Determinacao Dos Padraes de Concentracao Manima Inibitaria Mic e Cara

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Text of Determinacao Dos Padraes de Concentracao Manima Inibitaria Mic e Cara

  • Amanda Gabrielle de Souza Daniel

    Determinao dos padres de Concentrao Mnima Inibitria (MIC) e

    caracterizao genotpica de cepas de Brachyspira hyodysenteriae isoladas

    de sunos com quadros clnicos de disenteria suna no Brasil

    Dissertao apresentada UFMG, como

    requisito parcial para obteno do grau de

    Mestre em Cincia Animal na rea de

    Patologia Veterinria, sob orientao do Prof.

    Roberto Maurcio Carvalho Guedes.

    Belo Horizonte

    Escola de Veterinria - UFMG

    2014

  • 2

  • 3

  • 4

  • 5

    Dedico minha famlia pelo

    amor eterno acima de tudo.

    Meu alicerce.

    Minha inspirao.

  • 6

    AGRADECIMENTOS

    Ningum feliz e realizado sozinho, por trs de todo sonho, todo trabalho existem

    pessoas que mesmo de forma indireta so essenciais para nossa caminhada.

    Primeiramente agradeo a Deus e Nossa Senhora que me acompanham e me iluminam a

    cada passo, no me deixando abater diante das dificuldades.

    Meus pais, Conceio, Paulo e Graa por acreditarem em mim acima de tudo, por me

    amarem e simplesmente serem a razo da minha caminhada. Meus irmos Matheus,

    Thamara, Pollyanna, Michelle, Vanusa e Rodrigo, por existirem, me fazendo rir e

    chorar, porm sempre ao meu lado me ajudando a levantar.

    Aos meus amigos, novos e antigos que passaram a todas as etapas comigo, dividiram

    minhas incertezas, apelos e vitrias. Em especial Cynthia, J, Las, Priscilla, Eliana,

    Talita e Michelle.

    Aos meus irmos da Patologia que participaram em grande parte da minha vida, me

    ajudaram, nas horas difceis, no momento em que precisei de um abrao, um conforto.

    Aos meus irmos dos sunos, Michelle, Talita, Carlos, Sato, Eliana, Saira, Luiza,

    Gabriella, Patrcia, Rafaela, Lucas, Priscilla e Matheus pelo apoio em tudo que eu

    precisei, pela amizade, companheirismo, pelos conselhos, conversas e pela convivncia

    essencial para todo trabalho.

    Queria agradecer em especial a Michelle Gabardo e Talita Resende que alm de amigas

    e fonte do meu crescimento pessoal, foram minhas eternas companheiras durante todo

    experimento. Ao Rodrigo Macedo por me salvar muitas vezes durante esse perodo, e

    estar sempre disposto a me ajudar acima de tudo.

    Ao professor David Barcellos e Fbio Vannucci pelo apoio e auxilio durante a execuo

    do meu trabalho.

    Ao professor Roberto Maurcio Carvalho Guedes pela maravilhosa oportunidade de

    desenvolver esse trabalho, pelo grande auxlio, seus ensinamentos e ser um exemplo

    profissional a ser seguido.

    Agradeo a minha cachorrinha Melissa que me acompanha j h muitos anos na minha

    vida, minha eterna companheira e sempre ser mesmo quando partir.

    E finalmente, porm no menos importante agradeo as Brachyspira sp., que viraram

    minha paixo, fonte de conhecimento que despertam em mim a sede do saber.

  • 7

    Quando achas um diamante

    que no de ningum, ele teu.

    Quando achas uma ilha

    que no de ningum, ela tua.

    Quando tens uma idia primeiro,

    tu a fazes registrar: ela tua.

    E quanto a mim,

    eu possuo as estrelas,

    pois ningum antes de mim

    teve a ideia de as possuir.

    (O Pequeno Prncipe)

    Antoine de Saint-Exupry.

  • 8

    SUMRIO

    RESUMO............................................................................................................................. .. 10

    ABSTRACT.......................................................................................................................... 10

    1. INTRODUO.................................................................................................................... 11

    2. REVISO DE LITERATURA............................................................................................ 11

    2.1 HISTRICO........................................................................................................................... 11

    2.2 DISENTERIA SUNA........................................................................................................... 12

    2.3 PATOGNESE...................................................................................................................... 12

    2.4 LESES........................................................................................................................... ...... 13

    2.5 DIAGNSTICO......................................................................................................... ............ 13

    2.6 EPIDEMIOLOGIA DA DOENA........................................................................................ 14

    2.7 PREVALNCIA.................................................................................................................. .. 14

    2.8 USO DE ANTIMICROBIANOS PARA CONTROLE E ERRADICAO DA

    DISENTERIA SUNA........................................................................................................... 15

    3 MATERIAL E MTODOS................................................................................................. 17

    3.1 LOCAL E PERODO DE REALIZAO DO EXPERIMENTO........................................ 17

    3.2 AMOSTRAS.......................................................................................................................... 17

    3.3 ISOLAMENTO BACTERIANO........................................................................................... 17

    3.4 HISTOPATOLOGIA............................................................................................................. 17

    3.5 PCR DUPLEX PARA B. hyodysenteriae e B. pilosicoli....................................................... 17

    3.6 NOX-PCR E SEQUENCIAMENTO..................................................................................... 19

    3.7 CONCENTRAO INIBITRIA MNIMA........................................................................ 19

    3.8 ANLISE ESTATSTICA..................................................................................................... 19

    4 RESULTADOS..................................................................................................................... 19

    4.1 AMOSTRA...................................................................................................................... ....... 19

    4.2 IDENTIFICAO POR ISOLAMENTO BACTERIANO E PCR DUPLEX...................... 20

    4.3 ALTERAES NATOMOPATOLGICAS........................................................................ 20

    4.3.1 Macroscopia.................................................................................................................. ......... 20

    4.3.2 Histopatologia................................................................................................. ........................ 20

    4.4 ANLISE FILOGENTICA................................................................................................. 21

    4.5 CONCENTRAO INIBITRIA MNIMA........................................................................ 21

    5 DISCUSSO......................................................................................................................... 21

    6 CONCLUSES..................................................................................................................... 28

    7 REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS............................................................................... 28

    8 ANEXOS............................................................................................................................... 37

  • 9

    LISTA DE TABELAS

    Tabela 1 - Classificao taxonmica do gnero Brachyspira sp. .......................................................... 12

    Tabela 2 - Listagem de rebanhos amostrados nos estados de Mato Grosso, Minas Gerais, So Paulo,

    Santa Catarina e Rio Grande do Sul no perodo de 2011 a 2013........................................... 18

    Tabela 3 - Nmero e percentagem de isolados de Brachyspira sp. obtidos por estado.......................... 18

    Tabela 4 - Distribuio por estados brasileiros de amostras avaliadas para Concentrao Inibitria

    Mnima (MIC Minimum Inhibitory Concentration)............................................................ 23

    Tabela 5 - Mediana, moda, valor de concentrao inibitria mnima para a qual 50% e 90% dos

    isolados de B. hyodysenteriae sensveis (MIC 50, 90) para os diferentes antibiticos

    testados..................................................................................................................... .............. 23

    Tabela 6 - Pontos de corte microbiolgicos e pontos de corte clnicos de MIC antimicrobianos

    comumente utilizados, comparados com valores de (MIC 90) dos isolados no presente

    estudo....................................................................................................................... ............... 23

    Tabela 7 - Comparativo entre os resultados de MIC50 e MIC90 encontrados na literatura para

    tcnica de diluio em caldo em relao ao presente estudo.................................................. 24

    LISTA DE FIGURAS

    Figura 1 - (A) Placa de gar sangue (TSA): colnias puras de B. hyodysenteriae, evidenciando

    hemlise forte em reas de crescimento das colnias. (B) Brachyspira hyodysenteriae

    visualizadas sob contraste de fase 600x................................................................................. 20

    Figura 2 - rvore filogentica baseada em sequncias do gene NOX de uma populao de 3