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Aah zs8 revista1858

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  • REVISTA ESPRITAJornal de Estudos Psicolgicos

  • REVISTA ESPRITAJornal de Estudos Psicolgicos

    Contm:

    O relato das manifestaes materiais ou inteligentes dos Espritos,

    aparies, evocaes, etc., bem como todas as notcias relativas ao Espiritismo. O

    ensino dos Espritos sobre as coisas do mundo visvel e do invisvel; sobre

    as cincias, a moral, a imortalidade da alma, a natureza do homem e o seu

    futuro. A histria do Espiritismo na Antigidade; suas relaes com o

    magnetismo e com o sonambulismo; a explicao das lendas e das crenas

    populares, da mitologia de todos os povos, etc.

    Publicada sob a direode

    ALLAN KARDEC

    Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente.

    O poder da causa inteligente est na razo da grandeza do efeito.

    ANO PRIMEIRO 1858

    TRADUO DE EVANDRO NOLETO BEZERRA

    FEDERAO ESPRITA BRASILEIRA

  • SumrioPRIMEIRO VOLUME ANO DE 1858

    Apresentao da FEB 12

    Notas do Tradutor 16

    JANEIRO

    Introduo 21Diferentes Naturezas de Manifestaes 28

    Diferentes Modos de Comunicao 30Respostas dos Espritos a Algumas Perguntas 34

    Manifestaes Fsicas 37Os Duendes 40

    Evocaes Particulares

    Me, estou aqui! 42Uma converso 45

    Os Mdiuns Julgados 49Vises 52

    Reconhecimento da Existncia dos Espritos e de suas Manifestaes 55

    Histria de Joana dArc 62

    O Livro dos Espritos Apreciaes diversas 63

  • FEVEREIRODiferentes Ordens de Espritos 71

    Escala Esprita 73

    O Fantasma da Senhorita Clairon 80

    Isolamento dos Corpos Pesados 86

    A Floresta de Dodona e a Esttua de Memnon 89

    A Avareza por So Lus 94

    Conversas de Alm-Tmulo Senhorita Clary D. 97

    Sr. Home primeiro artigo 99

    Manifestaes dos Espritos Paul Auguez 106

    MARO Pluralidade dos Mundos 109

    Jpiter e alguns outros Mundos 112

    Confisses de Lus XI primeiro artigo 120

    A Fatalidade e os Pressentimentos 123

    Utilidade de Certas Evocaes Particulares 126

    Conversas Familiares de Alm-Tmulo

    O assassino Lemaire 128

    A rainha de Oude 133

    O Doutor Xavier 138

    Sr. Home segundo artigo 143

    Magnetismo e Espiritismo 148

  • ABRILPerodo Psicolgico 151

    O Espiritismo entre os Druidas 153

    Evocao de Espritos na Abissnia 169

    Conversas Familiares de Alm-Tmulo

    Descrio de Jpiter 171

    Mehemet-Ali 182

    Sr. Home terceiro artigo 188

    Variedades 191

    MAIOTeoria das Manifestaes Fsicas primeiro artigo 193

    O Esprito Batedor de Bergzabern primeiro artigo 199

    Consideraes sobre o Esprito Batedor de Bergzabern 206

    O Orgulho por So Lus 208

    Problemas Morais Dirigidos a So Lus 210

    Metades Eternas 211

    Conversas Familiares de Alm-Tmulo

    Mozart 216

    O Esprito e os herdeiros 225

    Morte de Lus XI segundo artigo 227

    Variedades

    O falso Home 229

  • Manifestaes no Hospital de Saintes 232

    Sociedade Parisiense de Estudos Espritas 233

    JUNHOTeoria das Manifestaes Fsicas segundo artigo 235

    O Esprito Batedor de Bergzabern segundo artigo 241

    A Preguia por So Lus 254

    Conversas Familiares de Alm-Tmulo

    O Sr. Morisson, monomanaco 255

    O suicida da Samaritana 259

    Confisses de Lus XI terceiro artigo 263

    Henri Martin Comunicaes extracorpreas 268

    Variedades Os banquetes magnticos 272

    JULHOA Inveja por So Lus 275

    Uma Nova Descoberta Fotogrfica 277

    O Esprito Batedor de Bergzabern terceiro artigo 284

    Conversas Familiares de Alm-Tmulo

    O tambor de Beresina 287

    Espritos Impostores O falso Padre Ambrsio 298

    Uma Lio de Caligrafia por um Esprito 304

    Correspondncia 309

  • AGOSTOContradies na Linguagem dos Espritos 321

    A Caridade por So Vicente de Paulo 335

    O Esprito Batedor de Dibbelsdorf 340

    Observaes a Propsito dos Desenhos de Jpiter 344

    Habitaes do Planeta Jpiter pelo Sr. Victorien Sardou 347

    SETEMBROPropagao do Espiritismo 363

    Plato: Doutrina da Escolha das Provas 371

    Um Aviso de Alm-Tmulo 379

    Os Gritos da Noite de So Bartolomeu 385

    Conversas Familiares de Alm-Tmulo:

    Sra. Schwabenhaus 386

    Os Talisms Medalha cabalstica 393

    Problemas Morais Suicdio por amor 396

    Observaes sobre o Desenho da Casa de Mozart 399

    OUTUBROObsediados e Subjugados 403

    Emprego Oficial do Magnetismo Animal 419

    O Magnetismo e o Sonambulismo Ensinados pela Igreja 421

    O Mal do Medo 423

  • Teoria do Mvel de Nossas Aes 425 Assassinato de Cinco Crianas por outra de

    Doze Anos problema moral 429

    Questes de Espiritismo Legal 432

    Fenmenos de Apario 439

    NOVEMBROPolmica Esprita 443

    Pluralidade das Existncias Corpreas 445

    Problemas Morais sobre o suicdio 455

    Conversas Familiares de Alm-Tmulo

    Mehemet-Ali segunda conversa 457

    O Doutor Muhr 460

    Madame de Stal 463

    Mdium Pintor 467

    Independncia Sonamblica 472

    Uma Noite Esquecida ou a Feiticeira Manouza por Frderic Souli 475

    Variedades: O General Marceau (apario) 482

    DEZEMBROAparies 483

    Sr. Adrien, Mdium Vidente 487

    Um Esprito nos Funerais de seu Corpo 490

  • Fenmenos de Bicorporeidade 493

    Sensaes dos Espritos 498

    Dissertaes de Alm-Tmulo

    O sono 507

    As flores 509

    O papel da mulher 511

    Poesia Esprita O despertar de um Esprito 513

    Conversas Familiares de Alm-Tmulo

    Uma viva de Malabar 515

    A Bela Cordoeira 517

    Variedades

    Monomania 523

    Uma questo de prioridade... 524

    Aos Leitores da Revista Esprita 526

    ****

    Bibliografia consultada 531 Nota Explicativa 537

  • Apresentao da FEB

    a condio de uma das mais antigas e constantesdivulgadoras das obras de Allan Kardec, aFederao Esprita Brasileira tem a gratasatisfao de iniciar, com a publicao destevolume, a traduo completa dos doze primeirostomos da Revista Esprita, referentes aos anos de

    1858 a 1869, como parte das homenagens que sero prestadas em2004 pelo transcurso do bicentenrio de nascimento do Codificadorda Doutrina Esprita.

    A iniciativa que ora tomamos visa tornar acessvel aosleitores de lngua portuguesa mais uma traduo do primeiro e maisimportante peridico de difuso do Espiritismo, acervoextraordinrio constitudo por quase cinco mil pginas, em sua maiorparte da lavra do prprio Allan Kardec, contido nos volumes quesofreram a sua influncia direta e pessoal.

    Logo na introduo com que abriu o primeiro nmero,ao referir-se Revista Esprita, diz Allan Kardec: No se pode contestara utilidade de um rgo especial, que ponha o pblico a par do progressodesta nova Cincia e o previna contra os excessos da credulidade, bem como docepticismo. uma tal lacuna que nos propomos preencher com a publicaodesta Revista, com vistas a oferecer um meio de comunicao a todos quantosse interessam por estas questes e de ligar, por um lao comum, os quecompreendem a Doutrina Esprita sob seu verdadeiro ponto de vista moral: aprtica do bem e a caridade evanglica para com todos. 1

    1 Revista Esprita, Introduo, janeiro/1858.

    N

  • Era mais uma manifestao da clarividncia doCodificador. O xito de O Livro dos Espritos, dado a lume no anoanterior, ultrapassara todas as expectativas. Allan Kardec recebiade todos os lados relatrios de extraordinrios fatos espritas,correspondncias indagando sobre tal ou qual ponto da doutrina,visitas de pessoas que ansiavam por esclarecimentos maiores,inclusive dignitrios da nobreza local e de outros pases, sem falarnos recortes de jornais, com seus comentrios muitas vezes injuriosossobre o Espiritismo.

    At ento a Frana no dispunha de um nico jornalque veiculasse as grandes vozes do Cu, que j se faziam ouvir deforma ordenada e sistemtica em todas as latitudes do planeta, poiseram chegados os tempos em que todas as coisas haveriam de ser restabelecidasno seu verdadeiro sentido, para dissipar as trevas, confundir os orgulhosos eglorificar os justos. 2 Situao diversa ocorria em outros pases; osEstados Unidos, por exemplo, dispunham de dezessete jornais, emlngua inglesa, consagrados s manifestaes medinicas que, nostempos modernos, acabavam de eclodir em Hydesville.

    Dando-se conta da imperiosa necessidade de criar umafolha que periodicamente pusesse os estudiosos dos fenmenosespritas a par do que se passava no mundo e os instrusse de modoordenado sobre as mais variadas questes doutrinrias, Allan Kardecps mos obra, a despeito de lhe faltar o tempo necessrio parasemelhante empreendimento, considerando-se os seus afazerespessoais, inclusive os voltados para a prpria subsistncia.

    A princpio, cogitou do patrocnio de algum que pudessecolaborar financeiramente com a obra, mas razes providenciaisfizeram com que no lograsse xito em tal intento. De fato,consultando seus Orientadores Espirituais quanto viabilidade doplano, foi-lhe aconselhado que perseverasse no seu propsito, queno se intimidasse ante as dificuldades e que haveria tempo para tudo.

    2 O Evangelho segundo o Espiritismo, Prefcio.

  • Relativamente apresentao do peridico, o Espritocomu

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