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Edição 42-março 2011

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E 2011? Informações e tendências de mercado para esta época de incerteza, uma caixa-de-ferramentas para tornar a crise numa oportunidade

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    E 2011?

    RmRevismarket

    REVISMARKETO mercado Electro em revista

    Informaes e tendncias de mercado para esta poca de incerteza, uma caixa-de-ferramentas

    para tornar a crise numa oportunidade

    www.rmelectro.com www.rmdeco.comLeia

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    Cidadela Electrnica, uma empresa humanizada

    Media Markt, planos e estratgia para 2011

  • E 2011?

    REVISMARKET

    www.rmelectro.com www.rmdeco.com

    Media Markt, planos e estratgia para 2011

  • Rm-Revismarket - Janeiro/Fevereiro/Maro 2011 3

    [ Editorial ][ Ficha Tcnica ]

    N. 42 Janeiro/Fevereiro/Maro 2011

    www.rmelectro.comwww.rmdeco.com

    Propriedade:Revismarket - Edio de Publicaes, Lda.Rua Peixinho Jnior, N. 2, 1. E2770-135 Pao de ArcosTel.: +351 214 413 277Fax: +351 214 413 478

    Editor:Jorge [email protected]

    Direco:Cidlia [email protected]

    Redaco:Carina [email protected]

    rea Comercial:[email protected]@revismarket.com

    Paginao:[email protected]

    Impresso:MulembeiraRua Vasco da Gama, n. 362685-244 Portela de Loures

    Distribuio gratuita e por assinatura

    Tiragem: 3.000 exemplares

    Depsito Legal n. 236.204/05

    Publicao registada no Instituto da Comunicao

    Social com o n. 124843

    Interdita a reproduo total ou parcial de textos, fotografias e ilustraes, salvo autorizao expressa e por escrito.

    Os artigos assinados apenas veiculam a posio dos seus autores.

    A Rm-Revismarket afirma a sua independncia em relao a todos os poderes, inclusive, as entidades que a patrocinam e apoiam, sendo apenas respons-vel perante os seus leitores.

    A Rm-Revismarket no se responsabiliza por erros de texto ou imagem fornecidos para publicao aps a aprovao e reviso de provas.

    T

    Cidlia RibeiroDirectora

    al como fao todos os incios de ano, c estou eu a comunicar os objectivos da Rm-Revismarket para 2011, para que leitores e parceiros saibam exactamente o que esperar da nossa organizao. Mesmo num ano que se vislumbra con-turbado, fazemos questo de comunicar, preto no branco, a nossa estratgia,

    respondendo confiana que o mercado sempre depositou no nosso projecto.

    Acredito que esta confiana e credibilidade no aconteceu por acaso; foi sim devido a muito trabalho e a uma constante aposta na qualidade e utilidade dos nossos con-tedos, que vo muito alm da publicao de simples notcias e que requerem um permanente investimento numa informao atempada e til aos leitores. Foram estas premissas que possibilitaram que nos mantivssemos no mercado sem falhar um ni-co nmero, mesmo em alturas mais complicadas. Assim, e contrariando o velho ditado que diz que equipa vencedora no se muda, deci-dimos fazer algumas alteraes. A primeira passa por uma ligeira alterao de conceito pois, at agora, a nossa estrat-gia assentava nica e exclusivamente nos apoios dos nossos parceiros anunciantes e esta uma premissa que se tornou obsoleta na conjuntura actual. A seu tempo, vamos diferenciar e segmentar contedos, cobrando alguns deles, de acordo com os vrios interesses de cada leitor. Realo, no entanto, que os servios base de informao se iro manter gratuitos e disponveis online.A revista impressa tambm continuar gratuita para os profissionais da distribuio e para as empresas anunciantes da Rm. No entanto, para as empresas que no so parceiras ou anunciantes e outros profissionais, o envio da revista obrigar a uma assinatura anual. Ainda na revista impressa e, seguindo a evoluo natural dos hbitos de leitura, vamos espaar a periodicidade passando-a a trimestral. Esta deciso foi alicerada pelo cons-tante aumento do interesse pela Internet, tendo as leituras em detalhes nas nossas newsletters ultrapassado os 68%.

    Aproveito tambm este incio de ano para um desabafo pessoal porque, apesar de ser uma apaixonada pela minha actividade, estou cansada de gerir vaidades e exigncias absurdas de quem confunde negcio com servio pblico. Para que fique claro, a Rm-Revismarket um negcio, por isso publica informaes nas quais tem interesse e que considera importantes para os leitores. No somos um servio pblico e no temos qualquer obrigao de trabalhar sobre assuntos nos quais no vemos interesse.A nossa misso passa nica e exclusivamente por manter-nos fiis aos nossos leitores, de forma a que os nossos parceiros continuem a ter resultados ao investir nos nossos meios. Apesar da amizade que temos com muitos dos intervenientes do mercado, con-tinuaremos a publicar apenas trabalhos que se enquadrem na nossa misso editorial e empresarial, mesmo que alguns egos fiquem aborrecidos. Se pudermos ajudar, f-lo-emos certamente, sempre com vista a dar contedos que consideramos importantes e interessantes para a nossa actividade e leitores.

    Aproveito para desejar excelentes negcios para 2011 porque, apesar de conturbado, acredito que este ano nos reserva grandes surpresas a todos.

    2011, para um ano diferente... uma estratgia diferente

  • Rm-Revismarket - Janeiro/Fevereiro/Maro 20114

    [ ndice ]

    Tema de capaE 2011? 6

    Samsung refora enfoque nas tecnologias verdes

    Moulinex quer liderar mercado nacional de preparao alimentar

    1, 2, 3 partida! Comeou a corrida para a proximidade

    Mercado

    Notcias 26

    Aberturas 28

    Relatrios & contas 30

    Quem so 32

    10 grandes vendedores

    de todos os tempos 34

    Tristar aposta em nova rea

    de negcio e consolida estratgia

    de proximidade aos clientes 36

    Media Markt aposta

    na expanso em Portugal 37

    Samsung refora enfoque

    nas tecnologias verdes 38

    Moulinex quer liderar

    mercado nacional

    de preparao alimentar 40

    Bosch e Siemens lanam

    novos produtos sob o signo

    da eficincia 42

    1, 2, 3, partida! Comeou

    a corrida para a proximidade 44

    Cidadela Electrnica Braga,

    um negcio humanizado 48

    Momentos electro 52

    Tempo de pausa 56

  • 6[ Tema de Capa ] [ Mercado Quem so ]

    Rm-Revismarket - Janeiro/Fevereiro/Maro 2011

    uando em 2010 publicvamos, na primeira revista do ano, o artigo de destaque sobre as perspectivas dos profissionais do sector para

    o ano que se comeava a desenrolar, eram muitos os que, num tom marcadamente de cautela, destacavam que a economia parecia comear a dar os seus primeiros indicadores positivos, avanando uma possvel recupera-o para o final do ano. 2010 era definido, por estes profissionais, como difcil e in-certo, mas que lanaria as bases do futuro. A seleco natural do mercado parecia ter atingindo o seu auge em 2009, culminando em 2010, para apenas restarem as empresas mais fortes, geis e versteis. Estaria assim cumprido o papel do chamado ano zero.Volvidos mais de 12 meses desde que pu-blicmos essa anlise, o que mudou ento? Avaliando pelas respostas dos profissionais

    inquiridos pela Revismarket, parece que no mudou nada. Ou melhor, mantm-se as mes-mas preocupaes, prioridades e receios identificados h um ano atrs, talvez ainda mais cristalizados por uma incerteza que se adensou e que trava estes profissionais a se aventurarem a lanar quaisquer previses de longo prazo. Para j, estes gestores traam o cenrio

    de um incio do ano atpico, com os canais tradicionais (pequeno e grande retalho) em baixa. A juntar real perda do poder de compra, Janeiro ficou afectado pela ante-cipao de compras efectuadas em Dezem-bro com vista a evitar o aumento do IVA. Em Janeiro os negcios foram inferiores aos dos anos anteriores, notando-se uma preocupao no consumidor se deve ou

    Esto preocupados com a conjuntura poltica e econmica do pas e a sua influncia no sentimento de insegurana dos consumidores. A perda do poder de compra, o desemprego e a diminuio do con-sumo esto no centro das suas inquietaes. Querem continuar a disponibilizar aos seus clientes os

    melhores produtos e servios, ao melhor preo do mercado, mas temem o impacto da actual conjuntura na sua capacidade de continuar a servir bem o consumidor e de manterem os postos de trabalho e o bom funcionamento das suas empresas. As margens esto cada vez mais esmagadas, os prazos de pagamento so cada vez menos cumpridos, o crdito cada vez mais uma miragem, prejudicando a

    sade financeira das organizaes. Algum destes factores novidade? Nem por isso, j se enumeravam em 2010, mas assumem agora uma importncia cristalizada, porque o clima de ainda maior incerteza, dado que os cenrios de uma esperada retoma para o final do ano passado no se chegaram a concre-tizar. O que podem estes empresrios fazer, ento? Para j dizem apostar numa estratgia de inovao,

    que lhes permita reforar os seus elos de ligao com os seus clientes, transformando a tal da crise num catalisador da competitividade das suas empresas.

    Q

    E 2011?

    Estes gestores traam o cenrio de um incio do ano atpico, com os canais tradicionais (pequeno e grande retalho) em baixa. A juntar real perda do poder de compra, Janeiro ficou afectado pela antecipao de compras efectuadas em Dezembro com vista a evitar o aumento do IVA. Em Janeiro os negcios foram inferiores aos dos anos anteriores, notando-se uma preocupa-o no consumidor se deve ou no comprar, mesmo quando entra na loja para esse efeito

  • Rm-Revismarket - Janeiro/Fevereiro/Maro 2011 7

    [ Mercado Quem so ]

    no comprar, mesmo quando entra na loja para esse efeito, detalha Antnio Alves, scio-gerente da Telereparadora. Clientes nossos, que so retalhistas, esto a quei-xar-se de reduo do trfego das lojas, confirma Jorge Custdi