DIAGn“STICo InTEGRADo - .Os exames mais difundidos na avalia§£o da pelve feminina s£o os que

  • View
    216

  • Download
    0

Embed Size (px)

Text of DIAGn“STICo InTEGRADo - .Os exames mais difundidos na avalia§£o da pelve feminina...

Delboni Auriemo Medicina Diagnstica

MegaUnidade Itaim Bibi

Rua Joo Cachoeira, 743/745 - So Paulo - SP

Agendamento de Exames

(11) 3049 6999

w w w . d e l b o n i a u r i e m o . c o m . b r E M G I n E C o l o G I A

D I A G n S T I C o I n T E G R A D o

Prezado(a) Colega,

Mais uma vez, o Delboni Auriemo vem reafirmar seu compromisso com a inovao e com a qua-lidade dos servios prestados na rea da Medi-cina Diagnstica.

A Unidade da Mulher, inaugurada dentro da uni-dade Itaim Bibi, situada Rua Joo Cachoeira, 743/745, um espao de atendimento persona-lizado para as pacientes que necessitam realizar exames de rotina ou em alguma rea especfica do diagnstico feminino.

Para isso, h uma equipe mdica altamente qua-lificada capaz de integrar as diversas informa-es de exames realizados em equipamentos de ltima gerao.

Estamos sua disposio e de suas pacientes para atend-los(as) com dedicao e qualidade.

Delboni Auriemo Medicina Diagnstica

3

A pelve feminina 4

As mamas 6

Exames diversos 11

Anexo I Guia prtico de colposcopia 12

Anexo II Guia prtico de orientao nos diagnsticos das patologias mamrias 17

Equipe mdica 21

Canal do Mdico 23

Portal do Conhecimento Mdico 23

Referncia em sade 24

NDICE

4

Os exames mais difundidos na avaliao da pelve feminina so os que per-mitem a visualizao direta do canal vaginal e do colo uterino (vulvoscopia e colposcopia) e a ultrassonografia plvica e endovaginal, sem e com Doppler. Segue, no Anexo I, um guia prtico de colposcopia para consulta do colega mdico.

Alm destes exames, a Unidade Itaim dispe da mais moderna tecnologia em equipamento de ressonncia magntica de alto campo para exames da pelve, cujas indicaes mais frequentes so:

anomalias congnitas: permite a definio anatmica sem a injeo de con-traste na cavidade uterina e nas trompas;

A PElvE fEmININA

Figura 1 - RM no plano do eixo longo do tero (a), prprio para a avaliao de anomalias congnitas, alm de imagens nos planos sagital (b) e eixo curto (c), caracterizando tero unicorno esquerda da linha mdia (setas).

Figura 2 - RM caracterizando tero septado (setas), condio relacionada maior incidncia de abortamento e passvel de tratamento cirrgico.

(a) (b) (c)

5

patologias uterinas benignas e malignas: avalia a natureza, a localizao e a extenso da doena;

estudo da endometriose: determina tambm sua localizao e extenso;

Figura 3 - Ndulos uterinos de grandes dimenses num plano sagital de RM (setas). Este mtodo auxilia nas novas tcnicas de tratamento, como a embolizao de miomas.

Figura 4 - RM evidenciando neoplasia do endomtrio (setas) com extenso para o miomtrio e extrasserosa (seta curva).

Figura 5 Sequncias axiais da pelve. As sequncias ponderadas em T1 mostram cisto anexial esquerdo de contedo hemtico ou com alto teor proteico, uma vez que tem hipersinal (branco setas brancas), mesmo nas imagens com saturao de gordura (b). A sequncia ponderada em T2 (c) demonstra o sinal conhecido como shading (rea escura na poro mais posterior seta preta), caracterstico do endometrioma.

(a) (b) (c)

6

ologias anexiais: define a natureza, a origem e a extenso;

estudo do assoalho plvico: anteriormente, de difcil avaliao atravs de exa-mes por imagem. Agora, facilmente identificado em planos coronais e sagi-tais na RM.

O cncer de mama um captulo parte no diagnstico feminino pois, segundo estatstica divulgada pelo INCA, o mais incidente nas mulheres da regio Sudeste, com risco estimado de 68 casos novos por 100 mil. A American Cancer Society afirma que desde 1990 as taxas de bito por este cncer tem diminuido em virtude da deteco precoce e dos avanos no tratamento da doena. Na populao mundial, a sobrevida mdia aps cinco anos de 61%. No Brasil, entretanto, as taxas de mortalidade por cncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doena ainda diagnosticada em estgios avanados.

No Anexo II, segue um guia prtico de orientao para o diagnstico das pato-logias mamrias.

A mamografia , ainda hoje, o melhor mtodo de deteco precoce do cn-cer de mama. Desde 2007, em toda a rede Delboni Auriemo, estamos traba-

Figura 6 - A RM da pelve demonstra tumor ovariano anexial direito com hipersinal em T1 (branco - a), com queda de sinal (preto - b) na sequncia com saturao de gordura, indicando a presena de teratoma (tumor benigno) do ovrio.

As mAmAs

(a) (b)

7

lhando com imagens digitais na mamografia e no RX, utilizando o sistema CR da Fuji, o que possibilitou ainda mais a uniformizao da tcnica e do padro de imagens nas vrias unidades de atendimento. Na Unidade da Mulher, passa-mos a realizar exames de mamografia digital de campo total (DR) com recursos de ps-processamento das imagens em estaes de trabalho com resoluo muito fina. O DMIST (Digital Mammographic Imaging Screening Trial) avaliou quase 50.000 mulheres assintomticas que realizaram mamografias de rastre-amento em 33 centros americanos e canadenses, mostrando superioridade na deteco de casos de cncer em relao mamografia analgica no sub-grupo de mulheres com idade inferior a 50 anos, na peri ou pr-menopausa, com mamas densas.

Figura 8 - Incidncias de mamografia digital mostrando microcalcificaes agrupadas de carcinomas ductais infiltrativos (setas).

Figura 7 - Incidncias de mamografia digital mostrando ndulos espiculados de carcinomas ductais infiltrativos (a). As imagens embaixo (b) mostram infiltrao da camada subcutnea e pele marcada com reparo radiopaco.

(a)

(b)

8

A ultrassonografia mamria realizada pela mesma equipe pode ser correla-cionada aos achados da mamografia digital na mesma unidade, diminuindo a ocorrncia dos diagnsticos inconclusivos (BIRADS 0). Na mesma rea, esta-mos iniciando estudos com a elastografia nos ndulos mamrios.

A utilizao da ressonncia magntica para estudo das patologias mamrias tambm tem se tornado cada vez mais importante no diagnstico dessas doen-as. As principais vantagens so:

a alta sensibilidade para deteco de cncer mamrio em relao mamo-grafia e ultrassonografia, principalmente em mamas densas, permitindo anlise em planos diversos e recurso de visualizao tridimensional;

Figura 9 - Ultrassonografias de mamas mostrando ndulos slidos irregulares que correspondem a carcinomas ductais invasivos.

Figura 10 - Planos axial (a) e sagital (b) ps-contraste em paciente com alto risco familiar para cncer de mama mostram pequeno carcinoma ductal in situ na mama direita (setas).

(a) (b)

9

alm da anlise morfolgica, possvel obter informao funcional relacio-nada perfuso e difuso tecidual;

Figura 11 - Imagens ps-contraste com subtrao (a) mostrando ndulo espiculado na mama direita, estudo dinmico com curva cintica (c), com rea de interesse (ROI) na regio de maior realce do ndulo (b), com padro de captao do contraste em wash-out tipo III.

Figura 12 - Reconstruo tridimensional do ndulo espiculado na mama direita, que representa um carcinoma ductal invasivo (seta).

(a)

(b)

(c)

10

mtodo mais sensvel e especfico para avaliao de integridade de prtese mamria;

acompanhamento de resposta quimioterapia neoadjuvante;

Figura 13 - Sinais de ruptura intracapsular do implante mamrio de silicone (sinal de linguine - setas).

Fig. 14 - Sinais de ruptura extracapsular com extravasamento de silicone na borda inferior do implante (seta).

Figura 15 - Carcinoma ductal infiltrativo. RM pr-quimioterapia (a) e controle ps-quimioterapia (b).

(a)

(b)

11

no envolve radiao ionizante e h baixo risco de reao ao contraste paramagntico;

Frente a achados alterados de exames sempre possvel o estudo evolutivo atravs da anlise dos exames anteriores, desde que disponibilizados pelas pacientes.

Se houver necessidade de continuidade na investigao propedutica (casos de BIRADS 4 e 5), disponibilizamos na Unidade da Mulher:

puno aspirativa com agulha fina;bipsia por fragmento (core bipsia);mamotomia;localizao pr-operatria de leses no palpveis.

Estes procedimentos podem ser guiados pelo mtodo que oferea maior segu-rana na localizao da alterao e/ou maior conforto para a paciente, seja ultrassonografia, mamografia ou ressonncia magntica. Na mamografia, utili-zamos a estereotaxia com imagens digitais em mesa com a mama pendente.

Na avaliao clnica rotineira das pacientes, ainda so disponibilizados: a densi-tometria ssea, exames de RX e ultrassonografias de outras regies.

ExAmEs DIvErsos

Figura 16 - Ultrassonografia de tireoide sem (a) e com Doppler colorido (b), demonstrando ndulo slido.

(a) (b)

12

I. ColPosCoPIA / vUlvosCoPIA

A colposcopia indicada principalmente quando o resultado da citologia onc-tica est alterado. Durante a colposcopia, possvel verificar em qual regio do colo e/ou vagina se encontra a leso e o local mais importante para se realizar a bipsia, sendo esta a principal funo do exame.Quando colposcopia e citologia so realizadas juntas, reduz-se muito os casos falsos negativos que podem ocorrer quando se faz somente a coleta da citologia.A vulvoscopia complementa o exame. Ao examinar a vulva pode-se identificar leses induzidas pelo HPV ainda no visveis a olho nu, assim como outras alte-raes (melanomas, lquen, vitiligo etc.).

Quando pedir?

Nos casos de citologia alterada.Nos casos de controle de tratamento de HPV ou de leses de baixo ou alto grau.Nos casos de verrugas genitais da paciente ou do parceiro.

Como fazer o pedido de exame?

Colposcopia com bipsia, se necessri