ActLudicas 7º ano

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    13-Jun-2015

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P

PA S S AT E M P O S

LNGUA PORTUGUESA7. anoCrucigramas Caa ao erro/intruso Jogos de associao Jogos de escolha mltipla Solues

N A R R T E S A T I V A T A R O

P

O

E

A CIDADANIA EXPLICADA AOS JOVENS

Pai, ontem a professora de Histria comeou a falar-nos de Cidadania e pediu-nos para escrevermos o que pensamos acerca dela. Disse-nos tambm que cada vez mais importante sermos cidados para alm de sermos apenas indivduos. Ests de acordo? No podia estar mais de acordo. O indivduo existe, tem conscincia do que e do que faz, mas s se for cidado participar tambm na vida colectiva, na vida que , afinal, de todos ns. (...) Se a minha professora de Histria me pedisse para resumir tudo aquilo que tu j me disseste, eu acho que poderia responder-lhe que ser cidado uma certa forma de estar na cidade, isto , de estar, de viver com os outros, no isso? mais do que isso. uma forma de participar na vida da cidade, fazendo com que nenhum problema que seja um verdadeiro problema no seja apenas dos outros e seja tambm nosso.Jos Jorge Letria, A Cidadania Explicada aos Jovens... E aos Outros, Caminhos da Liberdade, Ed. Terramar

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A cidadania explicada aos jovens A cidadania explicada aos jovensD 1 A 2 C B 4 E F 5 3

6

Horizontais

Verticais

Verticais Verticais

1. Grau de parentesco; 2. Advrbio de tempo; 3. Nome de uma disciplina; 4. Tema da conversa; 5. Aqueles que vivem na cidade; 6. Adjectivo caracterizador de vida.

A. Pronome pessoal, forma de B. C. D. E. F.

Horizontais Horizontais

complemento; Antnimo de aldeia; Sinnimo de habitar; Verbo da famlia de participao; Dizer por poucas palavras (v.); Pronome indefinido (pl.). 7

A HISTRIA DO IO i, nmero imaginrio com muita imaginao, imaginara o cenrio para um filme de fico. A histria comeava dentro duma equao de segundo grau, e o vilo era uma raiz quadrada da frmula resolvente que assaltava mo armada um pobre x que passava, roubando-lhe o expoente. O heri, um matemtico, perseguia-a tenazmente de equao em equao at uma de quinto grau.Manuel Antnio Pina, Pequeno Livro de Desmatemtica, Col. Assirinha, Ed. Assrio & Alvim

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A histria do ii A histria doF D A 6 C 1

B

5

4

E 2

3

Horizontais1. Identificao do nmero i; 2. Gnero do filme imaginado 3. 4. 5. 6.

Verticais

Verticais Verticais

A. Referente de resolvente; B. Alvo de roubo; C. Forma verbal no gerndio;

pelo i; Fruto da imaginao; Local do incio da histria; Papel desempenhado pela raiz na histria; O que era quadrada.

D. Papel desempenhado pelo

matemtico;E. Pronome pessoal, forma

complemento indirecto; F. Numeral cardinal.

Horizontais Horizontais

9

O BOJADOR

Escrivo (escrevendo) Carta do Infante D. Henrique de Portugal a seu irmo o Infante D. Pedro de Portugal. O Infante (ditando devagar, e parando um instante no fim de cada perodo) Meu muito amado irmo Primeiro que a ningum vos quero dar esta notcia. Pois esta obra de navegao antes de ser obra foi ideia. E a ideia foi vossa e minha. Juntos, na nossa juventude, ambos pensmos esta grande empresa: mandar barcos para o mar para saber o que havia. Por isso agora acaba de chegar aqui Gil Eanes, que dobrou o Cabo Bojador. E do outro lado do Cabo no encontrou nem temporal desencadeado, nem correntes irresistveis, nem vagas de lama, nem nevoeiros negros. Encontrou o mar aberto e livre sua frente e encontrou uma terra luminosa e nua. Aqui termina a lenda do Tenebroso. Fomos alm do medo, das lendas e da cincia dos Antigos. Dobrmos o Cabo onde acabava o mundo. Aqui terminam as eras antigas e comea uma idade nova.Sophia de Mello Breyner Andresen, O Bojador, Ed. Caminho

10

O texto vou ler as palavras escolher para melhor preencherO uma uma D. Henrique de Portugal dita lentamente ao para o seu sobre , mandar que tinham tido na

Infante D. Pedro de Portugal, para lhe dar a barcos para descobrir o mar.

chegou, depois de ter dobrado o tempo, nem , nem negros amplo e livre e uma deserta. Assim, terminou a no acabava no Cabo. Aqui nova era. Este texto pertence ao gnero autora , intitula-se pela . e foi publicado , foi escrito pela , onde no encontrou nem ferozes, nem vagas de , mas onde havia um brilhante e do Tenebroso, afinal o uma

11

A MULHER GORDASa de casa meia hora depois, desconfiado. A borbulha no parava de latejar e ameaava crescer rapidamente. Como os rapazes e as raparigas, tambm as borbulhas esto condenadas a crescer. Tinha comeado a chover e eu corri para o autocarro e escolhi um lugar junto da janela para poder vigiar o crescimento da borbulha no espelho do vidro. Fazes bem em desconfiar dessa borbulha. No um boto de rosa que te quer enfeitar disse a mulher gorda que se sentou ao meu lado. Era to larga que tambm ocupou metade do meu assento e mesmo assim ainda ficou com uma parte de fora, a incomodar os outros passageiros que passavam. Como disse? perguntei a medo. Ela aproveitou para se instalar melhor e deixou-me entalado contra a janela, quase sem me poder mexer. Depois respirou fundo, pousou a malinha de mo sobre os joelhos e disse: Uma borbulha sempre um caso srio, um sinal de que o teu corpo no cabe em ti, de que j no h espao l dentro para o que tu s. Engoli em seco e voltei a verificar o tamanho da borbulha no espelho do vidro. Estava maior. Pelo menos, pareceu-me.lvaro Magalhes, Hipoptimos Uma Histria de Amor, Col. Biblioteca, Ed. ASA

12

A mulher gorda A mulher gordaB

A G 1 C 2 3 E 4 F 5 6 D

7

Horizontais1. O narrador estava; 2. Aquilo que comeava a crescer 3. 4. 5. 6. 7.

Verticais

Verticais Verticais

A. Como ficou o narrador no

banco;B. Objecto que a mulher pousa

rapidamente; Meio de transporte em que se encontram os interlocutores; O que a borbulha no ; Sentimento do narrador ao questionar a mulher gorda; Sinnimo de gorda; Quem viaja no autocarro (pl.).

nos joelhos;C. Referente de srio; D. Completa a expresso:

Engolir em...;E. O narrador verificou o... da

borbulha;F. Comparativo de superiori-

Horizontais Horizontais

dade de grande; G. Advrbio de negao. 13

Caa ao erroAs histria pra crianas devem ser escritas com palabras muito simples, por que a crianas, sendo pequenas, savem poucas palavras e no gostam de uslas cumplicadas. Quem me dera saver escrever esas histrias, mas nunca foi capaz de apreender, e tenho pena. Alm de ser precico saber esculher as palavras, faz falta um certo geito de contar, uma maneira muito certa e muto explicada, uma pasinsia muito grande e a mim faltame plo menos a pacincia, do que pesso desculpa. Se eu tivese aquelas qualidades tudas, poderia contar, com promenores, uma linda histria que um dia hinventei, mas que, asim como a vo ler, a penas o resumo de uma histria, que em duas palavras se diz... Que me seja descolpada a baidade se eu at xeguei a penssar que a minha histria seria a mais linda de todas as que se escrevero desde os tenpos dos contos de fadas e prinssezas encantadas... quanto tempo iso vai! Na histria que eu quiz escrever, mas no escrevi, avia uma aldeia. (Agora vo comessar a aparaser algumas palavras dificeis, mas, quem no souber, deve ir ao diccionrio ou preguntar ao profesor.)Jos Saramago, A Maior Flor do Mundo, Ed. Caminho (adaptado)

Para o plural encontrar a opo correcta vou assinalar1 selim 2 anans 3 animal

a) selins b) selims c) selis

a) anansas b) ananases c) ananazes

a) animales b) animais c) animals

4 palavra-chave

5 saca-rolhas

a) palavras-chave b) palavras-chaves c) palavra-chaves

a) saca-rolhas b) sacas-rolhas c) sacas-rolha

6 lpis

7 vice-rei

8 po-de-l

a) lapisis b) lpis c) lpises

a) vice-reis b) vices-rei c) vices-reis

a) pes-de-l b) po-de-ls c) pes-de-ls

9 amor-perfeito

10 avio

a) amor-perfeitos b) amores-perfeitos c) amores-perfeito

a) avios b) avies c) avies

11 casaro

12 alemo

a) casares b) casaros c) casares

a) alemos b) alemes c) alemes 15

As informaes analisar para no crucigrama aplicar4 6 17 13 2 5 11 10 1 3 7 8 9 12 14 15 16 18 20 21 19

F U N C I O N A M E N T O

D A

L I N G U A

1. Superlativo absoluto 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12.

sinttico de feroz; Determinante indefinido; Classe morfolgica; Nas uma...; Advrbio de lugar; Palavra homfona de acento; Determinante possessivo no masculino do singular; Classe morfolgica que caracteriza o nome; Antnimo de feminino; Comparativo de superioridade de bom; Que tem o mesmo significado; Numeral ordinal;

13. As consoantes so sons...; 14. Classe morfolgica que

15. 16. 17.

18. 19. 20. 21.

intensifica o significado do verbo; Nome colectivo que designa um conjunto de abelhas; Consigo um pronome...; As palavras que tm a mesma grafia e pronncia, mas significado diferente chamam-se...; Adjectivo derivado de bom; O verbo amar pertence 1....; Conjuno coordenativa disjuntiva; Pronome demonstrativo, masculino do singular.

16

SoluesPg. 7 A cidadania explicada aos jovensD 1 2

Pg. 13

A mulher gordaB

P

O N

B

3

H

C 4 C I D A D A N I D F A 5 C I D A D O S E U T R 6 C O L E S

P A I A R T E M I E C I S T R P A E R R E S U M C T I V A R

A 1 D N 2 B O R B U L H G 3

C

V I A V E R

A U4

B6

7

P A S S A G E I

E N T A L T O C A E D O T O A 5 M L A R G N H R O S

M A L S C O N F I A D O C N C H A A S R R OD F

R O S A E M E D O C A O I O R

D E

Pg. 14

Caa ao erro

Pg. 9D

A histria do iFQ U I N T O

H F E 6 R A I Z O R C 1 I M A G I N R I U O 5 V I L O 4 E Q U A A B E 2 F I C O L N H D 3 C E N R I O

A

histrias / para / palavras / porque / as / sabem / us-las / complicadas / saber / essas / fui / aprender / preciso / escolher / jeito / muito / pacincia / falta-me / pelo / peo / tivesse / todas / pormenores / inventei / assim / apenas / desculpada / vaidade / cheguei / pensar / escreveram / tempos / princesas / H / isso / quis / havia / comear / aparecer / difceis / dicionrio / perguntar / professor.

B

E X P O E N T E

Pg. 151. a); 2. b); 3. b); 4. a); 5. a); 6. b);

Para o plural encontrar...7. a); 8. a); 9. b); 10. b); 11. a); 12. b).

Pg. 164 6

As informaes analisar...A S S E N T 7 8 O N A O D S J S E O C T I V O17 13 11 10 9 19

2

Pg. 11

O Bojador

Infante / escrivo / carta / irmo / notcia / ideia / juventude. Gil Eanes / Cabo Bojador / mau / correntes / lama / nevoeiros / mar / terra / lenda / mundo / comea. Dramtico / Sophia de Mello Breyner Andresen / O Bojador / Editorial Caminho.

A L G 3 F U N E M O R M O E C S S I M O1

C O N T R A C O

5

A Q U I

M A S C U L I N O

M E L H O R

S I 12 N T E N R I C M E O I R O

C O N S O N N T I C O S

15 14

16

A D V R B I O

E N X A M E

R E F L E X O

H O M 18 B N O I N M D A O S S O

C O N J 20 U O 21 G U A A Q U E O L E

60