Trabalho francine gestao_de_materiais_corrigido_marirosa

  • View
    239

  • Download
    0

Embed Size (px)

Text of Trabalho francine gestao_de_materiais_corrigido_marirosa

Slide 1

Frum de discusso:Administrao de recursos materiais em servio em sade23/09/13

Faculdade So Camilo BahiaCurso: Enfermagem/MatutinoSemestre: 7.Gerenciamento da Assistncia de Enfermagem Docente: Francine Paixo FariasDiscentes: Mariana Freire/Rosane Santos.2O Histrico da administrao de recursos matrias na sade

A atividade de GESTO DE MATERIAIS existe desde a mais remota poca, atravs das trocas de caas e de utenslios at chegarmos aos dias de hoje, passando pela Revoluo Industrial.

A Revoluo Industrial, meados dos sc. XVIII e XIX, acirrou a concorrncia de mercado e sofisticou as operaes de comercializao dos produtos, fazendo com que compras e estoques ganhassem maior importncia.

23/09/2013A administrao de recursos matrias na sade

Os recursos humanos e financeiros, so essenciais para o funcionamento de qualquer tipo de organizao, privada ou publica,com finalidade lucrativa ou no,e constituem fator que possibilita o alcance dos objetivos propostos por essas organizaes.

A administrao de materiais um ramo especializado da cincia da administrao,pois trata especificamente de um conjunto de normas relacionadas com a gerencia de artigos essencial produo de um determinado bem ou servio.

23/09/2013Objetivos da administrao de materiais

Coordenar as atividades necessrias para garantir o suprimento de todas as reas da organizao, ao menor custo possvel e de maneira que a prestao de seus servios no sofra interrupes prejudiciais aos usurios.

Disponibilizar recursos necessrios para a realizao do processo produtivo quantidade,qualidade, tempo e menor custo. 23/08/02135t23/09/13Organograma hospitalarDIRETORIA DO HOSPITALDEPARTAMENTO TECNICO ASSISTENCIALDEPARTAMENTO MEDICODEPARTAMENTO DE ADMINISTRAODEPARTAMENTO DE ENFERMANGEMDIVISO DE MATERIAISSERVIO DE COMPRASSERVIO DE ALMOXARIFADOSERVIO DE PATRIMNIOFonte: PAULINA 2010As Funes do Servio de Materiais

Nas Instituies de SadeRecebimento, Armazenamento,Compra ,Distribuio e o Controle dos materiais so efetuado pelo servio de almoxarifado.Os Servios que mais utilizam a rea de recursos de materiais na unidade hospitalar:Nutrio e diettica;LavanderiaFarmciaManuteno.

Administrao dos Materiais:Atividade do enfermeiroPreviso: Levantamento das necessidades da unidade;Proviso: Consiste na reposio,mediante caminhamento de impressos de solicitaes aos servios;Organizao:locais de fcil acesso; Controle deste materiais. Conservaro e reparo,proteo contra roubo.O enfermeiro pode classifica-lo quanto :Finalidades,Durao;Porte, Custo;Matria prima.

Administrao ou Gerenciamento de Materiais

Compreende o processo gerencial para aquisio e disponibilizao de materiais j manufaturados,essenciais para a produo de servios de sade.Programao: Comea pela classificao,padronizao,especificao dos materiais e estabelecimento da quantidade a ser adquira.

Padronizao dos materiais: essencial dada a variedade de bens e produtos que tem a mesma finalidade tcnica e indicaes de uso.

Especificaes tcnicas: Compreende uma descrio minucioso do material.

23/09//13Programao do grfico:PROGRAMAOCOMPRARECEPOARMAZENAMENTODISTRIBUIO E CONTROLEPadronizaoClassificaoEspecificaoPrevisoControle de qualidade LicitaoControlePoder de decisoFonte:PAULINA 201010Previso de MateriaisQuantidade a ser requisitada pelas unidades do almoxarifado, determinado pelo perfil de consumo de cada unidade.Estoque de segurana: a quantidade de cada item que mantm como reserva para garantir a continuidade do atendimento caso haja elevao brusca no consumo ou atraso no suprimento.A forma mais simples e emprica de calcular o Es acrescentar, cota mensal,10% a 20% do (CMM+CTR),somado ao consumo dirio durante o tempo de reposio(CTR).

N= numero de dias de espera para reposio

ES=10% A 20% do(CMM+CTR)CTR=CMM/30.N Estimativa do Material Comprado

CM=cota mensal;CMM=consumo mdio mensal;ES=estoque de segurana.

CM=CMM+ESO consumo mdio mensal (CMM) a media dos valores do material utilizado nos ltimos meses,dividido pelo numero de meses.A cota mensal baseada na media aritmtica mvel o mtodo mais usado no meio hospitalar (TOSCAN 1990).Unidades Mensal ConsumidosMaterialJaneiroFevereiroMaroSeringa 10 ml200240220Para calcular o CMM de seringas de 10 ml,seria:CMM=Soma do consumo dos 3 meses 3 mesesCMM= 660 = 200 3Controle de EstoqueFonte: CHIAVENATO,1991Curva ABCClasse A a 20% do total;Classe B a 20% a 30% ;Classe C a 50%

ClassificaoITEMCusto anualCusto anual acumulado% do custo anual acumulado% do n de itens acumuladosClassificao ABC

135.250,00 35.250,00 41,607,30 A2 18.640,00 53.890,00 64,00 20,90 A3 10.631,00 64.521,00 76,14 35,80 B4 8.000,00 72.521,00 85,58 52,50 B5 6.034,00 78.555,00 92,70 64,30 C6 2.880,00 81.435,00 96,10 72,70 C7 1.940,00 83.375,00 99,03 81,90 C8 820,00 84.195,00 99,35 88,70 C9 545,00 84.740,00 100,00 100,00 CFonte:PAUNILA 2010JJJ14O Estoque de Segurana

Dever ser calculado por item e por classe,seguindo as seguintes frmulas, segundo ROSA ;GOMES;REIS(2001):ES de itens A=CMM .1/3 do TR ES de itens B=CMM .1/2 do TRES de itens C= CMM .TR TR=tempo de reposio em meses.

Estoque de materiais: Representam investimentos significativos para os hospitais;por isso,seu gerenciamento garante tanto a excelncia dos servios como resultado financeiros satisfatrio Objetivo do gerenciamento de estoque: minimizar o capital investido ,a soma dos custos de manuteno de estoque e os custos para a sua obteno.

Estoque de segurana15Processo de compras dos materiais utilizado nas unidade

O enfermeiro sempre participou desse processo,opinando quanto ao tipo a quantidade,qualidade dos materiais.

Atuar em comisso de licitao,integrando os grupos de assessoria de compra.

No processo de seleo e compra de matrias temos modalidades adotadas pelas instituies.Privadas,a compra e direta;(desburocratizao).Pblicas as normas legais que regulam a licitao. Processos de compra de materiais Licitao e suas Modalidades

o processo administrativo regido por legislao especifica,utilizado para aquisio ou alienao de bens e servio, com o objetivos de garantir a observncia do princpio constitucional da isonomia e de selecionar a proposta mais vantajosa para a administrao(art.3da lei 8.666/93).

Modalidade de licitao Lei 8.66/93 convite utilizado entre os interessado. Lei 6.544 objetivo da licitao

Licitao e suas modalidades Padronizao dos materiaisE a atividade que visa simplificar,este e ,reduzir as variedades eliminado o que no for necessria. Para isso,o enfermeiro deve conhecer os materiais semelhantes e ao que podem ser substitudo entre si. Especificao tcnica do material : A Associao Brasileira de Normas Tcnicas (ABNT).EX:Seringa de plstico estreis de uso nico.Controle de qualidade do material a se adquirido:O enfermeiro e responsvel pelo controle de material, seleo de material,avaliao do produto,mtodo de esterilizao,data de validade,acabamento do material,segurana,realizao dos teste.

Padronizao dos materiais O Papel do Enfermeiro

Mantenha-se atualizado em relao aos novos produtos lanados no mercados e as novas tcnicas teraputicas, e lembrar de prover medidas de conteno de gostos de materiais.para a qualidade da assistncia de enfermagem.

O profissional de enfermagem, juntamente com o servio de educao continuada,promove estratgias de orientao e capacitao dos profissionais de enfermagem do que se refere do uso racional do material disponvel e a otimizao dos recursos.O papel do Enfermeiro

Consideraes FinaisA atuao de enfermeiro na administrao de recursos materiais constitui conquista nas esferas da tomada de deciso ,destacando,portanto,o importante papel do enfermeiro na dimenso tcnico administrativo inerente aos processo de cuidar e gerenciar e no apenas na concepo de mais uma atividade burocrtica que no agregar valor profisso e ao cuidado.Consideraes FinaisRevista de Enfermagem Referncia - III - n. 2 - 2010 Florence Nightingale

Revelar-se uma mulher com grande capacidade de trabalho, de determinao, de gesto e de liderana. desta experincia brutal,no estrangeiro, numa cultura hostil como a castrense e, ainda por cima,no teatro de guerra, que Florence retira o conhecimento prtico que lhe vai permitir criar as bases para a reforma hospitalar da segunda metade do Sculo XIX (incluindo a reorganizao dos servios de enfermagem).

Referencia Bibliogrficas

Kuregant,Paulina,Gerenciamento em enfermagem/2Edio-Rio de janeiro:Guanabara Koo gan,2010;

2 . Kuregant,Paulina, Administrao de Enfermagem /editora pedaggica e universitria Ltda.,So Paulo,1991;

3. Lcia M,M Lopes,Sandra M P,S Apontamentos sobre a fundadora da Enfermagem Moderna,Revista de Enfermagem Referncia II Srie - n. 2 - Dez. 2010 ;

Referencia BibliogrficasObrigado !