JOP - C.O 120 - 16.01.2012

  • View
    246

  • Download
    20

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Jornal o Passageiro Centro Oeste de minas

Text of JOP - C.O 120 - 16.01.2012

  • 15 a 30 de Janeiro / 2012 | Informativo quinzenal Fundador Larcio Nunes Circula na Regio Centro Oeste de Minas Gerais.N 120 - C.O Distribuio gratuita .

    A MELHOR IDADE ALCANOU A ERA VIRTUAL E EST DESCOBRINDO NA INTERNET UM PASSATEMPO

    COLORIDO

    A vida comea aos 60 anos. Essa frase pode ser confirmada atravs dos sorrisos das pes-soas que alcanaram a Melhor Idade com

    pique total. Eles esto descobrindo que in-ternet no um bicho de sete cabeas e que os amigos virtuais podem ser grandes com-

    MOMENTO DE RECOMEAR

    DIVINPOLIS NOVA SERRANA2 MIL REFEIES NO RESTAURANTE

    DO TRABALHADOR

    As chuvas assolaram Divinpolis e munic-pios da regio. Agora momento de se reer-guer e apagar o rastro de destruio deixado pelas guas. A equipe de reportagem do O PASSAGEIRO listou vrias dicas para ajudar quem est recomeando.

    Pgina: 07

    Os trabalhadores de Nova Serrana vo ini-ciar a temporada de trabalho com uma novi-dade. Quem est de frias vai voltar com um facilitador. O Restaurante do Trabalhador ser inaugurado no final deste ms e servir mais de 2 mil refeies diariamente.

    Pgina: 11

    panheiros. Confira quem so os personagens que fazem parte da nova histria da Terceira Idade. Pgina: 09

    ESPORTE

    Um dos craques que abrilhantou o Atltico durante 12 anos ganha uma co-luna no jornal a par-tir da prxima edi-o. der Lopes vai contar aos leitores histrias de vesti-rios, dar sugestes, comentar contrata-es.

    Pgina: 10

    DER LOPES GANHA COLUNA NO PASSAGEIRO

    Foto: Carlito Ribeiro

  • 02

    Marcelo F. V. NunesEditorial

    Nmero de pginas: 16Tiragem: 22.000 exemplares.Periodicidade: quinzenalCirculao:Divinpolis - Itana - Formiga - Arcos - Lagoa da Prata - Bom Despacho Pitangui - Nova Serrana - Para de Minas - Carmo do Cajuru - Santo Antnio dos Campos (Ermida)

    Fundador: Larcio NunesEditor Geral: Marcelo NunesDiretora Comercial CO: Stefane Moura (37)3222-5997 / (37)8817-9135Diretor(a) de Arte: Daniel AllanJornalista Responsvel: Francisco Vilela - Registro n 12.764Redao Centro Oeste Mineiro: Amanda Quintiliano, Amarilis Pequeno, Julia Medeiros e Gilberto Carlos.

    Diagramao: Daniel AllanControle Administrativo: Paula DanielleVendas:Stefane Moura: 37- 8817.9135 / 3222.5997 | DivinpolisDcio G. Fonseca: 37- 9115.6697 / 9927.2344 | DivinpolisAlice Fonseca: 37- 9197.7168 / 3351.5142 | ArcosAndria Silveira: silveirapassageiro@gmail.com | Divinpolis e Itana

    Enquanto o pas passa por mudanas econ-micas, e vemos nos noticirios representantes do governo comemorar a sexta colocao da economia brasileira, ainda assim, no suficien-te para promover transformaes mais signifi-cativas. Estar entre as seis maiores potencias do mundo parece ser algo a comemorar somente para aqueles que no percebem que na mesma medida que o Brasil cresce, os maiores pases do mundo decaem. No entanto, a escalada do nosso pas ainda acontece a passos lentos. A exemplo da China, que cresce em ritmo assombroso, no quesito economia, mas no mostra a mesma disposio para promover mudanas de conscincia. Voltando aos nossos problemas, to ou mais complexos que os dos chineses. Se o povo est gastando mais e tra-balhando mais, ainda falta melhorar a cultura democrtica no pas e principalmente educa-o. Se no melhorar a educao, certamente, o dinheiro que se investe em outros setores ser desperdiado. No exagero! Aconteceu uma situao, com importantes agentes desse jornal, que ilustra bem um srio problema de educao. Dois de nossos distribuidores, a servio do jornal, entregando aos leitores de Belo Horizon-te os exemplares deste importante veculo de informao, e de certa forma instrumento de educao, foram abordados, por mais de uma vez, pela polcia. Imaginem vocs, leitores, so dois jovens, vestindo trajes caractersticos da idade, portavam mochilas, para levar os jornais, e so negros. Caractersticas que so suficien-tes para serem enquadrados no hall de suspei-tos da Policia Militar. O pouco que acompanho da formao dos agentes pblicos de seguran-a me deixa entender que os policiais so servi-dores pblicos. E, nessa qualidade, esto prestando servio populao. Penso que inserido no programa do curso de formao deve haver alguma discipli-na de tica, para que possam entender a forma-o scio-histrica do pas. Num pas como o Brasil, que possui uma populao heterognea e impossvel de generalizar em caractersticas fsicas, deveria lidar com questes como a dis-criminao social com mais cuidado. Depois desse dia, fiquei ainda mais admirado com nos-sos distribuidores. Alm de enfrentarem longas horas de viagens para chegar ao centro de BH e realizar um trabalho to extenuante de distri-buir jornais nas ruas, passam por humilhaes ao serem confundidos com bandidos e mesmo assim voltam sorrindo para mais um dia de tra-balho. Aplausos! Graas aos nossos distribuido-res, vocs esto lendo essas linhas.

    POR FAVOR, UMASALVA DE PALMAS

    EXPEDIENTE

    PRETO E BRANCO

    NIBUS - BOM LUGAR PARA SEEXERCER A CIDADANIA

    Artigos

    A VOZ DO PASSAGEIRO

    Mande seus comentrios, crticas ou sugestes para:redacao@OPassageiro.com.br

    Daiane de Almeida Sabino, Bairro Santa Rosa,Divinpolis, 20 anos

    Gosto de ler O Passageiro porque tem utilidade, dicas interessantes e reportagens educativas.

    O amor um senti-

    mento fascinante

    Que torna a vida do

    ser humano

    Muito mais interessante

    O amor magnfico

    Ele nos tira da solido

    O amor muito maior

    Que uma simples

    paixo

    O amor pode machucar

    Se no for correspondido

    Ele pode nos alegrar

    Quando no deixa ne-

    nhum corao ferido

    O amor imprevisvel

    O amor ensinamento

    Ele nos d a luz

    Que nos ilumina a

    todo momento

    Raul Jos GarciaEstudante e leitor do OP

    AMORAndria Silveira - Psicologa Muitas pessoas fazem do local onde se en-contram uma exten-so de suas casas. ti-mo que consigam se sentir vontade perto de outros co-cidades, mas alguns compor-tamentos me levam a pensar algumas ques-tes... Quando vejo algum jogando papis de bala ou palitos de pico-l nas caladas, fico me perguntando: ser que tm o hbito de faz-lo tambm em suas resi-dncias? E onde ter-minam de fato nossos direitos e passamos a ter obrigao de res-peitarmos nossos pr-ximos? Um dia desses, meu carro precisou passar por reparo, e vi-me na necessidade de viver a experincia de utilizar o transporte pblico. Em algumas poucas viagens que fiz nas

    lotaes, percebi o quanto muitas pesso-as no tm noo do espao que dividem; comum pegarem o celular e irem ouvindo msicas pelo caminho at chegarem a seus destinos. Tudo normal, se estivessem com fo-nes de ouvido. A histria se compli-ca ainda mais quan-do, em pleno nibus lotado, colocam suas msicas favoritas a toda altura! Pensem comigo: ser mesmo que acreditam que to-dos que ali esto tm o mesmo gosto musical que elas? Fim do dia, nibus lotado, todos voltando cansados para casa de-pois de uma exaustiva jornada de trabalho, e somos obrigados a ouvir as msicas que um distinto passageiro feliz, fez o favor de ligar em seu celular em alto e nem sempre bom

    som? Quantos ali de-vem estar com dor de cabea, ou chateados com algum problema no trabalho e ainda as-sim, obrigados a ouvir a msica alta que al-gum muito tranquila-mente ps para tocar? Essa falta de respeito para com os prximos dentro dos nibus, provoca na maioria dos demais passagei-ros uma incrvel vonta-de de bater no ombro do cidado e pergun-tar: ei, j ouviu falar em fones de ouvido?. Nada mais invasivo do que termos que ex-perienciar uma vivn-cia que o outro quem quer viver, no acha? Da mesma forma que devemos ter cuidado com o espao alheio quando entramos com sacolas, bolsas, mochi-las e afins, em nibus lotado, devemos tam-bm respeitar o espa-o auditivo do outro.

  • 0315 a 30 de Janeiro de 2012 - Edio 120 - OP.CO

    COLORIDO

    DONAS DE CASA AGORA PODEM SE APOSENTAR As donas de casa de baixa renda podem contribuir para a Pre-vidncia Social com a alquota de 5% so-bre o salrio-mnimo (R$ 27,25). A medi-da, que est na lei n 12.470/2011, pode beneficiar at seis milhes de mulheres, entre 18 e 59 anos, de acordo com Pesquisa Nacional de Amostra por Domiclio (PNAD/ 2009). Confira outras informaes sobre o assunto:Quais os requisitos

    exigidos para a dona de casa

    contribuir com a alquota reduzida?

    A dona de casa deve se dedicar exclusiva-mente ao trabalho domstico no mbi-to de sua residncia.

    Fique por Dentro

    Alm disso, preciso que sua famlia esteja inscrita no Cadastro nico para P r o g r a m a s Sociais (Ca-dnico) e tenha renda familiar de at dois salrios mnimos.

    Como feita a ins-crio no Cadnico? A dona de casa de baixa renda deve procurar o servio de assistncia social do municpio onde resi-de.

    necessrio que a dona de casa se inscreva na Previ-

    dncia Social? Sim. A dona de casa pode se inscrever na Previdncia Social atravs da central de

    atendimento 135, do portal www.previ-dencia.gov.br ou nas agncias da Previ-dncia Social.

    Como feito opagamento dacontribuio?

    Aps se inscrever na previdncia, a se-gurada deve pagar mensalmente suas contribuies. Ela pode imprimir a guia da Previdncia Social (GPS) disponvel na agncia eletrnica

    e dentro do portal w w w.previdencia .gov.br. As donas de casa de baixa renda tm at o dia 15 de cada ms para efe-tuar o recolhimento junto Previdncia Social. Em outubro, o recolhimento sem multa pode ser reali-zado at o dia 17, pois o dia 15 ser sbado.

    Que benefcios a dona de casa tem

    ao se filiar Previdncia Social?

    A dona de casa de bai-xa renda tem direito aos seguintes be-nefcios da previdncia social: apo-s e n t a d o r i a por idade

    (mulheres aos 60 anos e, pelo menos, 18