Bi 198 - ASSP

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Na Edição 198 do BI, referente 1º trimestre de 2016, pode ler: Convocatórias – 3 Eleições – 13 Tomada de posse – 14 | 15 Artigo “Raul Lino andou por aqui” - por Francisco Teves – 18 | 19 Livro de Bordo - O CHEIRO DA NOITE, Andrea Camilleri - por Rui Gonçalves – 21 35º Aniversário ASSP- Portalegre – 23 e ainda as páginas referentes às Delegações

Text of Bi 198 - ASSP

  • 1981 trimestre 2016

  • Para cumprimento do disposto na alnea c do n. 1 do art. 51 dos Estatutos da ASSP, convocam-se as Reunies das Assembleias de Associados para definio das linhas de orientao a seguir pelos Delegados na reunio da Assembleia Nacional de Delegados marcada para 19 de Maro de 2016, em Lisboa.

    Se hora marcada no estiverem presentes mais de metade dos associados da Delegao, fica a mesma marcada para meia hora depois, no mesmo local.

    Os Presidentes das Delegaes

    Convocatria (AOS ASSOCIADOS) Delegao Data Hora LocalAores 14/03 15.00 SedeAlgarve 16/03 15.00 SedeAveiro 15/03 17.00 SedeBeja 17/03 15.30 SedeCoimbra 15/03 16.30 Sede vora 15/03 16.00 Sede Guimares 16/03 10.00 SedeLeiria 15/03 15.00 Sede Lisboa 15/03 14.30 Sede Madeira 14/03 17.00 SedePortalegre 16/03 18.00 SedePorto 16/03 16.00 SedeSantarm 15/03 16.30 SedeSetbal 15/03 17.00 Sede Viseu 17/03 15.00 Sede

    Delegaes

    Sede

    SEDE E SERVIOS ADMINISTRATIVOSLargo do Monte, 1 | 1170-253 Lisboa Tel. 218 155 466 | 218 888 428 Fax 218 126 840 www.assp.pt | info@assp.ptSeg. a Sex. 9.00-13.00h | 14.00-17.30h

    Ncleo de V. Nova de GaiaRua Paula Vicente, 30, 4400-243 Vila Nova de Gaia

    SANTARMRua Luz Montez Matoso, 38 2005-145 SantarmTel./Fax 243 322 212d.santarem@assp.pt

    SETBALAvenida Antnio Srgio, 1 2910-404 SetbalTel. 265 719 850 | Fax 265 719 851 d.setubal@assp.pt

    VISEURua 21 de Agosto, Edifcio Viriato, BL 5A - 1 A 3510-120 ViseuTel. 232 449 099 | Tlm. 925 321 167d.viseu@assp.pt

    AORESPraa da Autonomia Constitucional, 7, Paim 9500-787 Ponta Delgada Tel./Fax 296 286 034 d.acores@assp.pt

    ALGARVERua Eng Aboim Sande Lemos, 14, R/C8000-544 Faro Tel./Fax 289 824 822 | d.algarve@assp.pt Casa do ProfessorTel. 289 723 744

    AVEIRORua Nova, 50, Santiago-Glria3810-370 AveiroTel. 234 373 230 | Fax 234 348 446 Tlm. 963 767 425d.aveiro@assp.pt

    BEJARua Infante D. Henrique, Edf Escola Primria N. 4 7800-318 BejaTel. 284 087 018 | Tlm. 960 195 118969 172 537d.beja@assp.pt

    COIMBRATravessa dos Combatentes da Grande Guerra, 3 3030-181 Coimbra Tel./Fax 239 483 952d.coimbra@assp.pt

    VORARua Chafariz DEl Rei, 31 7005-323 vora Tel./Fax 266 709 477 | Tlm. 967 804 246 d.evora@assp.pt

    GUIMARESRua Alto da Bandeira, 234835-014 CreixomilTel./Fax 253 512 369 | Tlm. 967 532 787d.guimaraes@assp.pt

    LEIRIAAv. Combatentes Grande Guerra, 65, 1 Esq.2400-123 LeiriaTel./Fax 244 813 492 | Tlm. 966 260 077 d.leiria@assp.pt

    LISBOARua D. Dinis, 4, l 1250-077 LisboaTel. 213 700 330 | Fax 213 700 338 d.lisboa@assp.ptCasa dos ProfessoresRua Pedro lvares Cabral, 1502775-615 CarcavelosTel. 214 584 400 | Fax 214 589 128 casaprofessoresemcarcavelos@gmail.com

    MADEIRARampa do Forte, 2 - Santa Maria Maior9060-122 FunchalTel. 291 229 963 | Fax 291 282 546 d.madeira@assp.pt

    PORTALEGRERua Capito Jos Cndido Martin, 17300-295 Portalegre Tel./Fax 245 331 612 d.portalegre@assp.pt

    PORTOEstrada Interior da Circunvalao, 32014300-111 Porto Tel. 225 106 270 | Fax 225 104 629d.porto@assp.pt

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    Para cumprimento do disposto na alnea b1 do n. 2 do Art 31 dos Estatutos da ASSP, convocam-se os Delegados para uma Reunio Ordinria da Assembleia Nacional de Delegados, a realizar no dia 19 de Maro de 2016, pelas 10.00, no Auditrio da Escola da Diabetes, sita na Rua do Sol ao Rato, n. 11, em Lisboa, com a seguinte Ordem de Trabalhos

    1 - Apreciao e votao do Relatrio de Gesto e Contas do ano de 2015. 2 - Informaes

    Se hora marcada no estiverem presentes ou representados mais de metade dos Delegados, fica a mesma marca-da para meia hora depois, no mesmo local, com qualquer nmero de presentes.

    O Presidente da Mesa da Assembleia Nacional de Delegados

    Convocatria (AOS DELEGADOS)

    Direco Nacional conhea mais em www.assp.pt

  • Pensar para agir

    J foi defendido que para cada um de ns pensar entregar-se a uma fala silenciosa que comporta reflectir, interrogar-se, hesitar, condenar, lamentar e duvidar.

    Reflectir percorrer o que foi feito e por que foi feito.

    Interrogar-se expresso da dvida legtima quanto relao entre os fins visados e os meios usados.

    Hesitar um percurso no decidido entre o fracasso e o quase sucesso.

    Condenar e lamentar so as recusas de aceitar o sofrvel e abraar desculpas e justificaes para o menos mal.

    Duvidar radica-se na legitimidade da no certeza, no confronto com os insucessos gerados pelas aces nascidas das mais atentas anlises.

    Embora seja sabido que o pensamento perigoso torna-se urgente que se encontre a coragem e a determinao de lhe fazer confiana como a nica via para a mudana que se quer como novo horizonte.

    Pensar em grupo inclui muitas destas vertentes e, por vezes, surge a angstia inerente procura de uma soluo que se sinta e avalie como correcta.

    Cai inteiramente dentro deste quadro o pensamento aplicado procura de vias de evoluo da ASSP.

    Esta procura tem naturalmente como objectivo permitir que a ASSP ultrapasse a conjuntura e que seja capaz de se projectar no Futuro altura da condio de Professor.

    esta procura que comemos a fazer a partir do "nosso primeiro dia".

    Pensamos para agir e agiremos para melhorar.

    Pela Direco Nacional

    Ana Maria Morais

    Editorialndice

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    DIRECTORAna Maria MoraisDIRECO E ADMINISTRAOLargo do Monte n. 11170-253 LisboaTel. 218 155 466 l Fax 218 126 840info@assp.pt l www.assp.ptPROPRIEDADE Associao de Solidariedade Socialdos ProfessoresCOORDENAO EDITORIALMaria Margarida SousaCONCEPO GRFICA E PAGINAO Sandro CostaIMPRESSOFinepaper - Rua do Crucifixo, 321100-183 LisboaREDACOLargo do Monte n. 11170-253 Lisboaassp.comunicacao@gmail.com

    PUBLICAO TRIMESTRAL DE DISTRIBUIO GRATUITA AOS ASSOCIADOSInscrio na DGCS .................111841/86Depsito Legal .....................36086/90Nmero Avulso ..........................0,40 Assinatura anual .......................2,49 Tiragem (n.exemplares) ...........10 500

    NOTAA adopo do Novo Acordo Ortogrfico da responsabilidade dos autores.

    Ficha Tcnica

    Informao

    Editorial

    Delegaes

    Eleies

    Tomada de posse

    Delegaes

    ArtigoRaul Lino andou por aqui

    Delegaes

    Livro de Bordo

    Delegaes

    Aniversrio ASSP

    Delegaes

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    Recebemos na Sede, como complemento das quotizaes, os seguintes donativos, que muito agradecemos. A todos o nosso bem-haja.

    Donativos

    111 16,00 562 / 563 148,00 657 39,00 728 19,00 1154 416,00 1154 18,00 1250 600,00

    1821 42,00 3014 19,00 3216 19,00 3755 22,00 4940 100,00 6825 19,00 8477 316,00

    9138 16,00 9400 39,00 17568 42,00 18103 42,00 18411 38,00 18774 18,00

    Associado Valor Associado Valor Associado Valor

  • Delegao dos Aores

    4 conhea mais em www.assp.pt/delegacao/acores

    As Trs Facesuma Cidade

    A partir desses tempos a luta acabou com a Vila, pelo menos aparentemente, e Ponta Delgada progrediu de maneira a que, no fim do sculo XVI, o patriarca dos escritores aorianos, Gaspar Frutuoso, descreve a cidade com deslumbramento Nobre e popu-losa, clebre com generosos e poderosos moradores, rica, provi-da e abastada com diversos comrcios e grossos tratos de mercadores riqussimos (Id, ib, pg 70).

    A sua excelente localizao, a existncia de possibilidade de ancoragem de barcos, mas sobre-tudo o dinamismo dos habitantes homens fidalgos, honrados e poderosos (Id, Ib, pg 81), fize-ram de Ponta Delgada a localidade mais importante da ilha de So Miguel.

    O seu percurso durante os sculos XVII, XVIII e XIX, concorrente com outras povoaes aorianas. Vai-se pouco a pouco estendendo para terra, edificando casas sumptuosas e ricas, sobradadas e muito altas (Id, Ib, 73/6).

    a ou Santo Cristo, como chama-do modernamente, cumpre a funo para que foi criado. Dos outros, um desapareceu, o de S. Joo; outro museu, o de Santo Andr; outro, biblioteca, colgio jesuta; e um foi elevado a palcio, o da Conceio, albergando insti-tuies governamentais.

    Ponta Delgada teve origens humildes: Solitrio ermo, peque-na vila, grande, forte e afamada cidade. (Gaspar Frutuoso, Sauda-des da Terra, Livro IV, volume II, pag. 70).

    Tendo comeado os povoadores de So Miguel por ocupar territ-rio que viria a ser chamado de Povoao, foram-se estendendo pela costa sul da ilha.

    Vieram at Vila Franca, fizeram incurses mais para ocidente.

    Novas levas de povoadores esta-beleceram-se como pescadores numa baia que viria a ser denomi-nada de Santa Clara e onde os senhores de Vila Franca gostavam de caar porcos selvagens, por serem ali muito abundantes.

    A populao foi aumentando e novo agregado surgia. Seria bati-zado com o nome de Ponta Delga-da, assim chamada por estar situada junto de uma ponta de pedra de biscoito delgada e no grossa como outras da ilha (Id. Ib. Pg.73).

    Tudo isso se passou nas dcadas dos meados do sculo XV.

    Em clima de crispao com Vila Franca, seminrio, origem, cabea, me e primeiro princpio (Id Ib. Pg.36), de toda a ilha, Ponta Delgada foi elevada a vila, em 1499.

    Esta elevao e a consequen-te criao do concelho foram fruto do desmembramento dos territrios da ento nica vila e concelho, Vila Franca do Campo.

    Em 1546, D. Joo III, de motu prprio, eleva a vila de Ponta Delgada a cidade.

    As igrejas e conventos nascem por quase toda a cidade. S conventos anotamos sete: trs de religiosos, quatro de freiras. Alguns ainda existem, mas apenas o da Senhora da Esperan-

    Colgio dos Jesutas na atualidade

    Foi assim a primeira face da cidade.

    Apesar de tudo, nos incios do sculo XIX, uma srie de estran-geiros que visitam a ilha e, natu-ralmente entram por Ponta De