BI ASSP 190

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    06-Apr-2016

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Educao: "A Autoridade numa Educao para a Cidadania", por Isabel Maria Carvalho Cincias: "Os Guardies do Tempo", por Fernando Costa Parente Encontro Delegaes: "Dos Projectos Aco" Congresso: "Congresso ASSP 2015" Histrias de Vida: "Voluntariado e Solidariedade", por Carla Henriques Livro de Bordo: "A Mquina de Fazer Espanhis" de Valter Hugo Me, por Rui F. M. Gonalves Notcias das Delegaes Viagens

Transcript

  • Cincias 10 | 11

    Educao 4

    Congresso 15

    Encontro de Delegaes 14

    Histrias de Vida 23

    Livro de Bordo 30

    1904 trimestre 2014

  • AORESPraa da Autonomia Constitucional, 7, Paim 9500-787 Ponta Delgada Tel./Fax 296 286 034 d.acores@assp.org

    ALGARVERua Eng Aboim Sande Lemos, 14, R/C8000-544 Faro Tel./Fax 289 824 822 | dialprofs@gmail.com Casa do ProfessorTel. 289 723 744

    AVEIRORua Nova, 50, Santiago-Glria3810-370 AveiroTel. 234 373 230 | Fax 234 348 446 Tlm. 963 767 425d.aveiro@assp.org

    BEJARua Infante D. Henrique, Edf Escola Primria N. 4 7800-318 BejaTel. 284 087 018 | Tlm. 960 195 118 | 969 172 537d.beja@assp.org

    COIMBRATravessa dos Combatentes da Grande Guerra, 3 3030-181 Coimbra Tel./Fax 239 483 952d.coimbra@assp.org

    VORATravessa da Milheira, 13 7000-545 vora Tel./Fax 266 709 477 | Tlm. 967 804 246 d.evora@assp.ptNova morada, a partir de 1 de Janeiro:Rua Chafariz DEl Rei, n 31, 7005-323 - vora

    GUIMARESRua Alto da Bandeira, 234835-014 CreixomilTel./Fax 253 512 369 | Tlm. 967 532 787assp.dguimaraes@gmail.com

    LEIRIAAv. Combatentes Grande Guerra, 65, 1 Esq.2400-123 LeiriaTel./Fax 244 813 492 | Tlm. 966 260 077 d.leiria@assp.org

    LISBOARua D. Dinis, 4, l 1250-077 LisboaTel. 213 700 330 | Fax 213 700 338 d.lisboa@assp.orgCasa dos ProfessoresRua Pedro lvares Cabral, 1502775-615 CarcavelosTel. 214 584 400 | Fax 214 589 128 casaprofessoresemcarcavelos@gmail.com

    MADEIRARampa do Forte, 2 - Santa Maria Maior9060-122 FunchalTel. 291 229 963 | Fax 291 282 546 d.madeira@assp.org

    PORTALEGRERua Capito Jos Cndido Martin, 17300-295 Portalegre Tel./Fax 245 331 612 d.portalegre@assp.org

    PORTOEstrada Interior da Circunvalao, 32014300-111 Porto Tel. 225 106 270 | Fax 225 104 629d.porto@assp.org

    Ncleo de V. Nova de GaiaRua Paula Vicente, 30, 4400-243 Vila Nova de Gaia

    SANTARMRua Luz Montez Matoso, 38 2005-145 SantarmTel./Fax 243 322 212d.santarem@assp.org

    SETBALAvenida Antnio Srgio, 1 2910-404 SetbalTel. 265 719 850 | Fax 265 719 851 d.setubal@assp.org

    VISEURua 21 de Agosto, Edifcio Viriato, BL 5A - 1 A 3510-120 ViseuTel. 232 449 099 | Tlm. 925 321 167assp_viseu@hotmail.com

    Delegaes

    Sede

    SEDE E SERVIOS ADMINISTRATIVOSLargo do Monte, 1 | 1170-253 Lisboa Tel. 218 155 466 | 218 888 428 Fax 218 126 840 www.assp.pt | info@assp.ptSeg. a Sex. 9.00-13.00h | 14.00-17.30h

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    a todos os Associados,

    Cabades e Families.

    Boas FestasDesejamos

  • DIRECTOR

    Antnio Amaro Correia

    DIRECO E ADMINISTRAO

    Largo do Monte n. 1

    1170-253 Lisboa

    Tel. 218 155 466 l Fax 218 126 840

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    PROPRIEDADE

    Associao de Solidariedade Social

    dos Professores

    COORDENAO EDITORIAL

    Ana Maria Morais

    CONCEPO GRFICA E PAGINAO Sandro Costa

    IMPRESSO

    Finepaper

    REDACO

    anamasspbi@gmail.com

    PUBLICAO TRIMESTRAL DE DISTRIBUIO GRATUITA AOS ASSOCIADOS

    Inscrio na DGCS .................111841/86

    Depsito Legal .....................36086/90

    Nmero Avulso ..........................0,40

    Assinatura anual .......................2,49

    Tiragem (n.exemplares) ...........10 500

    NOTA

    A adopo do Novo Acordo Ortogrfico da responsabilidade dos autores.

    Ficha Tcnica EditorialProjectos para construir MemriaTodas as Organizaes tm uma histria que considerada como representativa da sua construo identitria. A memria colectiva de uma Organizao a forma como ela se relaciona com a sua actuao no passado.

    Como Direco da ASSP, sentimos orgulho e respeito pelos valores que aliceraram a sua construo. nossa referncia o conceito de solidariedade que a norteou e prestamos homena-gem a todos os Professores que a ela dedicaram muito do seu tempo e do seu saber.

    Como Direco da ASSP, vivemos a responsabilidade de encon-trar solues para problemas que emergem do quotidiano da Associao, de articular formas de responder realidade actual dos Professores.

    Como Direco da ASSP, procuramos induzir as coordenadas de um futuro, respeitando a Misso assumida pela Associao e situando-a no quadro dos valores que a enformam.

    Como Direco da ASSP temos como motivao maior conse-guir que do nosso pensamento, opes e actuao, decorra um constante Presente que no Futuro seja vivido como trave mestra de uma arquitectura em permanente devir.

    Como Direco da ASSP, procuramos fazer, da pluralidade de pontos de vista presentes em toda a Associao, uma alquimia de inteligncia fundada sobre a reflexo em comum, da qual nascer sentida implicao no cumprimento de uma Misso por todos partilhada.

    Rua Nova, 50, Santiago-Glria3810-370 AveiroTel. 234 373 230

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    Avenida Antnio Srgio, 1 2910-404 SetbalTel. 265 719 850

    RESIDNCIASSNIOR (ERI)Casas dos Professores

    Solidariedade ActivaMelhor Qualidade de Vida

  • A AUTORIDADE NUMA EDUCAO PARA A CIDADANIA

    Nas ltimas dcadas muito tem variado a forma como a sociedade se debrua sobre o conceito de autoridade e, penso que, todos ns, como mes, pais, professores ou educadores temos interesse em perceber um pouco melhor o que a autoridade.

    A investigao tem demonstrado que as escolhas dos amigos na juventude e depois na idade adulta tende a reflectir e a repro-duzir as relaes que a criana viveu na infncia a tendncia repetio dos tipos de relaes a que foi sujeita ; e por outro lado que a criana processa a informao acerca de si prpria a partir da relao com os adultos significa-tivos da sua vida. Se os adultos a quem se vinculou (ligou) durante o seu crescimento so figuras permissivas ou se emitem mensagens contradit-rias, ou ainda se so autoritrias (isto , impem, sem afecto e sem razo) ento, a criana tende a guardar esses contedos, conso-lidando tambm essa imagem de si pois a nica que conhece; uma imagem muito megalmana e prepotente, insatisfeita e exigen-te, e sempre desfavorvel. Sabe-mos ainda que muitos pais refor-am os comportamentos proble-mticos dos filhos pequenos, quer pela excessiva ateno que lhes do, quer pela interveno com

    integrados e, perante um desafio, em vez de pensarem, agem. Os adultos que vo entrando nas suas vidas, como os professores, por exemplo, sentem dificuldades em lidar com estes jovens e tendem a usar o autoritarismo para fazer cumprir as regras. Mas, claro que no funciona, pois no serve nenhuma funo educativa. Se modificar ocasionalmente algum comportamento sempre

    pelo medo e pela coaco, portan-to assim que a condio autorit-ria desaparece, volta novamente a indisciplina e o agir descontrolado.Em concluso, a autoridade dos pais em relao criana, desde beb, revela-se quando a impe-dem de fazer coisas em que ela se

    possa magoar e vai evoluindo no sentido do alargamento progressi-vo das fronteiras a ultrapassar. Regras e limites so gestos de amor. Servem para organizar o crebro da criana, ajudar na auto-disciplina, na auto-esti-ma, no controlo dos impulsos e na organiza-o do mundo interno e externo.

    A autoridade constri-se na relao e no respeito mtuo, com amor. A permissividade e o autoritarismo cons-

    troem-se numa no relao, onde impera a falta de respeito e onde o amor tem outros nomes sedu-o, indiferena, abandono, violncia, agressividade.Neste sentido, a autoridade tem duas funes distintas: a primei-ra, a de permitir o conhecimento e interiorizao das regras; a segun-da, levar o jovem a usar esse conhecimento para poder escolher em liberdade.

    Isabel Maria Carvalho

    Licenciada em Psicologia (rea de clnica) pela Faculdade de Psicologia e Cincias da Educao da U.L. e Mestre em Psicologia Legal pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Investigadora no mbito da Psicologia Clnica e formadora na rea do desenvolvimento psicossocial.

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    Do rio que tudo arrasta se diz que violento.Mas ningum diz violentas As margens que o comprimem.

    Bertolt Brecht

    comentrios desagradveis e culpabilizantes, dirigidos crian-a, em vez de se focalizarem na mudana necessria do compor-tamento. Estes padres tm tendncia a manter-se at ado-lescncia.

    Ento, quando a autoridade falha na infncia, os jovens adolescen-tes no tm como se organizar psiquicamente para aceitar algu-mas das regras da sociedade e questionar outras. As regras e o controle dos impulsos no esto

  • SUGESTES INCIO DE 2015

    * Preo por pessoa em quarto duplo.

    Para mais informaes sobre os programas, consulte o nosso site www.pintolopesviagens.com

    CARNAVAL EM VENEZA E BOLONHA14 a 17 de fevereiro de 2015Partida de Lisboa - 850 *Partida do Porto - 875 *

    MARROCOSCIRCUITO DOS 1000 KASBAHS14 a 22 de fevereiro de 2015980 *

    CARNAVAL NA MADEIRA14 a 17 de fevereiro de 2015685 *

    NDIA RAJASTO17 a 30 de janeiro de 20152.345 *

    SUL DE ITLIA15 a 22 de fevereiro de 20151.245 *

    MALTACOM ILHA DE GOZO15 a 20 de fevereiro de 20151.155 *

    SRI LANKA12 a 22 de fevereiro de 20152.240 *

    TUNSIA16 a 23 de fevereiro de 20151.240 *

    SICLIA7 a 14 de maro de 20151.585 *

    A Pinto Lopes Viagens um operador turstico e agncia de viagens com 40 anos de experincia, especializado em Viagens Culturais

    e de Autor, em grupo, por todo o Mundo.

  • 6DIA MUNDIAL DO PROFESSOR

    Quando se Professor

    Desperta-se a magia do saber e do aprender, abre-se horizontes, caminhos para o futuro e desven-da-se mistrios, participa-se no enriquecimento e crescimento social.

    Trabalha-se com o corao sem dar conta da amplitude de um trabalho que misso. Move-se o mundo e cria-se o real desejo de saber ser, saber ter e saber estar

    Professor

    quem educa

    Quem ensina

    Quem escuta

    Quem anima

    Quem sabe receber