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Pinheiros R. Butantã, 285 05424 140 São Paulo SP T F 55 11 3030 4000 www.unicid.edu.br Tatuapé R. Cesário Galeno, 448/475 03071 000 São Paulo SP T 55 11 2178 1200 1 Recredenciada pela Portaria Ministerial nº 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016. EMENTAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFIAS 1 o SEMESTRE Disciplina 1: Introdução À Medicina Compreensão da interdisciplinaridade como forma de entendimento do homem e suas relações com o meio ambiente em que vive. Conceituação da epidemiologia e o contexto histórico econômico como instrumento de entendimento e estabelecimento de projetos de saúde comunitária. Conhecimento de ética e bioética e sua importância nas relações médico/paciente, médico/sociedade. Estudo das técnicas de relacionamentos e direitos humanos para um perfeito entendimento médico/paciente, respeitando a diversidade étnica, cultural e social. Referências Bibliográficas 1. BYK, C. Tratado de bioética. São Paulo: Paulus, 2015. 2. GURGEL, C. Doenças e curas: o Brasil no primeiro século. São Paulo: Contexto, 2010. 3. MARTIRE JR., L.; LEPLÈGE, A.; ALLAMEL-RAFFIN, C. História da medicina. São Paulo: Ideias & Letras, 2011. Disciplina 2: Processos Metabólicos Estudo das transformações dos alimentos no tubo digestório. Vias de excreção do metabolismo. Entendimento dos processos de respiração celular e suas implicações metabólicas. Compreensão dos eventos metabólicos relacionados à produção de energia e ao estado alimentado e de jejum. Estudo das principais fontes de alimentos e dietas e suas respectivas utilizações. Estudo dos aspectos macroscópicos e microscópicos do tubo digestivo, fígado, pâncreas e vias biliares. Referências Bibliográficas 1. BOTHAM, K. M. et al. Bioquímica ilustrada de Harper. 29. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014.

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    EMENTAS E REFERNCIAS BIBLIOGRFIAS

    1o SEMESTRE

    Disciplina 1: Introduo Medicina

    Compreenso da interdisciplinaridade como forma de entendimento do homem e suas

    relaes com o meio ambiente em que vive. Conceituao da epidemiologia e o

    contexto histrico econmico como instrumento de entendimento e estabelecimento de

    projetos de sade comunitria. Conhecimento de tica e biotica e sua importncia

    nas relaes mdico/paciente, mdico/sociedade. Estudo das tcnicas de

    relacionamentos e direitos humanos para um perfeito entendimento mdico/paciente,

    respeitando a diversidade tnica, cultural e social.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BYK, C. Tratado de biotica. So Paulo: Paulus, 2015.

    2. GURGEL, C. Doenas e curas: o Brasil no primeiro sculo. So Paulo:

    Contexto, 2010.

    3. MARTIRE JR., L.; LEPLGE, A.; ALLAMEL-RAFFIN, C. Histria da medicina.

    So Paulo: Ideias & Letras, 2011.

    Disciplina 2: Processos Metablicos

    Estudo das transformaes dos alimentos no tubo digestrio. Vias de excreo do

    metabolismo. Entendimento dos processos de respirao celular e suas implicaes

    metablicas. Compreenso dos eventos metablicos relacionados produo de

    energia e ao estado alimentado e de jejum. Estudo das principais fontes de alimentos

    e dietas e suas respectivas utilizaes. Estudo dos aspectos macroscpicos e

    microscpicos do tubo digestivo, fgado, pncreas e vias biliares.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BOTHAM, K. M. et al. Bioqumica ilustrada de Harper. 29. ed. Porto Alegre:

    AMGH, 2014.

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    2. GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de fisiologia mdica. 12. ed. Rio de

    Janeiro: Elsevier, 2011.

    3. VOET, D.; VOET, J. G. Bioqumica. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.

    Disciplina 3: Constituio e Formao do Ser Humano

    Estudo dos fenmenos biopsicossociais envolvidos na concepo, gestao e

    nascimento do ser humano; sexualidade; reproduo; fertilidade; hereditariedade e

    formas de concepo na modernidade. Entendimento da fecundao e transformaes

    por que passa o organismo da mulher, embriognese, formao placentria,

    desenvolvimento fetal e teratognese. Compreenso da funo da membrana

    hematoplacentria e circulao fetal; formas de concepo, a dinmica psicossocial da

    gravidez, influncias culturais, formao do vnculo afetivo e papel moral e social da

    famlia. Conhecimento das Polticas Pblicas relacionadas ao Planejamento Familiar e

    ao Programa de Pr-Natal, bem como dos aspectos religiosos, tico e legal da

    interrupo da gestao.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BORGES-OSRIO, M. R.; ROBINSON, W. M. Gentica humana. 3. ed. Porto

    Alegre: Artmed, 2013.

    2. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 9. ed. Rio

    de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

    3. MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia clnica. 9. ed. Rio de Janeiro:

    Elsevier, 2013.

    Disciplina 4: Habilidades I

    Desenvolvimento da atitude e postura individual para o exerccio da profisso por meio

    de formao tica, humanstica e psicolgica, com nfase aos aspectos dos direitos e

    respeito diversidade. Estudo do relacionamento mdico-paciente. Estudo inicial de

    tcnicas semiolgicas gerais, com nfase na obteno da histria clnica (anamnese)

    e exame fsico geral, de procedimentos mdicos simples e exames laboratoriais

    necessrios atuao na ateno primria, secundria e terciria. Desenvolvimento

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    de habilidade de comunicao eficiente para o compartilhamento de informaes com

    pacientes, familiares, equipe de sade e comunidade, em relao ateno integral

    sade e para o exerccio adequado em uma equipe profissional.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BICKLEY, L. S. Bates propedutica mdica. 11. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2015.

    2. MARTIRE JR., L.; LEPLGE, A.; ALLAMEL-RAFFIN, C. Histria da medicina.

    So Paulo: Ideias & Letras, 2011.

    3. PORTO, C. C.; PORTO, A. L. Semiologia mdica. 7. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2014. (e-book)

    Disciplina 5: Ateno Primria Sade - Interdisciplinar I / Programa

    Interdisciplinar de Sade na Comunidade (PISCO) I

    Compreenso do territrio para o estudo das dimenses do risco e da vulnerabilidade,

    entre as quais questes socioambientais. Contextualizao dos seguintes campos de

    cuidado: sade sexual e reprodutiva; cuidados de sade no pr-natal; abordagem do

    lactente e sua famlia; sade do adolescente. Estudo preliminar de gesto,

    epidemiologia e ciclos de vida. Compreenso da relao entre literatura e medicina e

    da importncia da narrativa no cuidado sade.

    Referncias Bibliogrficas

    1. DUNCAN, B. B.; SCHMIDT, M. I.; GIUGLIANI, E. R. J. (Eds.) Medicina

    ambulatorial: condutas de ateno primria baseadas em evidncias. 4. ed.

    Porto Alegre: Artmed, 2013.

    2. GUSSO, G.; LOPES, J. M. C. (Eds.). Tratado de medicina de famlia e

    comunidade: princpios, formao e prtica. Porto Alegre: Artmed, 2012. V.2.

    3. STEWART, M. et al. Medicina centrada na pessoa: transformando o mtodo

    clnico. Porto Alegre: Artmed, 2010.

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    2o SEMESTRE

    Disciplina 1: Funes Orgnicas

    Estudo do indivduo nos nveis biolgico, social e psicolgico buscando o equilbrio do

    meio interno. O controle neuroendcrino, ritmo biolgico, estresse e influncias

    ambientais. Estudo da comunicao celular, funo cardiovascular, estudo macro e

    microscpico do corao e vasos, a homeostasia, automatismo cardaco, ciclo

    cardaco e controle da presso arterial. Entendimento da funo respiratria, controle

    do ciclo respiratrio, estudo macroscpico, microscpico e patolgico do pulmo.

    Compreenso da mecnica respiratria, ventilao, perfuso e difuso. Estudo dos

    tampes biolgicos e o equilbrio cido-bsico. Estudo do rim nos aspectos

    macroscpicos, microscpicos e patolgicos, bem como por meio de exames de

    imagens. Entendimento da funo urinria e o equilbrio hidroeletroltico.

    Referncias Bibliogrficas

    1. AIRES, M. M. Fisiologia. 4 . ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

    2. GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de fisiologia mdica. 12. ed. Rio de Janeiro:

    Elsevier, 2011.

    3. TORTORA, G. J. Princpios de anatomia humana. 12. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2013.

    Disciplina 2: Sistemas de Controle e Adaptao / Prticas de Sade Pblica

    Estudo do sistema nervoso central e perifrico nos aspectos de organognese,

    histognese e estrutura morfofuncional. Estudo do sistema msculo-esqueltico e

    integrao neuro-motora. Entendimento dos neuroreceptores sensoriais, integrao

    sensitivo-motora e reflexos bsicos. Compreenso da regulao autonmica

    neuroendcrina e vascular. Estudo do controle de temperatura, ons e biomolculas do

    meio interno, origem embriolgica, formao e estrutura anatmica do sistema

    neuroendcrino. Estudo da integrao do sistema endcrino e seu sistema de

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    autorregulao. Entendimento dos mecanismos de resposta celular por sinalizao

    intercelular, intracelular e resposta a mediadores humorais. Estudos dos principais

    meios de recepo de sinais e respostas celulares nos aspectos metablicos e

    funcionais.

    Estudo da Sade Coletiva e as Polticas de Sade. Estudo da promoo da qualidade

    de vida, os indicadores de sade (IDH), estudos epidemiolgicos, o papel da vigilncia

    sanitria e epidemiolgica, a doenas de notificao compulsria, a preveno e

    promoo da sade. Em Polticas de Sade, discusso dos princpios de cidadania,

    relao mdico/paciente, a tica mdica. Estudo do sistema de sade tendo como

    foco principal o Sistema nico de Sade (SUS) seus princpios e doutrina. O sistema

    privado de sade e os sistemas suplementares. Em sistema pblico de sade,

    discusso dos nveis de ateno (papel dos agentes comunitrios e do Programa de

    Sade da Famlia). A regulamentao nos Servios de Urgncia e Emergncia (SAMU

    e Resgate) e a referncia e contrarreferncia.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BEAR, M. F. Neurocincias: desvendando o sistema nervoso. 3. ed. Porto

    Alegre: Artmed, 2008.

    2. GARDNER, D. G.; SHOBACK, D. Endocrinologia bsica e clnica de

    Greenspan. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.

    3. SILVERTHORN, D. U. Fisiologia humana: uma abordagem integrada. 5. ed.

    Porto Alegre: Artmed, 2010.

    Disciplina 3: Relao Agente-Hospedeiro-Meio Ambiente

    Entendimento dos agentes agressores: estresse, psicossociais, fsicos, qumicos,

    biolgicos, infestao e infeco, doenas autoimunes. Conceituao de doenas

    ocupacionais e doenas psicossomticas. Compreenso da temperatura, radiao,

    trauma mecnico, intoxicao, fungos, helmintos, protozorios, vrus e bactrias sobre

    o homem. Identificao da leso celular, morte celular, adaptao celular ou reparao

    celular. Conceituao da defesa bem como os fatores que possam afet-la como a

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    nutrio, fatores genticos e psicolgicos, imunizao ativa e passiva, resposta imune

    celular e humoral, hipersensibilidade e memria imunolgica.

    Referncias Bibliogrficas

    1. KUMAR, V.; ABBAS, A. K.; ASTER, J. C. ROBBINS & COTRAN- Patologia:

    bases patolgicas das doenas. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

    2. ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A.; PILLAI, S. Imunologia celular e molecular. 7.

    ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

    3. REY, L. Bases da parasitologia mdica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara

    Koogan, 2009.

    Disciplina 4: Ateno Primria Sade - Interdisciplinar II / Programa

    Interdisciplinar de Sade na Comunidade (PISCO) II

    Compreenso dos processos de trabalho na UBS. Vivncias referentes aos seguintes

    campos de cuidado: alimentao saudvel, atividade fsica, condies crnicas e

    sade mental. Estudo da Poltica Nacional de Ateno Bsica e da Portaria 2488.

    Estudo da relao do trabalho sobre a sade do trabalhador, teoria do processo de

    trabalho.

    Referncias Bibliogrficas

    1. GUSSO, G. Tratado de medicina de famlia e comunidade. Porto Alegre:

    Artmed, 2012.

    2. MCWHINNEY, I. R.; FREEMAN, T. Manual de medicina de famlia e

    comunidade. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.

    3. STEWART, M. et al. Medicina centrada na pessoa: transformando o mtodo

    clnico. Porto Alegre: Artmed, 2010.

    Disciplina 5: Habilidades Mdicas II

    Aprofundamento das tcnicas de comunicao e de semiologia com nfase no exame

    fsico geral e segmentar do adulto sadio. Realizao simulada de procedimentos

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    mdicos e exames laboratoriais necessrios atuao na ateno primria,

    secundria e terciria. Estudo dos aspectos antropolgicos, sociais e culturais que

    envolvem a relao mdico-paciente. Compreenso da relao doena e

    adoecimento.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BICKLEY, L. S. Bates propedutica mdica. 11. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2015.

    2. PORTO, C. C. Semiologia mdica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

    2014.

    3. ROWLAND, L. P. Merritt: tratado de neurologia. 12. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2011.

    3o SEMESTRE

    Disciplina 1: Nascimento, Crescimento e Desenvolvimento

    Estudo das principais transformaes que ocorrem no recm-nascido, lactente, pr-

    escolar, escolar e adolescente, abordando aleitamento materno, necessidades

    nutricionais, vigilncia alimentar, distrbios nutricionais, antropometria, crescimento,

    desenvolvimento neuropsicomotor, particularidades orgnicas do perodo perinatal

    (malformaes, desenvolvimento da imunidade, prematuridade, baixo peso ao nascer,

    ictercia do RN), doenas prevalentes (diarria, doena respiratria, alergias, doenas

    exantemticas), acidentes na infncia (violncia, estatuto da criana e adolescente),

    sade pblica (imunizaes, programas de sade, triagem neonatal, preveno das

    infeces congnitas), morbidade e mortalidade infantil.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BANDEIRA, F. Condutas em endocrinologia peditrica. So Paulo:

    Medbooks, 2008.

    2. BEHRMAN, R. E.; KLIEGMAN, R.; Jenson, H. B. Nelson tratado de pediatria.

    19. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    1. SADLER, T. W. LANGMAN: embriologia mdica. 12. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2013. (e-book)

    Disciplina 2: Percepo, Conscincia e Emoo

    Compreenso da interao das estruturas responsveis pela percepo, transmisso

    e processamento do fluxo de informaes originadas no meio interno e meio ambiente.

    Compreenso das reaes psquicas comportamentais. Entendimento do processo de

    desenvolvimento do sistema nervoso e as regies do encfalo. Conhecimento das vias

    aferentes do tato, olfato, paladar, viso, audio e mecanismos de interpretao

    destes sentidos. Entendimento do mecanismo de sono e viglia, aprendizagem e

    memria. Compreenso do sistema lmbico e suas funes, bem como de importncia.

    Entendimento das influncias familiares, sociais e genticas no desenvolvimento da

    personalidade.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BEAR, M. F. Neurocincias: desvendando o sistema nervoso. 3. ed. Porto

    Alegre: Artmed, 2008.

    2. MACHADO, A. B. M. Neuroanatomia funcional. 3. ed. So Paulo: Atheneu,

    2013.

    3. POLANCZYK, G. V.; LAMBERTE, M. T. M. R. Psiquiatria da infncia e

    adolescncia. Barueri (SP): Manole, 2012.

    Disciplina 3: Processo Degenerativo e Sade do Idoso

    Compreenso dos processos mltiplos e concomitantes que afetam o idoso no

    processo de envelhecimento. Identificao das causas de adoecimento mais comuns

    nos idosos, bem como doenas que acometem outras faixas etrias e que, nos idosos,

    apresentam manifestaes no habituais. Compreenso da importncia da

    humanizao do atendimento populao idosa e suas particularidades, bem como

    das necessidades nutricionais.

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BRUNTON, L. L.; CHABNER, B. A.; KNOLLMANN, B. C. As bases

    farmacolgicas da teraputica de Goodman e Gilman. 12. ed. Porto Alegre:

    Artmed, 2012.

    2. DOMINGUES, M. A.; LEMOS, N. D. Gerontologia: os desafios nos diversos

    cenrios da ateno. Barueri (SP): Manole, 2010.

    3. FREITAS, E. V. Tratado de geriatria e gerontologia. 3. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2011.

    Disciplina 4: Habilidades III

    Tcnicas de anamnese e exame fsico peditrico com nfase na avaliao do

    crescimento e do desenvolvimento neuropsicomotor. Realizao de exame

    neurolgico, com enfoque na semiologia das funes sensoriais, como viso, audio,

    gustao, olfao e tato epicrtico. Estudo inicial da semiologia cardiolgica e

    respiratria. Realizao de exame semiolgico para avaliao das funes cognitivas

    e memria por meio do mini-exame do estado mental (MINI-MENTAL MEEM); do

    equilbrio e coordenao, executando as provas cerebelares e vestibulares, a

    propriocepo consciente alm de procedimentos para avaliao da marcha.

    Compreenso dos princpios e dilemas ticos envolvendo o cuidado de pacientes.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BEHRMAN, R. E.; KLIEGMAN, R.; Jenson, H. B. Nelson tratado de pediatria.

    19. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.

    2. FRANA, G. V. de. Medicina legal. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara

    Koogan, 2015.

    3. PORTO, A. L.; PORTO, C. C. Exame clnico. 7. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2012.

    Disciplina 5: Ateno Primria Sade - Interdisciplinar III / Programa

    Interdisciplinar de Sade na Comunidade (PISCO) III

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    Discusso dos atributos da Ateno Primria Sade: acesso; longitudinalidade;

    integralidade e coordenao do cuidado. Apresentao do conceito de Redes de

    Ateno Sade e de Modelos de Ateno s Condies Crnicas. A questo da

    vulnerabilidade em sade. Gnero e sade. Abordagem dos conceitos de gesto,

    planejamento e avaliao em sade. Exemplificao de desafios a partir do conceito

    de Internaes por Condies Sensveis APS. Entendimento da dimenso da

    integrao prtico-terica e do estmulo aprendizagem significativa. Abordagem das

    seguintes reas de cuidado: manejo das condies crnicas; manejo da dor

    osteomuscular; manejo da asma; sade do homem.

    Referncias Bibliogrficas

    1. ALMEIDA FILHO, N.; ROUQUAYROL, M. Z. Introduo Epidemiologia. 4.

    ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

    2. DUNCAN, B. B.; SCHMIDT, M. I.; GIUGLIANI, E. R. J. Medicina ambulatorial:

    condutas de ateno primria baseadas em evidncias. 3. ed. Porto Alegre:

    Artmed, 2006.

    3. GOLDMAN, L. Cecil Medicina. 23. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

    4o SEMESTRE

    Disciplina 1: Manejo Ambiental e Intoxicaes

    Estudo do impacto da poluio ambiental sobre a sade humana. Compreenso de

    questes referentes sustentabilidade. Estudo da radiobiologia, parasitologia

    toxicologia, geologia, hidrologia, engenharia, geografia, agronomia, ecologia.

    Conhecimento dos diferentes fatores ambientais para o desenvolvimento das doenas,

    possibilitando entendimento dos mecanismos importantes para sua etiologia e a busca

    de meios mais eficientes para sua preveno. Legislaes e polticas ambientais e de

    saneamento bsico. Importncia do manejo de resduos orgnicos, industriais e

    hospitalares e da reciclagem. Entendimento sobre preveno de doenas e

    intoxicaes exgenas. Legislaes ou normas sobre medicamentos, receiturio

  • Pinheiros

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    mdico e comercializao em farmcias. Avaliao ambiental de agentes fsicos e

    qumicos.

    Referncias Bibliogrficas

    1. KLAASSEN, C. D. Fundamentos em toxicologia de Casarett e Doull. 2. ed.

    Porto Alegre: McGraw-Hill, 2012.

    2. MENDES, R. Patologia do trabalho. 3. ed. So Paulo: Atheneu, 2013.

    3. OLSON, K. R. Manual de toxicologia clnica. 6. ed. Porto Alegre: McGraw-

    Hill, 2014.

    Disciplina 2: Multiplicao Celular e Carcinognese

    Compreenso dos processos de multiplicao celular normal e processo da

    carcinognese. Compreenso das causas de alteraes do controle do ciclo celular.

    Conhecimento das neoplasias mais prevalentes, sua etiologia, formas de preveno,

    diagnstico, tratamento. Conhecimento dos critrios de estadiamento dos tumores e

    sua utilizao para tratamento e prognstico. Compreenso das alteraes

    psicossociais que envolvem o paciente com neoplasia, os familiares e o cuidador.

    Referncias Bibliogrficas

    1. FERREIRA, C. G.; ROCHA, J. C. Oncologia molecular. 2. ed. So Paulo:

    Atheneu, 2010.

    2. HOFF, P. M. G. Tratado de oncologia. So Paulo: Atheneu, 2012.

    3. HOLFFBRAND, A. V.; MOSS, P. A. Fundamentos em hematologia. 6. ed.

    Porto Alegre: Artmed, 2013

    Disciplina 3: Sade da Mulher

    Estudo do funcionamento fsico, psquico/emocional e social da mulher, avaliando a

    melhor forma de manter a mulher responsvel pela perpetuao da humanidade, em

    perfeita harmonia. Reconhecimento das modificaes do organismo feminino desde a

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    infncia at a senilidade, observando os aspectos social, econmico, intelectual e

    psicolgico da mulher nas diferentes fases da vida.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BEREK, J. S. Berek & Novak: tratado de ginecologia. 15. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2014. 1166 p.

    2. GIRIO, M. J. B. C. Ginecologia. Barueri (SP): Manole, 2009.

    3. ZUGAIB, M. Obstetrcia bsica. Barueri (SP): Manole, 2015.

    Disciplina 4: Habilidades IV

    Tcnicas de comunicao para a realizao da anamnese da mulher; exame

    ginecolgico e obsttrico, incluindo o reconhecimento de leses na genitlia externa

    masculina e feminina, alm da tcnica de acompanhamento e assistncia ao trabalho

    de parto. Compreenso dos exames de rastreamento de neoplasia do colo uterino e

    desenvolvimento da tcnica de inspeo da regio anal, do toque retal e do toque

    prosttico; interpretao de laudos de colpocitologia oncolgica. Compreenso da

    farmacocintica e consequente comportamento dos frmacos no organismo, bem

    como suas implicaes diante das interaes medicamentosas indesejveis.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BEREK, J. S. (Ed.). Novak: Tratado de ginecologia: 15. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2014.

    2. BARACAT, E.C.; MELO, N. R. Ginecologia Baseada em Casos Clnicos.

    Barueri, SP: Manole, 2013.

    3. ZUGAIB, M. Obtetrcia bsica. 2. ed. Barueri (SP): Manole, 2014.

    Disciplina 5: Ateno Primria Sade - Interdisciplinar IV / Programa

    Interdisciplinar de Sade na Comunidade (PISCO) IV

    Compreenso da utilizao dos protocolos e diretrizes na tomada de decises clnicas

    por meio da medicina embasada em evidncias. Vivncias referentes aos seguintes

    campos de cuidado: hipertenso arterial sistmica, rastreamento, risco cardiovascular

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    e diabetes. Estudo dos conceitos de risco, validade, variveis, hipteses e a cadeia

    produtiva de conhecimento em epidemiologia. Compreenso dos conceitos de

    normatividade biolgica, cuidado de si, alostase e solidariedade.

    Referncias Bibliogrficas

    1. DUNCAN, B. B.; SCHMIDT, M. I.; GIUGLIANI, E. R. J. (Ed.) Medicina

    ambulatorial: condutas de ateno primria baseadas em evidncias. 4. ed.

    Porto Alegre: Artmed, 2013.

    2. FLETCHER, R. H.; FLETCHER, S. W. Epidemiologia clnica. 5. ed. Porto

    Alegre: Artmed, 2014.

    3. GUSSO, G.; LOPES, J. M. C. (Ed.). Tratado de medicina de famlia e

    comunidade: princpios, formao e prtica. Porto Alegre: Artmed, 2012.

    5o SEMESTRE

    Disciplina 1: Dor

    Estudo dos fatores desencadeantes da dor, mecanismos de ao tecidual,

    nociceptores, vias da dor, reas especficas relacionadas dor, mediadores da dor,

    dor localizada ou difusa, dor aguda ou crnica, tipos de dor, psicossomtica da dor,

    relao do mdico com o paciente com dor, propedutica da dor, diagnstico, imagem,

    escalas, preveno, processos dolorosos, fatores de risco, prevalncia e incidncia da

    dor crnica, concepes religiosas e culturais da dor, qualidade de vida, a famlia, o

    cuidador e a dor, reaes comportamentais da dor, depresso, ansiedade, estresse,

    hipocondria, terapias medicamentosas e no medicamentosas, analgesia, anestesia,

    hipnose, psicoterapia, dependncia (farmacologia).

    Referncias Bibliogrficas

    1. CANGIANI, L. M. et al. (Eds.) Tratado de anestesiologia. 7. ed. So Paulo:

    Atheneu/ SAESP, 2011. V.2.

    2. MINSON, F. P.; MORETE, M. C.; MARANGONI, M. A. Dor: manuais de

    especializao. Barueri (SP): Manole, 2014.

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    3. SAKATA R. K.; ISSY, A. M. Guia de medicina ambulatorial e hospitalar: dor.

    2. ed. Barueri (SP): Manole, 2008.

    Disciplina 2: Manifestaes Abdominais

    Compreenso das manifestaes abdominais gerais e seus principais sintomas e

    eventos. Interpretao da dor crnica, massas abdominais, processos

    vasculobstrutivos, hemorrgicos, inflamatrios. Identificao dos aspectos peculiares

    nos extremos do ciclo de vida.

    Referncias Bibliogrficas

    1. DANI, R.; PASSOS, M. C. F. Gastroenterologia essencial. 4. ed. Rio de

    Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

    2. GOLDMAN, L.; SCHAFER, A. I. (Ed.). Goldman Cecil medicina. 24. ed. Rio

    de Janeiro: Elsevier, 2014. 2 v.

    3. SPERANZINI, M. B.; DEUTSCH, C. R.; YAGI, O. K. Manual de diagnstico e

    tratamento para o residente de cirurgia. So Paulo: Atheneu, 2010.

    Disciplina 3: Manifestaes da Infeco

    Estudo das manifestaes da infeco, epidemiologia, indicadores epidemiolgicos,

    fatores socioambientais, preveno, manifestaes gerais, febre, emagrecimento,

    cefaleia, dor torcica, dor abdominal, choque, sepse, manifestaes especficas,

    cardiovasculares, endocardites, respiratrias, pneumonias, infeces de vias areas

    superiores, tuberculose, neurolgicas, meningoencefalites, digestrias, parotidite,

    faringite, gastrite, enterite, hepatite, pancreatite, osteoarticulares, osteomielite

    urogenitais, infeco do trato urinrio, doenas sexualmente transmissveis, orquite,

    cutneas, dermatomicoses, infeces cutneas, bacterianas, virais, exantemticas,

    hansenase, investigao laboratorial, radiologia, ultrassonografia, tomografia,

    ressonncia nuclear magntica.

  • Pinheiros

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    Referncias Bibliogrficas

    1. KUMAR, V.; ABBAS, A. K.; ASTER, J. C. ROBBINS & COTRAN - Patologia:

    bases patolgicas das doenas. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

    2. GOLDMAN, L.; SCHAFER, A. I. (Ed.). Goldman Cecil medicina. 24. ed. Rio

    de Janeiro: Elsevier, 2014. V.2.

    3. VERONESI, R. Tratado de infectologia. 4. ed. So Paulo: Atheneu, 2010.

    Disciplina 4: Ateno Primria Sade Clinico I / Programa Interdisciplinar de

    Sade na Comunidade (PISCO) V

    Compreenso e utilizao da lista de problemas para a organizao do cuidado

    sade. Compreenso da prtica clnica centrada na pessoa. Compreenso da

    importncia do registro das informaes de anamnese e exame fsico e raciocnio

    clnico para elaborao de hipteses diagnsticas e teraputicas.

    Referncias Bibliogrficas

    1. DUNCAN, B. B.; SCHMIDT, M. I. et al. Medicina Ambulatorial: condutas de

    ateno primria baseadas em evidncias. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013

    2. GUSSO, G.; LOPES, J. M. C. (Ed.). Tratado de Medicina de Famlia. Porto

    Alegre: Artmed, 2012. V. 1,

    3. ROTHMAN, K. J. et al. Epidemiologia moderna. 3. ed. Porto Alegre: Artmed,

    2011.

    Disciplina 5: Habilidades V

    Realizao da anamnese e do exame fsico, relacionados dor crnica. Realizao da

    semiologia relacionada s manifestaes associadas cavidade abdominal.

    Desenvolvimento de tcnicas semiolgicas para avaliao de quadros de meningite e

    meningoencefalite. Estudo dos aspectos semiotcnicos das sndromes urinrias, com

    nfase na anlise do exame de urina tipo I. Desenvolvimento de raciocnio clnico para

    a compreenso dos principais problemas de sade do adulto e do idoso. Incio da

    realizao de anamnese e exame fsico com pacientes reais a respeito dos principais

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    problemas de sade em ambulatrio dentro das reas do conhecimento da Pediatria

    Geral e Clnica Mdica.

    Referncias Bibliogrficas

    1. LEITE, N. M.; FALOPPA, F. Propedutica ortopdica e traumatolgica.

    Porto Alegre: Artmed, 2013.

    2. SWARTZ, M. H. Tratado de semiologia mdica: histria e exame clnico. 5.

    ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 928p.

    3. TEIXEIRA, M. J.; LIN, T. Y.; KAZIYAMA, H. H. S. Dor: sndrome dolorosa

    miofascial e dor msculo-esqueltica. So Paulo: Roca, 2008.

    6o SEMESTRE

    Disciplina 1: Hemorragias

    Compreenso dos mecanismos que regulam a hemostasia e as causas de perdas

    anormais de sangue. Reconhecimento dos elementos da cascata de coagulao e

    seus distrbios. Identificao das diferentes manifestaes clnicas decorrentes dos

    sangramentos agudos e crnicos e caracterizao dos distrbios hemorrgicos, bem

    como da teraputica a ser utilizada nos distrbios da hemostasia. Compreenso dos

    aspectos ticos e religiosos do uso de hemoderivados.

    Referncias Bibliogrficas

    1. HOFFBRAND, A. Fundamentos em hematologia. 5. ed. So Paulo: Artmed,

    2008.

    2. LORENZI, T. Manual de hematologia: propedutica e clnica. 4. ed. Rio de

    Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

    3. VERRASTRO, T. Hematologia e hemoterapia: fundamentos de morfologia,

    fisiologia, patologia e clnica, So Paulo: Atheneu, 2006.

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    Disciplina 2: Processos Consuntivos

    Estudo da regulao do centro da fome e saciedade e suas disfunes. Entendimento

    das manifestaes de perda de peso nas diversas doenas consuntivas como

    neoplasias, disfunes metablicas, infeces, alteraes da absoro, bem como no

    uso de algumas drogas de abuso. Compreenso dos conhecimentos fisiopatolgicos,

    possibilidades diagnstica das afeces citadas e identificao de proposta

    teraputica adequada para cada situao, quando o paciente encontra-se em

    processo de consumio.

    Referncias Bibliogrficas

    1. GOLDMAN, L.; SCHAFER, A. I. (Eds.). Goldman Cecil medicina. 24. ed. Rio

    de Janeiro : Elsevier, 2014. V.2.

    2. HOFF, P. M G. Tratado de oncologia. So Paulo: Atheneu, 2012.

    3. SILVA, M. E. R.; SANTOS, R. F., GIACAGLIA, L. R. Tratado de sndrome

    metablica. Rio de Janeiro: Roca, 2010.

    Disciplina 3: Sade Mental e Comportamento

    Estudo das funes psquicas do homem e suas disfunes. Entendimento das

    manifestaes dos distrbios do humor, o medo patolgico, os distrbios do

    comportamento. Compreenso dos conhecimentos psicopatolgicos e das

    possibilidades de diagnsticos psiquitricos (grandes sndromes) e das indicaes de

    tratamento e opes teraputicas. Identificao da assistncia primria sade

    psicossocial (ambulatrios, CAPS); a definio social de problemas mentais e

    comportamentais, e a ligao entre queixas somticas e problemas psicossociais.

    Referncias Bibliogrficas

    1. CHENIAUX JUNIOR, E. Manual de psicopatologia. 5. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2015.

    2. KAPLAN, H.; SADOCK, S.; GREBB, J. Compndio de psiquiatria: cincias do

    comportamento e psiquiatria clnica. 9. ed. Porto Alegre: Artes Mdicas, 2007.

  • Pinheiros

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    3. MORRISON, J. Entrevista inicial em sade mental. 3. ed. Porto Alegre:

    Artmed, 2010.

    Disciplina 4: Ateno Primria Sade Clinico II / Programa Interdisciplinar de

    Sade na Comunidade (PISCO) VI

    Compreenso e utilizao do Registro Clnico Orientado por Problemas (RCOP) com a

    organizao das informaes em itens: Subjetividade, Objetividade, Avalio e Plano

    teraputico (SOAP) com a diferenciao entre doena e experincia do adoecimento,

    subjetividade e objetividade da abordagem e do registro clnicos. Compreenso da

    prtica clnica centrada na pessoa com respeito aos direitos humanos. Compreenso e

    utilizao dos 05 Ps: Plano de Diagnose, Plano Teraputico, Plano de Monitoramento,

    Plano Educativo e Plano de Pesquisa.

    Referncias Bibliogrficas

    1. DUNCAN, B. B.; SCHMIDT, M. I., et al. (Ed.). Medicina Ambulatorial:

    condutas de ateno primria baseadas em evidncias. 4. ed. Porto Alegre:

    Artmed, 2013

    2. GUSSO, G.; LOPES, J. M. C. (Ed.). Tratado de Medicina de Famlia. Porto

    Alegre: Artmed, v.1, 2012.

    3. ROTHMAN, K. J. et al. (Ed.). Epidemiologia moderna. 3. ed. Porto Alegre:

    Artmed, 2011.

    Disciplina 5: Habilidades VI

    Treinamento nas habilidades cirrgicas bsicas, princpios da cirurgia plstica e

    tcnicas de suturas realizadas em lngua de boi. Desenvolvimento de raciocnio clnico

    para a compreenso dos principais problemas de sade da criana. Incio da aplicao

    das tcnicas de anamnese e exame fsico com pacientes reais para a elaborao de

    hipteses diagnsticas e propostas teraputicas, relacionadas aos principais

    problemas de sade em ambulatrio, dentro das reas do conhecimento da Clnica

    Mdica Geral, Pneumologia, Geriatria e Ginecologia. Treinamento na realizao de

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    procedimentos mdicos a serem aplicados em enfermaria e unidades de pronto-

    atendimento.

    Referncias Bibliogrficas

    1. OLIVEIRA, R. G. de (Rev.) Blackbook: clnica mdica. 2. ed. Belo Horizonte:

    Blackbook, 2014.

    2. PORTO, C. C.; PINHO, F. M. O.; GONZALEZ, R. F.; BRANCO, R. Semiologia

    mdica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. DVD

    3. TOWNSEND, C. M. Sabiston: tratado de cirurgia - a base biolgica da prtica

    cirrgica moderna. 19. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014

    7o SEMESTRE

    Disciplina 1: Distrbios Na Locomoo e Preenso

    Estudo das estruturas responsveis pela locomoo e preenso, a abordagem clnica,

    teraputica e o acompanhamento das alteraes ou perdas destas funes, incluindo

    o apoio psicolgico e da adaptao social.

    Referncias Bibliogrficas

    1. Bonf, E. S. de. O.; Yoshinari, N. H. Reumatologia para o clnico. 2. ed. So

    Paulo: Roca, 2011.

    2. ROWLAND, L. P. Merritt: tratado de neurologia. 12. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2011.

    3. SMITH, L. K. (Ed.). Cinesiologia clnica de Brunnstrom. 6. ed. Barueri (SP):

    Manole, 2014

    Disciplina 2: Distrbios Respiratrios, Dor No Peito e Edemas

    Estudo dos processos que desencadeiam distrbios respiratrios, dor no peito e

    edemas, associando-os s manifestaes clnicas; tratamento e epidemiologia.

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    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    Referncias Bibliogrficas

    1. BONOW, R.; ZIPES, D. P. Braunwald: tratado de doenas cardiovasculares. 9.

    ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.

    2. MALAGUTTI, W.; FERRAZ, R. R. N. Nefrologia: uma abordagem

    multidisciplinar. Rio de Janeiro: Rubio, 2012.

    3. SILVA, L. C. C. Pneumologia: princpios e prtica. Porto Alegre: Artmed, 2012.

    Disciplina 3: Distrbios Sensoriais, Motores e da Conscincia

    Estudo dos principais distrbios sensoriais, motores e da conscincia, identificando

    seus fatores determinantes, intervenes teraputicas e suas repercusses na

    qualidade de vida do paciente e no seu meio social.

    Referncias Bibliogrficas

    1. CAMPBELL, W. C. De Jong: o exame neurolgico. 7. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2014.

    2. FUENTES, D. et al. Neuropsicologia: teoria e prtica. Porto Alegre: Artmed,

    2014.

    3. Yudofsky, S. C.; Hales, R. E. Fundamentos de neuropsiquiatria e cincias

    do comportamento. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.

    Disciplina 4: Habilidades VII

    Treinamento do raciocnio clnico para a realizao do diagnstico, solicitao dos

    exames pertinentes e estabelecimento de terapia adequada (clnica e/ou cirrgica) dos

    diversos agravos sade que compem a clnica cirrgica. Desenvolvimento de

    raciocnio clnico referente aos principais problemas de sade da rea de

    Ginecologia/Obstetrcia. Aplicao das tcnicas de anamnese e exame fsico com

    pacientes reais para elaborao de hipteses diagnsticas e propostas teraputicas

    em ambiente ambulatorial, dentro das reas do conhecimento da Clnica Mdica

  • Pinheiros

    R. Butant, 285 05424 140

    So Paulo SP T F 55 11 3030 4000

    www.unicid.edu.br

    Tatuap

    R. Cesrio Galeno, 448/475 03071 000

    So Paulo SP T 55 11 2178 1200

    21

    Recredenciada pela Portaria Ministerial n 752, de 20/07/2016, D.O.U. de 21/07/2016.

    Geral, Neonatologia e Ginecologia com ampliao para especialidades mdicas como

    Otorrinolaringologia, Oftalmologia e Ortopedia.

    Referncias Bibliogrficas

    1. CAMPBELL, W. C. Dejong: o exame neurolgico. 7. ed. Rio de Janeiro:

    Guanabara Koogan, 2014.

    2. MARQUES, R. G. Tcnica operatria e cirurgia experimental. Rio de

    Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

    3. TOWNSEND, C. M.; BEAUCHAMP, R. D.; EVERS, B. M.; MATTOX, K. L.

    Sabiston tratado de cirurgia v.1 e v.2: as bases biolgicas da prtica

    cirrgica moderna. 17.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. V.2.

    Disciplina 5: Ateno Primria Sade Clinico III / Programa Interdisciplinar de

    Sade na Comunidade (PISCO) VII

    Compreenso e atuao em fluxos assistenciais especiais: assistncia domiciliar e

    demanda espontnea. Aplicao da prtica clnica centrada na pessoa com respeito

    diversidade e seu contexto ambiental.

    Referncias Bibliogrficas

    1. DUNCAN, B. B.; SCHMIDT, M. I.; GIUGLIANI, E. R. J. Medicina ambulatorial:

    condutas de ateno primria baseadas em evidncias. 4. ed. Porto Alegre:

    Artmed, 2013.

    2. GUSSO, G. Tratado de Medicina de Famlia e Comunidade. Porto Alegre:

    Artmed, 2012.

    3. ROTHMAN, K. J.; GREENLAND, S. et al. (Ed.). Epidemiologia moderna. 3.

    ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.