Terra - Dinâmica, Forma e Estrutura

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    28-Jul-2015

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<p> 1. A Terra Dinmica, Estrutura e Forma O estudo da estrutura interna da terra importante para o conhecimento de fenmenos que acontecem na superfcie terrestre como o vulcanismo e terremotos. 2. A atividade mineradora tambm se desenvolve a partir do conhecimento da estrutura interna da Terra. Os recursos minerais so matrias- primas utilizadas para a produo de mercadorias e para gerao de energia. 3. OBSERVAES INDIRETAS: Anlise dos tremores que ocorrem no interior da Terra, cujas ondas, chamadas ssmicas, propagam-se em diferentes direes, algumas atingindo o ncleo da Terra. A intensidade dessas ondas registrada por sismgrafos, aparelhos que medem a velocidade e o tempo que as ondas levam para se deslocarem do hipocentro at o epicentro. Sismogrfo: aparelho que detecta sismos, inventado pelo filsofo chins Chang Heng em 132 d.C. 4. Camadas Interiores da Terra Crosta Terrestre: camada externa, so encontradas rochas relativamente leves, constitudas principalmente por silcio e alumnio. Essa camada apresenta espessura 5. varivel: sob o continente varia de 20 a 70 km (a espessura mxima verifica-se nos locais sob as montanhas) e, sob os oceanos, onde predominam o silcio e o magnsio varia de 5 a 15 km. Manto: Camada intermediria, formada por rochas mais pesadas, como basaltos constitudas principalmente por magnsio, ferro e silcio. Na parte externa do manto h a astenosfera, formada de um material pastoso chamado magma. Nela ocorrem movimentos de conveco: o magma aquecido sobe das pores mais internas da Terra em direo a crosta, e depois, volta para o interior medida que se resfria. Os movimentos de conveco do origem a terremotos e erupes vulcnicas. O limite mximo do interior do manto de aproximadamente, 2.900 km. 6. Ncleo: tem como limite mximo interior medida do raio da Terra, constituda por nquel e, principalmente por ferro. Encontra-se subdividido em duas camadas: o ncleo externo que parece ser lquido e vai at 5.100 km; e o ncleo interno que slido. Teoria da Deriva dos Continentes 7. Em 1912, o cientista alemo Alfred Wegener observando a semelhana entre os contornos dos continentes, props, que h cerca de 200 milhes de anos, estes estariam unidos em um s bloco, denominado de Pangeia, que teria comeado a se fragmentar com o aparecimento de fendas e fraturas. 8. HIPTESE DA EXPANSO DOS FUNDOS OCENICOS Arthur Holmes, em 1928, baseando-se nos movimentos de conveco do magma na astenosfera, concluiu que o movimento circulatrio do magma empurraria os continentes. Em 1967, Janson Morgan confirmou essa hiptese: os fundos ocenicos esto se deslocando a partir das dorsais, que so cordilheiras situadas na poro central dos oceanos (meso-ocenicas). Constatou-se tambm que as idades das rochas dos fundos ocenicos aumentam medida que se distanciam das dorsais, ou seja, quanto mais prximas dos continentes, mais antigas so as rochas. 9. Subduco e afastamento de placas tectnicas Zonas de divergncia de placas: processo de afastamento (expanso) entre placas tectnicas. Exemplo: Cordilheiras meso-ocenicas. Zonas de convergncia de placas: processo de frico (choque) entre placas tectnicas. Podem ser de dois tipos: Subduco: as placas se movem uma em direo a outra e a placa ocenica (mais densa) mergulha sob a continental (menos densa). A placa ocenica entra em estado de fuso do manto 10. Obduco ou coliso: choque entre duas placas na poro continental . Acontece em virtude da grande espessura dos trechos nos quais esto colidindo. o que ocorre entre a placa Indo-australiana e a Euro- asitica Ocidental. 11. Referncias BRANCO, Anselmo Lazaro, MENDONA, Claudio, LUCCI, Elian Alabi. Geografia Geral e do Brasil. So Paulo; Saraiva, Ed, 2004. </p>