PRODU£â€£’O DE MILHO SAFRINHA NA REGI£’O ... Produtividade de milho safrinha Fonte: Conab, 2017 0 1.000

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  • PRODUÇÃO DE MILHO SAFRINHA

    NA REGIÃO CENTRO-SUL DO BRASIL

    Gessí Ceccon

    Embrapa Agropecuária Oeste,

    Dourados, MS

  • REGIÃO DE CARACTERIZAÇÃO

    Fonte: IBGE (2016). Elaborado por Éder Comunello.

  • Rio Grande do Sul e São Paulo

  • Paraná e Mato Groso do Sul

  • Área - milho safrinha 2017

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    Anos

    Paraná

    São Paulo

    Mato Grosso do Sul

    Fonte: Conab, 2017

  • Área - Soja no verão

    Fonte: Conab, 2017

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    Anos

    MS SP PR

  • Produtividade de milho safrinha

    Fonte: Conab, 2017

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    Anos

    Paraná

    São Paulo

    Mato Grosso do Sul

  • Custo de produção x produtividade

    Fonte: Adaptado de Richetti, 2016

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    1.000

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    2.000

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    ADM Depreciação Capital, T&T Operações Insumos Custo operacional

    Custo totalR e a is

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    Conv.Solt

    Conv.Cons.

    Bt Cons.

    Bt+RR Solt

    Bt+RR Valor

    Produtividade a

    15 R$/saca

    Produtividade a

    20 R$/saca

    Operacional 1.914,43 7.658 (128) 5.743 (95)

    Total 2.462,28 9.849 (164) 7.387 (123)

    Convencional

    Operacional 1.714,12 6.856 (114) 5.142 (85)

    Total 2.257,00 9.028 (150) 6.771 (112)

  • Comercialização, 2017.

    Contrato 20%

    Venda imediata …

    Armazenamento 50%

  • Caracterização das regiões

    -Solos argilosos de média a alta fertilidade;

    -Altitude próxima de 500 m, topografia plana;

  • Estresses por seca e/ou geadas

    -Falta de água em baixas altitudes, SP

    -Baixas temperaturas em maior altitude, e acentua c/ latitude.

  • Ocupação da terra após a soja -Milho safrinha é cultivado em 80 a 95% da área da soja em solos argilosos.

    -Parte dos solos arenosos porque o Zoneamento Agrícola é restritivo;

    -Consorciado com Brachiaria ruziziensis:

    em 3% em SP, de 2 a 20% no PR e de 5 a 50% em MS

  • VERÃO

    Soja Feijão Milho Algodão

    SorgoGirassol Braquiária

    Trigo Triticale Aveia Nabo Crotalaria spectabilis

    Milheto

    SAFRINHA

  • Brachiaria para Rotação de culturas

    Safrinha Verão Fafrinha Verão Cultivo

    1 Milho safrinha Soja Milho safrinha Soja Sucessão

    2 Consórcio Soja Consórcio Soja Sucessão com cobertura

    3 Brachiaria Soja Consórcio Soja Rotação para milho

    4 Braquiária Pasto Pasto Soja ILP (Rotação 18 m)

  • Expansão do Milho Safrinha

    São Paulo, -região Noroeste, às margens do rio Tietê, -Vale do Paranapanema em terras de maior altitude, de milho verão;

    Paraná -região Oeste e Norte, em solos argilosos, em áreas do trigo.

    Mato Grosso do Sul -região Oeste, em solos argilosos

    -região Leste, em solos de textura média, ILP;

  • Cultivo do Milho Safrinha -Semeadura direta em sucessão à soja;

    -Antecipa colheita da soja – antecipa semeadura do milho.

    -Áreas esporádicas;

    -renovação de canavial, Norte/Noroeste de São Paulo;

    -Mandioca na região de MS e parte do PR e ILP em MS.

  • Épocas de semeadura

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    Jan 20-30 Fev 1-10 Fev 10-20 Fev 20-28 Mar 1-10 Mar 10-20 Mar 21-30

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    Períodos de semeadura

    São Paulo

    MS-Centro

    MS-Sul

    PR-Oeste

    PR-Centro-Oeste

    PR-Norte

  • Classes de híbridos

    77

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    Híbrido simples Hibrido triplo Híbrido duplo Outros

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    Classes de híbridos

    São Paulo

    MS-Centro

    MS-Sul

    PR-Oeste

    PR-Centro-Oeste

    PR-Norte

  • Tecnologias

    -Bt em 90 a 100% das lavouras e as

    -Bt+RR em 7 a 90% das áreas,

    -Predominantes: PRO, PW, Viptera e Leptra.

    -Convencionais em 3 a 10%.

  • Espaçamento entre linhas

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    45 - 50 cm 80 - 90 cm Outros

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    Espaçamento entre linhas (cm)

    São Paulo

    MS-Centro

    MS-Sul

    PR-Oeste

    PR-Centro-Oeste

    PR-Norte

  • Adubação

    -No sulco de semeadura, NPK 10-15-15, 16-16-16 etc.

    -Doses de 200 a 250 kg ha-1 no maior potencial;

    -Dose é reduzida no menor potencial

    -Matérias primas (NP 13-33-00) + K à lanço, antes da cobertura com N .

  • Adubação Adubação de cobertura

    -Com ureia, de V2 a V6. Baixo uso de N + S.

    *Antecipar pelo menor NPK na semeadura e maximizar as chuvas no início.

    Micronutrientes em 10 a 20% nas melhores lavouras

    -cobalto e molibdênio, no tratamento de sementes,

    -zinco e molibdênio via foliar.

    Azospirillum, de 0 a 30% das lavouras.

  • Plantas daninhas Em todas as regiões:

    Conyza bonariensis (buva),

    Digitaria insularis (amargoso),

    Commelina benghalensis (trapoeraba),

    Glycine max (soja tiguera)

    Mais

    -fedegoso, apaga-fogo e caruru; poaia e capim-arroz, em SP;

    -capim-colchão, capim-carrapicho e picão-preto em MS;

    -capim-colchão, corda-de-viola e sorgo-vassoura no PR.

  • Plantas daninhas

  • Plantas daninhas

    A gradagem não controlou buva nem amargoso.

  • Plantas daninhas ?

  • Insetos e inseticidas

    O percevejo-barriga-verde (Dichelops

    melacanthus e furcatus)

    A lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda).

    Em menor ocorrência, vaquinha e pulgão.

  • Insetos e inseticidas

    1 - Acefato (contato e ingestão), emergido

    2 - Connect (Imidacloprido + beta-ciflutrina )+ Mach

    3 – Lannate (Metomil) + Mach (Lufenurom) + Atrazine

    4- Fungicida + óleo + Belt (Flubendiamida)

    5 - Metomil + Lufenurom

    O controle químico para percevejos,

    por tratamento de sementes com

    neonicotinoides e pulverizações.

  • Doenças

    Em todas as regiões

    -mancha branca (Phaeosphaeria),

    -mancha de cercospora (Cercospora zeae-maydis) e

    -ferrrugem (Puccinia polysora)

    -queima de turcicum (Exserohilum turcicum),

    -mancha de Bipolaris (Bipolaris maydis).

    -Fusarium spp., Macrophomina spp. e Pythium sp.

    Controle

    -Fungicidas com trator ou avião V8 a pré-pendoamento

    -Misturas de triazol e estrobilurina

    -Mancozeb adicional onde tem mancha branca.

  • Agradecimentos -Coautores -Aildson Pereira Duarte - Pesquisador Científico, Instituto Agronômico (IAC),

    -Emerson da Silva Nunes - Coordenador Técnico de Culturas Anuais, COCAMAR

    -Alfredo Lucas Becher Ribas - Engenheiro Agrônomo, COAMO.

    Informações técnicas de campo -Denis Cimonetti, Cooperativa Agropecuária de Pedrinhas Paulista, SP;

    -Jorge Luiz Hipólito, CATI/EDR de Araçatuba, SP;

    -Marcio de Souza Pecchio, Cooperativa Agroindustrial, Coopermota, SP;

    -Renato Massaro Sobrinho, Sindicato Rural de Guaíra, SP;

    -Wanessa de Oliveira Queiroz, Detec Assessoria Técnica Ltda, SP;

    -Márcio Issamu Yoshida, da Cooperativa Copasul, em Naviraí, MS;

    -Marcio Luiz Cichelero, Gênese Consultoria, Maracaju, MS;

    -Renan Miranda Viero, da Cooperativa Copasul, em Naviraí, MS;

    -Ao Departamento Técnico da Cocamar e da Coamo

    Revisões no manuscrito -Alfredo Tsunechiro, Pesquisador Científico do Instituto de Economia Agrícola, SP,