Revista Vila Mais - Setembro de 2015

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Text of Revista Vila Mais - Setembro de 2015

  • EXEM

    PLAR

    DE

    CORT

    ESIA

    Bailarina segue feliz ensinando sua arte

    Tratamento garantecabelos lindos

    SADEA terceira idadena academia

    O verde invadea vida na cidade

    Compre e saboreiena sua casa

    DECORAO

    GASTRONOMIA

    BELEZA

    Rosto x culos:o que fica bem

    ESTILO

  • Projeto, redao, produo e comercializao: Pgina Editora Rua Marco Aurlio, 780 CEP 05048-000 Vila Romana, So Paulo - SP Tel.: 3874-5533 E D I T O R A

    (FOTOS) ARQUIVO PGINA EDITORA E DIVULGAO (CAPA) FREEIMAGES.COM / ADRIENNE KING

    Diretor: Ubirajara de Oliveira Edio: Suiang Guerreiro suiang@excecaoeditorial.com.br Redao: Gerson Azevedo e Nanci Dainezi Fotografia: Tiago Gonalves Projeto Grfico: Simone Spitzcovsky sspitzcovsky@icloud.com Editorao Eletrnica: Antonio Neosmar, Ericson Blasquez, Ktia Fortes, Thiago lan e William Mastrangi Publicidade - Vila Madalena:

    Ftima Chaves, Rosely Veiga e Silvana Baia Tel.: 3874-5531/3874-5532 Vila Pompeia: Hilda Gomes, Solange Mathias e Suely de Souza Tel.: 3874-5533/3874-5534 Vila Romana e Vila Leopoldina: Marisa Pernicone, Raissa Sousa e Rosana Braccialli Tel.: 3874-5536/3874-5538/3874-5539 Impresso: Arvato Indstria Grfica LTDA Setembro 2015

    Personagem

    beleza

    Decorao

    Gastronomia

    Sade

    2614

    10

    32

    6

    A vida passa to rpido quanto um sonho, por isso bom fazer o que se gosta, ser feliz e danar, danar...

    Estilo

    20

    4NDICE4

  • Sempre na ponta dos ps

    Mariangela DAndra, moradora de Perdizes, atuou por dez anos como 1 bailarina do Teatro Municipal de So Paulo. Ganhadora de diversos ttulos, prmios e trofus desde criana, hoje continua ativa, vivendo da sua grande paixo.FOTO T

    IAGO

    GON

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  • Eu amo o que fao, e o que sempre fiz, declara a bailarina clssica e professora de dana Mariangela DAndra. Hoje, aos 66 anos, tem orgulho e gratido por tudo o que conseguiu com a dana, incluindo prmios, via-gens pelo mundo e as alunas que teve durante toda a vida.

    Sua histria no bal clssico comeou quando Mariange-la era ainda bem pequena. De compleio mignon, foi leva-da ao bal por indicao mdi-ca. Sempre fui muito pequena e magrinha e o mdico achou que ao fazer exerccios, eu me desenvolveria, comeria melhor, enfim... naquela poca existiam apenas a natao do DEF e a Escola Municipal de Bailado, na qual entrei com a carta de reco-mendao para ser aluna assis-tente por seis meses, conta.

    Os seis meses de aluna assis-tente se transformaram em oito anos de intensa atividade para ela, que, aps formada na Escola Municipal, prosseguiu a carreira. Quando eu era criana (na d-cada de 1950), existia muito pre-conceito com relao ao bal, por conta do teatro de revista. Assim, quando tive alta mdica, meu pai quis me tirar das aulas, mas eu bati o p, dizendo que, se ele me tirasse, eu no comeria nem iria mais escola. Imagina fazer isso com 10 anos de idade, naquela poca?! [risos]. Minha me, en-to, vendo que eu gostava de dan-ar, me levava escondido, at que

    um dia fui convidada para repre-sentar a escola de bailado num programa de televiso e meu nome acabou saindo nos jornais, com a seguinte manchete: Nasce a futura bailarina clssica de So Paulo. Meu pai chegou com esse jornal embaixo do brao, mas o orgulho de ver seu sobrenome estampado na pgina e a conver-sa toda da minha me, acabaram transformando-o no meu maior f, revela Mariangela.

    Ela continua contando que ainda ganhou mais dois anos de aulas no Municipal, por conta de sua performance primorosa e tambm pelas timas notas que obtinha ano aps ano. Eu era uma criana muito tmida, mas quando entrei no bailado, encontrei verdadeiramente meu mundo, no qual podia expres-sar o que sentia. Era a vida pra mim... digo que no fui eu quem escolheu a dana, mas sim, ela que me escolheu. Vivi minha vida inteiramente para a dana e sou muito grata por isso, diz.

    Mariangela se apresentou em muitos lugares nas dcadas de 1950 e 60, sempre muito requi-sitada para representar a Escola Municipal de Bailado em even-tos, incluindo os do Palmeiras.

    Em 1968, ano em que foi cria-do o primeiro corpo de baile de So Paulo, a bailarina prestou concurso e conseguiu a primeira colocao. Ia prestar vestibular de Medicina, mas quando sou-be que havia passado no con-

    curso, optei (novamente) pela dana. Ento, eu tinha meu sa-lrio como funcionria pblica e continuava a fazer o que sem-pre gostei, que era danar. En-trava no Teatro Municipal s 9h e saia s 15h. De tera e quinta eu dava aulas de dana no col-gio Liceu Pasteur e de segunda e quarta no Dante Alighieri. En-to minha vida foi assim: bal e dana, dana e bal.

    Durante 10 anos (dos 20 aos 30 anos de idade), Mariangela foi a primeira bailarina do Teatro Municipal e percorreu o Brasil, a Amrica Latina e a Europa, se apresentando inclusive nos tea-tros San Carlo, de Npoles, e Tea-tro Massimo, de Palermo, ambos na Itlia. Destacou-se em atua-es dos bals de repertrio cls-sico, como Giselle, Silfhides, Cisne Negro, Don Quixote, entre outros. Foi considerada a melhor bailarina clssica e agra-ciada durante quatro anos con-secutivos com o Trofu Impren-sa, o Anna Pavlova e o Maria Olenewa. Minha me sempre ia junto comigo nas apresentaes, principalmente porque meu pai no me deixava viajar sozinha, mesmo com 25 ou 30 anos. Os empresrios sabiam disso e na ltima clusula de todos os con-tratos havia uma especificao dizendo que minha me era minha acompanhante. Sempre achei isso o mximo porque essa era uma maneira de retribuir toda a persistncia dela para que

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  • eu continuasse no bal e tudo o que ela me proporcionou ao me deixar seguir a carreira.

    Sempre fazendo cursos e reci-clando conhecimentos, em 1976, a bailarina abriu sua prpria es-cola, a Academia de Ballet Cls-sico, na qual foi diretora, core-grafa e professora por 25 anos. Meu estdio ficava na Alameda Casa Branca, bem na esquina do Dante, por isso tive muitas alu-nas desse colgio, conta. Parale-lamente a isso, em 1992, Marian-gela voltou para a Escola de Bal do Municipal, que j havia mu-dado o ensino de clssico para contemporneo, com o cargo de assistente artstica, at se apo-sentar em 2009. No dia em que entrei novamente no Municipal, parecia que o tempo no havia passado. Me vi ainda pequena, como no meu primeiro dia de seleo. Foi timo ter voltado... Como assistente artstica, passei a coordenar a programao anu-al do contedo do Municipal.

    E muito se engana quem achou que a aposentadoria, vinda h seis anos, deixaria a apaixonada bailarina sossegada. Mariangela ministrou aulas de tcnica clssi-ca para o grupo de profissionais da Sopro Cia de Dana e aulas de tcnica de pontas (nvel adianta-do) na Academia Bravo Ballet, e hoje, participa como jurada de inmeros festivais de dana. Alm disso, diretora geral e ar-tstica da academia que ganhou de suas ex-alunas e scias, Gisela

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    ONDE ENCONTRAR

    CYMA BALLET Roupas e artigos para bal (sapatilhas, meia cala).R. Albion, 202 e 364, Lapa, 3832-2328.

    www.roupasparaballet.com.br

    ESTDIO DE DANA FERNANDA ZUPPOSapateado, dana do ventre, flamenco, castanholas, jazz, clssico.R. Bairi, 294, Alto da Lapa, 3832-4738. www.estudiofernandazuppo.com.br

    TENTCULO DANA Aula de bal clssico, dana criativa e contempornea, jazz.R. Min. Ferreira Alves, 1.035, Perdizes, 3862-5052. www.tentaculodanca.com.br

    BALLET ELZA PRADOBal clssico, sapateado, jazz, dana de salo, street dance.R. Fradique Coutinho, 1.176, V. Madalena, 3032-4217

    ESTDIO DE BALLET CISNE NEGRO Bal clssico, alm de cursos para professores, teatro musical.R. das Tabocas, 55, V. Madalena, 3031-0930. www.estudiocisnenegro.com.br

    Maldonado, Karin Rona e Rosa Freitag, a Stdio DAndrea. H alguns anos, encontrei muitas de minhas ex-alunas do Dante nas redes sociais e, como professora que fui, nunca soube a dimen-so da sementinha que plantei at ganhar um estdio com meu nome. muita emoo! Eu e elas cultivamos uma relao maravi-

    lhosa e acabamos de completar um ano de atividades. Pessoas de todas as idades podem fazer bal, o que desfaz o mito de que ele deve ser aprendido apenas quan-do criana, reitera e finaliza. Eu sou feliz porque nasci no tempo certo e se tivesse de voltar em ou-tra vida, faria tudo de novo.

    Por NANCI DAINEZI

  • Liso e lindova progressiva. um conceito completamente novo e moder-no, com frmula exclusiva de-senvolvida por mdicos e cien-tistas, explica Marcio Roberto Ambar, scio do Espao de Be-leza Fran Rodrigues, pertencen-te tambm a sua esposa.

    Marcio conta que comeou a trabalhar com o produto h dois anos e as clientes gostaram mui-to, principalmente porque as gestantes e as lactantes podem utilizar sem susto. No existe contraindicao na frmula, e mesmo que a pessoa j tenha feito relaxamento, definitiva ou

    Desenvolvido por cientistas e dermatologistas, a tcnica cha-mada de exoplastia capilar pro-mete alisar, reconstruir a fibra e tratar a cutcula do cabelo. De acordo com especialistas, o pro-duto utilizado para esse fim no contm amnia, nem formol ou qualquer outro elemento qumi-co pesado, e consegue penetrar nas hastes capilares, resultan-do num cabelo reestruturado e brilhante, mais liso, porm sem aquele aspecto de chapinha. No escova progressiva sem formol, nem relaxamento qu-mico, muito menos uma esco-

    Tratamento sem qumica pesada pode ser usado por gestantes e lactantes.

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    ESPAO DE BELEZA FRAN RODRIGUESRua Ministro Godoy, 936, Perdizes

    3672-7271www.facebook.com/pages/ Espao-De-Beleza-Fran-Rodrigueswww.salaovip.com.br/fran-rodrigues (agendamento on-line)

  • progressiva convencional, ela pode usar tambm, acrescenta.

    O procedimento dura de duas a quatr