Ectoplasma Paulo Roberto Brero de Campos Sociedade Brasileira de Estudos Esp­ritas - SBEE

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  • O ectoplasma vem do Endoplasma. uma substncia que todos possuem. Na realidade o que se faz um nvel endoplastico. Quando o Endoplasma se expande dentro do organismo humano atravs dos plexos, particularmente do cerebral e do solar, ele sai do organismo do mdium. Do Endoplasma passa para o Ectoplasma.
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  • O endoplasma eliminado por via sistmica, no se elimina por uma s via, mas sim por todo o organismo do mdium. Existem os chamados mdiuns doadores universais. Eles devem sistematicamente doar o ectoplasma. Quando o endoplasma no eliminado ele rompe as mucosas.
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  • Quando ele sai do organismo do mdium, preciso rapidamente encontrar algumas pessoas para colocar esta energia em seu campo de ao. Cada pessoa tem um tipo de ectoplasma - alfa, beta, gama, alfa1, alfa2, beta1, beta2, etc.
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  • Quando esta energia colocada em seu campo de ao a pessoa recebe a parte que lhe compete. Cada um recebe apenas a parte que pode processar. A prpria pessoa ao receber o ectoplasma faz um processamento e o expele.
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  • Quando termina o trabalho os espritos chegam com bales, recolhem o ectoplasma e levam s casas de sades, hospitais, pessoas que esto angustiadas. Os espritos so de freqncia diferente dos encarnados. Eles no podem atuar no polissistema material sem esta energia.
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  • Algumas aparies em reas rurais esto relacionadas ao processo ectoplasmtico. Aonde h vida, h ectoplasma. Ento onde houver hmus, haver ectoplasma, e nesses locais h possibilidade de materializao. Onde houver ncleos de ectoplasma as formas fludicas se materializam.
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  • Nomenclatura Ectoplasma dois vocbulos gregos: EKTOS=fora, exterior e PLASMA=dar uma forma. tambm conhecido como TELEPLASMA, PSCICOPLASMA, TER VITALIZADO, SUBSTNCIA DA VITALIDADE. FLUIDO PERISPIRTICO (Allan Kardec)
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  • Composio do ectoplasma H fortes evidncias de que, em parte, ele deriva materialmente falando, dos tecidos do corpo fsico. Composio: como corpo fundamental existe o fsforo. Possui tambm os elementos H, C, N, O.
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  • Dissolveu-se na caixa em que foi colocada, como se fosse neve, deixando umidade e algumas clulas que poderiam provir de um fungo. O microscpio demonstrou clulas epiteliais da membrana mucosa, das quais a coisa parecia originar-se.
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  • Caractersticas do Ectoplasma Ectoplasma - desde forma to rarefeita que o mantm invisvel- porm registrvel por outros mtodos - at o estado slido e organizado em estruturas complexas, tais como os espritos materializados. Entre estes dois extremos ele pode passar por estados diversos: gasoso, palsmtico, floculoso, amorfo, leitoso, filamentoso, lquido, etc.
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  • estado no organizado, o ectoplasma sensvel ao da luz comum, porm pode suportar bem as radiaes pouco energticas do espectro da luz visvel. ele dcil ao comando mental do mdium e talvez dos espritos e pessoas estranhas quele que o produz.
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  • Mostra-se altamente suscetvel ao dos campos organizadores biolgicos, tomando as formas e caractersticas de um ser vivo completo ou peas anatmicas parciais, mas com o aspecto de objetos com vida.
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  • Com a mesma facilidade com que emitido, o ectoplasma pode reverter ao organismo do mdium, sendo por este reabsorvido.
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  • ...No s a luz lhes destrutiva, a menos que sejam gradativamente alimentadas e especialmente preparadas com antecedncia pelos guias, mas o efeito de um sbito jato de luz faz a substncia recuar para o mdium, com a fora de um elstico.... Quando o ectoplasma se retrai sobre uma superfcie mucosa, pode determinar uma forte hemorragia.
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  • Ideoplastia e Ectoplasmia A ectoplasmia o processo pelo qual o ectoplasma passa do estado amorfo ao estado de organizao morfolgica. Ao transitar do estado amorfo para o organizado, a substncia ectoplasmtica muda tambm suas propriedades fsicas e qumicas. Na ideoplastia - o ectoplasma configura uma imagem esttica, fotogrfica, sob o influxo modelador do pensamento;
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  • Ectoplasmia os espritos desencarnados vem a Terra para usar o ectoplasma com um objetivo. Ideoplastia no h espritos desencarnados envolvidos. A fora da idias dos encarnados junto com o ectoplasma provoca o fenmeno.
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  • O que quer dizer o vocbulo ideoplastia? Quer dizer a moldagem da matria viva, feita pela idia.
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  • Materializao A materializao se produz devido a caractersticas do corpo do mdium, que fornece os elementos necessrios. Um certo grau de desmaterializao do mdium corresponde ao comeo inevitvel do fenmeno de materializao do esprito. O estudo dos fatos medinicos leva-nos a admitir trs espcies de materializaes:
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  • A materializao invisvel comprovao atravs de movimentos de objetos. Confirmada pela fotografia A materializao visvel e tangvel - mas somente parcial e incompleta. A materializao completa - no difere em nada de um corpo humano vivo.
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  • Na materializao completa duma forma humana, essa materializao apresenta indubitavelmente os traos do mdium. Para explicar esta situao, foi-se obrigado a admitir que o duplo ou desdobramento do mdium era o ponto de partida do fenmeno.
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  • Toda materializao necessita duma desmaterializao correspondente do mdium, a escala completa dos diversos fenmenos apresenta-se do seguinte modo: A materializao invisvel primordial corresponde a uma desmaterializao mnima e invisvel do mdium, que se conserva visvel. A materializao visvel (parcial e a completa) corresponde a uma desmaterializao (parcial ou mxima) do mdium.
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  • Semelhana do mdium com a forma materializada essa forma o desdobramento do corpo do mdium, natural que tenha todos os traos deste. OBS: Conhecem-se casos em que o esprito materializado no apresenta a menor semelhana com o mdium. H ocasies em que o ectoplasma retirado de dois mdiuns, sem que a forma se parea com qualquer um deles.
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  • Transfigurao O perisprito das pessoas vivas goza das mesmas propriedades que o dos Espritos. Ele no se acha confinado no corpo: irradia e forma em torno deste uma espcie de atmosfera fludica. Em certos casos ele pode sofrer uma transformao: a forma real e material do corpo se desvanece sob aquela camada fludica e toma por momentos a aparncia inteiramente diversa.
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  • Tal fenmeno que se designa pelo nome de Transfigurao. A transfigurao pode operar-se com intensidades muito diferentes, conforme o grau de depurao do perisprito. A forma material pode desparecer sob o fluido perispirtico - ele apenas oculta o corpo, tornando-o invisvel para uma ou para muitas pessoas, como faria uma camada de vapor.
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  • Exteriorizao da sensibilidade. A sensibilidade da superfcie da pele transportvel a uma certa distncia, e pode formar uma espcie de camada sensvel em volta do mdium. este no sente, ento, absolutamente nada, quando se lhe atua diretamente na pele, mas, ele possui uma sensibilidade a uma certa distncia do corpo. Este fenmeno est batizado com o nome de EXTERIORIZAO DA SENSIBILIDADE.
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  • O perisprito no fica confinado ao corpo fsico, pode se expandir e a regio de sensibilidade no ser mais o corpo fsico, mas uma outra regio.
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  • Fotografias de materializaes H dois tipos de materializao a) materializao visvel - que acompanhada dos efeitos fsicos prprios ao corpo humano. b) materializao invisvel ao olho humano - consiste na emisso de raios luminosos, que no produzem ao alguma sobre a nossa retina, porm agem sobre a placa sensvel de um aparelho fotogrfico; (fotografia transcendente)
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  • As materializaes no so simples aparies luminosas, mas de produes de uma matria, invisvel ao nosso olho e que ou luminosa por si mesma ou reflete sobre a placa fotogrfica os raios de luz a cuja ao a nossa retina insensvel. matria... ela s vezes to pouco compacta que se vem as formas das pessoas sentadas e a mesa, e que outras vezes ela to densa que encobre a imagem dos assistentes;
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  • Essa matria dotada de tal energia foto-qumica que as suas impresses aparecem antes de todas as outras imagens, antes mesmo das figuras normais, cuja revelao preciso esperar durante um tempo mais ou menos longo.
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  • Os espritos no podem produzir sua prpria imagem na chapa sensvel; mas podem dar a forma desejada aos elementos mais sutis da matria, e essa matria, posto que invisvel ao olho nu, pode refletir os raios qumicos da luz e assim agir sobre a placa.....
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  • Esses resultados no so obtidos, pelo menos em alguns casos, atravs das lentes da mquina. Em muitas ocasies, em condies de testes, esses retratos tm sido conseguidos em caixas fechadas de placas fotogrficas, mantidas nas mos de um ou mais assistentes.
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  • Tambm quando tentada a experincia com mais de uma mquina, quando a materializao aparece numa mquina, no aparece na outra.
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  • Desdobramento (Bicorporeidade) O duplo de