UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJA£† ELIANE RENATA STEUCK A ... Renata ¢  ELIANE RENATA STEUCK

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  • UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

    ELIANE RENATA STEUCK

    A CONSTITUIÇÃO DE ESPAÇOS EDUCADORES SUSTENTÁVEIS: diálogos com o Programa PIBID UNIVALI

    Itajaí 2016

  • UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

    Vice-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação, Extensão e Cultura – ProPPEC

    Programa de Pós-Graduação em Educação – PPGE

    Curso de Mestrado Acadêmico

    ELIANE RENATA STEUCK

    A CONSTITUIÇÃO DE ESPAÇOS EDUCADORES SUSTENTÁVEIS: diálogos com o Programa PIBID UNIVALI

    Dissertação apresentada ao colegiado do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI) como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre em Educação – área de concentração: Educação – (Linha de Pesquisa: Práticas Docentes e Formação Profissional).

    Orientador: Prof. Dr. Antonio Fernando Silveira Guerra.

    Itajaí 2016

  • ELIANE RENATA STEUCK

    Dissertação avaliada e aprovada pela Comissão Examinadora e referendada pelo Colegiado do PPGE como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre em Educação.

    ______________________________ DRA. VALÉRIA SILVA FERREIRA

    COORDENADORA

    Apresentada perante a Banca Examinadora composta pelos Professores:

    _________________________________________________ DR. ANTONIO FERNANDO SILVEIRA GUERRA (UNIVALI)

    PRESIDENTE E ORIENTADOR

    ____________________________________ DRA. TÂNIA REGINA RAITZ (UNIVALI)

    MEMBRO

    ______________________________________ DRA. MARIA DO CARMO GALIAZZI (FURG)

    MEMBRO EXTERNO

    Itajaí-SC, 29 de fevereiro de 2016.

  • Lá debaixo do arvoredo, onde estava descansando,

    eu olhei para cima vi um passarinho cantando.

    Ele cantava tristemente e fazia a gente chorar.

    Quanto mais ele cantava, mais eu tinha que chorar. Perguntei ao passarinho:

    “O que foi que aconteceu?” Ele não podia falar,

    bateu asas e morreu. Antes dele morrer,

    contou-me um segredo: Que enterrasse o corpo dele,

    lá debaixo do arvoredo. “Passarinho, se eu pudesse, não te enterrava nesse chão.

    mandaria fazer uma cova dentro do meu coração” (Autoria desconhecida)

    Dedico este esforço de pesquisa e escrita à minha mãe, Renata,

    quem ouvi cantarolar esta música durante toda a minha infância

    e ao meu “Opa” Leopoldo, com quem aprendi a

    ter gosto por ouvir histórias de vidas.

  • AGRADECIMENTOS

    O tempo não nos pertence, definitivamente! Dois anos se passaram... Tanta vida acontece em dois anos... pessoas nascem, pessoas partem e a gente vai observando... Dois anos... Um período vivido com tanta intensidade e força, que poderia dizer que estou cansada... Mas, mesmo que estivesse, ainda teria o fôlego necessário para escrever o quanto sou grata à oportunidade de VIVER!!!! Viver não é pra qualquer um! É para os que se permitem a experiência do PRESENTE... E tive muitos presentes, nos sentidos todos da palavra, em minha vida e, em especial neste tempo que agora chega ao fim. Um deles foi, em momento oportuno, ser beneficiada com uma bolsa da CAPES, que preciso agradecer, também, ao colegiado do PPGE, por sua avaliação em favor de meu nome. E, neste território, em que posso falar diretamente com quem desejo que ouça, peço aos que lerem, que pensem em como eu lhes diria o quanto sou grata: Pitty!!! Obrigada por manter minha sanidade mental com sua música! Deus, obrigada! Por nunca ter me faltado, por sempre ter permitido apenas aquilo que eu seria capaz de suportar e por ter me permitido tantas alegrias... Júnior, obrigada! Por ter aceito, há tantos anos, ser meu companheiro, meu amigo, meu amante... Obrigada por ter criado as condições para que eu pudesse trilhar este caminho. Mas te agradeço, principalmente, por ter me falado, com tanta propriedade: “Amor, você não pode escrever tudo! Se fosse pra escrever tudo, não seria uma dissertação, seria uma Bíblia!”. Mãe... já te dediquei esta minha primeira obra escrita. Não foi escrita com aquela máquina de escrever, mas, os tempos são outros... Obrigada por me ensinar que alguns dos saberes mais necessários à vida estão nos arredores da escola. Me esforço para ensinar isto à outras pessoas... Luana, primeira filha... Obrigada, minha filha, por me ensinar que um bom cavalo não é definido pela nota de uma prova apenas. Isto foi precioso neste tempo...Sarah, senti falta da tua companhia neste último ano... Obrigada por me ensinar a ser mãe em tempo integral. Me ver, em ti, sempre me fez ser melhor...Gui (popular Zé), obrigada por me dar a honra de ser o primeiro leitor deste exercício de pesquisa... raras são as vezes que se pode compartilhar com a família essa parte tão estranha da vida. Meu irmão, Eduardo, obrigada por me ensinar que nossos problemas não se resolvem com choro. É preciso ir à luta. Eu fui, creio que tenho vencido... Minha eterna sogra, e segunda mãe, Aidê... Você acreditou em mim e me fez ter certeza de que eu posso! Minha sogra de coração, Nerci... Obrigada por me acolher em sua família e me desafiar, sempre, a mostrar o melhor de mim. Pink, minha fiel companheira que, especialmente no silêncio dos seus últimos dias, me fez compreender o que significa o essencial que é invisível aos olhos... e... Bagheera, obrigada por me mostrar que não importa o quanto você ainda tenha que escrever, sempre dá tempo pra uma corridinha na grama.

  • Meu pai, de coração, Linésio, que já partiu, mas me deixou uma importante lição: qualquer problema pode ser resolvido com uma cerveja gelada e bons amigos! E bons amigos eu tenho! No GEEAS... “Raquelita”, com seu jeito de mãe, seu carinho, sensibilidade pra saber a hora certa de telefonar... que Deus me permita retribuir, no mínimo, na mesma medida. “Nise”, quando foi que separaram nós duas? No nascimento, só pode! Tua alegria e leveza me fizeram acreditar que era possível escrever uma dissertação e ainda viver. Que Deus me permita aprender a ser leve... “Marcinha”, tanta doçura e sabedoria numa pessoa tão pequena... tuas palavras preciosas sempre me acompanham. Que Deus me permita, um dia, ter tamanha doçura e sabedoria... “Jaquelinda”, tanta responsabilidade, organização e competência não poderiam fazer parte de uma pessoa tão bonita. “Pode isso, produção?”. “Xuninho”, mesmo que eu não entrasse, eu desejava que você conseguisse. Que bom que conseguimos os dois! Obrigada por me irritar! “Nessa”, sempre pensei que advogados não têm senso de humor. Me enganei. Talvez apenas os bons advogados tenham... Entre “polachas” e cucas, uma mulher guerreira que me ensinou que é possível! Tem tempo... Paty, Jaque Márcia, Paulo... boa sorte, vocês ainda permanecem. Que sejam tão felizes quanto eu fui neste tempo de Máfia do Guerra! Lucas Pollon, você é um doce... Obrigada pelos bolos de chocolate e as conversas agradáveis. Diego, obrigada por teus relatos de aluno. É importante saber que a vida pulsa “do outro lado”, também. E, você, “Ori”... obrigada por ter sido um “painho” e um amigo que soube lidar com minhas teimosias e excessos de “descuidado”. Você soube me dizer, gentilmente, que era preciso diminuir a ansiedade e escrever e, depois, que era hora de passar o traço final. Obrigada por confiar em mim... E na vida... Andrey, seu incentivo, junto ao da Raquelita, foi determinante para que hoje eu pudesse escrever estes agradecimentos... “Ze”... não poderia te perdoar por passar um tempo junto da Sauvé antes de mim, mas vou reconsiderar... Tua luz, bondade, gentileza e coragem me encantam... Os colegas das disciplinas... sem chance de nomear! Vou esquecer alguém, com certeza! Obrigada! Foram dias interessantes, divertidos, cansativos, mas foram dias inesquecíveis! E partilhados... Dani, Cris, Ecla, Su Cunha, Su Ramos, Aline, Pri, Gerti, Clau, minha ausência foi por uma boa razão... obrigada por permanecerem por perto! Meus colegas de trabalho, em especial Magali, Cristian, Miriam, Marinez, Fabiana, Fernanda, Claudete Mazuco, Lucien e Simone... “obrigada por segurar as pontas” enquanto eu viajava pelo mundo... está aí, o resultado, e vocês muito contribuíram para ele. Viram? Eu não estava só passeando...

  • Obrigada, professores do PPGE UNIVALI, que contribuíram para que eu conseguisse saber o que escrever e como escrever. Professora Adair Neitzel, coordenadora institucional do PIBID, obrigada por abrir as portas do PIBID UNIVALI para que esta pesquisa pudesse acontecer. Mariana e Tânia, obrigada por sua disposição e carinho em fazer sempre o melhor por cada um de nós. Professora Maria do Carmo Galiazzi, seu olhar para meus escritos me permitiram ousar e me aventurar a ser eu mesma em cada linha. Professora Tânia Regina Raitz, obrigada por confiar em mim e acreditar que seria “uma bela pesquisa”. Espero ter confirmado seu anúncio. Professora Olga, sem suas correções, provavelmente estes escritos nunca seriam compreendidos... Obrigada, por ter feito seu trabalho com tanta dedicação e carinho. Queridas Pibidianas... árvores da minha floresta... aprendi tanto com vocês... em tempos que ser professor tem sido tão difícil, vocês me provocaram o reencantamento. Serão sempre, Jacarandá, Aroeira, Jabuticabeira e Pitangueira, minhas árvore