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ESTUDO DOS INSETOS: IMPORTÂNCIA SÓCIOECONÔMICA E · Fisiologia dos Artrópodes. O trabalho foi realizado utilizando-se de palestras, ... importância dos insetos para o homem e

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1 Professora de Biologia e Cincias dos Ensinos Fundamental e Mdio da rede pblica do Estado do Paran, Ncleo de Pato Branco - PR, participante do Programa de Desenvolvimento Educacional PDE - UNICENTRO. 2 Mestre e Doutor em Cincias-Bioqumica pela UFPR. Professor do Depto. de Cincias Biolgicas da Universidade Estadual do Centro Oeste UNICENTRO Guarapuava PR.

ESTUDO DOS INSETOS: IMPORTNCIA SCIOECONMICA E

CULTURAL, MEIO AMBIENTE E CINCIA.

Geni de Azevedo Kozerski 1

Welligton Luciano Braguini 2

Resumo

A educao ambiental nas escolas permite uma reflexo pelos alunos sobre questes que vo desde o entendimento das relaes dos seres vivos entre si, do ser humano com ele mesmo e do ser humano com seus semelhantes. Neste sentido as escolas so fundamentais, primeiro por permitir o desenvolvimento de projetos direcionados a atitudes comportamentais pessoais positivas com relao biodiversidade. Dentro da biodiversidade, o estudo da entomologia tem papel relevante. A entomologia a cincia do estudo dos insetos, onde o seu objetivo descrever a associao entre os seres vivos, relaes ecolgicas intraespecficas (sociedades e colnias), interespecficas (predatismo e mutualismo). Segundo que a educao escolar deve favorecer a aptido natural do aluno em formular e resolver problemas essenciais e, de forma correlata, estimular a busca pelo conhecimento. Capra (2002) considera que a educao e a agricultura so duas reas que devem caminhar juntas, e que precisamos de uma agricultura ecologicamente correta, que respeite a sade do solo, que no use agrotxicos, mas sim processos ecolgicos. O objetivo do trabalho foi desenvolver uma atividade de ensino sobre a biologia dos insetos, para a educao bsica, correlacionando fundamentos tericos e prticos para o ensino fundamental, e a importncia socioeconmica e cultural deste reino animal. Palavras-chaves: Entomologia. Artrpodes. Biodiversidade. Ecologia. Relaes Harmnicas e Desarmnicas.

1. INTRODUO

A sobrevivncia dos seres humanos depende das relaes que se

estabelecem com outros seres vivos. As condies favorveis sobrevivncia

dependem da ntima relao entre os seres vivos, que permite ao ser humano

adquirir experincia e conhecimento essenciais para construo da sua cultura. No

processo educacional possvel elaborar estratgias, utilizando-se do conhecimento

para assistir a natureza em todas as suas formas, facilitando a utilizao dos

recursos naturais disponveis com o mnimo de agresso ao ambiente. A cultura e o

trabalho desenvolvido pelo ser humano esta ligado a este processo de entendimento

da natureza, e, desta forma, devem ser trabalhados interdisciplinarmente. Por

exemplo, no apenas no destino do lixo das cidades que se deve pensar, mas

num espectro amplo de impactos que isto pode acarretar, como a interferncia nas

cadeias produtivas de outros animais dos quais o homem se beneficia. Cabe aqui

ressaltar que as DCEs (Diretrizes Curriculares do Estado do Paran) estabelecem

que os contedos de Cincias apresentados aos alunos sejam pensados de forma

contextualizados, permitindo a interdisciplinaridade sem a fragmentao dos

contedos (DCE, 2006).

Neste sentido o trabalho apresenta uma metodologia onde os alunos foram

estimulados a buscar informaes sobre os insetos, desmistificando questes

culturais relacionadas aos insetos, s contribuies agricultura, os possveis

prejuzos ao homem e a vida. A compreenso da importncia dos insetos e dos seus

benefcios natureza e ao homem extremamente relevante para a sociedade atual

que deve estar alinhada com este saber cientfico, tanto no que diz respeito aos

aspectos socioeconmicos e culturais, como o entendimento de sua relao com a

sobrevivncia no planeta.

1.1. FUNDAMENTAO TERICA

1.1.1. BIODIVERSIDADE

Os artrpodes, devido a sua numerosa quantidade de espcies, apresentam

uma biodiversidade grande e variada. Neste sentido, o conceito de biodiversidade

toma forma e permite entender que essa diversidade de espcies apresenta

diferentes nveis de complexidade e vivem em diferentes ambientes, mantendo suas

interaes de dependncia (BUZZI, 2010) (GALLO, NAKANO, et al., 2002) (LEITE e

MENDES DE S, 2010).

Os contedos especficos de cincias nas escolas devem permitir o

entendimento deste conceito e de outros relacionados ao conceito de

biodiversidade. De uma maneira mais esclarecedora, o professor deve integrar o

complexo conhecimento cientfico do tema e relacion-lo com os conhecimentos

culturais dos alunos. Desta forma, permite ao aluno o entendimento da dinmica da

biodiversidade, relacionando o tema ecologia das relaes entre insetos e ambiente

com as transformaes que permitiram a estes animais sua fixao em determinado

ambiente. Alm disso, pode-se explorar a relao entre insetos e o homem,

permitindo visualizar os benefcios econmicos advindos desta relao (DCE, 2006).

A aprendizagem sobre o conhecimento dos conceitos bsicos nesta cincia

abrange o entendimento sobre a organizao dos seres vivos, sobre a sistemtica,

ecossistemas, interaes ecolgicas, origem da vida e a evoluo dos seres vivos.

Dessa forma, estes conceitos podem ser desdobrados em conhecimentos

especficos, que se relacionam com atividades de interesse local de uma sociedade

estimulando a produo do conhecimento cientfico. Por outro lado, o estudo dos

insetos, nas cincias, permite a produo de bens e servios ambientais, gerao de

emprego e de renda. Sem a preservao do meio ambiente e sua biodiversidade fica

praticamente impossvel garantir estes servios sociedade (Manual de Educao

para o Consumo Sustentvel, 2005).

Os insetos pertencem classe insecta e compem o maior e mais

largamente distribudo grupo de animais do filo Arthropoda e, consequentemente,

dentre todos os animais (LOPES e ROSSO, 2005) (LARA, 1992). O estudo destes

animais abrange uma grande diversidade, sendo que quase 80% de todas as

espcies de animais so classificadas como insetos. Sua distribuio muito ampla,

sendo alguns encontrados em desertos ridos, outros vivendo em fontes termais

cuja temperatura chega a 80C, outros em picos montanhosos permanentemente

cobertos de neve a mais de 6.000 metros de altitude e ainda outros vivem sob

temperaturas rticas inferiores a 20C (BORROR, TRIPLEHORN e JHONSON,

1992) (LOPES e ROSSO, 2005) (LARA, 1992) (BUZZI, 2010).

Muitos insetos podem transmitir doenas (mosquitos e moscas) ao homem,

destruir colheitas (gafanhotos) e entomologistas e agrnomos procuram conter estes

insetos, muitas vezes utilizando-se de inseticidas. Por outro lado, a maioria das

espcies beneficiam o homem ou o meio ambiente. A polinizao das plantas

(vespas, abelhas e borboletas) e um exemplo deste benefcio. A polinizao uma

espcie de simbiose, uma vez que permite s plantas a capacidade de se

reproduzirem com mais eficincia, enquanto que os polinizadores ficam com o

nctar e plen. Outros insetos produzem mel, cera, laca e seda, substncias teis ao

homem, e em algumas regies do planeta so utilizados na alimentao humana

(GALLO, NAKANO, et al., 2002) (BUZZI, 2010). Essas so algumas das utilidades

dos insetos para o homem, bastante conhecidas. Entretanto, muitos insetos se

alimentam de outros insetos, ajudando a manter o seu equilbrio na natureza

(GALLO, NAKANO, et al., 2002) (LOPES e ROSSO, 2005).

2. METODOLOGIA UTILIZADA

Este trabalho foi desenvolvido para fixar conceitos entomolgicos de maneira

a permitir uma melhor compreenso das relaes existentes entre os insetos, entre

insetos e o homem e os aspectos socioeconmicos e culturais que norteiam a

questo do meio ambiente, o homem e os insetos. As atividades propostas e

desenvolvidas neste trabalho instigaram os alunos a compreender o papel destes

animais no meio em que vivem, desmistificaram seu comportamento e desenvolveu

nos alunos pensamentos, atitudes e hbitos que contribuem para a preservao

ambiental, tornando-os aptos a decidir e atuar na realidade socioambiental de um

modo comprometido com a vida, com o bem estar de cada um e da sociedade.

O projeto foi elaborado durante o ano de 2012 e implementado no primeiro

semestre de 2013 na Escola Estadual Irmo Isidoro Dumont, Ensino Fundamental,

no bairro Centro, municpio de Itapejara DOeste PR, com educandos do oitavo

ano do Ensino Fundamental.

A Produo Didtico-Pedaggica deste estudo contemplou os seguintes itens:

Entomologia, Estudo das Ordens e Classes dos Insetos, Biodiversidade, Cadeia

Alimentar, Ecologia, Origem e Processo Evolutivo dos Artrpodes, Anatomia e

Fisiologia dos Artrpodes. O trabalho foi realizado utilizando-se de palestras,

seminrios com profissionais capacitados, agrnomo para o esclarecimento sobre os

cuidados que se deve ter com os insetos, principalmente com aqueles que so

peonhentos e venenosos: aranha marrom, escorpies, caros, etc.

O foco do contedo didtico-pedaggico foi demonstrar aos alunos a

importncia dos insetos para o homem e para o meio ambiente, relacionando textos

e aulas prticas que despertassem nos alunos o interesse na relao insetos e

agricultura, medicina, alimentao, meio ambiente, cultura e economia.

Documentrios sobre a origem e o processo evolutivo dos artrpodes e filmes

(ANEXO 1) sobre a cincia dos insetos foram vistos pelos alunos, o que permitiu o

estabelecimento de um dilogo sobre as questes ambientais, socioeconmicas e

culturais do tema.

Os artrpodes primitivos viveram no mar h 570 milhes de anos, na Era

Paleozoica, os trilobites, foram um grupo de artrpodes marinhos, hoje

extintos, deixaram um registro fssil relativamente abundante em rochas

dessa idade. Um dos grupos atuais de artrpodes, os crustceos,

permaneceu no mar, enquanto outros, como os aracndeos e os insetos,

empreenderam a conquista do ambiente de terra firme (Amabis, Jos

Mariano, 2004, Biologia, pg. 364).

Antes de iniciar as atividades sobre insetos foi aplicado um questionrio (pr-

teste) sobre os conhecimentos prvios dos alunos sobre os insetos em sala de aula

com a turma do 8 ano A (APNDICE 1).

Durante o ensino do contedo sobre os insetos, foi sugerido o

desenvolvimento de jogos e atividades recreativas (FIGURA 1), criados e adaptados

para os alunos em questo de maneira a constituir boas alternativas de aes

facilitadoras da aprendizagem significativa. Neste sentido, os jogos e atividades

foram desenvolvidos levando em considerao as seguintes caractersticas:

Interatividade; atratividade; incentivo; desafio; motivao. Entre os jogos

desenvolvidos pelos alunos citam-se: quebra-cabea, bingo, baralho com figuras dos

insetos, entre outros.

Figura 1 - Foto dos Educandos do 8 ano do Ensino Fundamental realizando atividades de jogos

ldicos.

Em outra etapa, os alunos tiveram que confeccionar vrios insetos, utilizando

de materiais como fios finos de arame, fios de cobre, missangas, E.V.A. (Etil Vinil

Acetato Material utilizado no meio educacional como ferramenta didtica) e isopor,

onde cada educando ficou responsvel por moldar um inseto escolhido para

confeco (FIGURA 2).

Outra atividade realizada foi o estudo da entomofilia (a polinizao que se

realiza por meio de insetos). Os alunos realizaram trabalhos em grupo sobre este

assunto realizando seminrios, trabalhos experimentais, discusses, mapas

conceituais, atividades ldicas (musicais) e painis integrados.

Durante a implantao destas atividades foi realizada uma atividade em

horta orgnica no campo com os alunos, onde a teoria foi discutida em sala de aula

sendo confrontada com as questes socioeconmica dos insetos.

Tambm foi realizada uma exposio terica sobre a importncia dos insetos

para a economia e para a sade. Nesta atividade foram abordados textos e artigos

da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuria) e do Instituto Butant

que utilizam da pesquisa com insetos para o desenvolvimento de produtos para o

benefcio do homem.

3. RESULTADOS E DISCUSSO

Durante a realizao do trabalho, o questionrio aplicado aos educandos na

fase inicial do projeto permitiu entender os questionamentos sobre os insetos, as

dvidas e os medos. Para a resoluo do questionrio, os alunos tiveram que

pesquisar assuntos essenciais para construo de seus conhecimentos,

contribuindo de forma significativa na aprendizagem dos mesmos, pois tinham o

conhecimento limitado sobre esses animais.

No trabalho em grupo, os estudantes tiveram a oportunidade de trocar

experincias, apresentar suas proposies aos outros estudantes, confrontar ideias,

desenvolver esprito de equipe, atitude colaborativa, pesquisas sobre temas

especficos, seminrios, debates e discusses, painis integrados e trabalhos

experimentais.

A confeco dos insetos foi uma atividade diferenciada, pois despertou uma

motivao na realizao das atividades propostas pelos educandos.

O trabalho com os alunos na horta orgnica foi fundamental para a

visualizao das interaes entre os seres. A atividade desenvolvida na horta

permitiu visualizar o ambiente onde vivem os insetos e tambm discutir entre os

alunos os prejuzos gerados na produo. Neste momento foi possvel esclarecer

que dentro das relaes entre os seres existem os agentes de controle biolgico

(nematides, fungos entomopatognicos e parasitides) que naturalmente controlam

a populao da praga deixando-a abaixo do nvel de dano, dentro de uma horta

orgnica. Na discusso tambm foi considerado o uso de agroqumicos para o

controle de insetos, revelando outro problema, a contaminao dos alimentos

produzidos e da gua de mananciais prximos.

Com o intuito de proporcionar uma aprendizagem significativa, trabalhou-se

neste projeto, com mapas conceituais, que so diagramas que indicam relaes

entre conceitos e que tiveram como objetivo, apresentar a organizao conceitual de

uma aula sobre insetos. Alm disso, os alunos foram convidados a construrem os

insetos de interesse com E.V.A. e outros materiais alternativos.

Figura 2 - Fotos dos Educandos do 8 ano do Ensino Fundamental na apresentao dos insetos construdos com material alternativo.

4. CONSIDERAES FINAIS

De acordo com Ausubel et al., 1980, O fator isolado mais importante que

influencia a aprendizagem aquilo que o aprendiz j conhece. Descubra o que ele

sabe e baseie nisso os seus ensinamentos.

Acredita-se que a funo da escola transmitir informaes e orientar os

educandos para que tenham acesso ao conhecimento sobre o assunto estudado.

Um novo modo de pensar sobre os insetos e o meio ambiente.

Com o conhecimento adquirido, os estudantes podem ter condies de

posicionar-se de maneira crtica, responsvel, construtiva e com discernimento sobre

a importncia dos insetos ao meio ambiente. Objetivando tambm a identificao

dos processos de transformao dos insetos, apontando sua influncia sobre a vida

das pessoas e constatar seus benefcios cientificamente.

medida que a humanidade aumenta sua capacidade de intervir na natureza

para satisfao de necessidades e desejos crescentes, surgem tenses e conflitos

quanto ao uso do espao e dos recursos. Nos ltimos sculos, um modelo de

civilizao se imps, alicerado na industrializao, com sua forma de produo e

organizao do trabalho, a mecanizao da agricultura, o uso intenso de agrotxicos

e a concentrao populacional nas cidades.

A educao favoreceu a aptido natural da mente em formular e resolver

problemas essenciais e, de forma correlata, estimular o uso total da inteligncia

geral. Este uso total pede o livre exerccio da curiosidade, a faculdade expandida

mais viva durante a infncia e a adolescncia, que com frequncia a instruo

extingue e que, ao contrrio, se trata de estimular ou, caso esteja adormecida, de

despertar (MORIN, 2003). Capra (2002) considera que a educao e a agricultura

so duas reas importantes no Brasil, que devem caminhar juntas, e que

precisamos de uma agricultura ecologicamente correta, que respeite a sade do

solo, que no use agrotxicos, mas sim processos ecolgicos (CAPRA, 1982).

Com este estudo foi possvel concluir que as atividades desenvolvidas em

sala de aula permitiram aos alunos o debate entre cincia, economia, cultura e inter-

relaes do homem com os insetos.

Os estudantes passaram a ter condies de posicionar-se de maneira

crtica, responsvel, construtiva e com discernimento, sobre Anatomia e fisiologia

dos insetos e sua importncia scioeconmica cultural.

Esta atividade permitiu que os alunos confrontassem as questes anatmica

e fisiolgica dos insetos.

5. REFERRENCIAS BIBLIOGRFICAS

AUSUBEL, D. P. et al. Psicologia Educacional. Rio Janeiro: Interamericana, 1980. AMABIS, J. M.; MARTHO, G. R. Biologia . 2 Edio. So Paulo. Moderna, 2004. ARMANDO, L. Educao ambiental para o homem do campo. Monografia (Ps- Graduao). Universidade Federal do Paran, 2005. BIZZO, N. Novas bases da biologia. 1 Edio. So Paulo, 2010.

BORROR, R., TRIPLEHORN, C., & JHONSON, N. An Introduction to the Study of Insects. Saunders College Publishing, 1992.

BUZZI, Z. Entomologia Didtica. 5 Edio. Curitiba: UFPR, 2010.

CAPRA, F. O ponto de mutao: A cincia, a sociedade e a cult ura emergente . So Paulo. Cultrix, 1982. CAPRA, F. As conexes ocultas: Cincia para uma vida sustent vel . So Paulo. Ed. Cultrix, 2002. Consumo Sustentvel Manual de Educao . Braslia. MEC/ IDEC, 2005. GALLO, D., NAKANO, O., SILVEIRA NETO, S., CARVALHO, R., BATISTA, G., BERTI FILHO, E., et al. Entomologia Agrcola . Piracicaba: FEALQ. 2002.

GOWDAK, D. Cincias: novo pensar . 2 Edio. So Paulo, 2006. GOWDAK, D. Seres Vivos . 2 Edio. So Paulo, 2006. GUTIRREZ, F.; PRADO, C. Ecopedagogia e cidadania planetria . So Paulo. Cortez, 1999. KNELLER, G. F. A cincia como atividade humana . Rio de Janeiro. Zahar, 1980. KRASILCHIK, M. Ensino de cincias e cidadania . 2 Edio. So Paulo, 2007. LARA, F. Princpios de Entomologia . So Paulo: cone, 1992.

LEITE, G.; MENDES de S, V. Apostila: Taxonomia, Nomenclatura e Identificao d e Espcies. Montes Claros, Minas Gerais: UFMG, 2010.

LIBNIO, J.C. Democratizao da escola pblica: a pedagogia crti co-social dos contedos. So Paulo. Loyola,1984.151p. LOPES, S.; ROSSO, S. Arthropoda e Echinodermata, classe Insecta. Volume nico. Saraiva, 2005. p. 328.

Material Didtico de Educao Infantil ao Pr-Vesti bular Caderno do Professor. Organizao Educacional Expoente. Curitiba, 2001. MORIN, E. Prefcio Metodologia para mobilizao coletiva e individual de J.M. Tavares de Andrad e. Joo Pessoa. Editora Universitria/Agemte, 2003. PARAN. Secretaria de Estado da Educao. Superintendncia da Educao. Diretriz curricular da rede pblica de educao bsica do es tado do Paran Cincias . Curitiba: SEED, 2006. PAULINO, W. R. Biologia: gentica, evoluo, ecologia. 1 Edio. So Paulo. tica, 2005. PEZZI, A.; GOWDAK, D. O.; MATTOS, N. S. Biologia: Seres Vivos, anatomia e fisiologia humanas . 1 Edio. So Paulo, 2010. PEZZI, A.; GOWDAK, D. O.; MATTOS, N. S. Biologia: Gentica, Evoluo. 1 Edio. So Paulo, 2010.

PORTAL SO FRANCISCO. Disponvel em: . Acesso em 21 de outubro de 2012. SANTANA, O. A.; NETO, A. F. F. Cincias naturais . 3 Edio. So Paulo, 2009. SILVA, C. J. Biologia 2: seres vivos, estrutura e funo . 10 Edio. Volume 2. So Paulo, 2010. VIGOTSKY, L. S. A formao social da mente . So Paulo: Martins Fontes, 1991.

APNDICE 1 Questionrio aplicado antes e depois d as aulas sobre insetos.

1. Os artrpodes podem ser divididos em cinco grupos principais: crustceos,

insetos, aracndeos, quilpodes e diplpodes?

2. O que significam os nveis de estudo em Ecologia: Ecologia de ecossistemas;

Ecologia trfica; Cadeias alimentares?

3. Localize duas espcies diferentes de animais e descreva suas atividades (tipo de

lugar onde esto, o que esto fazendo, que tipo de alimento ingerem, se os

indivduos de cada espcie esto sozinhos ou em grupos).

4. Qual a importncia desses insetos para a cadeia alimentar?

5. O que permitiu aos insetos tamanho sucesso quanto ao nmero de espcies e

aos ambientes ocupados?

6. Os artrpodes so o maior grupo de animais que existe na terra. Que

caractersticas permitiram tanto sucesso?

7. Qual a vantagem de os artrpodes sofrerem metamorfose?

8. Que caractersticas diferenciam os grupos de artrpodes?

9. Conhecimento prvio e futuro sobre os insetos. Quais os benefcios e malefcios

que os insetos causam ao ser humano?

10. Conceitue os sistemas: respirao, excreo, circulao digesto e rgos dos

sentidos.

ANEXO 1 Relao de vdeos apresentados aos alunos .

Corrida dos Insetos.

o Disponvel em .

O mundo dos insetos.

o Disponvel em .

Os insetos e o homem.

o Disponvel em .

Vida de inseto.

o Disponvel em .