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PUB 17 de outubro de 2014 N.” 493 ano 12 | 0,60 euros | SemanÆrio Diretor Hermano Martins Trofense foi bronze em Campeonato Europeu Solidariedade pÆg. 13 Caminhada solidÆria rendeu 6 mil euros Jovem trofense relata experiŒncia na Miss European Atualidade pÆg. 3 Beleza pÆg. 20 Alteraªo elØtrica deixa casas de S. Mamede sem luz Homem picado por vespas Atualidade pÆg. 2 Atualidade pÆg. 7 Alteraªo elØtrica deixa casas de S. Mamede sem luz

Edição 493

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Edição de 18 de outubro do jornal O Noticias da Trofa

Text of Edição 493

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    17 de outubro de 2014N. 493 ano 12 | 0,60 euros | Semanrio

    DiretorHermanoMartins

    Trofense foi bronzeem Campeonato Europeu

    Solidariedade pg. 13

    Caminhada solidriarendeu6mil euros

    Jovem trofense relataexperincia na Miss European

    Atualidade pg. 3

    Beleza pg. 20

    Alterao eltrica deixacasas de S. Mamede sem luz

    Homempicadoporvespas

    Atualidade pg. 2

    Atualidade pg. 7

    Alterao eltrica deixacasas de S. Mamede sem luz

  • www.onoticiasdatrofa.pt 17 de outubro de 2014

    FarmciasdeServio

    2Atualidade

    Ficha TcnicaDiretor: Hermano Martins (T.E.774) Sub-diretora: CtiaVeloso (9699) Editor: O Notcias da Trofa PublicaesPeridicas Lda. Publicidade: Maria dos Anjos AzevedoRedao: Patrcia Pereira (9687), Ctia Veloso (9699) Setordesportivo: Marco Monteiro (C.O. 744), MiguelMascarenhas (C.O. 741) Colaboradores: Atanagildo Lobo,Diana Azevedo, Jaime Toga, Jos Moreira da Silva (C.O.864), Gualter Costa, Joo Mendes Fotografia: A.Costa,

    Miguel Trofa Pereira (C.O. 865) Composio: MagdaArajo, Ctia Veloso Impresso: Grfica do Dirio doMinho, Lda, Assinatura anual: Continente: 22,50 euros;Extra europa: 88,50 euros; Europa: 69,50 euros; Assinaturaem formato digital PDF: 15 euros NIB: 0007 06050039952000684 Avulso: 0,60 Euros E-mail:[email protected] Sede e Redao: Rua dasAldeias de Cima, 280 r/c - 4785 - 699 Trofa Telf. e Fax: 252

    414 714 Propriedade: O Notcias da Trofa - PublicaesPeridicas, Lda. NIF.: 506 529 002 Registo ICS: 124105| N Exemplares: 5000 Depsito legal: 324719/11Detentores de 50 % do capital ou mais: Magda ArajoNota de redao: Os artigos publicados nesta edio dojornal O Notcias da Trofa so da inteira responsabilidadedos seus subscritores e no veiculam obrigatoriamente aopinio da direo. O Notcias da Trofa respeita a opinio

    dos seus leitores e no pretende de modo algum ferirsuscetibilidades.

    Todos os textos e anncios publicados nestejornal esto escritos ao abrigo do novo AcordoOrtogrfico. totalmente proibida a cpia e reproduode fotografias, textos e demais contedos, semautorizao escrita.

    Agenda

    Telefonesteis

    Aps um dia de trabalho, umhomemregressavaacasa, emS.Mamede do Coronado, no seuciclomotor, envolveu-se numacoliso com um veculo ligeiro,cerca das 19.20 horas de tera-feira, 14 de outubro.Ocondutor da viatura, quecir-

    culavanaRuaSantoAntnio, no

    Homempicado por vespas

    Quempassou pelos semfo-ros da Lagoa, na Estrada Nacio-nal 104, junto Igreja Matriz deSantiago deBougado, cerca das16.25 horas de domingo, no fi-cou indiferente presena deuma gua cada junto ao cruza-mento. Segundo uma testemu-nha ocular, que fazia parte dosparticipantes da caminhada so-lidria da Odlo, que estavam nolocal, o animal saiu da Rua daCorredoura, entrou na AvenidaDiogoMourato (onde se localizaa Igreja) e assustou as pessoasque estavam a reunidas. Noaconteceu uma tragdia maiorpor sorte. Ela continuou a correrem direo Estrada Nacional ejunto ao cruzamento assustou-se

    guaassustadaprovocapnico

    e bateu comestrondo numpostede iluminao, contou.Ochoqueprovocou-lhe uma leso grave,cujo hematoma impressionouquem assistiu. Segundo a mes-ma testemunha, o pai do donoda gua estava no local e, deimediato, ligou para o filho e paraa veterinriamunicipal que, che-gada ao local verificou que nadahavia a fazer ao animal.A guaacabou por ser abatida atravsde uma injeo letal.O dono da gua estava visi-

    velmente abalado com o suce-dido e explicou que o animal es-tava num terreno preso a um fer-ro por uma corda e ter-se- as-sustado com o barulho de pro-paganda.C.V.

    Motociclistafraturapernaemacidente

    se ter percebido do ciclomotor,que seguia no sentido oposto, e,ao virar para aRua JaimeCorte-so, colidiram.O condutor da mota, de 49

    anos, foi transportadoparaoHos-pital S. Joo, do Porto, com fra-tura exposta na perna esquerda.

    P.P.

    Acidente aconteceu em S. Mamede do Coronado

    gua sofreu acidente

    Dia 1814.30horas:PedrasSalgadas-Trofense

    21.30 horas: Desfolhada, naACRABE23 horas: Concerto Black nWhite, no Smed Museu

    Dia 1915horas:Bougadense-Sobrei-rense

    - Pasteleira-S. Romo

    Dia 2216horas:Trofense-Covilh

    Dia 17Farmcia Barreto

    Dia 18FarmciaNova

    Dia 19FarmciaMoreira Padro

    Dia 20Farmcia deRibeiro

    Dia 21Farmcia Trofense

    Dia 22Farmcia Barreto

    Dia 23FarmciaNova

    Dia 24FarmciaMoreira Padro

    Bombeiros Voluntriosda Trofa252 400 700

    GNR da Trofa252 499 180

    Polcia Municipal da Trofa252 428 109/10

    Jornal O Notcias da Trofa252 414 714

    Centro de Sade da Trofa252 416 763

    Centro de Sadede S. Romo229 825 429

    DR

    Vtor Costa estava a derru-bar um tronco velho de umarvore quando foi picado porvespas, na manh de sbadonum terreno em Santiago deBougado.

    Eramcercadas8.30horasdesbado, 11 de outubro, quandoVtorCostaestavanumterrenonaRua da Ribeira, em Santiago deBougado, a derrubar um troncovelho, comoauxlio de umam-quinae, de repente,apercebeu-sedequeo filho, JosCosta, estavaaosberros. Inicialmentepensouque fosse o tronco que ia cair so-breele,masquandoespreitouporfora damquina viu que o troncoia cair direito no cho. Foi a queviu umenxamedevespaseouveo filhoa gritarquesovespasasi-ticas. S tirei o cinto de segu-rana e comecei a correr e a tirarrpido a camisola. Foi a queelasme ferraram, contou.A primeira coisa que fez, foi

    ligar para os bombeiros e para apolcia, mas os Bombeiros infor-maram que no poderiam fazernada paraexterminaroninho.OsBombeiros Voluntrios da Trofamobilizaram para o local umaambulnciadesocorroparapres-tar assistncia a Vtor Costa, en-tretantoque, ligoupara umapes-soaamigaquetrabalhanosbom-beiros que o aconselhou a ir ra-

    pidamente a ummdico ou far-mcia, porque o que aconteceuperigoso.

    Quando estava na farmcia,Vtor recebeu uma chamada dofilho, queentretantoestevea falarcomo INEMqueoquestionou seestavamelhor e se tinha os l-bios inchados. O pai informou-oque j tinhamedicao que lhefoi fornecidana farmcia.Paie filhoestavam indignados

    por terem que ser eles, com asprpriasmos, a tratar do assun-to, tendo inclusivearranjado umfato deumapessoaamiga, parapelo menos poderem desligar amquina, que esteve a trabalharatcercadas12horas, jque naaltura que contactou a ProteoCivil, umdoselementos informouque no tinhanenhumelementodisponivel paraacorrersituaonaquele momento, o que indig-nouVitorCostaquelamentouquea Proteo Civil no estivessedisponivel 24horaspor dia.SegundoVtorCosta, aProte-

    oCivil esteveno local no sba-do tarde e prontificou-se a des-truir o ninho, mas o homem fezquestode, ele prprio, proceder exterminao, na noite de do-mingo. As vespas que picaramVitorCostasoaschamadasves-paseuropeiasqueso frequente-mente confundidas com as ves-pas asiticas. P.P.

  • www.onoticiasdatrofa.pt17 de outubro de 2014 Atualidade3

    Patrcia Pereira

    Nestas duas semanas, 36elementos dos Bombeiros Vo-luntrios da Trofa tiveram for-mao de revalidao dascompetncias como presta-dores de socorro.

    Com a durao de 25 horas,a formao de recertificao dostripulantes da ambulncia detransportes, no mbito da reva-lidao das competncias dosbombeiros enquanto prestadoresde socorro pr-hospitalar, abor-da temas como Suporte Bsicode Vida com a componente dadesfibrilao automtica externa,o exame da vtima ao nvel dasemergncias mdicas e aindadas emergncias da vtima detrauma e o parto sbito ou partoeminente. No final da formao,os formandos so sujeitos auma avaliao de componenteprtica e terica, em que tmque ter os requisitos para seremaprovados.

    Bombeiros revalidam competncias

    Bombeiros em formaoA formao, obrigatria para

    revalidar estas competncias acada trs anos, ministradapor trs formadores, entre eles,Joo Pedro Goulart, formador in-terno do corpo de bombeiros daAssociao Humanitria dosBombeiros Voluntrios da Trofa(AHBVT) e formador da EscolaNacional de Bombeiros.

    Joo Pedro Goulart explicouque os bombeiros tm o primei-ro contacto com estas temticasnos cursos base dos tripulantesda ambulncia de transporte,com a durao 50 horas. Nes-sa primeira formao, os forman-dos esclarecem dvidas, inves-tem em matria de aquisio deconhecimento, h periodicamen-te ou constantemente a presta-o de provas e de avaliao euma forte e grande componenteprtica da aplicao do conheci-mento adquirido a situaes pr-ticas, simulaes mas prximasdo contexto real.

    O comandante em exercciodos BVT, Filipe Coutinho, afirmou

    que a corporao tem tido a pre-ocupao de cada vez mais ha-bilitar e capacitar estes volunt-rios para desempenharem assuas funes ao mais alto nvel.Temos neste curso homens emulheres voluntrios que aps oseu horrio laboral se dedicamcada vez mais a ter formao paradesempenharem o voluntariado.

    Temos um total de 18 em forma-o e, na semana passada, tive-mos outros 18. H um ms tive-mos outros 18 em formao emVila do Conde, enumerou, fri-sando que a maior preocupaodos bombeiros ter homenscada vez mais habilitados parapoderem desempenhar as fun-es e prestarem o socorro s

    populaes.Alm disso, esta necessida-

    de est relacionada com a po-pulao que mais exigente nosocorro e, como exigem cadavez mais aos voluntrios, estesj sentiram esta necessidade epreocupam-se em saber paramelhor fazer.

    Bombeiros foram avaliados na teoria e na prtica

    Primeiro grupo teve avaliaes na semana passada

  • www.onoticiasdatrofa.pt 17 de outubro de 20144Atualidade

    Patrcia Pereira

    Uma rulote bar com o no-me de Erika, com um avan-ado, em lona, de cor azul,foi furtada de um terreno pri-vado, na Rua Canos da Rua,em Ribeiro, Vila Nova deFamalico.

    Eram cerca das 11 horas dedomingo, 12 de outubro, quandoManuel Dinis chegou ao terrenopara trazer a tijoleira que seriapara colocar na casa de banho,

    Patrcia Pereira

    Vizinhos chamam GuardaNacional Republicana porcausa do ladrar dos ces.

    Os ces ladram e os vizinhosdevem querer que eles miem.Esta a razo apresentada porBruno Santos para o inslito quese est a passar na rua ondemora, na Travessa dos Carvalhi-nhos, em Santiago de Bougado.

    J por duas vezes, BrunoSantos e a esposa Carla Ferreiraforam alvo da visita dos militaresda Guarda Nacional Republica-na (GNR) da Trofa, por os vizi-nhos terem apresentado queixapor causa dos dois ces, Quime Neca, estarem a ladrar. Umadas vezes j passava das 23horas e da outra era cerca das6.45 horas.

    Bruno Santos relatou que aGNR comeou-se a rir, porquereparou que na rua toda a gentetem ces e todos ladram. A GNR

    Furtaram rulote avaliada em 20 mil eurosquando se deparou com o portoaberto e a ausncia da rulote.Pensou logo que a rulote tinhasido furtada, tendo de imediatocontactado o proprietrio HorcioFigueiredo para lhe contar o su-cedido.

    Para acederem ao terreno, osamigos do alheio rebentaram ocadeado, e, com o auxlio de umveculo, furtaram a rulote, reben-tando os fios de eletricidade eos canos de gua, sem ningumse aperceber de nada. Como oterreno fica situado face Estra-

    Apresentam queixana GNR por ces ladrarem

    no registou qualquer ocorrncia,pois, segundo o proprietrio, esta a maneira de os ces falareme se ladram porque pressen-tem algum na rua. Acho inacre-ditvel chamar as autoridadespor causa disto. Sei quem foi eo problema que os ces la-dram. Essa pessoa tem co, la-dra, mas no mia, acrescentou.

    O dono dos ces no enten-de o porqu de s agora surgi-rem as queixas por parte dos vi-zinhos, pois j tem a Neca hquase quatro anos e o Quimnasceu no Domingo de Ramos.Os ces sempre ladraram e dano saber o porqu de s ago-ra das queixas. Acho esquisito,estranho e inslito, porque os vi-zinhos, s vezes, ao fim de se-mana ou durante a semana, setiverem a famlia com eles e qui-serem estar mais vontade conversa, no nosso quarto ouve-se, mas no vamos chamar asautoridades por isso. Porque no sempre, nem todos os dias,

    afirmou.Numa altura em que muito se

    manifesta pelos direitos dos ani-

    mais e por os canis estaremcheios, Bruno no entende oporqu de as pessoas chama-

    rem a GNR para eles no ladra-rem, se calhar, querem calar osces ou que os tiremos daqui.

    da Nacional 14, os barulhos deautomveis so constantes e daos vizinhos no se terem aper-cebido de nada fora do normal.

    A nica situao suspeitaque os vizinhos presenciaram foipor volta das 3 horas, quandotrs carros pretos estavam es-tacionados junto ao terreno.

    Horcio Figueiredo declarouque o veculo furtado uma rulotebar totalmente equipada, queestava prevista abrir ao pbliconesta quarta-feira, 15 de outubro,estando apenas a aguardar pelalicena que estava para despa-

    cho na Cmara Municipal deFamalico.

    A rulote ainda tinha o nomeda antiga dona Erika por trs e um avanado azul, em lona,que foi pendurado na prpriarulote. O proprietrio pede aquem viu um veculo com umarulote a dizer Erika que comuni-que Guarda Nacional Republi-cana de Famalico ou pelo con-tacto 918 137 423.

    Quando ligou GNR para oschamar ao local, o militar infor-mou-o de que tinha de apresen-tar queixa no posto. O propriet-

    rio salientou a importncia dosmilitares no local, porque aindatinha vestgios e marcas deroda. Obtendo a mesma respos-ta, Horrio Figueiredo afirmouque ia contactar um colega queconhece da Polcia Judiciria,uma vez que a GNR nada podiafazer. Foi a que a GNR inverteua conversa e disse que ia ter aolocal.

    Quase duas horas depois eainda no tinha aparecido no lo-cal. O prejuzo do furto est pertodos 20 mil euros.

    No terreno ainda eram visveis as marcas do veculo

    Quim e Neca so o motivo das queixas GNR

    Rulote avaliada em 20 mil euros

  • www.onoticiasdatrofa.pt17 de outubro de 2014 Atualidade5

    Ctia Veloso

    O Anurio Financeiro dosMunicpios Portugueses de2013 revela que a Cmara daTrofa apresenta um passivo demais de 42 milhes de eurose um resultado lquido positi-vo de 878 mil euros.

    O passivo exigvel da Cma-ra Municipal da Trofa, em 2013,foi de 42 milhes 278 mil e 351euros. Os dados revelados pelaDireo Geral das AutarquiasLocais e Ordem dos TcnicosOficiais de Contas mostram queo ano passado, o municpio quenos primeiros nove meses do anofoi gerido pelo PS e os restantespela coligao PSD/CDS - teveum aumento da dvida a longoprazo de cerca de um milho emeio de euros, relativamente a2012 (40.766.181 euros). Esteresultado inverte a tendncia dediminuio, j que em 2011, opassivo exigvel era de 44.045.223euros.

    No Anurio consta que o valordo PAEL (Programa de Apoio Economia Local) de 16.557.188euros, solicitado pela CmaraMunicipal para acorrer a dvidasa fornecedores, tem um peso de42 por cento no passivo regista-do de 2013.

    Tambm nos resultados lqui-dos houve uma inverso, sem sairdos resultados positivos. Em2013, a Cmara Municipal apre-sentou um lucro (o que sobroudas receitas desse ano) de878.736 euros, um valor abaixodo registado em 2012, de maisde dois milhes de euros. Oexerccio financeiro da autarquiaem 2011 resultou num prejuzode 3.270.803 euros.

    O municpio da Trofa tambmapresentou resultados operacio-nais positivos, de 1.458.840 eu-

    Trofa no lote dos superendividadosros, os melhores dos ltimos trsanos (em 2011 foram negativosem 2.671.169 euros e em 2012positivos em 444.271 euros).

    Apesar de o endividamento l-quido ter aumentado 204 mil eu-ros, para 38.052.993 euros, a C-mara conseguiu baixar o ndicede endividamento lquido pelo ter-ceiro exerccio consecutivo, para242,5% (em 2011 era de 252% eem 2012 de 247%).

    Em 2013, as despesas compessoal diminuram 17,1% rela-tivamente ao ano anterior e o pra-zo mdio de pagamento aos for-necedores tambm decresceu,de 585 dias para 363. A este re-sultado imputa-se a entrada daverba do PAEL, que permitiu li-quidar dvidas de mdio e longoprazo aos credores.

    O mesmo documento peainda a nu o valor de compromis-sos assumidos pela autarquia at2013: 66.024.864 euros. Na ta-bela dos 308 municpios, a Trofasurge em 34. lugar neste item.

    Empresas municipais:Trofguas com resultados

    muito negativos

    Em 2013, Trofguas era a 20.empresa municipal, a nvel naci-onal, com o maior passivo exig-vel: 14.967.534 euros. Relativa-mente ao ano anterior, houve umaumento de mais de um milhoe 740 mil euros. O endividamentolquido cifrou-se nos 9.068.131euros, mais 28 por cento que em2012.

    Os resultados econmicos,segundo o Anurio, colocam aTrofguas no 11. lugar das em-presas municipais pelos pioresmotivos: um resultado lquidonegativo de 772 mil euros, quan-do em 2012 se registou um re-sultado positivo de 63.705euros.

    J a TrofaPark apresentou,em 2013, um passivo exigvel de4.531.302 euros, um endivida-mento lquido de 1.882.420 eurose um resultado lquido negativode 421.397 euros (em 2012 foipositivo de 60.230 euros).

    Anurio mostra boa gestofinanceira, diz PS Trofa

    Em comunicado enviado sredaes, o secretariado do PSTrofa regozijou-se com os resul-tados revelados no Anurio e ates-tou que estes mostram que, en-tre 2010 e 2013, a Cmara da Tro-fa registou uma evoluo positivados seus indicadores financeiros,dando nfase que apelidam dedrstica diminuio do prazo depagamento a fornecedores.

    Existiu uma real diminuiodo endividamento lquido do mu-nicpio durante o mandato doPS, referem os socialistas, semdeixar de referir que o cenriode milhes de dvidas do passa-do que o executivo de JoanaLima se viu obrigado a assumire numa altura em que concreti-zaram algumas das mais impor-tantes obras da histria do con-celho como as escolas ou o Pla-no de Reabilitao Urbana.

    Para a obteno destes resul-tados, o PS Trofa aponta a dimi-nuio da despesa nas funesgerais da autarquia, sem preju-zo do investimento na Educa-

    o e Ao Social.Os socialistas defendem que

    possvel fazer uma gesto fi-nanceira rigorosa sem que paraisso seja preciso deixar de in-vestir nas reas mais fundamen-tais, acusando o atual executi-vo da coligao PSD/CDS de vi-ver custa da boa gesto finan-ceira do Partido Socialista, deapresentar desmesurados gas-tos em comunicao, propagan-

    da e publicidade.Recordamos que o PAEL

    representa um financiamento de16 milhes de euros e o PRF(Plano Reequilbrio Financeiro)de 13 milhes de euros para usodeste executivo municipal, queno teve a decncia de reconhe-cer que foi o trabalho desenvolvi-do pela gesto socialista quepermitiu usufruir dessa verba,salientaram.

    Volume de transfernciascorrentes

    2012: 12.043.636 euros2013: 10.660.850 euros

    Volume de investimentos2012: 15.908.463 euros 2013: 19.947.678 euros

    Transfernciasde capital + investimentos

    2012: 16.710.555 2013: 23.267.698 euros

    Volume de subsdioscompromissados e respetivos

    pagamentos2012

    Compromissos: 7.776.567 eurosPagos: 1.235.481 euros

    2013Compromissos: 7.986.813 euros

    Pagos: 3.002.156 euros

    Outros nmeros

    A notcia veiculada pela revista Viso. A Trofa surge no ltimolugar da tabela dos municpios superendividados, que vo precisar doFundo de Apoio Municipal (FAM). J conhecido como troika dosmunicpios, o FAM foi subscrito por municpios e pelo Estado e ter disposio 650 milhes de euros para acorrer s situaes deinsustentabilidade financeira das autarquias. Antnio Leito Amaro,secretrio de Estado da Administrao Local afirmou que este pro-grama servir como uma rede de segurana para os municpios emesmo para aqueles que no precisem do dinheiro sairo beneficia-dos, porque os juros dos emprstimos tm tendncia a diminuir.

    Este instrumento prev a negociao com os credores, condionecessria para que os municpios tenham acesso s verbas do Fun-do. Os credores podem alongar os prazos de pagamento, perdoarjuros de mora, baixar as taxas ou perdoar capital em dvida. Se oscontribuintes fazem este esforo, natural que os credores tambmo faam e, se calhar, melhor receber 70% agora do que 100% daquia trs anos, disse.

    Aps as negociaes, os municpios tero de apresentar um pro-grama de saneamento financeiro, que ser avaliado trimestralmente,para que sejam desbloqueadas as tranches.

    As contrapartidas so a subida de impostos - a Trofa tem-nostodos no mximo e a criao de um programa para rescises ami-gveis com trabalhadores.

    FAM com 650 milhesde euros paramunicpios superendividados

    Cmara da Trofa um dos 20 municpios superendividados

  • www.onoticiasdatrofa.pt 17 de outubro de 20146Poltica

    Patrcia Pereira

    No mbito do primeiro anode mandato da AssembleiaMunicipal, os membros reuni-ram-se na noite de 10 de ou-tubro, no Polo II da Junta deFreguesia de Bougado, emSantiago.

    O que se espera de ns? Oque que fizemos? O que quepodemos vir a fazer? As ques-tes foram lanadas pela presi-dente Isabel Cruz aos membrosque compem a AssembleiaMunicipal (AM), durante o encon-tro de reflexo promovido apsum ano de mandato. Este encon-tro tinha como principal objetivopensarem no que podem fazerpara alm das assembleiasmunicipais e dos contributosdados rotinamente.

    Segundo Isabel Cruz, comoos eleitores esperam mais dosmembros, preciso, em conjun-to, refletir e encontrar metodolo-gias de trabalho, para que pos-sam estar mais prximos daspessoas e no defraudar as ex-pectativas daqueles que votarame que esperam que os membrosos representem nas suas preo-cupaes. Quero ouvir todos oslderes e membros, despidos dasquestes polticas e imbudos noespirito de que podemos dar omximo pelo concelho, acres-centou. Durante o encontro, apresidente da Mesa da AM apre-sentou duas propostas. A primei-ra era que o prximo encontrode reflexo seja aberto comu-nidade, com o intuito de a cha-mar ao encontro dos membrospara enumerar as suas preocu-paes, para que estes possam

    No mbito das colheitas desangue que o Lions Clube daTrofa tem vindo a promover, emparceria com o Instituto Portu-gus do Sangue e da Transplan-tao (IPST), decorreu mais umarecolha, desta vez, em Alvare-lhos, no dia 11 de outubro.

    Das 51 pessoas inscritas, re-

    Membros da Assembleia Municipalrenem-se em encontro de reflexo

    ter um papel mais interventivo.J a outra proposta era o desen-volvimento de uma assembleiamunicipal jovem, ou seja, pro-mover uma dinmica com as es-colas, no sentido de trazer umdia os jovens a vivenciar o papeldos membros e da AM. IsabelCruz pretende que no haja estedistanciamento que existe entrea poltica, os membros e a comu-nidade e, desde muito cedo,educar para a cidadania e para odever que todos tm de dar o con-tributo para melhorar o conce-lho.

    Para o lder do grupo do CDS,Hlder Reis, este encontro uma forma salutar de os gruposparlamentares se encontraremnum espao mais reservado,que permita a troca de ideias,tendo sempre por viso os inte-

    resses da Trofa. Hlder Reis tema agradvel perceo que se ino-vou muito neste primeiro ano demandato da AM, com adescentralizao das AM, queleva os polticos para junto doscidados e das suas preocupa-es e se sintam sempre emcasa quando interpelam no so executivo camarrio como aAM.

    J Pedro Ortiga, lder da ban-cada do PS, esperava deste en-contro uma abertura ao dilogoe participao de todos, de for-ma desprovida das camisolaspartidrias pelo bem da Trofa,um momento de reflexo, ummomento de apontar caminhosde melhoria e pontos de melhoriapara o funcionamento daAssembleia. O lder socialistaconsidera que este primeiro ano

    de mandato foi positivo, no quetoca defesa das convicessocialistas para a Trofa, conti-nuando atentos postura doexecutivo camarrio e do funcio-namento da AM. Temos opinioprpria de pontos que poderiamser melhorados, de muitas situ-aes que a nosso ver facilmen-te poderiam ser colocadas emprtica, completou.

    Tambm Alberto Fonseca, l-der da bancada do PSD, espe-rava que no encontro se discu-tisse a essncia da AM de umaforma aberta, com todos senta-dos mesma mesa, para quese consiga aperfeioar e melho-rar o funcionamento daassembleia com novas suges-tes. Na sesso, o lder social-democrata apresentou uma pro-posta: que todos os documen-

    tos da AM sejam entregues aosmembros em formato digital. Jestivemos a fazer um estudo so-bre isso e s no primeiro ano jse gastaram mais de 130 res-mas de papel, 67 mil folhas depapel. O que assustador nos pelo custo financeiro, massobretudo pelo custo ambien-tal, avanou.

    Quanto ao encontro de refle-xo, Alberto Fonseca mencionouque a primeira vez que se faze muito importante, elencandoas muitas novidades que a pre-sidente da AM vai introduzindo eque muito contribuem para o au-mento da democracia na discus-so poltica do concelho e tam-bm com maior envolvncia detodos os membros. A CDU noesteve representada nesta reu-nio.

    40 ddivas de sanguegistaram-se 40 colheitas e umatipagem para medla ssea,sendo que, fica registado maisum dador.

    A prxima ao realiza-seesta sexta-feira, dia 17, em Fra-delos, no Centro Paroquial, en-tre as 16 e as 19.30 horas. J nodia 18, sbado, entre as 9 e as

    12.30 horas, haver uma recolhanas instalaes da empresaEurico Ferreira, na Trofa.

    O IPST realiza ainda maisuma colheita de sangue na se-gunda-feira, 20 de outubro, no larMundos de Vida, entre as 15.30e as 19.30.

    Membros da Assembleia Municipal refletiram sobre trabalho desenvolvido

  • www.onoticiasdatrofa.pt17 de outubro de 2014 Atualidade7

    Relembro que far amanh duas semanas que roubaram omeu carro. Em todo o pas, so muitos os pedidos que circulampelo Facebook de proprietrios de veculos a pedir o auxlio dequem o viu ou sabe de alguma coisa, para que os possa informarou a Guarda Nacional Republicana (GNR).

    O caso mais recente de uma viatura furtada durante a madru-gada desta tera-feira, 14 de outubro, quando estava estacionadana Rua Lus de Cames, em S. Martinho de Bougado. Trata-se deuma carrinha de cor branca, Citroen C3, de dois lugares mas comcinco portas. Os proprietrios pedem a quem vir o carro, com amatrcula 56-LS-10 de 2011, ou souber de qualquer informaoque os contacte atravs do nmero 916 121 933. O valor do furto de 7500 euros.

    J na madrugada de 24 de setembro, foi furtada outra viatura,Opel Corsa, com dois lugares e matrcula 28-DR-37. O proprietrioapela a quem souber de algo para avisar a GNR da Trofa, ondeapresentou queixa.

    Tambm ao final da tarde do dia 10 de outubro, foi furtado umveculo, Fiat Uno, que estava estacionado na Rua Professor SerafimSantos Tedim, em S. Martinho de Bougado. O valor do furto demil euros. P.P.

    Detidos por conduo ilegalUm homem, que seguia num veculo ligeiro de passageiros na

    Rua da Portela, em S. Romo do Coronado, foi detido pelos milita-res da GNR, pelas 15.30 horas do dia 10 de outubro.

    A deteno est relacionada com a conduo sem habilitao.O condutor foi notificado para comparecer em tribunal na manhde segunda-feira, dia 13 de outubro.

    J no domingo, um homem, de 65 anos, foi detido pelas 5horas, por conduzir um veculo ligeiro de passageiros com umataxa de 1.65 gramas de lcool por litro de sangue. O condutor,detido na Avenida da Trofa Velha, em Santiago de Bougado, foinotificado para comparecer em tribunal na manh do dia seguinte.

    P.P.

    Um indivduo foi apanhado pe-los militares da GNR da Trofa afurtar um sistema de rega, avalia-do em cerca de 200 euros, en-

    Furtosdeviaturas

    Apanhado a furtar metais no preciosostre as 8 e as 11.30 horas do dia11 de outubro. O metal no preci-oso estava na Rua do Bom Pas-tor, em S. Martinho de Bougado.

    O homem foi notificado pelaGNR a comparecer em Tribunalna manh de segunda-feira, dia13. P.P.

    Os moradores da Travessado Facho, em S. Mamede doCoronado, no ganharam para osusto ao incio da noite destaquinta-feira, cerca das 20.15 ho-ras.

    Antnio Sousa, moradornuma das habitaes onde ocor-reu uma alterao no abasteci-mento da rede eltrica, explicouque estava na sala a ver televi-so e, de repente, as luzes co-mearam a ficar fortes, outras aficar mais fraquinhas, a televisocomeou a dar muitos estourose a torre do computador come-ou a arder.

    Em praticamente todas ashabitaes h estragos a regis-tar nos aparelhos alimentadospor energia eltrica e a prpriailuminao pblica ficou desliga-da por completo.

    Numa das casas vive umasenhora acamada que foi trans-portada pelos Bombeiros Volun-trios da Trofa para o Centro Hos-pitalar do Mdio Ave, unidade de

    Alterao eltrica deixa casasde S. Mamede sem luz

    Vila Nova de Famalico, por pre-cauo, devido possvel inala-o de fumo.

    O comandante interino dosBombeiros Voluntrios da Trofachegaram ao local e depararam-se com fumo intenso que sai daporta de uma garagem. Osbombeiros equiparam-se e entra-ram no edifcio, onde se depara-

    ram com um curto circuito no por-to da habitao e acabamos porter de retirar uma senhora aca-mada do primeiro andar, expli-cou. Filipe Coutinho adiantou ain-da que as casas contguas ti-nham sido tambm atingidas poruma descarga eltrica. Para olocal foram mobilizados oito ho-mens para esta operao.

    Moradores da Travessa do Facho ficaram sem eletricidade

    Um incndio deflagrou, estaquinta-feira, num pavilho indus-trial, em S. Mamede do Coro-nado.

    O alerta para os BombeirosVoluntrios da Trofa foi dado scerca das 18.20 horas e, che-gada ao local, os soldados da pazencontraram as portas da empre-

    Incndio destri pavilho industrialsa fechadas a cadeado, incluin-do a porta principal, tendo sidonecessrio arrombar, afirmouFilipe Coutinho, comandante emregime de substituio da corpo-rao da Trofa. Existia muitofumo, o incndio estava centrali-zado no primeiro armazm e aschamas saam pela porta princi-

    pal. No entanto foi fcil de domi-nar, enumerou. Para o local osBVT deslocaram 18 homensapoiados por seis viaturas parao combate s chamas. Havia in-dcios de o incndio ter sido ori-ginado pela queima de fios decobre. P.P.

  • www.onoticiasdatrofa.pt 17 de outubro de 20148Entrevista

    Os utentes da Santa Casa daMisericrdia da Trofa receberamuma visita dos militares da Sec-o de Programas Especiais doDestacamento Territorial daGuarda Nacional Republicana deSanto Tirso, que dinamizou umaao de sensibilizao sobre anova nota de dez euros, que en-trou em circulao no dia 23 desetembro.

    Alm de explicar as trs for-mas de verificar a autenticidadeda nova nota de dez euros to-car, observar e inclinar -, os mili-tares informaram os seniores, docentro de dia desta instituio,dos cuidados a ter para no se-rem burlados ou assaltados. Achave est em no dar muita in-formao a estranhos, nem mos-trar que est sozinho. P.P.

    A sede da Associao Cultural e Recreativa da Abelheira(ACRABE) vai ser palco de uma defolhada moda antiga, no pr-ximo sbado, 18 de outubro.

    A iniciativa, promovida ACRABE, tem incio s 21 horas e contacom a participao de um grupo de cantares tradicionais para revivervelhos tempos. H ainda lugar para desfrutar de bons petiscos ebons vinhos.

    Feliciano Castro est hum ano a gerir os destinos dafreguesia de Covelas. O pre-sidente da Junta, que cumpreo primeiro mandato poltico,est a canalizar as receitas decapital para o alargamentodo cemitrio. Mesmo assim,diz, ser necessrio o apoioda autarquia.

    O Notcias da Trofa (NT):Qual o balano que faz des-te 1. ano de mandato?

    Feliciano Castro (FC): Pos-so dizer que um balano, paraj, positivo. Depois daqueles pri-meiros meses de adaptao,com todo o movimento da Junta,temos conseguido ultrapassar asvrias situaes que vo surgin-do. Como costumo dizer, vamosindo devagar para chegar longe.Estamos em colaborao com aCmara, com quem temos tidoum bom relacionamento e vamosver o que depois, no futuro, nosreserva.

    NT: Quais os projetos quetem para a freguesia?

    FC: O prioritrio o arranjodo cemitrio e, embora no es-teja dependente de ns, o abas-tecimento de gua e o sanea-mento bsico so obras essen-

    Entrevista ao presidente da Junta de Freguesia de Covelas

    Projeto prioritrio em Covelas alargamento do cemitrio

    ciais para a freguesia. Estamosatentos e a contactar com a C-mara e com os intervenientespara ver se as coisas avanam omais rpido possvel.

    NT: Tem encontrado difi-

    culdades na gesto autrqui-ca?

    FC: Dificuldades no. H sem-pre alguns casos para resolver,mas com o dilogo com as pes-soas, temos conseguido ultra-passar as situaes que tm

    surgido.

    NT: Que pequenas obras eintervenes pretende fazer?

    FC: Neste momento, esta-mos a pavimentar um acessoenvolvente ao cemitrio, em pa-ralelo, numa extenso de 60metros, e s no est concludodevido ao tempo bastante mauque tem estado, com chuva. Hpequenas intervenes, nalgu-mas ruas, mas obras de poucamonta. Em termos de grandesobras no temos para j nadaplaneado para a freguesia.

    NT: Relativamente s re-as da Ao Social, Cultura,Desporto, Educao e Associ-ativismo, o que tem previstofazer?

    FC: Em termos de desportotemos o Grupo Desportivo deCovelas que est em atividadecom uma equipa de futsal mas-culino. Est previsto, para bre-ve, uma prova de atletismo emCovelas.

    Em termos do associativis-mo temos um grupo de caridadeque tem dado algum apoio a pes-soas carenciadas. Na Junta, te-mos correspondido a alguns pe-didos que nos tm aparecido,pessoas com dificuldades. Te-

    mos apoiado em gneros alimen-tares. A cultura uma rea queainda no tem grandes desenvol-vimentos e para j no temosnada agendado.

    Relativamente educaotemos estado em colaboraocom a Escola Bsica 1 deQuereldo. Temos dado o apoiocom o material para a escola eoutras solicitaes que me tmsido feitas pela diretora, em ter-mos de arranjos exteriores dejardins e pequenas reparaes.

    NT: Qual o valor do proto-colo de delegao de compe-tncias com a Cmara Muni-cipal da Trofa?

    FC: Temos um protocolo, emtermos de capital, a rondar os 75mil euros e, essencialmente, omesmo valor para as despesascorrentes.

    NT: Em que vai ser utiliza-da essa verba?

    FC: Nas despesas de capi-tal, estamos a canaliz-las paraobras de investimento, que ocaso de obras de ruas e cemit-rio, cujo alargamento vai custaruma verba elevada e, inclusiva-mente, iremos ter que contarcom apoio da Cmara Municipal.

    Desfolhada modaantiga na ACRABE

    GNR alerta seniorespara as novas notas de dez euros

    GNR alerta seniores para fraudes

    Feliciano Castro satisfeito com primeiro ano de mandato

  • www.onoticiasdatrofa.pt17 de outubro de 2014 Atualidade9

    Caixa de Sorrisos. Este o projeto que a delegao daTrofa da Cruz Vermelha Portuguesa vai inaugurar na tardede 20 de outubro, na sua sede.

    Vencedor da Misso Sorriso 2013, o projeto insere-se no mbi-to da Luta Contra a Fome e tem como objetivos o combate po-breza e a melhoria da dieta alimentar dos agregados sinalizados.

    Com isto, mil pessoas do concelho da Trofa sero contempla-das com um cabaz alimentar, composto por 18 bens alimentarespor pessoa, contendo produtos bsicos necessrios no dia a diacomo gua, azeite, arroz, leo, salsichas, atum, leite, entre ou-tros. Mas a ideia no acaba aqui. As famlias assinaladas comodetentoras do cabaz alimentar tero que previamente frequentaruma formao onde sero abordados temas como a confeo dereceitas saudveis e poupana, a cargo da Delegao. Economi-ze, divirta-se e sorria na cozinha o tema do livro de receitascriado especialmente pelo projeto, para os participantes poderemconfecionar nas suas casas, as refeies.

    Salientamos que este projeto visa mudar hbitos e dar novaconscincia aos agregados sinalizados de forma prtica, no pas-sando por uma simples entrega de bens alimentares, pelo queconsideramos ser uma mais-valia e inovao, avana a Delega-o, em comunicado.

    A direo da Delegao considera que este projeto uma mais-valia para o concelho, permitindo dar mais conscincia sobrehbitos alimentares e de poupana s famlias, bem como ajudara suprir as suas necessidades bsicas.

    Patrcia Pereira

    De forma a prestar uma l-tima homenagem a Jos Reis,a famlia organizou uma ex-posio com os seus traba-lhos, que esto expostos noAquaplace.

    Pressentindo que a sadelhe estava a faltar e j bastantedebilitado, concordou fazer estamostra do seu trabalho. E assimchegamos a esta homenagem aoartista de alma pura. A emooe a saudade estiveram presen-tes na inaugurao da mostra depintura Jos Reis - Retrospetiva2014, preparada pelos familiarespara homenagear o pintor.

    Warwickshire Choristers onome do coro ingls que os Me-ninos Cantores do Municpio daTrofa acolhem no dia 25 de outu-bro.

    Num concerto conjunto, osdois coros vo poder mostrar al-gum do seu reportrio, na IgrejaMatriz de Santiago de Bougado,s 21 horas.

    Composto por rapazes, dosoito aos 14 anos, o WarwickshireChoristers tem a direo deGarry Jones e conta j com umvasto reportrio.

    Temas como Morning HymnThe Sound of Music, In

    O SMED Museu, em S. Mamede co Coronado, vai receber noprximo sbado, 18 de outubro, a banda Black n White. Oespetculo est previsto para as 23 horas.

    Meninos Cantoresrecebem coro ingls

    memorian, Les Choristes Bru-no Coulais; Ipsa Te Cogat,Orlando di Lasso; Ave-maria,

    Josquin des Prez, fazem partedo programa do coro ingls.

    Exposio homenageiaautor Jos Reis

    A irm, Helena Reis, contouque Jos Reis nunca fez ques-to de divulgar os seus trabalhos,uma vez que estava sempre in-satisfeito com os resultados ob-tidos tendo deixado muitasobras inacabadas.

    A inaugurao, que decorreuno dia 11 de outubro, contou comum momento musical ao som dovioloncelo. A mostra vai estarpatente na Academia Municipalda Trofa Aquaplace at ao dia25 de outubro.

    Para Helena Reis, esta expo-sio j deveria de ter sido fei-ta, porque h muitos anos queele (Jos Reis) pinta, esculpe efaz ensaios em diversos materi-ais. S que, como era um eter-

    no insatisfeito, nunca estava sa-tisfeito com o que fazia e faltavasempre alguma coisa. Pressen-tindo a doena, o autor assen-tiu fazer a mostra e estava con-vencido que ainda ia assistir exposio, mas no deu, a do-ena foi muito rpida e levou-omuito rpido.

    Mas era a homenagem quelhe podamos fazer. Uma home-nagem merecida pela pessoae artista que era. No poda-mos passar sem prestar estahomenagem singela, para que,pelo menos os amigos, tomas-sem conhecimento daquilo queo Z era capaz de fazer, men-cionou.

    BlacknWhitenoSMEDMuseu

    CruzVermelhalananovoprojeto

    Mostra vai estar patente at ao dia 25 de outubro

  • www.onoticiasdatrofa.pt 17 de outubro de 201410Atualidade

    Patrcia Pereira

    Depois de vencer o Cam-peonato Nacional das Profis-ses, na rea da Eletromec-nica Industrial, Carlos Fariarepresentou Portugal no Cam-peonato Europeu, que se re-alizou na cidade francesa deLille, de 2 a 4 de outubro.

    Subir ao pdio por Portugal a melhor sensao que exis-te. Carlos Faria, de 18 anos,conquistou o 3. lugar no Cam-peonato Europeu das Profis-ses, na rea da EletromecnicaIndustrial.

    O jovem, residente emAlvarelhos, referiu que depois debem interpretada e analisada, aprova era bastante simples e

    Trofense foi bronze no Campeonato Europeufcil de pr em prtica. Divididaem trs partes, a primeira pro-va consistia em fazer o circuitoeltrico de uma mquina, a se-gunda na montagem do equipa-mento, disposio do material,montagem e eletrificao do qua-dro eltrico e a terceira e ltimaprova passava pela programaoda mquina, em que os partici-pantes tinham que dar vida mquina e coloc-la a trabalhar.Enquanto a primeira prova sconhecem no dia, as restantespartes so fornecidas com trsmeses de antecedncia.

    Para Carlos Faria o campeo-nato correu bastante bem, me-lhor do que o esperado, pois napreparao da prova andava umpouco em baixo e desmotivado,porque comeou a trabalhar

    com um novo software. Foi tudonovo para mim e a dimenso docampeonato assustou-me umpouco. Mas com a ajuda do meuprofessor, Adelino Santos, e daminha famlia consegui superaraquele medo e receio e felizmen-te conseguimos obter um bomlugar neste que foi o meu primei-ro Campeonato Europeu de Pro-fisses, declarou.

    O jovem trofense sentiu umaenorme alegria por ter colocadoPortugal no pdio, pois demons-tra que o seu esforo e empe-nho foram reconhecidos e isso o melhor que pode acontecer.Tambm estou feliz porque seique no desiludi Portugal nem aspessoas que sempre me apoia-ram e me deram fora para se-guir em frente. Subir ao pdio

    mostrou-me que, com fora ededicao, tudo possvel mes-mo que pensemos que no emostrou-me para nunca desistirdos meus objetivos, completou.

    Carlos garante que sincera-mente no estava espera des-te resultado, uma vez que tudoaquilo que estava a fazer era ab-solutamente novo e por ser umcampeonato europeu a dimen-so era bastante diferente, mui-to maior, mais concorrentes,mais stress e mais receio de fa-lhar, tendo contado com oapoio do professor que estevesempre ao seu lado para o aju-dar a seguir em frente e a dar oseu melhor. Esta experincia foiimportante, porque conheci no-vas culturas, novos costumes,novos amigos e novas formas de

    trabalho, pois, como existemmais pases em prova, podemosadquirir novas tcnicas e formasde trabalho, referiu, adiantandoque em comparao com outrospases, a nvel de formao Por-tugal tem um excelente ensinoe aposta nos jovens para estasiniciativas.

    Neste momento, o jovemest apenas focado no Campe-onato do Mundo das Profisses- Worldskills International, quedecorre em agosto de 2015, emSo Paulo, no Brasil. J estoua comear a minha preparaopara esse campeonato, depoisirei trabalhar na minha rea que eletromecnica e continuarei aaprofundar os meus conhecidosnesta rea, concluiu.

    Ctia Veloso

    O empresrio Jos Manu-el Fernandes lanou o livroCaminhos do Exportador -Estratgias de Internacionali-zao, na Associao Em-presarial de Portugal.

    A experincia de 36 anos deJos Manuel Fernandes no mun-do empresarial fazem do grupoFrezite um dos mais conceitua-dos na rea da metalomecnica,a ponto de, a nvel tecnolgico,dar lies a potncias como aAlemanha. O empresrio noquis guardar para si o know-howque adquiriu ao longo das dca-das e transferiu-o para um livro,que serve de manual de boasprticas para quem se quer aven-turar nos mercados externos.Caminhos do Exportador Es-tratgias de Internacionalizao um livro acessvel nada dese parecer com calhamaoscom termos tcnicos quaseindecifrveis e com um cunhoautobiogrfico, no qual Jos Ma-nuel Fernandes revela a impor-tncia da virtude do erro paraalcanar o sucesso. Os contra-tempos vividos na experinciacomo empresrio so documen-tados como alerta para que osempreendedores emergentes osconsigam driblar e chegar aosresultados positivos mais rapida-mente.

    Sem deixar de lado os mo-delos tericos, Jos Manuel

    Jos Manuel Fernandes apresentalivro sobre internacionalizao

    Fernandes privilegia a prtica ed dicas a quem quer instalar umnegcio no estrangeiro ou entoexportar, referindo-se a proces-sos como licenciamentos,franchising e escolha de parcei-ros.

    Este tratamento dado porJos Manuel Fernandes ao temafoi elogiado pelos oradores dasesso de lanamento do livro,que decorreu no Porto, na Asso-ciao Empresarial de Portugal,em Lea da Palmeira, na quar-ta-feira. No dia anterior, a obrafoi apresentada em Lisboa.

    Jos Antnio Barros, vice-pre-sidente da Confederao da In-dstria Portuguesa, salientou aimportncia que o autor d vir-tude do erro. As histrias con-tadas podem estar na base dosucesso ou insucesso, subli-nhou.

    Lus Mira Amaral, autor doprefcio, recuou aos tempos emque foi ministro (de 1985 a 1995)para referir que na altura, em quese falava da Frezite, MquinasPinheiro e MIDA, j sabia qualdelas ia vingar. As duas ltimasfaliram e constam no livro comoexemplo da falta de matrizes degesto de risco, comportamen-to que, diz, se v vulgarmentenas PME (Pequenas e MdiasEmpresas).

    O antigo governante conside-ra que a capacidade de a Frezitedar lies de tecnologia no mer-cado alemo uma marca dereferncia, que se explica pelo

    ADN do Grupo.A ideia de fazer o livro surgiu

    quase como um dever cvico queemergiu numa altura de crise.Percebi que devamos transferirconhecimento para a sociedadee para as empresas, num mo-mento em que o pas tanto ne-cessita de crescimento econ-mico.

    Atravs da obra, Jos Manu-el Fernandes defende que asempresas tm de estar alturados desafios de uma sociedadecada vez mais economicista,sendo capazes de traar novosperfis organizacionais para obtersustentabilidade em novos mer-cados.

    O empresrio chega mesmoa lanar um nmero para as ex-portaes, com vista recupe-rao econmica do pas. Nes-te momento, Portugal tem uma

    componente de exportaes de40 por cento sobre o PIB (Pro-duto Interno Bruto), mas dentrode uma dcada tem que estarcom exportaes acima dos 60por cento, afirmou. O livro - quepode fazer parte de uma coleode trs obras - o seu contributopara alcanar esse desgnio.

    Por outro lado, lana o reptoao Governo: O Governo tem queter essa perceo, ativar polti-cas econmicas, com incentivospara as empresas para, primei-ramente, mudarem o paradigmade mercados, ou seja, tudo o queestava virado para o mercadonacional se tm produto, servioe valor para ir para os mercadosexternos, devem-no fazer, rapida-mente. Depois, o aparecimentode novas empresas com carac-tersticas de serem empresascom forte base de conhecimen-

    to tm que nascer do convvio doque de melhor se faz l fora.

    Jos Manuel Fernandes de-fende tambm que as empresasexportadoras ou com inteno deentrar nos mercados externosdevem rejuvenescer a estruturados recursos humanos, nos de-partamentos de comrcio inter-nacional e afins, mesmo que issosignifique sobredimension-los.As empresas tm de ter pesso-as de reserva e essa aposta temque ser nos jovens. As nossasuniversidades esto a formargente com muita qualidade ecom capacidade de fazer maisque os mais velhos em termosde sacrifcio, como viagens paraoutros mercados. Esses recur-sos humanos so uma bnodentro de uma organizao,concluiu.

    Oradores elogiaram abordagem feita por Jos Manuel Fernandes

  • www.onoticiasdatrofa.pt17 de outubro de 2014 Atualidade11

    Patrcia Pereira

    Velharias, artesanato e bi-juteria foram alguns dos pro-dutos que estiveram vendano Largo da Feira Nova, emS. Mamede, na primeira edi-o da Feira de Artesanato eVelharias do Coronado, nodia 12 de outubro.

    Panelas, ferro, ferramentas,campanhas e outras velhariasatraam a comunidade a visitar ostand de Diamantino Santos, omais concorrido da Feira de Arte-sanato e Velharias do Coronado.

    O mamedense decidiu parti-cipar nesta Feira porque gostadestas coisas de velharias eaproveitou a oportunidade devender as peas que foi adquirin-do quando ia s feiras. Achavagraa a este material antigo por-que sou descendente de casaagrcola, completou.

    Diamantino Santos explicouque o seu stand o mais concor-rido, porque no h muitas coi-sas deste gnero expostas ou venda na feira. Talvez por issoconsidera que a realizao des-

    Ctia VelosoPatrcia Pereira

    Grupo Sons e Cantares doAve apresentou o ltimo tra-balho editado ao pblico. CDrene 13 canes populares,que fazem parte do extensorepertrio do conjunto musi-cal.

    Foi com o lanamento de umCD que o grupo Sons e Canta-res do Ave assinalou uma dca-da de existncia. Este o se-gundo trabalho editado o pri-meiro foi em 2008 -, no qual po-dem ser ouvidas 13 canes. Asesso decorreu na Casa doFutebol Clube do Porto da Trofa,em S. Martinho de Bougado, nosbado, 11 de outubro, e serviupara comemorar dez anos depromoo da msica do Douro eMinho de Portugal.

    Dado que o conjunto musicaltem um repertrio de mais de50 msicas, a escolha dos te-mas foi feita de forma democr-

    Feira para ajudar coronadensesa ganhar dinheiro extra

    ta iniciativa boa, porque amalta comea a dar valor a algu-mas coisas antigas que aindaexistem para no ir para a suca-ta. Neste caso faz-se umas fei-ras, a gente diverte-se um boca-do, conversa e conhece amigos,assegura.

    J as cunhadas Rita Dias eFernanda Dias dividem o standcom peas nicas de artesana-to. Enquanto Rita tem disposi-

    o velas, caixas e sabonetespintados mo, Fernandaaposta no crochet, com aventais,toalhas, panos da loia e sacasde po. Por estarem desempre-gadas e considerem a iniciativauma boa oportunidade, as co-ronadenses decidiram participarpara ver se conseguem ganharalgum dinheiro. Para as cunha-das, a realizao desta feira muito importante para as aju-

    dar, pois a vida est muito m.Para Rita Dias esta uma es-treia nestas mostras, mas, comoest a gostar, espera continu-ar mais.

    A Feira de Artesanato e Gas-tronomia uma organizao daJunta de Freguesia do Coronado,que a vai promover ao segundodomingo de cada ms, entre as10 e as 17 horas, no Largo deFeira Nova, em S. Mamede. Se-

    gundo o presidente Jos Ferreira,esta mostra o resultado dassucessivas iniciativas que a Jun-ta vai tendo de artesanato, ten-do o executivo chegado con-cluso que h muita gente quefaz artesanato, expe e vende.Juntamente com o Gabinete deInsero Profissional surgiu aideia de criarmos uma feira develharias e artesanato, com oobjetivo social de permitir aosdesempregados terem a possi-bilidade de ganharem algum di-nheiro com a venda do seu arte-sanato e velharias, explicou.

    Apesar da iniciativa estarsempre condicionada ao tempopor ser ao ar livre, Jos Ferreiradenotou que a primeira ediocorreu bem e a receo foi bem-sucedida, tendo recebido mui-tas inscries. Estando o espa-o lotado, a lista de espera jcomea a aglomerar-se e servi-r para colmatar sempre quehaja uma desistncia. Por essarazo, a Junta de Freguesia con-tinua a aceitar inscries paraparticipar na Feira de Artesana-to e Velharias. A prxima edio no dia 9 de novembro.

    CD assinala uma dcada de Sons e Cantares do Ave

    tica. Segundo Erclia Arajo, umadas trs mulheres do grupo, to-dos os elementos participaramnuma votao para escolher ostemas favoritos. O CD pode seradquirido junto de cada um dosmsicos.

    Por sua vez, a concertistaDelfina Oliveira considera que

    um trabalho muito bem conse-guido e representa tudo o queos Sons e Cantares do Ave fa-zem, tanto na recolha de msi-cas como pelas performancesem cima do palco.

    A sesso de lanamento doCD contou com muitos amigose seguidores fiis do conjunto

    trofense. A noite tambm foiabrilhantada pelos elementos daescola da Banda de Msica daTrofa. J pude constatar que te-nho aqui muita gente que nos temvindo a acompanhar ao longo dosespetculos que fazemos, nos na Trofa, como noutras zonasdo pas. Para ns, gratificante

    ver essas pessoas aqui, sinalque gostam da nossa msica enos acarinham de uma forma quenos fazem sentir privilegiados,sublinhou Erclia Arajo.

    Alm da boa disposio quetransmitem em cada espe-tculo, h um aspeto que nopode deixar de existir, sob penade o sucesso acabar: a amiza-de. Conseguimos ter um am-biente de proximidade mui-to grande e isso contribui paraque o grupo se possa manterpor muitos mais anos, afianouDelfina Oliveira.

    Foi em outubro de 2004 queum grupo de oito pessoas, daTrofa e Vila Nova de Famalico,decidiu juntar-se para promovera cultura do Douro e Minho atra-vs da msica. Nascia assim ogrupo Sons e Cantares do Ave.O desejo , pois, que o caminhocontinue a ser trilhado com su-cesso. Erclia di-lo, em plenospulmes e de corao cheio: Evenham mais dez.

    Sons e Cantares do Ave assinalam aniversrio com lanamento de CD

    Velharias atraam a curiosidade da comunidade

  • www.onoticiasdatrofa.pt 17 de outubro de 201412 Regio

    Cmara Municipal pe emvigor medidas de incentivo natalidade.

    A dispensa para consultapr-natal, a falta para assistn-cia aos filhos e a familiares, aopo de trabalho a tempo par-cial ou com horrio flexvel paratrabalhadores com filhos meno-res de doze anos. Estas so asmedidas de incentivo natalida-de que constam no AcordoColetivo de Empregador Pblico(ACEP), aprovado pela CmaraMunicipal de Famalico, no dia16 de outubro, num novo modelode gesto que acompanha asnecessidades dos cidados.

    Profissionais mais empenha-dos, mais rigorosos e mais dispo-nveis so as exigncias do do-cumento que prev ainda um con-junto de medidas de apoio fam-lia, a proteo e valorizao pro-fissional e a fixao de um horrionormal de trabalho de 35 horas.

    O municpio passa a darmais aos seus colaboradores,mas tambm passa a exigirmais, afirma o presidente daautarquia famalicense, PauloCunha, acrescentando: No final,queremos que o saldo desta

    A revoluo digital veio paraficar? E o jornalismo de hoje,quem est disposto a pag-lo?A literatura e a reportagem tmlugar mesma mesa? Estasso as questes que vo ser res-pondidas durante dois dias, naprimeira edio do Festival NovoJornalismo, que a Cmara Muni-cipal organiza, nos dias 24 e 25de outubro, na Fbrica de SantoThyrso.

    Carlos Magno, Francisco Jo-s Viegas, Paulo Pena, David Di-nis, Joaquim Vieira, entre outros,so convidados a debater temascomo o futuro dos media, da es-

    Festival Novo Jornalismo em Santo Tirsocrita de no-fico e de tica edeontologia nos tempos daInternet.

    Acolhido pela Fbrica de San-to Thyrso, este ser a estreia deum evento que quer ser refern-cia a nvel nacional e cujos temasvo marcar, seguramente, aatualidade durante muitos anos.

    Em destaque, nesta primeiraedio da iniciativa, est a ses-so de abertura com JoaquimFurtado, figura incontornvel dopanorama jornalstico portugus,profissional de rdio e televiso,tendo sido diretor-coordenadordas reas de Informao e Pro-

    gramao da RTP e autor dasrie documental A Guerra, so-bre a guerra colonial portuguesa.

    O pblico alvo, jovens, desti-natrios naturais de um eventocom estas particularidades, tera oportunidade de contactardiretamente com os profissionaisda rea da comunicao, atra-vs de visitas s escolas do con-celho. O Festival Novo Jornalis-mo est inserido num conjuntode iniciativas que a Cmara Mu-nicipal de Santo Tirso quercolocar no terreno, de mbitocultural, potenciando a discussodos mais variados temas, escla-rece o presidente da autarquia,Joaquim Couto.

    O executivo tirsense realouque envolver a comunidade es-colar uma forma de garantir lei-tores mais exigentes, bem comocidados informados e com esp-rito crtico, por isso, o FestivalNovo Jornalismo pretende no sdebater os assuntos relacionadoscom o jornalismo puro mas tam-bm com a literatura, sendo umaexcelente maneira de estimularo setor da arte e das letras.

    Famalico cria medidas de apoio natalidadeequao, que resulta da relaoequilibrada entre Cmara Muni-cipal e os seus trabalhadores,seja um claro benefcio para osfamalicenses, queremos que osmuncipes sintam os seus inte-resses protegidos.

    O presidente da autarquiaconsidera ainda que a relaoque quer manter com os nossoscolaboradores decisiva para osucesso das atividades que tmde desenvolver no sentido decorresponder s expectativasdos famalicenses.

    O acordo ser submetido aprovao do Secretrio de Es-tado da Administrao Pblica,e surge no seguimento de nego-ciaes desenvolvidas entre aCmara Municipal e os sindica-tos representativos dos trabalha-dores do municpio.

    A implementao do docu-mento prende-se com as cres-centes competncias atribudasaos municpios, nomeadamenteem matrias que estavam sob aalada da Administrao Centrale pelo crescente grau de exign-cia no rigor da gesto da coisapblica onde fundamentalotimizar os recursos existentes.

    Esta proposta, distingue-se

    de muitas outras atravs da con-templao de um conjunto dedireitos e regalias aos trabalha-dores para o exerccio da paren-talidade, aos trabalhadores comresponsabilidades familiares e naproteo da famlia, como porexemplo a licena para acompa-nhamento do cnjuge colocadono estrangeiro ou at a fixaodo horrio de trabalho idntico,quando existem trabalhadores do

    municpio pertencentes ao mes-mo agregado familiar.

    Um dos conceitos do docu-mento ser a adaptabilidade doperodo normal de trabalho, paraque possa ser definido de acor-do com as necessidades dosservios. No caso de eventos ouatividades municipais, o aumen-to do perodo normal de trabalhotem como limite duas horas di-rias, podendo atingir no limite

    mximo as 45 horas semanais,a realizar em mdia num pero-do de dois meses. Salvo algu-mas excees, como a trabalha-dora grvida, purpera ou lactan-te, todos os trabalhadores ficamobrigados prestao de tra-balho suplementar.

    O ACEP dispe ainda de umconjunto de normas que regula,entre outras matrias, a mobili-dade funcional e geogrfica, tan-to no interesse do trabalhadorcomo do servio. Prev-se a pos-sibilidade de concesso de licen-as sem remunerao de diver-sa durao que podero servirpara a valorizao profissionaldos trabalhadores, propondo for-mas de apoio para formao pro-fissional e acadmica, nomeada-mente atravs do estabelecimen-to de horrios adaptveis e flex-veis. Regula tambm as ques-tes de segurana, higiene esade no trabalho.

    Pretende-se regular a rela-o dos trabalhadores com omunicpio. Existe um conjuntode matrias que no eram cla-ras e a partir de agora, as pes-soas sabem quais so as regras,sabem com o que podem con-tar, destaca Paulo Cunha.

    Autarca quer regular a relao dos trabalhadores com municpio

    O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, vai estar presenteem Famalico, na inaugurao do Espao Famalico Made IN,um gabinete de apoio ao empreendedor, na segunda-feira, 20 deoutubro, s 18.30 horas.

    Criado pelo municpio de Vila Nova de Famalico, o espaovisa prestar atendimento aos empresrios e que tem como objetivosatrair investimento para o concelho, apoiar os investidores e esti-mular o empreendedorismo.

    O Espao Famalico Made IN um projeto ambicioso da C-mara Municipal e surge na sequncia de outras aes desenvolvi-das pelo municpio para valorizar e promover a gentica empreen-dedora de Famalico e atrair novos investimentos para o conce-lho.

    INcubar, INvestir e INcentivar so as reas de interveno a quese prope este projeto, apoiando, informando e encaminhando quemdeseja criar o seu prprio negcio.

    um espao que ir permitir concretizar a estratgia que ainiciativa Famalico Made IN pretende cumprir, ou seja, o desen-volvimento econmico do concelho e a sua consolidao enquan-to terceiro municpio mais exportador do pas, l-se em comuni-cado.

    Ainda antes, integrado na jornado do roteiro Famalixo MadeIN, o primeiro ministro vai participar numa visita empresa Salsa,em Ribeiro, notvel pelo seu esprito de iniciativa, pioneira nodesenvolvimento de solues inovadoras e produtos diferenciados.A marca, conhecida especialmente pelos jeans, comemora esteano o seu 20. aniversrio, estando presente em 250 postos devenda, contando ainda com 2000 clientes multimarca em 35 pa-ses diferentes.

    Pedro PassosCoelhoemFamalico

  • www.onoticiasdatrofa.pt17 de outubro de 2014 Solidariedade13

    Patrcia Pereira

    A chuva no demoveu asmais de mil pessoas de com-parecerem junto Capela deBairros para participarem nasegunda edio da Caminha-da Solidria Odlo, que se re-alizou no domingo, 12 de ou-tubro.

    Munidos de guarda-chuvas ede capas, os participantes parti-ciparam nos exerccios de aque-cimento e iniciaram um percur-so de cinco quilmetros, que ti-nha como principais pontos depassagem a Azenha do Portela,Ponte Romana e Igreja Matriz deSantiago de Bougado.

    A primeira paragem foi naAzenha do Portela, onde foi feitauma breve explicao sobre a

    Angariados cerca de seis mil eurospara associaes de solidariedade

    mesma, o que tambm aconte-ceu com a Igreja Matriz de San-tiago de Bougado.

    Alm de pertencer Confe-rncia Vicentina, Maria OtliaFerreira participou na iniciativaporque gosta e por ser umaforma de angariar dinheiro paraa Conferncia. A chuva noassustou porque era pouca emesmo que fosse muita no iadesistir, se no o evento tambmno acontecia.

    Tambm Bruno Areal partici-pou na caminhada para contri-buir de uma forma solidria coma causa. Apesar de estar umbocado receoso por causa dachuva, a atividade acabou porcorrer bem.

    A 2. edio da caminhadasolidria foi promovida pela em-presa Odlo Portugal, que, saben-

    do que havia algumas carnci-as ao nvel das instituies desolidariedade, decidiu fazer estaatividade para angariar fundospara as vrias instituies. Noato da inscrio, as cerca de1400 pessoas podiam escolhera quem dar o donativo, entre osVicentinos de Alvarelhos, S.Mamede, S. Martinho e Santia-go ou a APPACDM. Dos cercade seis mil euros angariados, aAPPACDM da Trofa foi a quemais recebeu, porque est apassar por bastantes carnciase, por isso, focaram todo ocontributo para esta instituio,segundo contou o responsvel daempresa Jlio Paiva.

    O responsvel da empresa,que acompanhou o percurso, afir-mou que recebeu por parte dosparticipantes um feedback mui-

    to positivo. As pessoas j es-to habituadas. interessantever o espirito de solidariedadecom que esto e a alegria comque participam nesta atividade.J o ano passado foi igual e com agrado que vejo que isto jfaz parte j colocam na agendapara participarem na caminha-da, referiu.

    A Odlo Portugal j est a pre-parar para o dia 14 de dezembroo jantar de Natal, em que as ver-bas angariadas revertem a favordos Vicentinos. J a prximaedio da caminhada estmarcada para o dia 27 de setem-bro de 2015 e vai decorrer em S.Mamede do Coronado. Veja aFotogaleria em facebook.com/onoticiasdatrofa.

  • www.onoticiasdatrofa.pt 17 de outubro de 201414 Desporto

    Ctia Veloso

    Casos polmicos que mar-caram vitria do Feirense nocampo do Trofense motiva-ram pedido de reunio dosdirigentes da trofa com Con-selho de Arbitragem.

    Os dirigentes do ClubeDesportivo Trofense j reuniramcom o responsvel pelas nome-aes dos delegados da Liga deClubes, para expor situaesque ocorreram no jogo da equi-pa com o Feirense, no domingo,12 de outubro. Mas as dilignci-as no param por aqui. Os res-ponsveis do emblema tambmvo pedir uma reunio ao Con-selho de Arbitragem da Federa-o Portuguesa de Futebol nos para falar das decises pol-micas do rbitro Lus Ferreira, noltimo jogo, como tambm paraexpor os erros continuados nojulgamento dos lances, que con-sideram uma tendncia durantea presente poca.

    Recorde-se que, no domingo,aps o jogo do Trofense, que foi

    CD TrofenseJuniores

    2. Diviso Nacional srie ATrofense 2-2 Vizela

    (6. lugar, 11 pontos)Prxima jornada18/10 s 15 horas

    Fafe-Trofense

    Juvenis A1. Diviso Distrital srie 2

    Paredes 1-0 Trofense(4. lugar, 9 pontos)Prxima jornada18/10 s 15 horasTrofense-Rio Tinto

    Juvenis B2. Diviso Distrital srie 4Vilar Pinheiro 1-4 Trofense

    (1. lugar, 6 pontos)Prxima jornada19/10 s 9 horas

    Trofense-guas Santas

    Iniciados A1. Diviso Distrital srie 2

    Trofense 12-0 Marco 09(4. lugar, 9 pontos)Prxima jornada19/10 s 10 horas

    Aliados FC Gandra-Trofense

    Iniciados B2. Diviso Distrital srie 7

    Roriz 1-7 Trofense(8. lugar, 3 pontos)Prxima jornada19/10 s 11 horas

    Trofense-Bougadense

    Infantis 111. Diviso Distrital srie 1Valadares Gaia 0-0 Trofense

    (7. lugar, 7 pontos)Prxima jornada

    18/10 s 13.15 horasTrofense-Colgio Ermesinde

    AC BougadenseJuniores

    2. Diviso Distrital srie 4Carvalhosa 3-0 Bougadense

    (12. lugar, 0 pontos)Prxima jornada19/10 s 9 horas

    Bougadense-Lees Seroa

    Juvenis B2. Diviso Distrital srie 4

    Bougadense 4-1 H. Gonalves B(5. lugar, 4 pontos)Prxima jornada19/10 s 10 horas

    Macieira da Maia-Bougadense

    Iniciados B2. Diviso Distrital srie 7Bougadense 3-2 Ermesinde

    (7. lugar, 3 pontos)Prxima jornada19/10 s 11 horas

    Trofense-Bougadense

    FC S. RomoJuniores

    2. Diviso Distrital srie 3S. Romo 0-12 Rio Tinto

    (14. lugar, 0 pontos)Prxima jornada18/10 s 15 horas

    S. Pedro Fins-S. Romo

    Trofense pede reunio comConselho de Arbitragem apsincidncias no jogo com o Feirense

    derrotado pelo Feirense por 0-3,o gerente da Sociedade Despor-tiva Unipessoal por Quotas(SDUQ) do clube, Nuno Lima,apareceu na conferncia de im-prensa para manifestar descon-tentamento e alguma revoltapelas incidncias da partida. Otrabalho do rbitro foi condicio-nado, afirmou, remetendo-separa um artigo que saiu num jor-nal desportivo que dava conta dodesagrado do Feirense pela no-meao de Lus Ferreira.

    Nuno Lima tambm no dei-xou de apontar o dedo ao dele-gado da Liga, referindo-se a si-tuaes que no se resumemao que aconteceu dentro dasquatro linhas.

    A vitria do adversrio no foicolocada em causa, Nuno Limaenfatizou at que foi justa, noentanto, no deixou de frisar aocorrncia de lances capitais emprejuzo do Trofense, que nodignificam o futebol.

    Expulso e trs penltisA partida, que se realizou na

    Trofa, ficou marcada pela expul-

    so do ponta de lana do Trofen-se Brayan Riascos, aos 14 minu-tos, e por trs grandes penalida-des.

    O Feirense comeou a cons-truir a vitria aos 38 minutos, nasequncia de uma grande penali-dade a sancionar uma supostafalta de Tiago sobre JeffersonSantos. Fabinho converteu o cas-tigo mximo e deu vantagem equipa liderada por Pedro Miguel.

    Nesta altura, j o Trofensejogava com dez unidades, face expulso de Brayan Riascos,aos 14 minutos, por supostaagresso a um adversrio.

    Aos 71 minutos foi assinalarmais uma grande penalidade porLus Ferreira. O rbitro conside-rou que Costinha derrubou Cafe apontou para a marca de pe-nlti. Fabinho teve, novamente,a responsabilidade de convertero castigo mximo e no vacilou.

    Quatro minutos depois, novocaso: o rbitro marcou penltipor suposta mo na bola de PapaAlassante dentro da grande rea,mas terceira Fabinho falhou oalvo e atirou ao lado.

    J em tempo de descontos,Hlder Rodrigues fez o terceiropara o Feirense, num remate emarco e bem colocado, aps pas-se de Caf.

    Sem querer falar da equipa dearbitragem, o treinador PedroMiguel considerou que o Feiren-se foi a melhor equipa, mesmoquando jogou 11 contra 11. Apro-veitamos a superioridade numri-ca, fizemos os golos e gerimosmas podamos ter sido mais pr-ticos. Vitria justa da melhor equi-pa. O Trofense no nos criou, parte de uma bola por cima ago-ra, dificuldades, afianou.

    Com este resultado, a equi-pa da Trofa caiu para o ltimolugar, com sete pontos, os mes-mos que o adversrio.

    Taa de Portugaljoga-se no sbado

    O Trofense joga no sbadopara a Taa de Portugal no redu-to do Pedras Salgadas, equipaque milita na srie A do Campe-onato Nacional de Seniores. Apartida est marcada para as14.30 horas.

    Resultados CamadasJovens

  • www.onoticiasdatrofa.pt17 de outubro de 2014 Desporto 15

    Diana AzevedoCtia Veloso

    A ltima jornada teve umsabor amargo para a equipado S. Romo, que ao longodo jogo sempre respondeu sinvestidas do Desportivo dePortugal. Nos ltimos minutosde jogo, um deslize do guar-dio da casa ditou a derrota.

    As melhorias qualitativas nogrupo romanense so bem evi-dentes jogo aps jogo, sendoque a terceira jornada da srie 1da 2. diviso distrital foi bem dis-putada e com muito empenhodos jogadores de vermelho ebranco.

    A equipa comandada por ZManel comeou por ser a maisagressiva ofensivamente, no en-tanto o Desportivo de Portugalconseguiu manter uma estrutu-ra bem organizada e dificultar osavanos da casa.

    Os golos s surgiram depoisda meia-hora de jogo, com oDesportivo de Portugal a aprovei-tar a permeabilidade na defensi-va romanense, para Nuninho fa-zer o 0-1.

    O S. Romo tentou respon-der de imediato, mas ainda faltaeficcia na finalizao e tomada

    Um empate a um golo foi oresultado do jogo entre o Atlti-co Clube Bougadense e oPenamaior na srie 1 da 2. Divi-so da Associao de Futebol doPorto. A partida, realizada no s-bado, ficou marcada pelo autogo-lo de Dani no ltimo minuto, quefixou o empate. A formao co-mandada por Agostinho Lima es-tava quase a garantir o terceirotriunfo consecutivo, mas uma in-felicidade de Dani, que ao tentarcortar a bola bateu inadvertida-mente com a canela na bola, co-locando-a dentro da baliza.

    Caio foi o autor do golo doBougadense, numa jogada emque se destaca a assistncia deT Maia.

    Foi um jogo complicado, por-que era um campo pequeno e a

    Derrota amarga em casade deciso mais apropriada noltimo tero do campo. Aos 44minutos, um contra-ataque trou-xe perigo baliza defendida peloguardio forasteiro Bruno, masTeixeira falhou o remate final.

    O segundo tempo foi maisintenso, com mais golos e maisdinamismo por parte das duasformaes. O S.Romo subiumais no terreno e, aos 50 minu-tos, Renato igualou o marcador.

    Ferreira cometeu falta sobreuma progresso perigosa deNuninho dentro da rea, aos 75minutos, e nesta sequncia Vtorconverteu com xito a grandepenalidade.

    A resposta do S.Romo che-gou volvidos cinco minutos, comBerto a ganhar o 1x1 em frente baliza do adversrio e cabecearpara o golo.

    O 3-2 surgiu, aos 80 minutos,numa bola parada. Bocas fezuma excelente execuo namarcao do livre direto, envian-do a bola por cima da barreira,at embater no bordo interno datrave, sem hiptese de defesapara o guarda-redes da casa.

    A igualdade no marcador foireposta logo depois, tambmnuma bola parada. Desta vez foio romanense Carlos que espe-rou pela marcao do canto no

    segundo poste, onde facilmentedeu o toque final.

    Em cima dos 90 minutos,Nuninho avanou em direo baliza da casa. O guarda-redesBruno complicou uma defesa f-cil e permitiu assim que Nuninhobisasse.

    Os cinco minutos de prolon-gamento decididos pelo trio dearbitragem feminino foram osmais intensos de toda a partida,com o S. Romo a correr embusca de mais um golo, que per-mitisse pontuar nesta jornada.

    Para insatisfao da casa o api-to final surgiu a marcar a vitriado Desportivo de Portugal.

    O treinador do Desportivo dePortugal, Pedro Cunha, acreditaque a sua equipa dominou a par-tida do incio ao fim. Trabalha-mos muito para preparar estejogo, sabamos que neste cam-po espervamos um jogo muitodireto e assim foi, no entantoadequmo-nos bem e fomos umjusto vencedor, completou.

    Z Manel, tcnico romanen-se, estava orgulhoso na presta-

    o do seu grupo. Nota-se aevoluo na equipa, so duasjornadas consecutivas em queconseguimos recuperar seis ve-zes de estar a perder. Isto s possvel com uma equipa muitounida e concentrada no jogo,denotou.

    A evoluo da equipa doS.Romo deixa o treinador con-fiante num bom jogo no encon-tro com o Pasteleira no prximosbado e a acreditar numa vit-ria. O S. Romo est em 16.lugar, com um ponto.

    Autogolo no ltimo minutoempata Bougadense

    nossa equipa sentiu dificuldade.Teve de optar pelo futebol direto,mas portou-se muito bem, pelaatitude que teve, afirmou o trei-nador bougadense em declara-es ao NT.

    O tcnico considerou o resul-tado injusto, uma vez que noespelha o que os jogadores tra-balharam e as oportunidades quetiveram.

    O empate no vai esmorecera motivao dos atletas, consi-dera Agostinho Lima, que acre-dita que estes vo ter o mesmoempenho e atitude no prximojogo com o Sobreirense, que serealiza no domingo, no Parquede Jogos da Ribeira, em Santia-go de Bougado, s 15 horas.

    C.V.Equipa de Bougado somou um ponto no empate com o Penamaior

    S.Romo perdeu ponto nos ltimos minutos de jogo.

    arquivo

  • www.onoticiasdatrofa.pt 17 de outubro de 201416 Desporto

    Cerca de 1500 pessoasparticiparam na Marginal deVila do Conde Banco Bic, quese realizou no domingo, 12 deoutubro, e que tinha dois per-cursos escolha: cinco e dezquilmetros.

    Com a partida e chegada jun-to ao Forte de S. Joo, na Ave-nida do Brasil, o trofense RuiPedro Silva, do SL Benfica, cor-tou a meta em 1. lugar, com otempo de 30:42 minutos, segui-do de Paulo Gomes (CUABenaventense), com o tempo de30:43 minutos, e Hugo DanielSantos (Xistarca), com o tem-po de 31:53 minutos.

    No setor feminino, FilomenaCosta (ACD Jardim da Serra)

    O trofense Diogo Campos fezparte do trio que representou aseleo nacional em Markelo,Holanda, no Quad-Cross Euro-peu das Naes no fim de sema-na de 11 e 12 de outubro. A pres-tao lusa foi recheada de con-

    Com um triunfo por 5-4, dian-te do Biquinha, a equipa sniorda Associao Recreativa Juven-tude (ARJ) do Muro entrou como p direito no campeonato dasrie 1 da 1. Diviso distrital. Naprxima jornada, a formaomurense recebe o Barranha, s22 horas de sexta-feira (17 deoutubro), no pavilho da EscolaBsica e Secundria doCoronado e Covelas (EBSCC).

    Quem tambm entrou a ven-cer no campeonato, desta feitana 2. Diviso distrital, foi o Gru-po Desportivo de Covelas. A for-mao liderada por Nuno Moreirabateu o Novelense por 4-1 e naprxima ronda desloca-se ao re-duto do Silva Escura.

    A equipa snior feminina doFutebol Clube S. Romo tam-bm soma e segue. Venceu a 5.jornada diante do Santana, por0-2, e segue invicta na lideranado campeonato da 1. Divisodistrital, com 15 pontos, acom-

    Rui Pedro Silva vence Marginal de Vila do Condeficou em 1. lugar com o tempode 34:40 minutos. O pdio fi-cou completo com Doroteia Pei-xoto (Maratona Clube Portugal),com o tempo de 30:43 minutos,e Jssica Matos (SL Benfica)em 38:01 minutos.

    O atleta informou, atravs dasua pgina do Facebook, quevai participar, este domingo, naMaratona de S. Paulo, no Bra-sil, como teste para a Marato-na do Porto, que se realiza nodia 2 de novembro. TambmAntnio Neto, atleta da Trifitrofa,participou na prova de dez qui-lmetros, tendo-se classificadoem 11. lugar, em veteranos.

    P.P.

    Diogo Campos azarento na Holandatratempos, entre os quais que-das e avarias, que relegou a equi-pa das quinas para 9. lugar.

    O azar surgiu logo na primei-ra manga, quando Diogo Cam-pos seguia na 9. posio e foiabalroado por outro piloto. O tro-

    fense saiu maltratado do choque,mas mesmo com muitas doresnas costas prosseguiu a corridaterminando em 19.. Tambm naprimeira manga, o colega de equi-pa Joo Vale sofreu uma queda ecaiu do 7. para o 15. lugar.

    Na terceira manga, DiogoCampos regressou pista e so-mou nova contrariedade: o trin-gulo da suspenso de uma dasrodas dianteiras partiu, atrasan-do-o na tabela classificativa (22.lugar). Pedro Silva ficou em 20.

    lugar na segunda manga e termi-nou a estreia no Europeu dasNaes no 14. posto. Joo Valeclassificou-se em 16. na segun-da manga, onde a meio teve demoderar a velocidade devido aum furo num pneu dianteiro. C.V.

    Futsal

    Seniores do Muro entrama vencer no campeonato da 1. Diviso

    panhada pelas guias de SantaMarta. No sbado, pelas 21 ho-ras, no pavilho da EBSCC, aequipa romanense recebe aJuventus Triana. Na formao, aequipa jnior da ARJ Muro per-deu na 4. jornada e, pela primei-ra vez, do campeonato da srie 2

    da 2. Diviso. O carrasco foi oCSRDC Santiago, que triunfou por2-1. Na prxima jornada, o adver-srio o Gondomar Futsal, numapartida marcada para as 18 ho-ras de sbado.

    A equipa jnior feminina doFC S. Romo perdeu por 0-9

    com a Escola DC Gondomar, na4. ronda do campeonato distritaldo escalo e ainda no pontuouesta poca. Os RestauradoresAvintenses, que lideram invictos,so o prximo adversrio.

    Na 2. jornada do campeona-to da srie 2 da 2. Diviso distri-

    tal de juvenis, a Associao Des-portiva e Recreativa do Coronadovenceu o Desportivo das Aves por2-1 e somou os primeiros pon-tos da temporada. J o CentroRecreativo de Bougado estreou-se com um empate a duas bo-las com a Casa do Futebol doPorto de Rio Tinto. Este fim desemana, a formao do Corona-do desloca-se ao terreno da Or-dem, enquanto o CR Bougadoviaja ao reduto do AD Penafiel.

    Na ronda inaugural da 1. Di-viso distrital, a equipa infantil doCR Bougado foi goleada peloGDC Cohaemato. No sbado, s18 horas, a formao recebe, nopavilho em Cidai, Santiago deBougado, a Acadmica de Lea.

    Em benjamins, na srie 3 docampeonato distrital, o FC S.Romo triunfou diante doGondomar por 1-3, somandoseis pontos. No domingo, s 11horas, a equipa recebe a Ordem.

    C.V.

    Murenses estrearam-se no campeonato com vitria diante do Biquinha

    Rui Pedro Silva cortou a meta depois de 30 minutos e 42 segundos a correr

    Atletismo

    Quad-cross

  • www.onoticiasdatrofa.pt17 de outubro de 2014 Desporto 17

    Mais de 20 atletas de clubes trofenses participaram no Grande Prmio de Atle-tismo do Mozinho, em Oldres, Penafiel, no dia 12 de outubro (domingo).

    Entre as diferentes categorias, destaque para Andreia Rodrigues do Ginsio daTrofa (1. lugar juniores) e Alice Oliveira do Bougadense (1. lugar iniciados femini-nos).

    Nos infantis, Filipa S e Jos Silva, do Ginsio da Trofa, conquistaram o 3. e 2.lugar, respetivamente. J Elsa Maia (3. lugar feminino) e Joo Ferreira (2. lugarmasculino), da mesma instituio, completaram o pdio dos juniores. Houve aindalugar de honra para Tiago Silva que representou o Ginsio da Trofa nos juvenis,ficando em 2. lugar.

    A prestao do Bougadense no ficou atrs e Rui Rocha ganhou lugar no pdiona categoria de iniciados masculinos (3. lugar) enquanto que, em juvenis, AnaSilva e Sofia Maia ficaram em 5. e 6. lugar. Da mesma categoria, em masculinos,Fbio Rodrigues alcanou o 5. lugar. Coletivamente, nos escales jovens, oBougadense ficou em 4. lugar, entre as 29 equipas classificadas.

    Dos restantes classificados, entre o Ginsio da Trofa e o Bougadense, todos osatletas ficaram entre os 20 primeiros lugares.

    Trofanopdio doGrandePrmiodeAtletismodoMozinho

    A Sociedade Columbfila de S. Romoentregou aos vencedores de quatro cate-gorias distintas, os prmios anuais, nodia 27 de setembro.

    Asas de Rindo (1.), ngelo Arajo(2.) e Jos Manuel & Moutinho (3.) com-pletaram o pdio da geral.

    Na velocidade, Asas de Rindo conquis-ta novamente o primeiro lugar, seguindo-se Jos Antnio Balbeira em segundo e

    Sociedade Columbfilade S. Romo entrega prmios

    ngelo Arajo em terceiro.No campeonato de meio-fundo, Asas

    de Rindo (1.), ngelo Arajo (2.) e RuiFlor (3.) receberam os respetivosprmios.

    Jos Manuel & Moutinho (1.), CarlosMoreira (2.) e Asas de Rindo (3.) finali-zaram a entrega de prmios, no campeo-nato de fundo.

    Num espao novo, o Clube Slotcarda Trofa promoveu na quarta-feira (15de outubro) a primeira prova interna.

    Foram cerca de duas dezenas aspessoas que estiveram presentes na pri-meira prova de slotcar organizada pelo Clu-be Slotcar da Trofa na nova sede. Depoisde algum tempo inativa, a modalidade re-gressou e mostrou a inteno da direoda coletividade de recuperar as competi-es j feitas anteriormente, graas snovas instalaes.

    A disputar um trofu interno do clube,foram quatro as equipas a competir, numtotal de cinco elementos cada uma e cujosnomes representavam marcas de autom-veis.

    As pessoas vm, divertem-se no clu-be e para mim um motivo de grandesatisfao perceber que o Slotcar est vivoe tem todas as condies pra voltar, afir-mou Joo Pedro Costa, presidente do clu-be, salientando que este tipo de atividadespermitem, semanalmente, poder ter naprpria sede pessoas a reverem-se namodalidade e, ao mesmo tempo, a fre-quentar a sua colectividade e no ser sa prova de 24 horas Slotcar da Trofa umpergaminho internacional.

    Clube Slotcar da Trofa promove competioAs competies tm data marcada

    para as quartas-feiras noite. Os inte-ressados, podem no s assistir s pro-vas como tambm experimentar a moda-lidade.

    Apenas com quatro calhas, e no oitocomo o habitual nas grandes competi-es, a pista do Slotcar no propria-mente uma pista de competio. Numaprova de 24, por exemplo, a pista apre-senta um permetro de cerca de 60 me-tros sendo que esta tem apenas 30metros, o bsico da modalidade.

    Pedro Machado um dos associadosdo Clube Slotcar da Trofa que participouna competio. A amizade, a boa dis-posio e o convvio so as principaisrazes que o fazem deslocar-se do Portopara a Trofa. sempre bom ver novosassociados, ver novos corredores a vir parac, misturados com aqueles que andammais um bocadinho, concilia-se uma coi-sa com a outra. Isto no fundo uma festado Slotcar e para cativar nova gente paravir para c, contou.

    J Ricardo Lopes, membro permanen-te da equipa Slotcar da Tofa, foi um dosparticipantes da iniciativa. Habituado ajogar futebol, trabalhar com as mosnuma modalidade como esta obrigou-o a

    uma grande concentrao e percia,numa experincia de que no estava espera. Gostei muito e espero com mui-to treino poder subir mais nesta modali-dade.

    Com a presena de alguns campeesdo mundo, correr ao lado dos profissio-nais foi para Ricardo Lopes uma pres-so enorme, mas conseguiu fazer umbom tempo.

    Destaque para a equipa vencedora,Porshe, com 440 voltas.

    Fao um convite a todos que nos quei-ram visitar. Estamos na disposio depassar um bocadinho do que foi a nossavivncia nos ltimos dez anos e, ao mes-mo tempo, lanar alicerces para muitosmais anos para a frente, dentro destamodalidade na Trofa, apelou o presiden-te do clube, Joo Pedro Costa.

    Prova de slotcar foi a primeira realizada na nova sede da coletividade

  • www.onoticiasdatrofa.pt 17 de outubro de 201418 Desporto

    Ctia Veloso

    Para esta temporada, aequipa de bilhar do ClubeSlotcar da Trofa tem comoprimeiro objetivo a manuten-o na 1. Diviso, mas alme-ja chegar fase final para dis-putar o ttulo de campeo.

    Esto reunidas todas as con-dies para termos uma exce-lente poca. A afirmao pro-ferida, de forma convicta, porPedro Forte, diretor tcnico daequipa de bilhar do Clube Slotcarda Trofa. Aps o perodo de eu-foria decorrente do ttulo de cam-pe da 2. Diviso e subida aoprincipal escalo nacional depool portugus, a equipa estfocada na nova temporada, quese antev um grande desafio.Mesmo assim, a ambio nodeixa de ser uma das caracte-rsticas do grupo.

    Segundo Pedro Forte, queestreia uma nova competnciano clube - servindo de elo de in-termedirio entre a direo -, oprimeiro objetivo a manuten-o, mas a vontade dos atletas

    Equipa de bilhar com mxima ambio

    destacar-se no extremamen-te competitivo distrito do Porto,chegar aos quatro primeiros lu-gares, que do acesso fase fi-nal e lutar pelo ttulo de cam-peo nacional.

    O capito de equipa RogrioOliveira corroborou as elevadasexpectativas. Somos um gruporesponsvel, sabemos quais soas nossas limitaes, mas tam-bm sabemos quais so as nos-

    sas capacidades. Se, por um lado,o desafio mais elevado do que apoca transata, por outro tambmtemos experincia dessa tempo-rada que nos garante outro estofoa nvel desportivo, explicou.

    O novo projeto da direo doClube, que incluiu mudana deinstalaes para a AcademiaMunicipal parece satisfazer aequipa. Rogrio Oliveira sente-selisonjeado por jogar nas con-

    dies que foram proporciona-das e que do mais ambiopara fazer mais e melhor.

    Por sua vez, Pedro Forte re-conhece o esforo da direoem proporcionar as melhorescondies logsticas para umbom desempenho desportivo.Quanto nova sede, perentrio:No h dvidas que fizeram umexcelente trabalho e a prova evi-dente a presena cada vez

    maior de pessoas.O presidente do Clube, Joo

    Pedro Costa, deposita toda aconfiana numa equipa que rigorosamente aquela que adireo queria ter. Encaramosa prxima poca com muita am-bio e estamos muito confian-tes que os nossos atletas vopassar bons momentos ao ser-vio da nossa coletividade e, poracrscimo, iro aparecer resul-tados desportivos, afianou.

    O dirigente espera que a po-pulao trofense e a massaassociativa se revejam nesteprojeto e reconheam o esforoda coletividade de dignificar onome da Trofa.

    Primeira jornada vitoriosaO campeonato da 1. Diviso

    de pool portugus comeou naquarta-feira, 15 de outubro, e aformao trofense entrou a ven-cer, diante do ITUAL Classic Caf Classic. Rogrio Oliveira foio melhor atleta, com trs jogosvencidos, enquanto Hugo Olivei-ra venceu dois, assim como Fili-pe Cruz e Cludio Costa. PedroCruz ficou em branco.

    Equipa de bilhar apresentou-se com elevadas expectativas

  • www.onoticiasdatrofa.pt17 de outubro de 2014 Atualidade19

    A ndia e o Paquisto, que disputam o territrio da Caxemira, j se envolveram emtrs guerras (1947, 1965 e 1999), que originaram muitos milhares de mortos, para almde a ndia e a China j se terem enfrentado uma vez, em 1962, tambm pelo controlo deuma parte do territrio da Caxemira. A intolerncia religiosa de hindus e muulmanos,que existe h muitos anos, desde antes da independncia do territrio da Coroa Brit-nica, em 1947, tem sido a causa maior, a essncia da violncia na regio.

    Com a autonomia poltica da ndia (um estado laico de maioria hindu) e do Paquisto(estado muulmano), as rivalidades religiosas passaram a materializar-se na disputapelo controlo da Caxemira, que est situada a norte dos dois pases, numa regiomontanhosa de maioria muulmana, com 200.000 quilmetros quadrados e com maisde 7 milhes de habitantes, dois teros de muulmanos. Uma parte significativa daCaxemira ainda permanece sob administrao da ndia e um tero pelo Paquisto, queentregou China uma pequena parcela deste territrio.

    Este conflito, tem servido de justificao a estes dois pases, para militarizarem assuas fronteiras e dedicarem imensos recursos financeiros ao desenvolvimento detecnologias blicas. S a partir de 1998 que a comunidade internacional acompanhoucom maior ateno este conflito, quando os dois pases construram as suas prpriasbombas atmicas.

    Em 2001, a ONU patrocinou um encontro diplomtico entre representantes indianose paquistaneses e tambm uma desmilitarizao da Caxemira, em 2004. Em 2006,aps 30 anos de boicote, o governo dos Estados Unidos da Amrica reconheceu a ndiacomo potncia nuclear e ratificou um acordo de cooperao nuclear para uso civil. Emrelao ao Paquisto, o governo americano reforou polticas militares para diminuir asinfluncias talibs, vindas do vizinho Afeganisto.

    Em 2014, a Academia sueca, que distingue personalidades com o Prmio Nobel daPaz desde 1901, anunciou h poucos dias os distinguidos deste ano. Por coincidncia,ou no, os laureados so um indiano, de seu nome Kailash Satyarthi e uma jovempaquistanesa, de seu nome Malala Yousafzay. Este prmio o primeiro Nobel a seratribudo a uma cidad paquistanesa e o oitavo para um cidado indiano. O comitsueco anunciou que os prmios deste ano foram atribudos pela luta contra a repres-so de crianas e jovens e pelo direito de todas as crianas educao.

    A jovem paquistanesa Malala tem 17 anos e mundialmente conhecida pela cora-gem na luta contra a fora repressora talib no Paquisto, tendo sido atingida, em2012, com duas balas, uma no pescoo e outra na cabea, quando ia para a escola,numa carrinha juntamente com outros colegas e por ter alertado o mundo para o direito educao, em particular das raparigas.

    O ativista indiano pelos direitos das crianas, Kailash Satyarthi, tem 60 anos ecomeou, nos anos 80, a sua luta contra o trabalho e explorao infantil e pelo direitode todas as crianas educao, tendo libertado mais de 80 mil crianas indianasvtimas de explorao laboral e sexual, ao mesmo tempo que tem desenvolvido progra-mas de reintegrao, reabilitao e educao.

    Ao galardoar Malala Yousafzay e Kailash Satyarthi, com o Prmio Nobel da Paz, aAcademia Sueca fez uma dupla aposta, destacando no s os direitos das crianas,mas distinguindo tambm dois representantes de pases habitualmente divergentes econflituantes, a ndia e o Paquisto. Deseja-se que o Prmio Nobel da Paz deste anofrutifique e leve a paz a uma regio to martirizada pelas guerras.

    [email protected]

    ndia e Paquisto unidospelo Prmio Nobel da Paz

    S. Martinho de Bougado

    Maria Otelinda Guedes da Silva VasconcelosFaleceu no dia 8 de outubro, com 72 anosCasada com Manuel Augusto Osrio de Abreu Vasconcelos

    Jos Manuel Dias de OliveiraFaleceu no dia 14 de outubro, com 55 anosCasado com Maria da Conceio Faria de Paos Oliveira

    Lousado VN Famalico

    Manuel da Silva ReisFaleceu no dia 14 de outubro, com 73 anosCasado com Maria Idlia Vieira Soares Reis

    Funerais realizados por Agncia Funerria Trofense, Lda. Gerncia de Joo Silva

    Necrologia

    Atualizea suaassinatura

  • www.onoticiasdatrofa.pt 17 de outubro de 201420Beleza

    Patrcia Pereira

    Slvia Reis foi uma das dez eleitaspara representar Portugal na MissEuropean, que decorreu de 6 a 12 deoutubro na Irlanda. Antes, esteve trsdias no Hotel Resort Adriana BeachClub, no Algarve, onde ensaiaram pa-ra a prova do Team Dance.

    Constitudo por trs provas distintas,Portugal consagrou-se campeo na Provade Natao, de Dana e de Beleza, tendoos jris de todos os pases sido unni-mes na sua opinio e afirmado que Por-tugal era das equipas mais bonitas.

    Slvia Reis esteve no lote das dez re-presentantes de Portugal na MissEuropean, depois de ter sido uma das 15finalistas nacionais apuradas na Miss LookGlamour. Para a jovem, de 23 anos e resi-dente na Trofa, o concurso correu muitobem e foi uma boa experincia. Entrarem contacto com uma nova cultura, umnovo clima e conhecer pessoas de dezpases completamente diferentes foi amaior experincia da minha vida. Nuncafiz nada parecido, aprendi muito e acimade tudo fiz muitas, novas e boas amiza-

    Jovem trofense relataexperincia na Miss European

    des dentro e fora de Portugal, acrescen-tou.

    Para conseguir manter o ttulo de TeamDance, Slvia Reis denotou que trabalha-ram arduamente, conseguindo esta pro-eza com apenas dois dias de ensaios,que foram muito intensos e difceis, emque as jovens foram levadas exausto.No somos danarinas e no tnhamospreparao fsica para tal, mas mesmoassim ultrapassamos todas as barreirasde cansao, todas as leses que foramsurgindo com o esforo fsico e chegamosbem preparadas Irlanda, onde s reali-zamos a prova no penltimo dia, comple-tou, adiantando que alguns dos dez pa-ses europeus j ensaiavam a coreografiadesde junho.

    Esta experincia foi para Slvia incr-vel, pois como nunca foi bailarina e dan-ou, ter que danar proporcionalmentepara uma grande audincia e numa com-petio com cem meninas bonitas avalia-das por dez pases foi incrvel