Imperialismo e neocolonialismo no s©culo xix 1 correto

  • View
    154

  • Download
    2

Embed Size (px)

Text of Imperialismo e neocolonialismo no s©culo xix 1 correto

  • IMPERIALISMO E NEOCOLONIALISMO NO SCULO XIX.

  • UNIFICAO ITALIANAO desenvolvimento industrial levou ao crescimento das cidades e intensificao do comrcio. Para dar continuidade ao processo de crescimento e expanso de suas atividades no exterior, a burguesia local desejava a unificao de toda a regio.

  • Ao final de 1860, a unificao estava praticamente concluda. Vitor Emanuel II foi proclamado rei da Itlia. Somente Veneza e Roma resistiram por algum tempo, sendo a primeira anexada em 1866 e a segunda, em 1870.

  • UNIFICAO ALEMEm vrios Estados da Confederao Germnica, cresciam as ideias nacionalistas, elaboradas por intelectuais que desejavam a unio tnica e cultural dos povos germnicos sob a tutela de um s Estado.

  • Bismarck acreditava que a unificao da Alemanha no se concretizaria sem o uso da fora militar. Assim, usando de diplomacia, mas tambm de muita determinao, organizou um poderoso exrcito e liderou a Prssia em guerras contra a Dinamarca, ustria e Frana. Ao final dessas guerras, em 1871, Guilherme I foi proclamado imperador da Alemanha.

  • Unificada a Alemanha, o processo de industrializao do pas acelerou-se, tornando-o uma das economias mais fortes do mundo. Esse crescimento industrial, econmico e militar, por sua vez, exigiu a ampliao dos mercados consumidores para seus produtos, levando a Alemanha a disputar regies coloniais antes dominadas por Inglaterra e Frana.

  • BRASIL Lei de Terras

    como ficouconhecidaa lei n 601 de 18 de setembro de 1850, foi a primeira iniciativa no sentido de organizar a propriedade privada no Brasil. At ento, no havia nenhum documento que regulamentasse a posse de terras e com as modificaes sociais e econmicas pelas quais passava o pas, o governo se viu pressionado a organizar esta questo.

  • A Lei de Terras foi aprovada no mesmo ano dalei Eusbio de Queirs, que previa o fim do trfico negreiro e sinalizava a abolio da escravatura no Brasil. Grandes fazendeiros e polticos latifundirios se anteciparam a fim de impedir que negros pudessem tambm se tornar donos de terras.

  • Novas tecnologias- A indstria e os novos inventosSculo XIX, muitos avano principalmente na Europa ,EUA, Japo-Avanos tcnicos - O processo Bessemer descobriu que a injeo de ar no minrio de ferro em fuso reduzia a taxa de carbono, transformando em ao.Barateando ainda mais o produto incentivando novas invenes na indstria siderrgicaIncio sculo XX Alemanha, Inglaterra e EUA produziam 50 milhes de toneladas de ao, substituiu o ferro na: Construo de trilhos de ferrovirios, edifcios e obras pblicas.

  • Ficou estabelecido, a partir desta data, que s poderiam adquirir terras por compra e venda ou por doao doEstado. No seria mais permitido obter terras por meio de posse, a chamadausucapio. Aqueles que j ocupavam algumlote receberam o ttulo de proprietrio. A nica exigncia era residir e produzir nesta localidade.

  • Promulgada por D. Pedro II, esta Lei contribuiu para preservar a pssima estrutura fundiria no pas e privilegiar velhos fazendeiros. As maiores e melhores terras ficaram concentradas nas mos dos antigos proprietrios e passaram s outras geraes como herana de famlia.

  • OU SEJA, FICAMOS MAIS NAS MOS DA INGLATERRA ECELEIRO DE IMIGRANTES QUE NO SE ADAPTAVAM A NOVA SITUAO: PRINCIPALMENTE ITALIANOS E ALEMES

  • IMPERIALISMOS, GOBINEAU E RACISMO. As diferenas entre os colonialismos do sculo XVI e os do sculo XIX.As justificativas e formas do imperialismo do sculo XIX; o darwinismo social, o desenvolvimento capitalista e o imperialismo direto e indireto;Os principais imprios do sculo XIX: Inglaterra, Frana, Estados Unidos e Alemanha;A Conferencia de Berlim e suas consequncias: aumento dos conflitos nas regies dominadas e entre as potncias europeias.

  • Gobineau Ensaio sobre as desigualdades das raas humanasEst obra procurou sustentar as superioridades raciais europeia durante a expanso imperialista no sculo XIX.L Emigration au Brsil.Incentivava os franceses a vir para c; diminuio gradual da populao brasileira miscigenada em 270 anos.Gobineau, no era o nico a defender a superioridade dos europeus brancos, trata-se de um conceito de evoluo linear. Os europeus eram o pice, desprezando as culturas dos povos dominados, provando sua inferioridade, com argumentos biolgicos influenciados por Darwin e econmico de Adam Smith.Os povos dominados pelos europeus ou que viviam sua margem estariam, segundo essas ideias, em etapas anteriores da evoluo.

  • Estas teorias racistas do sculo XIX vieram para justificar o domnio de reas menos desenvolvidas e influenciar a imigrao europeia para o Brasil.Temos de ter uma postura de tolerncia, pois como vemos hoje no Brasil a diversidade tnica no segue a Teoria de Gobineau, e sim uma diversidade cada vez maior, tanto cultural como artstico.

  • A grande maioria da populao brasileira mestia e resulta de misturas contradas entre ndios ;os negros e um pequeno nmero de portugueses.Todos os pases da Amrica,seja no Norte ou no Sul, mostram hoje de uma maneira categrica que os mulatos dos diferentes graus s se reproduzem at um numero limitado de geraes .A infecundidade no se apresenta sempre nos casamentos ;mas os produtos vo gradualmente se mostrando doentios, to pouco viveis que desaparecem,seja antes mesmo de ter gerado crianas, seja deixando crianas que no podem sobreviver

  • O motor de combusto internaFonte de potncia e movimento de diversos veculos e equipamentosInicio o motor funcionava com gs natural. Aos poucos, novos inventos permitiu o uso em larga escala da gasolina e do leo diesel

    GRANDES INVENES

  • Os transportes e as comunicaesA inveno do dnamoDnamo um dispositivo que transforma energia mecnica em energia eltricaNo inicio do sculo XX, a eletricidade popularizou-se e passou a ser cada vez mais empregada nas fbricas, nos transportes e na iluminao pblica

  • Transportes e as comunicaesExpanso das estradas de ferroInveno do automvel- instalao de um motor de combusto interna: 1 carro criao de Ford modelo popularCriao do Telefone facilitando a comunicao entre os povos, a circulao de informao e o deslocamento de pessoas e mercadorias

  • Avanos nas reas de qumica, siderurgia, aparelhos eltricos e produtos farmacuticos

  • A PRIMEIRA REVOLUO INDUSTRIAL NA SEGUNDA METADE DO SCULO XVII, APROFUNDOU A DIVISO DO TRABALHO OU PARCELAMENTO DAS TAREFAS.

  • A SEGUNDA REVOLUO INDUSTRIAL INAUGUROU A ERA DAS EMPRESAS GIGANTESCAS E PODEROSAS SURGIRAM:

  • Revoluo nos meios de transportes: modernizao do automvel, trem bonde eltrico, bicicleta, avio, transatlntico

  • A SEGUNDA REVOLUO INDUSTRIAL CRIOU UMA NOVA DIVISO ENTRE :

    -PASES RICOS E INDUSTRIALIZADOS E

    -PASES CONSUMIDORES DESSES PRODUTOS E FORNECEDORES DE FONTE DE ENERGIA E MATRIA-PRIMA

  • CONTEXTOSegunda metade do sculo XIX quando a expanso dos pases europeus industrializados leva a partilha dos continentes africano e asitico;

    Tambm EUA e Japo exercem atividades imperialistas em suas respectivas regies de influncia.

  • BurguesiaProprietria das grandes industrias ou instituio bancria

  • OperriosMoravam prximos as fbricas, com precrias condies de higiene e super populao.

  • GRANDE OFERTA DE MO-DE-OBRA BARATA

  • CAUSASSegunda Revoluo Industrial (motor a combusto interna);Busca de matria-prima;Conquista de mercados-consumidores;Acomodao de excedentes populacionais (secundrio);Estruturao de bases estratgicas (neutralizando a concorrncia).

  • JUSTIFICATIVASMisso civilizadora:O literato ingls Rudyard Kipling (1865-1936) forneceu amplo material de apoio ao imperialismo de seu pas. Para ele a Inglaterra podia suportar como nenhuma outra nao o fardo do homem branco; em sua obra , The White mans burden, destaca o dever filantropia da ao colonizadora inglesa, como se constata nos versos:Assumi o fardo do homem branco, enviai os melhores dos vossos filhos! Condenai vossos filhos ao exlio para que sejam os servidores de seus cativos.

  • JUSTIFICATIVASDarwinismo social:Segundo Spencer, a Teoria da Evoluo de Darwin, podia ser perfeitamente aplicada evoluo da sociedade, assim como existia uma seleo natural entre as espcies, com o predomnio dos animais e plantas mais capazes, ela existia tambm na sociedade. A luta pela sobrevivncia entre os animais correspondia concorrncia capitalista; a seleo natural no era mais nada alm da livre troca dos produtos entre os homens; a sobrevivncia do mais capaz, do mais forte era demonstrada pela forma criativa dos gigantes da indstria, que engoliam os competidores mais fracos, em seu caminho para o enriquecimento.

  • FORMAS DE DOMNIODIRETACom agentes metropolitanos ocupando os principais cargos governamentais.

    Ex: Inglaterra na ndia.INDIRETAAliana com elites locais, mantendo uma aparente independncia poltica.

    Ex: EUA na Amrica Central

  • COLONIALISMO X NEOCOLONIALISMONEOCOLONIALISMO:Capitalismo industrial e financeiro;Objetivos: mercados consumidores de manufaturas e fornecedores de matrias-primas; busca de colnias para excedente populacional europeu; reas de investimento de capitais e reas estratgicas para proteo do comrcio martimo.Continente africano, Asitico e Oceania;Expanso impulsionada pela burguesia europiaIdeologia legitimadora:Misso Civilizadora (Fardo do Homem branco) e Darwinismo Social.

  • CONFERNCIA DE BERLIM(1884 -1885)Objetivo:Elaborao de um conjunto de regras que dispusessem sobre a conquista da frica pelas potncias coloniais da forma mais ordenada possvel.Beneficiados: Inglaterra e Frana. (Maior porcentagem dos territrios) Mapa Cor de Rosa:Ultimato Britnico de 1890.

  • IMPERIALISMO ESTADUNIDENSE Doutrina Monroe em 1823. Corolrio Roose