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Matérias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia ...Curso_Tecnico/Instrutor Rodrigo/Diversos... · A Geomorfologia é a ciência que estuda o relevo. ... Estende-se do Maranhão

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    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino: 1_1-1

    RELEVO CONTINENTAL E SUBMARINO

    1. Relevo Continental

    Relevo so as formas e compartimentos da superfcie do planeta (serra, montanha, colina, planalto,plancie, depresso, entre outras). Essas formas e compartimentos definem-se em funo da atuao deagentes internos e externos crosta terrestre.

    - Agentes internos (formadores) - vulcanismo, terremotos, movimento das placas; foras tectnicas emgeral.

    - Agentes externos (modeladores) - chuva, vento, geleiras, rios, lagos, mares; agentes erosivos em geral.

    A orognese (formao de uma montanha) ocasionada por agentes internos (dobramento, vulco ou falhageolgica); sua forma atual decorre da ao de agentes externos.

    A Geomorfologia a cincia que estuda o relevo.

    Antigamente, na classificao do relevo, considerava-se apenas aquilo que se via no terreno, as cotasaltimtricas, por exemplo. Dizia-se que Planalto era um "plano alto" e Plancie um "plano baixo".Atualmente a dinmica tectnica e erosiva levada em considerao na determinao e classificao dasformas do terreno.

    Assim, temos por definio:

    - Planalto: forma de relevo em que a eroso supera a sedimentao. Portanto, um relevo que sofre desgaste,destruio.

    - Plancie: forma de terreno mais ou menos plana em que a sedimentao supera a eroso. Portanto, umrelevo em formao.

    Note que as definies no consideram cotas altimtricas. Podemos encontrar uma plancie a 4.000 m dealtitude (Altiplanos Andinos) e um planalto a 20 m de altitude (Bacia Amaznica).

    Obs.: No confundir bacia sedimentar com plancie.A estrutura geolgica sedimentar corresponde origem, formao e composio do relevo, ocorrida hmuito tempo atrs. Durante sua formao, a bacia sedimentar era (ou ) uma plancie. Porm, hoje, podeestar em um processo de desgaste e corresponder a um Planalto Sedimentar. Ex.: Baixo Plat Amaznico.

    2. Pequeno dicionrio tcnico(as definies que aparecem abaixo aplicam-se ao mapa de relevo do Brasil elaborado por JurandyrL.S.Ross) (Extrado de: Nova Escola - outubro/1995)

    Depresso: superfcie entre 100 e 500 metros de altitude com suave inclinao, formada por prolongadosprocessos de eroso. mais plana do que o planalto. O mapa escolar de Jurandyr o primeiro a aplicaresse conceito.

    Planalto: ao contrrio do que sugere o nome, uma superfcie irregular com altitude acima de 300 metros. o produto da eroso sobre rochas cristalinas ou sedimentares. Pode ter morros, serras ou elevaesngremes de topo plano (chapadas).

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  • Plancie: superfcie muito plana com no mximo 100 metros de altitude. formada pelo acmulo recentede sedimentos movimentados pelas guas do mar, de rios ou de lagos. Ocupa poro modesta no conjuntodo relevo brasileiro.

    Escarpa: terreno muito ngreme, de 100 a 800 metros de altitude. Lembra um degrau. Ocorre na passagemde reas baixas para um planalto. impropriamente chamada de serra em muitos lugares, como na Serrado Mar, que acompanha o litoral.

    Serra: terreno muito trabalhado pela eroso. Varia de 600 a 3.000 metros de altitude. formada pormorros ou cadeias de morros pontiagudos (cristas). No se confunde com escarpa: serra se sobe por umlado e se desce pelo lado oposto.

    Tabuleiro: superfcie com 20 a 50 metros de altitude em contato com o oceano. Ocupa trechos do litoralnordestino. Geralmente tem o topo muito plano. No lado do mar, apresenta declives abruptos que formamas chamadas falsias ou barreiras.

    3. Mapas do Relevo Brasileiro

    O Retrato do Brasil dos anos 40...

    Aroldo de Azevedo, o pioneiro

    Advogado que nunca exerceu a profisso, o paulista Aroldo de Azevedo (1910-1974) foi um dos primeirosprofessores de geografia da Universidade So Paulo (USP). Foi tambm o nosso primeiro grande autor delivros didticos em Geografia. Na dcada de 40, fez o primeiro mapa do relevo brasileiro, ainda hoje usadoem livros escolares. Dividia o pas em oito unidades de relevo.

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  • . . . retocado em 1958 por :

    Aziz AbSaber, o discpulo

    Aluno de Aroldo de Azevedo, o paulista Aziz AbSaber, hoje com 71 anos, deu prosseguimento obra domestre. Valeu-se sobretudo de observaes do relevo feitas pessoalmente. Poucos gegrafos tero viajadopelo pas tanto quanto ele. Seu mapa foi publicado pela primeira vez em 1958. AbSaber acrescentou duasunidades de relevo s oito de Azevedo.

    Jurandyr Ross, o inovador

    Deu aulas no primeiro grau ante de se tornar professor da USP. Jurandyr Luciano Sanches Ross, paulistade 48 anos, ocupa a vaga que AbSaber deixou ao se aposentar. Durante seis anos foi pesquisador noProjeto Radambrasil e ajudou a montar os mapas com as fotos de radar que usaria para revolucionar nossaGeografia. Com ele, as unidades de relevo saltam de dez para 28.

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  • 4. Trs grandes perfis que resumem nosso relevo (Por Jurandyr Ross)

    Regio Norte

    Este corte (perfil noroeste-sudeste) tem cerca de 2.000 quilmetros de comprimento. Vai das altssimasserras do norte de Roraima, na fronteira com a Venezuela, Colmbia e Guiana, at o norte do Estado deMato Grosso. Mostra claramente as estreitas faixas de plancie situadas s margens do Rio Amazonas, apartir das quais seguem-se amplas extenses de terras altas: planaltos e depresses.

    Regio Nordeste

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  • Este corte tem cerca de 1.500 quilmetros de extenso. Vai do interior do Maranho ao litoral dePernambuco. Apresenta um retrato fiel e abrangente do relevo da regio: dois planaltos (da Bacia doParnaba e da Borborema) cercando a Depresso Sertaneja (ex-Planalto Nordestino). As regies altas socobertas por mata. As baixas, por caatinga.

    Regies Centro-Oeste e Sudeste

    Este corte, com cerca de 1.500 quilmetros de comprimento, vai do Estado de Mato Grosso do Sul aolitoral paulista. Com altitude entre 80 e 150 metros, a Plancie do Pantanal est quase no mesmo nvel doOceano Atlntico. A Bacia do Paran, formada por rios de planalto, concentra as maiores usinashidreltricas brasileiras

    5. O Relevo Brasileiro

    Brasil: Cotas Altimtricasterras baixas 41,00%

    0 a 100 metros 24,90%

    101 a 200 metros 16,91%

    terras altas 58,46%

    201 a 500 metros 37,03%

    501 a 800 metros 14,68%

    801 a 1.200 metros 6,75%

    reas culminantes 0,54%

    1.200 a 1.800 metros 0,52%

    acima de 1.800 metros 0,02%

    O territrio brasileiro, de formao muito antiga e altamente desgastado pela eroso, no apresenta cadeias

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  • montanhosas (Dobramentos Modernos). Isso, como vimos, devido ao fato de localizar-se no meio de umaplaca tectnica.

    Considerando a classificao de Aziz AbSaber, notamos que basicamente o Brasil possui dois planaltos: odas Guianas e o Brasileiro. Porm, o Planalto Brasileiro dividido em vrias partes em funo da estruturageolgica e das formas diferenciadas em seu interior, j que grande e sujeito a condies climticas ehidrogrficas (o que implica eroso) distintas.

    Planaltos

    1. Planalto Meridional

    Constitudo por um derrame de basalto na era Mesozica (que deu origem terra roxa). Tambmconhecido como planalto arenito basltico.

    2. Planalto Atlntico ou Serras e Planaltos do Leste e Sudeste

    Apresenta as serras do Mar, Mantiqueira e Espinhao. Destacam-se, ao lado do Vale do Paraba e emMinas Gerais os mares de morros.

    3. Planalto Nordestino

    Destacam-se as chapadas da Borborema e Apodi.

    4. Planalto do Maranho-Piau ou do meio Norte

    Apresenta chapadas de origem sedimentar.

    5. Planalto Central

    Chapades sedimentares (Chapada dos Guimares).

    6. Planalto Uruguaio-Sul Riograndense

    Colinas suaves ou coxilhas.

    7. Planalto das Guianas

    Extremo norte do pas, coincide com o escudo cristalino das Guianas. a que aparece o pico culminantedo Brasil: Pico da Neblina (3.014 m).

    Plancies

    1. Plancie do Pantanal

    a mais tpica plancie brasileira por sofrer inundao anual (Rios Paraguai e Taquari); quando a guaperde velocidade s ocorre sedimentao.

    2. Plancie e Terras Baixas Amaznicas

    Apenas as vrzeas dos rios da Bacia Sedimentar Amaznica constituem-se de Plancies. O que predominaso os baixo plats.

    3. Plancie Costeira

    Estende-se do Maranho ao Rio Grande do Sul recebendo sedimentos tanto do continente quanto dooceano, conforme a localizao.

    Relevo submarino e litoral

    1. Introduo

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  • O relevo submarino subdividido em quatro partes: Plataforma continental, Talude, Regio Abissal eRegio Pelgica.

    Plataforma Continental

    a continuao do continente (SIAL), mesmo submerso. Possui profundidade mdia de 0 a 200 m, o quesignifica que a luz solar infiltra-se na gua, o que gera condies propcias atividade biolgica e ocasionauma enorme importncia econmica - a PESCA. H tambm, na plataforma continental, a ocorrncia depetrleo.

    Talude

    Desnvel abrupto de 2 a 3 km. o fim do continente.

    Regio Abissal

    Quando ocorre aparece junto ao talude e corresponde s fossas marinhas.

    Regio Pelgica

    SIMA - o relevo submarino propriamente dito, com plancies, montanhas e depresses.

    Surgem aqui as ilhas ocenicas:

    - Vulcnicas, como Fernando de Noronha

    - Coralgenas, como o Atol das Rocas

    2. Litoral

    Corresponde zona de contato entre o oceano e o continente; em permanente movimento, possui variaode altura - as mars, que so influenciadas pela Lua.

    Quando, durante o movimento das guas ocenicas, a sedimentao supera o desgaste, surgem as praias,recifes e restingas. Quando o desgaste (eroso) supera a sedimentao, surgem as falsias (cristalinas ousedimentares).

    Restinga:

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  • Falsia

    Fonte: Extrado do Panorama Geogrfico do Brasil - Melhem Adas

    O litoral brasileiro pouco recortado. Esse fato ocorre em funo da pobreza em glaciaes quaternriasque atuaram intensamente nas zonas temperadas do globo. O poder erosivo das geleiras imenso.

    O litoral norte brasileiro apresenta a plataforma continental mais larga, pois muitos rios (entre eles oAmazonas), ali desguam, despejando uma quantidade enorme de sedimentos. O litoral nordestinopossui a mais estreita plataforma continental.

    Principais lagoas costeiras: dos Patos e Mirim (RS); Conceio (SC); Araruama (RJ).

    Ilhas Costeiras Continentais: Santa Catarina (Florianpolis); So Francisco (SC); So Sebastio (IlhaBela); Santo Amaro (Guaruj).

    Ilha Costeira Aluvial: Maraj.

    Ilha Vulcnica: Fernando de Noronha.

    Baas: Todos os Santos (BA); Guanabara (RJ); Paranagu (PR); Laguna (SC); Angra dos Reis eParati (RJ).

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    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Solos: 2_1-1

    SOLOS

    1. Introduo

    O solo (agrcola) constitudo por rocha intemperizada, ar, gua e matria orgnica, formando um matoque recobre a rocha em decomposio.

    2. Intemperismo Fsico ou Desagregao Mecnica

    Na superfcie da crosta terrestre as rochas expostas esto sujeitas a grande variao diuturna e/ou anual detemperatura e, portanto, grande variao no seu volume, decorrente da dilatao e contrao dos mineraisque as constituem. Essa dinmica rompe, divide a rocha em fragmentos cada vez menores.

    3. Intemperismo ou Decomposio Qumica

    Decorre da reao qumica entre a rocha e solues aquosas. Caso a rocha tenha sofrido prviointemperismo fsico, a decomposio qumica se acelera por atuar em fragmentos da rocha, ou seja, asuperfcie de contato aumenta.

    O intemperismo (qumico ou fsico) est diretamente relacionado ao clima. Na regio Amaznica, onde apluviosidade elevada e a amplitude trmica pequena, h intensa ao qumica. No Deserto do Saara, ondea pluviosidade baixssima e a variao diuturna de temperatura muito alta, h intensa ao fsica,decorrente da variao de temperatura.

    Ao sofrer intemperismo a rocha adquire maior porosidade, com decorrente penetrao de ar e gua, o quecria condies propcias ao surgimento da vegetao e conseqente fornecimento de matria orgnica aosolo, aumentando cada vez mais a sua fertilidade.

    4. Horizontes do Solo

    A matria orgnica, fornecida pela flora e faunadecompostas, encontrada principalmente na camadasuperior da massa rochosa intemperizada que, ao receberar, gua e matria orgnica, transformou-se em soloagrcola. Essa camada superior o Horizonte A. Logoabaixo, com espessura varivel relacionada ao clima,encontramos rocha intemperizada, ar, gua e pequenaquantidade de matria orgnica - Horizonte B. Emseguida, encontramos rocha em processo dedecomposio - Horizonte C - e, finalmente, a rochamatriz - Horizonte D - que originou o manto deintemperismo, ou solo, que a recobre. Sob as mesmascondies climticas, cada tipo de rocha origina um tipode solo diferente, ligado sua constituio mineralgica.

    Ex: Basalto - Terra Roxa.

    Gnaisse - Massap

    OBSERVAO : Solos sedimentares ou Aluvionais noapresentam horizontes.

    5. Eroso Superficial

    Corresponde ao desgaste do solo e apresenta trs fases:

    Intemperismo - Transporte - Sedimentao. Depois de intemperizados, os fragmentos de rocha esto

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  • livres para serem transportados pela gua que escorre pela superfcie (eroso hdrica) ou pelo vento (erosoelica). No Brasil, o escoamento superficial da gua o principal agente erosivo. medida em que ohorizonte A o primeiro a ser desgastado, a eroso acaba com a fertilidade natural do solo.

    A intensidade da eroso hdrica est diretamente ligada velocidade de escoamento superficial da gua;quanto maior a velocidade de escoamento, maior a capacidade da gua transportar material em suspensoe, quanto menor a velocidade, mais intensa a sedimentao.

    A velocidade de escoamento depende da declividade do terreno - em reas planas a velocidade baixa - eda densidade da cobertura vegetal. Em uma floresta a velocidade baixa pois a gua encontra muitosobstculos (razes, troncos, folhas) a sua frente e, portanto, a infiltrao de gua no solo alta. Em umarea desmatada a velocidade de escoamento alta e, portanto, a infiltrao de gua pequena.

    6. Conservao do Solo

    a) Rotao e associao de culturas

    Toda monocultura (A) mineraliza o solo pois a planta retira certos minerais (X) e repe outros (Y).Deve-se, temporariamente, substituir (ou associar) a cultura (A) por outra (B), que retire os mineraisrepostos por A e reponha no solo os minerais retirados.

    b) Controle de Queimadas

    A prtica de queimada acaba com a matria orgnica dos solos. Somente em casos especiais, naagricultura, deve-se praticar a queimada para acabar com doenas e pragas.

    c) Plantio em curvas de nvel e Terraceamento

    Curvas de nvel so linhas que unem pontos com a mesma cota altimtrica.

    Tal prtica diminui a velocidade de escoamento superficial da gua e, em decorrncia, a eroso.

    7. Eroso Vertical

    A - Lixiviao - a lavagem dos sais minerais hidrossolveis (sdio, potssio, clcio, entre outros),praticada pela gua que infiltra no solo, o que lhe retira fertilidade.

    B - Laterizao

    a formao de uma crosta ferruginosa

    a laterita, vulgarmente chamada Canga - via formao de hidrxidos de ferro e alumnio, o quechega a impedir a penetrao de razes no solo.

    A lixiviao e a laterizao so srios problemas em solos de climas tropicais, onde o ndice pluviomtrico

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  • elevado.

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    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Hidrografia: 3_1-1

    HIDROGRAFIA

    1. Introduo

    O vapor dgua contido na atmosfera, ao condensar-se, precipita. Ao contato com a superfcie, a guapossui trs caminhos: evapora, infiltra-se no solo ou escorre. Caso haja evaporao a gua retorna atmosfera na forma de vapor; a gua que se infiltra e a que escorre, pela lei da gravidade, dirigem-se sdepresses ou parte mais baixas do relevo - justamente a que surgem os lagos e os rios, que possuemcomo destino, ou nvel de base, no Brasil, o oceano.

    Pas de grande extenso territorial e boas condies de pluviosidade, o Brasil dispe de uma vasta e ricarede fluvial, cujas caractersticas gerais so:

    Rios na maior parte de planalto, o que explica o enorme potencial hidrulico existente no pas.

    Existncia de importantes redes fluviais de plancie e navegveis como a Amaznica e Paraguaia.

    Rios, na maioria perenes, embora existam tambm rios temporrios no Serto nordestinosemi-rido.

    Drenagem essencialmente exorrica, isto , voltada para o mar.

    Regime dos rios essencialmente pluvial, isto , dependente das chuvas e, como o climapredominante o tropical, a maioria dos rios tem cheias durante o vero e vazante no inverno.

    2. Principais Bacias Hidrogrficas do Brasil

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  • BaciaAutnomas

    rea(Km2 )

    % da reado Pas

    1 - Amazonas 3.984.467 482 - Paran 891.309 103 - Tocantins-Araguaia 809.250 94 - So Francisco 631.133 75 - Paraguai 345.701 46 - Uruguai 178.255 2BaciasAgrupadas

    rea(Km2 )

    % da reado Pas

    7 - Nordeste 884.835 108 - Leste 569.310 79 - Sudeste 222.688 3

    Bacia Amaznica

    Abrange na Amrica do Sul uma rea de cerca de 6,5 milhes de Km (dos quais 4,7 milhes no Brasil), e a maior do globo terrestre. Trata-se, na verdade, de um enorme "coletor" das chuvas que ocorrem naregio de clima equatorial, na poro norte da Amrica do Sul. Seus afluentes provm tanto do hemisfrionorte (oriundos do planalto das Guianas e que desguam na sua margem esquerda), quanto do hemisfriosul (procedentes do planalto brasileiro e que desguam na sua margem direita), fato esse que provocaduplo perodo de cheias em seu curso mdio.

    O Amazonas um tpico rio de plancie, j que nos 3.165 Km que percorre em territrio brasileiro sofreum desnvel suave e progressivo, de apenas 82 metros, sem a ocorrncia de quedas-dgua. Isto significa

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  • que excelente para a navegao, podendo mesmo receber navios transatlnticos desde sua foz, onde selocaliza a cidade de Belm, at Manaus (prximo ao local onde o rio Negro desgua no Amazonas, a cercade 1.700 Km do litoral), ou navios ocenicos de porte mdio at Iquitos (no Peru, a 3.700 Km da foz).

    Bacia do Tocantins-Araguaia

    Tanto o Tocantins quanto o Araguaia so rios que nascem no Planalto Central. Destaca-se, no baixoTocantins, a hidreltrica de Tucuru.

    Bacia do So Francisco

    O rio So Francisco nasce na serra da Canastra, em Minas Gerais, e desgua no Atlntico - entre Alagoas eSergipe - depois de atravessar o serto nordestino.

    Bacia Platina

    formada por um conjunto de rios:

    Rio Paran: o principal rio da bacia, com aproximadamente 4.025 Km; possui um grande potencialhidrulico

    Rio Uruguai: nasce do encontro dos rios Canoas e Pelotas, percorre trechos de planalto em seu cursosuperior e de plancie no inferior, onde utilizado para navegao.

    Rio Paraguai: um tpico rio de plancie, atravessa o Pantanal Mato-grossense e utilizado comohidrovia.

    Bacias secundrias ou agrupadas

    As bacias secundrias so agrupamentos de rios que no tm ligao entre si; so, na verdade,agrupamentos de pequenas bacias.

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    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Clima: 4_1-1

    CLIMA

    1. Introduo

    Clima, por definio, a sucesso habitual dos tipos de tempo (MAX SORRE) e tempo o estadomomentneo da atmosfera, uma conjuno momentnea dos elementos climticos: temperatura, umidade epresso. Esses elementos, por sua vez, so determinados pelos fatores climticos: Latitude, Altitude,Massas de Ar, Continentalidade ou Maritimidade, Vegetao, Correntes Martimas, Relevo e Aohumana.

    2. Latitude

    Quanto maior a latitude, menor a temperatura.

    Devido curvatura do globo terrestre, medida quenos afastamos do equador, os raios solares incidemcada vez mais inclinados na superfcie terrestre, tendoportanto que aquecer uma rea maior, o que diminui aTemperatura.

    Ainda, quanto maior a latitude, maior a camadaatmosfrica a ser atravessada pelos raios solares, o que

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  • aumenta a dificuldade desses raios atingirem asuperfcie (nuvens).(Anurio Estatstico do Brasil - 1995)

    3. Altitude

    Quanto maior a altitude, menor a temperatura.

    A atmosfera aquecida por radiao.

    Ao incidirem na superfcie, os raios solares a aquecem e elapassa a irradiar calor atmosfera. Portanto, um raio solar queseja refletido ou que atravesse a atmosfera, sem incidir nasuperfcie ou em alguma partcula em suspenso, no altera emnada a temperatura.

    Influncia da Altitude nas Mdias de Temperatura

    Quanto maior a altitude, menos intensa a radiao.

    4. Massas de Ar

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • Para entender algumas das caractersticas dos tipos de clima no Brasil, interessam as seguintes massas dear:

    Massa equatorial atlntica (mEa) - quente e mida, domina a parte litornea da Amaznia e doNordeste. O centro de origem est prximo ao arquiplago dos Aores.

    Massa de ar equatorial continental (mEc) - tambm quente e mida. Com centro de origem na parteocidental da Amaznia, domina sua poro noroeste durante o ano inteiro.

    Massa tropical continental (mTc) - quente e seca, origina-se na depresso do Chaco Paraguaio.

    Massa polar atlntica (mPa) - fria e mida, forma-se nas pores do Oceano Atlntico prximo Patagnia. Atua de forma mais intensa no inverno, provocando chuvas e declnio da temperatura. Amassa polar atlntica pode chegar at a Amaznia fazendo surgir o fenmeno da friagem.

    Massa tropical atlntica (mTa) - quente e mida atinge grande parte do litoral brasileiro.

    A. Massa Equatorial Atlntica

    B. Massa Equatorial Continental

    C. Massa Tropical Atlntica

    D .Massa Tropical Continental

    E. Massa Tropical Atlntica

    Com base nessas massas de ar que atuam no territrio brasileiro, podemos agora entender a classificaoclimtica de Arthur Strahler

    5. Classificao Climtica Brasileira

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  • A classificao climtica de Arthur Strahler (1951) tem por base a influncia das massas de ar em reasdiferenciadas. Ela no trabalha, portanto, com as mdias de chuvas e temperaturas, mas com a explicaode sua dinmica.

    A classificao climtica de Wilhelm Kppen, apesar de clssica e intensamente utilizada at pouco tempo,e ter representado um avano em sua poca (final do sculo XIX), hoje bastante problemtica, pois noleva em conta os deslocamentos das massas de ar.

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  • Clima Equatorial mido

    Mdias trmicas elevadas (24 a 27 C) o ano todo,chuvas abundantes e bem distribudas (1500 a 2500mm/ano). Pequena amplitude trmica anual.

    Clima Litorneo mido

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  • Estende-se do litoral do RN ao litoral de SP e apresenta apenas duas estaes: vero chuvoso e invernomais seco ( com exceo do litoral nordestino, onde chove mais no inverno - 1 Ramo de mPa x mTa).

    Clima Tropical Alternadamente mido e Seco

    o tropical tpico com vero quente e mido e inverno ameno e seco.

    Clima Tropical Tendendo a Seco (pela irregularidade de ao de massas de ar, ou clima semi-rido)

    Encontrado no serto Nordestino, apresenta baixo ndice de chuvas, concentradas no vero (at 800 mm),quando a mEc atua na regio.

    Clima Subtropical mido

    Encontrado ao sul do Trpico de Capricrnio, apresenta vero quente, inverno frio para os padresbrasileiros, e chuvas bem distribudas por todos os meses do ano.

    Principais Observaes Meteorolgicas dos Municpios das Capitais1992

    Municpios dasCapitais

    Temperatura do ar (C)Umidade Relativa(%)

    Altura Total da PrecipitaoPluviomtrica (mm)

    MximaAbsoluta

    MnimaAbsoluta

    Porto Velho 34,8 15 84 2310,1

    Rio Branco 35,6 ** 85 1855

    Manaus 36,4 19,3 80 1965,7

    Boa Vista ** ** ** **

    Belm 33,8 20,2 87 2786

    Macap 34 21,2 86 2905,4

    So Lus 32,8 20,6 87 2786

    Terezina ** ** ** **

    Fortaleza 32,2 21 77 1075,8

    Natal ** ** ** **

    Joo Pessoa 31,2 20 75 1376,5

    Recife 32 18,2 79 2491,1

    Macei ** ** ** 1637,5

    Aracaju 32,6 18 75 1246,6

    Salvador 32,6 ** 81 1762,1

    Belo Horizonte 31,5 11,6 89 **

    Vitria 36,5 15,1 77 1212,3

    Rio de Janeiro ** ** ** **

    So Paulo 33 6,4 76 1925,8

    Curitiba 32,4 0,5 80 1238,1

    Florianpolis 34,8 1,5 80 1770,9

    Porto Alegre 38,2 0,6 72 1181

    Campo Grande 35,3 4,1 75 1553

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  • Cuiab 38,2 7 80 **

    Goinia 36,2 8,9 83 1534

    Leitura Complementar

    EFEITO ESTUFA

    Relatrio Aponta Solues para Efeito EstufaJos Reis (Especial para Folha)

    Muito alarido se tem feito ultimamente em torno do efeito estufa, ligando-o a calamidades atuais ouiminentes, como por exemplo grandes secas no hemisfrio norte. A verdade, porm, que esse efeito umprocesso natural em nosso planeta e sem ele no estaramos aqui.

    O efeito estufa nada mais que o resultado da irradiao de parte da radiao infravermelha pelatroposfera (a parte da atmosfera em contato com a superfcie terrestre) no sentido dessa superfcie, queassim se mantm aquecida. Dessa irradiao participam vrios gases, o mais importante dos quais odixido de carbono. Outros gases so o vapor dgua, o metano, o clorofluocarbono, o xido nitroso etc.

    No fosse tal efeito, nossa situao seria parecida com a da Lua, na qual a temperatura sobe a 100C nasuperfcie iluminada pelo Sol e vai a 150C negativos noite, com uma temperatura mdia de 18Cnegativos.

    Na terra, graas atmosfera que a envolve, a temperatura superficial mdia de 15C e a camada gasosa,em consequncia do equilbrio da radiao que entra e sai, mantm o planeta 33C mais quente do queseria sem ela.

    "No h dvida", salienta R. Kerr, "que a Terra se acha na iminncia de um aumento da temperatura globalsem precedentes na histria da civilizao humana e fato bem comprovado que tem havido umaquecimento secular que culminou na dcada de 80". Mas os cientistas tm se recusado a ligar essesextremos ao efeito estufa.

    Em compensao, reconhecem que preciso organizar um esforo internacional para prevenir asconsequncias do aumento do efeito estufa, que provavelmente se manifestaro nos tempos vindouros.

    Essa preocupao com as conseqncias do aumento do efeito estufa, aliadas a certos eventos como adestruio de parte da camada de oznio, justificou vrios encontros internacionais que resultaram naelaborao do chamado "Relatrio Bellagio" ("Science,", 241, 23). Este no incorpora nenhum dadoessencialmente novo, mas apresenta de maneira nova as projees do aquecimento do globo emdecorrncia do aumento do teor de dixido de carbono e outros gases. Sabe-se que em 1957 a concentraobsica do dixido de carbono na atmosfera era de 315 partes por milho (ppm) e hoje de 350 ppm (0,035por cento).

    Previses

    As conseqncias do contnuo aumento de temperatura se manifestariam no aquecimento e expanso dosoceanos, que avanariam pelas costas adentro, podendo elevar o nvel martimo de 30 cm nos meados doprximo sculo, atingindo at um metro e meio. Sofreria a agricultura, especialmente a das regiessemi-ridas, e sofreriam ainda mais os sistemas ecolgicos no administrados.

    Incerteza Cientfica

    Para enfrentar tal situao, que provavelmente sobrevir no futuro, o relatrio salienta duas respostas.

    Uma consiste na adaptao mudana do clima, por exemplo pela construo de muralhas contra ainvaso das guas, ou abandono das reas costeiras, medidas que em certas regies j comeam a sertomadas.

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  • Outra consiste na limitao das mudanas de clima pela reduo da emisso dos gases responsveis peloaumento do efeito estufa.

    Esta soluo ser inevitvel por ser proibitivo o custo da poltica de adaptao.

    Salienta o relatrio que no nos devemos deixar imobilizar pelo conhecimento de que se trata de eventosdistantes, ou esperar "at que a incerteza cientfica seja aceitavelmente pequena", protelando desse modoas aes acautelatrias. Este o grande aviso contido no relatrio, que ressalta que o tempo envolvido naefetivao das medidas grande. A inrcia trmica dos oceanos retarda de vrias dcadas o prprioaquecimento e as reaes da sociedade levam uns 30 a 50 anos para concretizar-se.

    Restries

    Como recomendaes prticas imediatas, o relatrio reclama rpida aprovao e implementao doprotocolo firmado em Montreal a respeito da proteo da camada de oznio. J lembramos no outro artigoque a restrio do uso dos clorofluocarbonados, segundo o protocolo, acarretaria baixa de 15 a 25% na taxade aquecimento.

    Alm de medidas imediatas, o relatrio enumera as de longo prazo, com aumento da eficincia doconsumo de energia, uso de energias alternativas como a solar e a nuclear, substituio do carvo pelo gsnatural e reflorestamento. Prope ainda um relatrio mais estudo cientifico sobre o efeito estufa econsiderao de direitos da atmosfera semelhante ao martimo, alm de convnios internacionais como odo oznio.

    Inverso Trmica

    "Embora as condies normais por vrias milhas (ou quilmetros) da atmosfera inferior mostrem umdecrscimo da temperatura com o aumento da altitude, freqentemente acontece que estas condies sevejam invertidas atravs de algumas camadas da atmosfera, de modo que as temperaturas temporria oulocalmente aumentem com a altitude. Esta condio, na qual o ar mais frio est mais perto da Terra e o armais quente est acima, chamada de "inverso "trmica".

    Uma das formas mais comuns de inverso de temperatura aquela que ocorre nas proximidades dasuperfcie da Terra e se forma como um resultado do resfriamento por irradiao do ar inferior junto superfcie subjacente. Desde que a superfcie terrestre um corpo radiante mais efetivo do que a prpriaatmosfera, o resfriamento noturno mais rpido no terreno do que na atmosfera. Como conseqncia, o armais frio pode ser encontrado prximo superfcie da Terra.

    As condies ideais para tais inverses trmicas superficiais so:

    a) noites longas como no inverno, de modo que haveria um perodo relativamente longo em que a sada deradiao terrestre superaria a entrada de radiao solar;

    b) um cu claro ou com nvens muito altas, de modo que a perda de calor pela radiao terrestre sejarpida e no retardada;

    c) ar relativamente seco, que absorve pouca radiao terrestre;

    d) ligeiro movimento de ar, de modo que haja pouca mistura do ar, e a camada superficial, comoconseqncia teria tempo, por conduo ou radiao, de tornar-se excessivamente fria;

    e) uma superfcie coberta de neve, que, devido reflexo da energia solar, aquece pouco durante o dia, e,sendo um pobre condutor de calor, retarda o fluxo ascendente de calor, do terreno para cima".

    (Glen Trewartha) Fonte: Folha de So Paulo.

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  • 5_1

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Vegetao e Domnios Naturais: 5_1-1

    VEGETAO E DOMNIOS NATURAIS

    1.Os domnios naturais do Brasil

    Este mapa uma grande sntese das condies fsicas do territrio brasileiro: nele podemos observar adistribuio dos domnios naturais, que contm informaes sobre o clima, a vegetao e o relevo; nosclimogramas, podemos observar o comportamento das temperaturas mdias e o total das chuvas nosprincipais domnios.

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    http://www.10emtudo.com.br/materias_indice.aspjavascript:Voltar(0);javascript:Voltar(435);javascript:Voltar(1052);

  • O domnio amaznico

    Nessa regio de clima equatorial dominada pela Floresta Amaznica, as mdias trmicas so elevadas e aschuvas abundantes (observe o climograma). Na maior parte deste domnio predominam terras baixas, deestrutura geolgica sedimentar e relevo plano.

    A floresta Amaznica apresenta rvores de grande porte euma enorme variedade de espcies animais e vegetais(biodiversidade). Cerca de 15% da rea original da florestaj foi desmatada.

    O domnio das caatingas

    A maior parte desse domnio uma depresso rea mais baixa que as terras ao redor localizada entreplanaltos e com presena de chapadas. O clima semi-rido, com chuvas escassas e mal distribudas aolongo do ano, o que provoca a existncia de rios temporrios, ou seja, que secam. A vegetao da caatingaapresenta plantas com espinhos e aparecem cactos, o que caracteriza uma formao xerfila (adaptada escassez de gua).

    A caatinga desenvolve-se no Serto nordestino. Cerca de 80% de suarea j foi devastada pela implantao de atividades agrcolas epecurias.

    O domnio dos cerrados

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    http://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/meioamb/ecossist/amazon/index.htmhttp://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/meioamb/ecossist/caatinga/index.htm

  • Neste domnio o clima tropical tpico (semi-mido), com vero quente e chuvoso e inverno com temperaturas amenas e baixo ndice pluviomtrico. O relevo predominantemente plano, com presena dechapadas. A vegetao dos cerrados constituda predominantemente por arbustos e vegetao herbcea(rasteira), sendo o ip a rvore mais famosa desta formao.

    No cerrado a estao seca dura cerca de seis meses e os solosso predominantemente cidos e ricos em alumnio. Nas reasde cultivo de gros (soja, arroz, milho, trigo) e algodo, a acidezdo solo corrigida com a calagem utilizao de calcrio.Cerca de metade do cerrado est ocupada por cultivo de cereaise pela criao de gado.

    O domnio dos mares de morros

    Neste domnio aparecem vrias serras e morros em forma de meia laranja, chamadas de mares demorros. onde encontramos a Mata Atlntica.

    A Mata Atlntica uma floresta densa, que possui uma enormebiodiversidade. Assim como a floresta Amaznica, tambm latifoliada,ou seja, apresenta folhas grandes que facilitam o processo de transpirao.Cerca de 95% da sua rea j foram desmatados.

    O domnio das araucrias

    uma regio de planaltos e serras com clima subtropical - chuvas bem distribudas durante o ano etemperaturas mdias de inverno mais baixas que no restante do pas. Na mata de araucrias se destacam ospinheiros (Araucaria angustifolia)

    Na mata de araucrias as rvores ficam mais distantes entresi, quando comparada s florestas tropicais. Cerca de 95% damata de Araucrias foi devastada pela extrao da madeirapara a construo de mveis, casas etc.

    O domnio dos campos naturais

    Neste domnio aparecem as coxilhas - colinas de ondulao suave, originariamente recobertas por camposnaturais.

    A campanha gacha tambm chamada de pradaria ou pampas. Cerca de 90% de sua rea esto ocupadaspela agricultura e pecuria.

    Para saber mais:

    Na pgina eletrnica do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renovveis(Ibama), voc encontrar informaes sobre a fauna e a flora brasileiras, alm de informaes sobreparques, reservas ecolgicas e outras Unidades de Conservao. http://www.ibama.gov.br/

    Na pgina do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) possvel acessar imagens de satlite comdados meteorolgicos e sobre desmatamento e muitas outras coisas interessantes.

    http://www.inpe.br/

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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    http://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/meioamb/ecossist/cerrado/index.htmhttp://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/meioamb/ecossist/atlantic/index.htmhttp://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/meioamb/biodiv/matatlan/mtarauc/index.htmhttp://www.ibama.gov.br/http://www.inpe.br/

  • Na pgina do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) possvel voc montar seus prpriosclimogramas com dados de todas as capitais brasileiras. http://www.inmet.gov.br/

    Na pgina do Ministrio do Meio Ambiente existem vrios dados e abordagens sobre os mais variadostemas ambientais. Visite-o: http://www.mma.gov.br/

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    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Populao > O Crescimento da Populao Brasileira: 6_1-1

    O CRESCIMENTO VEGETATIVO DA POPULAO BRASILEIRA

    O crescimento vegetativo de uma populao a diferena entre o total de nascimentos e o total de mortes.Observe, no grfico, o comportamento dessa taxa nas ltimas dcadas e sua projeo at o ano 2020:

    Brasil: crescimento vegetativo (1960-2020)

    Fonte: IBGE. Diretoria de Pesquisas, Departamento de Populao e Indicadores Sociais; Anurioestatstico do Brasil, 1997.

    Nota: Os ndices indicados em sua relao %o (por mil) podem ser expressos em % (por cento), caso sejamdivididos por dez. Exemplo: 30,0%o = 3,0%.

    J a taxa geomtrica de crescimento, ou simplesmente crescimento populacional, engloba o crescimentovegetativo e os movimentos migratrios. Portanto, mesmo regies que apresentam crescimento vegetativoelevado podem estar passando por processo de reduo de contingente, caso os fluxos migratrios estejamnegativos, ou seja, grande parte da populao esteja emigrando por qualquer motivo.

    Analise, agora, o grfico que mostra a expectativa de vida da populao brasileira:

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    http://www.inmet.gov.br/http://www.mma.gov.br/http://www.10emtudo.com.br/materias_indice.aspjavascript:Voltar(0);javascript:Voltar(435);javascript:Voltar(518);

  • Fonte: IBGE. Estatsticas histricas do Brasil; Anurio estatstico do Brasil, 1997; Brasil em nmeros,1998.

    Ao longo do sculo XX a reduo das taxas de natalidade e de mortalidade e o aumento da expectativa devida estiveram associados ao processo de urbanizao e aos avanos da medicina.

    Com o xodo rural e o conseqente aumento percentual da populao urbana em relao populao rural,h uma mudana no comportamento demogrfico da populao, com queda nos ndices de fertilidade(nmero de filhos por mulher) devido aos seguintes fatores: aumento do custo de criao, maior acesso amtodos anticoncepcionais, maior ndice de mulheres que trabalham fora de casa.

    Ainda, com a urbanizao, ocorre queda nas taxas de mortalidade e aumenta a expectativa de vida, umavez que aumenta o percentual de populao com acesso a saneamento bsico (gua tratada e coleta deesgoto) e servios de sade, alm de maior eficincia nos programas de vacinao.

    Tabela - Brasil: taxa de urbanizao por regies (%)

    Planejamento familiar

    Para que as mulheres tenham condies de optar conscientemente pelo nmero de filhos que desejam ter necessrio que tenham acesso, em primeiro lugar, a um sistema eficiente de educao e sade. medidaque aumenta o ndice de escolarizao da populao, mais mulheres passam a optar pelo mtodoanticoncepcional que seja mais indicado, por um mdico, para a sua circunstncia pessoal.

    Adolescentes de 15 a 17 anos que tiveram filhos 1995 (%)

    Fonte: IBGE/PNAD. Indicadores sobre crianas e adolescentes, 1997. p.84.

    A gravidez acidental na adolescncia compromete, na maioria dos casos, a formao educacional eprofissional das meninas. Muitas vezes fruto da desinformao e da dificuldade de acesso a mtodos

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  • anticoncepcionais.

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    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Populao > A Estrutura da Populao Brasileira: 7_1-1

    A ESTRUTURA DA POPULAO BRASILEIRA

    1. A Pirmide de Idades

    A pirmide de idades um grfico onde podemos obter dados sobre o nmero de habitantes de umacidade, um estado, um pas ou qualquer outra base de dados, e sua distribuio por faixa etria e sexo. Aoobserv-la podemos tirar algumas concluses sobre a taxa de natalidade e a expectativa de vida dapopulao:

    quanto maior a base, maior a taxa de natalidade e a participao dos jovens no conjunto total dapopulao

    quanto mais estreito o topo, menor a expectativa de vida e a participao de idosos no conjunto dapopulao.

    Observe a evoluo da pirmide brasileira nas ltimas dcadas: a reduo progressiva das taxas denatalidade provocam reduo da base enquanto que o aumento da expectativa de vida, um alargamento notopo e na parte central.

    CONTAGEM DA POPULAO - 1996

    A intensidade da prtica anticonceptiva no Pas, quer seja atravs de mtodos previsveis (como a plulaanticoncepcional) ou a esterilizao feminina, contribui para acelerar o ritmo de declnio da natalidade aolongo da dcada de 1980 (Grficos 4 e 5).

    Composio Etria segundo idades individuais 1980

    Fonte IBGE, Centro Demogrfico de 1980.

    Composio Etria segundo idades individuais, 1991

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • Fonte IBGE, Centro Demogrfico de 1991.

    Envelhecimento Populacional -

    um importante indicador que est relacionado estrutura etria de um povo e que relaciona a populaoidosa com o contigente de crianas. Trata-se de uma derivao do ndice de envelhecimento populacional,que se presta a significativos estudos comparativos.

    O entendimento desse ndice traduz-se da seguinte forma: quanto maior sua magnitude, mais elevada aproporo de idosos - no caso, a populao de menos de 15 anos de idade.

    O Brasil como um todo possui um ndice de 16,97%, que est em ascenso, visto ter sido de 13,90% em1991. Quando se estabelecem comparaes regionais, percebe-se inicialmente que o ndice est subindopraticamente em todas as regies, o que reflete a influncia da continuada queda da fecundidade e,simultaneamente, do aumento consistente da esperana mdia de vida.

    Proporo de populao de menos de 15 anos e de 65 anos e mais; e Relao Idoso/Criana,segundo as grande regies (1980 - 1996).

    Grandesregies

    Proporo da Populao (%) RelaoIdoso/Criana (%)

    Menos de 15 anos 65 anos e meio

    1980 1991 1996 1980 1991 1996 1980 1991 1996Brasil 66,23 57,43 50,18 6,95 7,98 8,52 10,49 13,90 16,97Norte 90,47 78,13 67,88 5,51 5,52 5,70 6,09 7,07 6,52

    Nordeste 83,29 70,95 60,30 8,34 9,11 8,34 10,02 12,04 15,40

    Sudeste 55,09 49,06 43,18 6,00 5,06 8,78 12,27 16,47 20,33

    Sul 60,57 50,98 45,51 5,41 7,88 8,68 10,58 15,57 19,08

    Centro-Oeste 71,04 57,41 49,85 4,51 5,31 6,84 6,26 9,26 11,71

    Fonte: IBGE, Censos Demogrficos de 1980 e 1991 e Contagem da Populao de 1996

    Os nveis mais elevados so encontrados nos estados pertencentes Regio Sudeste, destacando-se ocomportamento do Rio de Janeiro, com uma relao idoso/criana de 25,79%.

    As estimativas atualmente disponveis sugerem que esse ndice dever continuar crescendo no Brasil, apartir principalmente da proporo de populao jovem.

    Fonte IBGE, Censo demogrfico de 1980 e 1991 e Contagem da populao de 1996

    Extrado do CD-ROM: IBGE Contagem da Populao, 1996

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  • Populao Segundo Grupo de Idades - Brasil (1940-2010) - Distribuio Relativa (%)

    2. As atividades econmicas

    medida que a economia de um pas vai-se desenvolvendo, diminui a participao da agricultura eaumenta a participao da indstria e dos servios na composio do PIB. Observe os dados da tabela:

    Tabela de composio do PIB em alguns pases desenvolvidos, subdesenvolvidos e emergentes

    Pas PIB(bilhes de

    dlares)

    Agricultura(% do PIB)

    Indstria(% do PIB)

    Servios(% do PIB)

    Estados Unidos 7 834 2 27 71Japo 4 190 2 38 60Reino Unido 1 286 2 31 67Brasil 820 8 35 35Coria do Sul 442 6 43 51Mxico 403 5 26 69Bangladesh 41 24 27 49Paraguai 10 23 22 55Etipia 6 55 7 38

    Nicargua 2 34 22 44

    Fonte: Relatrio do Desenvolvimento Humano 1999, PNUD. Lisboa: Trinova, 1999.

    Observe, no grfico abaixo, que 24,5% da PEA * esto no setor primrio da economia, responsvel por 8%do PIB. Esses nmeros evidenciam a predominncia de utilizao de mo-de-obra desqualificada,apresentando baixa produtividade.

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • Fonte: IBGE, Brasil em nmeros, 1998

    * A PEA (Populao Economicamente Ativa) formada pelos trabalhadores empregados mais osdesempregados que esto em busca de nova ocupao.

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    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Populao > O ndice de Desenvolvimento Humano (IDH): 8_1-1

    O NDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO - IDH

    Desde 1990, os relatrios divulgados pela Organizao das Naes Unidas (ONU) nos permitem realizar algumascomparaes entre a qualidade de vida da populao dos diversos pases do planeta utilizando o ndice deDesenvolvimento Humano (IDH). Este ndice reflete as condies de trs variveis bsicas para uma boa qualidade devida: a expectativa de vida ao nascer, a escolaridade e o Produto Interno Bruto per capita. Veja o que significam essasvariveis:

    Expectativa de vida ao nascer se a populao apresenta uma expectativa de vida elevada, isto indica que ascondies de saneamento bsico, alimentao, assistncia mdico-hospitalar e moradia so boas, alm de haver oacesso a um meio ambiente saudvel.

    Escolaridade quanto maior o ndice de escolarizao da populao, melhor o nvel de desenvolvimento, exerccio da cidadania, produtividade do trabalho etc.

    Produto Interno Bruto per capita o Produto Interno Bruto (PIB) a soma de tudo o que foi produzido pelaeconomia de um pas no perodo de um ano. O PIB de um pas dividido por sua populao corresponde rendaper capita, que o valor que caberia, em mdia, a cada pessoa. No clculo do IDH, o PIB ajustado ao poder decompra da moeda nacional, porque os gastos com alimentao, sade e moradia variam muito de um pas paraoutro.

    Essas trs variveis so expressas em uma escala que varia de 0,0 a 1,0: quanto mais baixo o ndice, piores so ascondies de vida; quanto mais prximo de 1,0, mais elevada a qualidade de vida da populao em geral.

    Os pases so divididos em trs categorias:

    - baixo desenvolvimento humano: IDH menor que 0,500

    - mdio desenvolvimento humano: IDH entre 0,500 e 0,799

    - alto desenvolvimento humano: IDH de 0,800 ou mais.

    Observe o IDH de alguns pases.

    ndice de Desenvolvimento Humano - 1997Alto Desenvolvimento Humano Mdio Desenvolvimento Humano Baixo Desenvolvimento Humano

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  • 1 - Canad 2 - Noruega 3 - EUA 4 - Japo 5 - Blgica 10 - Reino Unido 19 - Itlia 30 - Coria do Sul 39 - Argentina 44 - Polnia

    0,9320,9270,9270,9240,9230,9180,9000,8520,8270,802

    48 - Venezuela 50 - Mxico 58 - Cuba 71 - Rssia 79 - Brasil 84 - Paraguai 91 - Ucrnia 98 - China 112 - Bolvia 132 - ndia

    0,7920,7860,7650,7470,7390,7300,7210,7010,6520,545

    142 - Sudo 146 - Nigria 150 - Bangladesh 158 - Uganda 160 - Angola 164 - Ruanda 167 - Eritria 169 - Moambique 172 - Etipia 174 - Serra Leoa

    0,4740,4560,4400,4040,3980,3790,3460,3410,2980,254

    Fonte: Relatrio do Desenvolvimento Humano, 1999, p. 134-7. PNUD [TP1][TP1]. Lisboa: Trinova, 1999 Observao: Em 1999, houve alterao do peso da renda no clculo do ndice. O Brasil, que era classificado como um pasde alto desenvolvimento humano, foi rebaixado para mdio. Como os dados da tabela abaixo so de 1996, h diferena naclassificao.

    Brasil: IDH 1970 Brasil: IDH 1991 Brasil: IDH 1996

    Brasil: Populao absoluta e IDH por estados

    Populao Absoluta Expectativa de vida(10 anos ou +) Analfabetismo (1995)PIB percapita(em dlar)

    IDH

    Brasil Rondnia Acre Amazonas Roraima Par Amap Tocantins Maranho Piau Cear R. G. Norte

    157.079.731.231.007483.7262.389.279247.1315.510.849379.4591.048.6425.222.5652.673.17636.809.7942.558.660

    67,667,067,067,666,367,567,867,263,664,465,165,2

    14,87,916,09,77,612,08,723,231,035,430,227,830,6

    6.4036.398741

    5.7186.2314.2685.3701.5752.1582.0042.6674.083

    0,8300,8200,7540,7750,8180,7030,7860,5870,5470,5340,5900,668

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  • Paraba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia M. Gerais Esp. Santo R. de Janeiro So Paulo Paran S. Catarina R. G. Sul M. G. Sul M. Grosso Gois Dist. Federal

    3.305.6167.399.1312.633.3391.624.17512.541.74516.673.0972.802.7073.406.37934.120.8869.003.8044.875.2449.637.6821.927.8342.235.8344.515.8681.821.946

    63,162,461,966,066,569,269,267,069,469,270,570,869,268,068,668,4

    28,534,725,326,912,712,86,36,910,26,77,111,913,813,76,0 6,0

    2.4383.2132.4965.1223.6775.9686.2516.4776.5116.4026.4056.4466.3935.0035.2386.580

    0,5570,6150,5380,7310,6550,8230,8360,8440,8680,8470,8630,8690,8480,7670,7860,869

    Fonte: IPEA, FJP, IBGE, PNUD. Desenvolvimento humano e condies de vida: Indicadores brasileiros, 1998.

    IBGE. Contagem da populao, 1996.

    Para saber mais:

    No site do Instituto de Pesquisas Econmicas Aplicadas (IPEA) est disponvel o relatrio: DesenvolvimentoHumano e Codies de Vida: Indicadores Brasileiros. Conecte-se: www.ipea.gov.br

    9_1

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Populao > Desemprego e Concentrao de Rendas: 9_1-1

    O DESEMPREGO E A CONCENTRAO DE RENDA

    1. A Distribuio de Renda

    Brasil: famlias, por classe de renda familiar per capita, em salrios mnimos 1998

    Fonte: IBGE: Sntese de indicadores sociais, 1999, p.145.

    Distribuio do rendimento dos 50% mais pobres e dos 1% mais ricos em relao ao total dos rendimentos 1998

    Fonte: IBGE: Sntese de indicadores sociais, 1999, p.104.

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • 50% mais pobres: 13,5%

    1% mais ricos: 13,8%

    Nos pases subdesenvolvidos, h uma grande concentrao da renda nacional, principalmente em funode trs fatores:

    1. a inflao nunca integralmente repassada aos salrios, o que aumenta o lucro dos empresrios ediminui o poder aquisitivo dos assalariados;

    2. a carga de impostos indiretos (ICMS, IPI, ISS e todos os outros tributos que esto embutidos nopreo das mercadorias e servios que consumimos) elevada; como o pobre e o rico pagam omesmo valor de impostos ao comprar uma mercadoria, essa forma de arrecadao pesa mais para apopulao de baixa renda;

    3. a precariedade dos servios pblicos diminui as possibilidades de a classe baixa ascenderprofissionalmente e melhorar seus rendimentos.

    Se as polticas pblicas de planejamento no considerarem como est distribuda a renda pela populao,suas estratgias de melhoria dos sistemas de educao e sade, das condies de habitao, transportes,abastecimento, lazer etc. estaro condenadas ao fracasso.

    Contagem da populao - 1996

    Taxas de escolarizao das pessoas de 4 a 25 anos de idade por sexo,

    Segundo grandes regies e grupos de idade - 1996

    Grande regiesegrupos de idade

    Taxa de escolarizao (%)

    Total Homens Mulheres

    Brasil 4 a 6 anos 55,4 54,6 56,3

    7 a 9 anos 91,4 90,07 92,1

    10 a 14 anos 89,5 88,9 90,1

    14 a 17 anos 66,8 65,5 68,0

    18 a 24 anos 25,8 24,7 26,8

    Extrado do CD-ROM: IBGE - Contagem da Populao, 1996

    Rendimentos (mdia real mensal em R$/set-97 das pessoas com mais de 10 anos de idade)

    Distribuio da renda

    Ganho dos 10%mais pobres da populaoGanho dos 10% maisricos da populao

    1990 32 2049

    1992 29 1716

    1993 28 1986

    1995 56 2474

    1996 61 2496

    1997 58 2463

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • Fonte: IBGE, PNDA (obs. no houve PNDA em 1991 e 1994

    O controle da inflao, a partir de 1994, com a implantao do Plano Real, promoveu ganhos expressivospara a populao de baixa renda.

    No endereo eletrnico do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica) voc encontra vriosdados estatsticos sobre os mais variados temas da geografia fsica, humana e econmica do Brasil.Visite-o:

    www.ibge.gov.br/ibgeteen/index.html

    10_1

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Produo e Consumo de Energia e Minerais Metlicos > A Extrao de Minerais no Brasil: 10_1-1

    A extrao de minerais no Brasil

    Valor da produo nacional dos principais minerais metlicos, no metlicos e energticos (1000 US$,1995)

    Minerais metlicos

    Minerais no metlicos

    Minerais energticos

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • Fonte: Anurio Estatstico do Brasil, 1997.

    A extrao de minerais metlicos no Brasil controlada pela Companhia Vale do Rio Doce, empresacriada em 1942 por Getlio Vargas e privatizada em 1998. Para explorar uma provncia mineral, asempresas dependem de uma autorizao especial, fornecida pelo Ministrio das Minas e Energia, que podesuspender a autorizao a qualquer momento, em nome dos interesses nacionais.

    As principais reas de extrao do Brasil so:

    Quadriltero Central ou Ferrfero (MG): localizado no centro-sul de Minas Gerais, responsvelpela maior produo brasileira de minrios de ferro e mangans. Tambm produz bauxita ecassiterita em menores quantidades.

    Projeto Carajs: a serra dos Carajs se localiza no sudeste do Par, onde foi encontrada, no final dadcada de 60, a maior provncia mineral do planeta, com enorme abundncia de ferro, mangans,bauxita, estanho, ouro, cobre e nquel.

    Projeto Trombetas (PA): localizado no Par, no vale do rio Trombetas, fornece bauxita a diversasempresas do Projeto dos Plos de Alumnio que se instalaram dentro do projeto Carajs.

    Macio do Urucum (MS): trata-se de uma provncia mineral localizada no meio do PantanalMato-grossense, beira do rio Paraguai, por onde escoada sua modesta produo de ferro emangans.

    Para saber mais sobre estes temas visite o site do Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio(http://www.mdic.gov.br/) e do Ministrio do Planejamento (http://www.planejamento.gov.br/)

    11_1

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Industrializao Brasileira > Histrico da Industrializao Brasileira: 11_1-1

    HISTRICO DA INDUSTRIALIZAO BRASILEIRA

    1. Concentrao Industrial

    Indstrias de base, bens de produo ou intermedirias

    Produzem matrias-primas secundrias como, por exemplo, alumnio, ao (siderurgia), cimento ederivados de petrleo (petroqumica).

    Indstrias de bens de capital

    Produzem mquinas, peas e equipamentos industriais.

    Indstrias de bens de consumoDurveis: automveis, eletrodomsticos, mveis etc.;

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • Semidurveis: calados, roupas, lpis etc. No-durveis: alimentos, bebidas, remdios etc.

    Distribuio regional da receita lquida de vendas das indstrias: Norte: 3%; Nordeste: 8%; Sudeste: 69%;Sul: 18%; Centro-Oeste: 2%

    Fonte: IBGE. Anurio estatstico do Brasil, 1997.

    O parque industrial brasileiro est amplamente concentrado nos estados do Centro-Sul e nas maioresregies metropolitanas. Porm, nas ltimas dcadas, vem passando por um processo de disperso espacial,que acontece medida que vai-se dispersando a infra-estrutura de transportes, energia e comunicaes e opoder pblico oferece benefcios fiscais para atrair investimentos. No interior das regies e dos estadosest ocorrendo o mesmo processo.

    2. Histrico

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • A economia brasileira s comeou a se estruturar em escala nacional a partir da segunda metade da dcadade 1930. At ento, a organizao espacial das atividades econmicas era dispersa, as economias regionais chamadas de arquiplagos econmicos regionais - se estruturavam de forma quase totalmenteautnoma.

    Com a crise do caf e o incio da industrializao, comandada pelo Sudeste, esse quadro mudou. GetlioVargas passou a promover a integrao dos arquiplagos regionais atravs da instalao de um sistemade transportes ligando os estados, o que aumentou o fluxo de mercadorias e pessoas entre os mesmos.

    A partir de ento, at a dcada de 1980, a concentrao espacial da indstria na regio Sudeste se explicapor trs fatores bsicos:

    Complementaridade industrial as indstrias de autopeas tendem a se localizar prximo sautomobilsticas; s petroqumicas, prximo s refinarias etc.;

    Concentrao de investimentos pblicos nos setores de energia e transportes por fim, maisbarato para o governo concentrar investimentos em determinada regio do que espalh-los peloterritrio nacional.

    Essa tendncia concentrao perdurou at o final da dcada de 70, quando comearam a surtir efeitos osinvestimentos do II PND e serem inauguradas as primeiras grandes usinas hidreltricas na regio Nordeste.

    12_1

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Urbanizao Brasileira > As Regies Metropolitanas: 12_1-1

    As regies metropolitanas

    A partir da segunda metade do sculo XX houve um processo de expanso das reas urbanas das grandes cidadesem direo periferia; vrios municpios tornaram-se um nico bloco.

    Essa situao caracteriza a conurbao, sistema no qual os problemas de infra-estrutura urbana (transportescoletivos, segurana, moradia, saneamento etc.) e integrao socioeconmica devem ser administradosconjuntamente. Exemplo: uma pessoa trabalha e estuda em um municpio diferente daquele em que mora (e peloqual paga IPTU).

    Esse processo, verificado em vrias regies do pas levou o Governo Federal a criar, em 1973, as regiesmetropolitanas: um conjunto de municpios contnuos e integrados scio-economicamente a uma cidadecentral, com servios pblicos e infra-estrutura comum. Cada metrpole administrada por um Conselho,nomeado pelo governador do estado onde se encontra.

    Confira, no quadro abaixo, as principais regies metropolitanas do pas

    Brasil Regies metropolitanas (1996)

    Populao residente Populao da cidade principal

    So Paulo 39 municpios 16.583.34 9.839.436

    Rio de Janeiro 19 municpios 10.192.097 5.551.538

    Belo Horizonte 24 municpios 3.803.249 2.091.448

    Porto Alegre 23 municpios 3.246.869 1.288.879

    Recife 14 municpios 3.087.967 1.346.045

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • Salvador 10 municpios 2.709.084 2.211.539

    Fortaleza 9 municpios 2.582.820 1.965.513

    Curitiba 24 municpios 2.425.361 1.476.253

    Belm 5 municpios 1.485.569 1.144.312

    Vitria 5 municpios 1.182.354 265.874

    Baixada Santista (SP) 9 municpios 1.309.263 412.243

    So Lus 4 municpios 940.711(*) 780.833

    Natal 6 municpios 21 656.037

    RIDE (21 municpios) ** 91 1.821.946

    Fonte: IBGE. Anurio Estatstico do Brasil ,1998; Contagem da Populao, 1996.(*) exceto a populao do municpio de Raposa(**) Regio Integrada de Desenvolvimento do Entorno (de Braslia)

    Quanto maior e mais diversificada a atividade econmica, cultural e poltica de uma cidade, maior a rea naqual se estende seu poder de polarizao. So Paulo e Rio de Janeiro so consideradas metrpoles nacionaisporque concentram quase o pas inteiro, uma vez que suas atividades econmicas so de maior porte e maisdiversificadas que as das demais capitais do pas. Curitiba, Belo Horizonte, Recife e outras capitais estendem suaszonas de influncias por reas territoriais menores e so consideradas metrpoles regionais.

    As metrpoles so os maiores centros de polarizao do territrio. Nessa hierarquia urbana h, ainda, as capitaisregionais, os centros regionais e as cidades locais; estas ltimas polarizam apenas suas respectivas zonas rurais.Essas cidades que se relacionam no territrio atravs de sistemas de transportes e de comunicaes formam a redeurbana.

    Nas regies onde as cidades esto dispersas pelo territrio, ou seja, onde a rede urbana desarticulada, os nveis depolarizao seguem uma hierarquia mais ou menos rgida. Por exemplo, se uma pessoa que mora em uma pequenacidade do interior do Nordeste quiser viajar ao exterior, qual dever ser o seu percurso? Na maioria das cidadespequenas s existem nibus que vo para os centros e capitais regionais. Exemplo: no h nibus direto deCarolina, pequena cidade do Maranho, para Salvador ou Recife (cidades que possuem aeroportos internacionais).O viajante teria que se deslocar para Imperatriz e de l para uma metrpole. Para dar continuidade aos estudos oucomprar livros de editoras especializadas, as pessoas que moram em cidades pequenas de regies onde a redeurbana esparsa tm de se deslocar de cidade em cidade. Nas regies em que a rede urbana densa e articulada,as cidades locais podem estar diretamente ligadas a uma metrpole nacional. Se a pessoa do primeiro exemploapresentado morasse numa pequena cidade do interior, no precisaria deslocar-se por tantas cidades para viajar oupara dar continuidade a seus estudos.

    Compare os dois grficos e veja como a rede formada pelas cidades diferente em cada caso:

    Ttulo: Relaes entre as cidades em uma rede urbana Esquema clssico

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • Relaes entre as cidades em uma rede urbana Esquema atual

    Legenda:

    A modernizao dos sistemas de transportes e comunicaes integra as cidades de diferentes portes que formam arede urbana.

    Dentro do que legalmente considerado permetro urbano, o governo municipal arrecada o Imposto Predial eTerritorial Urbano (IPTU); fora desses limites, na zona rural, arrecadado o Imposto Territorial Rural (ITR).Como o IPTU vai direto para os cofres da prefeitura e mais caro que as outras taxas cobradas, alguns prefeitosestendem o permetro urbano para as reas rurais do municpio.

    Para ter acesso a informaes sobre os municpios da Regio do Entorno do Distrito Federal acesse:

    www.gdf.gov.br/entorno

    No captulo que trata da populao brasileira, vimos que o crescimento populacional est associado a dois fatores:o crescimento vegetativo e a migrao. Entre as dcadas de 1930 e 1970, as capitais industriais do Sudeste (SoPaulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte), cidades que mais cresciam no pas, foram os grandes plos de atrao demigrantes. A diferena entre o crescimento dessas cidades e as de porte mdio era enorme. Um dos resultadosdessa dinmica o fato de a regio metropolitana de So Paulo, ainda hoje, abrigar quase 40% da populao detodo o estado e cerca de 10% da populao do pas.

    A partir da dcada de 1980, em conseqncia do processo de disperso das atividades econmicas por novas reasdo territrio nacional, muitas capitais passaram a apresentar um ritmo de crescimento inferior ao verificado nasmdias cidades. Observe a tabela abaixo:

    POPULAO RESIDENTE E TAXA DECRESCIMENTO, SEGUNDO OS MUNICPIOS

    Municpiosdas capitais (1970/1996)

    Populao residente Taxa de crescimento (%)

    1970 1996 1970/80 1991/96

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    http://www.gdf.gov.br/entorno

  • Porto Velho 84.048 294.334 4,77 0,48

    Manaus 311.622 1.157.357 7,35 2,78

    Belm 633.374 1.144.312 3,95 1,15

    Fortaleza 857.980 1.965.513 4,30 2,17

    Recife 1.060.701 1.346.045 1,24 0,74

    Salvador 1.007.195 2.211.539 4,08 1,30

    Belo Horizonte 1.235.030 2.091.448 3,73 0,71

    Rio de Janeiro 4.251.918 5.551.538 1,82 0,26

    So Paulo 5.924.615 9.839.436 3,67 0,40

    Curitiba 609.026 1.476.253 5,34 2,38

    Porto Alegre 885.545 1.288.879 2,43 0,58

    Campo Grande 140.233 600.069 7,60 2,71

    Goinia 380.773 1.004.098 6,54 1,75

    Braslia 537.492 1.821.946 8,15 2,66

    Fonte: IBGE. Contagem da populao, 1996

    Considerando que no perodo de 1970 a 1980, a taxa mdia de crescimento da populao brasileira foi de 2,49%ao ano e, entre 1991 e 1996, essa taxa passou para 1,38%, podemos verificar grandes mudanas de fluxosmigratrios nesses perodos.

    A malha ou mancha urbana

    Vimos que o sistema de cidades e sua organizao no territrio constituem a rede urbana. J a malha ou manchaurbana a organizao interna de suas ruas, casas, comrcio, equipamentos de lazer e tudo que estrutura suadinmica interna.

    As malhas urbanas se organizam de formas muito variadas. Algumas se estruturam espontaneamente, outras soplanejadas. Muitas vezes essa diferenciao acontece no interior das grandes cidades, onde comum o surgimentoespontneo de bairros pobres e carentes de infra-estrutura. Alm disso, nesses grandes centros h o aparecimentode bairros de classe mdia ou alta que foram planejados, onde os equipamentos urbanos chegaram antes daspessoas.

    Para aprender mais:

    www.resol.com.br/Cartilha/Cartilha.htm

    Neste endereo eletrnico h explicaes sobre limpeza urbana, produo e destino final do lixo, formas decoleta, transporte e tratamento, alm de uma cartilha sobre limpeza urbana.

    www.atibaia.com.br/sucata/importan.htm

    Aqui voc encontrar dados interessantes sobre reciclagem de materiais e o que poder fazer para colaborar eparticipar com alguns grupos.

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • 13_1

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Agropecuria > A Produo Agropecuria: 13_1-1

    A PRODUO AGROPECURIA

    1. Introduo

    A agricultura e a pecuria so classificadas como intensivas ou extensivas, em funo do grau decapitalizao e do ndice de produtividade que alcanam. Essa classificao no relacionada ao tamanhoda rea de cultivo ou de criao.

    Nas propriedades onde a produtividade elevada e os investimentos realizados permitem que se produzaindefinidamente na mesma rea, a agricultura intensiva. Nas propriedades nas quais so aplicadastcnicas rudimentares e so apresentados baixos ndices de explorao da terra, alm de uma baixaprodutividade, a agricultura extensiva praticada.

    importante notar que essas definies no esto associadas ao tamanho da propriedade. Uma pequenapropriedade, com utilizao de mo-de-obra familiar, pode apresentar elevados ndices de produtividade.Uma grande latifndio pode ter baixos ndices de produtividade.

    Na pecuria, esses conceitos esto associados ao nmero de rezes por hectare. A pecuria consideradaintensiva se houver mais de uma cabea de gado solta por hectare, os animais forem vacinados e receberemrao.

    2.Produo Agrcola e Pecuria

    Extrados do CD-ROM: IBGE Censo agropecurio 1995-96

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  • Grandes Regies eUnidades Federais

    Valor da Produo (1.000 R$)Total Animal Vegetal

    Brasil 47.788.244 18.829.581 28.958.663Norte 2.321.939 1.011.219 1.310.720Rondnia 334.211 180.279 153.932Acre 107.199 40.188 67.011Amazonas 366.495 53.458 313.037Roraima 62.085 28.250 33.835Par 1.026.712 437.215 589.497Amap 68.871 9.914 58.957Tocantins 356.366 261.915 94.451Nordeste 7.043.799 2.723.495 4.320.304Maranho 698.162 287.659 410.503Piau 342.260 168.242 174.018Cear 919.170 448.058 471.112

    Rio Grande do Norte 355.930 145.940 209.990

    Paraba 468.348 193.092 275.256Pernambuco 1.229.492 516.567 712.925Alagoas 654.670 135.010 519.660Sergipe 273.526 124.300 149.226Bahia 2.102.241 704.627 1.397.614Sudeste 16.534.398 5.713.984 10.820.414

    Minas Gerais 6.409.087 2.793.248 3.615.839

    Esprito Santo 1.082.501 223.081 859.420Rio de Janeiro 620.441 284.960 335.481So Paulo 8.412.369 2.402 6.009.674Sul 15.003.252 5.823.332 9.179.920Paran 5.562.875 1.838.207 3.724.668Santa Catarina 3.270.470 1.669.333 1.601.137Rio Grande do Sul 6.169.907 2.315.792 3.854.115Centro-Oeste 6.884.856 3.557.551 3.327.305Mato Grosso do Sul 2.181.819 1.462.458 719.361Mato Grosso 1.984.847 697.694 1.287.153Gois 2.582.846 1.334.232 1.248.614Distrito Federal 135.344 63.167 72.177

    Dados extrados do CD-ROM: IBGE Censo agropecurio 1995-96

    medida que o processo de industrializao avanou, principalmente a partir da dcada de 1970, diminuia participao da agricultura na pauta de exportaes. Ainda assim, atualmente, mais de 25% dasexportaes brasileiras dependem da agropecuria. No cenrio internacional, o Brasil um grandeexportador de caf, suco de laranja, gro, farelo e leo de soja, acar, fumo, cigarro, papel, celulose, carnebovina, carne suna e carne de aves.

    Na pauta de importaes de produtos agrcolas verifica-se grande diversificao nos produtos, com o trigocomo destaque (pes, massas e bolachas).

    3. Principais produtos da agricultura brasileira.

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  • Milho em gro

    Principais estados produtores (1a. safra; Brasil, 100% = 30.554.327 t)

    Paran: 22%Rio Grande do Sul: 18%So Paulo: 10%Minas Gerais: 15%Santa Catarina: 14%

    Soja

    Principais estados produtores (em gro; Brasil 100% = 26.430.782 t)

    Paran: 23%Mato Grosso: 23%Rio Grande do Sul: 21%Gois: 11%Mato Grosso do Sul: 7%

    Feijo

    Principais estados produtores (em gro, 1a. safra; Brasil 100% = 998.735 t)

    Paran: 38%Minas Gerais: 13%Santa Catarina: 12%Rio Grande do Sul: 10%So Paulo: 9%

    Arroz

    Principais estados produtores (em casca; Brasil 100% = 7.729.920 t)

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  • RioGrande doSul: 46%MatoGrosso:10%Maranho:5%Tocantins:4%SantaCatarina:8%

    Cana-de-acar

    Principais estados produtores (Brasil 100% = 338.668.793 t)

    So Paulo:59%Alagoas: 9%Paran: 8%MinasGerais: 5%Pernambuco:4%

    Caf

    Principais estados produtores (em coco; Brasil 100%= 3.111.943 t)

    Minas Gerais: 51%Esprito Santo: 19%So Paulo: 14%Paran: 7%Rondnia: 4%

    Mandioca

    Principais estados produtores (Brasil 100% = 20.508.082 t)

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  • Par: 18%Paran: 17%Bahia: 15%Rio Grande do Sul: 7%Minas Gerais: 4%

    Trigo

    Principais estados produtores (em gro; Brasil 100% = 2.703.106 t )

    Paran: 67%Rio Grande do Sul:26%Mato Grosso do Sul:2%Santa Catarina: 2%MG/GO/SP: 2%

    Algodo herbceo

    Principais estados produtores (em caroo; Brasil 100% = 1.223.203 t)

    Mato Grosso: 23%Gois: 22%Paran: 15%Minas Gerais: 10%Mato Grosso do Sul: 8%

    Laranja

    Principais estados produtores ( Brasil 100% = 114.360.254 mil frutos)

    So Paulo: 83%Sergipe 4%Bahia: 4%Minas Gerais: 2%Rio Grande do Sul 2%

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  • Batata-inglesa

    Principais estados produtores (1a. safra; Brasil 100% = 1.501.142 t)

    Minas Gerais: 36%Paran: 22%Rio Grande do Sul: 21%So Paulo: 15%Santa Catarina: 6%

    Fonte: IBGE. Levantamento Sistemtico da Produo Agrcola (LSPA), 08/1998

    Para obter mais informaes sobre o tema, consulte:

    www.embrapa.br - No endereo eletrnico da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuria)voc encontrar vrios dados e anlises dos mais variados temas ligados agropecuria - eroso, irrigao,alimentos transgnicos etc.

    www.agricultura.gov.br (Ministrio da Agricultura) este site contm dados estatsticos, relatrios,anlises por setores etc.

    14_1

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Agropecuria > Estrutura Fundiria, Relaes de Trabalho e Reforma Agrria: 14_1-1

    Estrutura fundiria, relaes de trabalho e reforma agrria

    No Brasil, a produo agrcola e pecuria responsvel por cerca de 12% do PIB. O agribusiness responsvel por 35% do PIB da nao. Essa importante cadeia produtiva abrange diversas reas como:produo e distribuio de insumos; produo de todos os alimentos e matrias-primas industriais;produo agrcola de energia; desenvolvimento de novas tecnologias; armazenamento, transporte,processamento e distribuio de produtos agrcolas e seus derivados.

    Grupos de reasTotal (Ha)

    Proporo do nmero deestabelecimentos em31.12 (%)

    Proporo da rea dosestabelecimentos em 31.12(%)

    1970 1995 1970 1995 Menos de 10 51,4 49,7 3,1 2,3 10 a menos de100 39,4 39,6 20,4 17,7

    100 a menos de1000 8,5 9,7 37,0 34,9

    1000 a menos de10000 0,7 1,0 27,2 30,6

    10000 a mais 0,0 0,0 12,3 14,5 Total 100,0 100,0 100,0 100,0

    Fonte: IBGE. Censo agropecurio 1995-1996. p. 39.

    Em 1995, 49,7% dos proprietrios rurais tinha menos de 10 hectares (1 ha = 10 000 m) e ocupava apenas2,3% da rea agrcola do pas.

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  • No mesmo ano, os proprietrios com mais de 1.000 hectares correspondiam a 1% do total dos mesmos,ocupando 45,1% da rea dos estabelecimentos agrcolas do territrio nacional.

    Participao nos financiamentos obtidos em 1995 segundo os grupos de rea total (em ha)

    Menos de 10: 3,5%

    10 a menos de 100: 26,6%

    100 a menos de 1.000: 38,3%

    1.000 a menos de 10.000: 26%

    10.000 e mais: 5,5%

    Sem declarao: 0,1%

    Fonte: IBGE. Censo agropecurio 1995-1996.

    Trabalho Agrcola

    PessoalOcupado

    Total (%)

    1985 1995

    Responsvel 75,16 75,63

    Permanente 9,33 10,33Temporrio 12,03 10,35Parceiro 2,07 1,65Outro 1,41 2,03Residente 78,43 76,65

    Entre 1985 e 1995 o nmero de trabalhadores agrcolas no pas caiu de 23,3 para 17,9 milhes de pessoas,representando uma reduo de 23%. Desse total, 81% esta concentrado em pequenas e mdiaspropriedades, de rea inferior a 100 hectares, onde predomina a mo-de-obra familiar.

    Ainda em 1995, 10,33% dos trabalhadores agrcolas eram assalariados permanentes e 10,35% erambias-frias (trabalhadores temporrios).

    Os parceiros so pessoas que produzem na terra de terceiros e pagam sua utilizao com parte da produoobtida; por exemplo, o meeiro paga metade de sua produo ao dono da terra, o terceiro um tero, ouqualquer outro percentual combinado pelas partes.

    Posseiros so invasores de terra que praticam agricultura de subsistncia; grileiros so invasores depropriedades que falsificam, em cartrio, o ttulo da rea invadida.

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  • Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Questes Ambientais > As Agresses aos Ecossistemas: 15_1-1

    AS AGRESSES AOS ECOSSISTEMAS

    1. O MEIO AMBIENTE

    A acelerao das transformaes tcnico-cientficas iniciadas na revoluo industrial intensificada nestesculo, trazendo desequilbrios ecolgicos ameaadores para a sustentao da vida em nosso planeta. Apoluio sonora, visual, do ar, da gua e a explorao dos recursos naturais sem preocupao com suaconservao, a eroso do solo e o assoreamento nos rios, lagos e mares, so a manifestao dos limitesatingidos pela humanidade. H a necessidade urgente de associar o discurso ambiental ao discursoscio-cultural na busca de um equilbrio entre o homem e a natureza.

    Durante a Conferncia Mundial sobre Meio Ambiente (ECO 92), sediada no Rio de Janeiro, houve umembate ideolgico entre o mundo desenvolvido e o mundo subdesenvolvido. Ainda assim, ambosconcordavam que era invivel preservar a natureza em um espao que serve de morada para umapopulao miservel. H reas assim na Amrica Latina, na frica, no continente asitico e nos pasesricos. quase impossvel fazer com que algum preocupado com sua prxima refeio tome cuidado comqueimadas nas lavouras e com desmatamentos nas florestas.

    impossvel dissociar a preservao ambiental da pssima qualidade de vida de milhares de sereshumanos.

    2. TPICOS - QUESTO AMBIENTAL

    I) DESMATAMENTO

    As principais conseqncias da retirada da cobertura vegetal de uma rea so:

    a) aumento da temperatura: os raios solares incidem diretamente sobre o solo aumentando a capacidade deabsoro de energia do mesmo; este irradia calor para a atmosfera.

    b) diminuio do ndice pluviomtrico: menor infiltrao de gua no solo e suspenso daevapotranspirao praticada pelos vegetais.

    c) eroso do solo exposto s intempries, causando assoreamento de rios e represas, prejudicando aagricultura e agravando as enchentes.

    d) extino das nascentes decorrente da descida do nvel hidrosttico ou lenol fretico. O abastecimentode gua nas cidades fica comprometido.

    e) comprometimento do equilbrio atmosfrico entre gs carbnico e oxignio.

    f) destruio da biodiversidade.

    g) extino das atividades extrativas vegetais.

    h) agresses aos povos indgenas e populaes ribeirinhas.

    i) desertificao.

    j) proliferao de pragas e doenas.

    II) EMISSO DE GASES NA ATMOSFERA

    Principais conseqncias:

    a) aumento global da temperatura devido ao efeito estufa.

    b) estado de alerta em casos de inverso trmica.

    Matrias > Geografia > Geografia do Brasil > Geografia Fsica > Relevo Continental e Submarino

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  • c) comprometimento da vida humana e animal.

    d) buraco na camada de oznio (CFC).

    e) chuva cida.

    III) METROPOLIZAO

    a) ocupao dos mananciais de gua.

    b) destino do lixo domiciliar, industrial e hospitalar.

    c) ilhas de calor.

    d) poluio sonora, visual e atmosfrica agravada pelo trfego de veculos.

    IV) MINERAO E GARIMPO

    a) contaminao de rios e mananciais por mercrio.

    b) invaso de reservas ecolgicas.

    c) bombardeamento de barrancos e assoreamento de rios.

    d) desmatamento.

    e) concentrao humana em reas sem infra-estrutura.

    Para saber mais, visite os endereos eletrnicos abaixo:

    www.embrapa.gov.br

    www.greenpeace.org.br

    www.ibama.gov.br

    16_5

    Matrias > Geografia > Geografia Geral > Geologia: A Estrutura Geolgica do Planeta Terra: 16_1-5

    A ESTRUTURA GEOLGICA DO PLANETA TERRA

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  • O desenho mostra o Universo no primeiro segundo de sua origem

    O nosso planeta, situado na galxia Via Lctea, um dos inmeros produtos da formao do Universo, iniciadapela grande exploso inicial (o Big Bang), cujas partculas ou fascas resultantes originaram a matriacsmica e os sistemas estelares, dentre eles, o Sistema Solar.

    O Sistema Solar

    Quando de seu nascimento, a Terra era uma bola incandescente que, ao resfriar-se ficou dura por fora e a quens habitamos: na crosta terrestre. As etapas da formao do nosso planeta foram:

    fase 1 h aproximadamente 4,5 bilhes de anos, uma espessa nuvem de poeira e gs formou o Sol. Partes dessanuvem criaram partculas de rocha e gelo que, depois, unidas deram origem aos planetas;

    fase 2 as rochas que compunham a Terra, no seu incio, apresentavam altos ndices de radioatividade, o que

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  • provocou seu derretimento. Nesse perodo, os elementos qumicos nquel e ferro se fundiram, criando o ncleodo planeta, cuja temperatura mdia de 4.000 C. Os materiais que formam o interior da Terra apresentam-se emestados que variam do gasoso e lquido ao pastoso e slido, sendo chamados de magma ou magma pastoso;

    fase 3 cerca de 4 bilhes de anos atrs, teve incio a formao da crosta terrestre que, originalmente, eracomposta de pequenas plaquetas slidas flutuando na rocha fundida. Nesse perodo, formava -se o manto,camada situada a 2.900 km abaixo da superfcie e constituda de rochas deformveis, pois menos rgidas. Nomanto, predominam ferro e magnsio, materiais de constituio pesada, e a as temperaturas podem variar entre200 a 3.000 C;

    fase 4 com o tempo, a crosta terrestre se tornou, crescentemente, mais espessa e os vulces entraram emerupo, emitindo gases que geraram a atmosfera. Simultaneamente, o vapor de gua se condensou, formando osoceanos;

    fase 5 h cerca de 3,5 bilhes de anos, a crosta terrestre estava basicamente formada, porm a configuraodos continentes era bem diferente da atual;

    fase 6 atualmente