04 Fascículo29 Bio Qui

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Text of Apostila Aprovar Ano04 Fascículo29 Bio Qui

Qumica Funes oxigenadas II Qumica Equilbrio qumico

pg. 02 pg. 04

Camuflagem ou mimet o ism contra os predadores na luta defesa pela sobrevivncia

Biologia Embriologia II

Biologia Sistema digestrio

pg. 06 pg. 08 pg. 10

Portugus Perscrutando o texto

a s auxilia trnica to de tumore ele en copia Micros ao e tratam c identifi

UEA ter biblioteca digital de teses e dissertaesPublicado no Dirio Oficial da Unio do dia 10 de maio, o resultado do Edital de Chamada FINEP/BDB 001/2007, que seleciona a Universidade do Estado do Amazonas para abrigar uma biblioteca digital. Na prtica, a implantao da biblioteca vai tornar a instituio referncia no armazenamento e na publicao de teses, dissertaes e relatrios cientficos. Por meio desse edital, a Finep, empresa pblica vinculada ao Ministrio da Cincia e Tecnologia, selecionou em cada Estado uma instituio para sediar a biblioteca. Foram oito, no total. Na regio Norte, foram selecionadas a UEA e a Universidade Federal de Roraima (UFRR). O projeto comea a ser implantado em junho, quando o Instituto Brasileiro de Informao em Cincia e Tecnologia (IBICT) realiza, em Braslia, um workshop para treinamento e entrega do kit do Sistema de Publicao Eletrnica de Teses e Dissertaes (TEDE). Na ocasio, o IBICT estar distribuindo um pacote contendo um servidor, pr-formatado e configurado com sistema operacional baseado na plataforma UNIX/LINUX; softwares bsicos: Apache, MySQL e PHP; sistema TEDE; e, ainda, uma licena do software adobe writer para gerao de arquivos pdf; um CD-ROM contendo a metodologia de implantao e os manuais operacionais e de usurio. Alm disso, dois tcnicos da UEA recebero treinamento para implantao do sistema. O workshop ser realizado em dois dias, 12 e 13 de junho, na sede do IBICT. A digitalizao de dados segue uma tendncia mundial das bibliotecas em dispor seus acervos de forma eletrnica/digital, visando conservao e/ou disponibilizao de seus contedos. Isso permite interligar o mundo do conhecimento pelas tecnologias de informao/comunicao com o objetivo de otimizar a pesquisa e o desenvolvimento cientfico e tecnolgico da sociedade. A UEA, em sua misso de Ensino, Pesquisa e Extenso, vem procurando suprir sua comunidade interna e externa de instrumentos capazes de disseminar o conhecimento, contribuindo para o desenvolvimento social, cientfico e econmico do Amazonas. Com a implantao de sua Biblioteca Digital, este trabalho consolida-se com a disponibilizao do contedo de teses, dissertaes e trabalhos cientficos s comunidades interna e externa, nacional e internacional, provendo mais um mecanismo de difuso da informao.

QumicaProfessor MARCELO Monteiro

como diurtico. O cido acetilsaliclico (cido 2-hidroxibenzico) usado como antipirtico.

PARTICULARIDADES DOS CIDOS CARBOXLICOS

Funes oxigenadas IIteres So compostos em que o oxignio est diretamente ligado a dois radicais orgnicos: R1 O R2 Exemplo: CH3 CH O CH2 CH3 | CH3 CH3 CH2 O CH2 CH3 Nomenclatura: Oficial: _______________ OXI _____________________Radical menor Cadeia do Radical maior

Usual: ter _____________ ______________ LICORadical menor Radical maior

Observao O cido butanico, tambm conhecido como cido butrico, recebeu esse nome por seus derivados estarem presentes na manteiga ranosa; o cido butrico tambm est presente na transpirao humana. Curiosidades: O cido metanico (cido frmico) usado como desinfetante e no tingimento de tecidos; o cido etanico (cido actico) o principal constituinte do vinagre, sendo utilizado na preparao de corantes, perfumes; o cido propenico (cido acrlico) d origem aos polmeros acrlicos, como o vidro plstico e a l sinttica. O cido benzico usado como antisptico; por aumentar o fluxo urinrio, tambm usado como diurtico; o cido acetilsaliclico (cido 2-hidroxibenzico) usado como antipirtico reduz a febre, e como analgsico alivia a dor; o cido hexanodiico, conhecido como cido adpico, d origem ao plstico e ao fio txtil denominado nylon. Sais orgnicos So normalmente obtidos pela reao entre um cido carboxlico e uma base. Ex.: O O + NaOH CH3 C + H2O CH3 C OH ONa Nomenclatura: Oficial: _______________ OATO DE ______________Prefixo + ligao Nome do metal

Exemplos: CH3 O CH2 CH3 Oficial: metxi-etano Usual: ter metil-etlico CH3 CH2 O CH2 CH3 Oficial: etxi-etano Usual: ter dietlico CH3 O CH2 CH2 CH2 CH3 Oficial: metxi-butano Usual: ter metil-n-butlico cidos carboxlicos e seus derivados cidos carboxlicos So compostos orgnicos com um ou mais radicais carboxila. Nomenclatura: O ... C OH Oficial: ____________________ + ICOPrefixo + ligao

Usual: cido ________________Complemento

Os complementos so os mesmos dos aldedos. Exemplo: O CH3 CH2 C OH Oficial: cido propanico Usual: cido proplico Observao: O grupo funcional (dos aldedos, cetonas e cidos carboxlicos) pode aparecer mais de uma vez. Nesse caso, usamos di, tri, etc., precedendo terminao. Veja: O O C CH2 C HO OH Oficial: cido propanodiico Usual: cido malnico O cido metanico (frmico) usado como desinfetante e no tingimento de tecidos. O cido etanico (actico) o principal constituinte do vinagre, sendo usado na preparao de corantes e perfumes. O cido benzico usado como anti-sptico; por aumentar o fluxo urinrio, tambm usado

Exemplo: O CH3 CH2 C OH Propanoato de potssio steres So normalmente obtidos pela reao entre um cido carboxlico e um lcool.

Apresentam o grupo O R C O R Nomenclatura: __________________ OATO DE ____________ ILACadeia de R + (cido de origem) Prefixo R1 + (lcool de origem)

2

Exemplo: O O CH3 C + CH3 OH CH3 C + H2O OH O CH3 cido etanico + etanol etanoato de metila + gua Observao: Depois que a substncia responsvel pelo aroma de uma fruta, ou de uma flor, identificada, os qumicos tentam reproduzi-la em laboratrio. Se eles tm sucesso, surge mais um aroma artificial ou sinttico, que apenas um dos tipos de aditivo que impregnam os produtos da indstria farmacutica, de cosmticos e de alimentos. leo x gordura: qual a diferena? leos e gorduras so steres. Os primeiros so steres lquidos, e as gorduras, steres slidos. steres As essncias de flores e frutos so steres formados por um cido e por um lcool, ambos de baixo contedo carbnico: o metanoato e o etanoato de isobutila so os steres determinantes do aroma da framboesa. Veja outros: Metanoato e heptanoato de etila Uva. Etanoato de pentila Banana. Etanoato de isopentila Pra. Etanoato de octila Laranja. Etanoato de benzila Jasmim. Propanoato e butanoato de etila Ma. Butanoato de metila Pinha. Butanoato de etila Morango. Butanoato de butila Damasco. Hexanoato de etila Abacaxi. As ceras so steres formados por um cido graxo e por um lcool com grande contedo carbnico. So usados na fabricao de cera de assoalho, velas e sabes. Os glicerdeos so steres formados por um cido graxo e por um propanotriol (glicerina). Eles dividem-se em leos, quando o cido graxo insaturado, e em gorduras, quando o cido graxo saturado. Haletos de cidos So compostos orgnicos derivados da substituio da hidroxila da carboxila por um halognio (Cl, Br ou I). O R C X Dos haletos de cido, os mais importantes so os que possuem o grupo cloro ( Cl), denominados de cido ou cloretos de acila. Nomenclatura: ______________ ETO DE ______________Halognio Radical

Localizao dos radicais na cadeia principal: A localizao dos radicais deve ser dada pela numerao dos carbonos da cadeia principal, segundo as regras j estudadas. Iniciar pela extremidade mais prxima da caracterstica mais importante dos compostos, na ordem: grupo funcional > insaturao > radical. A numerao deve seguir a regra dos menores nmeros possveis. Se, aps as regras anteriores, ainda restar mais de uma possibilidade, iniciar a numerao pela extremidade mais prxima do radical mais simples (o menos complexo). Em caso de dois ou mais radicais iguais na mesma cadeia, usar os seguintes prefixos para indicar a quantidade, ligados ao nome dos radicais: di (2 radicais iguais), tri (3 radicais iguais), tetra (4 radicais iguais). No se esquea de que os nmeros (numerao dos carbonos) indicam a localizao e no a quantidade de radicais. O nome do ltimo radical mencionado deve vir ligado ao nome da cadeia principal, exceto nos casos em que o nome da cadeia principal comear com a letra h (hex, hept), que deve vir precedido de hfen. Os radicais podem ser mencionados em ordem de complexidade (por exemplo: metil antes de etil), ou ainda em ordem alfabtica (etil antes de metil). A ordem alfabtica bem menos usada.

Desafio Qumico01. D o nome dos compostos abaixo:

Exerccios01. (UEA) Na manteiga ranosa, encontra-se a substncia CH3 CH2 CH2 COOH. O nome dessa substncia :a) b) c) d) e) butanol; butanona; cido butanico; butanoato de etila; butanal;

02. (FGV) So steres orgnicos: I) CH3 COO C2H5 II) CH3 COO Na III) +

02. Determine a nomenclatura dos compostos abaixo:a) b)

IV) V)

c) d)

O O | | | | H3C C O C CH3 a) I e II b) I e III c) III e IV d) I e IV e) IV e V

03. O composto CH3 CH2 COOCH2 CH3 :a) lcool d) ster b) ter e) cido c) cetona

Anidrido So compostos obtidos a partir de cidos por meio de uma desidratao. Exemplo:

e) f)

04. (PUC) A frmula geral dos cidos acclicos, saturados e dicarboxlicos :a) CnH2nO2 d) CnH2nO4 b) CnH2n-2O2 e) CnH2n-2O4 c) CnH2n-4O2

g)

h) Nomenclatura: Anidrido __________________________________ Nome do cido correspondente

05. (PUC) O cido monocarboxlico de massa molecular igual a 88, que apresenta cadeia acclica ramificada, :a) butanico; b) metil-propanico; c) benzico; d) pentanico; e) 2-metil-butanico.

i)

3

Desafio Qumico01. (CESGRANRIO) Um grupo de pesquisadores qumicos apresentou relatrio contendo resultados de estudos sobre processos alternativos para a produo de substncia de vital importncia para a populao. Considerando as constantes de equilbrio, usadas como critrio de escolhas e apresentadas a seguir para cada processo, espera-se que o responsvel opte pelo processo:a) b) c) d) e) Processo I II III IV V KC 0,01 0,1 1 10 100

QumicaProfessor CLVIS Barreto

Caractersticas do equilbrio qumico: 1. Velocidade da reao direta igual velocidade da reao inversa(V1=V2). 2. Aps atingido o equilbrio, as concentraes molares dos reagentes e dos produtos permanecem constantes. 3. O equilbrio qumico dinmico e no esttico como aparenta ser. Estudo do equilbrio qumico N2(g) + 3H2(g) 2NH3(g)

Equilibrio qumicoEm sistemas fechados (onde no h troca de matria), verifica-se que as reaes qumicas tornam-se reversveis em maior ou menor grau, ou seja, no sentido direto da reao, os reagentes do origem aos produtos e, no sentido inverso, os produtos reagem entre si, reconstituindo os reagentes. N2(g) + 3H2(g) 2NH3(g) Condies necessrias para o sistema entrar em equilbrio: 1. Sistema tem que ser reversvel. 2. O sistema precisa estar fechado (adiabtico). 3. A temperatura do sistema tem que ser constante. Inicialmente, existem, no recipiente, apenas os reagentes A e B. Dizemos, ento, que a velocidade da reao no sentido direto mxima (Vd = mx.). Porm no existem os produtos C e D, sendo nula a velocidade no sentido inverso (Vi = 0). Com o passar do tempo, Vd vai diminuindo e Vi aumentando at que se atinja a igualdade no ponto de equilbrio: No equilbrio: Vd = Vi Observe graficamente:

Consideraes sobre o quadro de equilbrio qumico: 1. No primeiro segundo, temos o nicio da reao qumica. 2. 2s at 4s, temos o intervalo de tempo em que ocorre o consumo dos reagentes e a formao dos produtos. 3. Do quarto segundo em diante, as concentraes molares dos reagentes e dos produtos permanecem constantes, o que indica que o sistema entrou em equilbrio. Classificao do equilbrio qumico: 1. Quanto natureza do sistema em equilbrio: 1.1. Equilbrio molecular: Sistema em equilbrio formado por apenas molculas. Ex: H2(g) + I2(g) 2HI(g) 1.2. Equilbrio inico: Sistema em equilbrio que apresenta pelo menos um on em equilbrio: + Ex: HCl(g) + H2O(g) H (aq) + Cl (aq) 2. Quanto ao tipo de sistema em equilbrio: 2.1. Equilbrio homogneo: Trata-se de um sistemo em equilbrio constitudo por apenas uma fase. Ex.: H2(g) + F2(g) 2HF(g) 2.2. Equilbrio heterogneo: Trata-se de um sistema em equilbrio constitudo por mais de uma fase. ++ Ex.: BaSO4(S) + H2O(L) Ba (aq) +SO4 (aq) Constantes de Equilbrio Para sabermos, quantitativamente, se o equilbrio qumico tende para a reao direta ou inversa, numa determinada temperatura, definimos uma constante de equilbrio K, que pode ser calculada em termos de concentrao em mol/l (Kc) ou presso parcial (Kp). Constante de Equilbrio Kc Considere a seguinte reao: 1 aA + bB cC + dD 2 a b Assim: V1 = k1 [A] [B] (sentido direto) c d V2 = k2 [C] [D] (sentido inverso) No equilbrio: V1 = V2 a b c d k1 [A] [B] = k2 [C] [D] c d K1 [C] [D] = c d K2 [A] [B] K1 Tomamos ento : Kc = da: K2 c d [C] [D] Kc = c d [A] [B] om que Kc = constante de equilbrio.

02. (FUVEST) N2O4 e NO2, gases poluentes do ar, encontram-se em equilbrio como indicado: 1N2O4(g) 2NO2(g) Em uma experincia, nas condies ambientes, introduziu-se 150 mol de N2O4(g) em um reator de 2,0 litros. Estabelecido o equilbrio, a concentrao de NO2(g) foi de 0,6 mol/l. Qual o valor da constante, Kc, em termos de concentrao, desse equilbrio?a) 2,4. 10 -3 c) 5,0. 10 -3 e) 8,3. 10-3

b) 4,8. 10 -3 d) 5,2. 10

-3

03. (Fatec) Para o sistema em equilbrio N2O4(g)(incolor)

2NO2(g)(castanho)

No equilbrio, as concentraes de reagentes e produtos podem ser iguais ou diferentes. Se as concentraes de reagentes e produtos forem iguais, dizemos que a reao no tende para nenhum lado. As reaes direta e inversa ocorrem com a mesma intensidade. Graficamente:

so dados os valores de Kc a diferentes temperaturas

Sobre esse equilbrio, correto afirmar quea) a formao de NO2 processo exotrmico; b) o tom castanho do NO2 intensifica-se pelo aumento de presso; c) a cor do NO2 se enfraquece pela elevao da temperatura; d) os valores de Kc informam que a concentrao de N2O4 maior a 0C; e) quando 0,2 mol de N2O4 se transformam, so produzidos 0,2mol de NO2.

Se a concentrao de reagentes for maior que a dos produtos, dizemos que a reao tende para a esquerda. A reao inversa ocorre com maior intensidade. Graficamente:

04. (Unitau) Dada a reao: X2+3Y2 2XY3, verificou-se no equilbrio, a 1000C, que as concentraes em mols/ litro so: [X2] = 0,20, [Y2] = 0,20, [XY3] = 0,60 O valor da constante de equilbrio da reao qumica dea) 2,5. d) 225. b) 25. e) 325. c) 175.

Se a concentrao de produtos for maior que a dos reagentes, tende para a direita. A reao direta ocorre com maior intensidade. Graficamente:

4

[A] = concentrao de A no equilbrio [B] = concentrao de B no equilbrio [C] = concentrao de C no equilbrio [D] = concentrao de D no equilbrio [Produtos] Ou ainda Kc = [Reagentes] Exemplo: H2 + Cl2 2HCl [HCl] Kc = [H2][Cl2] 2NH3 N2 + 3H2 [NH3] Kc = 3 [N2][H2] Observao A Unidade de Kc depende do sistema qumico em questo, observe: No exemplo 1, temos: 2 (mol/l) Unidade de Kc = =adimensional (mol/l).(mol/l) J em 2: 2 (mol/l) -2 Unidade de Kc = =(mol/l) (mol/l).(mol/l) Resumidamente, podemos dizer que: n Unidade de Kc = (mol/l) Em que n = n. de mols dos produtos n. de mols dos reagentes.2 2

(PNH ) 3 Kp = 3 (PN )(PH ) 2 2 I. Para acharmos a unidade de Kp, o raciocnio anlogo ao de Kc: Exemplo: N2(g) + 3 H2(g) 2NH3(g) (atm) -2 Unidade de Kp = 3= (atm) atm.(atm) II. Os valores de Kc e Kp, para um determinado sistema qumico, dependem exclusivamente da temperatura. III. Em sistemas heterogneos, somente os gases so levados em considerao no clculo de Kp e Kc. Relao Entre Kp e Kc Kp = Kc . (RT) onde: R = constante universal dos gases perfeitos; T = temperatura do sistema (em Kelvin); n = n. de mols dos produtos n. de mols dos reagentes.n 2

2

Desafio Qumico01. (Fuvest) A altas temperaturas, N2 reage com O2 produzindo NO, um poluente atmosfrico: N2(g) + O2(g) 2NO(g) temperatura de 2000 kelvins, a constante do equilbrio acima igual a -4 4,0x10 . Nesta temperatura, se as concentraes de equilbrio de N2 e O2 -3 forem, respectivamente, 4,0x10 e -3 1,0x10 mol/L, qual ser a de NO?a) 1,6 x 10 mol/l. -9 b) 4,0 x 10 mol/l. -9 c) 1,0 x 10 mol/l. -9 d) 4,0 x 10 mol/l. -9 e) 1,6 x 10 mol/l.-9

AplicaoEm um recipiente fechado, encontramse, em equilbrio, 4 atm de hidrognio gasoso, 8 atm de nitrognio gasoso e 12 atm de NH3. Determine o valor da constante de equilbrio em termos de presso (Kp):N2(g) + 3H2(g) a) 5,3atm -2 c) 4,5atm 2NH3(g) b) 4,5atm d) 6atm e) 7,2atm

AplicaoForam adicionados para reagir 8,4mol/l de hidrognio com 5,6mol/l de cloro gasosos. Aps certo tempo, o sistema entrou em equilbrio, e foram encontrados 1mol/l de cloreto de hidrognio gasoso. O valor da constante de equilbrio deste sistema :a)0,5 c)4 b)0,03 d)0,04 e)0,024

02. (Fuvest) N2O4 e NO2, gases poluentes do ar, encontram-se em equilbrio, como indicado: N2O4 2NO2 Em uma experincia, nas condies ambientes, introduziu-se 1,50mol de N2O4 em um reator de 2,0 litros. Estabelecido o equilbrio, a concentrao de NO2 foi de 0,060mol/l. Qual o valor da constante Kc, em termos de concentrao, desse equilbrio?a) 2,4 x 10 -3 b) 4,8 x 10 -3 c) 5,0 x 10 -3 d) 5,2 x 10 -3 e) 8,3 x 10-3

Soluo: Sabendo que o sistema encontra-se em equilbrio, temos: 2 2 (12) (PNH ) 2 3 Kp = 3 = =4,5 (atm) (PN )(PH ) (8).(4)2 2

Soluo: Como o sistema no est em equilbrio, ele entrou aps certo tempo, preciso montar o quadro de equilbrio qumico: H2(g) + Cl2(g) 2HCl(g)

Exerccios01. (Ita) Num recipiente de volume constante igual a 1,00 litro, inicialmente evacuado, foi introduzido 1,00mol de pentacloreto de fsforo gasoso e puro. O recipiente foi mantido a 250C e no equilbrio final foi verificada a existncia de 0,47mols de gs cloro. Qual das opes a seguir contm o valor aproximado da constante (Kc) do equilbrio estabelecido dentro do cilindro e representado pela seguinte equao qumica: PCl5(g)a) 0,179 c) 0,42

Como o exerccio afirmou que no equilbrio foram encontrados um 1 mol/l de HCl, podemos afirmar que: 2x= 1mol/l x = 0,5mol/l Portanto temos no equilbrio: H2= 8,4 x Cl2= 5,6 x HCl = 2X 8,4 0,5 = 5,6 0,5 2(0,5) = 1mol/l H2 = 7,9 mols/l Cl2=5,1 mols/l Com as concentraes molares, temos o valor do KC: 2 [HCl] (1)2 Kc = = = 0,024 (5,1).(7,9) [H2][Cl2] Constante de Equilbrio Kp Para sistemas gasosos, podemos expressar a constante de equilbrio em funo das presses parciais dos componentes do sistema. A definio de Kp anloga de Kc, bastando substituir as concentraes molares dos componentes (mol/l) pelas suas respectivas presses parciais (atm). Assim, para: aA(g) + bB(g) cC(g) + dD(g) (PC) (PD) Temos Kp = a b (PA) (PB) Exemplo: N2(g) + 3H2(g) 2NH3(g) 5c d

PCl3(g) + Cl2(g)?b) 0,22 d) 2,38 e) 4,52

03. (Ita) Dentro de um forno, mantido numa temperatura constante, temos um recipiente contendo 0,50mol de Ag(c), 0,20mol de Ag2O(c) e oxignio gasoso exercendo uma presso de 0,20atm. As trs substncias esto em equilbrio qumico. Caso a quantidade de Ag2O(c) dentro do recipiente, na mesma temperatura, fosse 0,40mol, a presso, em atm, do oxignio no equilbrio seria:a) 0,10 c) 0,40 e) 0,80 b) 0,20 d)

02. (Uel) Para o equilbrio qumico 2NO(g) foram encontraN2(g)+O2(g) dos os seguintes valores para a constante Kc, s temperaturas indicadas:

04. (Ita) As opes a seguir referem-se a equilbrios qumicos que foram estabelecidos dentro de cilindros providos de mbolo. Se o volume interno em cada cilindro for reduzido metade, a temperatura permanecendo constante, em qual das opes a seguir o ponto de equilbrio ser alterado?a) H2(g) + l2(g) 2HI(g) b) CaCO3(s) CaO(s) + CO2(g) c) PbS(s) + O2(g) Pb(s) + SO2(g) d) CH4(g) + 2O2(g) CO2(g) + 2H2O(g) e) Fe2O3(s) + 3CO(g) 2Fe(s) + 3CO2(g)

H maior concentrao molar do NO(g) em:a) I c) III b) II d) IV e) V

Desafio Biolgico01. UEA (DESAFIO) A parede do intestino delgado revestida internamente pelo eptlio de absoro. Os movimentos peristlticos que deslocam o alimento em processos de digesto so produzidos por camadas de msculos lisos. O controle desses movimentos realizado por terminaes nervosas. O texto acima descreve a organizao histolgica de um trecho do tubo digestrio. Com os dados apresentados, correto afirmar que os tecidos citados so originados embrionariamente a partir:a) b) c) d) e) do endoderma, somente; do endoderma e do mesoderma, somente; do endoderma e do ectoderma, somente; do ectoderma e do mesoderma, somente; do ectoderma, do mesoderma e do endoderma.

BiologiaProfessor JONAS Zaranza

os folhetos embrionrios continuam a diferenciarse, originando os tecidos especializados do adulto.

Embriologia II1. GASTRULAO Terminada a formao da blstula, inicia-se o processo de gastrulao, durante o qual as clulas continuam a se dividir, e passa a ocorrer aumento do volume do embrio. Ao fim desse processo, estar formada a gstrula. A seqncia do desenvolvimento embrionrio at a formao da glstrula , portanto: ovo, mrula, blstula, gstrula. Alm do aumento de volume, trs outras caractersticas da gastrulao so muito importantes. Formao dos folhetos embrionrios ou germinativos, que daro origem a todos os tecidos e rgos. Formao do arquntero, ou intestino primitivo. Formao do blastporo, um orifcio de comunicao do arquntero com o exterior. Folhetos embrionrios Os folhetos embrionrios que podem ser identificados no final da gastrulao so trs: ectoderme o mais externo; mesoderme o intermedirio; endoderme o mais interno. Esses trs folhetos que sofrero processo de diferenciao e originaro todos os tecidos e rgos do organismo. Os animais que possuem esses trs folhetos so denominados triblsticos. Nem todos os animais, no entanto, possuem esses trs folhetos embrionrios. Existem os animais diblsticos, que possuem apenas a ectoderme e a endoderme. Diploblsticos ou diblsticos: possuem apenas dois folhetos embrionrios ectoderme e endoderme. So as esponjas e os cnidrios. Triploblsticos ou triblsticos: possuem trs folhetos embrionrios ectoderme, mesoderme e endoderme. So os demais animais. Arquntero e blastporo Sendo o blastporo um orifcio que comunica o intestino primitivo (arquntero) com o exterior, ele pode dar origem tanto aos nus como boca dois orifcios que, no adulto, comunicam o sistema digestivo com o exterior. Assim, dependendo da estrutura em que se transforma o blastporo, podemos considerar dois tipos de animais. Protostmios Aqueles nos quais o blastporo d origem boca; so os vermes, os moluscos e os artrpodes. Deuterostmios Aqueles nos quais o blastporo d origem ao nus; so os equinodermos e os cordados.

Neurulao em anfioxo

02. (UEA) Rpteis e aves produzem ovos dotados de uma casca que dificulta a perda de gua por evaporao. Isso permite o desenvolvimento dos embries em ambiente terrestre. O isolamento quase total dos embries em relao ao meio externo impede que recebam nutrientes do ambiente. O anexo embrionrio que garante a nutrio do embrio at a ecloso :a) crio; c) mnio; b) saco vitelinico; d) alantide; e) placenta.

03. (UEA) Certos anexos embrionrios bem desenvolvidos em embries de rpteis e aves esto presentes tambm em mamferos. Nestes, so praticamente vestigiais e com funes diferentes das que desempenham em ovos de rpteis e aves. Enquadram-se nas caractersticas apresentadas acima:a) b) c) d) e) mnio e crio; mnio e alantide; mnio e placenta; crio e placenta; alantide e saco vitelnico.

Da ectoderme, diferencia-se o tubo neural, que apresenta no seu interior o canal neural. Da mesentoderme, diferenciam-se a endoderme e a mesoderme. A mesoderme d origem aos somitos e notocorda. Os somitos so blocos celulares dispostos lateralmente ao embrio, e a notocorda uma estrutura macia localizada logo abaixo do tubo neural. A notocorda uma estrutura tpica, que carcteriza um grande grupo animal: o grupo dos cordados, ao qual pertencem no s o anfioxo, como todos os vertebrados aqui representados pelos anfbios. A mesoderme, que forma os somitos, delimita uma cavidade denominada celoma. O celoma uma cavidade inteiramente delimitada pela mesoderme. Os animais que apresentam celoma so chamados celomados. Todos os cordados so celomados. H animais triploblsticos que no apresentam celoma, sendo o espao entre ectoderme e endoderme completamente preenchido por mesoderme. Esses animais so chamados acelomados. o caso dos platelmintos, cujos representantes mais conhecidos so as planrias e as tnias ou solitrias, parasitas do intestino do homem. Em outros animais, a mesoderme delimita uma parte da cavidade, sendo a outra parte delimitada pela endoderme. Esses animais so chamados pseudocelomados, pois o celoma s verdadeiro quando completamente revestido pela mesoderme. o caso dos nemtodas, cujo representante mais conhecido a lombriga (Ascaris lumbricoides), um parasita do intestino humano. O esquema a seguir mostra cortes transversais em organismos adultos:

04. (G2) Na gstrula do anfioxo, o blastporo faz a comunicao do meio extra-embrionrio com:a) b) c) d) e) o celoma; a blastocele; o trofoblasto; a cavidade amnitica; o arquntero.

2. NEURULAO Aps a gastrulao, inicia-se a neurulao, caracterizada pela formao do tubo neural, formao do celoma e notocorda. A partir da formao da nurula, os folhetos embrionrios iro se diferenciar em orgos, caracterizando a organognese. Como exemplo, estudaremos a organognese em anfioxo. Organognese em anfioxo O esquema seguinte representa a fase inicial da organognese: a neurulao. Aps a neurulao,

Aps a neurulao, a organognese prossegue da seguinte forma Ectoderme: d origem epiderme e aos seus derivados cutneos, e tambm s estruturas sensoriais. O tubo neural, formado pela ectoderme, d origem ao sistema nervoso. Mesoderme: d origem derme, aos msculos estriados ou voluntrios, s vrtebras, aos rins, ao sistema genital, musculatura visceral, ao pericrdio (membrana que envolve o corao), aos ossos, musculatura dos apndices ou membros, aos msculos lisos, ao miocrdio (musculatura do corao), ao endocrdio (tecido que reveste internamente o corao) e ao endotlio dos vasos sangneos. Na formao das vrtebras, a notocorda, que posteriormente desaparece, tomada como eixo. Nesse processo, as vrtebras envolvem o

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tubo neural. importante frisar que no notocorda que se transforma em coluna vertebral; ela apenas serve de eixo ao longo do qual diferenciam-se as vrtebras. Endoderme: a endoderme d origem s fendas branquiais, aos pulmes e s diferentes partes do sistema digestrio e suas glndulas anexas. Nos echinodermos e cordados, o blastporo d origem ao nus (animais deuterostmios), e um novo orifcio, estomodeu, abre-se para a formao da boca. 3. ANEXOS EMBRIONRIOS 1. Introduo Anexos embrionrios so estruturas que derivam dos folhetos germinativos do embrio, mas que no fazem parte do corpo desse embrio. Os anexos embrionrios so: vescula vitelnica (saco vitelnico), mnio, crio e alantide. A placenta, que costuma ser citada como exemplo de anexo embrionrio. no deve ser assim considerada, pois da sua formao participam tecidos tanto do feto como da me. 2. Vescula vitelnica Durante a evoluo dos grupos animais, os primeiros vertebrados que surgiram foram os peixes, grupo que possui como nico anexo embrionrio a vescula vitelnica. A vescula vitelnica uma bolsa que abriga o vitelo e que participa do processo de nutrio do embrio. bem desenvolvida no somente em peixes, mas tambm em rpteis e aves. Nos mamferos reduzida, pois nesses animais, como regra geral, os ovos so pobres em vitelo. A vescula vitelnica no tem, portanto, significado no processo de nutrio do embrio da maioria dos mamferos. Nos anfbios, embora os ovos sejam ricos em vitelo, falta a vescula vitelnica tpica, encontrando-se o vitelo dentro de clulas grandes (macrmeros) no envolvidas por qualquer estrutura prpria. 3. mnio uma membrana que envolve completamente o embrio, delimitando uma cavidade denominada cavidade amnitica. Essa cavidade contm o lquido amnitico, cujas funes so proteger o embrio contra choques mecnicos e contra a dessecao. 4. crio ou serosa uma membrana que envolve o embrio e todos os demais anexos embrionrios. E o anexo embrionrio mais externo ao corpo do embrio, Nos ovos de rpteis e aves, por exemplo, essa membrana fica sob a casca. Nesses animais, o crio, juntamente com o alantide, participa dos processos de trocas gasosas entre o embrio e o meio externo. Na maioria dos mamferos, o crio une-se parede uterina, e essas duas estruturas formam a placenta. A placenta, portanto, formada por tecidos da me (parede do tero) e por tecidos derivados do corpo do embrio (crio). 5.Alantide O alantide um anexo que deriva da poro posterior do intestino do embrio. E uma membrana que delimita uma estrutura saculiforme denominada saco do alantide. A funo do alantide nos rpteis e nas aves armazenar excretas nitrogenadas e participar das trocas gasosas, neste caso juntamente com o crio. A excreta nitrogenada eliminada por embries desses animais o cido rico, insolvel em gua e pouco txico, podendo ser armazenado no interior do ovo sem contaminar o embrio. Nos mamferos, o alantide reduzido.

Placenta Os mamferos surgiram na face da Terra h cerca de 200 milhes de anos, e existem fortes evidncias sugerindo que evoluram a partir de um grupo de rpteis. Uma dessas evidncias refere-se semelhanas no desenvolvimento embrionrio. Supe-se que os primeiros mamferos eram ovparos, com ovos grandes, ricos em vitelo, do tipo telolcito, e com desenvolvimento embrionrio semelhante ao dos rpteis. Em algum momento da evoluo, alguns mamferos tornaram-se vivparos com o embrio desenvolvendo-se dentro do tero da me e recebendo alimento atravs de uma estrutura denominada placenta. Com isso, a quantidade de vitelo no ovo teria diminudo, uma vez que o alimento seria fornecido pela me. Nos atuais mamferos viventes, pode-se verificar que tal processo evolutivo provavelmente ocorreu, uma vez que existem mamferos ovparos e. portanto, sem placenta, com ovos telolcitos: mamferos vivparos, com placenta pouco desenvolvida e com ovos oligolcitos e mamferos vivparos com placenta desenvolvida, com ovos sem vitelo (alcito). Com base nesses critrios, os mamferos atuais podem ser agrupados em trs subdivises: Prototheria (prototrios) ou Monotremata (monotrmatos): mamferos primitivos que botam ovos e no possuem placenta Ovos telolcitos com desenvolvimento embrionrio semelhante ao dos rpteis. Metatheria (metatrios) ou marsupiais: mamferos vivparos, com placenta rudimentar. O jovem, ao nascer, no est completamente formado. Ovos oligolcitos. Eutheria (eutrios) ou placentrios verdadeiros: mamferos vivparos, com placenta bem desenvolvida. O ovo completamente desprovido de vitelo (alcito), e o jovem ao nascer j est completamente formado.

Desafio Biolgico01. (G2) Nos vertebrados, derme, pulmo e crebro so, respectivamente, de origem:a) b) c) d) e) mesodrmica. endodrmica e ectodrmica; ectodrmica, endodrmica e mesodrmica; mesodrmica, ectodrmica e endodrmica; endodrmica, ectodrmica e mesodrmica; ectodrmica, mesodrmica e endodrmica.

02. (Fuvest) Qual das alternativas a seguir a melhor explicao para a expanso e domnio dos rpteis durante a era mesozica, incluindo o aparecimento dos dinossauros e sua ampla distribuio em diversos nichos do ambiente terrestre?a) Prolongado cuidado com a prole, garantindo proteo contra os predadores naturais. b) Aparecimento de ovo com casca, capaz de evitar o dessecamento. c) Vantagens sobre os anfbios na competio pelo alimento. d) Extino dos predadores naturais e conseqente exploso populacional. e) Abundncia de alimento nos ambientes aquticos abandonados pelos anfbios.

03. (Fuvest) Em condies normais, a placenta humana tem por funes:a) proteger o feto contra traumatismos, permitir a troca de gases a sintetizar as hemcias do feto; b) proteger o feto contra traumatismos, permitir a troca de gases a sintetizar os leuccitos do feto; c) permitir o fluxo direto de sangue entra a me e filho e a eliminao dos excretas fetais; d) permitir a troca de gases e nutrientes e a eliminao dos excretas fetais dissolvidos; e) permitir o fluxo direto de sangue do filho para a me, responsvel pela eliminao de gs carbnico e de excretas fetais.

Anote a!Descoberta pode levar cura da pr-eclmpsia Cientistas americanos anunciaram uma descoberta que pode levar criao de um teste e uma cura para a pr-eclmpsia, mal que afeta mulheres grvidas e pode causar hipertenso e problemas renais. A equipe do Instituto Nacional de Sade dos Estados Unidos descobriu que mulheres com pr-eclmpsia acumulam altas concentraes de duas protenas vrios meses antes de desenvolver o problema. A pesquisa, publicada no New England Journal of Medicine, foi concluda depois de analisados resultados de exames de sangue de 4,5 mil mulheres grvidas. Especialistas ressalvaram, porm, que a perspectiva de ter um teste antecipado e a eventual cura ainda distante. A pr-eclmpsia causada por um defeito na placenta, que fornece nutrientes e oxignio para o feto. O problema ocorre no perodo final da gravidez. Uma em dez At uma em dez mulheres grvidas pode ter pr-eclmpsia, e uma em 50 sofre de graves problemas de sade em decorrncia da doena. A incidncia no Brasil de cerca de 10%, segundo o Consenso Brasileiro de Cardiopatia e Gravidez, e a principal causa de morte materna no pas.

04. (Fuvest) O ornitorrinco e a equidna so mamferos primitivos que botam ovos, no interior dos quais ocorre o desenvolvimento embrionrio. Sobre esses animais, correto afirmar quea) diferentemente dos mamferos placentrios, eles apresentam autofecundao; b) diferentemente dos mamferos placentrios, eles no produzem leite para a alimentao dos filhotes; c) diferentemente dos mamferos placentrios, seus embries realizam trocas gasosas diretamente com o ar; d) semelhana dos mamferos placentrios, seus embries alimentam-se exclusivamente de vitelo acumulado no ovo; e) semelhana dos mamferos placentrios, seus embries livram-se dos excretas nitrogenados atravs da placenta.

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Desafio Biolgico01. (FGV) Os alimentos fornecem os nutrientes para a construo da matria viva dos tecidos e a liberao de energia indispensveis vida. Uma dieta composta exclusivamente de carne vermelha, massas e po :a) b) c) d) e) rica em vitaminas (alimentos reguladores); pobre em alimentos energticos; rica em alimentos energticos; pobre em protenas (alimentos plsticos); rica em sais minerais (alimentos reguladores).

BiologiaProfessor GUALTER Beltro

Sistema digestrio1. SISTEMA DIGESTRIO 1.1. Digesto Os animais no encontram no meio, em forma imediatamente utilizvel, todos os alimentos ou nutrientes de que necessitam. A absoro direta de nutrientes ocorre, excepcionalmente, em endoparasitas. A regra geral nos animais a ingesto de alimentos que necessitam ser transformados para serem utilizados pelo organismo. O conjunto dessas transformaes constitui a digesto. A digesto envolve fenmenos fsicos e qumicos. Os processos fsicos propiciam a fragmentao do alimento, aumentando a superfcie de contato com os sucos digestivos que participam da digesto qumica. Alm disso, facilitam a mistura do alimento com os sucos digestivos. A digesto qumica transforma o alimento em substncias mais simples. Os sucos digestivos que participam desse processo so basicamente enzimas digestivas produzidas pelas prprias paredes do tubo digestivo ou por glndulas especiais, associadas ao sistema digestivo. O alimento digerido compreender molculas e ons que sero diretamente absorvidos pelas clulas do tubo digestivo, passando ao sistema circulatrio, atravs do qual sero distribudos para todo o corpo do animal. Juntamente com o alimento digerido, existem restos no aproveitveis, que sero eliminados atravs da egesto ou defeco. Nos vertebrados, a digesto sempre extracelular. Inicia-se freqentemente na boca, com atuao de enzimas digestivas produzidas pelas glndulas salivares. Em alguns casos, como em aves, em que no h dentes, apenas bico crneo, a triturao do alimento ocorre no estmago mecnico (moela). O alimento triturado, amolecido e, na maioria dos casos, parcialmente digerido levado ao estmago. Nesse rgo, h produo de cido clordrico e de enzimas que atuam em meio cido. Do estmago o alimento conduzido para o intestino delgado, onde ocorre o fim da digesto. No intestino delgado, desembocam duas glndulas importantes: o pncreas e o fgado. O pncreas produz enzimas digestivas, o que no ocorre com o fgado. A funo deste rgo, com relao digesto, a produo de bile, que emulsiona gorduras. Aps ser digerido, o alimento absorvido no intestino delgado, passando para o sangue, que o distribui. As substncias no digeridas so conduzidas para a regio posterior do intestino, que continua a ocorrer absoro de gua e de sais minerais. Os resduos alimentares formam as fezes, que sero eliminadas. 1.2. Digesto no homem A digesto no homem inicia-se na boca, atravs da mastigao (processo fsico) e da atuao da enzima digestiva contida na saliva (processo qumico). A saliva contm gua, importante para o umedecimento dos alimentos, e a enzima ptialina, que atua sobre o amido degradando-o em maltose. O iodo uma substncia que acusa a ocorrncia de amido nos alimentos. Ao entrar em contato com o amido, adquire colorao azul-violeta. Colocando-se, ento, iodo em uma soluo de amido, esta ficar azul-violeta; adicionando-se a essa soluo gotas de saliva, verifica-se que, depois de algum tempo, a colorao desaparece, indicando que no h mais amido. A massa formada pelo alimento mastigado e

insalivado chamada bolo alimentar. Por ao da lngua, o bolo alimentar empurrado para a faringe, passando .em seguida para o esfago e deste para o estmago. Esse processo de passagem do bolo alimentar da boca at o estmago denomina-se deglutio; um processo que no depende da fora da gravidade, mais sim dos movimentos peristlticos da faringe e do esfago.

Seqncia de desenhos que mostram o processo de deglutio de alimentos. Os msculos elevam a laringe, cuja entrada fica bloqueada pela epiglote. Com isso, o conduto respiratrio fechado, evitando o engastamento

02. (Fuvest) Qual cirurgia comprometeria mais a funo do sistema digestrio e por qu: a remoo dos vinte e cinco centmetros iniciais do intestino delgado (duodeno) ou a remoo de igual poro do incio do intestino grosso?a) A remoo do duodeno seria mais drstica, pois nele ocorre a maior parte da digesto intestinal. b) A remoo do duodeno seria mais drstica, pois nele ocorre a absoro de toda a gua de que o organismo necessita para sobreviver. c) A remoo do intestino grosso seria mais drstica, pois nele ocorre a maior parte da absoro dos produtos do processo digestrio. d) A remoo do intestino grosso seria mais drstica, pois nele ocorre a absoro de toda a gua de que o organismo necessita para sobreviver. e) As duas remoes seriam igualmente drsticas, pois, tanto no duodeno quanto no intestino grosso, ocorrem digesto e absoro de nutrientes e de gua.

Desenhos que representam segmento do tubo digestrio, cortado para mostrar o processo de deslocamento do alimento por ondas peristlticas (setas).

Chegando ao estmago, o alimento sofre a ao de outra enzima digestiva: a pepsina, que atua sobre as protenas, transformando-as em peptonas. A pepsina produzida por glndulas da parede do estmago, que tambm produzem o cido clordrico (HCl), responsvel pelo pH cido, necessrio atuao da pepsina. Alm de pepsina, h produo, no estmago, de lipase (que digere lipdios) fraca e de renina. Esta substncia coagula a protena do leite, que passa a ficar mais consistente, permanecendo mais tempo no estmago. Isso permite ao mais eficaz da pepsina sobre a protena do leite. A transformao qumica que ocorre no estmago denomina-se quimificao. Esta faz o bolo alimentar transformar-se em outra massa, denominada quimo. Os movimentos peristlticos do estmago facilitam a atuao do suco gstrico e empurram o quimo para o duodeno, regio anterior do intestino delgado.

03. (Fuvest) O esquema representa o sistema digestrio humano, e os nmeros indicam alguns dos seus componentes.

Desenhos que representam o estmago humano. (A) Estrutura do estmago e da parte final do esfago, mostrando as camadas musculares e a estrutura interna. esquerda, detalhes da crdia e do piloro. direita, deslocamento do alimento no esfago devido ao peristaltismo. (B) Detalhe da superfcie interna do estmago. (C) Corte da mucosa gstrica mostrando a estrutura de glndulas estomacais. (D) Detalhe de uma glndula estomacal mostando as clulas secretoras de pepsinognio(em rosa) e de cido clordrico.

O local onde se inicia a digesto enzimtica das gorduras que ingerimos como alimento est identificado pelo nmeroa) 1 d) 4 b) 2 e) 5 c) 3

No duodeno, duas importantes glndulas lanam suas secrees; o fgado e o pncreas. O fgado produz a bile que, apesar de no comer enzimas digestivas, emulsiona gordura, permitindo maior eficincia ao ataque de enzimas. O fgado comunica-se com o duodeno atravs do canal coldoco, que traz a bile armazenada na vescula biliar. O pncreas produz enzimas digestivas, comunicando-se

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com o duodeno atravs do canal pancretico.

Representao esquemtica do intestino grosso humano. Na juno entre os intestinos delgado e grosso localiza-se a papila ileal, que atua como vlvula, impedindo o refluxo de material para o leo. A principal funo do colo absorver a gua da massa de resduos da digesto, o que solidifica as fezes.

Digesto de Ruminantes. Quando um ruminante engole um bocado de capim, o alimento vai para os dois primeiros compartimentos do estmago, o rume (ou pana) e o retculo (ou barrete), onde vivem bactrias e protozorios que digerem a celulose do capim. Periodicamente, o animal faz o alimento voltar boca para ser mastigado, e quando a massa alimentar est suficientemente triturada e a celulose j foi bem digerida pelos microorganismos, ele a envia para o terceiro compartimento, o omasso ( ou folhoso). A ocorre absoro do excesso de gua do bolo malimentar, que passado para o ltimo compartimento estomacal, o abomasso (ou coagulador). Nesse compartimento, ocorre a digesto por enzimas produzidas pelo prprio ruminante. Durante as sucessivas ingestes e regurgitaes, os microorganismos proliferam bastante e constituem parte aprecivel do bolo alimentar quando esse chega ao abomasso. As enzimas gstricas digerem as protenas contidas no bolo alimentar e tambm nos microorganismos; na verdade, estes so a principal fonte de aminocidos e de vitaminas para os ruminantes.

Esquema que representa a seqncia de ativao enzimtica desencadeada pela esteroquiniase. As molculas dessa enzima esto aderidas s membranas das clulas do epitlio intestinal

Desafio Biolgico01. (Fuvest) A ingesto de alimentos gordurosos estimula a contrao da vescula biliar. A bile, liberada noa) estmago, contm enzimas que digerem lipdios; b) estmago, contm cidos que facilitam a digesto dos lipdios; c) fgado, contm enzimas que facilitam a digesto dos lipdios; d) duodeno, contm enzimas que digerem lipdios; e) duodeno, contm cidos que facilitam a digesto dos lipdios.

O suco pancretico, lanado no duodeno quando da chegada do quimo, contm, alm de enzimas digestivas, bicarbonato, que neutraliza a acidez do quimo. As principais enzimas do pncreas so: Amilases: atuam sobre o amido que no foi digerido na boca, transformando-o em maltose. Proteases: atuam sobre protenas no digeridas no estmago, transformando-as em peptonas. A protease produzida pelo pncreas a tripsina. Lipases: atuam sobre lipdios (gorduras), transformando-os em cidos graxos e glicerol. Alm dessas enzimas, existem vrias outras produzidas no mais pelo pncreas, mas pela prpria parede do intestino delgado, formando o suco intestinal. Algumas dessas enzimas so: Maltase: degrada maltose em glicose. Peptidases: degradam peptonas em aminocidos. Lipases: degradam lipdios em cidos graxos e glicerol. Essa transformao final do alimento que ocorre no intestino delgado denomina-se quilificao, sendo que o quimo passa a ser denominado quilo. Este contm os produtos finais da digesto de carboidratos, protenas e lipdios, que so, respectivamente, glicose, aminocidos e cidos graxos e glicerol. Alm dessas substncias orgnicas, o quilo contm gua e sais minerais, substncias inorgnicas que no sofrem digesto. Os produtos finais da digesto, parte da gua e sais minerais, passam do intestino delgado para a circulao. Esse processo denomina-se absoro. No intestino existem inmeras vilosidades intestinais cuja principal funo aumentar a superfcie de contato do intestino com o quilo, favorecendo a absoro.

02. (FuvestGV) A remoo de um rgo de um animal reduziu a capacidade de digerir lipdios, protenas e amido e provocou aumento da taxa de glicose no sangue. Esse rgo a) a glndula adrenal; c) a tireide;. e) a hipfise. b) o pncreas; d) a paratireide;

03. (PUCMG) A seguir esto representados os tubos digestrios de dois diferentes animais.Representao esquemtica do sistema digestivo de um ruminante

Exerccios01. Quando se come um cozido, as batatas e a carne comeam a ser digeridas, respectivamente,a) b) c) d) e) no estmago e na boca; na boca e no estmago; na boca e no duodeno; no estmago e no duodeno; no duodeno e no estmago.

02. (UFC) O alimento passa do esfago para o estmago como resultado de uma onda peristltica. Assinale a alternativa que mostra o tecido responsvel pela peristalse do sistema digestrio.(A) Organizao da parede intestinal. (B) Detalhe das dobras da mucosa intestinal. (C) Detalhe das vilosidades intestinais. (D) Clulas intestinais, mostrando microvilosidades.

De acordo com seus conhecimentos sobre nutrio e sistemas digestrios de vertebrados, INCORRETO afirmar:a) A digesto de protenas, de origem animal ou vegetal, inicia-se no estmago e deve terminar no intestino delgado, onde ocorre a absoro dos aminocidos. b) No intestino grosso dos dois animais, ocorre reabsoro de gua e de alguns sais. c) O grande tamanho do ceco do herbvoro quando comparado ao do carnvoro relaciona-se com o aproveitamento da celulose. d) Devido grande quantidade de fibras vegetais na sua dieta, os herbvoros representados so ruminantes.

Aps a absoro, restam no intestino, alm da gua, substncias inaproveitveis, no digeridas; essas substncias passam para o intestino grosso, constituindo as fezes, que sero eliminadas atravs do nus. No intestino grosso, ocorre ainda imensa absoro de gua, dando s vezes consistncia pastosa.

a) b) c) d) e)

Tecido Tecido Tecido Tecido Tecido

muscular esqueltico. muscular liso. conjuntivo. adiposo. epitelial.

03. (PUCSP) Aps o processo de digesto, molculas de glicose so armazenadas no _____I_____ na forma de glicognio. Da, a glicose encaminhada para o sangue, sendo sua taxa controlada pela insulina, hormnio produzido no _____II_____. No trecho apresentado, as lacunas I e II devem ser preenchidas, correta e respectivamente, pora) b) c) d) e) 9 fgado e duodeno; fgado e pncreas; pncreas e fgado; pncreas e duodeno; duodeno e pncreas.

04. (UFPI) Que tipo de msculo responsvel pela peristalse ao longo do trato digestrio?a) b) c) d) e) Cardaco. Voluntrio. Liso. Estriado. Esqueltico.

Desafio gramat ical01. (FGV) A grande imprensa deixa de dizer a seu pblico leitor que o importante mesmo no satanizar o funcionrio pblico, e sim colocar a pauta do pleno emprego como pressuposto de uma reforma do sistema previdencirio.O trecho acima poderia ser pontuado de outra maneira, mantendose o mesmo sentido e de acordo com as regras de pontuao. Assinale a alternativa em que isso ocorra. a) A grande imprensa deixa de dizer, a seu pblico leitor, que o importante mesmo no satanizar o funcionrio pblico e sim colocar a pauta do pleno emprego como pressuposto de uma reforma do sistema previdencirio. b) A grande imprensa deixa de dizer a seu pblico leitor que o importante, mesmo, no satanizar o funcionrio pblico, e sim, colocar a pauta do pleno emprego como pressuposto de uma reforma do sistema previdencirio. c) A grande imprensa deixa de dizer a seu pblico leitor que o importante mesmo no satanizar o funcionrio pblico, e, sim, colocar a pauta do pleno emprego como pressuposto de uma reforma do sistema previdencirio. d) A grande imprensa deixa de dizer a seu pblico leitor que o importante mesmo, no satanizar o funcionrio pblico, e sim colocar a pauta do pleno emprego como pressuposto de uma reforma do sistema previdencirio. e) A grande imprensa deixa de dizer a seu pblico leitor que o importante mesmo no satanizar o funcionrio pblico e, sim colocar a pauta do pleno emprego como pressuposto de uma reforma do sistema previdencirio.

PortugusProfessor Joo BATISTA Gomes

so pretos que vivem em torres de [ametistas. Os sargentos do exrcito so monistas, [cubistas, os filsofos so polacos vendendo a [prestaes. a) A funo sinttica do onde adjunto adverbial de lugar. b) O sujeito de vivem o substantivo pretos. c) No vocbulo cantam, h dgrafo e ditongo. d) No vocbulo vivem, h ditongo. e) No vocbulo vendendo, h dois dgrafos.

TextoCANO DO EXLIOMurilo Mendes Minha terra tem macieiras da Califrnia onde cantam gaturamos de Veneza. Os poetas da minha terra so pretos que vivem em torres de [ametistas. Os sargentos do exrcito so monistas, [cubistas, os filsofos so polacos vendendo a [prestaes. A gente no pode dormir com os oradores e os pernilongos. Os sururus em famlia tm por testemunha [a Gioconda. Eu morro sufocado em terra estrangeira. Nossas flores so mais bonitas nossas frutas mais gostosas mas custam cem mil ris a dzia. Ai quem me dera chupar uma carambola [de verdade e ouvir um sabi com certido de idade.

04. Sobre os seguintes versos do poema, assinale a afirmativa incorreta.A gente no pode dormir com os oradores e os pernilongos. Os sururus em famlia tm por testemunha [a Gioconda. a) H, na estrofe, crtica preferncia nacional pela pintura estrangeira. b) O vocbulo sururus no leva acento grfico por ser oxtono terminado em us. c) O emprego de a gente acentua o carter popular do poema. d) O acento grfico em tm diferencial de tonicidade. e) A expresso com os oradores e os pernilongos funciona, no contexto, como adjunto adverbial de causa.

Perscrutando o texto01. Sobre o poema em questo, julgue as afirmativas seguintes.a. ( ) Trata-se de uma pardia ao poema homnimo de Gonalves Dias. b. ( ) Predominam, no poema, os versos heteromtricos e brancos. c. ( ) Pela disposio dos versos nas estrofes e das estrofes no papel, pode-se classific-lo de soneto. d. ( ) Na terceira estrofe, h uma anfora. e. ( ) H, no poema, exemplo de versos prosaicos.

05. Sobre os seguintes versos do poema, assinale a afirmativa incorreta.Eu morro sufocado em terra estrangeira. Nossas flores so mais bonitas nossas frutas mais gostosas mas custam cem mil ris a dzia. a) Acentuando o preo das flores e das frutas, o poeta explica porque o brasileiro prefere produtos importados. b) No terceiro verso, h uma zeugma. c) O vocbulo estrangeira contm dois encontros consonantais, um dgrafo e um ditongo decrescente oral. d) O vocbulo cem contem ditongo decrescente nasal. e) H, na estrofe, exemplo de orao subordinada sindtica adversativa.

02. Sobre a primeira estrofe do poema, julgue as afirmativas seguintes.a. ( ) Os dois primeiros versos sugerem que nossas frutas e nossos pssaros so importados. b. ( ) Dizendo que os poetas so pretos que vivem em torres de ametistas, o autor acentua o grau de sonho e fantasia em que vivem e produzem seus textos. c. ( ) H, na estrofe, duas oraes subordinadas adjetivas restritivas. d. ( ) Os verbos cantar (verso 2) e viver (verso 4) esto empregados como intransitivos. e. ( ) No segundo verso, pode-se trocar onde por que sem prejuzo gramatical.

06. Nos seguintes versos do poema:Ai quem me dera chupar uma carambola [de verdade e ouvir um sabi com certido de idade. a) H apenas uma orao subordinada. b) H oraes subordinadas coordenadas entre si. c) O me tem funo de objeto direto. d) A seqncia dera chupar uma locuo verbal. e) H duas oraes subordindas: uma desenvolvida, outra reduzida.

02. (Desafio da TV) Em que frase o pronome lhe foi empregado erradamente?a) Amo-lhe o carter acima de tudo. b) Por toda a vida, ser-lhe-ei muito grato. c) Ela me disse muitas coisas speras, mas eu no lhe agredi. d) Estou com ela h mais de dez anos: conheo-lhe todas as manias. e) De hoje em diante, probo-lhe tudo, at sair com os amigos.

03. (Desafio do Rdio) Em que frase o pronome lhe foi empregado erradamente?a) b) c) d) e) Conheo-lhe de algum lugar. Conheo-lhe toda a famlia. Em pleno dia, roubaram-lhe a canoa. Em sinal de carinho, apertei-lhe a mo. Com pacincia, ouvi-lhe as queixas.

07. Sobre os seguintes versos do poema, assinale a afirmativa incorreta.Ai quem me dera chupar uma carambola [de verdade e ouvir um sabi com certido de idade. a) O poeta insinua que o sabi, smbolo de brasilidade na poca romntica, no brasileiro. b) O vocbulo quem contm um dgrafo e um ditongo decrescente nasal.

03. Ainda sobre a primeira estrofe do poema, transcrita a seguir, assinale a afirmativa incorreta.Minha terra tem macieiras da Califrnia onde cantam gaturamos de Veneza. Os poetas da minha terra

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c) Os verbos chupar e ouvir esto empregados com a mesma regncia. d) No vocbulo carambola, h dgrafo. e) O vocbulo sabi tem acento grfico para no confundir com sabia ou sbia.

Momento da dissertaoPONTUAO II Vrgula com idias adverbiais1. Idia adverbial no incio Idia adverbial (adjunto ou orao) no incio do perodo (ou da orao): provoca uma vrgula cuja obrigatoriedade flexvel. O uso da vrgula, nesse caso, sinal de respeito norma culta da lngua. A falta dela no constitui erro, principalmente quando a idia adverbial formada por uma nica palavra. Julgue os perodos seguintes quanto ao uso da vrgula. a. ( ) Na velhice, falta-nos o apoio da famlia. b. ( ) Na velhice, falta-nos o apoio da famlia. c. ( ) Hoje, viver tornou-se uma luta diria. d. ( ) Hoje viver tornou-se uma luta diria. e. ( ) Com o tempo, o brilho da juventade esmaece. f. ( ) Com o tempo o brilho da juventade esmaece. g. ( ) Quando somos jovens, tudo so flores. 2. Idia adverbial no meio Idia adverbial (adjunto ou orao) no meio do perodo (ou da orao): provoca duas vrgulas cuja obrigatoriedade flexvel. Nesse caso, o uso de uma nica vrgula imperdovel. Julgue os perodos seguintes quanto ao uso da vrgula. a. ( ) Falta-nos, na velhice, o apoio da famlia. b. ( ) Falta-nos na velhice o apoio da famlia. c. ( ) Falta-nos na velhice, o apoio da famlia. d. ( ) Viver tornou-se, hoje, uma luta diria. e. ( ) Viver tornou-se hoje uma luta diria. f. ( ) Viver tornou-se hoje, uma luta diria. g. ( ) Quando o apoio da famlia nos falta, a luta para sobreviver fica quase invencvel. 3. Idia adverbial no fim Idia adverbial (adjunto ou orao) no fim do perodo (ou da orao): deve aparecer sem vrgula. Julgue os perodos seguintes quanto ao uso da vrgula. a. ( ) Um dia, Sem-Pernas cortara de navalha um garom de restaurante para furtar apenas um frango assado. (Jorge Amado) b. ( ) Um dia, Sem-Pernas cortara de navalha um garom de restaurante, para furtar apenas um frango assado. (Jorge Amado) c. ( ) Sem-Pernas, um dia, cortara de navalha um garom de restaurante para furtar apenas um frango assado. (Jorge Amado) d. ( ) Cotas raciais, de acordo com a tradio brasileira, estimulam uma definio racial mais ntida. e. ( ) Cotas raciais estimulam uma definio racial mais ntida de acordo com a tradio brasileira. f. ( ) Cotas raciais estimulam uma definio racial mais ntida, de acordo com a tradio brasileira.

08. Opte pelo item em que a pontuao foi feita com base na norma culta da lngua escrita.a) Eu morro sufocado em terra estrangeira. Nossas flores so mais bonitas; nossas frutas, mais gostosas; custam, porm, cem mil ris a dzia. b) Eu morro sufocado em terra estrangeira. Nossas flores so mais bonitas; nossas frutas mais gostosas; custam porm, cem mil ris a dzia. c) Eu morro sufocado em terra estrangeira. Nossas flores so mais bonitas; nossas frutas, mais gostosas; porm, custam cem mil ris a dzia. d) Eu morro sufocado em terra estrangeira. Nossas flores so mais bonitas, nossas frutas mais gostosas; porm, custam cem mil ris a dzia. e) Eu morro sufocado em terra estrangeira. Nossas flores so mais bonitas, nossas frutas, mais gostosas. Custam porm cem mil ris a dzia.

Anota A!MURILO MENDESNascimento e morte Murilo Monteiro Mendes nasce em Juiz de Fora (MG), em 13 de maio de 1901. Falece em Lisboa, em 15 de agosto de 1975. Leituras Inicia cedo suas leituras. Conhece as obras de Jlio Verne, Racine, Corneille e Molire. Tem oportunidade de ler Cesrio Verde, Ea, Antnio Nobre, Fialho, Camilo, Machado de Assis, Castro Alves, Alphonsus de Guimaraens. Corresponde-se com Alphonsus de Guimaraens, Olavo Bilac, Alberto de Oliveira, Coelho Neto. Rio de Janeiro Em 1920, vai para o Rio de Janeiro (GB), a chamado do irmo Jos Joaquim, engenheiro, chefe da comisso de retombamento da lagoa Rodrigo de Freitas, do Ministrio da Fazenda. No ano seguinte, no Ministrio, conhece Ismael Nri, recmchegado da Europa e com o qual faz grande amizade. Contato com os modernistas Na casa do pintor Ismael, renem-se intelectuais, artistas, literatos, entre outros Antnio Bento, Mrio Pedrosa, Barreto Filho. Freqentando esse meio, trava relaes com Graa Aranha, Mrio e Oswald de Andrade, chefes da revoluo modernista. Primeiro livro Tem o primeiro livro publicado em 1930 (mesmo ano de estria de Carlos Drummond de Andrade), Poesias, por insistncia do pai. Recebe o prmio Graa Aranha, com Rachel de Queiroz e Ccero Dias. Da para diante, lana novas obras, firmando-se no cenrio literrio brasileiro. Professor de Literatura Em 1959, instala-se em Roma, como professor de Literatura Brasileira, nas universidades de Roma e de Pisa. OBRAS: 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. Poesias, 1930 Histria do Brasil, 1932 Tempo e Eternidade, 1935 A Poesia em Pnico, 1941 O Visionrio, 1941 As Metamorfoses, 1941. Mundo Enigma, 1945. Poesia e liberdade, 1947

09. Sobre os versos seguintes, assinale o item incorreto.Eu morro sufocado em terra estrangeira. Nossas flores so mais bonitas nossas frutas mais gostosas mas custam cem mil ris a dzia. a) A expresso em terra estrangeira adjunto adverbial. b) O possessivo nossas tem funo de adjunto adnominal. c) O verbo custar est empregado como transitivo direto. d) Os adjetivos bonitas e gostosas tm funo de predicativo do sujeito. e) O adjetivo estrangeira tem funo de adjunto adnominal.

10. Escolha a construo em que a norma culta escrita no foi respeitada.a) Minha terra tem macieiras da Califrnia onde cantam gaturamos de Veneza. b) Minha terra tem macieiras da Califrnia em que cantam gaturamos de Veneza. c) H, em minha terra, macieiras da Califrnia onde cantam gaturamos de Veneza. d) Existe, em minha terra, macieiras da Califrnia em que gaturamos de Veneza cantam. e) Em minha terra, existem macieiras da Califrnia onde gaturamos de Veneza cantam.

MINIANTOLOGIA Homo Brasiliensis O homem o nico animal que joga no bicho. (Histria do Brasil, 1932) Amostra da Poesia Local Tenho duas rosas na face, Nenhuma no corao. No lado esquerdo da face Costuma tambm dar alface, No lado direito no.(Histria do Brasil, 1932)

11. Escolha a construo em que a norma culta escrita no foi respeitada.a) Os poetas da minha terra so pretos que vivem em torres de ametistas. b) Os poetas da minha terra so pretos os quais vivem em torres de ametistas. c) Em minha terra, no se pode dormir por causa dos oradores e dos pernilongos. d) Em minha terra, no pode dormir-se por causa dos oradores e dos pernilongos. e) Em minha terra, no pode-se dormir por causa dos oradores e dos pernilongos.

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Encarte referente ao curso pr-vestibular Aprovar da Universidade do Estado do Amazonas. No pode ser vendido.

EXERCCIO (p. 3) 01. A; 02. E; 03. E; DESAFIO QUMICO (p. 3)

Governador Eduardo Braga Vice-Governador Omar Aziz Reitora Marilene Corra da Silva Freitas Vice-Reitor Carlos Eduardo Gonalves Pr-Reitor de Planejamento e Administrao Antnio Dias Couto Pr-Reitor de Extenso e Assuntos Comunitrios Ademar R. M. Teixeira Pr-Reitor de Ps-Graduao e Pesquisa Walmir Albuquerque Coordenadora Geral Munira Zacarias Rocha Coordenador de Professores Joo Batista Gomes Coordenador de Ensino Carlos Jennings Coordenadora de Comunicao Liliane Maia Coordenador de Logstica e Distribuio Raymundo Wanderley Lasmar Produo Renato Moraes Projeto Grfico Jobast Alberto Ribeiro Antnio Carlos Aurelino Bentes Heimar de Oliveira Mateus Borja Paulo Alexandre Rafael Degelo Tony Otani Editorao Eletrnica Horcio Martins

AMABIS, Jos Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Conceitos de Biologia das clulas: origem da vida. So Paulo: Moderna, 2001. CARVALHO, Wanderley. Biologia em foco. Vol. nico. So Paulo: FTD, 2002. COVRE, Geraldo Jos. Qumica Geral: o homem e a natureza. So Paulo: FTD, 2000. FELTRE, Ricardo. Qumica: fsicoqumica. Vol. 2. So Paulo: Moderna, 2000. LEMBO, Antnio. Qumica Geral: realidade e contexto. So Paulo: tica, 2000. LEVINE, Robert Paul. Gentica. So Paulo: Livraria Pioneira, 1973. LOPES, Snia Godoy Bueno. Bio. Vol. nico. 11.a ed. So Paulo: Saraiva. 2000. MARCONDES, Ayton Csar; LAMMOGLIA, Domingos ngelo. Biologia: cincia da vida. So Paulo: Atual, 1994. REIS, Martha. Completamente Qumica: fsico-qumica. So Paulo: FTD, 2001. SARDELLA, Antnio. Curso de Qumica: fsico-qumica. So Paulo: tica, 2000.

01.

02.

a) hidroxi 3-metil benzeno b) hidroxi 3-etil benzeno c) hidroxi 2, 4, 6 trietil benzeno

03.

04. E; 05. Porque o 1-propanona no cetona, mas sim aldedo (propanal).; 06. D; DESAFIO QUMICO (p. 4) 01. E; 02. A; 03. A; 04. Ficara 8 vezes maior; EXERCCIO (p. 5) 01. D; 02. A; 03. D; DESAFIO QUMICO (p. 5) 01. 0,4mol/min; 02. E; 03. A; 04. E; 05. C; 06. D; DESAFIO BIOLGICO (p. 6) 01. B; 02. E; 03. A; 04. E; EXERCCIO (p. 7) 01. B; 02. D; 03. C; DESAFIO BIOLGICO (p. 7) 01. A; 02. A; DESAFIO BIOLGICO (p. 8) 01. B; 02. A; 03. C; 04. C; EXERCCIOS (p. 9) 01. B; 02. C; 03. A; 04. B; 05. B; 06. E; 07. E; 08. B; PERSCRUTANDO O TEXTO (p. 10) 01. C; 02. C; 03. F, F, V, V e F; 04. E; 05. B; 06. V, V, F, V e F; 07. F, F, F, V e V; EXERCCIO (p. 11) 01. B; 02. E; DESAFIO GRAMATICAL (p. 11) 01. A; 02. E; 03. C; 04. B;

Este material didtico, que ser distribudo nos Postos de Atendimento (PAC) na capital e Escolas da Rede Estadual de Ensino, base para as aulas transmitidas diariamente (horrio de Manaus), de segunda a sbado, nos seguintes meios de comunicao: TV Cultura (7h s 7h30); sbados: reprise s 23h Amazon Sat (21h30 s 22h) RBN (13h s 13h30) reprise: 5h30 e 7h (satlite) Rdio Rio Mar (19h s 19h30) Rdio Seis Irmos do So Raimundo (8h s 9h e reprise de 16h s 16h30) Rdio Panorama de Itacoatiara (11h s 11h30) Rdio Difusora de Itacoatiara (8h s 8h30) Rdio Comunitria Pedra Pintada de Itacoatiara (10h s 10h30) Rdio Santo Antnio de Borba (18h30 s 19h) Rdio Estao Rural de Tef (19h s 19h30) horrio local Rdio Independncia de Maus (6h s 6h30) Rdio Cultura (6h s 6h30 e reprise de 12h s 12h30) Centros e Ncleos da UEA (12h s 12h30) Postos de distribuio: PAC So Jos Alameda Cosme Ferreira Shopping So Jos PAC Cidade Nova Rua Noel Nutles, 1350 Cidade Nova I PAC Compensa Av. Brasil, 1325 Compensa PAC Porto Rua Marqus de Santa Cruz, s/n. armazm 10 do Porto de Manaus Centro PAC Alvorada Rua desembargador Joo Machado, 4922 Planalto PAC Educandos Av. Beira Mar, s/n Educandos

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