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AS CATEGORIAS TEMPO, ASPECTO, MODALIDADE E ... ... simples, mais-que-perfeito composto e perfeito simples 142 5.1.3.2 – Fatores controlados na análise do pretérito perfeito composto

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  • AS CATEGORIAS TEMPO, ASPECTO, MODALIDADE

    E REFERÊNCIA NA SIGNIFICAÇÃO DOS PRETÉRITOS

    MAIS-QUE-PERFEITO E PERFEITO: CORRELAÇÕES ENTRE

    FUNÇÃO(ÕES)-FORMA(S) EM TEMPO REAL E APARENTE

    por

    MÁRLUCE COAN

    Tese apresentada ao Curso de Pós-graduação em

    Lingüística da Universidade Federal de Santa Catarina

    como requisito para a obtenção do título de Doutor em

    Lingüística.

    Orientadora: Profa. Dra. Edair Gorski (UFSC)

    Co-orientadora: Profa. Dra. Odete P. S. Menon (UFPR)

    Florianópolis, 2003.

  • “O mais importante da vida não é a situação em que estamos,

    mas a direção para a qual nos movemos.” (Autor desconhecido)

    “All great music contain two ingredients:

    expression and form…” (R. Goode – concert pianist)

    "Somente as pessoas que correm riscos são livres.

    Os barcos estão seguros se permanecem no porto,

    mas não foram feitos para isso." (Autor desconhecido)

    Dedico esta Tese a meu pai, por me contagiar com sua determinação.

  • À Professora Edair Gorski, minha orientadora e amiga, pelo constante incentivo acadêmico, profissional e pessoal, pelas valiosas sugestões à elaboração desta Tese e por me compreender nos momentos de tensão.

    À Professora Odete Menon, pela análise crítica desta Tese e pelo auxílio na seleção e interpretação dos dados.

    À UNESC – PICDT/CAPES/ACAFE, pelo apoio financeiro.

    À amiga Angela Cristina Di Palma Back, pelo encorajamento constante, por me ajudar na revisão desta Tese, e, principalmente, pelo compromisso e competência com que tem me acompanhado e auxiliado nas incursões pela pesquisa.

    À amiga Janete Gaspar Machado, pela cooperação durante esta caminhada acadêmica, por ser um exemplo de profissionalismo e, acima de tudo, pela amizade que me faz acreditar que a vida pode ser “reinventada”.

    À amiga Solange Castagnel, pelo companheirismo e por me contagiar com sua alegria e otimismo.

    Às amigas Ivana Baptista e Eunice Baptista, pela generosidade e carinho com que me acolhem.

    À minha família, pela afeição que me dedica, em especial, ao meu irmão Marcelo.

    Aos amigos do VARSUL, em especial aos Professores Paulino Vandresen e Izete Lehmkuhl Coelho, pelas palavras de confiança.

    Aos amigos da PGL, em especial à Maria Alice Tavares, Adriana Gibbon e Mariléia Reis pela dedicação com que atuaram na montagem do corpus sincrônico atual.

    Ao amigo Celdon Fritzen, por me auxiliar na seleção do material histórico.

    Às amigas Ana Cláudia de Souza e Maria Dolores D. Pessôa, pelo apoio nas investidas administrativas. À Ana Cláudia, também, pelo auxílio nas traduções.

    Às bolsistas do PIC e GPE, em especial à Gabriela Zilli, por me auxiliar na digitação dos dados, e à Gisele Cardoso, Cláudia Sakamoto e Fabiana Machado, pelo brilhante desempenho na montagem do Banco de Dados Entrevistas Sociolingüísticas-UNESC.

    À amiga Rosane Aléssio Dal Toé, pela contribuição metodológica.

    A todos que me fortaleceram, nesta etapa de muitos afazeres, com um sorriso, uma lágrima, uma palavra de confiança, um cartãozinho, um olhar cúmplice, um abraço carinhoso...

    AGRADEÇO.

  • ________________________________________________________________________

    SUMÁRIO

    ________________________________________________________________________

    INTRODUÇÃO 15

    CAPÍTULO I – OS PRETÉRITOS MAIS-QUE-PERFEITO E

    PERFEITO: FUNÇÃO E FORMA 18

    PRELIMINARES 18

    1.1 - O PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO: FUNÇÃO E FORMA 20

    1.1.1 – O PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO NAS GRAMÁTICAS DO

    SÉCULO XVI AO SÉCULO XX 20

    1.1.2 – O PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO: ALÉM DA FUNÇÃO DE

    PASSADO DO PASSADO 25

    1.1.3 – AS FORMAS DO PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO 30

    1.2 – O PRETÉRITO PERFEITO: FUNÇÃO E FORMA 34

    1.2.1 - O PRETÉRITO PERFEITO: CONSIDERAÇÕES INTER-

    LINGÜÍSTICAS 34

    1.2.2 – O PRETÉRITO PERFEITO COMPOSTO EM PORTUGUÊS: FORMA

    E FUNÇÃO 37

    1.2.3 – O PRETÉRITO PERFEITO SIMPLES EM PORTUGUÊS: FORMA E

    FUNÇÃO 42

    1.3 - OBJETIVOS 45

    CONSIDERAÇÕES FINAIS DO CAPÍTULO 47

    CAPÍTULO II – A MUDANÇA LINGÜÍSTICA NA PERSPECTIVA DA

    SOCIOLINGÜÍSTICA E DO FUNCIONALISMO 48

    PRELIMINARES 48

    2.1 - A MUDANÇA LINGÜÍSTICA 48

    2.2 – TEORIA DA VARIAÇÃO E MUDANÇA 53

    2.2.1 - PRINCÍPIOS DE MUDANÇA 59

    2.2.2 – A NOÇÃO DE REGRA VARIÁVEL NO CURSO DA MUDANÇA 63

  • 2.3 – FUNCIONALISMO LINGÜÍSTICO 69

    2.3.1 – PRINCÍPIOS FUNCIONALISTAS 71

    2.3.2 – GRAMATICALIZAÇÃO 73

    2.3.2.1 - Gramaticalização como mudança categorial (de estatuto

    categorial) 75

    2.3.2.1.1 - Gramaticalização como mudança categorial: exemplificação 78

    2.3.2.2 - Gramaticalização como mudança semântica 84

    2.3.2.2.1 - Gramaticalização como mudança semântica: exemplificação 85

    CONSIDERAÇÕES FINAIS DO CAPÍTULO 87

    CAPÍTULO III – A MUDANÇA LINGÜÍSTICA E AS CATEGORIAS

    TEMPO, ASPECTO, MODALIDADE E REFERÊNCIA 89

    PRELIMINARES 89

    3.1 – TEMPO/ TEMPO VERBAL 90

    3.1.1 – MARCAÇÃO DE TEMPO 90

    3.1.2 – RELAÇÃO ENTRE OS TEMPOS VERBAIS (dêitico/anafórico ou

    absoluto/relativo) 91

    3.1.3 – DISTANCIAMENTO TEMPORAL 95

    3.2 – ASPECTO 98

    3.2.1 – ASPECTO NO SENTIDO DE VISÃO DA SITUAÇÃO 98

    3.2.2 – ASPECTO NO SENTIDO DE TIPO DE SITUAÇÃO (aktionsart) 100

    3.2.3 - O ASPECTO PERFECT (construções com ‘ter’ mais particípio) 105

    3.3 – MODALIDADE 106

    3.3.1 – MODO E MODALIDADE 106

    3.3.2 – A MODALIDADE COMO METÁFORA DO TEMPO 107

    3.4 – PONTO DE REFERÊNCIA 110

    3.4.1 – TIPOS DE PONTO DE REFERÊNCIA 113

    3.4.1.1 – Ponto de referência semântico 114

    3.4.1.1.1 - Ponto de referência temporal 114

    3.4.1.1.2 - Ponto de referência discursivo 116

    3.4.1.1.3 - Ponto de referência pressuposto 116

  • 3.4.1.2 – Ponto de referência pragmático 117

    CONSIDERAÇÕES FINAIS DO CAPÍTULO 120

    CAPÍTULO IV – QUESTÕES E HIPÓTESES 122

    PRELIMINARES 122

    4.1 – A QUESTÃO DAS FUNÇÕES 122

    4.2 – A QUESTÃO DA DEFINIÇÃO DOS PRETÉRITOS MAIS-QUE-

    PERFEITO E PERFEITO 123

    4.3 – A QUESTÃO DA VARIAÇÃO ENTRE OS PRETÉRITOS MAIS-QUE-

    PERFEITO COMPOSTO E PERFEITO SIMPLES 124

    4.4 - A QUESTÃO DAS MUDANÇAS 129

    CAPÍTULO V – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 133

    PRELIMINARES 133

    5.1 – DADOS ESCRITOS DO SÉCULO XVI AO SÉCULO XX 134

    5.1.1 – CORPUS 134

    5.1.2 - NÚMERO DE DADOS 138

    5.1.3 – FATORES CONTROLADOS 141

    5.1.3.1 – Fatores controlados na análise dos pretéritos mais-que-perfeito

    simples, mais-que-perfeito composto e perfeito simples 142

    5.1.3.2 – Fatores controlados na análise do pretérito perfeito composto 146

    5.2 – DADOS DE FALA ATUAIS (1990-2003) 147

    5.2.1 – CORPUS 147

    5.2.2 – NÚMERO DE DADOS 149

    5.2.3 - FATORES LINGÜÍSTICOS E SOCIAIS CONTROLADOS 150

    5.2.4 – ANÁLISE ESTATÍSTICA 150

    CONSIDERAÇÕES FINAIS DO CAPÍTULO 152

    CAPÍTULO VI – AS CATEGORIAS TEMPO, ASPECTO,

    MODALIDADE E REFERÊNCIA (TAMR) NA SIGNIFICAÇÃO DOS

    PRETÉRITOS MAIS-QUE-PERFEITO E PERFEITO EM TEMPO

    REAL E APARENTE 153

    PRELIMINARES 153

  • 6.1 – OS PRETÉRITOS MAIS-QUE-PERFEITO SIMPLES E COMPOSTO

    E PERFEITO COMPOSTO: CORRELAÇÕES ENTRE FORMA E

    FUNÇÃO EM TEMPO REAL 154

    6.1.1 – A MULTIFUNCIONALIDADE DO PRETÉRITO MAIS-QUE-

    PERFEITO SIMPLES EM TEMPO REAL 155

    6.1.1.1 – Tempo em relação à referência 155

    6.1.1.2 – Ponto de Referência 157

    6.1.1.3 – Ordenação entre situação e ponto de referência 159

    6.1.1.4 – Modalidade 161

    6.1.1.5 – Tipo de verbo 164

    6.1.1.6 – Tipo de ponto de referência 166

    6.1.1.7 – Relação semântico-sintática entre situação e ponto de referência 167

    6.1.1.8 – As funções (combinações de TAMR) do pretérito mais-que-

    perfeito simples e a mudança 171

    6.1.2 – A MULTIFUNCIONALIDADE DO PRETÉRITO MAIS-QUE-

    PERFEITO COMPOSTO EM TEMPO REAL 181

    6.1.2.1 – Tempo em relação à referência 182

    6.1.2.2 – Tempo do ponto de referência 182

    6.1.2.3 – Ordenação entre situação e referência 183

    6.1.2.4 – Modalidade 184

    6.1.2.5 – Tipo de verbo da situação 185

    6.1.2.6 – Tipo de ponto de referência 186

    6.1.2.7 – Relação semântico-sintática entre situação e ponto de referência 186

    6.1.2.8 – As funções do pretérito mais-que-perfeito composto e a mudança 187

    6.1.3 – AS FUNÇÕES DO PRETÉRITO PERFEITO COMPOSTO EM TEMPO

    REAL 193

    6.1.3.1 – Tempo em relação à referência 194

    6.1.3.2 – Aspecto 195

    6.1.3.3 – Tipo de verbo da situação 196

    6.1.3.4 - Relação semântico-sintática entre situação e ponto de referência 196

  • 6.2 – OS PRETÉRITOS MAIS-QUE-PERFEITO SIMPLES, MAIS-QUE-

    PERFEITO COMPOSTO E PERFEITO SIMPLES EM VARIAÇÃO NA

    EXPRESSÃO DE UMA SITUAÇÃO PASSADA, PERFECTIVA, REALIS,

    CONTRA-SEQÜENCI