AGU Brasil A3 - N 30

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O Informativo AGU Brasil é uma publicação digital semanal voltada para o público interno.

Text of AGU Brasil A3 - N 30

  • No comeo, havia um imenso caminho pela frente. Rita Medei-ros, primeira jornalista a ocupar a funo de assessora de imprensa da AGU, nos anos 1990, lembra, saudosa, da poca em que inau-gurou o atendimento a jornalis-tas, prioritrio at ento. Era ex-tremamente inovador porque se tratava de uma viso diferente do papel do Estado e do setor pbli-co em geral. Foi uma experincia muito interessante porque tudo estava mudando mesmo, conta.

    Em 2000, houve uma atuali-zao de conceitos, que resultou na implementao de um novo servio. Sob a orientao da jornalista Mrcia Gomes, pela primeira vez o setor deixou de somente responder a demandas de jornalistas e passou, tambm, a produzir e publicar notcias na internet.

    De l para c, muita coisa mudou e o amadurecimento da comunicao exigiu novos ru-mos. Vieram, ento, o planeja-mento, a de nio de metas, a medio de resultados e a adoo de novas mdias, servios inau-gurados a partir de 2007, sob a tutela do atual chefe da Comuni-cao, Ado Paulo Oliveira (veja linha do tempo). Implementa-mos mudanas tambm no pro-tagonismo. Hoje, a AGU aparece em primeiro lugar em qualquer material produzido pela comu-nicao. Antes, as decises judi-ciais tinham prioridade, explica.

    No rgo desde sua criao, em 1993, Maria de Lourdes Ro-drigues, agente administrativa na PSU de So Jos do Rio Preto (SP), acompanhou com entusias-mo a evoluo do setor. A co-municao de hoje muito mais importante para a AGU, princi-palmente pela rapidez com que as informaes e conhecimentos chegam a todos ns, a rma.

    O depoimento da colabora-dora refora a importncia do conceito de comunicao inte-grada e convergncia de mdias, implementados recentemente. E os resultados esto a. Dados coletados nos ltimos cinco anos apontam que a AGU o segundo rgo mais citado pela mdia eletrnica e impressa, no comparativo entre os rgos que

    compem o sistema judicial, atrs apenas do STF (veja Os nmeros dessa histria). Casos importantes e de repercusso nacional ou regional passaram a

    destacar a atuao da AGU.Quem j precisou dos ser-

    vios de comunicao, como o procurador-chefe da PF/PB, Aluizo Lucena, ressalta a e ci-ncia do setor. Em fevereiro de 2014, a unidade precisou dar am-pla divulgao a uma ao contra invasores de terras e acionou a Assessoria de Comunicao para a publicao de notcia sobre o tema. A reportagem chamou a ateno do pblico para o pro-blema e despertou o interesse da imprensa paraibana. Nos sur-preendeu a diligncia com a qual reproduziu a matria na mdia, zelando pela delidade s infor-maes prestadas pela origem. Estamos satisfeitos com a parce-ria, pontua o procurador.

    PLANEJAMENTO - Um setor de comunicao lida com diversos pblicos. De jornalistas e autori-dades, a cidados comuns e co-laboradores da instituio a qual representam. Promover o dilogo e deixar bem informados estes atores so tarefas que exigem es-pecializao e planejamento, de-fende o doutor em Comunicao e autor de livros sobre comunicao pblica, Jorge Duarte.

    O especialista avalia posi-tivamente o trabalho desenvol-vido na Comunicao da AGU,

    principalmente pela qualidade dos produtos, pela diversidade de mdias e pela preferncia em no terceirizar o servio. Atualmen-te, todo o contedo produzido por servidores da casa, opo que, segundo Duarte, d melho-res resultados. Tem muito mais engajamento. Gente que conhece a histria, os objetivos da orga-nizao, tem um envolvimento maior. Elas conhecem as pessoas com as quais esto comunican-do, a rma.

    Esse esforo coletivo foi co-roado nos ltimos dois anos com o reconhecimento no Prmio Nacional de Comunicao & Justia. Em 2014 e 2015, o pro-grama AGU Brasil conquistou o primeiro e o terceiro lugares, respectivamente, na categoria rdio. O programa mantm par-ceria com oito estaes regionais e transmitido para mais de dez mil emissoras por meio do sat-lite da EBC. Em 2015, foi a vez da publicao Panorama AGU 2010/2014 conquistar o ttulo, na categoria mdia impressa.

    Na prxima edio do infor-mativo AGU Brasil voc acom-panha a histria e os principais resultados alcanados pela co-municao nas reas de produ-o de notcias e atendimento imprensa. No perca!

    Foto

    /Arte

    : Ren

    ato

    Men

    ezes

    Srie de quatro reportagens conta como foi a evoluo da comunicao na AGU e demonstra que os resultados so alcanados com planejamento

    Informativo semanal da Advocacia-Geral da Unio

    15 anos comunicando com voc28/09/2015 N 30

    Proteja o meio ambiente, acesse a verso digital: issuu.com/agubrasil

    BRASILOS NMEROS

    DESSA HISTRIA*

    Site e notcias17,1 mil

    reportagens publicadas

    Atendimento imprensa 7.718

    demandas de jornalistas recebidas

    53% das demandas respondidas

    em at uma hora** 67.863

    citaes em mdias eletrnicas

    Rdio1067

    edies2325

    reportagens613

    entrevistas

    TV21

    programas AGU Notcias13

    programas AGU Explica10

    programas AGU Entrevista163,4 mil

    visualizaes no total

    Redes Sociais200

    mil curtidas no Facebook3

    Lugar no Facebook comparado aos rgos do Sistema Judicial

    98 mil seguidores no Twitter

    Comunicao interna22

    edies do informativo AGU Brasil impresso

    131colaboradores entrevistados

    231telas disponibilizadas

    no AGU Indoor

    Criao/Publicaes

    12projetos implementados

    PremiaoPrmio Nacional de Comunica-

    o & Justia, edio 2015, com o Panorama 2010/2014, catego-ria mdia impressa. Finalista na

    categoria rdio.Prmio Nacional de

    Comunicao & Justia, edio 2014, com o programa AGU

    Brasil, categoria rdio.

    *Julho 2015 **Contabilizadas desde 2013

    Presidente do STF cassou deciso que impedia processo

    administrativo contra InterunionNota publicada em

    22 de setembro de 2000

    AGU defende no STF competncia dos procuradores de es-tado para defender governador de Ron-

    dniaNota publicada em

    11 de maro de 2009

  • Segundo a Associao Brasi-leira da Indstria de Produtos para Animais de Estimao (Abinpet), o Brasil tem a quarta maior populao de animais de estimao do mundo. Dados do Instituto Brasileiro de Geogra a e Estatstica (IBGE), de 2013, mostram que cerca de 52 mi-lhes de cachorros esto em ca-sas de famlias no Brasil, alm de 22 milhes de gatos, 38 milhes de aves e 18 milhes de peixes.

    Para promover a impor-tncia de proteger os animais e preservar todas as espcies, esta semana comemorado o Dia Mundial do Animal, em 4 de outubro. Ecologistas criaram a data durante uma conveno na Itlia, em 1931. Neste dia, a vida animal em todas as suas formas

    celebrada e eventos especiais so planejados em vrios locais por todo o mundo.

    E h quem opte por t-los ainda mais perto, mas para criar um animal em casa necessrio dedicao. Eles precisam, por exemplo, beber gua e comer todos os dias, ter contato com ventilao ou luz solar e ter as-sistncia veterinria quando do-entes ou feridos. O no cumpri-mento desses e outros cuidados classi cado como maus-tra-tos, determinados no Decreto n 24645/34, e crime, como pre-

    visto na Lei n 9605/98.Muito alm da legislao,

    h quem acredite que o carinho dos animais deve ser retribu-do. a opinio, por exemplo, de Tain Barboza, estagiria da PSF/Divinpolis (MG). Meus cachorros, o Pipoca e a Nala, alegram a casa, nos fazem sen-tir especiais. Principalmente quando achamos que ningum lembra que existimos eles esto l fazendo a maior festa quando chegamos em casa, conclui.

    Por essa relao de cumpli-cidade e amizade, algumas or-

    ganizaes no-governamentais, como a Adote Bicho, condenam o comrcio dos bichinhos. O site da entidade (adotebicho.com.br) abre espao para denncias de maus-tratos, um classi cados de animais disponveis para ado-o, histrias de recuperao de animais e ainda dicas de cuida-dos com os pets.

    Wagner Yoshio, tcnico do seguro social da PSF/Osasco (SP), seguiu o bom exemplo e procurou uma ONG, ao invs de comprar um animal. Te-nho uma vira-lata que se chama Dara. Ele muito tranquilo e est comigo h um ano. Sempre tive algum bichinho. Faz mui-to bem para mim e para minha me, que idosa e gosta de ca-chorro tambm, a rma.

    Na verso digital do infor-mativo acompanhe mais depoi-mentos dos nossos colaborado-res orgulhosos de seus bichinhos e tambm dicas de sade para eles e para quem os criadores tambm. Acesse issuu.com/agu-brasil/stacks e con ra.

    28/09/2015 N 30

    EXPEDIENTEinformativo@agu.gov.br(61) 2026-8524

    Chefe da Ascom: Ado Paulo Oliveira

    Coordenao: Brbara Nogueira

    Edio: Flvio Gusmo e Uyara KamayurRedao: Rebeca LigabueArte: Alex Prspero, Renato Menezes, Roberto Ferreira e Bruno San

    Assessoria de Comunicao

    Social

    Poucas expresses artsticas e de lingua-gem so to universais quanto a msica. Se a gente parar para pensar, estamos rodeados de melodias e ritmos. E inde-pendentemente do gosto musical, sempre haver um som que marca uma poca. Tanto que a Organizao para a Educa-o, a Cincia e a Cultura das Naes Unidas (Unesco), responsvel por insti-tuir o Dia Mundial da Msica (1/10), de-fende a musicalizao das crianas desde cedo. Escutando os diferentes sons de brinquedos, dos objetos, do ambiente e do prprio corpo, h observao, desco-berta e reaes, a rma a entidade.

    E parece que a mistura de melodias, harmonias e ritmos realmente marcam as pessoas. A procuradora federal Larissa Leite, da PSF Blumenau (SC), por exem-plo, diz que a trilha sonora dela depende do momento, seja de alegria, re exo, la-zer ou de busca por novas ideias. No en-tanto, uma delas, Wish you were here,

    da banda britnica Pink Floyd, que ela danou com o marido no casamento, a levam diretamente para aquele momento. Quando a escuto novamente lembro da nossa festa. So boas recordaes, diz.

    O poder da arte to transformador que vem sendo utilizado, inclusive, para ajudar crianas com di culdades de apren