Enciclop©dia iasd

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1. Enciclopdia ASD 1 ENCICLOPDIA ADVENTISTA DO STIMO DIA A . . . . . . . . . . . . . 2 B . . . . . . . . . . . 116 C . . . . . . . . . . . 181 D . . . . . . . . . . . 334 E . . . . . . . . . . . 448 F . . . . . . . . . . . 548 G . . . . . . . . . . . 591 H . . . . . . . . . . . 612 I . . . . . . . . . . . 655 J . . . . . . . . . . . . 822 K . . . . . . . . . . 852 L . . . . . . . . . . . 869 M . . . . . . . . . . . 928 N . . . . . . . . . . 1072 O . . . . . . . . . . 1119 P . . . . . . . . . . 1139 Q . . . . . . . . . . 1211 R . . . . . . . . . . 1219 S . . . . . . . . . . . 1282 T . . . . . . . . . . 1434 U . . . . . . . . . . 1458 V . . . . . . . . . . 1468 W . . . . . . . . . 1517 Y . . . . . . . . . . 1585 Z . . . . . . . . . . 1587 2. Enciclopdia ASD 2 A ABOMINAO DA DESOLAO. Designao enigmtica encontrada em Mat. 24:15, emprestada de Daniel (11:31; 12:11), onde a frase correspondente aparece como abominao desoladora. Daniel predisse uma grande profanao do templo por um poder estrangeiro, em uma tentativa de substituir o verdadeiro sistema de culto por um falso. O gr. bdelugma tes eremoseos, abominao da desolao, em Mat. 24:15 idntico traduo da LXX, (MS, 88) do heb. shiqqs shmem em Dan. 12:11. Em Dan. 11:31 shiqqs meshmem traduzido como bdelugma ton eremoseon. (Compare bdelugma ton eremoseon, Abominaes assoladoras, em Daniel 9:27; e hamartia eremoseos, transgresso assoladora, no cap. 8:13, ambas as expresses, sem dvida, devem ser identificadas com bdelugma tes eremoseos, dos caps. 11:31 e 12:11). O heb. shiqqs um termo comum no A.T. que designa uma deidade idoltrica (e.g., Deut. 29:17; II Reis 23:24; II Crn. 15:8; Ez. 37:23). Dizia-se que tais abominaes colocadas no templo aviltavam e poluam o recinto sagrado nos tempos do A.T. (Jer. 7:30; Ez. 5:11). O heb. shamem, a forma pela qual traduzida desolao, (mais literalmente, alguma coisa que torna desolado) significa devastao causada por um exrcito invasor (Jer. 12:11), uma cena que cria um senso de horror na pessoa que a observa (Jer. 18:16). O heb. pesha, transgresso, na expresso paralela transgresso assoladora, em Dan. 8:13 usado para atos de *Apostasia e rebelio contra *Deus (Veja Ams 2:4, 6; Miq. 1:5). Interpretao. Cerca de 100 a.C., o escritor de I Macabeus (Veja I Mac. 1:54, 59; cf. 6:7) identificou a abominao desoladora (bdelugma eremoseos) como um *Altar idoltrico erigido por Antoco Epifnio, sobre o altar de ofertas queimadas no templo de Jerusalm em 3. Enciclopdia ASD 3 168 a.C.. Cerca de 70 a.C., Josefo aplicou igualmente a profecia de Daniel a um altar idoltrico, construdo sobre o altar de Deus (Josefo, Antigidades, X. 11.7 [Loeb, 272-276]; XII 5 [Loeb, 253]. Em Mat. 24:15 (cf. Luc. 21:20-22), Cristo aplicou-a aos romanos, que, 40 anos mais tarde, em 70 A.D., invadiram Jerusalm e queimaram o templo, e no ano 130 A.D. ordenaram a construo de um templo a Jpiter Capitolino em seu lugar (Cambridge Ancient History, vol. XI, p. 313). Comentaristas judeus da Idade Mdia, tais como Ibn Ezra, de modo semelhante, aplicaram-na obra dos romanos no primeiro sculo A.D. (L. E. Froom, Prophetic Faith of Our Fathers, vol. 2, pp. 210, 213). Irineus, Orgenes e outros escritores cristos dos primeiros sculos aplicaram-na a um futuro *Anticristo (ibid., vol. 1, pp. 247, 320, 366), como fizeram escritores catlicos medievais posteriormente, tais como Villanova e Olivi (ibid., pp. 752-754, 773). Pseudo Joaquim aplicou-a aos Papas de seus dias (ibid., p. 728), Wyclif (ibid., vol. 2, p. 58), Huss (ibid., p.118), Lutero (ibid., pp. 272, 277, 280) e vrios comentaristas protestantes identificaram-na com o Papado ou com as prticas e doutrinas da igreja papal. *Guilherme Miller e provavelmente a maioria dos pregadores Mileritas fizeram o mesmo. A maioria dos comentaristas protestantes modernos aplicam a abominao desoladora ao culto idoltrico institudo por Antoco Epifnio, enquanto que os comentaristas fundamentalistas consideram Antoco Epifnio como um prottipo do homem do pecado que viria no futuro. Interpretao ASD. *Urias Smith, comentarista pioneiro ASD, aplicou a disseminao das abominaes de Dan. 9:27 aos eventos do ano 70 A.D., sob o domnio de Roma pag, e a abominao da desolao ao Papado. (RH, 28 de fevereiro, 1871) Especificamente identificando *O Contnuo (dirio) de Dan. 8:11; 11:31; 12:11 com o paganismo do Imprio Romano, e a abominao da desolao com o Papado, Smith aplicou a remoo do contnuo e a introduo da abominao desoladora em seu lugar ao estabelecimento da 4. Enciclopdia ASD 4 supremacia papal sobre a dissoluo do Imprio Romano, um processo que ele considerou completo por volta de 538 A.D. e um estado de eventos contnuos por 1.260 anos at a priso do Papa Pio VI em 1798 (com base em Dan. 7:25 e 12:7). Smith identificou a *Ponta Pequena de Daniel 8 com Roma em suas duas fases, pag e papal (Daniel and Revelation, 1882, ed., p. 202). Comentaristas ASD contemporneos semelhantemente identificam a abominao da desolao com os ensinamentos e prticas Papais no fundamentados nas Escrituras, tais como sacrifcio da missa, confisso, venerao da virgem Maria, celibato sacerdotal e estrutura hierrquica da igreja porm, enquanto alguns defendem a interpretao de Smith do contnuo, outros compreendem que o contnuo, substitudo por essas prticas extrabblicas, refere-se, na aplicao da profecia de Daniel na Era Crist, ao ministrio de Cristo como nosso grande Sumo Sacerdote no *Santurio Celestial. Eles igualam a ponta pequena ou um rei de feroz catadura (Dan. 8:9-14, 23), que estabeleceu a transgresso desoladora, e o rei do Norte dos caps. 11 e 12, que estabeleceu a abominao da desolao, com o *Homem do Pecado, mistrio da iniqidade ou o inquo de II Tess. 2:2-12; com o anticristo de I Joo 2:18; com a *Besta semelhante a um leopardo de Apoc. 13; com mistrio, *Babilnia, a grande, a me das meretrizes e das abominaes da terra de Apoc. 17. A abominao introduzida pelo poder apstata, que consiste em prticas e ensinos no-bblicos, causadora de sua queda (literalmente, apostasia) da verdade revelada nas Escrituras (II Tess. 2:3, 9-12), de suas blasfmias (Apoc. 13:1, 5, 6); e do vinho de Babilnia (Apoc. 17:2). Na tradio histrica protestante, os ASD consideram que a Igreja de Roma e seus ensinos no fundamentados na *Bblia so o cumprimento histrico dessas profecias. 5. Enciclopdia ASD 5 ACADEMIA ADVENTISTA DE ARTE (ACARTE). Localiza-se na Estrada de Itapecerica, 22901, Km 23, So Paulo, SP, junto ao *Instituto Adventista de Ensino (IAE/SP). Segundo as instrues bblicas dadas s escolas dos profetas, o IAE inclui, desde a sua fundao a msica em seu currculo. O Prof. Paulo Hennig, primeiro docente da instituio, alm de dar aulas de canto, formou um coral de 20 componentes. Havia ento, na escola, apenas 3 harmnios. Em 1918, a Prof. Margarida Steen veio reforar o departamento, e trouxe o primeiro piano ao campus, sendo a primeira professora do instrumento. Em 1919, a aluna *Isolina Avelino (Waldvogel) escreveu a letra para o primeiro hino da escola Minha Escola com a msica do hino de uma escola americana. O objetivo principal do ensino de msica era ensinar os hinos para serem cantados com capricho e exatido, auxiliando o trabalho de evangelismo. Em 1923, a famlia Steen retornou aos Estados Unidos e a direo do departamento de Msica, bem como as aulas de piano ficaram sob a responsabilidade da Sra. Arabela Moors. Em 1933, o Prof. Flvio Monteiro introduziu o ensino do violino e, neste mesmo ano, organizou- se o primeiro conjunto de cordas. Em 1939, com vinda do Prof. Walter Wheeler, o departamento teve novo impulso para o progresso. Com a msica do Colgio Adventista de Illinois e letra da Prof. Ruth Oberg Guimares, foi institudo o hino oficial do colgio Meu IAE mais tarde revisado pela Prof. Ruth e pelo Prof. Siegfried J. Schwantes. Em 1945, comearam a surgir os quartetos masculinos e conjuntos femininos. O primeiro quarteto do IAE foi chamado Quarteto Harmonia, formado por Rubens Dias, Cludio Belz, Jos A. Torres e Rodolfo Gorski. Em 1948, o Prof. Wheeler retornou sua ptria deixando com o departamento de msica farto 6. Enciclopdia ASD 6 repertrio do coral e um hinrio com msicas especiais Coros Celestes. At o ano de 1953, ainda no havia um lugar fixo para o departamento de msica. Os alunos estudavam na capela, no refeitrio ou em casa de professores que possuam piano. Ao vagar uma residncia, resolveram instalar o departamento de msica ali. Em 1956, com a doao da famlia Schwantes, o departamento passou a ter sede prpria. A inaugurao do prdio, que passou a ser o Conservatrio Musical Adventista, CMA, deu-se em 3 de abril de 1956, s 13:15h. Neste ano o CMA j contava 126 alunos. Em 1963, o CMA adquiriu um rgo eletrnico, um passo bastante significativo. A cerimnia de inaugurao contou com a presena do grande maestro e organista ngelo Camim que em 1973 comemorou o 10o aniversrio do conservatrio com um magnfico recital oferecido ao pblico Iaense. Em 1967, o CMA foi agraciado com a doao de instrumentos de iniciao musical Carl Orff e, posteriormente com os tmpanos doados pela Repblica Federal Alem recebendo no ato da entrega a honrosa visita do cnsul que recebeu a gratido da escola, ouvindo, em alemo, o hino de sua ptria. O ano de 1966 foi um marco histrico para o CMA pois os cursos de msica foram oficializados. Em 1968, formou-se a primeira turma de msicos: Ana Maria F. Santos Nascimento (piano), Dilza Ferraz A. Garcia e Eunice M. Garcia (canto). Em 1973, formou-se a orquestra chamada Pedaggica, formada quase exclusivamente de flautas doces sob regncia do Prof. Grson Gorski Damaceno. Em 1980, o CMA passou a se chamar Academia Adventista de Arte (ACARTE). Atualmente a ACARTE oferece cursos de piano, violino, viola, violoncelo, clarineta, trompa, trombone, trompete, sax, flauta, marimba, percusso e musicalizao infantil. H tambm corais para as diversas faixas etrias: Pequenos Cantores da Colina para alunos de 1 7. Enciclopdia ASD 7 a 4 srie do 1o Grau, Coral Juvenil para os alunos de 5 a 8 srie d