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REVOLUÇÃO FRANCESA Por: Rodrigo A. Gaspar

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REVOLUO

FRANCESA

Por: Rodrigo A. Gaspar

REVOLUO FRANCESA

Influncia dos valores

iluministas

Superao do Absolutismo

monrquico e da sociedade

estratificada

Serviu de inspirao para

outras revolues,

principalmente na

Amrica.

Principal Lema:

Liberdade, Igualdade e

Fraternidade

ANTECEDENTES DA REVOLUO

Alta cobrana de impostos.

Insatisfao com interveno do Estado Absolutista.

Grave crise financeira

Insatisfao com os privilgios cedidos uma parte da populao.

SOCIEDADE FRANCESA

O que essa

charge pode

nos dizer

sobre a

sociedade

francesa do

sculo

XVIII?

SOCIEDADE FRANCESA

O resultado da

desigualdade recaa

nas costas do

Terceiro Estado o

peso de sustentar o

conjunto da

Frana, suas

guerras e gastos

luxuosos.

SOCIEDADE FRANCESA Funk do Terceiro Estado

1 ou 2 Estado pra mim tanto faz, eu j estou cheio de

impostos e no quero pagar mais.

1, 2, 3 Estados.

Pra ficar maneiro eu jogo imposto l pra baixo.

Sa de cima, sa de cima, sa de cima, de mim, de mim, de

mim.

(pardia da msica Amor de chocolate Naldo)

INCIO DA REVOLUO

INCIO DA REVOLUO A grande seca

provocada por

razes das

adversidades

naturais acentuou a

crise econmica e

espalhou o

desespero e a

misria por toda a

Frana.

CONVOCAO DOS ESTADOS GERAIS

Representantes

dos trs estados se

reuniram em 1788

buscando

solues para a

grave crise

financeira que

assolava a Frana.

CONVOCAO DOS ESTADOS GERAIS

CRITRIOS DE VOTAO VOTO POR ESTADO:

cada Estado tinha

direito a um voto

independente do

nmero de

representantes. Este

sistema era defendido

pelo Primeiro e

Segundo Estado.

VOTO POR CABEA:

cada deputado teria direito

a um voto, como o Terceiro

Estado era em maioria esse

critrio de votao era

defendido por eles.

CONVOCAO DOS ESTADOS GERAIS

Cedendo a presso do 3 Estado, o rei Lus XVI substituiu a votao tradicional (por Estado) pela votao por cabea.

Este fato causou um enorme impasse poltico.

O rei Lus XVI encerrou as atividades parlamentares sem resolver nada, gerando outro problema.

CONVOCAO DOS ESTADOS GERAIS Em resposta ao

encerramento da Convocao dos Estados Gerais, o 3 Estado iniciou a formao da Assembleia Nacional Constituinte com a participao de membros do Primeiro e do Segundo Estado.

A Assembleia Nacional Constituinte logo foi apoiada pelo povo, deixando o rei a nobreza isolados.

ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE Diversas manifestaes

populares e rebelies aconteceram durante esse perodo em apoio a Assembleia Nacional.

No dia 14 de Julho de 1789 o povo invadiu e tomou a priso da Bastilha (um importante smbolo absolutista).

Paris foi tomada pelos revolucionrios em menos de um ms.

QUEDA DA BASTILHA

Afinal, quem eram os

revolucionrios?

REVOLUCIONRIOS Os revolucionrios

eram membros do

Terceiro Estado que,

diga-se de passagem,

formavam um grupo

bastante heterogneo.

GRUPOS

ALTA BURGUESIA

PEQUENA BURGUESIA

CAMPONESES

Cada um desses grupos

possua interesses diferentes

na Revoluo. Embora

estivessem todos unidos

contra o poder absolutista,

lutando pelo fim dos

privilgios, a sociedade que

cada um desejava construir

era muito diversas. Da os

conflitos que se originariam

no interior do prprio

revolucionrio, como

veremos mais adiante.

DECISES DA ASSEMBLEIA NACIONAL

DECLARAO DOS

DIREITOS DO HOMEM E DO

CIDADO

Documento que

regularizava os direitos

humanos e a cidadania,

estabelecendo o direito

a igualdade de todos os

franceses perante a lei,

o direito a liberdade e a

defesa da propriedade.

Esse documento

representa a vitria dos

revolucionrios sobre o

Antigo Regime.

MONARQUIA CONSTITUCIONAL Em, 1791, uma nova

constituio instituiu a

monarquia constitucional

na Frana, separando os

poderes do Estado e

abolindo a diviso social

em estamentos.

O rei Lus XVI tentou

fugir para organizar

foras contrrias a

revoluo, mas foi preso.

Os exrcitos da ustria

e da Prssia tentaram

invadir a Frana para

deter o processo

revolucionrio, mas

foram derrotados.

Em 22 de Setembro de

1791 foi proclamada a

Repblica francesa.

O rei Lus XVI foi

condenado morte.

MONARQUIA CONSTITUCIONAL

CONVENO NACIONAL

Com a repblica, formou-se a Conveno Nacional, dominada pelos girondinos, jacobinos e grupo da plancie

CONVENO NACIONAL

PERODO DO TERROR Os jacobinos defendiam

mudanas mais radicais,

que ampliassem os

direitos do povo. As

propostas jacobinas

contrariavam as posies

moderadas dos

girondinos, mais

preocupados em manter

as conquistas burguesas

feitas at aquele

momento.

PERODO DO TERROR Nesse momento, os

jacobinos j eram maioria

na Conveno. No plano

interno, os lderes, como

Robespierre, passaram a

combater os

contrarrevolucionrios e

todos os que se opunham

aos jacobinos, prendendo-os

e executando-os. A esse

perodo da revoluo, que

se prolongou por um ano,

deu-se o nome de Terror.

PERODO DO TERROR Durante o Terror, mais de

300 mil pessoas foram presas e cerca de 17 mil foram executadas na guilhotina. A princpio, foram perseguidos grupos monarquistas, girondinos e moderados em geral. No momento seguinte, essa prtica se estendeu a vrios outros grupos, mesmo aqueles mais prximos aos jacobinos.

PERODO DO TERROR

Georges Jacques Danton Jean-Paul Marat

PERODO DO TERROR

A Alta burguesia francesa

retomava o poder. Em 28 de

setembro de 1795, a

Assembleia elaborou a terceira

Constituio, que previa o

Poder executivo exercido por

um Diretrio de cinco cidados

e o restabelecimento do voto

censitrio

Robespierre foi

derrubado pelos

girondinos em 1794 e

morto na guilhotina

DIRETRIO O governo do Diretrio

tambm abusou da

represso para sustentar-

se: executou centenas de

jacobinos e tambm

partidrios da monarquia.

Em 1798, mais uma vez,

pases europeus, dessa

vez os exrcito austraco,

ingls e russo, entraram

em guerra contra a

Frana.

DIRETRIO E 9 de novembro de

1799, aps conseguir

importantes vitrias

militares, um jovem

general, Napoleo

Bonaparte, com o apoio

do exrcito e da

burguesia, derrubou o

governo do Diretrio, no

conhecido Golpe do 18

Brumrio.

ERA NAPOLENICA

NO PERCA AS PRXIMAS AULAS...

Mais uma apresentao de: