Semiologia Ocular

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SEMIOLOGIA OCULARDRA ALINE DE VASCONCELOS GUIMARAES COELHO

outubro de 12

CAXIAS- MARANHO

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IMPORTNCIA DO EXAME OFTALMOLGICODETECTAR DOENAS OCULARES: CEGUEIRA, CATARATA, GLAUCOMA, DEGENERAO MACULAR, RETINOPATIA DIABTICA AMBLIOPIA EM CRIANAS, ETC

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IMPORTNCIA DO EXAME OFTALMOLGICODOENAS SISTMICAS: DIABETES MELLITUS,

HIPERTENSO ARTERIAL, ARTERITE TEMPORAL E EMBOLIAS (CAROTIDEA OU CARDACA) ETC

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IMPORTNCIA DO EXAME OFTALMOLGICODOENAS CEREBRAIS : MENINGIOMAS ANEURISMAS ESCLEROSE MLTIPLA ETCoutubro de 12 CAXIAS- MARANHO 4

O EXAME OFTALMOLGICO E O ATENDIMENTO MDICO PRIMRIO CONHECIMENTOS BSICOS DE ANATOMIA OCULAR ACUIDADE VISUAL: MEDIDA E REGISTRO ECTOSCOPIA OCULAR OU EXAME EXTERNO EXAME DOS REFLEXOS PUPILARES AVALIAO DA MOTILIDADE OCULAR

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Acuidade Visual Avaliao da integridade do sistema ptico ocular, quanto da viso neurolgica da viso. Escala Snellen- 1862 Numerador distncia que o exame est sendo realizado e o denominador distncia que o observador normal ver a letraTabela Bailey-Lovieoutubro de 12 6

ACUIDADE VISUAL PARA PERTO: Utilizada para viso de leitura Paciente com mais de 40 anos, hipermetropes ou com queixas de viso de perto. Distncia do paciente de 33 a 40 cm.

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AVALIAO DA SENSIBILIDADE CROMTICA: Os defeitos de viso de cores podem estar afetados em trs atributos: tom, saturao e brilho.

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Teste de Ishihara 1906 publicao. Atualmente existem verses de 24 a 38 pranchas. Diferencia as protoanomalias de deuteranomalias.

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O daltonismo (tambm chamado de discromatopsia ou discromopsia) uma perturbao da percepo visual onde se v vrias cores caracterizada pela incapacidade de diferenciar todas ou algumas cores, manifestandose muitas vezes pela dificuldade em distinguir o verde do vermelho. Esta perturbao tem normalmente origem gentica, mas pode tambm resultar de leso nos rgos responsveis pela viso, ou de leso de origem neurolgica.

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Uma vez que esse problema est geneticamente ligado ao cromossomo X. Os portadores do gene anmalo apresentam dificuldade na percepo de determinadas cores primrias, como o verde e o vermelho, o que se repercute na percepo das restantes cores do espectro. Esta perturbao causada por ausncia ou menor nmero de alguns tipos de cones ou por uma perda de funo parcial ou total destes, normalmente associada diminuio de pigmento nos fotoreceptores que deixam de ser capazes de processar diferencialmente a informao luminosa de cor.

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A retina humana possui trs tipos de clulas sensveis cor, chamadas cones. Cada um deles sensvel a um determinado faixa de comprimentos de onda do espectro luminoso, mais precisamente ao picos situados a 419 nm (azul-violeta), 531 nm (verde) e 559 nm (verdeamarelo).outubro de 12 12

O EXAME OFTALMOLGICO E O ATENDIMENTO MDICO PRIMRIO DILATAO DA PUPILA PARA OFTALMOSCOPIA: FUNDO DE OLHO E REFLEXO VERMELHO TONOMETRIA

CAMPOS VISUAIS DE CONFRONTAOoutubro de 12 CAXIAS- MARANHO 13

Biomicroscopia (lmpada de fenda)

Biomicroscpio monocular porttil.outubro de 12

Juno (Henker)Microscpio Czapski com a iluminao em fenda Gullstrand

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Lmpadas de Fendas Atuais:b

A- microscpio, b-iluminao, cmecnico e de focalizao.outubro de 12

A-joystick;b parafuso para travar; c-pino do sistema de iluminao; d- parufuso para acoplar ou no; e-parafuso para

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t

Iluminao direta difusa.

Iluminao direta focal

Iluminao direta focal tipo pinceloutubro de 12

Iluminao direta focal tipo especular17

Iluminao indireta difusa tipo campo vermelhooutubro de 12

Iluminao indireta difusa tipo campo amarelo18

Iluminao indireta tipo campo negro.

Iluminao indireta difusa tipo campo amarelo.

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Lentes pr-corneanas.

A-conjuntivite papilar gigante, bhemorragia subconjuntival; c- ptergio.

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ESTRUTURAS PLPEBRAS SISTEMA LACRIMAL ESCLERTICA LIMBO CONJUNTIVA CRNEA RIS PUPILA MSCULOS EXTRAOCULARES CMARA ANTERIOR CRISTALINO CMARA POSTERIOR CAVIDADE VTREA RETINA MCULA CORIDE DISCO PTICO RBITA

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ESTRUTURAS OCULARES EXTERNAS

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ESTRUTURAS

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NOES DE TICA FSICA RAIO LUMINOSO REFLEXO DA LUZ REFRAO DA LUZ

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NOES DE PTICA FSICA LENTES CONVERGENTES

LENTES DIVERGENTES

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LENTES ESFRICAS

LENTES CILNDRICAS

O PODER REFRATIVO MEDIDO EM DIOPTRIAS (D=1/F)

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PTICA APLICADA AO OLHO CRNEA (LENTE CONVERGENTE DE 40 A 48 DIOPTRIAS) CRISTALINO (LENTE CONVERGENTE DE 20 A 25 DIOPTRIAS) COMPRIMENTO AXIAL DO OLHO MIOPIA (COMPRIMENTO AXIAL MAIOR... IMAGEM ANTES DA RETINA) HIPERMETROPIA (COMPRIMENTO AXIAL MENOR... IMAGEM APS A RETINA) ASTIGMATISMO (CADA MERIDIANO COM UM PODER REFRATIVO) ACOMODAO / PRESBIOPIA

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OLHO EMTROPE FOCALIZA A IMAGEM SOBRE A RETINA NO NECESSITA DE LENTES CORRETORAS

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OLHO MOPE

A IMAGEM SE FORMA ANTES DA RETINA LENTES DIVERGENTES CULOS E LENTES DE CONTATO

CIRURGIAS REFRATIVAS CERATOTOMIA RADIAL FOTOABLAO COM EXCIMER LASER ETC

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OLHO HIPERMTROPE A IMAGEM SE FORMA APS A RETINA LENTES CONVERGENTES CULOS E LENTES DE CONTATO CIRURGIAS REFRATIVAS FOTOABLAO COM EXCIMER LASER ETCoutubro de 12 31

OLHO ASTIGMTICO UM OBJETO E VRIAS IMAGENS CULOS E LENTES DE CONTATO

CIRURGIAS REFRATIVAS

CERATOTOMIA FOTOABLAO COM EXCIMER LASER

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PRESBIOPIA IDADE X AMPLITUDE DE ACOMODAO ADIO 3 D AO GRAU DE LONGE LEITURA A 33 CM

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ACUIDADE VISUAL: COMO MEDIR TABELA DE OPTOTIPOS BOA ILUMINAO MONOCULAR E BINOCULAR ABREVIATURAS: AV, AO, OD, OE, SC, CC. ANOTAO / SIGNIFICADO: 6/6, 20/20 CD, PL, S/PL ETC

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ACUIDADE VISUAL CAPACIDADE FUNCIONAL20/20 (ou 6/6)..................1 20/30...............0,66 20/70...............0,28 20/80...............0,25 20/160........... 0 ,125

NORMAL - SEM

20/200............ 0,1 20/400............ 0,05 C D a +/- 2 MNO PERCEBE LUZ : SPL

PROBLEMAS QUASE NORMAL - CAUSA? CARTEIRA DE HABILITAO? VISO SUBNORMAL LEVE ADIES FORTES PARA LEITURA VISO SUBNORMAL SEVERA - CEGUEIRA LEGAL; SINALIZAO URBANA E DE NIBUS DIFCIL; TEM MOBILIDADE

QUASE CEGO CEGO35

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EXAME EXTERNO DOS OLHOS BOA ILUMINAO AMBIENTE (OCASIONALMENTE C/ LANTERNA) PLPEBRAS, FENDAS PALPEBRAIS, ADJACNCIAS INSPEO DA CONJUNTIVA E ESCLERTICA COM LANTERNA (OLHAR P/ CIMA, TRACIONANDO A PLPEBRA INFERIOR E AO OLHAR PARA BAIXO, A SUPERIOR) INSPEO DA CRNEA, RIS E PUPILA (C/ LANTERNA) PALPAO DA REBORDA ORBITRIA, SE NECESSRIOoutubro de 12 36

EVERSO DA PLPEBRA SUPERIOR( PARA AVALIAO DA CONJUNTIVA TARSAL E CORPO ESTRANHO ) TCNICA DE EXAME OLHAR PARA BAIXO APREENDA CLIOS SUPERIORES ENTRE O POLEGAR E O INDICADOR EVERTA COM AUXLIO DE COTONETE INSPECIONE COM LANTERNA VOLTE A PLPEBRA POSIO NORMAL SE NECESSRIO, ANESTSICO

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ESTIMATIVA DA PROFUNDIDADE DA CMARA ANTERIOR DO OLHO TCNICA LANTERNA ILUMINE O OLHO PELO LADO TEMPORAL OBSERVE SE A CMARA ANTERIOR :

PROFUNDA

RASA : RISCO DE GLAUCOMA AGUDO

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CORANDO A CRNEA COM FLUORESCEINA TCNICA

(PARA EVIDENCIAR LCERAS DE CRNEA) PINGUE FLUORESCEINA OU USE TIRA DE PAPEL COM O CORANTE REMOVA AS LENTES DE CONTATO, SE FOR O CASO LCERAS CORNEANAS ESVERDEADAS LUZ AZUL-COBALTO D MAIOR DESTAQUE

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MEDIDA DA PRESSO OCULARTONOMETRIA BIDIGITAL TCNICA DE EXAME : DOIS DEDOS INDICADORES TOCANDO O OLHO FECHADO. UM DEDO FAZ COMPRESSO E DESCOMPRESSO. O OUTRO DEDO SENTE SE H FLUTUAO. POSSIBILIDADES:

EXCESSIVA :HIPOTENSO OCULAR NORMAL : PRESSO NOMAL DIFCIL OU AUSENTE : HIPERTENSO

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EXAME DA MOTILIDADE OCULAR SEGUIR UM OBJETO NAS 6 DIREES PRINCIPAIS DO OLHARMOVIMENTOPARA A DIREITA

OLHO DIREITOR L D (6.o Nervo)

OLHO ESQUERDOR M E (3.o Nervo) O I E (3.o Nervo) O S E (4.o Nervo) R L E (6.o Nervo) R S E (3.o Nervo) R I E (3.o Nervo)

PARA A DIREITA E R S D ( 3.o Nervo) PARA CIMA PARA A DIREITA E R I D (3.o Nervo) PARA BAIXO PARA A ESQUERDA R M D (3.o Nervo) PARA A ESQUERDA O I D (3.o Nervo) E PARA CIMA PARA A ESQUERDA O S D (4.o Nervo) E PARA BAIXO

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CAMPOS VISUAIS DE CONFRONTAO DETECTA ESCOTOMAS E HEMIANOPSIAS BITEMPORAIS E HOMNIMAS TCNICA DE EXAME DO CAMPO VISUAL PERIFRICO

UM OLHO CADA VEZ FIXANDO NARIZ DO EXAMINADOR TESTAR UM QUADRANTE DE CADA VEZ MOSTRAR UM, DOIS OU CINCO DEDOS PACIENTE VAI DIZENDO QUANTOS DEDOS PERCEBE EM CADA ETAPA

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EXAME DOS REFLEXOS PUPILARES INSPEO DA PUPILA: NEGRA? LEITOSA? ADERIDA AO CRISTALINO? ISOCORIA E ANISO CORIA. DIMETROS PUPILARES IGUAIS? EXAME DOS REFLEXOS PUPILARES: OLHANDO PARA LONGE, COM POUCA LUZ NO AMBIENTE. EXAME IMPORTANTE TAMBM EM NEUROLOGIA. REFLEXO FOTOMOTOR DIRETO: OBSERVE A CONSTRICO PUPILAR AO DIRIGIR A LUZ DA LANTERNA PARA A PUPILA DIREITA; FAA O MESMO PARA A ESQUERDA.outubro de 12 43