Revist@mais Dez14

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  • 8/10/2019 Revist@mais Dez14

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    revist@ n 6, dezembro 2014 ano letivo 2014/15

    ISSN 21832196

    revistrevistrevist@@@maismaismais

    Agrupamento de Escolasde Oliveira do Bairro

  • 8/10/2019 Revist@mais Dez14

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    revist@ n 6, dezembro 2014

    pgin@ 2Sede: Rua Dr Accio de Azevedo, 28 3770-213 Oliveira do Bairro Tel: +351 234 747 747

    FICHA TCNICAtulo

    revist@mais

    equipa tcnica

    Capa: Gonalo Pereira, aluno do 11C

    Layout: Paula Agosnho

    Reviso: Llia Filipe e Lygia Pereira

    Editores:Joaquim de Almeida e Alberto Cardoso

    ISSN

    21832196

    ragem

    250 exemplares

    Reservados todos os direitos de acor-

    do com a legislao em vigor

    dezembro 2014

    agradecimentos

    A todos os colaboradores, professores, encarregados de

    educao, assistentes operacionais, mas especialmente aosalunos sem os quais esta publicao no faria sendo.

    agrupamento de escolas de Oliveira do Bairro

    Afrmar a Conscincia

    Rua Dr Accio de Azevedo, 28 3770-213 Oliveira do Bairro

    +351 234 747 747

    director@aeob.edu.pt

    www.aeob.edu.pt

    hps://www.youtube.com/channel/UCmLk7b-Mmmb1ThCGPLjQkDg

    facebook.pt/aeobairro

  • 8/10/2019 Revist@mais Dez14

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    revist@ n 6, dezembro 2014

    pgin@ 3Sede: Rua Dr Accio de Azevedo, 28 3770-213 Oliveira do Bairro Tel: +351 234 747 747

    ndicepgin@ 4 editorial

    pgin@ 5

    pr-escolar em revist@

    pgin@ 6

    pgin@ 9

    1 ciclo em revist@

    pgin@ 15

    pgin@ 16 hino do @grupamento

    educao especi@l

    pgin@ 21

    trabalhos de @lunosensino prossionalizante em revist@

    pgin@ 26

    pgin@ 28 biblioteca@ndo ...

    pgin@ 30

    em entrevist@

    pgin@ 33

    opini@o

    pgin@ 35

    acontece no @eob

    desporto em revist@

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    revist@ n 6, dezembro 2014

    pgin@ 4Sede: Rua Dr Accio de Azevedo, 28 3770-213 Oliveira do Bairro Tel: +351 234 747 747

    Crise connua a ser um vocbulo permanente no discurso quo-

    diano: crise nanceira, crise na sade, crise na educao, crise de

    valores, crise na famlia

    Claro que a escola afetada por todas estas crises, pelo que vos

    convidava a acompanhar a minha reexo:

    Num passado ainda pouco longnquo o casamento era para a vida,

    raros eram os casos de famlias desestruturadas. Por muita omisso

    que reinasse no Lar, a estrutura familiar permanecia intacta ao longo

    da vida, orientada por princpios de obedincia ao progenitor e respei-

    to progenitora. Os jovens eram independentes s aps o casamento,

    consumado passado um namoro velado e longo, quesonar era apan-

    gio dos desviados.

    Meios de comunicao social? Os jornais e algumas revistas, para

    quem nha posses para os comprar e sabedoria para os ler; mais tardea televiso, com nocirio, futebol e cantoria.

    Esta realidade era transposta para a escola: o professor era o

    magister inquesonvel, a aula o espao sagrado de transmisso de

    conhecimento.

    E hoje?

    Comeam a rarear as famlias estruturadas, frequente pergun-

    tarmos aos nossos alunos pelo pai e quesonarem qual deles?; tudo

    e todos so quesonveis, o conhecimento entra-nos em casa atravs

    do simples pressionar de um boto, assim como os reality shows e

    os programas com bolinha a que as nossas crianas assistem calma-

    mente na inmidade dos seus quartos, em seres roubados s horas

    do sono; os nossos jovens tm relacionamentos srios e assumidos

    pelas famlias, quando era suposto ainda brincar com bonecas e bolas

    de trapos.

    Ouvimos frequentemente chamar a isto crise de valores.

    Ouvimos frequentemente o clich preciso aceitar a diferena e

    a mudana.

    Faz sendo pararmos para reecr: CRISE ou MUDANA?

    Tenham um Bom Natal, um Ano Novo pleno de felicidade e SEJAM

    FELIZES!

    Jlia Gradeo

    Diretora do AEOB

    editorial

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    revist@ n 6, dezembro 2014

    pgin@ 5Sede: Rua Dr Accio de Azevedo, 28 3770-213 Oliveira do Bairro Tel: +351 234 747 747

    Eu desenhava um grasmo feioso, naquele espao idencado como

    rbrica do professor, que era diferente de hora para hora, dia para dia,

    e agora, ao fazer uma consulta aos sumrios, aparece-me uma assinatu-

    ra toda cernha, sempre igual e, pior ainda, com o nome de Joo Matos

    quando a minha rbrica era Joo Oliveira. Esta situao a causa de

    uma forte crise de personalidade na minha pessoa, que pode ser descri-

    ta como Mrio de S-Carneiro o fez quando escreveu, Eu no sou eu

    nem sou o outro, com a agravante no presente caso, de no se saber a

    quem est desnado o papel do outro, que nem mais nem menos

    Fernando Pessoa, se para mim ou para esse tal Joo Matos que anda a

    rubricar os meus sumrios.

    Ademais, estou a pensar dedicar-me pintura quando

    for para a reforma, daqui a 22 anos e pouco e, daqui

    at l, pela falta de uso, vou esquecer como se faz

    aquela rubrica que usava no livro de ponto, pelo que

    terei que assinar os meus quadros com os cdigos

    do programa de sumrios electrnicos. fcil de

    imaginar, os guias dos mais presgiados museusdo mundo: Observem agora este magnco quadro

    da autoria de f736, uma vergonha para mim, um

    orgulho para os governantes, um portugus a

    fazer o uso pleno da tecnologia, o f736 a envergonhar aquelas arcaicas

    e horrorosas assinaturas de Rembrandt, Picasso ou Monet, e, boleia

    deste, podero ainda acrescentar que se isto no impressionismo,

    no mnimo impressionante.

    Outro pormenor signicavo, o facto de o nome do ulizador do pro-grama de sumrios comear pela letra efe. Poderia comear por p ou

    ser apenas um nmero, mas comear por efe no to inocente assim,

    como se poderia pensar. Numa primeira abordagem e por excluso de

    partes, restaram-me trs hipteses, a primeira das quais est relaciona-

    da com o estado em que estamos, os portugueses em geral e os profes-

    sores em parcular, e as 2 e 3, com o estado em que estaremos no

    futuro prximo e mais distante. Mas a cincia no se coaduna com as

    incertezas de trs hipteses, se bem que, s por questes de conjuga-

    o verbal a 1 no pode ser reunida com a 2, e a 3 no se funde com

    as restantes, porque no existe tempo verbal para o futuro do futuro,

    por isso, seguindo as regras do mtodo experimental e com ajuda de

    soscados instrumentos de medida, verica-se que o cdigo de acesso

    ao programa de sumrios de 5 caracteres, exactamente o nmero de

    letras que faltam para completar a tal palavra comeada por efe. Assim,

    considerando que L representa o tamanho da pala-

    vra em letras, a equao matemca que explica

    tudo isto, traduz-se em:

    f + ##### = 6L.

    assim que eu me sinto: FALIDO. Ressalva-se

    que a aplicao desta frmula no vlida para

    o ulizador f16, devido compreensvel atraco

    deste por russos, sobretudo os de apelido Tupo-lev.

    E por aqui me co, caso contrrio haveria ainda

    matria que dava para escrever um livro com tantas ou mais pginas do

    que aquelas colectneas de discursos, intervenes e at, imagine -se,

    de pensamentos, dos polcos em nal de carreira, e a concluso que

    resulta da sua leitura a mesma que se pode rerar de uma chave de

    um jogo de palavras cruzadas, mas que tem a incontestvel vantagem

    de ajudar a encher a estante, pois o volume que ocupa na prateleira equivalente ao de o monte de palha, que depois de zipada constuir

    um fardo da dita. Ardilosa comparao esta.

    Joo Matos

    opinio

    TENHO SAUDADES DO LIVRO DE PONTO

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    revist@ n 6, dezembro 2014

    pgin@ 6Sede: Rua Dr Accio de Azevedo, 28 3770-213 Oliveira do Bairro Tel: +351 234 747 747

    em entrevist@

    conversa com

    Dra Elsa Pires, Vereadora da Educao,

    Cultura e Ao Social da Cmara Municipal

    de Oliveira do Bairro

    Elsa dos Reis Pires nasceu em Bustos. Frequentou a Escola

    Primria da Quinta Nova e o Colgio do Infante, de Oliveira

    do Bairro. licenciada em Educao de Infncia pela Univer-

    sidade de Aveiro. Ocupou vrios cargos de Direo Pedag-

    gica em Instuies Parculares de Solidariedade Social e

    manteve um vnculo, durante muitos anos, de cooperao

    com a Universidade de Aveiro na formao de professores.

    Esteve ainda ligada aos Servios Educavos da Fundao de

    Serralves, no Porto e parcipou, como voluntria, em vrios

    projetos no mbito da educao e da ao social.

  • 8/10/2019 Revist@mais Dez14

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    revist@ n 6, dezembro 2014

    pgin@ 7Sede: Rua Dr Accio de Azevedo, 28 3770-213 Oliveira do Bairro Tel: +351 234 747 747

    em entrevist@

    Como vereadora, para alm do Ensino e da Educao, que outras reas so da sua responsabilidade?

    A rea da Ao Social tambm da minha responsabilidade, tal como a Cultura. So reas que acabam por se cruzar em muitos dos projetos que desen-

    volvemos. A Educao, a Ao Social e a Cultura so pensadas de forma transversal, procurando trabalhar de forma concertada, e muldisciplinar, as

    vrias dimenses da complexidade humana. No pode exisr Educao sem Cultura e ambas no existem sem que as necessidades mais bsicas das nos-sas crianas estejam asseguradas.

    So variadas as competncias da autarquia na rea do ensino e da educao. Gostaria de destacar alguma?

    Antes de mais gostaria de recordar que todo o parque escolar pblico do concelho, assim como o pessoal no docente, AECs (Avidades de Enriqueci-

    mento Curricular) e AAFs (Avidades de Apoio Famlia), da nossa responsabilidade,