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PERSPECTIVAS E POTENCIALIDADES CADEIA SUÍNA Novembro de 2003

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  • PERSPECTIVAS E POTENCIALIDADES CADEIA SUNA Novembro de 2003
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  • Produo Mundial 2004 A produo mundial dever ter um modesto incremento (1,26%). As produes da China, do Canad, da Rssia, da Coria do Sul e das Filipinas devem crescer 1,9%, 1,6%, 3,2%, 4,1% e 2,6% respectivamente. Nos demais pases os incrementos sero muito modestos. A produo dos USA e da Unio Europia devem permanecer estveis ou apresentar leve declnio, mas os abates dos USA devem crescer por conta do aumento das importaes de animais vivos do Canad.
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  • Mercado Mundial 2004 O consumo mundial tende a crescer tambm muito modestamente (1,35%). Destacam-se os incrementos estimados para a China, USA, Japo, Coria do Norte e Filipinas, com 1,94%, 1,17%, 2,31%, 3,59%, e 2,6%, respectivamente. esperado cair em mais de 10% as importaes da Rssia, mas devem se ampliar os volumes comprados pelos USA, pelo Mxico, pela Coria do Sul, pelo Canad e pela China. No entanto, as estimativas indicam que os negcios internacionais de carne suna devem encolher em torno de 2,0%, podendo situar-se abaixo de 4,0 milhes de toneladas.
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  • ; Fonte: Instituto Cepa-SC.
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  • Fonte: Abipecs, Abcs BRASIL CARNE SUNA PRODUO, DISPONIBILIDADE INTERNA E EXPORTAO 2001 - 2004 (Mil t)
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  • PERSPECTIVAS PARA 2004
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  • BRASIL - CARNE SUNA CAPACIDADE INSTALADA E PROJEES Fonte: Abipecs, Abcs.
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  • RIO GRANDE DO SUL - ALOJAMENTO DE 2004 Premissa: H potencial instalado e investimentos em andamento para a produo crescer. Matrizes produziro 19 terminados por ano e o peso mdio das carcaas ficar bem acima de 2003. O incremento no alojamento de matrizes tecnificadas ser ao redor de 5,0%, devido principalmente ao incremento da produo prpria das cooperativas. O plantel no tecnificado poder ter um leve incremento, mas no retornar aos patamares de 2002.
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  • RIO GRANDE DO SUL - PRODUO DE 2004 O pequeno incremento nos alojamentos, a manuten o da produtividade e a e pequena altera o para mais no peso das carca as projeta um aumento da produ o de 2004/2005 ao redor de 5,0%. O pequeno incremento nos alojamentos, a manuten o da produtividade e a e pequena altera o para mais no peso das carca as projeta um aumento da produ o de 2004/2005 ao redor de 5,0%. O volume produzido deve atingir 5,7 milhes de cabe as, superando em 264 mil cabe as a oferta de 2003. O volume produzido deve atingir 5,7 milhes de cabe as, superando em 264 mil cabe as a oferta de 2003. A produ o de 2004 pode retornar ao volume de 2002. A produ o de 2004 pode retornar ao volume de 2002.
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  • SANTA CATARINA ALOJAMENTO DE 2004 Premissa: O mercado interno ainda cresce lentamente e as exportaes tendem a cair, mas a situao econmica dos suinocultores sugere uma moderada recuperao dos alojamentos. Moderado incremento no alojamento de matrizes tecnificadas (5,7%) em detrimento de uma estabilizao no plantel menos produtivo. Moderado incremento no alojamento de matrizes tecnificadas (5,7%) em detrimento de uma estabilizao no plantel menos produtivo. A capacidade instalada, no entanto, tende a facilitar um retorno aos alojamentos de 2002. A capacidade instalada, no entanto, tende a facilitar um retorno aos alojamentos de 2002. Matrizes produziro 20 terminados por ano e o peso mdio das carcaas permanecer estvel. Matrizes produziro 20 terminados por ano e o peso mdio das carcaas permanecer estvel.
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  • SANTA CATARINA - PRODUO DE 2004 Mesmo com um moderado aumento dos alojamentos de matrizes, a produo tende a crescer quase 10,0% em 2004, 200 mil cabeas a mais do que 2002. Mesmo com um moderado aumento dos alojamentos de matrizes, a produo tende a crescer quase 10,0% em 2004, 200 mil cabeas a mais do que 2002. O volume produzido deve superar 8,7 milhes de cabeas, superando em 740 mil cabeas em relao a 2003. O volume produzido deve superar 8,7 milhes de cabeas, superando em 740 mil cabeas em relao a 2003. O potencial instalado tanto no campo como na indstria sinaliza para a hiptese de uma produo recorde. O potencial instalado tanto no campo como na indstria sinaliza para a hiptese de uma produo recorde. O plantel pode chegar a 460 mil matrizes e a produo a 9,2 milhes de cabeas. O plantel pode chegar a 460 mil matrizes e a produo a 9,2 milhes de cabeas.
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  • PARAN - ALOJAMENTO DE MATRIZES - 2004 Premissa: As cooperativas persistiro na estratgia de agregar valor ao milho atravs da produo prpria de leites. Mesmo havendo capacidade instalada e investimentos em andamento para a produo crescer, este potencial estar fortemente dependente do plantio da prxima safra de milho. As matrizes produziro 20 terminados por ano e o peso mdio das carcaas ficar estvel. As matrizes produziro 20 terminados por ano e o peso mdio das carcaas ficar estvel. No geral, o alojamento de matrizes ser crescente, pela expanso dos projetos das cooperativas. No geral, o alojamento de matrizes ser crescente, pela expanso dos projetos das cooperativas.
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  • PARAN - PRODUO DE 2004 A estabilidade dos alojamentos e o incremento na produtividade determinaro uma produo superior a de 2002. A estabilidade dos alojamentos e o incremento na produtividade determinaro uma produo superior a de 2002. O volume produzido deve atingir 6,2 milhes de cabeas, superando em 118 mil cabeas a oferta de 2003. O volume produzido deve atingir 6,2 milhes de cabeas, superando em 118 mil cabeas a oferta de 2003.
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  • Fonte: Abipecs, Abcs. TENDNCIAS E PREOCUPAES 2004/2005
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  • SITUAO ATUAL (Horizonte 2004/2005) A produo aumentar forte no Paran e em Gois, moderadamente no Mato Grosso, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Observa-se uma forte tendncia de ampliao da produo dos grandes produtores. Como so plantis mais produtivos, isto levar a um novo aumento da produo. A pequena produo devem continuar caindo acima de 5% ao ano. As grandes criaes devem crescer entre 3% e 5% ao ano. A partir do segundo semestre de 2004 a disponibilidade interna poder ser acrescida em mais de 110 mil toneladas. A partir do segundo semestre de 2004 a disponibilidade interna poder ser acrescida em mais de 110 mil toneladas.
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  • As estimativas para os prximos doze meses projetam uma produo muito prxima a de 2003 (2,7 milhes de t), j para 2004/2005 indicam um retorno ao patamar de 2002 (2,8 milhes de t). Na hiptese de queda nas exportaes e, mantida a expanso da produo, a disponibilidade interna de 2004 ser acrescida em 216 mil toneladas, podendo, com uma produo menor repetir a crise de 2002. A partir do segundo semestre de 2004 configura-se um novo quadro de superoferta, com estoques altos no ltimo trimestre do ano.
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  • Mercado (Horizonte 2004/2005) Mantida as atuais possibilidades de expanso da produo, a disponibilidade interna ficar muito superior a 2,4 milhes de toneladas, com perda de sustentao dos preos no mercado interno. As exportaes na melhor das hipteses ficaro estveis, mas dependendo do posicionamento oficial da Rssia, podero sofrer quedas substantivas.
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  • O PROBLEMA Um crescimento forte da produo com estabilidade ou queda nas exportaes levaro a um aumento da disponibilidade interna de 2004/2005, devendo com uma produo menor antecipar a crise cclica, prevista para o segundo semestre de 2005.
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  • CENRIO 1 - (Estabilidade ou moderada queda nas exportaes) Estratgia: Manter os alojamentos de matrizes nos mesmos nveis de setembro de 2003, no Sul, SP, MG, MT e GO. Manter o peso mdio de abate estvel CENRIO 2 - (Forte reduo nas exportaes) Estratgia: Reduzir em 2,0% os alojamentos de matrizes tendo como referncia setembro de 2003, no Sul, SP, Mg, MT e GO. Manter o peso mdio de abate estvel.
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  • Jurandi Soares Machado Instituto Cepa/SC Rod. SC 404, Km 3, Itacorubi Fone/fax: (48) 239 3942/334- 2311 Email/ [email protected] http://www.icepa.com.br

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