Click here to load reader

Barbara Baptista

  • View
    8

  • Download
    1

Embed Size (px)

DESCRIPTION

imunologia

Text of Barbara Baptista

  • ESTUDO DO EFEITO DE LIGANTES DE TLRS EM DIFERENTES ESTGIOS DA ONTOGENIA E DO

    DESENVOLVIMENTO DOS LINFCITOS B.

    Brbara Jos Antunes Baptista

    Rio de Janeiro 2009

  • ii

    BRBARA JOS ANTUNES BAPTISTA Aluna do curso de Biotecnologia

    Matrcula 0613800170

    ESTUDO DO EFEITO DE LIGANTES DE TLRS EM DIFERENTES ESTGIOS DA ONTOGENIA E DO

    DESENVOLVIMENTO DOS LINFCITOS B.

    Trabalho de Concluso de Curso, apresentado ao curso de graduao em Biotecnologia, da UEZO como parte dos requisitos para a obteno do grau de Tecnlogo em Biotecnologia sobre a orientao da Dr. ElizeAyumi Hayashi.

    Rio de Janeiro Julho de 2009

  • iii

    Baptista, Brbara Jos Antunes Estudo do efeito de ligantes de TLRs em diferentes estgios da ontogenia e do desenvolvimento dos linfcitos B.

    Brbara Jos Antunes Baptista, Rio de Janeiro, 2009. Trabalho de Concluso de Curso UFRJ/ Instituto de Microbiologia: Prof. Paulo de Ges, 2009. Orientadora: Elize Ayumi Hayashi Co-Orientador: Alberto Flix Antnio da Nbrega

    1. Viso das diferenas fenotpicas entre as subpopulaes de linfcitos B de precursores purificados de medula ssea de camundongos jovens, adultos e idosos. 2. diferenas dos linfcitos gerados in vitro na resposta ao LPS ao longo da ontogenia. Trabalho de Concluso de Curso. I. Elize Ayumi Hayashi. II. Universidade Federal do Rio de Janeioro, Instituto de Microbiologia Prof. Paulo de Ges. Estudo do efeito de ligantes de TLRs em diferentes estgios da ontogenia e do desenvolvimento dos linfcitos B.

  • iv

    Estudo do efeito de ligantes de TLRs em diferentes estgios da ontogenia e do desenvolvimento dos linfcitos B.

    Elaborado por Brbara Jos Antunes Baptista Aluna do curso de Biotecnologia da UEZO

    Este trabalho de Graduao foi assinado e aprovado com Grau: 10,0

    Rio de Janeiro, 30 de julho de 2009.

    ________________________________________

    Maria de Ftima Sarro da Silva, ps doutorado.

    ________________________________________

    Srgio Henrique Seabra, ps doutorado.

    ________________________________________

    Elize Ayumi Hayashi, ps doutorado.

    RIO DE JANEIRO, RJ BRASIL. JULHO DE 2009

  • v

    AGRADECIMENTOS

    A Deus, pela sua amizade que me sustentou em toda a minha vida, por ter me dado foras para no desanimar e desistir nos momentos de dificuldades.

    A minha me, Odila Jos Antunes, por ter me dado todo o incentivo e apoio durante toda a sua vida.

    A minha orientadora, Elize Ayumi Hayashi, por ter me ajudado a concluir este trabalho, pelo acolhimento no laboratrio, por toda a pacincia em me ensinar, por acreditar em mim, por no me deixar desistir nos momentos de desespero.

    Ao meu co-orientador Alberto Flix Antnio da Nbrega, por ter me acolhido no laboratrio, por ter contribudo diretamente com idias para o meu trabalho de concluso de curso, por todo o apoio e ajuda me dedicada.

    A Profa Maria Bellio, pelos ensinamentos nos seminrios, por toda a contribuio nos experimentos.

    Aos amigos de laboratrio: Alessandra, Roberta, Marcio, Obrigada por toda a ajuda no laboratrio.

    A banca examinadora desta monografia: Maria de Ftima Sarro, Srgio Henrique Seabra Filho, Elize Ayumi Hayashi, por toda a disponibilidade e compreenso.

  • vi

    RESUMO

    Os linfcitos B, clulas da imunidade adaptativa, reconhecem de forma especfica uma gama de antgenos, conferindo ao sistema imune caracterstica de especificidade. Os receptores das clulas B (BCR), assim como receptores tipo Toll, desempenham um importante papel no desenvolvimento dessas clulas. Trabalhos prvios evidenciaram que o LPS capaz de estimular a maturao de linfcitos B. Neste trabalho, foi analisado se essa resposta dos linfcitos B ao LPS se altera ao longo da ontogenia, utilizando um sistema de diferenciao in vitro a partir de precursores purificados de camundongos de diferentes idades. Nossas anlises foram realizadas com a utilizao de um citmetro de fluxo, para a identifio de marcadores de linhagem e de maturao.

    Observamos que as clulas de animais jovens so em geral mais responsivas ao LPS como estmulo de maturao se comparados a animais idosos. Mostramos evidncias de que esse fenmeno no devido a defeitos intrnsecos da linhagem B, mas sim, presena de porcentagens pequenas de clulas que no pertencem linhagem B, que tem efeito inibitrio na maturao. Esses resultados sugerem que estudos da ontogenia dos linfcitos B so importantes para melhor compreenso da fisiologia dessas clulas e possveis causas de falhas em suas funes.

  • vii

    ABSTRACT

    B lymphocytes, cells of adaptive immunity, recognize a range of specific antigens, giving the immune system characteristic of specificity. The B cell receptor (BCR) and Toll type receptors, play an important role in the development of these cells. Previous studies showed that LPS is able to stimulate the maturation of lymphocytes B. In this work, it was examined whether the response of B lymphocytes to LPS changes throughout ontogeny, using a system of differentiation in vitro of precursors purified from mice of different ages. Our tests were performed using flow cytometry to identify markers of lineage and maturation.

    We observed that cells from young animals are generally more responsive to LPS as a maturation stimulus when compared to older animals. We show evidence that this phenomenon is not due to intrinsic defects of B lineage, but the presence of small percentages of cells that do not belong to the B lineage, which has an inhibitory effect on maturation. These results suggest that studies of the ontogeny of B lymphocytes are important for better understanding of the physiology of these cells and possible causes of failure in their function.

  • viii

    SUMRIO

    RESUMO .................................................................................................................... PG. VI

    ABSTRACT .................................................................................................... ......... PG. VII

    1 - INTRODUO ....................................................................................................... PG. 1 1.1 - Desenvolvimento dos Linfcitos B .................................................................. PG. 1

    1.2 - Subtipos de Clulas B a partir da diferenciao dos progenitores. ................... PG. 3

    1.3 - Diferenciao In Vitro do Linfcito B .............................................................. PG. 4

    1.4 - Papel da Enzima Rag no Desenvolvimento dos Linfcitos B ........................... PG. 5

    1.5 - Receptores semelhantes a Toll (TLRs) ............................................................. PG. 6

    1.6 - O sistema imunolgico ao longo da ontogenia. ................................................ PG. 8

    2 - OBJETIVO ........................................................................................................... PG. 11

    2.1 - Objetivos Especficos: .................................................................................... PG. 11

    3 - METODOLOGIA ................................................................................................ PG. 12

    3.1 - Obteno de clulas totais da medula ssea ................................................... PG. 12

    3.2 - Contagem Celular ........................................................................................... PG. 12

    3.3 - Anlise da purificao e comparao das clulas dos camundongos. ............ PG. 12

    3.4 - Seleo das clulas precursoras de linhagem B (B220 + IgM-) .................... PG. 12

    3.5 - Cultura de diferenciao de precursores de clulas B ................................... PG. 13

    3.6 - Anlise de clulas por Citometria de Fluxo (FACS) ...................................... PG. 13

  • ix

    4 - RESULTADOS ...................................................................................................... PG. 15

    4.1 - Caracterizao da linhagem B e anlise da purificao dos precursores de medula ssea em animais de diferentes idades. ........................................................................ PG. 15

    4.2 - Estudo da maturao das clulas de linhagem B in vitro ................................ PG. 16

    4.3 - Diferenciao das clulas B in vitro em resposta ao LPS em camundongos de diferentes idades. .......................................................................................................... PG. 18

    4.4 - Menor resposta de clulas B in Vitro ao LPS no corresponde totalmente com avano na idade do animal............................................................................................ PG. 21

    4.5 - Presena de clulas que no pertencem linhagem B inibe a diferenciao dos precursores B In Vitro. ................................................................................................. PG. 22

    5 - DISCUSSO .......................................................................................................... PG. 25

    6 - CONCLUSO ....................................................................................................... PG. 28

    7 - REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS ............................................................... PG. 29

  • x

    LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS

    BCR Receptor de Clulas B CDR Regies Determinantes de Complementaridade CLP Progenitores Linfides Comum EDTA cido Etilenodiamino Tetra-actico HSA Antgeno Estvel ao C

Search related