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Revista Flavia

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  • Sumrio

    Apresentao Gato: Origem at sua domesticao Relao do dono X animal de estimao Doenas e tratamentos

    Problematizao

    Justificativa

    Objetivos Geral Especificos

    Metodologia

    Desenvolvimento Tipos de doenas mais comuns entre gatos Tiposdetratamentosalternativos

    Anlises

    Consideraesfinais

    RefernciasBibliogrficas

  • Hoje com a Evoluo da Medicina Veterinria podemos contar com vrios tipos de tratamentos para os animais de estimao. Alm dos tradicionais encontramos tambm diversas terapias alternativas.

    De acordo com um estudo publicado na revista Science (2006), que tratava sobre o DNA de gatos selvagens e domsticos, apontou que os gatos modernos se originaram na sia h 11 milhes de anos. Segundo a pesquisa, feita por uma equipe internacional de cientistas, os ancestrais das 37 espcies de felinos que existem atualmente migraram pelo planeta, se estabelecendo em todos os continentes, exceto na Antrtida.

    Oito grandes linhagens emergiram, incluindo as que levaram ao surgimento de lees, onas pintadas e gatos domsticos. O estudo, tambm diz que o gato da raa moggy mais prximo geneticamente do gato selvagem europeu e do africano.

    Por volta do ano 1000 A.C, o gato selvagem foi tratado pela primeira vez como animal de estimao. Na poca, os mercadores descobriram que os gatos eram bons companheiros de viagem, pela eliminao da populao de ratos dos navios. Eram tratados como uma mercadoria valiosa, que podiam alcanar timos preos em terras

    origem at sua domesticaoGATO:

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    estrangeiras. medida que esses mercadores percorriam suas rotas

    comerciais, os gatos foram se espalhando por cada

    parte do mundo.Ao optar por

    viver perto de povoamentos humanos, o gato selvagem deixou aos

    poucos de caar a sua comida

    para rouba-la. As cidades

    pequenas passaram a ser fonte de alimento, e a dieta do gato foi reforada com camundongos e ratos que manifestavam os armazns. Inevitavelmente, alguns gatos, os mais mansos ou aqueles que pediam comida, foram adotados como animais de estimao. Assim comeou a domesticao e a seleo de raas. Usufruindo dos benefcios da companhia humana, o gato selvagem deixou-se domar e com o seu entrecruzamento de diversas espcies, o tornando menor e menos agressivo aos seres humanos.

  • Com o passar dos anos e com a sua domesticao os gatos comearam a adquirir grandes espaos. Segundo pesquisa encomendada pela Comisso para Animais de Companhia (Comac) e pelo Sindicado Nacional da Indstria de Produtos para Sade Animal (Sindam) (2009), mostra que 44% dos lares brasileiros tm animais de estimao.

    O Brasil possui 25 milhes de ces e 7 milhes de gatos domsticos.

    Luiz Luccas (2009), presidente da Comac afi rma que comum em cidades onde o nmero de casas

    Relao do dono

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    animal de estimao

    Lares brasileiros com animais de estimao

    Preferncias dos brasileiros

    XRelao do dono

    XRelao do dono

    animal de estimaoXanimal de estimao maior que prdios haver mais animais de estimao nas casas, esta afi rmao refere-se pesquisa realizada em 8 cidades que mais adotam animais. Estudos da Radar Pet (2009), apontam que 59% dos animais pertence s mulheres da casa e que 66% delas so que geralmente cuidam dos pets.

    A preferncia por animais de estimao esto geralmente em lares de casais com fi lhos jovens e adolescentes. Luccas (2009) afi rma que na hora de adquirir um pet, os pais pensam nos benefcios que eles trazem aos fi lhos, trazendo maior socializao

    e o aumento da responsabilidade ao cuida-los. Geralmente pais que tiveram um animal de estimao quando jovens tendem a comprar um para os fi lhos.

    As pessoas mais maduras so de uma gerao que animal fi cava no quintal e o convvio com ele era distante, mas esta relao esta cada vez mais se estreitando, pois hoje 34% dos donos de gatos os colocam pra dormir principalmente em seu quarto e 24% na sala, deixando de permanecer nas ruas.

    Dos mais de 2.100 lares entrevistados, segue alguns dados:

  • A mdia de idade dos gatos nas residncias de

    Segundo a pesquisa Radar Pet (2009) a classe A ainda a que mais tem animais, chegando a 52% sendo que 85% pela preferncia

    Quantidade de gatos nos lares

    Raas de gatos

    5

    4 anos

    a ces, em seguida a classe B com 47% e a C com a quantidade de 36% e sendo 12% a preferncia por gatos.

    As 56% das pessoas que moram em casa tendem mais a ter animal de estimao do que as 30 % que moram em apartamento.

  • Ter um animal sempre bom e o contato saudvel, desde que eles sejam corretamente tratados, geralmente quando os fi lhos nascem, o cuidado com os animais diminui, perodo este que deveria ser justamente o contrrio para que sejam evitadas doenas. Se o animal de estimao for submetido a visitas peridicas ao veterinrio de forma alguma ele representar algum tipo de risco. Com o aumento da paixo pelos animais, em termos de preveno, o brasileiro ainda cuida pouco. Radar Pet (2009) afi rma que as pessoas tendem a levar os animais ao veterinrio apenas quando esto doentes e que este comportamento se repete em todas as classes sociais.

    Doenas e tratamentos

    ProblematizaoComo possvel desenvolver aes e /ou

    equipamentos para serem utilizados no estmulo a um felino enfermo na sua recuperao sem interferir no tratamento clinico?

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    Visitam o veterinrio quando esto doentes

    O felino no estado de enfermidade se comporta de um modo bastante diferente do normal, o que pode ser logo percebido. Ele fi ca deitado e aptico, onde costumava brincar, re-cusa o alimento costumeiro, procura companhia, mas no quer ser tocado, frequenta vrias vezes a sua caixa de areia, seus olhos fi cam lacrimejan-tes podendo at apresentar espirros, sofre com diarreia. Dados alguns destes sintomas ento chegada a hora de lev-lo ao veterinrio, que s ele por sua vez poder afi rmar seu diagnstico e assim indicando o melhor tratamento.

    De acordo com a Revista Alm do Mais (2007) nos Estados Unidos, cerca de 80% dos animais recebem em paralelo ao tratamento veterin-rio convencional algum tipo de me-dicina complementar, as chamadas terapias alternativas. No Brasil, ain-da no h tamanha procura, apesar de tratarem com altos ndices de su-cesso as diversas patologias. Porm em Braslia, a medicina alternativa como a utilizao de acupuntura e fi toterapia est sendo uma das mais comuns e tem despertado o interesse de vrios proprietrios de animais de estimao.

    O felino no estado de enfermidade se comporta

    de um modo bastante diferente do normal, o que pode ser logo percebido.

  • Justificativa

    Objetivos

    Objetivo geralDesenvolver um projeto de

    Design para a recuperao de felinos enfermos.

    Objetivos especficos Identificar quais doen-

    as so mais comuns entre felinos, investigando os tipos de tratamento/ estmulos j existentes e reconhecer qual o mais utilizado para tais doenas; Investigar quais ferra-

    mentas de design podem ser utilizadas no desenvolvimen-to de solues teraputicas; Analisar pesquisas reali-

    zadas; Propor possveis solues

    projetuais.

    O Brasil a 4 maior nao do mundo em populao total de animais de estima-o e a 2 em ces e gatos. De acordo com dados da Associao Brasileira da Indstria de Produtos para Animais de Estimao (Abinpet, 2013), o mercado pet deve faturar R$ 15,4 bilhes em 2013 e o setor dever crescer 8,3% at o final do ano de 2013.

    O levantamento tambm mostrou que entre 2011 e 2012 a populao de animais teve um crescimento de 5,1% totalizando a 106,2 milhes de animais. Os ces e gatos representam

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    mais de 58% da populao, sendo os gatos os de maior preferncia como animais de estimao j que em grandes cidades, onde a vida em apartamentos requerer pets menores e mais independentes.

    Com um ndice elevado da preocupao por parte dos donos pelo bem estar dos seus animais, a procura pelo veterinrio esta cada vez mais frequente. Alm dos tratamentos tradicionais est sendo recomendando as terapias alterna-tivas como um complemento ou at mesmo como soluo de doenas com isso o aumento pela procura de

    profissionais especializados. Decretar que o animal velho e

    que no h mais nada a fazer para muitas pessoas no a resposta definitiva e procuram alternativas, afirma Lusa Ctia S (2013) mdica veterinria e especialista em trata-mentos complementares para ani-mais de companhia

    Ento com a evoluo da medici-na veterinria foi possvel conhecer melhor este novo ramo de tratamen-tos e com isso induzindo a aplicao das ferramentas do Design para o desenvolvimento de melhorias para as solues teraputicas.

  • Tipos de doenas mais comuns entre gatos

    Estudo ComparativoA fim de comparar os tratamentos

    alternativos com as reas do Design, tendo como resultado o apontamento de possveis solues para a proposta de TCC.

    Em busca das doenas de felino e seus tratamentos, me deparei com a possibilidade de ser investigado na rea da medicina veterinria, as solues teraputicas e suas tcnicas.

    De acordo com Paracelso (1943-1541) todas as substncias so venenosas, no h uma s que no seja um veneno. A dose correta diferencia um veneno de um medicamento. Com esta afirmao foi percebido que em todos os tipos de tratamentos imprescindvel o

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    MetodologiaPesquisa BibliogrficaUtilizada para o levantamento e

    estudo das principais doenas que acometem os felinos.

    Estudo de CasoSelecionado para compreender

    as doenas e com isso buscar seus possveis tratamentos.

    Desenvolvimento da pesquisaacompanhamento de um veterinrio especialista, pois at mesmo os tratamentos alternativos como, por exemplo, a homeopatia que age atravs das essncias de ervas, exige uma dosagem exata de suas substncias para a eficcia.

    Um estudo indito realizado pela empresa da Mars, durant