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Cronograma intervenção pip geografia 8º ano 1 semestre

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Text of Cronograma intervenção pip geografia 8º ano 1 semestre

  • 1. Escola Estadual Dr. Joaquim Vilela Disciplina: Geografia Professora: ___________________ Turma: 8 ano Turno: Vespertino Ano: 2014 CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES DE INTERVENO PEDAGGICA (PIP) MARO 2. Paisagens do cotidiano 2.1..Interpretar as paisagens urbanas e rurais em suas oportunidades de trabalho e lazer valendo-se de imagens/fotos de tempos diferentes . DATA HABILIDADE(S) Matriz LP 9 ano ATIVIDADES 2SEMANA 10 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Caa palavras e relacionar palavras chave do tpico Paisagens do cotidiano. Interpretar textos e imagens sobre - A paisagem do Cotidiano. 3SEMANA 17 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Colar no caderno os diversos tipos de paisagem do cotidiano na cidade e no campo. Interpretao de charges sobre o tpico. Colagem e montagem de painel sobre a mudana na paisagem atravs do trabalho 4SEMANA 24 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Interpretao de textos sobre os setores da economia Debate sobre os setores da economia Produzir um texto coletivo da sala sobre o uso e consumo de servios na cidade. Produo de textos seguido uma sequncia de imagens para consolidar as habilidades. (Trabalho em duplas) Elaborao de um dilogo apresentando as vantagens de se viver na cidade ou no campo. Cada um da dupla deve defender sua posio. Apresentao dos dilogos para a turma. ABRIL - Tpico- 3. Cidadania e direitos sociais 3.1.Reconhecer na paisagem a cultura, o trabalho e o lazer como identidade de um lugar e direitos cidadania. 3.2.Ler e interpretar os avanos dos direitos sociais no Brasil e no mundo. Tpico- 5. Segregao espacial 5.2.Explicar os tipos de relaes sociais existentes no territrio relacionando-os com os lugares, suas estratgias de segregao e excluso das populaes marginalizadas. 5.3.Reconhecer a cidade na sua territorialidade de bandos, gangues, identificando as demarcaes no seu espao de vivncia e relacionando-os com a singularidade ou generalidade de outros cotidianos. DATA HABILIDADE(S) Matriz LP 9 ano ATIVIDADES 1SEMANA 01 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Conceituar Cidadania e direitos Sociais Aula expositiva dialogada
  • 2. 2SEMANA 07 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Trabalho extraclasse (em grupo, tirar fotos tipo iluso de tica sobre os direitos apresentados e expor na escola em um cartaz). 3SEMANA 14 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Interpretao do texto Movimentos Sociais. Caa palavras Cidadania 4SEMANA 22 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Interpretao de texto Brasil 8 economia do mundo - Interpretao de imagens e charge sobre Cidadania e Direitos Sociais Interpretao de charges e grficos e artigos da Constituio. 5SEMANA 28 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Exposio de ideias e concluses sobre os trabalhos realizados para consolidao das habilidades do tpico. - Dinmica - Coelhinho sai da toca para avaliao e fechamento do tpico. MAIO - 4. Lazer 4.2.Identificar no cotidiano urbano os elementos que representam a espacialidade e territorialidade do lazer. DATA HABILIDADE(S) Matriz LP 9 ano ATIVIDADES 1SEMANA 05 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Seminrio de texto sobre o tpico 4 - Lazer para conceituar Lazer e identificar Lazer ontem e hoje. - Interpretar grficos sobre lazer. - Comparar sua interpretao com as da turma. 2SEMANA 12 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Interpretao de infogrfico e charges sobre LAZER - Interpretao de texto sobre Lazer Contemporneo Rolezinhos - Debate sobre o tema estudado. - Produo de texto e apresentao para a turma Opinio sobre os Rolezinhos Tpico- 5. Segregao espacial 5.2.Explicar os tipos de relaes sociais existentes no territrio relacionando-os com os lugares, suas estratgias de segregao e excluso das populaes marginalizadas. 5.3.Reconhecer a cidade na sua territorialidade de bandos, gangues, identificando as demarcaes no seu espao de vivncia e relacionando-os com a singularidade ou generalidade de outros cotidianos. 3SEMANA 19 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Conceituar os diversos tipos de segregao e palavras chave do tpico. - Interpretar charges e textos sobre o tema. - Relacionar texto e opinies sobre o mesmo tema. 4SEMANA 26 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Debate sobre os diversos tipos de segregao e produo de um texto coletivo sobre as concluses a que chegaram para consolidao do tpico - Tirar fotos vestidos com diferentes estilos que sofrem algum tipo de Segregao - tribos urbanas funk, hip-hop, hippies, Rock and Roll, Sertanejo, Gtico, Emo, Punk e outras tribos
  • 3. JUNHO - 6. Redes e circulao 6.1.Reconhecer as redes que possibilitam a circulao de informaes, mercadorias e pessoas. 6.2.Interpretar grficos e tabelas que expressem o movimento e a circulao das pessoas, produtos e ideias no cotidiano urbano. DATA HABILIDADE(S) Matriz LP 9 ano ATIVIDADES 1SEMANA 02 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Interpretao de texto para conceituar sobre redes. - Caa palavras e conceitos importantes do tpico Interpretao de charges sobre o tema. 2SEMANA 09 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Interpretao de texto e produo de textos para consolidao do tpico. Importncia das redes e Superexposio na rede - Apresentao dos textos para a turma. Dinmica da bolsinha para consolidao das habilidades do tpico e fechamento. JULHO7. Turismo 7.2. Distinguir parmetros de turismo sustentvel e insustentvel, explicando os impactos em nvel sociocultural, socioambiental e socioeconmico. DATA HABILIDADE(S) ATIVIDADES 2SEMANA 13 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Conceituar turismo e palavras chave do tpico. Interpretar textos: Turismo/Tipo de turismo -Leitura e interpretao. - inferir sentido do termo ecoturismo e turismo sustentvel Turismo Regional Leitura, interpretao e estudo de texto com realizao de questionamentos para consolidar as habilidades. Artigo de opinio Eduardo de Freitas-Ttulo: Turismo no Brasil Brasil Escola 9. Sociodiversidade 9.1. Compreender o conceito de sociodiversidade das paisagens, identificando-o em sua espacialidade municipal e regional. 9.3. Identificar em mapas, grficos e fotos a populao brasileira e mundial, em seu crescimento, tendncias e distribuio. 3SEMANA 20 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Conceituar os termos sociodiversidade e - pluralidade cultural e etnoconhecimento (sustentabilidade cultural) Interpretar texto A DIVERSIDADE CULTURAL NO BRASIL Identificar a diversidade regional atravs de imagens e relacionar a diversidade cultural de cada regio do Brasil. - Seminrio de textos sobre sociodiversidade. Interpretao das Msicas Aquarela Brasileira - Martinho da Vila e Aquarela do Brasil - Ary Barroso identificando a sociodiversidade brasileira apresentada nas letras.
  • 4. 4SEMANA 27 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Compreender a sociodiversidade das paisagens brasileiras, identificando-as em sua espacialidade, interpretando textos e grfico Interpretando texto sobre os Biomas Megadiversos do Brasil. - Compreender o conceito de sociodiversidade das paisagens, identificando-o em sua espacialidade Identificando os parques nacionais brasileiros. - Relacionar os conceitos relacionados sociodiversidade com as imagens que as representam. - Interpretar grficos sobre a populao brasileira identificando seu crescimento, tendncias e distribuio. - Produzir grficos sobre a sociodiversidade da populao brasileira e do territrio brasileiro para consolidao do tpico. AGOSTO 11. Regionalizao e mercados 11.2.Reconhecer nas formas de produo regional o desenvolvimento desigual do territrio brasileiro. DATA HABILIDADE(S) ATIVIDADES 1SEMANA 04 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. D23 Identificar efeitos de ironia ou humor em textos. D28 Reconhecer o efeito de sentido decorrente da escolha de uma determinada palavra ou expresso. - Conceituar regionalizao atravs de interpretao de textos e mapas sobre regionalizao e mercados. 2SEMANA 11 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. D23 Identificar efeitos de ironia ou humor em textos. D28 Reconhecer o efeito de sentido decorrente da escolha de uma determinada palavra ou expresso. - Interpretao de mapas e grficos sobre as diversas formas de regionalizao. - Bingo para consolidao do tpico 11. Regionalizao e mercados 11.2.Reconhecer nas formas de produo regional o desenvolvimento desigual do territrio brasileiro. 3SEMANA 18 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. D23 Identificar efeitos de ironia ou humor em textos. D28 Reconhecer o efeito de sentido decorrente da escolha de uma determinada palavra ou expresso. Interpretar textos Interpretar que conceitue Regionalizao e Mercados Relacione as principais formas de regionalizar o mundo
  • 5. 4SEMANA 25 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. D23 Identificar efeitos de ironia ou humor em textos. D28 Reconhecer o efeito de sentido decorrente da escolha de uma determinada palavra ou expresso. D19 Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que compem a narrativa. Trabalho de Interpretao de mapas e grficos sobre regionalizao e mercados. Interpretao de textos sobre a Bric, a Unio Europeia e os blocos econmicos. DATA HABILIDADE(S) ATIVIDADES 1SEMANA 01 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Interpretao de textos sobre a Bric, a Unio Europeia e os blocos econmicos. Dinmica da bolsinha para consolidar as habilidades do tpico SETEMBRO - Tpico 12. Nova Ordem Mundial 12.1. Analisar em mapas temticos a nova Ordem ou Desordem Mundial referenciando-se na lgica da globalizao e fragmentao. 2SEMANA 08 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Interpretar charges e grficos que conceituem nova ordem Mundial. Interpretar textos e imagens sobre BRICs 3SEMANA 15 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Aula expositiva dialogada com exposio pelos alunos de suas opinies sobre o assunto. Interpretar textos e imagens sobre a Guerra Fria. 45aSEMANA 22 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Interpretar as caractersticas dos conflitos atuais Produzir um vdeo sobre s conflitos atuais e suas causas OUTUBRO - 13. Revoluo tcnico-cientfica 13.2.Ler e interpretar textos, documentos e vdeos que discutem o avano tcnico e a pesquisa cientfica da terceira revoluo industrial. DATA HABILIDADE(S) ATIVIDADES 1SEMANA 07 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Conceituar Revoluo tcnico-cientfica Interpretar texto sobre o tema 2SEMANA 21 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Leitura de texto e aula expositiva dialogada sobre as trs Revolues Industriais. - Cruzadinha Revoluo tcnico-Cientfica
  • 6. 3SEMANA 28 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Interpretar imagens e charges sobre Revoluo tcnico-cientfica - Produzir texto a partir da observao de imagens. Bingo para consolidao do assunto. NOVEMBRO - 16. Desenvolvimento sustentvel16.1. Explicar a relao existente entre o consumo da natureza e a sustentabilidade ambiental. 16.2.Diferenciar as caractersticas tcnicas dos produtos alimentcios de origem agroecolgica daqueles de uma lavoura convencional. DATA HABILIDADE(S) ATIVIDADES 1SEMANA 04 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Criar um conceito para desenvolvimento sustentvel. - Relacionar caractersticas do desenvolvimento sustentvel e insustentvel Interpretar texto sobre padro de desenvolvimento sustentvel 2SEMANA 11 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Produzir texto a partir de observao de imagens e outros textos. - Interpretar cartaz sobre desenvolvimento sustentvel 3SEMANA 18 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Identificar a insustentabilidade na sociedade atual. - Diferenciar sustentabilidade e insustentabilidade. Interpretar imagens que se referem ao assunto. Construir um mapa mental seguindo o modelo de cidade sustentvel. 4SEMANA 25 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Produzir um texto utpico narrando o dia-a-dia de uma cidade sustentvel. - Exposio dos livrinhos para a turma e para a escola. DEZEMBRO - 20. Padro de produo e consumo 20.1.Identificar os padres de produo e consumo em diversas dimenses escalares avaliando-os sob a tica da sustentabilidade. DATA HABILIDADE(S) ATIVIDADES 1SEMANA 02 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. Conceituar: Sociedade de consumo Sociedade do desperdcio - problemas ambientais contemporneos gerados pelo consumismo exagerado. 3 aula Interpretao de texto Pegada Ecolgica 2SEMANA 09 D1 Identificar um tema ou o sentido global de um texto. D2 Localizar informaes explcitas em um texto. D3 Inferir informaes implcitas em um texto. D5 Inferir o sentido de uma palavra ou expresso. D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros. D8 Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e no verbal. - Questionrio para medir o tamanho da pegada que deixamos na Natureza. Desenhar a sua pegada na Natureza Pegada Ecolgica - Debater sobre a quantidade de natureza que destrumos atravs do consumo.
  • 7. Tema1:Cotidiano de Convivncia, Trabalho de Lazer Tpico 2 : Paisagens do cotidiano Habilidades: 1. Interpretar as paisagens urbanas em suas oportunidades de trabalho e lazer valendo-se de imagens/fotos de tempos diferentes 2. Reconhecer nos cotidianos da paisagem urbana o que a cultura e o trabalho conferiram como identidade de um lugar 3. Identificar como as pessoas tm acesso aos servios de infraestrutura, oportunidades de trabalho, de lazer associando-os aos direitos cidadania. A S S E T O R P R I M A R I O A S D F D A S D S A S D A S P A I S A G E M U R B A N A S D D D A S X C V Z X C B N B V I D A R U R A L F F S S A S D F G E S P A O P U B L I C O R D D A E E M P R E G O Z X G L O B A L I Z A A O S R Z X Z X V B N Z X Z U Z X C V A S D A R T P V D A S D X C X A S D A S D F G H J H F R A I S D E S I G U A L D A D E S O C I A L D A I A A S D F G H J K S O A S D F G F D C S B S O Z F A V E L A S S A T Z X A S D F A S S A A S Z X C X Z A S D A D E S E M P R E G O X L G I A S D F G A S D A A C Q E R T Y U T Q E H E N A S D F G S D F G F N S D F A S D F G H O M T A S D F G A Q U A L I D A D E D E V I D A D E Z X C V B Z X C V Z C E R T Y U I O Z X E O L A S D F Z X C S E T O R T E R C I A R I O C I A S D F G H E S P A C O P R I V A D O Z O O G Z X C V B N A D E S I G U A L D A D E X N T E A S D F G H A S D F E A S D A Z X C V C G I N Z S E T O R S E C U N D A R I O Z X C V W D T I N F R A E S T R U T U R A U R B A N A Q I E A S D F G H J K L Z I P A I S A G E M B W A S Q E R T Y U P E R I F E R I A A S D F N E N A S D F G H J K L Q I E R T Y U I O P A R O C C O N Q U I S T A S C I D A D A N I A S F A S D F M A S S I F I C A O A S D Z X C V Encontre no diagrama os Conceitos principais do Tpico 2 (Paisagens do Cotidiano) (1) PAISAGENS DO COTIDIANO (2) QUALIDADE DE VIDA (3) DESIGUALDADE SOCIAL (4) VIDA RURAL (5) TRABALHO (6) EMPREGO (7) DESEMPREGO (8) ESPAO PBLICO (9) ESPAO PRIVADO (10) FAVELAS (11) PERIFERIA (12) CONQUISTAS DE CIDADANIA (13) SETOR TERCIRIO (14) SETOR PRIMARIO (15) SETOR SECUNDARIO (16) SERVIOS INTELIGENTES (17) GLOBALIZAO (18) ONG (19) INFRAESTRUTURA URBANA (20) MASSIFICAO (21) PAISAGEM URBANA (22) REVOLUO TCNICO- CIENTFICA. (23) PAISAGEM RELACIONE AS PALAVRAS ACIMA COM O SEU SIGNIFICADO QUE EST APRESENTADO ABAIXO. (CONCEITOS PAISAGEM DO COTIDIANO) ( ) so as benfeitorias necessrias para melhorar a qualidades de vida urbana como energia eltrica, saneamento bsico, sistema virio, gua, servios sociais ( ) a influncia dos meios de comunicao rdio, TV, cinema, jornais, revistas, outdoors, propagandas sobre as pessoas ( ) qualquer atividade executada, remunerada ou no. ( ) tudo que se v no espao ( ) so situaes visveis do espao de vida de diferentes lugares todos os dias trabalhos, escolas parques, diverses, discotecas, bares, teatros etc. ( ) o mtodo usado para medir as condies de vida de um ser humano. Envolve o bem espiritual, fsico, mental, psicolgico e emocional e social (sade, educao, poder de compra, habitao, saneamento bsico) ( ) desencadeada pela m distribuio de renda em uma populao, onde se concentra a maioria dos recursos como riqueza, educao, sade e segurana nas mos de uma minoria rica. ( ) um tipo de trabalho remunerado, de vnculo permanente e formal com carteira assinada ( ) a paisagem que se v no campo e as manifestaes de vida e cultura nesse espao. ( ) pessoas profissionalmente inativas em determinada rea ( ) Pertencente ao povo, serve para uso de todos, como praas, parques, escolas, hospitais, etc. ( ) Exclusivo de certas pessoas que no pode ser usado por todos ( ) Aglomerao de casebres em certos pontos dos grandes centros urbanos, construdos toscamente e desprovidos de recursos higinicos; morada da parte mais pobre da populao. ( ) Lugar que fica nos arredores do centro, nos pases subdesenvolvidos so os bairros mais pobres. ( ) atividades de prestao de servio. ( ) atividades desenvolvidas pela indstria ( ) atividades desenvolvidas na agricultura e pecuria ( ) fazer valer seus direitos ( ) a paisagem que se v na cidade, como prdios, rodovias, viadutos. ( ) Organizao No Governamental que age em questes humanitrias ( ) servios mais rpidos e eficientes usando alta tecnologia e novos materiais resultantes dos avanos da Revoluo tcnico-cientfico-informacional, como internet, teleconferncia, pagamentos online, etc. ( ) consiste em mltiplas e rpidas interaes entre indivduos e empresas, ONG e Estados, facilitado pelas novas tecnologias, gerando novas realidades e alterando o curso do processo civilizatrio mundial e tornando as relaes comerciais e culturais entre os pases cada vez mais global. ( ) Ou 3 Revoluo Industrial, que ocorreu na segunda metade do sculo XX, quando a tecnologia de ponta e a robtica, aumenta o processo de produo nas indstrias provocando um enorme desemprego (substituio da mo de obra) e aumentando o lucro dos donos dos meios de produo e das grandes empresas. Est ligada informtica, robtica, telecomunicao, qumica, uso de novos materiais, biotecnologia, engenharia gentica, etc, essa revoluo um dos principais combustveis para o desenvolvimento do capitalismo moderno e especialmente do processo de globalizao
  • 8. 1. Quais oportunidades de trabalho so geradas no campo e na cidade? Cite 5 de cada espao. 2. Em que os servios de infraestrutura, as oportunidades de trabalho e de lazer se relacionam aos direitos cidadania? 3. Quais setores da economia so apresentados nas imagens abaixo? Exemplifique. 4. Quais servios podem ser chamados de inteligentes? 5.Quais diferentes formas de lazer podem acontecer na rea urbana e na rea rural? Cite 5 de cada espao.(Recorte e cole imagens) 6.Que relaes as populaes tradicionais tem com a preservao ao meio ambiente? 7.Relacione as populaes tradicionais Ribeirinhos Caiaras Quilombolas Quebradeiras de coco Indgenas 8 . Que relaes existem entre cultura e trabalho na identidade e preservao de um lugar?
  • 9. Observe a imagem e responda: Que setores da economia so retratados na imagem ao lado? 1. 2. 3. 4. 5. O nmero (1) um representa que fase da evoluo do trabalho? 1 2 3 4 5 Observe as imagens abaixo. Plano Piloto Congresso Nacional Esplanada dos ministrios Palcio do planalto 1.Essas imagens representam que cidade? 2. O que o plano Piloto? 3.Quem fundou essa cidade? 4. Que imagens representam respectivamente a. Executivo b. Legislativo c. Judicirio 5. O monumento Dois candangos uma homenagem a quem? Por qu? 6. Qual o objetivo da construo dessa cidade?Dois candangos Supremo tribunal Federal Monumento JK Centro de Belo Horizonte, planejado. 7. O que a construo do centro de BH tem em comum com a construo da cidade acima? A ________________________ na paisagem urbana, tecida no cotidiano, mostra a inter-relao entre os lugares e por um lado cria novas oportunidades de lazer e revitaliza a cultura, por outro transforma tudo em espao de consumo. Cria novos servios e comrcio, mas encolhe o trabalho. Moderniza os transportes, vias de circulao, infraestrutura urbana, servios de cultura, mas exclui os pobres. Gera os Sem moradia Sem transporte, Sem escolaridade, Sem trabalho Sem sade, etc. 8. Que palavra completa corretamente a lacuna acima (a) Revoluo Industrial (c) Globalizao (b) Desenvolvimento sustentvel (d) Desigualdade social
  • 10. (1) Setor Primrio- est relacionado a produo atravs da explorao de recursos da natureza: agricultura, minerao, pesca, pecuria, extrativismo vegetal e caa. Esse setor fornece matria-prima para a indstria de transformao. A produo e exportao de matrias-primas no geram muita riqueza para os pases com economias baseadas neste setor econmico. (2) Setor Secundrio- o setor da economia que transforma as matrias-primas (produzidas pelo setor primrio) em produtos industrializados (roupas, mquinas, automveis, alimentos industrializados, eletrnicos, casas, etc.). H conhecimentos tecnolgicos agregados aos produtos do setor. Pases desenvolvidos possuem base econmica concentrada nesse setor. A exportao destes produtos gera riqueza. (3) Setor Tercirio- relacionado aos servios. Os servios so produtos no meterias em que pessoas ou empresas prestam para satisfazer determinadas necessidades: comrcio, educao, sade, telecomunicaes, servios de informtica, seguros, transporte, limpeza, turismo, servios bancrios e administrativos, transportes, etc. Este setor marcante nos pases de alto grau de desenvolvimento econmico. Quanto mais rica uma regio, maior a presena de atividades do setor tercirio. Com o processo de globalizao o tercirio foi o setor da economia que mais se desenvolveu no mundo. Entram em destaque os servios inteligentes. 1. Numere as atividades a seguir de acordo com as informaes sobre os setores da economia listados acima. ( ) alfaiate ( ) apicultor ( ) balconista ( ) lavrador ( ) boia fria ( ) costureira ( ) bancrio ( ) mdico ( ) seringueiro ( ) telefonista ( ) metalrgico ( ) pedreiro ( ) faxineira ( ) contador ( ) mecnico ( ) mineiro ( ) gerente ( ) professor ( ) retireiro ( ) pescador ( ) aougueiro ( ) caminhoneiro ( ) montador de carros ( ) padeiro 2. Relacione as caractersticas acima aos setores da economia. ( ) explora recursos da natureza ( ) trabalhadores na agricultura ( ) trabalhadores na indstria ( ) trabalhadores na prestao de servios ( ) fornece matria prima para a indstria ( ) os pases que tem a maioria dos trabalhadores nesse setor so pobres. ( ) por causa da globalizao e dos servios inteligentes esse o setor que mais gera riqueza ( ) quanto mais rico o lugar mais trabalhadores so empregados nesse setor. ( ) exporta produtos industrializados e os pases ricos concentram a economia nesse setor. ( ) exporta matria prima e gera pouca riqueza 3. Considere os lugares de prestao de servios de cultura e lazer. Agncia de Turismo, teatro, museu, cinema, lan house, ciber caf, clubes, livrarias, banca de jornal, espaos de cultura organizados por bancos e outras empresas privadas ou prefeitura local. 2.1- Qual o significado desse espao de lazer e cultura para a cidade? 2.2- Quais eram os espaos de lazer e cultura na cidade h vinte anos? 2.3- Quais foram as mudanas? 2.4- O uso desses servios modifica a vida das pessoas? Promovem outros contatos com outras culturas? Como? 2.5- Que servios de lazer e cultura fazem falta na cidade? 4. Cite 2 servios que so usados no seu espao de vivncia referente a LAZER EDUCAO SADE BANCRIO INFRAESTRUTURA-URBANA TRANSPORTE ALIMENTAO 4.1. Que servios voc acha importante e que a sua cidade ainda no fornece? 4.2. Que servios so oferecidos em sua cidade hoje que no eram oferecidos na poca de seus pais? 4.3. Essas mudanas nos servios contriburam para a melhoria da qualidade de vida das pessoas? Como? 4.4. Que tipos de servios so mais utilizados pelos habitantes das cidades? 5. Cite 3 prestaes de servios mais antigos e 3 mais modernos ANTIGO MODERNO 6. - Produzir um texto coletivo da sala sobre o uso e consumo de servios na cidade. 7. DEBATE : A cultura e o trabalho conferiram uma identidade cidade ou ela se perdeu com o processo de globalizao mundial? A populao tem lutado por seus direitos qualidade de vida na cidade? O processo de globalizao e o uso de servios inteligentes ampliou a viso de mundo e a cultura? Como? H mais justia social nos lugares? Onde? De que forma? A globalizao ampliou o desemprego? Como? Quais as consequncias? Que lugares, regies, pases se beneficiaram com essas mudanas? Por que isso aconteceu? Os fluxos da globalizao dos servios esto presentes em sua cidade, no Brasil e no mundo? Como? A globalizao dos servios provocou uma homogeneizao e massificao da cultura nos lugares? H maior consumo de bens de servios na cidade? E no campo? Quais? Os denominados servios inteligentes esto presentes em sua cidade? Quais? Como atuam? A Globalizao facilita a expanso do turismo; a diversificao e consumo do lazer? Por que? Que confortos so propiciados pelas telecomunicaes? Qual o papel da TV e da mdia na globalizao? Que facilidades so propiciadas velocidade dos meios de transporte? Comente as contradies impostas ao espao da cidade pela globalizao: desemprego, ausncia de qualidade de vida para todos, ampliao dos excludos dos servios. Na vida das pessoas; a diversificao dos servios e oferta de emprego nas cidades;
  • 11. Diferenciar, conceitualmente, paisagem e espao geogrfico. 1- Observe a imagem e responda as questes abaixo: 1-- 2- 3- 1.1)Quais mudanas ocorreram no espao? 1.2)Caracterize espao rural e urbano. 1.3) Defina paisagem natural e paisagem cultural, observando a sequncia das imagens. Explicar o desemprego estrutural como decorrncia do desenvolvimento da sociedade urbano-industrial. Leia as informaes abaixo: Noes de trabalho, emprego e desemprego; Trabalho qualquer atividade executada, remunerada ou no. O emprego um tipo de trabalho remunerado, de vnculo permanente e formal, prestado a uma organizao ou pessoa (domstico). Ento emprego carteira assinada ou emprego pblico. Portanto, quem tem emprego trabalha mas nem sempre quem trabalha tem emprego (carteira assinada). 2. Numere de acordo com as informaes acima: (1) Trabalho (2) Emprego (3) desemprego ( ) limpo a casa para minha me. ( ) Meu pai funcionrio da prefeitura. ( ) Esse fenmeno social observado principalmente em pases subdesenvolvidos cujas economias no conseguem suprir o crescimento populacional. ... ( ) quando algum presta servio, de forma subordinada, pessoal, no-eventual e onerosa. ( ) Inclui o escravo, o servo, o arteso e o proletrio Patrimnios culturais e ambientais Bem, ou conjunto de bens culturais ou naturais, de valor reconhecido para determinada localidade, ou para a humanidade, e que, ao se tornar protegido, pelo tombamento, deve ser preservado para o usufruto de todos os cidados: Os bens culturais e naturais de valor universal excepcional, como as cidades de Ouro Preto, Olinda e o Parque Nacional do Iguau, so includos na Lista do Patrimnio Mundial da UNESCO; "A idia de posse coletiva como parte do exerccio da cidadania inspirou a utilizao do termo patrimnio para designar o conjunto de bens de valor cultural que passaram a ser propriedade da nao." (Maria Ceclia Londres Fonseca, O Patrimnio em Processo, p. 58). 3. Numere os patrimnios acima e depois os identifique pelo nome.: (1) Natural (2) cultural 4. Por que devemos preservar os patrimnios? 5. Para explicar a relao entre atmosfera, hidrosfera, biosfera e hidrosfera, numere as lacunas de acordo com os elementos da natureza (1) Biosfera (2) Litosfera (3) Atmosfera (4) Hidrosfera ( ) guas ( ) vida ( ) ar ( ) pedra ( ) gases que envolvem a terra. ( ) regies continentais ( ) rios, lagos e mares ( ) Terra e crosta terrestre. ( )conjunto de guas da Terra ( )conjunto de gases da Terra ( ) conjunto dos seres vivos da Terra e seus habitats. ( ) protege os organismos vivos dos raios ultravioleta ( ) cobre toda a superfcie da terra, desde o topo do Monte Everest at as profundezas das Fossas Marianas. ( ) constituda por rochas e solo ( ) conjunto dos slidos da Terra ( ) conjunto de todos ecossistemas da Terra. 2- Numere no desenho os elementos da natureza:
  • 12. O cotidiano expressa, em diferentes paisagens, a espacialidade e mostra o papel do espao nas prticas sociais. Vivemos numa espacialidade complexa, uma vez que se extrapola o lugar de convvio imediato, no movimento de mundializao da sociedade demarcado pelas transformaes do meio-tcnico-cientfico-informacional. O no conhecimento da espacialidade dificulta que o ser humano, com seus gestos, trabalhos, aes sociais, transformem o espao com vistas justia social e ambiental, e mesmo construo de uma sociedade sustentvel. Espacialidade urbana o arranjo dos equipamentos urbanos na cidade como moradia, servios, comrcio, indstria e aes que correspondem ao fluxo e movimento dos transportes , idias e pessoas nesse espao. Incluso urbana a capacidade de organizao das polticas pblicas para reverter o quadro da misria urbana por meio da justia social e melhoria da qualidade de vida na cidade. Equipamentos urbanos de lazer e cultura so os equipamentos pblicos e privados como clubes, cinema, quadras, teatros, praas, shopping, parques, Zoolgico, bibliotecas, circo, planetrio, museu, casa de espetculos, biblioteca, centros culturais, feiras de artesanato e cultura, etc. 1- Os tipos de lazer apresentados abaixo tanto podem ser pblicos ou privados. Numere de acordo com o seu entendimento de pblico e privado (1) Para tipo de lazer pblico e (2) Para lazer privado. Depois justifique porque voc escolheu tal resposta. 2- Caracterize os espaos abaixo como: Espao de consumo, de lazer, de cultura, esttica. Depois escreva outros espaos com a mesma finalidade. 3- Observe os espaos de excluso apresentados abaixo. Sabendo que obrigao do governo zelar por uma sociedade justa, diga com suas palavras o que pode ser feito para diminuir essas situaes de excluso. 4- Como deve ser a cidade na perspectiva do lazer, sade, educao, moradia, transporte, infra estrutura , visando a melhorar a qualidade de vida de seus habitantes?
  • 13. Revoluo tcnico cientfica informacional ou 3 Revoluo Industrial ocorreu na segunda metade do sc. XX, quando a tecnologia de ponta e a robtica aumentam o processo de produo nas indstrias provocando um enorme desemprego (substituio da mo de obra) e aumentando o lucro dos donos dos meios de produo e das grandes empresas. A DIT(diviso internacional do trabalho) modificada e o perfil das empresas alterado. Por ex: a Nike no tem uma grande indstria nos EUA e sim vrias indstrias no mundo (isso globalizao) Um automvel na dcada de 60 era produzido por vrios funcionrios, mas hoje(revoluo tcnico cientfica)com a robotizao apenas 2 ou 3 funcionrios fiscalizam o que o rob monta. A mo de obra "migrou" para servios terceirizados, que requer mais estudos e conhecimento. Observe o texto e a charge acima e responda. 1-Qual o tema central das informaes. 2- Que concluso o texto apresenta sobre a robotizao do trabalho. 3-O que DIT? 4- Como o perfil das grandes empresas hoje, na era globalizada? 5- Que mudanas aconteceram no trabalho com a robotizao? 6- Como tem que ser a mo de obra na era robotizada? 8- O que voc entendeu da charge acima? Produza um texto com a sequncia acima. Em dupla, crie um dilogo apresentando as vantagens de se viver na cidade ou no campo. Cada um da dupla deve defender sua posio. Apresente o dilogo para a turma.
  • 14. Sequncia didtica Introduzir o tpico (Paisagem do cotidiano) apresentando os conceitos bsicos do tpico Sondar os conhecimentos prvios dos alunos sobre os temas que sero trabalhados. Sistematizao: Relacionar os significados aos conceitos importantes do tpico, interpretar imagens e textos sobre os temas do tpico. Consolidao: Produo de texto coletivo e debate sobre o tpico. Avaliao Se necessrio, retomada.
  • 15. Atividades um seguro social, mediante contribuies previdencirias, com a finalidade de prover subsistncia ao trabalhador, em caso de perda de sua capacidade laborativa. As polticas referentes a essa rea so executadas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O conceito acima se refere a qual direito social? O que significa DIREITO CONSTITUCIONAL? Que conquista feminina aparece entre os direitos apresentados acima? Comente a frase Direitos sociais so aqueles que visam a garantir aos indivduos o exerccio e usufruto de direitos fundamentais, em condies de igualdade, para que todos tenham uma vida digna, por meio da proteo e garantias dadas pelo Estado Democrtico de Direito. Observe as imagens e responda: 5) Quais direitos sociais aparecem na imagem? 6) Voc acha que esses direitos so respeitados no Brasil? Comente. 7) Observe as imagens: Depois de muitas lutas o povo vai conseguindo seus direitos. A que direitos se referem as imagens ao lado? D sua opinio sobre a importncia da conquista desses direitos. 8)Trabalho extraclasse (em grupo, tirar fotos tipo iluso de tica sobre os direitos apresentados e expor na escola em um cartaz) TRABALHO MORADIA PROTEO INFNCIA EDUCA O SADE ASSISTENCIA AO DESAMPARADO ALIMENTAO PREVIDN CIA SOCIAL LAZER PROTEO MATERNIDADE SEGURANA
  • 16. Cidadania exercer os direitos que o Estado e a sociedade lhe proporcionam, bem como respeitar os deveres para com eles. Direitos Sociais so direitos assegurados constitucionalmente pelo Art. 6 e seguintes da Constituio Federal. So a educao, a sade, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurana, a previdncia social, a proteo maternidade e infncia, a assistncia aos desamparados. O conhecimento do que sejam direitos sociais ajuda a pessoa a raciocinar e agir sob a lgica dos direitos, assim a cidadania comea a se processar.O aprendiz comea a compreender que existem deveres importantes vinculados sua estrutura poltica, alm da cultural. Desloca-se do pensar sobre a cidadania para o ato de exercit-la. No possvel que um povo, uma nao se constitua sem a compreenso desses direitos. A cidadania tambm desenvolvida como direitos humanos ao qual se incluem o direito moradia e ao trabalho, sade e educao Os movimentos sociais agem no espao urbano e possuem amplas temticas como, por exemplo, as lutas por creches, por escola pblica, por moradia, transporte, sade, saneamento bsico etc. Quanto ao espao rural, a diversidade de temticas expressou-se nos movimentos de bias-frias, de posseiros, sem-terra, arrendatrios e pequenos proprietrios. Cada movimento possui uma reivindicao especfica. No incio do sculo XX, era comum os movimentos rurais e de luta pela conquista do poder poltico. Em meados de 1950, os movimentos foram impulsionados pelas Sociedades Amigos de Bairro - SABs - e pelas Comunidades Eclesiais de Base - CEBs. Nos anos 1960 e 1970, mesmo diante de forte represso policial, os movimentos no se calaram. Havia reivindicaes por educao, moradia e pelo voto direto. Em 1980 destacaram-se as manifestaes sociais conhecidas como "Diretas J". Em 1990, o MST e as ONGs tiveram destaque, ao lado de movimentos sindicais. Concomitante s aes coletivas que tocam nos problemas existentes no planeta (violncia, pobreza, etc.), h a presena de aes coletivas que denunciam a concentrao de terra, ao mesmo tempo que apontam propostas para a gerao de empregos no campo, a exemplo do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST); aes coletivas que denunciam o arrocho salarial (greve de professores e de operrios de indstrias automobilsticas); aes coletivas que denunciam a depredao ambiental e a poluio dos rios e oceanos (lixo domstico, acidentes com navios petroleiros, lixo industrial); as aes coletivas tm o espao urbano como cenrio para as denncias, reivindicaes ou proposies de alternativas. As passeatas, manifestaes em praa pblica, difuso de mensagens via internet, ocupao de prdios pblicos, greves, marchas entre outros, so caractersticas da ao de um movimento social. Veja alguns exemplos de movimentos sociais: Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra MST - um movimento social cujo objetivo a implantao da reforma agrria no Brasil. Uma das atividades do grupo consiste na ocupao de terras improdutivas como forma de presso pela reforma agrria, mas tambm h reivindicao quanto a emprstimos e ajuda para que possam produzir nessas terras. Para o MST, muito importante que as famlias possam ter escolas prximas ao assentamento, de maneira que as crianas no precisem ir cidade e, desta forma, fixar as famlias no campo. A organizao no tem registro legal por ser um movimento social e, portanto, no obrigada a prestar contas a nenhum rgo de governo, como qualquer movimento social ou associao de moradores. O movimento recebe apoio de organizaes no governamentais e religiosas, interessadas em estimular a reforma agrria e a distribuio de renda em pases em desenvolvimento. Sua principal fonte de financiamento a prpria base de camponeses j assentados, que contribuem para a continuidade do movimento. Movimento dos Trabalhadores Sem Teto(MTST)surgiu da necessidade de organizar a reforma urbana e garantir moradia e a todos os cidados. Frum Social Mundial FSM- um movimento com objetivo de elaborar alternativas para uma transformao social global. Seu slogan Um outro mundo possvel. um espao internacional para a reflexo e organizao de todos que se contrapem globalizao neoliberal e esto construindo alternativas para favorecer o desenvolvimento humano e buscar a superao da dominao dos mercados em cada pas e nas relaes internacionais. O Frum luta por um mundo sem excludos Movimento Feminista - O Feminismo um movimento com objetivo de direitos iguais e a proteo legal s mulheres. Defendem a igualdade para homens e mulheres. 1- Os movimentos sociais agem no espao ......................................... 2- Os movimentos sociais lutam por creches, ......................................, etc.. 3- No espao rural, os movimentos sociais lutam por melhoria da qualidade de vida dos ............................., de posseiros, sem-terra, arrendatrios, etc. 4- No sc.XX,os movimentos sociais lutavam pela conquista do....................... 5- Em 1970 as reivindicaes eram por educao, moradia e ........................ 6- Em 1980 destacaram-se as manifestaes sociais conhecidas como "........................." que exigiam o voto direto. 7- Hoje, as ONGs lutam contra a violncia, a .............e a destruio ambiental 8- O MST luta contra a concentrao de terras e pela gerao de ____________________no campo. 9- Uma forma dos movimentos sociais exigirem seus direitos e atravs de _______________ 10- O MST um movimento social cujo objetivo a implantao da ...........................no Brasil. 11- O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto(MTST) Tem objetivo de garantir .....................e a todos os cidados. 12- O Frum Social Mundial tem objetivo de elaborar alternativas para uma transformao social global e um mundo sem ........................... 13- O Movimento Feminista tem objetivo de direitos iguais e proteo s ..... 14- ............................. exercer os direitos e os deveres. 15- Os................................. so assegurados pela Constituio Federal. 16- So direitos do cidado a educao, a sade, o........................, a moradia, o lazer, a segurana, a previdncia social, a proteo maternidade e infncia, a assistncia aos desamparados. 17- As pessoas se organizam para exigir direitos, essas aes podem ser (greve de professores e de operrios para denunciar o arrocho___________ 18- Os movimentos sociais podem tambm denunciar a depredao .....................l e a poluio dos rios e oceanos. 19- As aes dos movimentos sociais se do atravs de passeatas, manifestaes em praa pblica, difuso de mensagens via internet, ocupao de prdios pblicos, greves, marchas entre outros. 20- Algumas das aes do movimento dos sem terra a ocupao de terras improdutivas como forma de presso pela reforma agrria e reivindicao de emprstimos e ajuda para que possam produzir nessas terras. 12 C 14 I 6 D 7 A 11 D 10 A 1 N 20 I 2 A 19 8 E 3 5 D 18 I 4 R 9 E 17 I 15 T 16 O 13 S Encontre no diagrama os direitos sociais T R A B A L H O J E D S A S D F G H L J D S A A Q Q E R E A F U R U S A S D F G Z G C E D D A S D F G E H A Y E F G H J H H R J T M O R A D I A A S A R O I Q U E B E M D O D P R E V I D E N C I A S E G U R A N A F G A S S I S T E N C I A
  • 17. BRASIL OITAVO PAS EM DESIGUALDADE SOCIAL, DIZ PESQUISA. PATRCIA ZIMMERMANN CLARICE SPITZ da Folha Online, em Braslia e SP 07/09/2005 O Brasil o oitavo pas em desigualdade social, na frente apenas da Guatemala, Suazilndia, Repblica Centro-Africana, Serra Leoa, Botsuana, Lesoto e Nambia, segundo o coeficiente de Gini,( parmetro internacionalmente usado para medir a concentrao de renda). O ndice brasileiro foi de 0,593 em 2003, segundo o relatrio do PNUD (Programa das Naes Unidas para o Desenvolvimento) sobre o IDH (ndice de Desenvolvimento Humano) em 177 pases. De acordo com o documento, no Brasil 46,9% da renda nacional concentram-se nas mos dos 10% mais ricos. J os 10% mais pobres ficam com apenas 0,7% da renda. Na Guatemala, por exemplo, os 10% mais ricos ficam com 48,3% da renda nacional, enquanto na Nambia, o pas com o pior coeficiente de desigualdade, os 10% mais ricos ficam com 64,5% da renda. O documento destaca ainda que a desigualdade social pode travar a expanso econmica e tornar mais difcil que os pobres sejam beneficiados pelo crescimento. Ao alertar para a gravidade das diferenas sociais no mundo, o representante do PNUD, Ricardo Fuentes, afirmou que em uma hora cerca de 1,2 mil crianas morrem no mundo, o que equivale a trs tsunamis por ms. As desigualdades limitam o avano das metas [objetivos do milnio, traados para 2015], disse. Segundo ele, os progressos no tem sido suficientes, e o relatrio do PNUD servir como um alerta para a Assembleia Geral das Naes Unidas marcada para este ms. "Vai chamar a ateno dos chefes de Estado para estes que so problemas do mundo", disse. Uma simulao do PNUD revela que o Brasil cairia 52 posies no ranking do IDH caso o ndice fosse calculado com base na renda dos 20% mais pobres e no no PIB (Produto Interno Bruto) per capita. O pas passaria, ento da 63 colocao para o 115 lugar entre os 177 pases avaliados. Esse resultado seria obtido mudando somente a varivel renda, sem alterar os indicadores de educao e longevidade. O estudo revela ainda que a transferncia de 5% da renda dos 20% mais ricos do pas para os mais pobres seria capaz de retirar 26 milhes de pessoas da linha da pobreza e reduzir a taxa de pobreza de 22% para 7%. Na avaliao do PNUD, segundo o relatrio, para que as "Metas do Milnio" sejam atingidas preciso uma ampliao substancial da qualidade e quantidade de ajuda ao desenvolvimento, alm de bases mais justas para o comrcio internacional e a reduo de conflitos violentos entre os povos. Entre as chamadas "Metas do Milnio", esto a de reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, tanto a porcentagem de pessoas cujo rendimento inferior a US$ 1 por dia quanto o percentual da populao que sofre de fome. Tambm fixa a meta de reduzir o ndice de mortalidade de crianas com menos de cinco anos em dois teros e o ndice de mortalidade de mes, em trs quartos at 2015. Leia o texto e responda: 1. O que desigualdade social? 2. Que posio o Brasil ocupa entre os pases de maior desigualdade social do mundo? 3. Que pases apresentam maior desigualdade social que o Brasil? De que continente so? 4. Quais os objetivos das metas do milnio quanto a diminuio das desigualdades sociais? 5-A charge faz uma crtica ao desrespeito a quais direitos? 6- Muitos criticam as polticas sociais de ajuda a populao mais pobre. Que critica a charge acima faz em relao a isso? Art. 6 da CF/1988. So direitos sociais: A educao, a sade, a alimentao, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurana, a previdncia social, a proteo maternidade e infncia, a assistncia aos desamparados, na forma. - CONSTITUIO DA REPBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988: 7- Voc acha que os direitos sociais ,no Brasil, So respeitados? Observe o fragmento da constituio ao lado e responda Observe a imagem (1) e responda: 8.O que voc entende da imagem? 8.No Brasil existe uma justa distribuio de renda? Meios de produo. Observe os meios de produo ao lado e responda: 10- Os meios de produo geralmente pertencem aos trabalhadores ou aos patres? Por qu? 11-Os meios de produo geralmente so coletivos (de todos) ou privados (particulares)? O Coeficiente de Gini: um parmetro internacional usado para medir a desigualdade de distribuio de renda entre os pases. O coeficiente varia entre 0 e 1, sendo que quanto mais prximo do zero menor a desigualdade ou melhor a distribuio de renda. Quanto mais prximo do um, maior a concentrao de renda. Ano Coeficiente de Gini / BR 1960 0,5367 2007 0,5546 2009 0,5448 ndice de Gini de outros pases: - Argentina: 49 - China: 47 - Alemanha: 27 - Mxico: 47 - Paraguai: 56 - Noruega: 25 - Portugal: 38 - EUA: 45 - Frana: 32 Classe social % pop/ Brasil A1 1% A2 4% B 24% C 43% D 25% E 3% Classe E menos de 1 Salrio Classe D - 1 a 2 Salrios Classe C - 2 a 5 Salrios Classe B - Mais de 5 a 10 Salrios Classe A2 - Mais de 10 a 20 Salrios Classe A1 - Mais de 20 Salrios Tpico 3. Cidadania e direitos sociais OP- 6 3.2.Ler e interpretar em dados e tabelas os avanos dos direitos sociais no Brasil e no mundo. Observe as informaes ao lado e responda. 1. Em que classe social est a maioria da populao brasileira? 2. Aproximadamente quanto % da populao brasileira faz parte da classe alta? 3. De quanto deve ser o salrio para que a pessoa faa parte da classe alta 1? 4. O que coeficiente de Gini? 5. Como medido o coeficiente de Gini? 6. Observando a tabela da classificao de GINI do Brasil podemos inferir que... 7. Dos pases apresentados ao lado qual apresenta menor desigualdade social e qual apresenta maior desigualdade social?
  • 18. Lazer - Na cidade ou no campo, a vida se traduz como espacialidade no mundo globalizado, com isso atribuem outros significados ao lazer: um lazer que mostra a maneira que as pessoas agem no seu cotidiano. Um aspecto desse lazer a vida 24 horas, produzindo tempos desiguais e atividades diferenciadas. Vinculado ao lazer, sua espacialidade e territorialidade esto o turismo, a arte, exposies, eventos, teatro, bal e shows, shopping. O lazer, nesse caso, abre um mercado e um espao que pode ser de convivncia, de encontro, de contribuio para a construo da identidade de um lugar. A vida globalizada impe outra dimenso para a espacialidade do lazer: A arte, as bandas para os jovens, com os ritmos como hap e o hip hop, o rock, ou o teatro e as exposies, os espaos culturais como feiras tpicas, abrindo possibilidades de convivncia e conhecimento de culturas em sua pluralidade. Tais eventos apresentam uma espacialidade e territorialidade com pluralidade da manifestao cultural. O Lazer produtivo envolve entretenimento e produo. Por ex: produzir cultura, arte sem inteno de ganhar dinheiro. O Lazer contemplativo tem a funo de entreter, por ex: turismo de excurso, cinema, teatro, show, exposies, galerias de arte, festas populares, etc. 1. Quais servios apresentados no texto acima tambm representam LAZER? 2. Quais formas de lazer apresentadas no texto que alm de gerarem dinheiro apresentam entretenimento? 3. O que lazer contemplativo? O que lazer produtivo? Na Constituio de 1988, promulgada no contexto da distenso e redemocratizao do Brasil aps a ditadura militar que perseguiu e colocou no mesmo balaio liberais, comunistas e cristos progressistas, apesar de termos 80% dos tpicos defendendo a propriedade e meros 20% defendendo a vida humana e a felicidade, conseguiu-se uma srie de avanos hoje colocados em questo como as Frias Remuneradas, o 13 salrio, multa de 40% por rompimento de contrato de trabalho, Licena Maternidade, previso de um salrio mnimo capaz de suprir todas as necessidades existenciais, de sade e lazer das famlias de trabalhadores, etc. A luta de hoje, como a luta de sempre, por parte dos trabalhadores, reside em manter todos os direitos constitucionais adquiridos e buscar mais avanos na direo da felicidade do ser humano.http://www.culturabrasil.pro.br/diadotrabalho.htm 1. Copie a parte do texto que fala dos tpicos da constituio. 2. Que avanos sociais referentes aos direitos trabalhistas esto descritos na constituio de 1988? 3. Voc concorda com a lei que garante o direito de lazer a todo trabalhador no seu tempo livre? O lazer uma conquista dos trabalhadores que lutaram para reduzir o tempo de trabalho em funo do descanso e recomposio do equilbrio. O lazer tem valor em si mesmo, pelas possibilidades que abre na dinmica social. Contudo, para alm da polmica que ronda a discusso conceitual, a tendncia dos estudiosos considerar o lazer como um campo peculiar da cultura, constitudo pela vivncia ldica de manifestaes culturais num tempo/espao conquistado pelos indivduos. O lazer compreende muitas prticas culturais, como o jogo, a brincadeira, a festa, o passeio, a viagem, o esporte e as variadas formas de arte (pintura, escultura, literatura, dana, teatro, msica, cinema) e por que no? o cio. 1. Copie a parte do texto que mostra que o lazer foi uma conquista social? 2. Que conceito de lazer descrito no texto? 3. O que cio? A possibilidade de lazer hoje est relacionada ao espao. Realmente no necessrio a existncia do quintal, e poder aquisitivo para frequentar as casas noturnas ou deslocar-se at o parque. A natureza social dos homens tem tambm uma caracterstica ldica muito forte, mas existe limite quanto liberdade de ao, para que a criatividade, imaginao, espairecimento e descontrao surjam nesse momento especfico do dia. O surgimento de espaos de lazer decorre assim de uma necessidade presente nos indivduos de se desligarem do lugar de produo ou da moradia para usufruir do tempo livre. Atualmente, o local de residncia proporcionam cada vez menos oportunidades de lazer, devido ao adensamento populacional, degradao social e ambiental das periferias e a intensificao das formas de lazer passivas onde destacam-se a TV, jogos eletrnicos, computadores, etc. No entanto, uma metrpole como So Paulo cujo nmero de pobres grande e crescente, as opes por forma de lazer mais ativas e/ou participativas so restritas. Observa-se assim, a segregao dos lazeres, ou melhor, das formas de uso do tempo livre. MENDES, Ricardo.Globalizao, urbanizao e lazer. IN: Experimental, anoI, n1, jul.1996, SP:F.F.L.C.H, p.75. 1. O que forma de lazer passiva? D exemplos. 2. De acordo com o texto, por que atualmente existem cada vez menos oportunidades de lazer? 3. Quais so as caractersticas ldicas dos homens? 4. O que o autor quis dizer com Observa-se assim, a segregao dos lazeres? O LAZER DE ONTEM E HOJE - Quando se fala nas opes de lazer de algumas dcadas atrs, logo se imagina crianas correndo pelas ruas, jovens sentados num banco de praa ou danando msicas lentas de bailes promovidos por clubes de prestgio na sociedade, e os adultos se divertindo ao longo da noite com as canes entoadas pelos seresteiros. Porm, os anos passaram, e as relaes tornaram-se mais individualistas, com um ar de modernidade hi-tech,modificando o modo de entretenimento. Essa mudana gerou vrias consequncias para a sade e comportamento da populao. Se antes as crianas passavam o tempo livre jogando futebol, hoje elas ficam horas em frente a aparelhos eletrnicos. No difcil de compreender o aumento do nmero de obesos entre as crianas. Os jovens abandonaram as msicas calmas e deram preferncia s festas rave,onde o uso de drogas ntido. Por sua vez, os adultos dispem de menos tempo a cada ano que passa para as horas de lazer, elevando o nvel de estresse e enfraquecendo as suas relaes sociais. A partir desse quadro percebe-se que apesar da enorme variedade de opes de entretenimento existente hoje, a parcela da populao que pode usufruir desse padro de lazer se dirige para um isolamento e graves problemas de sade, enquanto ainda possvel observar opes de diverso mais integradoras e saudveis em periferias e pequenas cidades. A soluo, no entanto no est em voltar ao passado e lanar mo de shoppings, iPods, ou boates. O correto seria avaliar-se at que ponto se est sendo um ser socivel, praticando atividades fsicas e obviamente, descontraindo e eliminando o cansao de modo saudvel. Fonte: http://www.luso- poemas.net/modules/news/article.php?storyid=31268#ixzz2ymj7CU4G 1. Explique o lazer na sociedade atual tendo como referncia a mundializao de fenmenos econmicos, tecnolgicos e culturais. 2. Como as pessoas usavam o espao para o lazer antigamente e Como usam o lazer hoje (quais as mudanas?). 3. Sobre os textos acima produza um texto explicando o lazer na sociedade atual, tendo como referncia o comrcio e os servios de entretenimento, no processo da globalizao ou mundializao e os avanos tecnolgicos.
  • 19. O que se pode concluir ao ler o grfico acima? O que se pode concluir ao ler o grfico acima? O que se pode concluir ao ler o grfico acima? O que se pode concluir ao ler o grfico acima? Com que frequncia voc pratica atividades de Lazer? (passeios, viagens, etc) O que se pode concluir ao ler o grfico acima? Principais opes de lazer nas cidades grandes O que se pode concluir ao ler o grfico acima? Qual das opes relacionadas mais considerada no momento da escolha de Lazer e entretenimento? O que se pode concluir ao ler o grfico acima?
  • 20. Observe as informaes acima e responda. 1. As informaes acima mostram que existe uma diferena entre o lazer na Zona nobre de SP e na periferia. Identifique essa diferena? 2. De acordo com as informaes acima, quais so as duas reas menos desenvolvidas de SP? 3. De acordo com as informaes acima, que rea faz a ligao entre as demais? 4. De acordo com o texto, quais as duas reas mais desenvolvidas de SP? As charges apresentadas mostram problemas contemporneos do lazer no Shopping centers. Identifique-os e produza um pequeno texto com sua opinio sobre esse fenmeno que ficou conhecido como ROLEZINHOS.
  • 21. Forma de Lazer contemporneo T ligado que 'os polcia' to em peso e j sabem quem eu sou" diz Lucas Lima, 17. De bermuda jeans, camiseta regata branca do UFC, tnis Oakley preto, corrente no pescoo e uma rplica do relgio Invicta no pulso, ele era um dos 3.000 jovens no shopping Metr Itaquera, no "rolezinho" do ltimo sbado. Mais do que isso, o adolescente organizou o evento daquele dia, que acabou em confuso, confronto com a Polcia Militar e registros de furtos e roubos. Desconfiado da ao da polcia, resolveu se precaver. "Vou para casa trocar de roupa e ficar mais apresentvel", disse o estudante do terceiro ano do ensino mdio em um colgio pblico da zona leste que faz bicos como ajudante de pedreiro. "Rolezinhos" so encontros marcados por redes sociais que atraem centenas de jovens a shoppings. Eles entram pacificamente nos locais, mas, depois, costumam promover correria assustando lojistas e frequentadores. Os adolescentes se renem. Passam correndo por corredores entoando batidas do funk. Os que vm atrs se integram aos demais, numa formao conhecida como "bonde". Nem sempre foi assim. "Rols" acontecem desde 2012, mas antes eram chamados de "encontro de fs" e serviam para que "dolos" conhecessem os seus seguidores. Que dolos? Aqui, leia-se garotos e garotas que no so atores, cantores ou qualquer coisa parecida. So jovens da periferia donos de perfis "famosinhos" que chegam a ter at 80 mil seguidores no Facebook, como o caso do adolescente Vinicius Andrade, 17. Com uma quantidade dessas de "fs", vidos por contato, conhecer um por vez seria impossvel. Assim nasceram os "protorolezinhos" que cresceram com o tempo. O melhor lugar para isso, claro, shoppings. "Tem que ser em um lugar onde d pra zoar e tirar foto com o dolo", afirma Jhenifer, 17, que foi a sete "encontros de fs" e passou a frequentar os "rolezinhos" em 7 de dezembro, data do primeiro rol de que se tem notcia. Estagiria de uma empresa no centro de So Paulo, Jhenifer s falta uma "carteirinha" para completar o perfil da f perfeita. Dos R$ 700 que recebe por ms, gasta cerca de R$ 100 em presentes para seus dolos. Isso, fora o tempo despendido em cartas e recados para eles. Por qu? "Eles colocam vdeos no Facebook e nos do ateno. Quero retribuir e que eles saibam que eu existo", diz. Entre o "panteo" de dolos da periferia, est Juan Carlos Silvestre, 16, ou "Don Juan" - como conhecido na internet desde 2012. O jovem o preferido de Jhenifer e tem mais de 50 mil seguidores. No dia do primeiro "rolezinho" centenas de garotas queriam encontr-lo. De l, Juan saiu com roupas de marca, ursinhos de pelcia, cartas, perfumes e uma camiseta oficial do Corinthians, seu time do corao. A vida de celebridade da internet, porm, no parece fazer a cabea do menino. "Neste ano, vou investir mais na carreira de MC", diz Juan, com a certeza de sucesso que s os dolos podem ter. BONDE DO ROL - Nem s de dolos so feitos os "rolezinhos" - que ganharam vida prpria, transformando-se em baladas. Lucas no est entre os famosos, mas nem por isso se diverte menos. Em dois rols anteriores, ele garante ter beijado "16 ou 17 meninas", perde-se no clculo. E a questo poltica? "No perco meu tempo em manifestaes, os polticos vo continuar roubando", diz. Durante duas semanas, a Folha acompanhou a rotina dele e de seus amigos, que convocam os eventos, com o objetivo principal de se dar bem com as garotas. Lucas no sabia, mas estava "na mira das autoridades" desde o fim do ano passado, quando postou no Facebook a convocao para o "Rolezinho Shopping Itaquera Part 3", como o nome deixa claro, o terceiro no mesmo local. Antes mesmo dos garotos entrarem, oficiais de Justia j aguardavam na porta para cumprir liminar que proibia a realizao do evento sob pena de multa de R$ 10 mil por dia a quem fosse pego fazendo arruaa. Lucas gasta todo o dinheiro que ganha em roupas de marca, parceladas no carto. O centro da sua diverso est no mesmo lugar de onde foi retirado no ltimo sbado. "Vim me divertir, no fiz nada errado, no roubei, no matei e venho aqui h cinco anos", reclama. Ele faz parte de um grupo de meninos e meninas que passam os dias conectados no celular e na internet, combinando eventos. Querem impressionar e disputam quem vai chamar mais a ateno "das cocotinhas" e dos "gatinhos". "A gente s quer ver os amigos, conhecer gente, comer no Mc [Donald's] e acaba apanhando", diz Letcia Gomes, 15. O saldo do "rolezinho" de Itaquera, no ltimo sbado, para Lucas: nenhum beijo na boca e uma citao de um oficial de Justia. "Onde que eu vou arrumar esse dinheiro?", diz. 1. O que so os Rolezinhos? 2. Que ritmo musical ouvido pelos amantes dos rolezinhos? 3. Por que os comerciantes tem medo dos rolezinhos? 4. Como eram chamados os encontros de jovens nos shopping antes dos rolezinhos? 5. De acordo com o texto, quem eram os dolos? 6. De acordo com o texto, por que Jhenifer uma f completa? 7. Qual a justificativa de Jhenifer em se dedicar tanto ao seu dolo? 8. Quais os dois principais motivos dos rolezinhos? 9. Onde os rolezinhos so orgnizdos? 10. Por que a Polcia Militar estava de olho em Lucas? 11. Descreva o estilo dos garotos dos rolezinho. 12. Quais so os argumentos contra e a favor dos rolezinhos? Segundo o texto qual o melhor modelo de sociedade? 1. No texto, qual o contrario de capitalismo? 2. Que caracterstica do capitalismo apresentada no texto? 3. O que ostentao? 4. O que a burguesia e por que chamada de opressora? 5. Quais caractersticas do socialismo so apresentadas no texto? 6. Quais so os smbolos do comunismo e do capitalismo?
  • 22. Segregao o ato de segregar, de por de lado, de separar, isolar ou apartar. o processo de dissociao onde as pessoas perdem o contato fsico e social com outras pessoas. Essa separao ou distncia social e fsica oriunda de fatores biolgicos e sociais, como raa, riqueza, educao, religio, profisso, nacionalidade etc. Existem vrios tipos de segregao: etnias, nacionalidades, classes sociais, gnero, de estilo, religiosa. Segregao racial- uma poltica que objetiva separar da sociedade as minorias raciais ou um grupo tnico especfico. Os indivduos ficam restritos a uma regio delimitada e impedidos de usufruir dos seus direitos. Um dos maiores exemplos de segregao racial foi o Apartheid que ocorreu na frica do Sul, onde os negros eram discriminados e foram criadas leis para no frequentaram os mesmos ambientes que os brancos. Depois de sculos, sob a liderana de Nelson Mandela, a luta contra o apartheid foi vitoriosa. Outro exemplo de segregao racial aconteceu nos EUA onde caucasianos (brancos) e afro- americanos (negros) no conviviam. Os afrodescendentes no tinham os mesmo direitos dos brancos. Nos transportes, por exemplo, as pessoas negras tinham que se sentar obrigatoriamente na parte de trs do nibus. Apenas na dcada de 1960 aconteceram movimentos para o fim desse tipo de segregao. Enquanto a segregao racial em larga escala no mais ocorre no mundo ocidental, grupos menores de pessoas ainda raciocinam desta forma. Segregao religiosa pode acontecer quando governos colocam a predominncia de uma religio sobre a outra. Durante a Segunda Guerra Mundial, Adolf Hitler conduziu uma cruel segregao contra os judeus. Seu dio prevaleceu tanto sobre esta religio que pretendia seu extermnio. Atravs da histria, voc pode ver a intolerncia religiosa. Voc tambm pode perceb-la no extermnio dos apstolos cristos h quase dois mil anos atrs e hoje onde grande parte dos conflitos so por causa da intolerncia religiosa como caso do conflito entre Israel e Palestina (judeus e rabes muulmanos). Segregao de classe - Segundo Russell Long, professor de sociologia no Del Mar College, sua classe social influencia em suas chances de conseguir um bom emprego, plano de sade e completar a faculdade. Esse tipo de segregao acontece frequentemente na sociedade. A segregao onde a classe social refora a desigualdade separando os ricos dos pobres. Segregao de gnero - ocorre quando pessoas so simplesmente separadas por seu gnero. Por exemplo, mulheres nos EUA no possuam direito a voto at 1920, no Brasil s puderam votar em 1937. Esse tipo de segregao coloca um como sendo inferior a outro como o caso tambm dos homossexuais. A segregao espacial* e urbana quando as classes sociais ficam concentradas em determinadas regies ou bairros de uma cidade. Essa segregao ocorre em locais onde h uma grande diferena de renda entre os grupos, uns possuem todas as condies de moradia e servios, e outros no possuem nada parecido. H crticas a muitos governos devido a segregao, uma vez que os prprios geralmente priorizam os investimentos e melhorias em reas onde concentra-se a populao com maior renda, aumentando assim a segregao, e ignorando as partes mais pobres da cidade. Os condomnios fechados so um grande exemplo de segregao urbana, uma vez que as pessoas buscam por segurana e tranquilidade, fazendo com que elas vo para determinadas reas da cidade, e construindo muros para proteger as reas perigosas, aumentando ainda mais a segregao. *Segregao espacial - oposio entre o centro e a periferia; favelas e condomnios fechados. ATIVIDADES Que tipo(s) de segregao acontece(m) em cada quadrinho.
  • 23. 2. Interprete a charge acima, o que o Apartheid global? 3. Quais os dois tipos de segregao que so evidenciados na charge acima? 4. Que tipo de segregao evidenciado na charge acima? 5. A imagem acima mostra a segregao na frica do Sul e Entre rabes e Judeus. Explique cada uma. 6. Que tipo de segregao evidenciado na cena acima e em que contexto histrico aconteceu essa cena? 7. A imagem acima mostra um rabe e um judeu abraados. Explique por que essa cena pouco comum. Gente Fina Bruno Drummond Tipos de feminicdio 8. O que os textos acima tm em comum? a) Ambos demonstram a segregao de gnero b) Ambos demonstram a segregao atravs do desrespeito mulher c) Ambos demonstram a segregao atravs de assassinatos a homossexuais d) Ambos demonstram a segregao tnica. 9. Debata sobre os diversos tipos de segregao e depois produza um texto coletivo sobre as concluses a que chegaram.
  • 24. TEXTO 1 A expanso perifrica decorrente do crescimento urbano evidencia uma tendncia organizao do espao em zonas de forte homogeneidade social entre elas. Essa organizao resultado de uma estratgia de segregao socioespacial que impede a comunicao entre as diferenas. Percebe-se uma tendncia de segregao socioespacial da populao pobre e uma auto- segregao da populao rica. A segregao evidencia as ocupaes do espao sem planejamento- as favelas, e a auto- segregao passa por uma grande ordem de planejamento invertendo as noes de pblico e privado e revisitando o conceito de urbanidade, de convivncia social. A segregao imposta s pessoas pobres explica a formao de lugares separados, com localizao ruim, habitaes precrias, dificuldade de transporte e ausncia de infra-estrutura urbana. A cidadania pode ser exercitada na reivindicao de espaos com planejamento urbano, infra-estrutura urbana, ruas bem pavimentadas, iluminao, escolas, postos de sade e distribuio de energia, coleta de lixo, rede de gua, cuidando para que o acesso a esses servios no seja clandestino ou ilegal. A segregao dificulta a existncia e manuteno de espaos pblicos voltados para o lazer. TEXTO 2- As cenas chocantes do cotidiano de terror revelam a segregao e excluso de povos da mesma nacionalidade, separados pelos colonizadores, que escolheram os tutsis para os representar no poder local. Essa escolha gera um movimento separatista entre as etnias: hutus ( 85% da populao) e tutsis. Um territrio comum, mas marcado por estratgias de segregao. necessrio um olhar diferente para o continente africano e sua excluso no processo de globalizao mundial, sua histria de discriminao e segregao no mundo dos brancos;alm de conflitos gerados pela colonizao europia na frica e a permanncia do terror e do genocdio entre tribos de mesma nacionalidade; a migrao forada para os campos de refugiados. 1. Observando as imagens (bailes funks, hip hop, forrs, restaurantes, shoppings, condomnios fechados, favelas, bal, consumismo) faa uma lista com 5 diferentes formas de segregao espacial que as imagens evidenciam. 2. Faa uma lista de servios e equipamentos pblicos importantes na vida urbana. Produza um texto sobre como so importantes para a sociedade. 3. Em grupo, tire fotos de lugares que evidenciem a segregao na sua nossa cidade. 4- Sobre os textos complete. a) A expanso das periferias ocorrente por causa do.......................................... b) A segregao evidencia as ocupaes do espao sem planejamento, que so as............................ 5- Coloque V ou F ( ) Na organizao dos espaos a populao pobre excluda e a populao rica se exclui, tornando o lugar homogneo, formando assim bairro de pobre e bairro de rico. ( ) Na frica acontece segregao e excluso de povos da mesma nacionalidade. ( ) NA segregao o acesso a servios pblicos e de infra estrutura que era para ser pblico(para todos) se torna privado, por que s alguns tm acesso. ( ) A frica o continente mais excludo da globalizao 6) De acordo com o texto e no contexto da segregao, como a cidadania pode ser exercida? 7) De exemplo de quando o acesso aos servios pblicos clandestino ou ilegal? 8) Qual a causa histrica da segregao em Ruanda? 9) Por que o texto 2 diz que necessrio um olhar deferente sobre o continente africano 10- Encontre no diagrama palavras sobre o tema acima. S D I F E R E N A S E E F H J K J H J K P G D E X C L U S A O U R E T C P R D F D C B E D D L R D R R E I L G R F A I D E F D D I A F D N V F F R E A C G F D A D U F D D O A F A E D F G D E A C O P V S O D I F D N X F E E T R F A D S I C R R L I D D D R D A X F I A N F F O I A E Z I F E O D D S C S R X L E D R F F R O A D Z E R F F S D F D D F C G I D G D F G D F C C A A F F S D P O B R E L F H J I O J K J K C S E P A R A D O S C C
  • 25. Kigali, a capital de Ruanda, tinha 350 mil habitantes em meados de abril de 1994. Um ms depois, no havia mais que 250 mil pessoas vivendo na cidade. Pelo menos 60 mil foram assassinadas. Mais de 20% dos 8 milhes de ruandeses abandonaram suas casas, em pnico, para se refugiar no interior ou pases vizinhos. Em um nico dia, 250 mil pessoas cruzaram a fronteira com a Tanznia por uma ponte estreita o maior e mais rpido xodo j visto por funcionrios da ONU e Cruz Vermelha. Em menos de 4 semanas, houve uma chacina de propores assombrosas: mais de 200 mil mortos, 500 mil trucidados ( homens, mulheres, crianas, velhos). Um missionrio que se encontrava em Ruanda disse revista Time: No sobraram demnios no inferno. Eles esto todos em Ruanda. A tragdia mais uma etapa da guerra civil que despedaa Ruanda desde 1990 e mais um round na histrica briga entre as duas etnias que povoam a regio desde o sculo XV os hutus e os tutsis. O dio entre esses dois povos herana da colonizao Os hutus, de estatura mais baixa e de cor negra mais acentuada, formam hoje 85% da populao. Falam a mesma lngua e conviveram em paz com os tutsis, mais altos e de pele mais clara, at a chegada dos europeus, em 1885. Primeiro foram os alemes, que colonizaram a regio at a Primeira Guerra Mundial, e depois os belgas, que ficaram at 1961, um ano antes da independncia de Ruanda. Os colonizadores escolheram os tutsis como testas de ferro de seu domnio. Concederam a eles os cargos no governo, as vagas nas escolas, os postos mais importantes no exrcito e facilidades para se instalarem no comrcio. Na dcada de 50 ocorrem os primeiros conflitos entre as duas etnias. Com o crescimento do sentimento de nacionalidade em toda a frica, os hutus lanam um movimento separatista, mas seus lderes so assassinados pela elite tutsi. Em 1959 os hutus finalmente derrubam a monarquia tutsi, instalam um governo provisrio no ano seguinte conseguem a independncia. Em 1963, um movimento guerrilheiro tutsi invade Ruanda, mas derrotado e perde 12 mil homens. Dez anos mais tarde um golpe militar pe no poder um hutu. A atual guerra civil comeou em 1990, quando guerrilheiros tutsis invadem Ruanda. Interminveis negociaes de paz foram conduzidas pela ONU, por pases africanos, Frana e Blgica. Em abril de 1994, o avio em que viajava o presidente Habyarimana (hutu), foi derrubado por mssil quando retornava de uma rodada de negociao da paz na Tanznia. Os hutus responsabilizaram os tutsis pelo assassinato, mas suspeita-se que lderes radicais hutus que tenham disparado o mssil a fim de criar pretexto para massacrar os tutsis. Milcias que atuam como braos armados de partidos polticos hutus saram caa de seus adversrios em todo pas. A chacina foi monstruosa. Invadiram a universidade de Kigali e mataram, com tiros e golpes de faco, todos os estudantes que estavam no campus. Os milicianos tinham listas com nomes de pessoas a serem mortas e as perseguiam at atingir os objetivos. Aldeias inteiras foram dizimadas. Moradores de pases vizinhos e observadores internacionais presenciaram cenas horripilantes, que demonstravam um mtodo macabro de extermnio: primeiro apareciam boiando nas correntezas dos rios os corpos chacinados de homens e jovens, que morreram lutando para defender suas famlias; depois apareciam os corpos das mulheres e velhos, tambm trucidados; por fim os corpos intactos de crianas e bebs, que foram jogados nos rios para se afogarem. Fonte: Revista Nova Escola.Agosto: 1994, p.42/43. 1-Coloque a legenda que est sobre o pas a que se refere a informao. - Ruanda, pas em conflito tnico - Tanznia, pas para foram a maioria dos refugiados da guerra civil. - Alemanha, um dos colonizadores da Ruanda. 2- Coloque no mapa a- O nome do continente que sofre com conflitos tnicos por causa da colonizao. b- O nome do continente colonizador. 3- Responda no caderno 4- Relacione conceituando as palavras chave do tema a- Qual a capital da Ruanda? b- O que aconteceu para que em um ms o nmero de habitantes de Kigali passasse de 350 mil para 250 mil? c- Descreva o xodo apresentado no texto. d- Por que um missionrio que se encontrava em Ruanda disse revista Time: No sobraram demnios no inferno. Eles esto todos em Ruanda? e- A guerra civil na Ruanda, acontece entre quais etnias? f- Descreva as caractersticas fsicas das duas etnias rivais. g- O texto diz que as duas etnias viviam em paz. Que acontecimento fez com que isso mudasse? O que eles fizeram que despertou o dio entre as etnias? h- De acordo com o texto, quem conduziu as negociaes pela paz em Ruanda? i- Explicar com suas palavras o significado de etnia, genocdio e limpeza tnica. (1) Fronteiras: (2) Identidade: (3) Etnia (4) Limpeza tnica (5) Ex: de Limpeza tica (6) Genocdio: ( ) Na segunda guerra Hitler queria ''limpar'' o mundo de Negros e judeus, etc. Na Iugoslvia, havia varias etnias com religies diferentes houve conflito entre elas e o pas se desmembrou. Na Ruanda, houve um conflito entre Tutsis e Hutus. ( ) Assassinato deliberado de pessoas motivado por diferenas tnicas, nacionais, religiosas e (por vezes) polticas ( ) extermnio fsico de um grupo nacional tnico ou religioso. ( ) uma comunidade humana com afinidades lingsticas, culturais, tribais, religiosos, nacionais e genticas, compartilhando territrio. ( ) Significa experincia de um povo, envolvendo representaes simblicas e a relao com o outro. Identidade cultural representa os costumes, as tradies, a lngua, as formas de conviver e de viver, compartilhadas e construdas. Identidade nacional representa movimentos que partem das bases: atributos lingsticos, territoriais, tnicos, religiosos e polticos-histricos. Identidade territorial so as relaes socioespaciais ( ) limite do territrio de um Estado. No contexto do tema pode significar delimitaes espaciais da segregao/discriminao, das resistncias, dos valores, das identidades.
  • 26. Diversos lugares da superfcie da Terra esto conectados s redes tcnicas que so o suporte das comunicaes e dos transportes. Elas ultrapassam as fronteiras, reduzem as distncias e transformam os cotidianos culturais em todo o planeta. No mundo contemporneo os fluxos ou redes revolucionam os meios de transporte e comunicao intensificando o comrcio internacional, ampliando a velocidade das informaes e promovendo as interaes entre culturas, povos, cidades, pases. Todos usufruem das modernidades vistas nas imagens de TV, dos jogos, sites, blogs, do mundo informatizado? Os hbitos, costumes, tradies foram plugados. A tecnologia das comunicaes vai desde o telgrafo aos satlites artificiais. Nos transporte vai desde os lentos navios ao trem bala e avies supersnicos. O desequilbrio ambiental o resultado da produo e consumo desenfreados. O uso e consumo das redes tcnicas geram a excluso. Na rede de informao planetria o conhecimento cientfico que gera a sociedade da informao atinge em escala global, os sujeitos capazes de navegar em infovias, sabendo selecionar, ordenar e interpretar a complexidade de dados que circulam no espao ciberntico mundial ou infoespao. A constituio do meio tcnico-cientfico-informacional vem renovando a infra- estrutura de irrigao, barragens, portos, aeroportos, hidrovias, rodovias, ferrovias, refinarias, dutos e as telecomunicaes no territrio, em escala local, nacional e global. Essa materialidade confere poder ao espao e precisa ser compreendido, na sua distribuio desigual dos fluxos de pessoas, produtos, renda e domnio das tcnicas no espao geogrfico, impondo a necessidade de construo de um mundo mais solidrio e participativo. No cotidiano do espao de vivncia as infovias e o transporte so usados significativamente em projetos individuais em detrimento do uso coletivo que geraria a cidadania digital e a incluso no trnsito. preciso um uso/consumo tico e sustentvel dos equipamentos que do suporte modernizao do territrio. O espao social alcanou grandes avanos tcnicos-cientficos na sade, na educao, no transporte, etc. mas, parte significativa da populao permanecem excludos desses avano. ATIVIDADES 1- O que so redes tcnicas? 2- Por que se diz que no mundo atual as redes revolucionam os meios de transporte e comunicao? 3- Qual o resultado da produo e do consumo desenfreados? 4- Por que o uso das redes pode gerar excluso? 5- Coloque V ou F: ( ) As redes tcnicas que so o suporte das comunicaes e dos transportes ( ) As redes ultrapassam as fronteiras, reduzem as distncias e transformam os cotidianos culturais em todo o planeta ( ) As redes revolucionam os transporte e comunicao intensificando o comrcio internacional, ampliando a velocidade das informaes e promovendo as interaes entre culturas, povos, cidades, pases ( ) A tecnologia das comunicaes vai desde o telgrafo aos satlites artificiais. Nos transporte vai desde os lentos navios ao trem bala ( ) A constituio do meio tcnico-cientfico-informacional renova a infraestrutura de irrigao, barragens, portos, aeroportos, hidrovias, rodovias