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PROVA Conhecimentos Específicos Conhecimentos Bá · PDF file 2 METRO-Conhecimentos Básicos 1 CONHECIMENTOS BÁSICOS I Português metrô leva sobre esse anacronismo que é o trans-Atenção:

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  • N do CadernooN de Inscrioo

    ASSINATURA DO CANDIDATON do Documentoo

    Nome do Candidato

    Maro/2012

    Advogado Jnior

    Concurso Pblico para provimento do cargo de

    COMPANHIA DO METROPOLITANO DE SO PAULO-METR

    Conhecimentos Bsicos

    Conhecimentos EspecficosP R O V A

    INSTRUES

    VOC DEVE

    ATENO

    - Verifique se este caderno:

    - corresponde a sua opo de cargo.

    - contm 60 questes, numeradas de 1 a 60.

    Caso contrrio, reclame ao fiscal da sala um outro caderno.

    No sero aceitas reclamaes posteriores.

    - Para cada questo existe apenas UMAresposta certa.

    - Voc deve ler cuidadosamente cada uma das questes e escolher a resposta certa.

    - Essa resposta deve ser marcada na FOLHADE RESPOSTAS que voc recebeu.

    - Procurar, na FOLHADE RESPOSTAS, o nmero da questo que voc est respondendo.

    - Verificar no caderno de prova qual a letra (A,B,C,D,E) da resposta que voc escolheu.

    - Marcar essa letra na FOLHADE RESPOSTAS, conforme o exemplo:

    - Marque as respostas primeiro a lpis e depois cubra com caneta esferogrfica de tinta preta.

    - Marque apenas uma letra para cada questo, mais de uma letra assinalada implicar anulao dessa questo.

    - Responda a todas as questes.

    - No ser permitida qualquer espcie de consulta, nem o uso de mquina calculadora.

    - Adurao da prova de 3 horas, para responder a todas as questes e preencher a Folha de Respostas.

    - Ao trmino da prova, devolva este caderno de prova ao aplicador, juntamente com sua Folha de Respostas.

    - Proibida a divulgao ou impresso parcial ou total da presente prova. Direitos Reservados.

    A C D E

    Caderno de Prova 01, Tipo 001 MODELO

    0000000000000000

    MODELO1

    0000100010001

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  • 2 METRO-Conhecimentos Bsicos1

    CONHECIMENTOS BSICOS

    Portugus

    Ateno: As questes de nmeros 1 a 10 referem-se ao texto

    abaixo.

    Ns e as minhocas

    Viajar embaixo da terra coisa para minhoca, ou para a gente das cidades modernas. Foi pensando nisso que entrei, h muitos anos, no meu primeiro trem subway para passear de um bairro a outro de So Paulo. Meu primeiro metr. Trens j conhecia de criana, quando viajava pelo interior do estado nos mais diferentes percursos, entretido com a paisagem puramente rural que desfilava pela janela (saudades). Casinholas, pastos, bois, mangueiras, montes, cercas, riachos... Pois entrei no meu primeiro metr, me instalei junto janela e comecei a ver pas-sar, quase indistintamente, paredes de concreto, grossas colu-nas, tubulaes metlicas. At chegar s luzes artificiais de uma nova estao, igualzinha de onde tinha sado.

    Sem dvida, uma incrvel economia de tempo, essas viagens de metr. Levamos cinco minutos subterrneos para percorrer uma hora de superfcie, digamos assim. Mas a pai-sagem... Nem digo a dos campos, rios e montanhas que meus antigos trens atravessavam; mesmo uma avenida ou um viaduto paulistanos so encantadores diante do concreto pardo que hipnotiza a gente. Por isso, sair pela porta automtica, subir a escadaria rolante e reencontrar o ar e a luz do dia (ou mesmo as sombras da noite) uma experincia de renascimento.

    Mas no nos queixemos. Nem tudo so belas paisa-gens sobre a terra. Os negcios precisam caminhar, as provi-dncias cotidianas tm que ser tomadas, as cidades so enor-mes e todos (ou quase todos) temos pressa. Faz parte das nos-sas contradies metropolitanas distanciar pessoas e imaginar meios para reaproxim-las. Depois que inventamos o muito lon-ge, tivemos que inventar o muito rpido. Depois que ocupamos toda a rea da superfcie urbana, precisamos criar os quilme-tros fundos dos tneis cegos. As minhocas, que no conhecem civilizao, queixam-se quando as arrancamos da terra, contor-cem-se furiosamente. Mas, se tivessem olhos e houvessem andado de trem quando meninas, talvez no estimassem tanto suas lentas caminhadas no fundo da terra.

    (Urbano Mesquita, indito) 1. Ao descrever o que v pela janela, em sua primeira via-

    gem de metr, o autor

    (A) enumera aspectos buclicos de um cenrio que s a custo conseguia distinguir, em virtude da velocidade do trem.

    (B) enumera elementos da paisagem externa que cono-

    tam o artificialismo e a aridez daquele cenrio. (C) se impressiona com a diversidade dos materiais, que

    o fazem reviver remotas surpresas de menino. (D) se compraz com as marcas modernas dessa nova

    viagem, em nada comparvel com as que fazia na infncia.

    (E) se inquieta tanto com o excesso de velocidade que

    mal se d conta do cenrio que o trem est cruzan-do.

    2. Atente para as seguintes afirmaes: I. Alm dos benefcios proporcionados pela economia

    de tempo, o autor enumera outras vantagens que o metr leva sobre esse anacronismo que o trans-porte ferrovirio.

    II. O autor tanto reconhece a efetiva utilidade do metr

    como o encanto das antigas viagens de trem, mas a frase final do texto indica a sua preferncia.

    III. O que o autor chama de contradies metropolita-

    nas (3o pargrafo) diz respeito, sobretudo, ao fato de o homem moderno ter voltado a se valer do transporte ferrovirio.

    Em relao ao texto, est correto o que consta em

    (A) I, II e III. (B) I e II, apenas. (C) II e III, apenas. (D) I e III, apenas. (E) II, apenas.

    _________________________________________________________

    3. Atentando-se para aspectos da construo do texto, correto afirmar que o autor

    (A) se equivocou ao empregar a forma verbal no plural

    em Nem tudo so belas paisagens. (3o pargrafo) (B) empregou as reticncias em Mas a paisagem...

    (2o pargrafo) para melhor sugerir o mudo fascnio que ela lhe despertou.

    (C) emprega criativamente o termo subterrneos,

    (2o pargrafo) de conotao espacial, para qualificar uma expresso de sentido temporal.

    (D) se dirige, em Mas no nos queixemos (3o pargrafo),

    queles que se queixam de tantos negcios e providncias que nos afligem.

    (E) se refere ironicamente cegueira das minhocas, j

    que elas representam a poesia das vises de suas viagens de menino. (3o pargrafo)

    _________________________________________________________

    4. Sobre a frase As minhocas, que no conhecem civiliza-o, queixam-se quando as arrancamos da terra correto afirmar que

    (A) a supresso das vrgulas alteraria o sentido do que

    se diz, restringindo o alcance do termo minhocas. (B) o pronome as dever ser substitudo por lhes, caso

    venhamos a empregar desenterramos, em vez de arrancamos da terra.

    (C) o segmento que no conhecem civilizao expressa

    um efeito da ao indicada em quando as arran-camos da terra.

    (D) a construo quando as arrancamos resultar, na

    transposio para a voz passiva, em quando as temos arrancado.

    (E) As minhocas (...) queixam-se construo que

    exemplifica um caso de voz passiva, equivalente a Vendem-se casas.

    Caderno de Prova 01, Tipo 001

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  • METRO-Conhecimentos Bsicos1 3

    5. As normas de concordncia verbal esto plenamente observadas em: (A) Pareceriam natural para as minhocas, mas no para

    os homens, locomoverem-se por grandes distncias embaixo da terra.

    (B) A lembrana dos antigos trens, em que fez tantas

    viagens, despertaram no autor imagens nostlgicas e poticas.

    (C) Economiza-se trinta ou quarenta minutos quando se

    preferem utilizar o metr ou um txi, em lugar de nibus.

    (D) Os movimentos apressados a que se assiste, quan-

    do se est no centro de uma metrpole, traduzem bem a ansiedade moderna.

    (E) Fazem parte das nossas experincias metropolita-

    nas esse ir e vir atarantado pela cidade, na luta ingente contra o relgio.

    _________________________________________________________

    6. Est clara e correta a redao deste livre comentrio so-bre o texto: (A) Saudoso das tradicionais viagens de trem, de onde

    se lembra o autor com afeto, as impresses do me-tr j no lhe parecem favorveis.

    (B) O bucolismo das paisagens rurais fixou-se no autor,

    tanto que ele a compara com a experincia da pri-meira viagem obtida no metr.

    (C) O autor no descarta a economia de tempo, a rapi-

    dez do metr, pois sabe das exigncias com que a vida moderna incita os transportes.

    (D) O progresso implica em muitas contradies, pois as

    mesmas razes que levam o homem a criar metr-poles os facultam a reduzi-las.

    (E) Ao automatismo das portas e das escadas rolantes

    contrapem-se, segundo o autor, os gratos predica-dos do mundo natural.

    _________________________________________________________

    7. Caso queiramos articular as frases Mas no nos queixe-mos e Nem tudo so belas paisagens sobre a terra, expli-citando a relao lgica que mantm no contexto, pode-mos lig-las adequadamente por meio do seguinte ele-mento: (A) conquanto. (B) muito embora. (C) dado que. (D) por conseguinte. (E) ainda assim.

    8. O autor fez sua primeira viagem de metr, alimentava expectativas para essa primeira viagem, mas, to logo concluiu essa primeira viagem e comparou essa primeira viagem com a que fazia nos antigos trens, mostrou-se nostlgico das antigas experincias. Evitam-se as viciosas repeties do texto acima substi-tuindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por: (A) sobre a qual alimentava expectativas - a concluiu -

    a comparou (B) de cuja alimentava expectativas - lhe concluiu -

    lhe comparou (C) sobre quem alimentava expectativas - a concluiu -

    lhe comparou (D) para cuja alimentava expectativas - concluiu-a -

    comparou-a (E) com a qual alimentava expectativas - concluiu-a -

    comparou-lhe ____________________________

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