AGU Brasil digital - N17

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O Informativo AGU Brasil é uma publicação digital semanal voltada para o público interno.

Text of AGU Brasil digital - N17

  • Informativo semanal da Advocacia-Geral da Unio 29/06/2015 N 17

    BRASILServidores que transformam AGU

    Equidadena AGU

    Cuide da sade

    NOVA ESTAO

    05 0807

    GNERO E RAA

    Sugestes enviadas por colaboradores viram metas do plano de ao da Procuradoria-Geral Federal em 2015. Saiba como funciona o projeto Fbrica de ideias e veja o depoimento (foto ao lado) do procurador federal Melquizedek Soares que parti-cipou da edio deste ano. Pg. 02

    Panorama AGU ganhador

    PRMIO

  • A ideia de dividir responsabilidades e tornar os colaboradores igualmen-te comprometidos com as tomadas de deciso, j adotada em boa parte do setor privado, parece ser mesmo uma tendncia no servio pblico. Cada vez mais, os rgos tm aber-to canais de comunicao para que aquele servidor l da ponta indique de que forma as atividades podem ser desburocratizadas, como aumentar a produo ou de que maneira melho-rar os resultados e alcanar metas.

    Um bom exemplo desse novo mo-delo o projeto Fbrica de Ideias, da Procuradoria-Geral Federal (PGF). Lanado em julho do ano passado, s este ano a iniciativa incluiu 20 su-gestes no Plano de Aes do rgo para 2015. Outras trs foram alm e compem agora o Plano de Diretri-zes Estratgicas 2015/2019 da PGF. Quatro inovaes propostas esto em processo de anlise pelos rgos responsveis.

    Ao todo, 35 sugestes foram envia-das. Elas foram analisadas pelo Con-

    GESTO PARTICIPATIVA

    selho do Fbrica de Ideias, composto por membros do Gabinete, dos de-partamentos, das coordenaes, da Diviso de Assuntos Disciplinares, das procuradorias-regionais e pelo representante da carreira de pro-curador federal no Conselho Superior da AGU. O colegiado presidido pelo procurador--geral Federal. As reunies so mensais, ou conforme a demanda de sugestes rece-bidas (veja como funciona no infogrfico).

    A captao de ideias por meio de canal di-reto de comunicao proporciona uma am-pliao considervel na capacidade cria-tiva e de inovao da instituio, o que re-sulta na rapidez e na efetividade no atendi-mento das necessidades da organizao, explica Allan Luiz Oliveira Bar-

    ros, da Diviso de Projetos e Assun-tos Estratgicos da PGF, rgo res-ponsvel por receber as sugestes.

    Colocando a idia em prticaTransformadas em planos de ao,

    algumas das proposies come-aram a ser implementadas.

    O procurador federal Felipe Machado, da PSF de Novo Hamburgo (RS), notou que nos ltimos tempos a pro-

    posta encaminhada por ele, em setembro do ano passado, sur-tiu efeito. Ele solicitou que fosse liberado o acesso ao programa de computador Lync usado como chat interno da AGU nas

    unidades avanadas da PGF que utilizam a internet da Previdn-cia. Algumas unidades do estado podem ago-ra utilizar o software.

    Propostas para transformar a AGU

    Luciana Souza Cruz quer mudanas na

    atuao em primeira instncia

    2 | 29/06/2015 AGUBRASIL

  • Trabalhei em duas unidades sem rede AGU e ficamos sem a ferra-menta de comunicao porque a Da-taprev no libera o acesso. No Rio Grande do Sul, as justias Federal e do Trabalho esto muito virtualiza-das. importante ter uma rede ade-quada, diz o procurador.

    E a inteno do Fbrica de Ideias avaliar cada pedido tecnicamente. Um bom exemplo a sugesto envia-da pelo procurador federal Melqui-zedek Soares, do Escritrio de Re-presentao do rgo em Rio Verde (GO). O conceito bastante simples. Soares quer que a AGU invista nas aes regressivas contra transporta-doras que, de m-f, abarrotam os caminhes com carga acima do peso e, com isso, estragam o asfalto das es-tradas federais.

    Os procuradores federais promo-vem o mesmo tipo de processo con-tra empregadores negligentes quanto s regras de segurana do trabalho. Eles acabam obrigados a devolver aos cofres pblicos o dinheiro gasto pela Previdncia com benefcios aos funcionrios acidentados. A ideia pegar as informaes das multas la-

    GESTO PARTICIPATIVA

    vradas pela Polcia Rodoviria Fe-deral e ver quem so as empresas ou caminhoneiros responsveis por esse dano e cobrar o prejuzo deles, ex-plica o membro da PGF.

    Outra proposio, esta j acatada pelo Conselho, pode mudar proce-dimentos e facilitar a vida de quem atua na primeira instncia. Ela pede alterao de portaria da procurado-ria que obriga membros desse nvel de jurisdio a apresentarem con-trarrazes em processos agravados, procedimento vlido para a poca em que os processos eram fsicos, mas praticamente obsoleto em tem-pos de Justia eletrnica.

    Feliz por ter uma sugesto includa no planejamento da PGF, a autora da proposta, procuradora Luciana Sou-za Cruz elogia a iniciativa. timo porque leva PGF as dificuldades enfrentadas nos rgos de execuo e compartilha ideias que facilitam o trabalho no dia a dia, afirma.

    A lista completa das recomenda-es includas nos planos de aes da procuradoria est disponvel no site institutoforma.wix.com/fabrica-deideias.

    Melquizedek Soares props penalizar empresas e caminhoneiros que prejudicam as estradas

    3 | 29/06/2015 AGUBRASIL

  • GESTO PARTICIPATIVA

    O servidor ou procurador entra na pgina do Fbrica de Ideias na internet e registra a informa-o, com a indicao do nome, unidade e e-mail de contato.

    Como funciona o projeto

    A proposta ser recepcionada e ingressar na pauta de reuni-es do Conselho da Fbrica de Ideias, por ordem de chegada.

    Aceita pelo colegiado, a ideia remetida ao setor responsvel, para que este a desenvolva e a transforme em plano de ao.

    A direo da PGF decide em qual rea do plano de ao a proposi-o ser includa.

    A informao de que a sugesto foi aproveitada divulgada na pgina do Fbrica de Ideias.

    12

    345

    35 propostas encaminhadas no ano passado

    27 delas foram aproveitadas

    73 o nmero total de metas do

    Plano de Aes PGF 20157

    setores da PGF devero colocar as aes em prtica

    SP, MG, DF, RJ, RN, RS, SC, GO e SE contribu-ram com as sugestes aprovadas pelo Conselho

    4 | 29/06/2015 AGUBRASIL

  • O ASSUNTO HOJE :

    Na regio Centro-Sul e em parte do Nordeste tem o inverno, com a secu-ra, o frio e as chuvas esparsas. J na regio Norte, especialmente nos es-tados do Amap e de Roraima, por onde passa a Linha do Equador, ve-ro, com cenrio de sol e calor, alm de muita umidade. Segundo a Asso-ciao Brasileira de Alergia e Imuno-logia (Asbai), essa troca de estaes e de clima requer cuidados especiais com a sade, pois a poca propensa propagao de doenas.

    A preocupao tratada como po-ltica de sade pblica e motivou, inclusive, a AGU a incluir no calen-drio de campanhas a vacinao de seus colaboradores contra a gripe, justamente no perodo que antecede essa poca do ano. Campanha que, inclusive, est em andamento.

    De acordo como presidente da As-bai e imunologista, Jos Carlos Peri-ni, o problema comea com as mu-danas bruscas de temperatura ao

    longo do dia, comuns em todo o pas. O especialista aponta que, por conta disso, o corpo passa por uma esp-cie de estresse, que ocasiona baixa na imunidade, deixando o corpo menos preparado para enfrentar infeces.

    Nas regies Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, onde o ar fica mais seco, h ainda o agravante da desidra-tao. Perini afirma que nessa poca as mucosas nasais no conseguem manter a humidade. Isso ocasiona a fragilizao da regio, barreira natu-ral contra doenas. O problema pode ser enfrentado com a colocao de uma toalha molhada nos ambientes ou com o uso de umidificadores, se-gundo o imunologista.

    O especialista aponta que o grupo de pessoas com doenas respirat-rias sempre o mais vulnervel a esse tipo de problema. Minha filha e eu temos sinusite e com a mudana de temperatura os sintomas comuns se manifestam. Evitamos a exposio ao

    frio e fazemos uso de medicamentos para melhorar as condies de respi-rao, diz o auxiliar administrativo Evilson Sousa Coelho, da PU/MS.

    COMPORTAMENTO - Para o pre-sidente da Asbai, no entanto, um dos maiores causadores da proliferao de doenas mesmo a mudana de comportamento das pessoas. O ato de fechar todas as janelas para evi-tar o frio ou a poeira, por exemplo, condenado pelo mdico. A recomen-dao fazer circular o ar nos am-bientes algumas vezes ao dia.

    o alerta do imunologista vai para os cuidados com as doenas respira-trias e a proliferao de vrus e bac-trias, comuns pela alta umidade da regio e pela ocorrncia de queima-das nessa poca do ano. Neste caso, alm dos cuidados que cada um tem que tomar, vale cobrar das autorida-des uma maior fiscalizao, opina Jos Carlos Perini.

    Mudana de estao e sade

    5 | 29/06/2015 AGUBRASIL

  • Voc toma alguma providncia

    especial nessa poca?

    O clima por aqui fica seco nessa poca do ano e isso pode ocasionar sangramento nasal e problemas alrgicos. Usamos umidificadores de ar para melhorar isso Juliana Rgo, estagiria na PU/PI.

    Aqui mesmo em dias nubla-dos usamos bastante protetor solar e no vero dobramos os cuidados para o bloqueio da radiao Alessandra Leite, assistente administrativa na PF/AP

    J existe o incentivo s vaci-nas contra a gripe, principal-mente em idosos, que acho vlido. Fora isso, apoio as tra-dicionais campanhas que vi-sam arrecadar agasalhos e co-bertores s pessoas carentesAlvyr Lima Jnior, advoga-do da Unio na CJU/PR

    O ASSUNTO HOJE :

    6 | 29/06/2015 AGUBRASIL

  • GNERO E RAA

    A AGU recebeu, dia 22, a professora da Universida-de Federal de Sergipe Ma-ria Helena Santa Cruz, in-tegrante do Comit AdHoc da Secretaria de Polticas para as Mulheres da Presi-dncia da Repblica (SPM/PR). O objetivo do encon-tro foi apresentar os resul-tados do programa Pr-E-quidade de Gnero e Raa para a diminuio das de-sigualdades dentro na ins-tituio. A reunio foi pre-sidida pelo advogado-geral da Unio substituto, Fer-nando Albuquerque Faria.

    A quinta edio do pro-grama comeou em outu-bro de 2013