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22 10 2018 · Beira (O Autarca) – Tem sido uma ... rior), os comandos (garantindo que todos os comandos são accionados com o mínimo dispêndio de energia possível), o banco,

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    Ano XIX N 3575 Segunda-feira, 22 de Outubro de 2018

    EDITORIAL

    O mal de interromper o fornecimento de energia elctrica e gua aos fins-de-semana (EDM e FIPAG) Beira (O Autarca) Tem sido uma prtica recor-rente da EDM e do FIPAG, entidades pblicas responsveis pelo provimento de energia elctrica e gua canalizada no territrio nacional, interroperem a prestao do servio ao cidado aos fins-de-semana, alegadamente para trabalhos de manuteno dos equipamentos e outras actividades co-nexas. O facto dessas interrupes ocorrem geralmente aos fins-de-semana, como aconteceu no ltimo (sbado e domingo) com o abastecimento de gua tem sido muito do-loroso s famlias. Os fins-de-semana so dias sagrados para as fam-lias, pois tem sido nesses em que os membros tem a nobre

    oportunidade de se juntar e passar o tempo juntos, muitas vezes em casa. O FIPAG pode alegar que anunciou com alguma antecedncia (48 horas antes) que iria efectuar interrupo no fornecimento de gua no sbado e domingo 20 e 21 de Outubro corrente, nas cidades da Beira e Dondo, mas temos a plena certeza que sabe que so poucas as famlias que renem condies para armazenar quantidade de gua su-ficiente para consumo de dois dias. A mdia das famlias moambicanas integra entre seis a cinco membros cada, sem incluir visitas que so constantes aos fins-de-semana e trabalhadores domsticos, entre outro pessoal. Todas essas pessoas necessitam de -

    gua para beber, higiene individual e

    Frase: O que ouves falar a respeito de algum pode ser to falso como a pessoa que te disse!

    SF Holdings, UM GRUPO COM ENERGIA MOAMBICANA

    CMBIOS/ EXCHANGE 19/10/2018

    Compra Venda Moeda Pas

    68.7 70.06 EUR UE

    59.96 61.15 USD EUA

    4.17 4.25 ZAR RSA

    FONTE: BANCO DE MOAMBIQUE

  • O Autarca Jornal Independente, Segunda-feira 22/10/18, Edio n 3575 Pgina 02/08 FONTE: INE INSTITUTO NACIONAL DE ESTATSTICA 10 DE FEVEREIRO DE 2017 A nossa proposta que trabalhos que afectam o

    funcionamento normal dos servios devem ser realizados no perodo de menor procura, como por exemplo a noite ou mesmo no horrio normal, em que a maioria dos membros da famlia est fora de casa. Ao sugerirmos esses perodos tambm tivemoos em conta da inexistncia de riscos que possam prejudicar o sector industrial, assumindo que uma indstria geralmente adopta sistemas de precauo, como por exemplo dispor de capacidade suficiente de armazenamento de gua e fontes alternativas de gerao de energia elctrica. Oxal esse nosso contributo seja tomado em consi-derao pelos tomadores de deciso nas supracitadas em-presas de carcter pblico, nomeadamente EDM e FIPAG, bem das famlias moambicanas, que nbo fundo so a im-portante base que sustenta o provimento dos servios de fornecimento de electricidade e abastecimento de gua. (Redaco)

    colectiva (banho e uso de sanitrios), sobretudo com maior necessidade nesta poca quente. Precisa-se de gua para limpeza da casa sabe-se que os fins-de-semana so pre-ferenciais para esse tipo de actividade caseira, e gua para lavagem de utenslios domsticos, alimentos e sua confec-o. Alm disso, especialmente os sbados tem sido os dias reservados para lavagem de roupa em muitas famlias, re-sultado da acumulao de peas de vesturio ao longo da semana. Portanto, uma quantidade de gua necessria e muitas famlias no tem capacidade de conservao, logo cria-se um constrangimento enorme. A nossa sugesto que esse tipo de acividades de manuteno ou substituio de equipamentos seja feito em outros perodos sem precisar "sacrificar" os fins-de-semana que so os nicos dias universalmente dedicados famlia. Insistir em realizar esse tipo de actividades nesses dias o mesmo que no dar valor as famlias moambica-nas.

    Daviz Simango distinguido no Reino Unido Beira (O Autarca) O Autarca da Beira, Daviz Mbepo Simango, foi distinguido no ltimo domingo (21Out18), no Reino Unido, com o Prmio Anual Dr. Benjamin Barber Global cidades Award. A distino foi durante a Cimeira Anual de GPM (Parlamento Global dos Presidentes), que decorre em Bristol, Reino Unido, com a participao do autarca da BeirA. (Pormenores na prxima Edio)

  • O Autarca Jornal Independente, Segunda-feira 22/10/18, Edio n 3575 Pgina 03/08 FONTE: INE INSTITUTO NACIONAL DE ESTATSTICA 10 DE FEVEREIRO DE 2017

    Uma Data na Histria

    Por: Joo de Sousa

    22 de Outubro de de 1939 Joaquim Chissano

    Nascido em Malehice, Provncia de Gaza, foi Pre-sidente de Moambique de 1986 a 2005. Juntou-se FRELIMO em 1963, tendo sido de-signnado responsvel pela segurana do movimento. Em 1974, com apenas 35 anos de idade, Joaquim Chissano tor-na-se primeiro-ministro do Governo de Transio e depois da proclamao da independncia de Moambique no-meado ministro dos Negcios Estrangeiros. Com a morte do Presidente Samora Machel, em 1986, Joaquim Chissano foi nomeado em sua substituio. Em 1992, na sequncia das negociaes com a RE-NAMO para pr termo ao conflito armado em Moambi-que, Joaquim Chissano assinou os acordos de Paz de Roma. Em 1994, nas primeiras eleies gerais depois do fim da guerra de desestablizao, Chissano foi eleito Presi-dente da Repblica Moambique, cargo que manteria at

    2005, depois de ter vencido as segundas eleies multipar-tidrias em 1999. Joaquim Chissano completa hoje os seus 79 anos de idade.

  • O Autarca Jornal Independente, Segunda-feira 22/10/18, Edio n 3575 Pgina 04/08 FONTE: INE INSTITUTO NACIONAL DE ESTATSTICA 10 DE FEVEREIRO DE 2017

    @ De Interesse Comunitrio e da Mobilidade Rodoviria,...

    Por: Eng. Carlos Sousa Formador Especialista & Certificado para a regio SADC Membro da Academia - MasterDrive S.A. homologado por Advanced Driving Institute of Africa

    A Ergonomia na Conduo - Importante, mas muito negligenciada e ignorada pela maioria!

    A importncia da Ergonomia na Conduo A Ergonomia uma das cincias que mais impor-tncia e necessidade tem em ser aplicada tarefa de condu-o automvel, mas comecemos por entender o que nos proporciona esta cincia. O termo ergonomia, derivado das palavras gre-gas ergon ("trabalho") e nomos ("lei natural") A Ergonomia a cincia que estuda as interac-es entre o Homem e mquina, ou seja, a actividade do homem, enquanto trabalhador e/ou utilizador de produtos para definir as condies de realizao dessa mesma activi-dade de modo a garantir o conforto, a segurana, a sade e a produtividade. Aplicada, na conduo automvel, importa admitir-mos que no existe somente uma ligao do Homem com o veculo, mas tambm destes dois com o meio envolvente, sendo este um dos pontos-chave de uma anlise ergonmi-ca e que por vezes tem sido bastante ignorada e ou esqueci-da. O objectivo da tarefa de conduo automvel essencialmente o controlo de um veculo mantendo uma determinada trajectria na via, sendo esta definida por uma posio e uma velocidade. Assim, esta parece ser uma tare-fa bastante simples que a maioria dos condutores considera em domnio, mas ser que esta afirmao se traduz como verdadeira na realidade? A resposta no!! O acto da conduo uma tarefa complexa, que impe uma actividade de ajustamento sensrio-motor con-tnuo, determinado pelo carcter dinmico das interaces no conjunto condutor-veiculo-envolvimento. necessrio e indispensvel o sustento de um dedicado nvel de con-centrao e elevada ateno face a acontecimentos impre-vistos, de modo a que esta seja efectuada de forma segura, especialmente, durante longos perodos e por vezes sob condies montonas.

    Os Condutores esto constantemente expostos a uma quantidade de informao, de natureza e complexida-de diversas, proveniente do envolvimento rodovirio. Ao possuirmos uma capacidade de captar e processar a infor-mao limitada, devemos saber seleccionar a informao de maior relevncia, evitando o risco e agindo de modo a trata-la e responder adequadamente e em tempo til. A actividade humana deve ser entendida como um processo que vai da percepo aco, onde os aspec-tos cognitivos, subjacentes ao processamento da informa-o e tomada constante de decises em funo do dina-mismo do envolvimento, devem responder a elevadas exi-gncias que requerem atento e concentrao. Efectivamente, a ateno uma funo cognitiva que envolve duas dimenses interdependentes: a selectivi-dade e a intensidade. Uma falta de ateno devido a um baixo nvel de vigilncia, decorrente de uma conduo montona ou du-rante a noite, ou o mau uso em abuso da telefonia mvel enquanto ao volante e por outro lado a conduo sujeita a intenso volume de trfego e transito, esto certamente na o-rigem de um elevado nmero de acidentes rodovirios. Conduzir impe desafios ao risco, requer actuali-zado conhecimento apropriado, fortes exigncias em ter-mos de ateno distribuda, podendo os recursos limitados, dificultar a realizao de uma tarefa adicional, como o ca-so critico de uma chamada telefnica, fonte geradora de forte risco indutora de acidente, mesmo utilizando um siste-ma de mos livres. A sade de um Condutor tem uma forte de-pen-dncia directa da qualidade da viso, justo isso na-da co-mo consultar regularmente um oftalmologista, atender aos exames clnicos, para verificar e corrigir, se existirem perturbaes ou deficincias, ao nvel da viso. No campo da fadiga devemos intervir em vrios

  • O Autarca Jornal Independente, Segunda-feira 22/10/18, Edio n 3575 Pgina 05/08 FONTE: INE INSTITUTO NACIONAL DE ESTATSTICA 10 DE FEVEREIRO DE 2017 factores, pois podemos diminuir o nvel de risco a que es-

    tamos sujeitos ao volante, aumentando por sua vez a segu-rana. Como poderemos agir no instante, como efeito das interferncias do risco consequncia da fadiga? simples, adequando de imediato, a velocidade do veiculo ao tipo de via,condio climatrica, em que circulamos, intensidade de trnsito verificada, bem como aumentando a distncia de segurana em relao aos outros veculos, pees, animais e obstculos. Ainda no capitulo da fadiga h dois factores que possuem uma ligao demasiado estreita e que muitas ve-zes esquecida sendo uma das principais causas de aciden-tes no nosso pas: O adormecimento / sonolncia e os horrios de conduo / pausas. Estes dois factores podem ser minimizados e redu-zidos atravs do encurtamento do tempo de conduo con-tnua, aumentando o nmero de pausas, diminuindo assim o esforo fsico contnuo e possibilitando que se combata a posio esttica por longos perodos de tempo, sendo este um dos principais pontos que nos guia para a sonolncia. Outro dos factores de fadiga , o to conhecido S-TRESS cujo desequilbrio resulta da sequncia das pres-ses impostas no ritmo sobre as actividades na actualidade, pois muitas das situaes que se desenrolam em torno da aco de conduo envolvem demasiada e excessiva pres-so no Condutor. (entre outras, o pssimo exemplo das chefias, ignorando que o motorista se encontra ao volante, pressionam constantes ligaes telefnicas). Por fim e ainda relacionado com a fadiga, o que muito pesa, por deficincias no ritmo da ignorncia consta-tado na maioria dos Profissionais e Chefias, agravado por pouco divulgadas, pois interfere em directo no Condutor, muito estudado e desenvolvido no domnio da engenharia automvel, mas dependente da cincia acima introduzida e conhecida por ergonomia, referi-mo-nos a posturas. As posturas do Condutor, so bastante importan-tes para o combate da fadiga mas no s, pois uma m pos-tura durante a tarefa de conduo, que infelizmente o ve-rificado e praticado, como se fosse normal nos condutores hoje em dia, provoca no s a j citada fadiga mas tambm diversos problemas ao nvel da coluna lombar, assim co-mo as leses msculo-esquelticas e sinistralidade rodo-viria! Considerando as posturas como uma parte essen-

    cial dedicada neste caso ao Condutor e para a diminuio dos problemas de sade devemos ter em considerao uma srie de factores entre eles a viso (garantindo a maior su-perfcie disponvel para a recolha de informao do exte-rior), os comandos (garantindo que todos os comandos so accionados com o mnimo dispndio de energia possvel), o banco, o encosto, o assento e sobretudo a adequada regu-lao. A postura tem um papel essencial para os condu-tores, pois ningum tem as mesmas dimenses corporais. Existem estudos, recomendaes dedicadas das di-versas posies, contendo ngulos ideais, modos de realiza-o e de colocao dos diversos componentes necessrios a uma postura adequada. Assunto de extrema importncia que deve ser tra-tado e aplicado, durante a aprendizagem e desenvolvi-mento para as praticas na educao da conduo e re-gistamos tambm que tem sido negligenciado pelos a-gentes fiscalizadores das actividades, incluindo no ensi-no e no ambiente da mobilidade rodoviria! Vamos rever os passos para obter uma postura a-dequada na tarefa da conduo automvel: Qual a distancia a que devo estar dos pedais? simples, pisando a embraiagem at ao fundo a perna no deve estar completamente esticada nem flexionada em de-masia, tentando encontrar um ngulo natural onde no seja exigido o dispndio de demasiada energia. A perna no deve estar totalmente esticada para po-der suportar os impactos resultantes das irregularidades do pavimento, assim como de um possvel acidente. Se no es-tiver a utilizar a embraiagem o p deve repousar no lado es-querdo do pedal, ou no caso de caixa de velocidades auto-mtica, existe disponvel o suporte dedicado para o p es-querdo e de modo a que o corpo fique bem apoiado para as curvas, travagem brusca, desvios inesperadas e para des-cansar os tendes. Como devo colocar o apoio das costas? Neste caso o que queremos um ngulo natural entre o brao e o antebrao (aproximadamente 90), sendo que a melhor ma-neira de se obter esta distncia esticar os braos em cima do volante sem mover os ombros, que se encontram encos- tados ao apoio das costas, e regular at os pulsos se encon-trarem em cima do volante, pois assim ao mover o mesmo os ombros no necessitaro de se deslocar para a frente. Mas ateno o ngulo formado entre o assento e o apoio das costas deve ser aproximadamente 90. Se is-

  • O Autarca Jornal Independente, Segunda-feira 22/10/18, Edio n 3575 Pgina 06/08 FONTE: INE INSTITUTO NACIONAL DE ESTATSTICA 10 DE FEVEREIRO DE 2017

    Assim sendo, os espelhos devem ser regulados ten-tando obter a maior visibilidade lateral, eliminando os n-gulos mortos o mais possvel. J o cinto de segurana deve estar ajustado de mo-do a passar exactamente no ponto mdio entre o pescoo e o ombro. Tendo em conta todos estes factores e os malef-cios que eles tm para a nossa sade, teremos uma maior consciencializao da importncia do conforto e da ergo-nomia ao nvel da conduo e principalmente que nunca devemos descurar o nosso bem-estar em detrimento do tempo que temos ou de qualquer outro factor externo, pois em primeiro que tudo est a sade e os problemas associa-dos tarefa de conduo so normalmente irreparveis, ao ponto de constante desafio ao risco e no limite, a perda da Vida de quem mal dirige, colocando todos os outros no campo de viso do Condutor no capaz, igualmente em po-tenciado risco. Por isso, recomendamos esta divulgao do con-hecimento, por Si, pelos Seus, pela Empresa, Institui-o, comunidades, pense e reflicta sobre se est a tomar a deciso correcta, pois no presente que comeamos a cons-truir o nosso futuro, sendo esta frase vlida para tudo, in-cluindo para a sade, dos presentes Condutores e das ge-raes vindouras. Quem no depende Hoje da critica actividade da Conduo? Em rodap, mantenha SEMPRE presente de que os Seus filhos e outras Crianas e Jovens que nos acompan-ham e transportamos nos veculos, olham copiando o Diri-gente do volante e aprendem,gravando em memoria os actos por horas, dias, meses e anos, envolvendo tudo o que de exemplos o Condutor pratica. A sade , o conhecimento actualizado, as prti-cas da disciplina profissional e o respeito para com o meio Ambiente, constituem parte integrante da grande fa-mlia de Vidas em mobilidade, desejvel por Segurana Rodoviria!

    so no se verificar e o veculo tiver regulao do volante, este deve ser ajustado em conformidade ou ento um cor-rector de postura da dimenso do apoio das costas entre o mesmo e o condutor. As mos devem ser colocadas na parte exterior do volante em posio central, ou seja segundo os pon-teiros do relgio aproximadamente s 9h e 15min, linha mdia do volante. Ento e o encosto de cabea? O encosto de ca-bea no serve propriamente para o que estamos a pensar, pois ele tem uma utilidade semelhante do airbag, ou seja num embate na traseira do veculo ele evita o efeito de chi-cote da cabea que provoca diversas leses ao nvel da co-luna, sendo mesmo responsvel por alguma paraplegia. O encosto de cabea deve ser regulado de modo a que a parte superior do mesmo esteja um pouco acima da linha dos olhos. Se o veculo tiver regulao da altura do banco deve utilizado de modo a que no tenha a cabea afastada a mais de uma mo do tecto do veculo e de modo a ter uma boa visibilidade quer do exterior quer para o painel de ins-trumentos e comandos de aco. Depois de ter encontrado a postura ideal que o Condutor deve regular os espelhos e o cinto de se-gurana! Qual a importncia dos espelhos e cintos para a postura? Os espelhos ao se encontrarem mal regulados o-brigam a que o Condutor precise de se movimentar para os poder utilizar, adoptando assim posturas inadequadas e possivelmente prejudiciais. No caso do cinto de segurana uma regulao de-ficiente do mesmo poder ter consequncias mais dram-ticas, pois se o cinto tiver regulado muito para cima ficar colocado junto ao pescoo, o que numa travagem mais brusca ou em caso de embate poder ser um perigo em vez de uma segurana. Se por outro lado o cinto tiver mal regu- lado para baixo este pode escorregar pelo ombro e perder e-ficcia na segurana do condutor.

    https://www.facebook.com/Jornal-O-Autarca-da-Beira-Mozambique-298173937184488/

  • O Autarca Jornal Independente, Segunda-feira 22/10/18, Edio n 3575 Pgina 07/08 FONTE: INE INSTITUTO NACIONAL DE ESTATSTICA 10 DE FEVEREIRO DE 2017

    Ciclista multado por excesso de velocidade em Espanha

    tados mais trs ciclistas por ex-cesso de velocidade, um deles ia a 77 km/h numa zona de 60 km/h

    e foi mesmo obrigado a pagar a multa. (Mundo ao Minuto Foto Google)

    Um ciclista espanhol foi apanhado por um radar a circular a mais nove quilmetros do que os 50 km/h permitidos em N-quera, em Valncia. O homem, de 51 anos, foi multado em 100 euros por con-duzir em excesso de velocidade. A infrao ocorreu quan-do o ciclista passava na estrada CV-310 que liga Btera, Nque-ra e Serra, um dos locais em Va-lncia com maior nmero de ci-clistas, conta o Las Provincias. O radar apanhou o ho-mem a 59 km/h e a multa pode ficar em apenas 50 euros se o ci-clista pagar o valor num curto espao de tempo. Esta situao no um e-vento isolado. O departamento de trnsi-to local est a tentar reduzir os a-cidentes sobre duas rodas na re-gio. J em Abril, foram mul-

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  • 2022

    O Autarca Jornal Independente, Segunda-feira 22/10/18, Edio n 3575 Pgina 08/08 FONTE: INE INSTITUTO NACIONAL DE ESTATSTICA 10 DE FEVEREIRO DE 201

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    Individual ( ) Institucional ( ) .............../ ........../ 2013 Assinaturas mensais MZM Ordinria: 14.175,00 * Institucional: 18.900,00

    Se a Verdadeira Bondade silenciosa como um sbio pensan-dometafori-camente e em certos momentos da vida emitimos sons zofonos humanos, em sociedade. Dialogando estudou e catalogou 10 sons principais observa-dos da nossa fauna humana na selva do mainstream ou efeito manada do dia-a-dia da comunicao e cultura. O resultado pitoresco e satrico para reflexo da nossa Zoofonia. Em anexo a lista das atitudes.

    1. Promoo faz Zurrar! (igual um burro). 2. Vaidade faz Relinchar! (igual um cavalo). 3. Arrogncia Ruge! (igual um leo). 4. Timidez Pia! (igual um pardalito). 5. Futilidade Grasna! (igual um ganso). 6. Cobardia Late! (igual um co medroso). 7. Agressividade Urra! (igual um urso). 8. Estupidez Cacareja! (igual uma galinha). 9. Dvida Cricrila! (igual um grilo).

    Fonte da Charge do Burro (pessoa) http://admiravelplanetalaranja.blogspot.pt/2014/10/o-contra-os-burros-nao-e-preconceito.html