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CONCURSO PÚBLICO Edital nº 1/2016 Docentes Caderno de Provas Questões Objetivas Instruções 1 Aguarde autorização para abrir o caderno de provas. 2 Após a autorização para o início da prova, confira-a, com a máxima atenção, observando se há algum defeito (de encadernação ou de impressão) que possa dificultar a sua compreensão. 3 A prova terá duração máxima de 4 (quatro) horas, não podendo o candidato retirar-se com a prova antes que transcorram 2 (duas) horas do seu início. 4 A prova é composta de 50 (cinquenta) questões objetivas. 5 As respostas às questões objetivas deverão ser assinaladas no Cartão Resposta a ser entregue ao candidato. Lembre-se de que para cada questão objetiva há APENAS UMA resposta. 6 O cartão-resposta deverá ser marcado, obrigatoriamente, com caneta esferográfica (tinta azul ou preta). 7 A interpretação dos enunciados faz parte da aferição de conhecimentos. Não cabem, portanto, esclarecimentos. 8 O CANDIDATO deverá devolver ao FISCAL o Cartão Resposta, ao término de sua prova. 113 − ESPANHOL

Caderno e Provas Questões Objetivas 113 − ESPANHOL · ... pretérito pluscuamperfecto del indicativo, pretérito pluscuamperfecto del subjuntivo, pretérito imperfecto del indicativo

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  • CONCURSO PBLICOEdital n 1/2016

    Docentes

    Caderno de ProvasQuestes Objetivas

    Instrues

    1 Aguarde autorizao para abrir o caderno de provas.

    2 Aps a autorizao para o incio da prova, confira-a, com a mxima ateno, observando se h algum defeito (de encadernao ou de impresso) que possa dificultar a sua compreenso.

    3 A prova ter durao mxima de 4 (quatro) horas, no podendo o candidato retirar-se com a prova antes que transcorram 2 (duas) horas do seu incio.

    4 A prova composta de 50 (cinquenta) questes objetivas.

    5 As respostas s questes objetivas devero ser assinaladas no Carto Resposta a ser entregue ao candidato. Lembre-se de que para cada questo objetiva h APENAS UMA resposta.

    6 O carto-resposta dever ser marcado, obrigatoriamente, com caneta esferogrfica (tinta azul ou preta).

    7 A interpretao dos enunciados faz parte da aferio de conhecimentos. No cabem, portanto, esclarecimentos.

    8 O CANDIDATO dever devolver ao FISCAL o Carto Resposta, ao trmino de sua prova.

    113 ESPANHOL

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    LEGISLAO

    01 Com base nas afirmativas acerca da Administrao Pblica Federal, marque (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.

    ( ) A Administrao Pblica Direta e Indireta deve considerar na prtica dos atos administra tivos os princpios da legalidade, pessoalidade, moralidade, publicidade e eficincia.

    ( ) O servidor pblico estvel perder o cargo em virtude de sentena penal condenatria.

    ( ) Se um servidor pblico estvel tiver seu cargo extinto, ficar em disponibilidade e ter garantida remunerao at seu adequado aproveitamento em outro cargo.

    ( ) Como condio para a aquisio da estabilidade, o servidor pblico poder ter que se submeter a avaliao de desempenho.

    ( ) Sem prejuzo da ao penal cabvel, os atos de improbidade administrativa acarretaro na suspenso dos direitos polticos, na perda da funo pblica, na indisponibilidade dos bens e no ressarcimento ao errio.

    a) F, F, V, F, Vb) F, F, V, V, Vc) V, V, F, F, Vd) V, F, V, F, Fe) F, V, V, V, F

    02 Podese afirmar, a partir da Lei n 8112/90:a) A partir da posse do servidor, ele est sujeito ao estgio probatrio de trinta e seis meses, perodo durante o qual ser avaliada sua aptido e capacidade.

    b) O servidor no aprovado no estgio probatrio ser demitido.

    c) O servidor perder o cargo em virtude de sentena judicial condenatria transitada em julgado.

    d) Com a aprovao no estgio probatrio, o servidor poder exercer quaisquer cargos de provimento em comisso ou funes de direo, chefia ou assessoramento no rgo ou entidade de lotao.

    e) Aproveitamento a investidura do servidor em cargo de atribuies e responsabilidades compatveis com a limitao que tenha sofrido em sua capacidade fsica ou mental verificada em inspeo mdica.

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    03 Com relao estrutura organizacional dos Institutos Federais, prevista na Lei n 11.892/08, CORRETO afirmar que:

    a) A administrao do Instituto Federal do Reitor.b) A Reitoria do Instituto Federal deve ser instalada em local distinto dos seus campi, na capital do estado.c) Poder se candidatar ao cargo de Reitor do Instituto Federal qualquer um dos servidores estveis da autarquia que tenha pelo menos cinco anos de efetivo exerccio e que possua o ttulo de doutor. d) O Instituto Federal organizado multicampi, sendo que, no que diz respeito a pessoal, encargos sociais e benefcios dos servidores, a proposta oramentria anual no identificada por campus.e) O Colgio de Dirigentes e o Conselho Superior so rgos consultivos do Reitor.

    04 Com base na Lei n 11.892/08, assinale a alternativa CORRETA: a) Os Institutos Federais oferecem cursos superiores de tecnologia visando formao de profissionais das reas de engenharias para a atuao no setor industrial.

    b) objetivo dos Institutos Federais formar profissionais tcnicos especializados para atender ao mercado industrial e de tecnologias.

    c) objetivo dos Institutos Federais a ministrao de cursos para jovens com vistas capacitao para o mercado de trabalho.

    d) O Instituto Federal deve garantir no mnimo cinquenta por cento de suas vagas para o ensino mdio tcnico integrado.

    e) finalidade dos Institutos Federais ser centro de referncia de ensino mdio tcnico integrado entre as instituies pblicas de ensino.

    05 No que concerne aos nveis e modalidades de educao e ensino, previstos na Lei n 9394/96, podese afirmar que:

    a) A educao bsica formada pela educao infantil e pelo ensino fundamental.

    b) A educao escolar compese de educao bsica, mdia e superior.

    c) A escola poder reclassificar os alunos tendo como base as normas curriculares gerais.

    d) A educao bsica tem a finalidade de desenvolver o educando para o exerccio da cidadania, sendo a educao mdia e mdia tcnica meios para progresso no trabalho e em estudos posteriores.

    e) O calendrio escolar do ensino bsico deve ser obedecido em todo o territrio nacional, com a previso de dois ciclos de frias escolares, em julho e em janeiro.

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    CONHECIMENTOS ESPECFICOS

    Lee el texto siguiente para contestar a las cuestiones del 06 al 10.

    CONTINUIDAD DE LOS PARQUESJulio Cortzar

    Haba empezado a leer la novela unos das antes. La abandon por negocios urgentes, volvi a abrirla cuando regresaba en tren a la finca; se dejaba interesar lentamente por la trama, por el dibujo de los personajes. Esa tarde, despus de escribir una carta a su apoderado y discutir con el mayordomo una cuestin de aparceras, volvi al libro en la tranquilidad del estudio que miraba hacia el parque de los robles. Arrellanado en su silln favorito, de espaldas a la puerta que lo hubiera molestado como una irritante posibilidad de intrusiones,dej que su mano izquierda acariciara una y otra vez el terciopelo verde y se puso a leer los ltimos captulos. Su memoria retena sin esfuerzo los nombres y las imgenes de los protagonistas; la ilusin novelesca lo gan casi en seguida. Gozaba del placer casi perverso de irse desgajando lnea a lnea de lo que lo rodeaba, y sentir a la vez que su cabeza descansaba cmodamente en el terciopelo del alto respaldo, que los cigarrillos seguan al alcance de la mano, que ms all de los ventanales danzaba el aire del atardecer bajo los robles. Palabra a palabra, absorbido por la srdida disyuntiva de los hroes, dejndose ir hacia las imgenes que se concertaban y adquiran color y movimiento, fue testigo del ltimo encuentro en la cabaa del monte. Primero entraba la mujer, recelosa; ahora llegaba el amante, lastimada la cara por el chicotazo de una rama. Admirablemente restaaba ella la sangre con sus besos, pero l rechazaba las caricias, no haba venido para repetir las ceremonias de una pasin secreta, protegida por un mundo de hojas secas y senderos furtivos. El pual se entibiaba contra su pecho, y debajo lata la libertad agazapada. Un dilogo anhelante corra por las pginas como un arroyo de serpientes, y se senta que todo estaba decidido desde siempre. Hasta esas caricias que enredaban el cuerpo del amante como queriendo retenerlo y disuadirlo, dibujaban abominablemente la figura de otro cuerpo que era necesario destruir. Nada haba sido olvidado: coartadas, azares, posibles errores. A partir de esa hora cada instante tena su empleo minuciosamente atribuido. El doble repaso despiadado se interrumpa apenas para que una mano acariciara una mejilla. Empezaba a anochecer.

    Sin mirarse ya, atados rgidamente a la tarea que los esperaba, se separaron en la puerta de la cabaa. Ella deba seguir por la senda que iba al norte. Desde la senda opuesta l se volvi un instante para verla correr con el pelo suelto. Corri a su vez, parapetndose en los rboles y los setos, hasta distinguir en la bruma malva del crepsculo la alameda que llevaba a la casa. Los perros no deban ladrar, y no ladraron. El mayordomo no estara a esa hora, y no estaba. Subi los tres peldaos del porche y entr. Desde la sangre galopando en sus odos le llegaban las palabras de la mujer: primero una sala azul, despus una galera, una escalera alfombrada. En lo alto, dos puertas. Nadie en la primera habitacin, nadie en la segunda. La puerta del saln, y entonces el pual en la mano, la luz de los ventanales, el alto respaldo de un silln de terciopelo verde, la cabeza del hombre en el silln leyendo una novela.

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    Final de juego, Julio Cortzar, 1956. 1996 Alfaguara.

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    06 Acerca del cuento, todas las afirmaciones estn correctas, EXCEPTO:a) Julio Cortzar, en el cuento, mata al lector que desea una literatura como tan solo diversin. Esa actitud es una crtica al lector pasivo.b) El texto posee dos prrafos justo para separar los dos momentos del relato, que se unen con los parques de la novela y del lector que lee esa novela, fundindose y continundose, lo que da nombre al ttulo del cuento, Continuidad de los parques.c) En algunos momentos, como Admirablemente restallaba ella la sangre con sus besos, pero l rechazaba las caricias, no haba venido para repetir las ceremonias de una pasin secreta, protegida por un mundo de hojas secas y senderos furtivos, el lector lee lo que el personaje de la novela lee. d) En las ltimas cuatro lneas no hay la presencia de acciones verbales, como si fuera una cmara de cine que observa todo desde hacia arriba.e) En muchos momentos, hay una relacin directa entre la accin del personaje y la novela. Eso queda claro en El doble repaso despiadado se interrumpa apenas para que una mano acariciara una mejilla, cuando el amante acaricia a la mujer, mientras el personaje igual hace con el terciopelo.

    07 En el cuento de Cortzar se emplean pronombres complemento, como los destacados en: La abandon por negocios urgentes, volvi a abrirla cuando regresaba en tren a la finca [] (lneas 01 y 02). Acerca de la posicin de los pronombres complemento en relacin al verbo en espaol, se puede afirmar que estos van

    a) antepuestos a los verbos en general. Sin embargo, en gerundio y en imperativo afirmativo y negativo se posponen al verbo.b) pospuestos a los verbos en imperativo afirmativo y negativo, gerundio e infinitivo.c) antepuestos a los verbos en imperativo afirmativo, gerundio e infinitivo.d) antepuestos a los verbos en general. No obstante, en gerundio, imperativo afirmativo e infinitivo se posponen al verbo.e) antepuestos a los verbos en gerundio, imperativo negativo e infinitivo. No obstante, cuando estn conjugados en las otras formas se posponen al verbo.

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    08 En el texto, se encuentran estas cuatro formas verbales en pretrito: haba empezado (lnea 01), hubiera molestado (lnea 06), gozaba (lnea 09) y fue (lnea 14). Marca cmo se clasifican estos pretritos respectivamente.

    a) pretrito definido del indicativo, pretrito perfecto compuesto del indicativo, pretrito definido del indicativo y pretrito perfecto del indicativo.b) pretrito pluscuamperfecto del indicativo, pretrito pluscuamperfecto del subjuntivo, pretrito imperfecto del indicativo y pretrito indefinido del indicativo.c) pretrito pluscuamperfecto del subjuntivo, pretrito definido del indicativo, pretrito indefinido del indicativo y pretrito imperfecto del indicativo.d) pretrito perfecto compuesto del indicativo, pretrito pluscuamperfecto del indicativo, pretrito imperfecto del subjuntivo y pretrito perfecto del indicativo.e) pretrito imperfecto del subjuntivo, pretrito pluscuamperfecto del subjuntivo, pretrito imperfecto del subjuntivo y pretrito indefinido del indicativo.

    09 Marca la opcin en la que se tradujo correctamente al portugus la palabra o expresin subrayada.a) [] y sentir a la vez que su cabeza descansaba [] (lneas 10 y 11) / aquela vezb) Admirablemente restaaba ella la sangre con sus besos [] (lnea 16) / separavac) Un dilogo anhelante corra por las pginas [] (lnea 20) / nostlgicod) El doble repaso despiadado se interrumpa [] (lnea 24) / despedaadoe) Subi los tres peldaos del porche y entr [] (lnea 31) / degraus

    10 En Desde la sangre galopando en sus odos le llegaban las palabras de la mujer: primero una sala azul, despus una galera, una escalera alfombrada. (lneas 3133), se puede escribir antes de una escalera alfombrada, mantenindose el sentido original del texto y la correccin, el conector

    a) luegob) puesc) trasd) apenase) asimismo

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    11 Al acercarse a la teora del cuento del escritor Julio Cortzar, se percibe el intento de ver una correspondencia entre teora y prctica por medio de una interrelacin y una interpretacin. Sobre la teora del cuento de Cortzar, se puede afirmar que

    a) cuatro procesos se destacan en la teora del escritor: Proceso de creacin y desarrollo mtodo de composicin de los cuentos; Proceso de lectura de la tradicin la tradicin de los maestros sirve para justificar el proceso creativo; Proceso de comparacin y metaforizacin otros cuentos circulan alrededor del cuento; y Proceso de teorizacin del lector se considera el tiempo del lector.b) la relacin entre cuento y poesa es importante para Cortzar, que los distingue por un recorte significativo de la realidad. El autor los compara con la msica, siendo el cuento una msica de cmara y el poema un movimiento sinfnico.c) el autor, para trabajar sus ideas acerca del cuento, se basa en una paradoja estructurada con base en la dinmica entre transcendencia / momento significativo / apertura y lmite / recorte / autonoma de mundo imaginado.d) el cuentista establece la igualdad de planos entre cuento y novela, en la que intenta lograr una corriente de sintona espiritual similar por medio de los elementos de tensin e imprevisibilidad.e) el escritor argumenta a favor y en contra de la distincin entre gneros. Sin embargo, ubica el cuento ms cerca de la novela que de la poesa.

    12 Al hablar del cuento hispanoamericano, tres grandes escritores aparecen en este escenario: Juan Jos Arreola (19182001), Jorge Luis Borges (18991986) y Julio Cortzar (19141984). Se considera que son esenciales para la historia del cuento en Hispanoamrica, no solo por su importancia como escritores, sino tambin por la relacin entre esos nombres, que NO se da porque

    a) los tres escritores influyen notablemente en las posteriores generaciones de cuentistas de los pases de Hispanoamrica, en especial Mxico y Argentina. b) hay entre ellos una vinculacin personal por medio de cartas, visitas, elogios etc.c) aparece una relacin de temas y procedimientos recurrentes en muchos de sus cuentos, como si fuese una confabulacin textual, que se enlaza por la preferencia por el cuento, gnero en el que se inscriben y al que transforman.d) el grueso de la creacin de los cuentos de esos escritores se ubica en mediados de los aos treinta y de los aos cincuenta, momento de efervescencia para la narrativa hispanoamericana.e) los tres comparten una visin sobre literatura que se convierte, al menos en el momento de mayor efervescencia de la actividad cuentstica, en esencial para el desarrollo del cuento hispanoamericano.

  • [ 7 ]

    13 Una de las caractersticas de Julio Cortzar es la utilizacin del doble, del doppelgnger literario, recurso de la antigua tradicin literaria. Sobre este recurso presente en la obra del autor, marca la afirmacin CORRECTA.

    a) En general, se puede decir que Julio Cortzar utiliza el doble en el sentido usual de duplicacin de personalidad y de confusin entre lo que podra llamarse el personaje real o su imagen.b) En la utilizacin del doble en las obras del autor, tanto el original como el reflejo tienen importancia; sin embargo, el segundo est subordinado al primero.c) A menudo, en sus obras, existe una diferencia definitiva entre el original y el doble. Ms all de eso, en casi todos los casos, la imagen doble permite enriquecimiento vital, con la posibilidad de asomarse a zonas remotas como una visita ajena a esta atmsfera.d) El doble personaje en la obra de Julio Cortzar puede ser ejemplificado con la aparicin del autorlector, o sea, el personaje est dentro y fuera de la ficcin a la vez.e) La presencia del doble no constituye una amplificacin de la experiencia, sino su deformacin. Adems, sirve para presentar el problema en discernir la imagen verdadera entre las huellas dejadas por los dos personajes: original y doble.

    Se debe utilizar el cartel de la pelcula americana La coartada del Halcn, de 1946, cuyo ttulo se tradujo al espaol, para contestar a las cuestiones 14 y 15.

    Fuente: http://www.detodoexpres.com/fotos/lacoartadadelhalconthefalconsalibi195301.jpg. Acceso en 05/12/16

  • [ 8 ]

    14 Las imgenes y el ttulo de la pelcula sugieren que uno va a acompaar un film sobrea) la defensa de un sospechoso.b) las vicisitudes de la vida en pareja.c) unos experimentos en ciencia ficcin.d) el trabajo rutinario de un mayordomo.e) la coercin del hombre hacia los animales.

    15 Respecto a los sustantivos que se hallan en el ttulo de la pelcula, se puede afirmar quea) la palabra masculina presenta la terminacin ms tpica de formas de este gnero en espaol.b) la palabra femenina est caracterizada por un rasgo definido de sentido.c) ninguno de los dos est antecedido por un artculo en contraccin.d) las dos son palabras llanas en cuanto a la tonicidad.e) todas sus letras representan sonidos en espaol.

    La historieta de Mafalda se usar como base para las cuestiones del 16 al 21.

    Fuente: https://pbs.twimg.com/media/CuSnkZ5WEAASPPf.jpg:large. Acceso en 07/12/16

    16 Acerca de los sentidos de la historieta, es CORRECTO sealar que Mafaldaa) utiliza de corazonadas en su discurso.b) se muestra testaruda frente a la situacin.c) ilustra la escena con una situacin cuotidiana.d) le ofrece a Susanita un argumento de autoridad para convencerla.e) le hace ilusin a su amiga, ya que los adultos son personas plenas.

    17 El vocablo la, en el primer cuadro, tiene su referentea) ubicado catafricamente.b) externo al lenguaje verbal.c) en una de las interlocutoras.d) en la pelcula, en el segundo cuadro.e) repetido en el pronombre anterior se.

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    18 Rasgo de algunas regiones en las que se habla espaol, se nota el voseo en la historieta por a) las sucesivas preguntas de la conversacin.b) el uso de sencillo en el lugar de simple.c) la presencia de la perfrasis de futuro.d) los verbos en la segunda persona.e) el empleo de se la pasan.

    19 De acuerdo con el contexto de la historieta, la nica traduccin incoherente al portugus sera la de

    a) uno por algum.b) dando por dando.c) ocurre por ocorre.d) lo mismo por o mesmo.e) empezados por iniciados.

    20 Cuando, en el segundo cuadro de la historieta, se puede sustituir adecuadamente pora) en el momento en que.b) pese a que.c) mientras.d) desde que.e) a la vez.

    21 Si comparamos las lenguas espaola y portuguesa, principalmente en su habla, se puede afirmar que en la historieta, como caracterstica esencial del espaol, se encuentra el empleo de

    a) perfrasis verbales.b) sujetos pronominales.c) adverbios preverbales.d) apelativos despectivos.e) complementos expresos.

  • [ 10 ]

    22 Lee el siguiente poema de Antonio Machado y contesta a la pregunta:

    A un olmo seco

    Al olmo viejo, hendido por el rayoy en su mitad podrido,con las lluvias de abril y el sol de mayo,algunas hojas verdes le han salido.

    El olmo centenario en la colinaque lame el Duero! Un musgo amarillentole mancha la corteza blanquecinaal tronco carcomido y polvoriento.

    No ser, cual los lamos cantoresque guardan el camino y la ribera

    Ejrcito de hormigas en hilerava trepando por l, y en sus entraasurden sus telas grises las araas.

    Antes que te derribe, olmo del Duero,con su hacha el leador, y el carpinterote convierta en melena de campana,lanza de carro o yugo de carreta;antes que rojo, en el hogar, maana,ardas de alguna msera caseta,al borde de un camino;antes que te descuaje un torbellinoy tronche el soplo de las sierras blancas;antes que el ro hasta la mar te empujepor valles y barrancas,olmo, quiero anotar en mi carterala gracia de tu rama verdecida.

    Mi corazn esperatambin, hacia la luz y hacia la vida,otro milagro de la primavera.

    Machado, Antonio. Obra Potica: Antologa y Traduccin. Braslia: Embajada da Espaa, 2005.

  • [ 11 ]

    Acerca del poema A un olmo seco y de las obras de Antonio Machado, marca la opcin INCORRECTA.

    a) La descripcin de un olmo viejo es el tema del poema, que se desarrolla en el siguiente argumento: el poema reflexiona acerca del destino de un olmo viejo, a partir de la descripcin de su fsico, en el que ha brotado una hoja verde.

    b) En cinco partes o unidades, es la estructura del poema. Primero, se describe fsicamente al olmo. Segundo, se compara y se contrapone el olmo a los lamos. En la tercera parte, el poeta retorna a la descripcin fsica y aade otras informaciones acerca de las caractersticas fsicas del olmo. En la cuarta parte, ocurre una especie de reflexin filosfica sobre el destino del olmo. La quinta parte, de cierta manera, sorprende al lector con la esperanza en un milagro.

    c) En la primera, segunda y tercera estrofas aparece la descripcin fsica. En concreto, se dice que el olmo est o es viejo. Con eso, a partir de la descripcin del olmo, se deduce la relacin entre el olmo y la muerte.

    d) Hay la idea apuntada del lamo como vida. Se sabe, sin embargo, que esa concepcin presentada no es exclusiva de este poema del autor, una vez que, en otras composiciones, los lamos se asocian, en muchas de las veces, a conceptos como el amor y la primavera.

    e) En la quinta estrofa, las dudas sobre el olmo como muerte desaparecen. En esta parte, hay una visin del destino ltimo del olmo, que se presenta con tres posibilidades de aprovechamiento que no se pueden considerar nobles.

    23 Se sabe que el poema Un olmo seco, de Antonio Machado, forma parte del conocido Ciclo de Leonor, que ocurre a partir de 1912 con la muerte de la esposa del poeta. Acerca de esta etapa de la literatura del escritor, seala la caracterstica INCORRECTA.

    a) Se considera que esa etapa signific, a largo plazo, una menor calidad de sus poemas, sin embargo, su efecto inmediato fue una pequea serie de poemas cortos en la que el poeta atinge una intensidad lrica que no ha superado a lo largo de toda su obra.

    b) Hay un retorno al tono ntimo y melanclico de Soledades, que est an mejor por una mayor nitidez entre la asociacin del amor y la descripcin de los paisajes.

    c) Hay el intento de dialogar con la esposa muerta, que corresponde a la acentuacin de una caracterstica presente en poemas anteriores: la unin entre esperanza y desesperacin.

    d) En estos poemas, se nota la sobriedad y la contencin que el autor da al verso, aunque impregnados de carcter doloroso y pattico.

    e) Hay un combate entre la imagen dolorosa y concreta de la mujer amada y una conviccin de que la tierra no trag todo lo que era posible. Ese combate aparece tanto en poemas como en correspondencias que intercambia con amigos.

  • [ 12 ]

    Las cuestiones 24, 25 y 26 tendrn por base el fragmento del texto periodstico a continuacin.

    Boqueteros se entregaron por segunda vez y los detuvieronSANTIAGO Por segunda vez en el da, se entregaron a la justicia los denominados boqueteros, acusados de hacer un boquete para robar un banco y cuya libertad fue revocada. Y esta vez s se curs el trmite y quedaron detenidos.

    Adaptado de: http://www.emol.com/noticias/nacional/2007/07/11/262336/boqueterosseentregaronporsegundavezy

    quedarondetenidos.html. Acceso en 10/12/16

    24 La palabra boquete solo NO puede sustituirse en el texto por a) plan.b) hoyo.c) hueco.d) butrn.e) agujero.

    25 Observa el uso de quedar en Y esta vez s se curs el trmite y quedaron detenidos.. Ahora, elige entre las opciones aquella en la que se debe emplear quedarse y no quedar.

    a) Tras su actuacin delante de todos, _____________ _____________ por embustero.b) Ahora solo _____________ _____________ unas pocas cosas que comprar.c) La gasolinera _____________ _____________ cerca del taller de coches.d) _____________ _____________ de ir al cine a las nueve.e)_____________ _____________ dormida en todas las clases.

    26 Detener, en el titular, es un verbo irregular, como se ve en la flexin. Qu verbo, a continuacin, tambin sufre algn tipo de alomorfa en espaol?

    a) ofenderb) defenderc) dependerd) pretendere) retroceder

  • [ 13 ]

    27 Segn la Real Academia Espaola, el esperpento es:1. m. Persona, cosa o situacin grotescas o estrafalarias. Ests hecho un esperpento con esa chaqueta de tu padre.2. m. Concepcin literaria creada por Ramn M. del ValleIncln hacia1920, en la que se deforma la realidad acentuando sus rasgos grotescos.3. m. Obra literaria acorde con el esperpento.

    A partir de estas informaciones, marca la opcin CORRECTA.

    a) El esperpento fue utilizado por ValleIncln que, en Luces de Bohemia, usa por primera vez este trmino.b) El esperpento no ha conseguido lograr una tradicin artstica espaola, con el rechazo de muchos artistas, como Goya.c) Acerca del lenguaje y del estilo, el esperpento trabaja con la deformacin de personajes y de la realidad para ocultar la verdad.d) El esperpento forma parte del Modernismo y sus caractersticas aparecen solamente en tres obras: Luces de Bohemia, Divinas palabras y Farsa y licencia de la Reina Castiza, obras que forman la trade del esperpento de ValleIncln.e) Se considera el esperpento el gnero apropiado para expresar la realidad de Espaa, no siendo utilizado, sin embargo, en el teatro.

    Las cuestiones del 28 al 31 se refieren a la portada de El Peridico, de Aragn:

    Fuente: http://www.zetaestaticos.com/aragon/img/noticias/0/793/793976_1.jpg. Acceso en 15/12/16

  • [ 14 ]

    28 El titular central del peridico en insiere en el rea de laa) moda.b) cultura.c) economa.d) educacin.e) gastronoma.

    29 El se de se comen funciona como un nfasis a la accin manifiesta por el verbo. Seala, entre las opciones que se te dan, la que presenta uso pronominal con la misma funcin.

    a) Se puso muy alegre al recibir la noticia.b) Se cepilla los dientes tres o cuatro veces al da.c) Estela siempre est peinndose delante de los espejos.d) Esteban se va al doctor siempre que siente un simple mareo.e) Rodrigo no puede marcharse sin que vea el final de los partidos.

    30 En Los intereses se comen el presupuesto espaol, se verifica la posicin antepuesta al verbo del cltico pronominal, que es menos variable que en portugus, principalmente en los gneros escritos. En base a eso, elige la opcin que presenta un caso inadecuado de este fenmeno en espaol.

    a) Vyase ahora mismo de aqu!b) No quiere me decir lo que pas. c) Quisiera decirte cmo llegar al pueblo.d) Los das se estn acortando siempre ms.e) Se encuentra muy bien con la falda que lleva.

    31 La palabra presupuesto a) presenta una caracterstica que no hay en portugus en la relacin entre sonidos y letras.b) empieza por un encuentro de consonantes de igual articulacin fontica.c) contiene diptongacin muy tpica del portugus brasileo.d) es compuesta, bajo el eje sincrnico de la lengua.e) es esdrjula en cuanto a la tonicidad.

  • [ 15 ]

    32 Acerca del Modernismo Hispanoamericano, Jean Franco (1979, p.158) afirma que Modernismo puede, pues, considerarse una palabra cmoda que permite incluir dentro de un concepto ms o menos unitario a un buen nmero de poetas que escribieron desde poco despus de 1880 hasta el segundo decenio del presente siglo. Sobre este perodo literario, se puede afirmar que

    I) es el primer movimiento americano, pero, paradjicamente, lleno de influencias extranjeras;II) el relato breve modernista propone acercamiento esttico a la realidad, adquiriendo una fisionoma subjetiva, llenndose de sonoridades, imgenes y recursos asociados a la poesa;III) propone una esttica mimtica que, bajo una representacin detallista y objetiva, busca establecer personajes con hondura psicolgica que reflejen la problemtica social del inicio del siglo XX;IV) trabaja con el extremo del entorno social, con la combinacin de tres elementos: el discurso cientfico europeo, el determinismo y el evolucionismo;V) reclama una esfera autnoma para el arte, trabaja sobre el lenguaje y busca universalidad.

    Estn CORRECTOS los tems:a) I, II y Vb) I, II y IVc) II, III y Vd) I, II y Ve) II, III y IV

    33 Aunque la crtica actual cuestione la separacin de la literatura espaola del inicio del siglo XX, los estudiosos siguen dividindola en dos grupos: La Generacin de 98 y los Modernistas. Marca la opcin en la que se indican las causas de esta divisin.

    a) Mientras la Generacin de 98 busca la evasin mediante lo fantstico y la sensualidad (la musicalidad, los colores etc.), los modernistas tienen un tono cosmopolita, extravagante y retrico.b) Los modernistas se expresan, sobre todo, a travs de la novela y del ensayo. Sin embargo, los noventayochistas se expresan, sobre todo, a travs de la poesa lrica.c) Mientras los noventayochistas tienen un tono extravagante, cosmopolita y retrico, los modernistas tratan de temas de la actualidad espaola y tienen un estilo ms sobrio.d) Los modernistas buscan la elevacin mediante lo fantstico y la sensualidad (la musicalidad, los colores etc.); sin embargo, la Generacin de 98 trata de temas de la realidad espaola y tienen un estilo ms sobrio.e) La generacin de 98 busca la sencillez, la claridad, la autenticidad y un tono popular; sin embargo, los modernistas tienen un tono cosmopolita, retrico y extravagante en sus obras.

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    El fragmento de la cancin No es lo mismo, del cantante espaol Alejandro Sanz, debe ser utilizado para que se contesten a las cuestiones del 34 al 38.

    []No es lo mismo ser que estar

    No es lo mismo estar que quedarse, qu va!Tampoco quedarse es igual que parar

    No es lo mismoSer que ni somos, ni estamos

    Ni nos pensamos quedarPero es distinto conformarse o pelear

    No es lo mismo... Es distintoNo es lo mismo arte que hartar

    No es lo mismo ser justo que qu justo te va!... VersNo es lo mismo t que otra, entrate

    No es lo mismoQue sepas que hay gente que trata de confundirnos

    Pero tenemos corazn que no es igual,Lo sentimos... Es distinto

    Vale, que a lo mejor me lo merezcoBueno, pero mi voz no te la vendo

    Puerta, y lo que opinen de nosotros...Leme los labios, yo no estoy en venta []

    Fuente: https://www.letras.com/alejandrosanz/72682/. Acceso en 20/12/16

    34 En la cancin, se dice en el primer verso que No es lo mismo ser que estar, una distincin existente tambin en portugus. Pero, an as, el uso de estos verbos en las dos lenguas no es igual. Marca la opcin en la que uno de estos verbos est mal utilizado en espaol.

    a) Ana est casada con Daniel, pero no se llevan bien.b) Los libros son recogidos por los alumnos al final de cada clase.c) Est muy bien que crezca Valeria en un ambiente familiar como el tuyo.d) Ahora Gerardo est de camarero, pero ya piensa en buscar otro trabajo.e) Las tareas son pensadas para mejorar algunas de las habilidades textuales.

  • [ 17 ]

    35 El coche lo vendemos esta semana. El mismo uso de lo(s) se verifica en el verso de la cancin:a) Lo sentimos... Es distintob) No es lo mismo estar que quedarsec) Vale, que a lo mejor me lo merezco d) Puerta, y lo que opinen de nosotros...e) Leme los labios, yo no estoy en venta

    36 En Vale, que a lo mejor me lo merezco, en el primer verso de la ltima estrofa, se expresaa) ilusin.b) vacilacin.c) asertividad.d) certidumbre.e) desesperacin.

    37 El trato observado en la cancin es informal, como se puede ver en No es lo mismo t que otra, entrate, en la segunda estrofa. Entre las frases a continuacin, elige la nica opcin CORRECTA en cuanto a la expresin del trato formal en espaol.

    a) Puede decirme su fecha de nacimiento y dnde naciste?b) Oye! Cmprame unas medicinas cuando vengas!c) Lea y escribe mucho para mejorar tu espaol! d) Perctese, que le toca hablar!e) Perdone por ensuciarte!

    38 El espaol, como se sabe, se habla como lengua materna en una vasta extensin geogrfica. Por ello, la variacin fontica en las distintas zonas del espaol hablado es bastante perceptible. Entre las palabras subrayadas en las alternativas, indica la que NO puede presentar el fenmeno de la aspiracin.

    a) Leme los labios, yo no estoy en ventab) No es lo mismo ser justo quec) No es lo mismo... Es distintod) Vale, que a lo mejor me lo merezcoe) Pero tenemos corazn que no es igual

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    39 La poesa de Hispanoamrica que es posterior al Modernismo sufre la influencia de los movimientos europeos de vanguardia, como el Cubismo y el Dadasmo. Los poetas de los aos posteriores a 1920 se fascinan por las nuevas tcnicas inauguradas por el cine, con la presentacin de flash back, de hechos simultneos y la utilizacin de signos visuales en lugar de palabras. A continuacin, se presentan algunas caractersticas de estos poetas:

    I) Utiliza metros y formas tradicionales y su vocabulario es una modalidad ennoblecida del habla corriente. Public tres grandes libros de poesa: Desolacin (1922), Tala (1938) y Lagar (1954).II) El tema del negro en su poesa llega a ser algo ms que un desafo pintoresco a los valores europeos;III) Suele considerarse como el mejor poeta hispanoamericano; se forj un estilo personal, que, sin ser en modo alguno regionalista ni local, era claramente americano. Adems, era un poeta que rechazaba la seduccin.IV) Sus poesas tienen races en su niez. Adems de poeta, hizo una gran contribucin a la teora potica. Una de sus principales obras, El arco y la lira (1956), es sobre la historia y la naturaleza de la poesa.

    Estas caractersticas se refieren a respectivamente a:

    a) I Gabriela Mistral; b) I Csar Vallejo;c) I Nicols Guilln; d) I Gabriela Mistral; e) I Nicols Guilln;

    II Nicols Guilln; II Nicols Guilln; II Csar Vallejo;II Nicols Guilln;II Octavio Paz;

    III Csar Vallejo;III Gabriela Mistral; III Octavio Paz;III Octavio Paz;III Csar Vallejo;

    IV Octavio Paz.IV Octavio Paz.IV Gabriela Mistral. IV Csar Vallejo.IV Gabriela Mistral.

    40 Lee el texto en la secuencia y marca el nombre del escritor latinoamericano que completa CORRECTAMENTE los espacios.

    En los cuentos de __________ __________ el estilo todava pugna por rivalizar con el tema, pero este autor desarroll con el paso de los aos una prosa sobria que expresa exactamente su estoica visin de las relaciones que mantiene el hombre con las fuerzas naturales. Esta evolucin en un tanto ms sorprendente cuanto que ___________ ___________ empez su obra como modernista e incluso hizo la habitual peregrinacin modernista a Pars ().___________ ___________ escribi novelas, pero su gnero preferido fue el cuento. Sus primeros intentos fueron imitaciones de Poe, con quien comparta una preferencia por lo extrao, lo violento y la locura, y algunos de sus primeros cuentos El perseguidor, La gallina degollada, por ejemplo pertenecen al gnero de relatos sangrientos (FRANCO, 1979, p. 237238).

    a) Mario Benedettib) Pablo Nerudac) Horacio Quirogad) Gabriel Garca Mrqueze) Mario Vargas Llosa

  • [ 19 ]

    41 Acerca de Federico Garca Lorca y su obra Bodas de Sangre (19311932), marca la opcin en la que todas las afirmaciones estn CORRECTAS.

    I) Bodas de Sangre es una obra especialmente relevante en la produccin del teatro de Federico Garca Lorca, autor de la generacin de 98.II) La obra est situada en la triloga de dramas rurales de la tierra andaluza que escribi Lorca, triloga que incluira Yerma y La casa de Bernarda Alba.III) La historia de Bodas de Sangre se basa en un hecho real comentado en la prensa en el ao de 1928.IV) Aunque forme parte de la triloga de dramas rurales, parece que la intencin del autor era poner Bodas de Sangre en otra triloga, algo que no ocurri por su prematura muerte.

    Estn CORRECTAS las opciones:a) II, III y IVb) I, II y IV c) I, II y IIId) I y IIIe) II y IV

    Este breve texto se debe analizar para la solucin de las cuestiones 42 y 43.

    En la cocina tambin se duerme[] Estos jvenes que caminaban desde Francia no pudieron entrar en su albergue porque el hospitalero les dijo que era muy tarde, as que, despus de mucho insistir, consiguieron que les dejase quedarse en la cocina.

    Fuente: http://www.lavozdegalicia.es. Acceso en 12/12/16

    42 El conector as que puede traducirse al portugus sin que se pierda el sentido del texto pora) ento.b) logo que.c) assim que.d) conquanto.e) desde que.

    43 Si se cambian de tiempo las formas verbales pudieron y dijo para el pretrito perfecto compuesto y el pluscuamperfecto de indicativo, los tems resultantes son, respectivamente,

    a) han podido / dijera.b) haban podido / dijese.c) podan / haba dicho.d) haban podido / dijera. e) han podido / haba dicho.

  • [ 20 ]

    44 La proteica historia (desde la transmisin oral de relatos, que preservaba estructuras mticas en las primeras sociedades, hasta la onda expansiva que renov al cuento en 1842 de la mano de una resea de Edgar Alan Poe) y el cruce de las fronteras genricas (la recurrente mencin de las relaciones entre el cuento y la novela, la poesa y, en ocasiones, el drama) sugieren que tal vez una de las constantes en las aproximaciones al estatus genrico del cuento sea la capacidad de problematizacin de sus supuestos. Si convenimos en aceptar esta hiptesis de trabajo, la teora entendida como voluntad de reflexin y discernimiento y como elaboracin de un marco general de abstraccin que permita identificar un modelo para el anlisis es inherente al estudio del cuento.

    El espacio de estas reflexiones sobre el proceso del cuento hispanoamericano en el siglo XX est construido con base en los escritores y los crticos. Por un lado, existe en Hispanoamrica una firme tradicin en la que los mejores cuentistas (Horacio Quiroga, Julio Cortzar, ms oblicuamente Jorge Luis Borges) se han pronunciado no slo sobre la escritura, sino sobre la escritura de cuentos. sta es la primera exploracin que plantea mi lectura: cules son algunas de las coordenadas que estos escritores han propuesto para el cuento y cmo han afectado su estudio? La segunda bsqueda tiene que ver con la atencin crtica que el gnero ha recibido en los ltimos aos. Mi propuesta es leer estos aportes como una continuacin de la operacin que los escritores haban iniciado (y que ha tenido continuidad): delimitar un campo literario reconocible para la produccin y el estudio del gnero ().

    Pablo A. J. Brescia. La teora del cuento desde Hispanoamrica. p. 600. Disponible en http://cvc.cervantes.es/literatura/aih/

    pdf/13/aih_13_3_078.pdf. Fecha de consulta: 24 de noviembre de 2016.

    A partir de la lectura y de las informaciones acerca de la teora del cuento en Hispanoamrica, se puede afirmar quea) Jorge Luis Borges defiende que la narracin debe fundarse independiente de quien la enuncia para que el cuento cumpla su misin con el extremo ahorro de medios.b) Julio Cortzar no ordena de manera orgnica el cuento. El escritor es contra la teora del cuento con mucho rigor analtico.c) Ricardo Piglia destaca dos elementos: las condiciones de lectura y la necesidad de trabajar con dos argumentos, es decir, para una buena lectura, seran importantes la funcin del lector y la doble historia.d) Jorge Luis Borges propone dos tesis: un cuento siempre cuenta dos historias y la historia secreta es la clave de la forma del cuento y sus variantes. e) Para Quiroga, los elementos esenciales del cuento son: el final, la economa narrativa y la autarqua. Adems, el escritor aconseja no adjetivar el texto caso no haya necesidad.

  • [ 21 ]

    45 Acerca de la novela hispanoamericana posterior al modernismo, en especial la del escritor Mario Vargas Llosa, NO se puede afirmar que

    a) las novelas del escritor Vargas Llosa tratan de uno de los conflictos ms graves de la segunda mitad del siglo XX, la antinomia entre lo histrico y lo estructural.

    b) en las novelas de Vargas Llosa La ciudad y los perros (1962), La casa verde (1966), Conversacin en La Catedral (1969) los edificios representan sistemas y orden de ideas de un modo tan complejo que el trmino tan empleado de smbolo resulta completamente desplazado.

    c) en las instituciones de Mario Vargas Llosa, lo orgnico y lo estructural, los procesos evolutivos y las relaciones sincrnicas son antitticos. Como ejemplo, el libro La ciudad y los perros, una novela ubicada en la academia militar Leoncio Prado, en la que un orden natural sustituye al orden artificial.

    d) en la segunda novela, La casa verde, la destruccin de secuencias cronolgicas es an ms drstica. El autor rompe con el orden cronolgico y consigue una nueva perspectiva de la vida, porque vemos constantemente a unos personajes tal como ellos se ven y tal como les ven los dems, desde el presente, el futuro y el pasado.

    e) en Conversacin en La Catedral se aplica la visin panormica a un tema ms fcil, el del pasado histrico y poltico del pas. La novela presenta al lector las corrupciones y traiciones de los ministros, de los hombres de negocios etc.

    46 Seala cul de estos autores pertenece a la literatura posterior a la segunda mitad del siglo XX.a) Jos Martb) Juan Rulfoc) Gustavo Adolfo Bcquerd) Miguel de Unamunoe) Miguel de Cervantes

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    47 El ritmo es la metfora original y contiene a todas las obras. Dice: la sucesin es repeticin, el tiempo es notiempo.

    Cada lector es otro poeta; cada poema, otro poema.En perpetuo cambio, la poesa no avanza.La poesa es nuestro nico recurso contra el tiempo rectilneo contra el progreso.La poesa es lucha perpetua contra la significacin. Dos extremos: el poema abarca todos

    los significados, es el significado de todas las significaciones; el poema niega toda significacin al lenguaje. En la poca moderna la primera tentativa es la de Mallarm; la segunda, la de Dad. Un lenguaje ms all del lenguaje o la destruccin del lenguaje por medio del lenguaje.

    Octavio Paz, Recapitulaciones. Obras completas I: La casa de la presencia. Poesa e historia, FCE: 1994.

    Octavio Paz fue un gran poeta mexicano. Aunque fue hijo de los representantes de Zapata en Nueva York, se apart mucho del nacionalismo revolucionario de sus padres. Con base en el fragmento del texto Recapitulaciones y en los conocimientos acerca del poeta hispanoamericano, se puede decir que

    a) el mximo logro de Paz puede resumirse en encerrar las palabras en los preceptos y en la domesticacin. Y, sin embargo, aunque parezca una paradoja, fue uno de los nicos poetas latinoamericanos que contribuy de modo importante a la teora potica.

    b) las ideas de Paz sobre la poesa proceden de una tradicin moderna que incluye a los romnticos alemanes, como Rimbaud. Para el poeta, la poesa es la reina de las artes, y su fin no es dominar la palabra, sino liberarlas y devolverles su magia primitiva.

    c) Octavio Paz ignora los aspectos histricos y sociales de la poesa y se interesa por las tendencias modernas que van desde Blake hasta el surrealismo, movimientos que consideran al poeta como un hombre que defiende los valores de la sociedad.

    d) Paz defiende que el tiempo potico es igual al tiempo vivido o duracin. Adems, que su lenguaje no debe asumir variedades inmensas. Perfeccionista, defiende la habitual visin cronolgica de la poesa.

    e) Paz ha elaborado un metalenguaje potico que tiende ms a la esencia que a la abstraccin. Sus caractersticas se parecen mucho a la de los poetas modernistas, excepto por las composiciones de imgenes, elementos y percepciones sensoriales primarias.

  • [ 23 ]

    48 En julio de 2016, la Guerra Civil Espaola cumpli ochenta aos de su inicio. Esta Guerra (19361939) fue un evento extraliterario, pero afect al arte de un pas, en especial a las letras, tanto en la parte de la creacin como en el exilio de muchos artistas. Acerca de la relacin entre la literatura y esta Guerra, se puede afirmar que

    a) aunque haya una relacin entre pueblo y poetas, la poesa no ha alcanzado totalmente a la poblacin. Se puede observar este hecho en las memorias del destacado militar Antonio Cordn, que recuerda que despus del bombardeo areo a la ciudad de Andjar, fue pedido que no se recitase una poesa de Garfias, pues era muy difcil para la comprensin del pueblo.

    b) en noviembre de 1936, se conoci al primer Romancero de la Guerra Civil, con 35 composiciones, solamente de los escritores ms consagrados. Aunque haya obtenido algn xito, no se convirti en el cauce preferido del pueblo, pues estaba muy distante del romance popular, a lo cual el pueblo estaba acostumbrado.

    c) fue en el teatro donde se manifest de una manera ms abundante la produccin literaria de los simpatizantes de la Repblica. A lo largo de tres aos de la Guerra Civil las publicaciones son, bsicamente, de escritores ya famosos.

    d) pasado un ao de la Guerra, se realiz el Segundo Congreso Internacional de Escritores Antifascistas. Hubo la presencia de intelectuales de varios pases, excepto de Mxico, que sufra muchas represalias por recibir a los intelectuales espaoles que se encontraban exiliados.

    e) la solidaridad de los de los intelectuales con el ejrcito republicano muchas veces lleg hasta el frente, y aunque algunos intelectuales no se incorporaron al ejrcito por la cuestin de edad, pusieron su arte al servicio del pueblo, a ejemplo de la escritora Mara Teresa Len.

  • [ 24 ]

    49 A continuacin, algunos datos sobre la novela hispanoamericana en el siglo XX:I) Del 1940 al 1945, la novela en Hispanoamrica se caracteriza por una esttica arcaizante, sin un principio de renovacin formal.II) A partir de 1940, el cambio empieza a mostrarse, con la aparicin de paisajes urbanos y temas existenciales, aunque aparecen los viejos temas, excepto el tema social.III) El realismo mgico se da cuando la realidad irrumpe a la imaginacin, de manera que realidad y maravilla aparezcan relacionadas en la novela. IV) La novelstica del boom en Latinoamrica es un proceso de renovacin formal que se pone al servicio de una literatura revolucionaria, muy comprometida con la realidad de una tierra sometida a violentos y traumticos procesos histricos.V) Despus del boom, dos corrientes han simplificado el complejo panorama de la novela: la novela y los mass media y la narrativa hermtica o metanovela.

    Estn CORRECTAS las opciones:a) I, III y Vb) II, III y IVc) I, IV y Vd) II, III y Ve) III, IV y V

    50 La obra Doce cuentos peregrinos (1992) fue escrita pora) Augusto Roa Bastos.b) Jorge Luis Borges.c) Gabriel Garca Mrquez.d) Juan Carlos Onetti.e) Juan Rulfo.

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    CONCURSO PBLICOEdital n 1/2016

    Docentes

    Folha de Resposta(Rascunho)

    113 ESPANHOL