6 Determinacao Malha Terra SE

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  • SUBESTAO ELTRICA

  • LEVANTAMENTO TOPOGRFICO

    Este tipo de levantamento seria basicamente

    feita de trs formas:

    Planimtrico:

    Este levantamento indica os marcos dos vrtices do

    permetro do terreno, fixa (amarra) a posio do terreno

    em relao ao norte e a uma referncia fixa (rodovia,

    curso de gua, etc.). Mostram em planta todos os

    acidentes contidos no terreno (avisos de gua, matas,

    tipo de solo, etc.), indica os confrontantes e permite a

    elaborao do memorial descritivo para registro da

    escritura do imvel.

  • PLANIMTRICO

  • LEVANTAMENTO TOPOGRFICO

    Altimtrico:

    Mostra o relevo do terreno;

    Mostra a profundidade ou altura dos acidentes

    naturais existentes no terreno;

    Indica a declividade e a uniformidade do

    terreno;

    Serve para se efetuar o clculo da

    terraplanagem (com base na curva de nvel).

  • LEVANTAMENTO TOPOGRFICO

    Curva de Nvel: uma linha onde todos os pontos

    possuem a mesma cota. No caso da subestao, este

    levantamento feito com diferena de cota de 50 cm

    em 50 cm e o paralelismo entre as curvas de nvel

    indica que o terreno regular (liso ou inclinado).

    Quanto maior a distncia entre as curvas de nvel mais

    plano o terreno. As escalas horizontais e verticais

    so diferenciadas. Adota-se escalas horizontais e

    verticais diferentes para os desenhos dos perfis, no

    devendo, entretanto, ultrapassar a relao de dez

    vezes. Ex.: Vertical = 1:200 e Horizontal = 1:2000.

  • TALUDE

    um plano inclinado que limita um plat. Tem a

    funo de garantir a estabilidade do plat. A sua

    geometria por natureza em plats de 1/1 ou

    seja, 45 graus, no sendo recomendado uma

    inclinao superior pois no garante a sua

    estabilidade. Quando for escavao, tambm

    normal que sejam 45 graus, agora em zonas

    rochosas esse valor pode ser superior pois a

    estabilidade no ser afetada.

  • TALUDE

  • TALUDE

    1. Base do aterro.

    2. Enchimento do ncleo do aterro.

    3. Enchimento do coroamento do aterro.

    4. Talude do aterro.

    5. Solo de fundao

  • PLAT E BERMA

    Plat ou terra firme numa subestao, esto

    localizados nas partes mais elevadas e fora do

    alcance das cheias dos rios. O ideal ter dois

    plats, um para a casa de comando e outro para

    o restante da subestao.

    Berma (encostamento) divide o talude em duas

    partes para evitar a presso (deslize) e a

    infiltrao de gua.

  • PLAT E BERMA

  • A camada de terra vegetal deve ser retirada e no

    pode ser utilizada para nada (em geral a camada

    de 20 cm).

  • Ideal dois plats, um para cada classe de

    tenso, posicionando a maior tenso no plat

    mais alto.

  • PLANTA DE SITUAO

    Geralmente indicado no desenho do

    levantamento planimtrico, com uma escala

    apropriada e serve para facilitar a localizao do

    terreno em relao a cidade, rodovias, etc.

  • ATERRAMENTO EM SUBESTAO

    Tem por finalidade a proteo das pessoas em contato com as instalaes eltricas e a proteo dos equipamentos eltricos. Esta proteo pode ser identificada nos aspectos de :

    - dar segurana s pessoas, evitando que as mesmas fiquem expostas a potenciais considerados perigosos;

    - dar condies para que as correntes resultantes de um rompimento da isolao (corrente de falta), devido a curto circuitos, descargas atmosfricas ou sobretenes de manobra, possam escoar para a terra sem causar danos a pessoas ou equipamentos;

    - permitir que o sistema de proteo instalado na SE tenha um funcionamento perfeito.

  • SISTEMA DE ATERRAMENTO

    Esse sistema tem as seguintes funes principais:

    Fazer com que a resistncia de terra tenha valores mnimos possveis, para escoar correntes de falta para a terra.

    Fazer com que os potenciais produzidos pela passagem da corrente e falta, fiquem dentro dos limites de segurana; evitando danos a pessoas e animais.

    Tornar os equipamentos de proteo mais sensveis, fazendo com que correntes de fuga a terra sejam isoladas rapidamente.

    Permitir um escoamento seguro das correntes provenientes das descargas atmosfricas.

    Eliminar as cargas estticas das carcaas dos equipamentos.

  • ATERRAMENTO EM SUBESTAO

    Corpo humano fica vulnervel a correntes na faixa de freqncia menor do que 60 Hz e maior do que 25 Hz.

    Frequncias altas de 500 Hz ou superiores, no apresentam grandes perigos ao homem.

    Frequncia da ordem de 50 a 60 Hz causa a fibrilao ventricular (batimento cardaco desordenado, de difcil recuperao).

    Maior perigo a intensidade de corrente:

    Percepo comea com 1 mA (formigamento).

    Perigo com100 mA com durao de 3 s (fibrilao)

  • ATERRAMENTO EM SUBESTAO

    Inmeros valores de resistncia eltrica do corpo

    humano foram medidos, variando de 500 at

    10000 . Os valores mdios aceitos so 2300

    entre as mos e 1100 entre mos e ps.

    Todavia, para os clculos, estabeleceu-se como

    valor razovel em 60 Hz, 1000 (mos, ps e

    entre ps).

    Rh = 1000 (resistncia do corpo humano usado

    no clculo).

  • CORRENTE DE CHOQUE

    O Prof. Charles Francis Dalziel, aps pesquisa que 99% das pessoas com peso de 50 Kg ou mais, podem suportar sem a ocorrncia de fibrilao ventricular. A corrente de choque determinada pela frmula:

    Ik = mxima corrente de curta durao tolervel pelo corpo humano [ A ]

    t = tempo de durao da corrente de falta em segundos. Considerar t = 0,5 s.

    = constante de energia, cujo valor de 0,165 para corpos com peso de 70 kg e de 0,116 Kg para corpos com peso de 50 kg. Considerar = 0,116 kg para o clculo.

    tIk

    116,0

  • MALHA DE TERRA

    um sistema de aterramento dentro de uma

    subestao que mantm as vrias tenses que

    surgem durante uma falta (corrente de curto),

    dentro de limites tolerveis.

    Considerar dois aspectos principais em estudos

    de aterramento:

    1. Comportamento do sistema

    2. Interao malha/solo

  • MALHA DE TERRA

    O Comportamento do Sistema: quando da

    ocorrncia de uma corrente de falta para a terra

    na SE, a corrente inicialmente injetada na malha

    de aterramento, se divide por todo este sistema

    interligado, cabendo ento a cada um dos seus

    componentes, a funo de dissipar uma frao da

    corrente de falta para o solo.

  • MALHA DE TERRA

    O resultado do estudo de aterramento normalmente

    engloba quatro grupos de informaes:

    1. O dimensionamento da malha para projeto, a

    incluindo a bitola do condutor, a configurao e a

    profundidade da malha, os critrios de segurana

    estabelecidos e os resultados das simulaes,

    onde se destacam a resistncia de aterramento da

    malha, a frao da corrente de falta dissipada pela

    malha para o solo, os perfis de potencial na

    superficie do solo, e os potenciais de passo e toque

    obtidos em direes previamente selecionadas.

  • MALHA DE TERRA

    2. de cabos pra-raios e de blindagens de cabos de energia, o aterramento de equipamentos, cercas, etc...

    3. recomendaes especficas para as instalaes especiais ( centros de processamentos de dados ou de controle, estaes de comunicaes, etc...

    4. A rea a ser abrangida pela malha da SE deve ser, em princpio, a mais ampla possvel, considerando-se as restries existentes (topografia e localizao do terreno, instalaes vizinhas, etc.) Nesta etapa, deve ser elaborada uma estratgia prvia de aterramento da SE como um todo, com a avaliao do inter-relacionamento da malha com outras estruturas, tais como edificaes, torres, cercas, portes, etc.

  • MALHA DE TERRA

    A interao malha/solo funo basicamente, da

    geometria da malha, de estruturas metlicas

    eventualmente enterradas no solo dentro da sua

    rea de influncia e da estratificao do solo na

    regio onde a mesma se encontra. Esta interao

    se reflete na resistncia de aterramento da malha

    e nos gradientes de potencial no solo,

    decorrentes do processo de dissipao de uma

    dada injeo de corrente.

  • ESTABELECIMENTO DE CRITRIOS DE

    DIMENSIONAMENTO

    Com relao segurana humana em locais onde a superficie do solo submetida a uma gradiente de potencial, existem duas condies em que a suportabilidade do corpo humano deve ser avaliada, a saber: as diferenas de potencial que podem ser aplicadas a um indivduo que caminha ou que toca em uma estrutura local ou remotamente aterrada.

    A estas duas condies correspondem os limites crticos de suportabilidade, conhecidos, respectivamente por "potencial de passo tolervel" e "potencial de toque tolervel". Estes limites so afetados pela frequncia e durao da corrente aplicada.

  • RESISTIVIDADE DO SOLO

    Para um projeto de um sistema de aterramento,

    necessitamos conhecer: o valor da resistividade do

    solo; o tipo do solo; sua estratificao em camadas;

    teor de umidade; temperatura do solo, etc.

    Quanto ao tipo de solo e a sua estratificao

    sabemos que em sua grande maioria os solos no

    so homogneos ,mais formado por diversas

    camadas de resistividade e profundidades diferentes.

    Essas camadas geologicamente so normalmente

    horizontais e paralelas superfcie do solo.

  • MTODO DE WERNER

    Este mtodo utiliza um Megger (Terrmetro /

    Telurmetro) para medir os valores da resistncia

    necessria para