PROVA OBJETIVA 1 - UP :: Centro Prova...  2016 – PROVA OBJETIVA – 2 ANO ... retorno aos ideais

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Text of PROVA OBJETIVA 1 - UP :: Centro Prova...  2016 – PROVA OBJETIVA...

  • EDUCANDO PARA SEMPRE

    Nome completo:

    Turma: Unidade:

    PROVA OBJETIVA 1

    2 srie - Ensino Mdio

    Dia: 20/08 - sbado20

    16

    Literatura - Gramtica - Histria - Filosofia Geografia - Biologia - Qumica - Matemtica

    2 Trimestre

  • ORIENTAES PARA APLICAO DA PROVA OBJETIVA - 2 TRI

    FORMA

    ERRADA DEPREENCHIMENTO

    FORMA

    CORRETA DEPREENCHIMENTO

    PROIBIDO COLOCAR QUALQUER TIPO DE INFORMAO NESTE LOCAL

    PREENCHIMENTO DO CARTO RESPOSTA

    SOMENTE COM CANETA AZUL

    1. A prova ter durao de 5h.

    2. O aluno no poder sair para beber gua ou ir ao banheiro antes de 2 horas de prova.

    3. O aluno poder levar a prova para casa a partir das 9 horas.

    4. O preenchimento do gabarito deve ser feito com caneta AZUL. NO PERMITIDO O USO DE

    CANETAS COM PONTAS POROSAS.

    5. O preenchimento incorreto do gabarito implicar na anulao da questo ou de todo o gabarito.

    6. Durante a prova, o aluno no poder manter nada em cima da carteira ou no colo, a no ser lpis,

    caneta e borracha. Bolsas, mochilas e outros pertences devero ficar no tablado, junto ao quadro.

    No ser permitido emprstimo de material entre alunos.

    7. O aluno que portar celular dever mant-lo na bolsa e desligado, sob pena de ter a prova recolhida,

    caso o mesmo venha a ser usado ou tocar. Caso no tenha bolsa, coloc-lo na base do quadro

    durante a prova.

    8. O fiscal deve conferir o preenchimento do gabarito antes de liberar a sada dos alunos.

  • 2016 PROVA OBJETIVA 2 ANO 2 TRIMESTRE

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    LITERATURA

    1. A escola realista, que contou com nomes como Machado de Assis, Raul Pompia e Alusio Azevedo, teve como principais caractersticas:

    a) retorno aos ideais romnticos defendidos pela literatura indianista de Jos de Alencar. b) preocupao com a mtrica e com a metalinguagem na arte literria. c) retratar a sociedade e suas mazelas, em uma linguagem irnica e impiedosa sobre o homem e suas

    mscaras sociais. d) confronto direto com o iderio religioso, estabelecendo um paradoxo com a literatura barroca. e) defesa da cultura popular brasileira, resgatando smbolos e arqutipos do folclore nacional. GABARITO: C Contrariando a linguagem literria vigente, que at ento estava ancorada nos ideais romnticos e na metalinguagem da literatura parnasiana, o Realismo rompeu com a subjetividade e com os eufemismos na linguagem que minimizavam a lealdade do carter humano, representando o mundo exterior tal qual ele , assim como o homem e suas relaes sociais. 2. (...) No tive filhos, no transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa misria. (...).

    De acordo com a leitura da clebre frase que integra o livro Memrias Pstumas de Brs Cubas, podemos afirmar que Machado de Assis filiou-se tendncia

    a) Modernista. b) Naturalista. c) rcade. d) Positivista. e) Realista. GABARITO: E Machado de Assis foi o maior expoente da Literatura realista produzida no Brasil, inaugurando o estilo com o livro Memrias Pstumas de Brs Cubas. 3. (UCBA) Os romances Memrias Pstumas de Brs Cubas e O mulato, do ltimo quartel do sculo XIX,

    inauguram concepes estticas e filosficas que se opem ao a) Romantismo. b) Realismo. c) Arcadismo. d) Naturalismo. e) Simbolismo. GABARITO: A 4. (EU-Ponta Grossa) A ironia, apontada como uma das caractersticas marcantes da obra realista de Machado

    de Assis, tem como fonte a) a origem humilde do autor, que o leva a satirizar a burguesia. b) os preconceitos sociais da poca, que marginalizaram o autor. c) uma viso crtica da sociedade, que caracteriza a fico realista. d) as ideias republicanas do autor dentro de uma sociedade monarquista. e) saudosismo do autor em relao poca do Imprio. GABARITO: C 5. O romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, a) filia-se corrente naturalista, uma vez que o autor, entusiasmado pelas teses cientificistas da poca, elegeu o

    meio e a hereditariedade como as foras bsicas de construo do seu universo ficcional. b) considerado um representante tardio do romance social urbano, na linha inaugurada por Jos de Alencar,

    pelo tratamento ousado e direto dado ao tema do adultrio. c) representa um dos pontos altos do Realismo brasileiro, pois ultrapassa os limites de um banal caso de

    adultrio e tem, na condio humana, captada pelo vis da ironia, a matria de sua narrativa. d) deve ser encarado como uma produo independente em relao nossa tradio literria, visto que

    inaugura a chamada prosa potica de cunho introspectivo, precursora do romance intimista dos anos 30. e) est comprometido com os postulados da esttica pr-modernista, no s pela escolha corajosa do tema,

    mas tambm pela linguagem agressiva, de denncia, que investe contra os valores burgueses. GABARITO: C

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    6. "Jos Dias ia to contente que trocou o homem dos momentos graves, como era rua, pelo homem dobradio e inquieto. Mexia-se todo, falava de tudo, fazia-me parar a cada passo diante de um mostrador ou de um cartaz de teatro. Contava-me o enredo de algumas peas, recitava monlogos em verso. Fez os recados todos, pagou contas, recebeu aluguis de casa, para si comprou um vigsimo de loteria. Afinal, o homem teso rendeu o flexvel e passou a falar pausado, com superlativos."

    O texto foi extrado de um dos seguintes romances de machado de Assis: a) Memrias Pstumas de Brs Cubas b) Quincas Borba c) Esa e Jac d) Dom Casmurro e) Memorial de Aires GABARITO: D 7. Publicados quase simultaneamente, "Memrias Pstumas de Brs Cubas" e "O Mulato", ambos os romances

    praticamente inauguram dois movimentos literrios no Brasil. Num deles, predomina a profundidade da anlise psicolgica e, no outro, a preocupao com as leis da hereditariedade e a influncia do ambiente sobre o homem.

    Esses movimentos foram a) o Modernismo e o Ps-modernismo. b) o Futurismo e o Surrealismo. c) o Barroco e o Trovadorismo. d) o Romantismo e o Ultrarromantismo. e) o Realismo e o Naturalismo. GABARITO: E 8. Expresses tais como "machos e fmeas", "cabelo para o alto do casco", "molhar o pelo" constroem imagens

    que remetem a uma ________ entre homens e animais, tpica do ________, que se constitui num prolongamento do ________. Completam as lacunas do texto:

    a) dissociao Realismo Naturalismo b) contemporizao Modernismo Realismo c) dissociao Romantismo Naturalismo d) associao Naturalismo Realismo e) contemporizao Realismo Romantismo GABARITO: D 9. (PUCCAMP-SP) O trecho abaixo parte do ltimo captulo de Dom Casmurro, de Machado de Assis:

    O resto saber se a Capitu da Praia da Glria j estava dentro da de Mata-cavalos, ou se esta foi mudada naquela por efeito de algum caso incidente. Jesus, filho de Sirach, se soubesse dos meus primeiros cimes, dir-me-ia, como no seu cap. IX, vers. I: No tenhas cimes de tua mulher para que ela no se meta a enganar-te com a malcia que aprender de ti. Mas eu creio que no, e tu concordars comigo; se te lembras bem da Capitu menina, hs de reconhecer que uma estava dentro da outra, como a fruta dentro da casca.

    Invocando aqui a memria e o testemunho do leitor de sua histria, o narrador arremata a narrativa a) lembrando que os cimes de Bentinho por Capitu poderiam perfeitamente ser injustificveis. b) concluindo que a nica explicao para a traio de Capitu a fora caprichosa de circunstncias acidentais. c) citando uma passagem da Bblia, luz da qual acaba admitindo a possibilidade da inocncia de Capitu. d) pretendendo que a personalidade de Capitu tenha se desenvolvido de modo a cumprir uma natural inclinao. e) se mostra reticente quanto convico de que fora trado, sugerindo que continuar ponderando os fatos. GABARITO: D 10. A denominao do captulo, Olhos de ressaca, resultante da leitura que o narrador faz: a) Do mal-estar de Sancha diante do corpo inerte do marido. b) Da agressividade incontida do olhar de Bentinho em direo a Capitu. c) Do desejo detectado no olhar de Capitu de apossar-se de Escobar. d) Da fora e do mpeto presentes nos olhos de Capitu dirigidos ao marido. e) Do mal-estar de Capitu provocado pela noite passada em claro. GABARITO: A

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    GRAMTICA 11. No trecho: Eu no creio, no posso mais acreditar na bondade ou na virtude de homem algum; todos so

    mais ou menos ruins, falsos, e indignos; h porm alguns que sem dvida com o fim de ser mais nocivos aos outros, e para produzir maior dano, tm o merecimento de dizer a verdade nua e crua, (...) (p.65):

    I. algum e alguns so, originalmente, pronomes indefinidos. II. alguns sujeito do verbo haver. III. algum, na primeira ocorrncia, equivale a nenhum. Assinale a alternativa correta sobre as assertivas acima: a) apenas I verdadeira. b) apenas II verdadeira. c) apenas I e II so verdadeiras. d) apenas I e III so verdadeiras. e) I, II e III so verdadeiras. GABARITO: D Leia o texto abaixo para responder questo que segue:

    A questo da descriminalizao das drogas se presta a frequentes simplificaes de carter maniquesta, que acabam por estreitar um problema extremamente complexo, permanecendo a discusso quase sempre em torno da droga que est mais em evidncia.

    Vrios aspectos relacionados ao problema (abuso das chamadas drogas lcitas, como medicamentos, inalao de solventes, etc.) ou no so discutidos, ou no merecem a devida ateno. A sociedade parece ser pouco sensvel, por exemplo, aos problemas do alcoolismo, que representa a primeira causa de internao da populao adulta masculina em hospitais psiquitricos. Recente estudo epidemiolgico realizado em So Paulo apontou que 8% a 10% da populao adulta apresentavam problemas de abuso ou dependncia de lcool. Por outro lado, a comunidade mostra-se extremamente sensvel ao uso e abuso de drogas ilcitas, como maconha, cocana, herona, etc.