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Caderno de Encargos-Ob. Civis - 3ª Edição‡ÃO A Agência Goiana de Transportes e Obras – AGETOP apresenta a atualização do CADERNO DE ENCARGOS para Obras Civis, trabalho este

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  • AGNCIA GOIANA DE TRANSPORTES E OBRAS

    CADERNO DE ENCARGOS

    SETEMBRO 2004

  • PRESIDNCIA

    CARLOS ROSEMBERG GONALVES REIS

    DIRETORIA ADMINISTRATIVA NELSON HENRIQUE DE CASTRO RIBEIRO

    DIRETORIA FINANCEIRA HLIO RODRIGUES PINTO

    DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PROJETOS DELANO CAVALCANTI CALIXTO

    DIRETORIA DE OBRAS RODOVIRIAS JOS AMRICO DE SOUSA

    DIRETORIA DE OBRAS CIVIS LUIZ ANTNIO DE PAULA

    DIRETORIA DE OPERAO E MANUTENO ROGRIO DE MENDONA LIMA

  • APRESENTAO

    A Agncia Goiana de Transportes e Obras AGETOP apresenta a atualizao do CADERNO DE ENCARGOS para Obras Civis, trabalho este que teve a criao

    e posteriores atualizaes em rgos estaduais que tinham como responsabilidade a administrao das

    Construes Civis.

    O estudo inicial se concretizou em julho de 1989 na

    Empresa Estadual de Obras Pblicas EMOP e sua reviso em junho de 1998 no Consrcio Rodovirio

    Intermunicipal CRISA.

    Agora, apresentamos a terceira edio do CADERNO

    DE ENCARGOS, onde foram feitas revises e atualizaes oriundas do desenvolvimento das construes e

    produtos ali utilizados. A elaborao desta edio foi solicitada pela Diretoria de Planejamento e Projetos

    atravs da Portaria de n 003/2002 datada de 31 de julho de 2002 e a vigorar a partir de 05 de agosto de

    2002.

    Este trabalho visa fazer com que as construes de

    Obras Pblicas alcancem cada vez mais os limites otimizados de economia, qualidade, eficincia e

    durabilidade.

    Lembramos que este um trabalho que sempre estar

    inacabado, pois compete aos tcnicos atualiz-lo a cada novo mtodo construtivo utilizado e sempre que

    novos materiais ou tcnicas assim o exigirem.

    As Normas Brasileiras esto sempre sendo revistas e

    novos conhecimentos so adquiridos, necessrio ento que arquitetos, engenheiros e tcnicos da

    AGETOP procurem se atualizar e possam trazer melhorias a este documento.

    Esperamos que O CADERNO DE ENCARGOS

    acompanhe cada tcnico, no s da AGETOP, mas tambm de todas as Empresas Privadas do Ramo da

    Construo Civil e como tambm de Secretarias e outros rgos Estaduais.

    Poder ser tambm um indicador e guia para as

    Prefeituras, quando das construes em seus municpios.

    Este trabalho de reviso teve a colaborao de vrios

    colegas, que com a sua experincia nos auxiliou com informaes complementares, fazendo com que este

    Caderno de Encargos seja dedicado no s a este grupo, mas a todos os tcnicos da rea.

    Ressaltamos que os Manuais especificados abaixo,

    juntamente com este Caderno de Encargos, complementam as Normas e Especificaes de Obras da

    AGETOP:

    - Normas e Procedimentos Ambientais para Empreendimentos

    Rodovirios

    - Especificaes Gerais para Obras Rodovirias

    Informaes e sugestes podem ser enviadas a AGETOP, Av. Governador

    Jos Ludovico de Almeida n 20, - (BR-153 Km 3,5) Conjunto Caiara CEP 74623-160, DEPARTAMENTO

  • DE TECNOLOGIA - Goinia Gois. Fone: 0 xx 62-265 4029 e tambm atravs do e-mail

    [email protected] ou do site da AGETOP: www.agetop.go.gov.br .

    EQUIPE DE REVISO

    Eng Civil Luiz Renato Arajo Borges (Coordenador) Eng Civil Clia Maria Costa Roriz Eng Eletricista Lineu Francisco Sincio Arqt Osires Vaz Sobrinho Eng Civil Roger Pacheco Piaggio Couto Eng Civil Tnia Cristina Rosa Abrantes Eng Civil Willian da Silva Melo Colaborao : Arqt Juliana Casco Poli

    AGETOP SETEMBRO DE 2004

  • PRIMEIRA EDIO 1989 EMOP

    EQUIPE RESPONSVEL Coordenador Geral: Eng. Selma Augusta Rizerio Di Giovannantonio Equipe Tcnica: Eng. Ana Francisca da Conceio Rezende Eng. Bartolomeu Muniz Granja Eng. Eduardo Horcio da Costa e Silva Arq. Guilherme de Freitas Souza Eng. Hermes Sperandio Eng. Mrcio Elisio Oliveira Eng. Sebastio Muniz Granja Eng. Washington Regis Valente Arquitetura: Arq. Edemi Reis da Silva Arq. Maria Emlia Lima Florentino Estrutura de Concreto e Fundaes: Eng. Sebastio Muniz Granja Estrutura Metlica: Eng. Joo Alberto Venegas Requena Instalaes Eltricas e Telefnicas: Eng. Ana Francisca da Conceio Rezende Instalaes Hidro-Sanitrias: Eng. Luciana Rios Auad Desenhos: Jadir Jorge da Silva Equipe de Informtica: Benone Barbosa Jcome Devanir Rodrigues de Andrade Souza Tereza Arruda Machado

    SEGUNDA EDIO 1998 CRISA

    EQUIPE RESPONSVEL

    Eng. Bartolomeu Muniz Granja Eng. Luiz Renato Arajo Borges Arq. Maria Helena Pires Lucas Gordo

  • NDICE GERAL ABREVIATURAS ------------------------------------------------------------------------------------ 00 I - PRELIMINARES

    1.1 - Disposies Gerais e Normas Brasileiras----------------------------------------------------- 02 1.2 - Seguros - Licenas - Taxas - Placas----------------------------------------------------------- 09 1.3 - EPI/PCMAT/PCMSO ------------------------------------------------------------------------------- 09 1.4 - Fiscalizao ------------------------------------------------------------------------------------------ 15 1.5 - Discrepncia e Prioridades ----------------------------------------------------------------------- 16

    II - MATERIAIS BSICOS 1 - Consideraes Gerais ---------------------------------------------------------------------------- 18 2 - Ao para Concreto Armado----------------------------------------------------------------------- 18 3 - Cal ------------------------------------------------------------------------------------------------------ 19 4 - Cimento------------------------------------------------------------------------------------------------ 19 5 - Areia --------------------------------------------------------------------------------------------------- 19 6 - Agregados grados--------------------------------------------------------------------------------- 20

    III - PROJETOS 1 - Projeto de Arquitetura------------------------------------------------------------------------------ 24

    2 - Projeto de Reforma e Ampliao ---------------------------------------------------------------- 28 3 - Projeto de Implantao ---------------------------------------------------------------------------- 28 4 - Paisagismo-------------------------------------------------------------------------------------------- 29 5 - Urbanismo--------------------------------------------------------------------------------------------- 29 6 - Programao Visual -------------------------------------------------------------------------------- 30 7 - Especificao, Memorial Descritivo e Planilha de Quantitativos------------------------- 30 8 - Diversos------------------------------------------------------------------------------------------------ 31

    9 - Projeto de Estrutura -------------------------------------------------------------------------------- 32 9.1 - Projeto de Estrutura de Concreto Armado ---------------------------------------------------- 32 9.2 - Projeto de Estrutura Metlica -------------------------------------------------------------------- 34 9.3 - Anexo--------------------------------------------------------------------------------------------------- 36

    10 - Projeto de Fundaes ----------------------------------------------------------------------------- 39 11 - Projeto de Instalaes Eltricas ---------------------------------------------------------------- 41 12 - Projeto de Instalaes Hidro-Sanitrias e preveno contra Incndio----------------- 48 13 - Projeto de Instalaes Especiais---------------------------------------------------------------- 59 IV - INSTALAO DA OBRA 1 - Instalaes e Equipamentos --------------------------------------------------------------------- 62 2 - Demolies e Limpeza do Terreno ------------------------------------------------------------ 62 3 - Locao------------------------------------------------------------------------------------------------ 62 4 - Caracterizao do Subsolo ----------------------------------------------------------------------- 63 5 - Rebaixamento do Lenol Fretico -------------------------------------------------------------- 63 V - MOVIMENTO DE TERRAS

    1 - Preparo do Terreno---------------------------------------------------------------------------------- 65 2 - Escavao -------------------------------------------------------------------------------------------- 65 2.1 - Escavao Mecnica para Acerto do Terreno ----------------------------------------------- 65 2.2 - Escavao Manual---------------------------------------------------------------------------------- 65 3 - Aterro -------------------------------------------------------------------------------------------- 66 3.1 - Aterro Mecnico com Controle de Laboratrio ---------------------------------------------- 66 3.2 - Aterro Mecnico sem Controle de Laboratrio ---------------------------------------------- 66 3.3 - Aterro Manual ---------------------------------------------------------------------------------------- 67 3.4 - Transporte -------------------------------------------------------------------------------------------- 67

  • VI - FUNDAO 1 - Condies Gerais ---------------------------------------------------------------------------------- 69 2 - Fundaes em Superfcie (Rasa) --------------------------------------------------------------- 70

    2.1 - Sapata ------------------------------------------------------------------------------------------------- 70 2.2 - Bloco --------------------------------------------------------------------------------------------------- 70 2.3 - Sapata Associada----------------------------------------------------------------------------------- 70 2.4 - Radier -------------------------------------------------------------------------------------------------- 70 2.5 - Vigas de Fundao --------------------------------------------------------------------------------- 70 2.6 - Disposies Diversas ------------------------------------------------------------------------------ 70 3 - Fundaes Profundas------------------------------------------------------------------------------ 72 3.1 - Estaca-------------------------------------------------------------------------------------------------- 72 3.2 - Tubulo ------------------------------------------------------------------------------------------------ 73 3.3 - Caixo-------------------------------------------------------------------------------------------------- 73 3.4 - Estaca Cravada por Percusso------------------------------------------------------------------ 73 3.5 - Estaca Cravada por Vibrao-------------------------------------------------------------------- 73 3.6 - Estaca Cravada por Prensagem ---------------------------------------------------------------- 73 3.7 - Estaca Injetada -------------------------------------------------------------------------------------- 73 3.8 - Estaca Broca ----------------------------------------------------------------------------------------- 73 3.9 - Estaca tipo Strauss --------------------------------------------------------------------------------- 73 3.10 - Estaca Escavada------------------------------------------------------------------------------------ 74 3.11 - Estaca Tipo Franki ---------------------------------------------------------------------------------- 74 3.12 - Estaca Mista------------------------------------------------------------------------------------------ 74

    4 - Disposies Diversas ------------------------------------------------------------------------------ 74 4.1 - Cota de arrasamento------------------------------------------------------------------------------- 74 4.2 - Nega---------------------------------------------------------------------------------------------------- 74 4.3 - Generalidades --------------------------------------------------------------------------------------- 74

    5 - Peculiaridades dos diferentes tipos de fundao profunda------------------------------- 76 5.1 - Estaca de Madeira ---------------------------------------------------------------------------------- 76 5.2 - Estaca de ao ---------------------------------------------------------------------------------------- 77 5.3 - Estaca de Concreto--------------------------------------------------------------------------------- 77 5.4 - Estacas injetadas de pequeno dimetro (estaca raiz) ------------------------------------- 81

    6 - Tubules no Revestidos ------------------------------------------------------------------------- 83 7 - Tubules Revestidos ------------------------------------------------------------------------------- 83 8 - Disposies Construtivas ------------------------------------------------------------------------- 85 8.1 - Equipamentos de Estacas ------------------------------------------------------------------------ 85

    8.2 - Equipamentos para Tubules-------------------------------------------------------------------- 87 9 - Materiais Empregados ----------------------------------------------------------------------------- 88 10 - Seqncia Executiva de Estaca e Tubules ------------------------------------------------- 89 11 - Influncia do Tempo de Execuo-------------------------------------------------------------- 91 12 - Emendas de Estacas------------------------------------------------------------------------------- 92 13 - Preparo de cabeas e ligao com o bloco de coroamento------------------------------ 92 VII - ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO 1 - Execuo---------------------------------------------------------------------------------------------- 95

    1.1 - Consideraes Gerais ----------------------------------------------------------------------------- 95 1.2 - Concreto----------------------------------------------------------------------------------------------- 95 1.3 - Amassamento do Concreto----------------------------------------------------------------------- 98 1.4 - Formas e Escoramento---------------------------------------------------------------------------- 98 1.5 - Armaduras -------------------------------------------------------------------------------------------- 99 1.6 - Transporte do Concreto --------------------------------------------------------------------------- 99 1.7 - Lanamento do Concreto ------------------------------------------------------------------------- 100 1.8 - Adensamento ---------------------------------------------------------------------------------------- 101 1.9 - Juntas de Concretagem --------------------------------------------------------------------------- 101 1.10 - Cura do Concreto e Outros Cuidados---------------------------------------------------------- 101 1.11 - Retirada das Formas e do Escoramento ------------------------------------------------------ 102 1.12 - Controle de Resistncia do Concreto ---------------------------------------------------------- 102 1.13 - Concreto Aparente---------------------------------------------------------------------------------- 103 1.14 - Concreto Apicoado --------------------------------------------------------------------------------- 105 1.15 - Juntas de Dilatao--------------------------------------------------------------------------------- 106 1.16 - Equipamentos---------------------------------------------------------------------------------------- 106

    2 - Ensaios e Testes ------------------------------------------------------------------------------------ 106 3 - Aceitao de Estrutura----------------------------------------------------------------------------- 107

  • 4 - Disposies Diversas ------------------------------------------------------------------------------ 107 5 - Pr-moldado de Concreto Armado ------------------------------------------------------------- 108 6 - Lajes Pr-Moldadas ------------------------------------------------------------------------------- 111 VIII - ESTRUTURA METLICA

    1 - Fabricao e Montagem--------------------------------------------------------------------------- 113 1.1 - Consideraes Gerais ----------------------------------------------------------------------------- 113 1.2 - Fabricao da Estrutura --------------------------------------------------------------------------- 113 1.3 - Pintura de Oficina ----------------------------------------------------------------------------------- 116 1.4 - Montagem--------------------------------------------------------------------------------------------- 117

    IX - ALVENARIA 1 - Consideraes Gerais ----------------------------------------------------------------------------- 124 2 - Alvenaria de Tijolos ou Blocos Cermicos---------------------------------------------------- 125 3 - Alvenaria de Blocos de Concreto Pr-Moldado --------------------------------------------- 138 4 - Alvenaria de Pedra --------------------------------------------------------------------------------- 139 5 - Alvenaria de Elementos Vazados --------------------------------------------------------------- 139

    6 - Alvenaria de Tijolos de Vidro -------------------------------------------------------------------- 140 X - COBERTURA 1 - Consideraes Gerais ----------------------------------------------------------------------------- 142 2 - Estruturas do Telhado ----------------------------------------------------------------------------- 142 3 - Telhamento ------------------------------------------------------------------------------------------- 142 4 - Calhas, Rinces e Rufos -------------------------------------------------------------------------- 144 XI - INSTALAES ELTRICAS E TELEFNICAS 1 - Especificaes de Materiais---------------------------------------------------------------------- 147

    1.1 - Generalidades --------------------------------------------------------------------------------------- 147 1.2 - Tubulaes ------------------------------------------------------------------------------------------- 147 1.3 - Acessrios para Eletrodutos --------------------------------------------------------------------- 148 1.4 - Caixas-------------------------------------------------------------------------------------------------- 148 1.5 - Quadro de Distribuio ---------------------------------------------------------------------------- 150 1.6 - Disjuntores, Chaves e Fusveis------------------------------------------------------------------ 150 1.7 - Conectores-------------------------------------------------------------------------------------------- 151 1.8 - Interruptores ------------------------------------------------------------------------------------------ 151 1.9 - Tomadas ---------------------------------------------------------------------------------------------- 151 1.10 - Condutores ------------------------------------------------------------------------------------------- 152 1.11 - Fios e Cabos Telefnicos ------------------------------------------------------------------------- 152 1.12 - Luminrias, Lmpadas e Reatores ------------------------------------------------------------- 152 1.13 - Subestao ao Tempo e Abrigadas ------------------------------------------------------------ 153

    2 - Servios - Normas de Execuo ---------------------------------------------------------------- 155 2.1 - Generalidades --------------------------------------------------------------------------------------- 155 2.2 - Tubulaes ------------------------------------------------------------------------------------------- 155 2.3 - Condutores (Barramento e Enfiao) ---------------------------------------------------------- 156 2.4 - Caixas-------------------------------------------------------------------------------------------------- 157 2.5 - Quadros de Distribuio--------------------------------------------------------------------------- 158 2.6 - Instalao de Moto-Bomba ----------------------------------------------------------------------- 158 2.7 - Instalao de Sistema de Proteo de Descargas Atmosfricas ----------------------- 158 2.8 - Instalaes Telefnicas e Cabeamento Estruturado --------------------------------------- 159 2.9 - Servios Complementares------------------------------------------------------------------------ 160

    XII - INSTALAES HIDRO-SANITRIAS

    1 - Especificaes de Materiais---------------------------------------------------------------------- 162 1.1 - Medidores ou Hidrmetros------------------------------------------------------------------------ 162 1.2 - Limitadores ou Pena dgua---------------------------------------------------------------------- 162 1.3 - Caixas Coletoras de Esgoto---------------------------------------------------------------------- 162

  • 1.4 - Caixas Detentoras --------------------------------------------------------------------------------- 162 1.5 - Caixas de Inspeo--------------------------------------------------------------------------------- 163 1.6 - Caixas Sifonadas------------------------------------------------------------------------------------ 164 1.7 - Fossas ------------------------------------------------------------------------------------------------- 164 1.8 - Efluentes ---------------------------------------------------------------------------------------------- 165 1.9 - Ralos --------------------------------------------------------------------------------------------------- 165 1.10 - Calhas e Rufos -------------------------------------------------------------------------------------- 165 1.11 - Tubos e Conexes---------------------------------------------------------------------------------- 166 1.12 - Vlvulas Registros ---------------------------------------------------------------------------------- 169 1.13 - Reservatrio Metlico Tipo Taa ---------------------------------------------------------------- 170

    2 - Servios - Normas de Execuo ---------------------------------------------------------------- 171 2.1 - Instalaes de gua-------------------------------------------------------------------------------- 171 2.2 - Tubulao--------------------------------------------------------------------------------------------- 174 2.3 - Instalaes Contra Incndio---------------------------------------------------------------------- 178 2.4 - Instalaes Sanitrias de Esgoto e guas Pluviais----------------------------------------- 180

    XIII IMPERMEABILIZAO E ISOLAMENTO TRMICO 1 - Impermeabilizao---------------------------------------------------------------------------------- 188

    1.1 - Consideraes Gerais ----------------------------------------------------------------------------- 188 1.2 - Tecnologia da Impermeabilizao -------------------------------------------------------------- 188 1.3 - Elaborao de Projeto de Impermeabilizao ----------------------------------------------- 190 2 - Classificao dos Sistemas de Impermeabilizao ---------------------------------------- 190 2.1 - Sistemas executados no local ------------------------------------------------------------------- 190 2.2 - Sistemas pr-fabricados--------------------------------------------------------------------------- 191 3 - Superfcies a impermeabilizar-------------------------------------------------------------------- 192 4 - Materiais e sistemas impermeabilizantes ----------------------------------------------------- 192 4.1 - Materiais----------------------------------------------------------------------------------------------- 192 4.2 - Materiais Auxiliares --------------------------------------------------------------------------------- 196 4.3 - Sistemas de Impermeabilizaes --------------------------------------------------------------- 197 5 - Aplicao---------------------------------------------------------------------------------------------- 198 5.1 - De mantas Elastomricas------------------------------------------------------------------------- 198 5.2 - De mantas Asflticas------------------------------------------------------------------------------- 199 5.3 - Cuidados Especiais para todos os processos de aplicao------------------------------ 200 5.4 - Mantas de asfalto polimrico--------------------------------------------------------------------- 201 5.5 - Argamassa impermevel ------------------------------------------------------------------------- 202 5.6 - Cimento cristalizante e emulso adesiva (presso positiva) ----------------------------- 202 5.7 - Cimento cristalizante (presso negativa)------------------------------------------------------ 202

    6 - Proteo mecnica e trmica -------------------------------------------------------------------- 203 7 - Tipo de sistema de impermeabilizao a utilizar -------------------------------------------- 204 8 - Isolamento Trmico -------------------------------------------------------------------------------- 204

    8.1 - Consideraes Gerais ----------------------------------------------------------------------------- 205 8.2 - Sistema de Isolamento Trmico ----------------------------------------------------------------- 205 8.3 - Polietireno Extrudado ------------------------------------------------------------------------------ 205 8.4 - Concreto Espumoso-------------------------------------------------------------------------------- 206 8.5 - Bloco de Cconcreto Celular Autoclavado ----------------------------------------------------- 206 8.6 - Poliestireno Expandido ---------------------------------------------------------------------------- 206 8.7 - Argamassa de Vermiculita Expandida --------------------------------------------------------- 206

    XIV - SERRALHERIA 1 - Generalidades --------------------------------------------------------------------------------------- 209 2 - Esquadrias de Ferro-------------------------------------------------------------------------------- 210 3 - Esquadrias de Alumnio --------------------------------------------------------------------------- 211 4 - Esquadrias de PVC--------------------------------------------------------------------------------- 212 XV - REVESTIMENTO 1 - Argamassa-------------------------------------------------------------------------------------------- 214

    1.1 - Preparo e Dosagem -------------------------------------------------------------------------------- 214 1.2 - Traos-------------------------------------------------------------------------------------------------- 215 1.3 - Recomendaes ------------------------------------------------------------------------------------ 216

  • 1.4 - Chapisco ---------------------------------------------------------------------------------------------- 216 1.5 - Emboo------------------------------------------------------------------------------------------------ 216 1.6 - Reboco Fino ------------------------------------------------------------------------------------------ 217 1.7 - Reboco Paulista ------------------------------------------------------------------------------------- 217 1.8 - Barra Lisa --------------------------------------------------------------------------------------------- 217 1.9 - Chapisco Especial ---------------------------------------------------------------------------------- 217 1.10 - Revestimento de Gesso --------------------------------------------------------------------------- 218 2 - Azulejos/Cermica ---------------------------------------------------------------------------------- 218 3 - Mrmore/Granito ------------------------------------------------------------------------------------ 220 4 - Pastilhas----------------------------------------------------------------------------------------------- 222 5 - Encasque de Pedras ------------------------------------------------------------------------------- 223 6 - Concreto Apicoado --------------------------------------------------------------------------------- 224 7 - Plstico ------------------------------------------------------------------------------------------------ 224 8 - Lambri-------------------------------------------------------------------------------------------------- 224 9 - Fulget--------------------------------------------------------------------------------------------------- 225 10 - Papel Parede e Emborrachados ---------------------------------------------------------------- 225 11 - Revestimento em Forma de Pintura------------------------------------------------------------ 226 12 - Epxi com Massa ----------------------------------------------------------------------------------- 226 XVI - PAVIMENTAO 1 - Camada Impermeabilizadora--------------------------------------------------------------------- 229 2 - Cimentados (Rstico, Desempenado ou Queimado) -------------------------------------- 229 3 - Placas de Concreto Pr-Moldadas ------------------------------------------------------------- 231 4 - Piso em Concreto Desempenado Moldado no Local --------------------------------------- 231 5 - Blocos Pr-Moldados de Concreto ------------------------------------------------------------- 233 6 - Concreto Semi-Polido Laminado ---------------------------------------------------------------- 234 7 - Ladrilhos Cermicos e Hidrulicos-------------------------------------------------------------- 234 8 - Asfalto-------------------------------------------------------------------------------------------------- 235 9 - Piso de Alta Resistncia--------------------------------------------------------------------------- 235

    10 - Granitina----------------------------------------------------------------------------------------------- 237 10 - Pedra Portuguesa----------------------------------------------------------------------------------- 238 11 - Vinilico \ laminado fenol - melaminico---------------------------------------------------------- 239 12 - Assoalhos de Madeira ----------------------------------------------------------------------------- 239 13 - Tacos de Madeira ----------------------------------------------------------------------------------- 241 14 - Carpetes----------------------------------------------------------------------------------------------- 242 15 - Ardsia \ So Tom \ Pedra Gois \ Pedra Serra Dourada------------------------------- 242 16 - Granitos e Mrmores ------------------------------------------------------------------------------- 243 17 - Pisos Elevados -------------------------------------------------------------------------------------- 244 18 - Rodaps----------------------------------------------------------------------------------------------- 244 19 - Passeio de Proteo ------------------------------------------------------------------------------- 245 XVII - CARPINTARIA E MARCENARIA 1 - Esquadria de Madeira------------------------------------------------------------------------------ 247 2 - Folhas-------------------------------------------------------------------------------------------------- 249 3 - Armrio e Balces ---------------------------------------------------------------------------------- 249 XVIII - FORRO FALSO 1 - Consideraes Gerais ----------------------------------------------------------------------------- 251 2 - Forro Falso de Alumnio --------------------------------------------------------------------------- 251 3 - Forro Falso de Madeira e Trelia---------------------------------------------------------------- 252 4 - Forro Falso de Gesso ------------------------------------------------------------------------------ 253 5 - Forro Falso de Fibra de Vidro - Forro Pacote ------------------------------------------------ 254 6 - Forro Paulista ---------------------------------------------------------------------------------------- 254 7 - Forro PVC--------------------------------------------------------------------------------------------- 255 XIX - DIVISRIAS 1 - Divisrias Removveis ----------------------------------------------------------------------------- 258 2 - Divisrias para Sanitrios e Vestirios--------------------------------------------------------- 258

  • XX - FERRAGENS 1 - Ferragens --------------------------------------------------------------------------------------------- 261 XXI - PINTURA 1 - Consideraes Gerais ----------------------------------------------------------------------------- 263 2 - Preparao de Superfcie ------------------------------------------------------------------------- 264 3 - Emassamento da Superfcie --------------------------------------------------------------------- 265 4 - Pintura a Cal------------------------------------------------------------------------------------------ 265 5 - Pinturas Sintticas ---------------------------------------------------------------------------------- 266 6 - Pinturas Especiais ---------------------------------------------------------------------------------- 268 7 - Pintura Texturizada --------------------------------------------------------------------------------- 268 8 - Pintura em Estrutura Metlica -------------------------------------------------------------------- 269 XXII - VIDRAARIA 1 - Consideraes Gerais ----------------------------------------------------------------------------- 271 2 - Vidros Especiais------------------------------------------------------------------------------------- 242 3 - Tijolos de Vidros------------------------------------------------------------------------------------- 273 XXIIl - SERVIOS COMPLEMENTARES 1 - Paisagismo e Ajardinamento--------------------------------------------------------------------- 276 2 - Fechamentos----------------------------------------------------------------------------------------- 278 2.1 - Alambrados ------------------------------------------------------------------------------------------- 279 2.2 - Cerca de Arame ------------------------------------------------------------------------------------- 284 2.3 - Muros--------------------------------------------------------------------------------------------------- 285 2.4 - Cerca Viva -------------------------------------------------------------------------------------------- 285 3 - Quadro Giz-------------------------------------------------------------------------------------------- 285 4 - Meio Fio ----------------------------------------------------------------------------------------------- 286 5 - Limpeza Geral --------------------------------------------------------------------------------------- 286 XXIV - RECEBIMENTO DA OBRA 1 - Recebimento Provisrio --------------------------------------------------------------------------- 292 2 - Recebimento Definitivo ---------------------------------------------------------------------------- 294 3 - Atestado de Acervo Tcnico---------------------------------------------------------------------- 295

  • 1

    I- PRELIMINARES

  • 2

    1 SERVIOS PRELIMINARES 1.1 DISPOSIES GERAIS 1.1.1 Todos os materiais empregados sero de primeira qualidade e todos servios executados em

    completa obedincia aos princpios de boa tcnica, devendo ainda, satisfazer rigorosamente s Normas Brasileiras.

    Citamos abaixo as principais:

    AGREGADOS: NBR-7217 - Determinao da granulometria dos agregados midos e grados destinados ao preparo de concreto. NBR-7218 - Determinao do teor de argila em torres e materiais friveis nos agregados midos e grados destinados ao preparo de concreto. NBR-7219 - Determinao do teor de materiais pulverulentos nos agregados midos e grados destinados ao preparo de concreto. NBR-7220 - Determinao das impurezas orgnicas contidas nas areias destinadas ao preparo de concreto e argamassas. ALVENARIAS: NBR-8545 - Fixa as condies exigveis para execuo e fiscalizao de alvenaria sem funo estrutural de componentes cermicos. NBR-8798 - Execuo e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto. NBR-8215 - Ensaio a compresso de blocos vazados de concreto para alvenaria estrutural. ARMADURA PARA CONCRETO: NBR-7480 - Especifica condies de recebimento de barras e fios de ao destinados armadura para concreto armado. NBR-7481 - Especifica requisitos e condies de fornecimento que devem ser atendidos pelas telas de ao soldadas para o emprego no concreto armado. NBR-7478 - Ensaio de fadiga em barras de ao destinadas ao uso em concreto armado. ASFALTO: NBR-1975 - Materiais asflticos empregados nas impermeabilizaes na construo civil. ATERRO: NBR-5681 - Controle tecnolgico da execuo de aterros em obras de edificaes. AZULEJOS: NBR-7169 - Classifica azulejos. NBR-5644 - Fixa as condies exigveis de recebimento de azulejos. NBR-8214 - Fixa as condies exigveis de execuo, fiscalizao e recebimento de paredes revestidas com azulejos. BLOCO CERMICO: NBR-7171 - Fixa condies de recebimento de blocos cermicos a serem utilizados em obras de alvenaria com ou sem revestimento.

  • 3

    NBR-6461 - Verificao da resistncia compresso. NBR-8042 - Padroniza formas e dimenses de blocos cermicos a serem utilizados em alvenaria com ou sem revestimento. BLOCOS DE CONCRETO: NBR-7173 - Fixa as condies exigveis no recebimento de blocos vazados de concreto simples para alvenaria sem funo estrutural. NBR-6136 - Fixa as condies exigveis para a aceitao de blocos de concreto simples, destinados execuo de alvenaria armada ou parcialmente armada. NBR-7186 - Descreve o mtodo de determinao de resistncia compresso, teor de umidade e absoro de gua em blocos vazados de concreto simples para a alvenaria sem funo estrutural. NBR-7186 - Especifica mtodos de determinar a resistncia compresso, teor de umidade, absoro de gua e rea lquida em blocos vazados de concreto simples para alvenaria com funo estrutural. CAL: NBR-7175 - Fixa caractersticas exigveis de recebimento de cal hidratada destinada ao emprego de argamassa para a construo civil. NBR-6453 - Fixa condies exigveis no recebimento de cal virgem para o preparo de argamassa. CIMENTO: NBR-5732 - Fixa as condies exigveis de recebimento dos cimentos portland comuns (CPI, CPI-S) de classes 25, 32 e 40. CONCRETO: NBR-8953 - Determina a classificao pela resistncia compresso de concreto para fins estruturais. NBR-7212 - Fixa as condies exigveis de concreto feito em central dosadora incluindo as operaes de armazenamento dos materiais, dosagem, mistura, transporte, recebimento, controle de qualidade, inspeo, aceitao e rejeio. NBR-5738 - Prescreve a moldagem e cura de corpos de prova de concreto cilndrico ou prismtico. NBR-5750 - Fixa as condies de coleta de amostras de concreto fresco produzido por betoneiras estacionrias, sobretudo localizadas em canteiros de obras. NBR-7584 - Fixa mtodo para avaliao de dureza superficial do concreto endurecido pelo esclermetro de reflexo. NBR-9606 - Determinao da consistncia por meio do ensaio do abatimento do tronco de cone. NBR-5672 - Diretrizes para o controle tecnolgico de materiais destinados estrutura de concreto NBR-5673 - Diretrizes para o controle tecnolgico de processos executivos em estrutura de concreto. CONSTRUO CIVIL:

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    NB-144 - Discriminao de servios tcnicos necessrios para a construo de prdios pblicos (elaborao de planejamento, projetos, fiscalizao e conduo das construes destinadas especialmente s edificaes de propriedade pblica ou privada, residenciais, comerciais, industriais ou agrcolas). DEMOLIES: NBR-5682 - Prescreve as condies exigveis para a contratao e licenciamento de trabalhos de demolio, providncias e precaues a serem tomadas antes, durante e aps os trabalhos e mtodos de execuo. IMPERMEABILIZAES: NBR-9689 - Classifica os materiais e sistemas de impermeabilizaes. NBR-9690 - Mantas de polmero para impermeabilizao. Fixa condies exigveis s mantas de polmeros calandradas ou estrudadas, destinadas execuo de impermeabilizao, para serem aplicadas sem contato com materiais asflticos. NBR-9229 - Mantas butil para a impermeabilizao. NBR-9685 - Emulses asflticas sem carga para impermeabilizao. NBR-279 - Seleo da Impermeabilizao - Fixa a maneira de selecionar o tipo de impermeabilizao e seu modo de emprego para a proteo de construo contra infiltrao indesejvel de gua. Aplica-se s construes ou partes das mesmas executadas em concreto ou alvenaria, sujeitas a um contato transitrio ou permanente com gua. Recomenda-se que o projeto e a especificao do tipo de impermeabilizao sejam executados em conjunto com o projeto da obra. NBR-9575 - Elaborao de projetos de impermeabilizao - Fixa as condies exigveis para a elaborao de projeto de impermeabilizao. NBR-9574 - Fixa as condies exigveis na execuo de impermeabilizao, e se aplica a todas as obras sujeitas impermeabilizao. NBR 13724 Membrana asfltica para impermeabilizao, moldada no local, com estruturantes. LADRILHO CERMICO: NBR-6455 - Fixa as caractersticas exigveis de recebimento de ladrilhos cermicos no esmaltados. NBR-9457 - Ladrilho hidrulico. Fixa as condies exigveis de recebimento. NBR-9458 - Fixa as condies exigveis de assentamento de ladrilho hidrulico. MADEIRA: NBR-7203 - Fixa nomenclatura e dimenses de madeira serrada e beneficiada de acordo com o aproveitamento racional da matria prima. MANUTENO DE EDIFICAES: NBR-5674 - Fixa as condies tcnico-administrativas mnimas exigveis na manuteno das caractersticas funcionais, de segurana, de higiene e de conforto de edificaes, sem prejuzo do atendimento de disposies constantes de normas especficas e da legislao em vigor. PROJETO E EXECUO DE OBRAS DE CONCRETO ARMADO: NBR-6118 - Fixa as condies gerais que devem ser obedecidas no projeto, na execuo e no controle de obras de concreto armado, excludas aquelas em que se empregue concreto leve ou outros concretos especiais.

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    NBR-7678 - Fixa as condies de segurana na execuo e higiene em obras e servios de construo e os procedimentos e medidas, de carter individual e coletivo, para manuteno dessas condies na execuo de tarefas especficas. Aplica-se especialmente a edificaes em geral e, onde couber, a outras obras de engenharia. NBR-5675 - Recebimento de servios e obras de engenharia e arquitetura de natureza pblica ou iniciativa privada. PAVIMENTAO: NBR-9781 - Fixa condies mnimas das peas de concreto para pavimentao com peas pr-moldadas de concreto, destinadas a vias pblicas, ptios de estacionamento e similares. NBR-9780 - Fixa as condies de ensaios de resistncia compresso de peas pr-moldadas de concreto para fins de pavimentao. NBR7583 - Fixa as condies de execuo de concreto simples destinadas pavimentao. NBR11170 - Define termos tcnicos relativos pavimentao de rodovias, estacionamento, ptio e similares. PIAS: EB-1935 - Fixa as condies exigveis para a encomenda, fabricao e fornecimento de pias de ao inoxidvel, laminadas a frio, para a aplicao em pias de uso domstico, industrial e de laboratrio. PISOS: NBR-6137 - Classificao de pisos para revestimentos de pavimentos. NBR-9445 - Classifica os pisos cermicos com base na verificao visual do aspecto da face exposta. NBR-6501 - Define os termos e dimenses nominais para piso cermico. NBR-6504 - Define os termos relativos a produtos cermicos destinados ao revestimento de pisos. POOS DE GUA: NB-1290 - Construo de poo para a captao de gua subterrnea. PORTAS: NBR-8543 - Verificao das condies de formato e dimenses da folha. NBR-8051 - Estabelece as condies de resistncia ao impacto para as portas de madeira. Mtodo de ensaio e resistncia requerida. NBR-8053 - Deformao da folha de porta de madeira sujeita a carregamentos. NBR-8054 - Verificao do comportamento da folha submetida a manobras anormais. NBR-8544 - Verificao do comportamento da folha de porta de madeira ao da gua e do calor. NBR-8542 - Desempenho de porta de madeira de edificao destinadas ao uso interno e externo de edificaes. NBR-8052 - Padroniza dimenses de portas e batentes destinados utilizao interna e externa de edificaes em geral.

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    NBR-8037 - Define termos empregados em porta de formato retangular e seus componentes. SOLO: NBR-6457 - Amostra de solo. Preparao de amostra de solos para ensaio e compactao de solos. NBR-7182 - Solo - ensaio de compactao. Fixa a correlao existente entre o teor de umidade e sua massa especfica aparente, quando a frao de solo que passa na peneira de 4.8mm compactada conforme o processo especfico. SONDAGENS: NBR-6484 - Fixa mtodo para reconhecimento do subsolo tambm chamado de mtodo a percusso. NBR-7250 - Descreve as condies de definio e classificao das amostras retiradas pelo ensaio percusso atravs da simples observao visual e ttil das amostras. TABIQUES: NBR-6495 - Determina as condies exigveis de execuo de tabiques. TALUDES: NBR-11682 - Fixa as condies exigveis de execuo no estudo e controle da estabilidade de taludes em solos, rochas ou mistos, componentes de encostas naturais ou resultantes de cortes; abrangem tambm, as condies para o projeto, a execuo, o controle e a conservao de obras de estabilizao. TELHAS: NBR-7172 - Fixa as condies exigveis para a aceitao de telhas cermicas tipo francesa, destinadas execuo de telhados das edificaes. NBR-9601 - Fixa as condies exigveis para a aceitao de telhas tipo capa e canal destinadas execuo de cobertura das edificaes. NBR-6462 - Ensaios de ruptura e flexo em telhas tipo francesa. NBR-8947 - Determina a massa e absoro de gua em telhas cermicas. NBR-8948 - Determina mtodo de ensaio de impermeabilidade das telhas cermicas. NBR-9602 - Fixa mtodo de ensaio da carga e ruptura flexo das telhas do tipo capa e canal. NBR-8038 - Determina forma e dimenses e suas tolerncias para telhas cermicas tipo francesa. NBR-9599 - Fixa as formas e dimenses e suas tolerncias para as telhas cermicas do tipo plan. NBR-9600 - Fixa as formas e dimenses e suas tolerncias para as telhas cermicas do tipo paulista. NBR-9600 - Fixa as formas e dimenses e suas tolerncias para as telhas cermicas do tipo colonial. TIJOLOS: NBR-7170 - Fixa as condies exigveis no recebimento de tijolos macios de barro cozido destinados a obras de alvenaria, com ou sem revestimento.

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    NBR-6460 - Fixa as condies exigveis para resistncia compresso dos tijolos de barro cozidos destinados alvenaria. NBR-8041 - Padroniza dimenses de tijolos macios cermicos utilizados em alvenaria, com ou sem revestimento. VALAS: NB-1349 - Fixa as condies para execuo de projetos de valas para assentamento de tubulaes de gua, esgoto e drenagem urbana. VIDROS: EB-92 - Fixa as condies exigveis para vidros planos aplicados na construo civil. MB-3404 - Fixa o mtodo para determinao da resistncia trao na flexo de vidros planos; adicionalmente apresenta-se o procedimento para a medio da flexo mxima oriunda do carregamento, a ser determinado sempre que houver interesse. NB-7199 - Projeto, execuo e aplicaes de vidro na construo civil. NBR-7210 - Define termos aplicveis aos produtos de vidro e acessrios usados na construo.

    1.1.1.1 Em todas as obras da AGETOP os ensaios mnimos a serem feitos em atendimento s

    Normas Brasileiras sero:

    Materiais Bsicos: Areias: granulometria, matria orgnica e inchamento. Britas: granulometria. Tijolos e blocos cermicos: resistncia compresso e medidas. Telhas: absoro e medidas. Blocos de concreto: resistncia compresso e medidas. Cal virgem: material residual e plasticidade. Cal extinta: plasticidade. Ao: caracterizao.

    Concreto:

    Dosagem experimental, controle da resistncia compresso. Azulejos:

    Ensaios de resistncia e arrancamento de azulejos.

    Peas pr-moldadas:

    Aspecto externo, medidas e ensaios de resistncia.

    Argamassas de revestimento:

    Ensaios em campo, de qualidade e acabamento.

    Madeira:

    Densidade, resistncia compresso paralela s fibras.

    OBS: S sero aceitos materiais e servios que tenham controle de qualidade

    comprovado por laboratrios idneos, credenciados pela AGETOP.

  • 8

    1.1.2 O presente Caderno de Encargos, juntamente com os desenhos dos Projetos, Detalhes e as

    Especificaes Complementares, faro parte integrante do contrato e valendo como se no

    contrato efetivamente transcritos fossem.

    1.1.3 Os servios contratados sero executados rigorosamente de acordo com as normas

    estabelecidas neste Caderno.

    1.1.4 Para a perfeita execuo e completo acabamento das obras e servios referidos no presente

    Caderno de Encargos, a Empreiteira se obriga sob as responsabilidades legais vigentes, a

    prestar toda a assistncia tcnica e administrativa necessrias para imprimir andamento

    conveniente aos trabalhos.

    1.1.5 A direo geral da obra ficar a cargo de um engenheiro, convenientemente registrado no

    Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e Prefeitura do local, e auxiliado

    por um mestre de obras geral, cuja presena no local dos trabalhos dever ser permanente, a

    fim de atender a qualquer tempo a Fiscalizao da AGETOP e prestar todos os

    esclarecimentos sobre o andamento dos servios.

    1.1.6 Para as obras e servios contratados, caber Empreiteira fornecer e conservar o

    equipamento mecnico e o ferramental necessrio, empregar mo-de-obra capaz, de modo a

    reunir permanentemente em servio uma equipe homognea e suficiente de operrios, mestres

    e empregados, visando assegurar a concluso das obras no prazo fixado.

    1.1.7 Para a perfeita execuo e completo acabamento das obras e servios referidos no Caderno

    de Encargos, a Empreiteira se obriga, sob as responsabilidades legais vigentes, a prestar toda

    a assistncia tcnica e administrativa necessria para imprimir andamento conveniente aos

    trabalhos, inclusive apresentar laudos de ensaio quando solicitado pela fiscalizao.

    1.1.8 AGETOP reserva-se ao direito de suprimir, reduzir ou aumentar os servios a serem

    executados, se achar conveniente.

    1.1.9 Em hiptese alguma, poder a Empreiteira alegar desconhecimento das clusulas e condies

    deste Caderno, das Especificaes da Obra, bem como das exigncias expressas nos Projetos

    e Normas da ABNT.

    1.1.10 Antes do preparo da proposta, o concorrente dever visitar o local das obras e tomar

    conhecimento dos servios e obras do contrato.

    1.1.11 Iniciadas as obras, deve a Empreiteira conduzi-las contnua e regularmente, dentro do

    cronograma estabelecido.

    1.1.12 Ocorrido qualquer atraso nas etapas programadas, poder a Fiscalizao ordenar o aumento

    de horrio de trabalho, cabendo a Empreiteira os nus ou eventuais prejuzos da decorrentes.

  • 9

    1.2 SEGUROS, LICENAS, TAXAS, PLACAS:

    1.2.1 Correr por conta exclusiva da Empreiteira a responsabilidade de quaisquer acidentes no

    trabalho de execuo das obras e servios contratados, uso indevido de patentes registradas,

    e, ainda que resultante de caso fortuito e por qualquer causa, a destruio ou danificao da

    obra em construo at a definitiva aceitao da mesma pela AGETOP, bem como as

    indenizaes que possam vir a ser devidas a terceiros por fatos oriundos dos servios

    contratados, ainda que ocorridos na via pblica.

    1.2.2 a Empreiteira obrigada a obter todas as licenas e franquias necessrias aos servios que

    contratar, pagando os emolumentos prescritos por lei e observando todas as leis, regulamentos

    e posturas referentes obra e segurana pblica, bem como atender ao pagamento de

    seguro pessoal, despesas decorrentes das leis trabalhistas e impostos, de consumo de gua,

    energia eltrica, que digam diretamente respeito s obras e servios contratados. obrigado,

    outrossim, ao cumprimento de quaisquer formalidades e ao pagamento, a sua custa, das

    multas porventura impostas pelas autoridades, mesmo daquelas que, por fora dos dispositivos

    legais, sejam atribudas a AGETOP.

    1.2.3 A observncia de leis, regulamentos e posturas a que se refere o item precedente, abrange

    tambm as exigncias do CREA, especialmente no que se refere colocao de placas

    contendo os nomes do responsvel tcnico pela execuo das obras, do autor ou autores dos

    projetos, tendo em vista as exigncias do registro na regio do citado Conselho, em que se

    realize a construo.

    1.2.4 Nenhuma obra dever ser iniciada antes que seja anotado o contrato, as ARTs no CREA e

    afixadas as placas da obra.

    1.2.5 Mandar a Empreiteira afixar placas relativas obra, dentro dos padres, recomendados por

    posturas legais, em local bem visvel, e com os dizeres recomendados pela Fiscalizao.

    1.3 EPI / PCMAT / PCMSO

    1.3.1 E.P.I (EQUIPAMENTO DE PROTEO INDIVIDUAL)

    A Empresa obrigada a fornecer aos empregados o EPI adequado ao uso e em perfeito

    estado de funcionamento e conservao, treinar o empregado quanto ao seu uso adequado e

    tornar obrigatrio seu uso.

    O EPI, alm de proteger o trabalhador contra os agentes ambientais inerentes ao processo,

    deve ser confortvel, conforme preceitua o item 9.3.5.5 alnea a da NR-09 da portaria n.

    25/94.

  • 10

    Todo EPI dever apresentar, em caracteres indelveis e bem visveis, o nome comercial da

    empresa fabricante ou importado e o n. do CA (CERTIFICADO DE APROVAO).

    Recomenda-se que ao adquirir um EPI o empregador exija do fabricante cpia do CA do EPI,

    e tambm cpia do CRF (CERTIFICADO DO REGISTRO DE FABRICANTE) ou CRI

    (CERTIFICADO DE REGISTRO DE IMPORTADOR).

    Citamos abaixo os EPIs mnimos a serem usados nas obras, de acordo com os servios em

    execuo:

    Luva de Borracha

    Luva de Raspa

    Bota de Borracha

    Botina de Couro

    Capacete

    Cinto de segurana

    Protetor auricular

    Protetor Facial

    Avental

    Coifa p/ proteo de disco

    Roupa

    Mscara para p Alm das exigncias destes equipamentos, h a necessidade da existncia no canteiro de

    extintores de incndio p qumico e Co2, bem como uma farmcia para primeiros socorros.

    1.3.2 - PROGRAMA DE CONDIES E MEIO AMBIENTE DO TRABALHO NA INDSTRIA DA

    CONSTRUO - PCMAT

    Portaria n. 04/07/95, que alterou a redao dada a NR 18 da portaria 17 de 07/07/83.

    PCMAT definido como sendo um conjunto de aes relativas segurana e sade do

    trabalho, ordenadamente dispostas, visando preservao da sade e da integridade fsica de

    todos os trabalhadores de um canteiro de obras, incluindo-se terceiros e o meio ambiente.

    De conformidade com a legislao a elaborao do PCMAT compreende:

    a) Memorial sobre as condies e meio ambiente de trabalho nas atividades e operaes,

    levando-se em considerao riscos de acidentes e de doenas do trabalho e suas respectivas

    medidas preventivas;

    Para que atenda-se esse item ele deve conter:

    a.1) A identificao da construtora e as principais empresas envolvidas com endereo da

    sede, CEP, CNPJ, telefone, principais responsveis tcnicos, etc.)

  • 11

    a.2) Deve-se descrever a obra, levando-se em considerao suas caractersticas bsicas e

    dimenses, como por exemplo o tipo de edifcio, o nmero de pavimentos, a rea total

    construda, a rea do terreno, a rea projetada na planta, etc.;

    a.3) Elaborao de croqui com a localizao indicando os limites do terreno, propriedades

    vizinhas, vias de acesso, cursos dgua, etc.

    a.4) Definio de cronograma para as etapas da obra, incluindo nmero de trabalhadores

    previsto para cada uma das fases.

    a.5) Prever, em cronograma, a instalao e permanncia de mquinas, equipamentos e

    veculos de porte.

    a.6) Identificar riscos ambientais por etapa e por funo / atividade, considerando,

    principalmente, o agravamento do risco nas mudanas de fases da obra. Exemplo - pedreiro

    trabalhando sobre andaime suspenso; carpinteiro trabalhando na periferia da laje.

    b) Projeto de execuo das protees coletivas em conformidade com as etapas de execuo

    da obra;

    O projeto das protees cabe ao Engenheiro de Segurana, que definir, que tipo de protees

    coletivas sero necessrias e quando devero ser implantadas. O projeto de construo,

    propriamente dito, ser de competncia do Engenheiro de Obras e ser elaborado com

    detalhes arquitetnicos e estruturais da construo, alm de outros quesitos de sua

    responsabilidade.

    c) Especificao tcnica das protees coletivas e individuais a serem utilizadas;

    d) Cronograma de implantao das medidas preventivas definidas no PCMAT;

    Este cronograma deve ser executado atendendo s seguintes recomendaes:

    d.1) Ter perfeita correspondncia com os cronogramas relativos s etapas / fases da obra,

    quantidade de trabalhadores e instalao e permanncia de mquinas, equipamentos e

    veculos de porte na obra.

    d.2) Indicar, para os equipamentos e sistemas de proteo coletiva que forem projetados,

    quando devero ser instalados e, tambm, o perodo em que permanecero nos locais /

    atividades.

    d.3) Indicar tarefas de manuteno e de inspees para os equipamentos e sistemas de

    proteo coletiva (principalmente os que devem ser utilizados em emergncia, como os

    extintores de incndio, por exemplo). Esse mesmo procedimento dever repetir-se para

    mquinas, equipamentos e veculos de porte em atividade na obra.

  • 12

    e) Layout inicial do canteiro da obra, inclusive previso do dimensionamento das reas de

    vivncia;

    Recomenda-se indicar em croquis (preferencialmente em escala) a situao inicial (que, em

    geral, provisria, nos primeiros meses da obra) das reas de vivncia que correspondam ao

    cronograma da obra. No layout devem constar, tambm, as reas de acesso e de circulao de

    veculos pesados, rea para instalao de degraus e elevadores de materiais e de

    passageiros, reas de administrao e almoxarifado.

    f) Programa educativo, contemplando a temtica de preveno de acidentes e doenas do

    trabalho, com sua carga horria.

    Programa de treinamento e exerccios especficos como os de preveno e combate a incndio

    e treinamentos peridicos sobre segurana do trabalho, conforme determina o item 18.28.1 da

    NR-18.

    Este programa, tanto quanto o PPRA e o PCMSO, no necessitam de registro prvio ou de

    homologao, porm, conforme dispe o item 18.3.12, ele dever ficar no estabelecimento

    (obra) disposio do rgo regional do MTb.

    A exigncia quanto sua implantao obedece a um cronograma que estabelece sua

    obrigatoriedade, a partir de 07/07/97, a todas as obras com canteiros que possuam mais de

    vinte empregados.

    importante que se compreenda que as obras que no tiverem atingido o nmero mnimo de

    trabalhadores que as obrigue a implantar o PCMAT devem elaborar o PPRA, segundo

    determina a NR-9 (Portaria 25 de 30/12/94).

    Salientamos que o PCMAT nada mais do que um PPRA para as obras de construo civil

    onde, alm da necessidade de enfoque dos riscos ambientais, enfatize-se os riscos inerentes

    s atividades da indstria da construo.

    O PCMAT deve ser elaborado e executado, segundo a norma, por profissional legalmente

    habilitado em segurana do trabalho, que so os tcnicos de segurana do trabalho e os

    Engenheiros de Segurana do Trabalho, guardadas as devidas atribuies funcionais de cada

    um deles.

    Quanto execuo do PCMAT ela de competncia exclusiva do Engenheiro da Obra.

    Cabe ressaltar que, de conformidade com o item 18.3.3 da NR-18, a responsabilidade pela

    elaborao, bem como implementao do PCMAT nos estabelecimentos, do empregador ou

    condomnio.

    No se pode esquecer a responsabilidade solidria entre empresas contratante e contratada,

    conforme dispe o item 1.6.1 da NR-1, e que, os engenheiros respondem, tanto nas questes

    tcnicas como nas questes de tica, ao Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e

    Agronomia - CREA, isso significa, tambm, que proprietrios, diretores, responsveis tcnicos

    (incluindo tcnicos e engenheiros de segurana), podero ser responsabilizados civil e

    criminalmente pelo Ministrio Pblico, seja por periclitao de vida ou pelo simples

    descumprimento de normas de segurana.

  • 13

    1.3.3 PROGRAMA DE CONTROLE MDICO DE SADE OCUPACIONAL - PCMSO

    Portaria n. 24, de 29/12/94 e Portaria n. 08, de 08/05/96 que alterou a redao dada a

    NR-07, da Portaria 3.214/78 que regulamentou os artigos 168 e 169 da Seo V do

    Captulo V do Ttulo II da CLT.

    Todas as empresas que possuam empregados, independente do tamanho e grau de risco,

    desde que regidos pela CLT so obrigadas a implantar o Programa de Controle Mdico de

    Sade Ocupacional (PCMSO).

    O MTb, atravs da SSST (Secretaria de Segurana e Sade no Trabalho), entende que

    Todos os trabalhadores devem ter o controle de sua sade de acordo com os riscos a que

    esto expostos. Alm de ser uma exigncia legal prevista no artigo 168 da CLT, est

    respaldada na conveno 161 da Organizao Internacional do Trabalho - OIT, respeitando

    princpios ticos, morais e tcnicos.

    A responsabilidade pela implementao desse programa nica e total do EMPREGADOR,

    devendo ainda zelar pela sua eficcia e custear despesas, alm de indicar Mdico do Trabalho

    para coordenar a execuo do programa.

    No caso dos trabalhadores temporrios o empregador responsvel pelo PCMSO a empresa

    contratada para fornecer mo-de-obra temporria.

    Excetua-se da obrigatoriedade de indicar Mdico Coordenador desse Programa as empresas:

    a) Grau de risco 1 e 2 (conforme NR-04) que possuam at 25 (vinte e cinco) funcionrios.

    b) Grau de risco 3 e 4 com at 10 (dez) funcionrios.

    c) Empresas de Grau de risco 1 e 2 que possuam 25 (vinte e cinco) a 50 (cinqenta)

    funcionrios, podero estar desobrigadas de indicar Mdico Coordenador, desde que essa

    deliberao seja concedida atravs de negociao coletiva.

    Todos esses aspectos podero, entretanto, ser alterados caso haja deliberao, nesse sentido,

    da Delegacia Regional do Trabalho. O Delegado poder determinar a necessidade da empresa

    indicar Mdico Coordenador com base no parecer tcnico dos agentes de inspeo do

    trabalho.

    d) Empresas de Grau de Risco 3 e 4 que possuam 10 (dez) a 20 (vinte) funcionrios podero

    estar desobrigadas de indicar Mdico Coordenador desde que essa deliberao seja

    concedida atravs de negociao coletiva.

    Todos esses aspectos podero, entretanto, ser alterados caso haja deliberao, nesse sentido,

    do Delegado Regional do Trabalho. O Delegado poder determinar a necessidade da empresa

    indicar Mdico Coordenador com base no parecer tcnico dos agentes de inspeo do

    trabalho.

    A SSST (Secretaria de Segurana e Sade no Trabalho) entende que as empresas

    desobrigadas de possuir mdico coordenador devero realizar os exames, atravs de mdico,

    que para a realizao dos mesmos, dever necessariamente conhecer o local de trabalho.

  • 14

    Sem a anlise do local de trabalho, ser impossvel uma avaliao adequada da sade do

    trabalhador.

    Para estas empresas recomenda-se que o PCMSO contenha minimamente:

    a) Identificao da empresa: razo social, CNPJ, endereo, ramo de atividade, grau de risco,

    nmero de trabalhadores distribudos por sexo, horrio de trabalho e turno;

    b) Identificao dos riscos existentes;

    c) Plano anual de realizao dos exames mdicos, com programao dos exames clnicos e

    complementares especficos para os riscos detectados, definindo-se explicitamente quais os

    trabalhadores ou grupos de trabalhadores sero submetidos a que exames e quando.

    Nas empresas em que o Seesmt possui Mdico do Trabalho a coordenao do programa deve

    ser feita por ele.

    De acordo com a SSST (Secretaria de Segurana e Sade no Trabalho), O Mdico

    Coordenador do Programa deve possuir, obrigatoriamente, especializao em Medicina do

    Trabalho, isto , aquele portador de certificado de concluso de curso de especializao em

    Medicina do Trabalho em nvel de ps-graduao, ou portador de certificado de Residncia

    Mdica em rea de concentrao em Sade do Trabalhador, ou denominao equivalente,

    reconhecida pela Comisso Nacional de Residncia Mdica do Ministrio da Educao,

    ambos ministrados por Universidade ou Faculdade que mantenham curso de Medicina

    conforme item 4.4 da NR-04, com redao da portaria 11 de 17/09/90 da SSST.

    O Mdico Coordenador no precisa, necessariamente, executar as aes previstas no

    planejamento.

    Suas atribuies determinam que a ele compete: a) Realizar os exames mdicos, ou encarreg-los a profissional mdico familiarizado com os

    princpios da patologia ocupacional e suas causas, bem como com o ambiente, as condies

    de trabalho e os riscos a que est ou ser exposto cada trabalhador da empresa a ser

    examinado.

    Para que seja atendido esse critrio necessrio que o mdico tenha acesso a Anlise de

    Riscos por Funo ou Atividade, que uma das etapas do PPRA, fundamentais para incio dos

    trabalhos do PCMSO.

    b) Encarregar dos exames complementares previstos nos itens, quadros e anexos existentes,

    na NR-07, profissionais e/ou entidades devidamente capacitados, equipados e qualificados.

    O PCMSO de responsabilidade tcnica do mdico coordenador e no da entidade ou

    empresa a qual este possa estar vinculado.

    O programa deve observar, como objetivo, a preservao da sade do conjunto dos seus

    trabalhadores.

    O mnimo que se requer do programa um estudo In loco para reconhecimento prvio dos

    riscos ocupacionais existentes. O reconhecimento de riscos deve ser feito atravs de visitas

    aos locais de trabalho para anlise do(s) processo(s) produtivo(s), postos de trabalho,

  • 15

    informaes sobre ocorrncias de acidentes de trabalho e doenas ocupacionais, atas de

    CIPA, mapa de riscos, estudos bibliogrficos, etc.

    Atravs deste reconhecimento deve ser estabelecido um conjunto de exames clnicos e

    complementares especficos para a preveno ou deteco precoce dos agravos sade dos

    trabalhadores, para cada grupo de trabalhadores da empresa, deixando claro ainda os critrios

    que devero ser seguidos na interpretao dos resultados dos exames e as condutas que

    devero ser tomadas no caso de encontro de alteraes.

    Embora o programa deva ter articulao com todas as Normas Regulamentadoras, a

    articulao bsica deve ser com o Programa de Preveno de Riscos Ambientais - PPRA,

    previsto na Norma Regulamentadora NR-09.

    Se o reconhecimento no detectar risco ocupacional especifico, o controle mdico

    poder resumir-se a uma avaliao clnica global em todos os exames exigidos:

    admissional, peridico, demissional, mudana de funo e retorno ao trabalho.

    1.4 FISCALIZAO

    1.4.1 A AGETOP manter nas obras engenheiros e prepostos seus, convenientemente credenciados

    junto a Empreiteira, e sempre adiante designados pela Fiscalizao, com autoridade para

    exercer, em nome da AGETOP, toda e qualquer ao de orientao geral, controle e

    fiscalizao das obras e servios de construo.

    1.4.2 As relaes mtuas entre a AGETOP e cada contratante sero mantidas por intermdio da

    Fiscalizao.

    1.4.3 a Empreiteira obrigada a facilitar meticulosa fiscalizao dos materiais e execuo das obras

    e servios contratados, facultando Fiscalizao o acesso a todas as partes das obras

    contratadas. Obriga-se, do mesmo modo, a facilitar a Fiscalizao em oficinas, depsitos,

    armazns ou dependncias onde se encontrem materiais destinados construo, servios ou

    obras em preparo.

    1.4.4 Fiscalizao assegurado o direito de ordenar a suspenso das obras e servios sem

    prejuzo das penalidades a que ficar sujeita a Empreiteira e sem que esta tenha direito a

    qualquer indenizao no caso de no ter atendido dentro de 48h (quarenta e oito horas), a

    contar da anotao no dirio de obras, qualquer reclamao sobre defeito essencial em servio

    executado ou material posto na obra.

    1.4.5 a Empreiteira obrigada a retirar da obra, imediatamente aps o recebimento da notificao

    no dirio de obra, qualquer empregado, tarefeiro, operrios ou subordinados que, a critrio da

    Fiscalizao, venha a demonstrar conduta nociva ou incapacidade tcnica.

    1.4.6 A AGETOP, por meio da Fiscalizao, no aceitar servios em cuja execuo no tenham

    sido observados preceitos estabelecidos neste Caderno e nas Especificaes da obra e far

  • 16

    demolir, por conta e risco da Empreiteira, em todo ou em parte, os referidos servios mal

    executados.

    1.5 DISCREPNCIAS E PRIORIDADES

    1.5.1 Em caso de divergncia entre o Caderno de Encargos e as Especificaes da Obra

    prevalecero as segundas.

    1.5.2 Em caso de divergncia entre este Caderno e os Projetos prevalecero os segundos.

    1.5.3 Em caso de divergncia entre as Especificaes Complementares e os Desenhos dos Projetos

    prevalecero sempre os primeiros.

    1.5.4 Em caso de divergncia entre as cotas dos Desenhos e suas dimenses medidas em escala,

    prevalecero sempre as primeiras.

    1.5.5 Em caso de divergncia entre os desenhos diferentes prevalecero sempre os detalhados em

    escala menor , isto , o desenho maior que apresenta maior riqueza de detalhes..

    1.5.6 Em caso de divergncia entre os desenhos de datas diferentes prevalecero os mais recentes.

    1.5.7 Em caso de dvida quanto a interpretao dos desenhos, deste Caderno ou das

    Especificaes da Obra ou omisses, ser consultada a Fiscalizao.

  • 17

    II - MATERIAIS BSICOS:

  • 18

    1 CONSIDERAES GERAIS

    1.1 Todos os materiais a empregar nas obras devero ser novos, comprovadamente de primeira

    qualidade e satisfazer rigorosamente este Caderno de Encargos, salvo disposies expressas

    e estabelecidas pelas Especificaes da Obra.

    1.2 A Empreiteira s poder usar qualquer material depois de submet-lo ao exame e aprovao

    da Fiscalizao, a quem caber impugnar seu emprego, quando em desacordo com este

    Caderno de Encargos.

    1.3 Cada lote ou partida de material dever, alm de outras constataes, ser comparado com

    respectiva amostra previamente aprovada.

    1.4 As amostras de materiais aprovados pela Fiscalizao, depois de convenientemente

    autenticadas por esta e pela Empreiteira, devero ser cuidadosamente conservadas no

    canteiro de obra at o fim dos trabalhos de forma a facultar, a qualquer tempo, a verificao de

    sua perfeita correspondncia aos materiais fornecidos ou j empregados.

    1.5 Se as circunstncias ou condies locais tornarem, por ventura, aconselhvel a substituio de

    alguns materiais adiante especificados por outros equivalentes, esta substituio s se poder

    efetuar mediante expressa autorizao, para cada caso particular.

    1.6 Obriga-se a Empreiteira a retirar do recinto das obras os materiais porventura impugnados pela

    Fiscalizao, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, a contar da anotao no dirio de obra.

    2 AO PARA CONCRETO ARMADO

    2.1 As barras e fios de ao para concreto armado devero satisfazer as condies exigidas pela

    NBR-7480 da ABNT. Podero ser usados aos de outra qualidade desde que suas

    propriedades sejam suficientemente estudadas por laboratrio nacional idneo.

    As barras de ao destinadas ao uso em concreto armado devero ser submetidas ao ensaio de

    fadiga conforme NBR-7478.

    As telas de ao soldadas para o emprego no concreto armado devero satisfazer as condies

    exigidas pela NBR-7481.

    As barras e fios de ao para concreto armado se classificam de acordo com o processo de

    fabricao em:

    2.1.1 BARRAS DE AO CLASSE A E AOS COMUNS OU AOS DOCES:

    Obtidas por laminao a quentes sem posterior deformao a frio.

    2.1.2 BARRAS E FIOS DE AO CLASSE B:

  • 19

    Obtidos por deformao a frio. De acordo com o valor caracterstico da resistncia de

    escoamento, as barras e os fios de ao so classificados nas categorias CA-25 (ao comum ou

    ao doce), CA-40, CA-50 e CA-60.

    3 CAL

    3.1 CAL VIRGEM:

    3.1.1 A cal virgem deve atender aos requisitos das Normas da ABNT.

    NBR-6453 - Fixa condies exigveis no recebimento da cal virgem para o preparo de

    argamassa.

    3.2 CAL EXTINTA:

    3.2.1 Para a obteno de cal extinta (cal area hidratada), no canteiro, sero observadas as

    especificaes constantes da NBR-7175.

    4 CIMENTO:

    4.1 Todo o cimento dever ser de fabricao recente, podendo ser aceito na obra quando chegar

    com condicionamento original, isto , com a embalagem e a rotulagem de fbrica intactas.

    4.2 BRANCO:

    4.2.1 Empregar-se- cimento Portland branco de qualidade comprovada no mercado.

    4.3 CIMENTO PORTLAND COMUM:

    4.3.1 O cimento Portland comum, CP-32, para concretos, pastas e argamassas, dever satisfazer

    rigorosamente NBR-5732 e ao item 8.1.1.1 e 8.1.1.3 da NBR-6118.

    4.4 Todo o cuidado ser dispensado para que a armazenagem do cimento seja feita de forma a

    conservar todas as suas caractersticas e resistncia. A estocagem de cimento para concreto

    no dever ultrapassar a trs semanas quando ensacados e cinco semanas quando

    embalados em containers.

    5 AREIA

    5.1 Ser quartzoza, isenta de substncias nocivas em propores prejudiciais, tais como: torres

    de argila, gravetos, mica, grnulos tenros e friveis, impurezas orgnicas, cloreto de sdio ou

    outros sais que prejudiquem a atividade dos aglomerantes.

    5.2 Os ensaios de qualidade e de impurezas orgnicas sero de acordo com os procedimentos

    dos mtodos NBR-7220 e NBR-7221.

  • 20

    5.3 PARA ARGAMASSA DE ALVENARIA, EMBOOS:

    5.3.1 Ser de granulometria mdia, estendendo-se como tal a areia que passa na peneira de 2,0 mm

    e fica retida na peneira de 0,5 mm, sendo Dmax = 2,4 mm.

    5.4 PARA ARGAMASSA DE REBOCO:

    5.4.1 Ser fina, entendendo-se como tal a areia que passa na peneira de 0,5 mm, sendo Dmax =

    1,2mm.

    5.5 PARA REBOCOS DE ACABAMENTO ESMERADO:

    5.5.1 Dever a critrio da Fiscalizao satisfazer o seguinte:

    Ser calcinada, antes do peneiramento.

    A granulometria dever corresponder ao material compreendido entre as peneiras n. 4 (4760

    micra) e n. 100 (149 micra), tipo E 11.39, ASTM, sendo tolerada uma porcentagem mxima de

    10% do material mais fino.

    5.6 PARA CONCRETO:

    5.6.1 Dever satisfazer a NBR-7211/83 e as necessidades da dosagem para cada caso.

    5.7 ENSAIOS DE ACORDO COM OS MTODOS:

    NBR-7216 Amostragem de agregados - Mtodos de Ensaio.

    NBR-7217 Determinao da composio granulomtrica dos agregados - Mtodos de Ensaio.

    NBR-7218 Determinao do teor de argila em torres nos agregados - Mtodos de Ensaio.

    NBR-7219 Determinao do teor de materiais pulverulentos nos agregados - Mtodos de

    Ensaio.

    NBR-7220 Avaliao das impurezas orgnicas das areias para concretos - Mtodos de

    Ensaio.

    NBR-7221 Ensaio de qualidade da areia - Mtodos de Ensaio.

    ASTM.C-227 Atividade Potencial - Reao Alcali-Agregado.

    6 AGREGADOS GRADOS (NATURAIS):

    6.1 Os agregados devero atender NBR-7211.

    6.2 Ensaios sero de acordo com os mtodos do item 5.7 e ainda os seguintes:

    NBR-7389 Apreciao petrogrfica de agregados - procedimento.

    NBR-6465 Determinao da Abraso Los Angeles.

    6.3 BRITA:

  • 21

    6.3.1 A pedra britada para confeco de concretos dever satisfazer a NBR-7211/83 - agregados

    para concretos e as necessidades das dosagens adotadas para cada caso.

    6.4 CASCALHO OU SEIXO ROLADO:

    6.4.1 Ser admitido, a juzo da Fiscalizao, o emprego de cascalho ou seixo rolado como agregado

    grado para concreto armado, desde que sua qualidade seja satisfatria e que obedea s

    seguintes consideraes:

    a) Cascalho de leitos de rios:

    Os cascalhos depositados nos leitos dos rios so melhores para concreto porque so lavados.

    Para uso no concreto, devem passar na malha de 38 mm para reteno de gros maiores que

    prejudicariam os traos e a aplicao do concreto.

    b) Cascalho de campo (Latertico):

    O cascalho de campo pode ser empregado, desde que seja lavado em betoneira com duas

    guas e agitao por 1,0 minuto em cada gua. O cascalho lavado dever ser armazenado em

    separado, para posterior liberao do fiscal.

    6.4.2 Caractersticas Exigidas para os Cascalhos:

    Os gros devem ser resistentes, devendo em caso de dvidas, realizar o ensaio de Abraso

    Los Angeles para avaliar sua resistncia.

    A reatividade com o cimento uma caracterstica que deve ser avaliada nos cascalhos de

    certas regies de Gois, principalmente das reas de garimpo e cascalho do leito do Tocantins.

    So considerados reativos os cascalhos com minerais superiores aos seguintes limites:

    Opala - mx. 2,0%.

    Calcednia - mx. 5,0%.

    Riolito vtrico e andesitos - mx. 3,0%.

    As demais impurezas so constantes das especificaes da ABNT NBR-7211.

    6.4.3 Traos para Concreto com Cascalhos de algumas Regies do Estado de Gois.

    Resistncias caractersticas (fck = 15 MPa).

    a) Regio de Minau.

    Trao por saco de cimento.

    Cimento = 50 kg.

    Areia = 72,5 L.

    Cascalho = 102,1 L.

    gua corrigida = 20 L.

  • 22

    b) Regio de Goinia (Rio dos Bois)

    Trao por saco de cimento.

    Cimento = 50 kg.

    Areia = 82,7 L.

    Cascalho = 121,5 L.

    gua corrigida = 24,0 L.

    c) Regio de Niquelndia (Rio Traras)

    Trao por saco de cimento.

    Cimento = 50 kg.

    Areia = 70,6 L.

    Cascalho = 95,0 L.

    gua = 27,0 L.

    d) Regio de Anpolis (Rio Corumb)

    Trao por saco de cimento.

    Cimento = 50 kg.

    Areia = 89,0 L.

    Cascalho = 113,0 L.

    gua = 24,5 L.

  • 23

    III - PROJETOS

  • 24

    1 PROJETO DE ARQUITETURA

    O objetivo principal do Projeto de Arquitetura da edificao a execuo da obra idealizada

    pelo arquiteto.

    Esta obra deve se adequar aos contextos natural e cultural de que se insere e responder s

    necessidades do cliente e futuros usurios da edificao.

    As exigncias dos clientes e usurios se exprimem atravs do programa de necessidades que

    define metodicamente o objetivo do projeto.

    O Projeto de Arquitetura trata-se da 1 etapa da realizao da obra. um conjunto de

    desenhos e documentos tcnicos necessrios construo, fabricao ou montagem da

    mesma, e compreende 03 fases:

    1.1 ESTUDO PRELIMINAR

    1.1.1 Constitui a anlise e a apresentao da configurao global inicial do problema para

    determinao de viabilidade de um programa de partido a ser adotado, constando de pesquisa,

    programa de necessidade, setorizao, fluxograma, bem como plano de massas de vegetao

    e a soluo preliminar do projeto.

    1.2 ANTE-PROJETO

    1.2.1 Constitui a configurao final da soluo arquitetnica proposta para a obra, considerando

    todas as exigncias contidas no programa de necessidades e o estudo preliminar aprovado

    pelo cliente. Deve ser apresentado atravs de planta, cortes, fachadas, situao, locao e

    cobertura.

    1.3 PROJETO

    Trata-se do nvel de desenvolvimento dos projetos exigido pela AGETOP.

    Constitui a configurao final da soluo arquitetnica proposta para a obra, considerando as

    exigncias contidas no programa de necessidades, no estudo preliminar e no ante-projeto,

    apresentado atravs de plantas, cortes , fachadas , cobertura , locao , detalhes construtivos ,

    especificaes qualitativas e quantitativas do material a ser empregado, em escala conveniente

    ao bom entendimento , e dentro das normas de desenho tcnico da ABNT. O projeto dever

    indicar todos os elementos da obra, ou servios necessrios exata execuo tcnica da obra.

    Dever conter todas as especificaes da edificao, materiais empregados, detalhes

    construtivos, e memorial descritivo, sempre desenvolvidos dentro dos padres AGETOP de

    detalhes, esquadrias, tesouras, fechamentos (muros e alambrados) etc, e dever tambm

    atender s normas atualizadas de acessibilidade, vigilncia sanitria, corpo de bombeiros, etc.

    1.3.1 Representao Grfica do Projeto:

    O desenho:

  • 25

    O projeto dever ser desenhado no auto CAD, na verso atualizada e seguir as normas de

    desenho tcnico da ABNT para Projeto de Arquitetura, no que se refere a escalas de desenho

    padres de formato de pranchas (AO, A1, A2). Em casos de exceo em que o uso de outro

    formato seja necessrio, os mesmos no podero exceder a 89cm de largura. Alm das

    normas da ABNT, o desenho dever estar de acordo com os seguintes itens:

    - Ser apresentado em escala real, considerando a unidade em metros. - Considerar plotagem sempre em preto, exceto nos casos em que for solicitado

    plotagem colorida. - Utilizar a configurao de penas padro AGETOP.

    Cor Pena N Espessur

    a

    1 7 0,10

    2 7 0,17

    3 7 0,25

    4 7 0,35

    5 7 0,45

    6 7 0,50

    7 7 0,17

    8 7 0,70

    9 7 0,80

    10 7 0,85

    11 7 0,17

    12 7 1,00

    13 7 0,13

    14 7 1,20

    15 7 1,25

    1.3.2 O contedo das pranchas:

    O projeto dever ser elaborado e apresentado em pranchas, em que devero constar os

    seguintes itens:

    Planta dos pavimentos:

    - Cotas gerais e parciais; - Lanar os elementos do sistema estrutural bsico sem cota-los, a no ser que j

    tenha sido previamente discutido e analisado junto ao projetista do estrutural; - Indicaes dos corte gerais, elevaes, detalhes e sees; - Indicao de cotas de nvel de pisos acabados; - Indicao da funo e rea de cada ambiente; - Localizao de equipamentos, bancadas e armrios; - Numerao, dimensionamento de pisos e patamares, altura de espelhos das

    escadas, indicao do sentido das escadas, rampas e percentagem de inclinao das rampas;

    - Indicao de torres de elevados e outros; - Indicao dos quadros e caixas de distribuio das redes telefnicas, eltrica,

    centrais de som, alarme, prumadas hidrulicas, etc (previso para projetos);

  • 26

    - Indicao da projeo dos reservatrios de gua (inferior ou superior) com respectivos acessos e capacidade em litro;

    - Uso das seguintes convenes com indicao de acabamento, revestimento e pisos:

    Reboco e pint.Acrlica

    Reboco e pint.PVA Chapisco grosso Reboco, emassamento e barrado H =0,00 m Azulejos

    Placas de ardsia Granitina Cermica

    Concreto desempenado F Forro de laje Forro paulista

    Forro de Gesso Forro de PVC

    Quadro de Aberturas com dimensionamento das esquadrias, tipo, especificao de material e quantidade de cada uma. Seguir modelo:

    Nomenclatura Dimenses Peitoril Tipo Material Quantidade Portas/Janelas

    Seguir legenda para parede:

    Existente A demolir A construir ////////////////////

    Nome e escala do desenho; Articulao de blocos quando for uma obra dividida em blocos; Quadro de reas: dos blocos, passarelas, jardins, etc;

  • 27

    Colocar na prancha da planta baixa um resumo do memorial mais especificao.

    Cortes: - Fazer tantos cortes quanto forem necesssrios para o bom entendimento do projeto; - Distribuio grfica entre os elementos da estrutura e vedao seccionadas; - Indicao dos perfis longitudinais e transversais naturais do terreno, aterros e

    desaterros , dos novos perfis longitudinais e transversais do terreno; - Cotas de nvel dos pisos seccionados e do terreno; - Cortes verticais parciais e totais dos elementos seccionados; cotados. - Desenho detalhado da cobertura: caixas dgua, estrutura de sustentao da

    cobertura e tesouras seccionadas. Mostrar calhas, rufos, platibandas, etc. - Nome e escala do desenho; - Indicar tipo de telha, estrutura do telhado; especificar se laje ou forro; material das

    bancadas e outros.

    Fachadas: - Representao grfica e especificao completa dos materiais de revestimentos

    (marcas, referncia, cor, dimenses) determinando o respectivo modo de assentamento e acabamento;

    - Indicao e especificao completa de vidros; elementos vazados; brises e esquadrias;

    - Representao da localizao de aparelhos de ar condicionado; quando forem individuais;

    - Nome e escala do desenho.

    Plantas de Cobertura: - Indicao dos planos de coberturas, sentido de escoamento de guas e

    percentagem de inclinao; - Indicao da posio e dimensionamento das calhas condutoras de guas pluviais e

    destino das mesmas; - Indicao dos corte e fachadas gerais; - Indicar cobertura existente e a construir; - Indicao dos reservatrios de gua, detalhes de cumeeiras, rufos, arremates,

    elementos de impermeabilizao, isolamento termo-acstico e outros elementos; - Especificao dos materiais; - Cotas gerais e parciais; amarrao com o terreno (no amarrar com beirais e sim

    com as paredes); - Nome e escala do desenho; - Dar nome aos blocos quando for o caso de edificao com vrios blocos.

    Planta de Situao:

    - Indicao da quadra; - Cotas do terreno (destac-la das demais); - Largura das ruas; - Norte magntico ou verdadeiro; - Denominao de ruas ou praas limtrofes; - Indicao de reas do lote em questo; - Nome, escala do desenho.

    Planta de Implantao:

    - Limite do terreno e indicao de logradouros adjacentes; - Norte magntico ou verdadeiro; - Vias de acesso (internas ou no); - Curvas de nvel modificadas ou no indicando possveis plats/ taludes, e indicando

    todas as cotas de nvel; - Corte; mostrando linha do terreno original, linha da calada, aterros, desaterros,

    cotas de nvel do terreno; - Legenda de paisagismo (quando for o caso), com indicao do tipo de planta (nome

    cientfico e popular), tamanho de mudas, quantitativos; - Legenda geral com indicao e quantitativo dos diversos tipos de rea pavimentada,

    meio-fio de concreto, meio-fio simples, muro, alambrado, rea gramada, portes de acesso, etc.

    - reas cobertas, ajardinadas, estacionamentos e respectivos detalhes construtivos; - Indicao de meio-fio rebaixado para calada ou no;

  • 28

    - Cotas gerais; - Indicao dos pontos de distribuio de gua para jardins, filtros, bebedouros e

    caixas de incndio; - Nome e escala do desenho.

    1.4 ANOTAES E/OU APROVAO DE PROJETOS

    Ser exigido ART (comprovante de anotao de responsabilidade tcnica junto ao CREA) j

    recolhida e protocolada pelo CREA e nos casos em que se fizer necessrio aprovao do

    corpo de bombeiros e vigilncia sanitria.

    2 PROJETO DE REFORMA E AMPLIAO

    2.1 Ampliaes e/ou reformas em obras que faam parte do Patrimnio Histrico, o fato dever

    ser comunicado gerncia a fim de que seja designado um profissional da AGETOP, com

    formao na rea de patrimnio para acompanhar e orientar o trabalho, seguindo as normas

    de conservao e preservao histrica.

    2.2 Para desenvolver estes projetos o arquiteto dever fazer visita ao local para que seja elaborado

    levantamento do terreno e do edifcio existente, indicando as demais caractersticas do local

    (abaixo indicadas ) e constatao das reas disponveis para acrscimo e remanejamento:

    - Infra-e