Emrc liberdade 8º ano_

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8 ANO_ LIBERDADE

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  • 1. A liberdade um pssaro com uma asa ferida. Quando se voa para longe h sempre umador que se transporta. Assim tem de ser. Pois ento no seria liberdade, seriainconscincia.

2. De uma forma geral, a palavra "liberdade" significa a condio de umindivduo no ser submetido ao domnio de outro e, por isso, ter plenopoder sobre si mesmo e sobre seus atos.A capacidade de raciocinar e de valorizar de forma inteligente o mundo que orodeia, o que confere ao homem o sentido da liberdade entendida como plenaexpresso da vontade humana. 3. O alcoolismo o conjunto de processos relacionados com o consumoexcessivo e prolongado do lcool, ou seja, o vcio de ingesto excessiva debebidasalcolicas.Existem vrias variantes do alcoolismo: dependncia, a abstinncia, o abuso ea intoxicao por lcool (embriaguez). 4. Problemas causados pelo alcoolismoO consumo excessivo e prolongado do lcool provoca diversosefeitos sobre o organismo humano:Tubo digestivo e estmago: irritao da mucosa gstrica, o quepode provocar inflamao e ulcerao e tambm diminui assecrees, ou seja, inibe a transformao dos alimentos. Fgado: neste rgo ocorre um processo conhecido como acirrose alcolica em que as clulas do fgado vo desaparecendo. 5. Sistema Nervoso Central: o lcool perturba ofuncionamento normal do sistema nervoso central.Num primeiro estado, a pessoa aps ter bebido, pareceter um comportamento normal, mas a rapidez e a precisodos reflexos esto j um pouco menores do que o normal.Num segundo estado, ocorre a alterao dos centrosinibidores, em que a pessoa experimenta uma sensao debem-estar, de euforia, de excitao, havendo umdescontrolo na fala, no andar, na audio e na viso. 6. Num terceiro estado, acentuam-se os sintomas, havendo umaimpreciso de movimentos. Num quarto estado, podem ocorreralucinaes, excitao motora desordenada, perda da sensibilidade,perda da conscincia e pode em alguns casos levar a violncia.Os alcolicos tornam-se mais susceptveis a infeces.Afeta o desejo sexual e pode levar impotncia. Nas mulheres, leva diminuio da menstruao, infertilidade eafeta certas caractersticas sexuais femininas. Nos homens, pode ocorrer a diminuio das hormonasmasculinas e ocorrer o atrofiamento das clulas produtoras detestosterona. 7. As drogas ilcitas mais consumidas pelos portugueses so o haxixe, a herona, acocana e o ecstasy.Haxixe: uma pasta de resina obtida a partir do cnhamo. Tem cor castanha e vendida sob forma de placas "chocolate".Cocana: obtida a partir das folhas da coca. Tem cor branca e vendida sobreforma de p, "Branca".Herona: Obtida a partir do pio. Tem cor castanha acinzentada e vendida sobforma de p, "Brown".Ecstasy: so comprimidos de anfetaminas vendidas em algumas discotecas.As drogas lcitas mais consumidas pelos portuguesas so: o lcool, asbenzodiazefinas e a nicotina.As drogas lcitas mais consumidas pelos portuguesas so: o lcool, asbenzodiazefinas e a nicotina. 8. O que a toxicodependncia?A toxicodependncia um fenmeno em ascenso que tem marcado associedades nos ltimos cinquenta anos. Resulta dos efeitos de uma substnciasobre o organismo, provocadora de um consumo compulsivo, difcil deabandonar. As dependncias fsica e psicolgica surgem normalmenteassociadas. A preveno a grande soluo deste problema.A primeira e melhor forma de prevenir a troca de informao, ao nvel familiare escolar. So os pais que, melhor do que ningum, conhecem os seus filhos eso os primeiros a poder ajudar. So vrias as causas que podem precipitar atoxicodependncia. A curiosidade e o gosto pelo risco, prprios da fase daadolescncia e juventude, so duas delas. A influncia dos amigos, que vem noconsumo de drogas uma forma de afirmao social, outra. 9. Namoras com algum que violento para ti?A violncia entre namorados incomoda-te mas no sabeso que fazer?Sentes que a violncia faz parte do amor?Sabias que um em cada quatro jovens em Portugal j foivtima de violncia no namoro? 10. Namorar aprender a descobrir. Namorar aprender a gostar. Namorar aprender a construir uma relao.Actualmente nas relaes amorosas muitos/as jovens experimentam diversasformas de coao e abuso: fsico, psicolgico, verbal e sexual.Uma relao com violncia acarreta inmeras fragilidades e perigos para asvtimas, desde depresso, baixa auto-estima, insucesso escolar e intolerncia. 11. Gostar no controlar! Cimes no so amor! Quem ama confia e respeita!No aceites a violncia! Achas que com o tempo ou com o casamento ascoisas mudam para melhor? NO. Muitas vezes, a violncia torna-se maisgrave e mais frequente. A violncia pode ser fsica, psicolgica, sexual O abuso psicolgico o tipo de violncia mais frequente nas relaes de namoro: Humilhar; insultar; controlar horrios; controlar o uso do telemvel; impedir a relao com amigos(as); insinuar que o(a) namorado(a) se veste de forma provocatria: So sinais de abuso que no deves ignorar ou minimizar. 25% de jovens em Portugal, entre os 15 e os 25 anos, j foram vtimas de violncia na relao de namoro. 12. A liberdade e a responsabilidade esto to ligadas na medida em que s somosrealmente livres de formos responsveis, e s podemos ser responsveis se formoslivres.A responsabilidade implica uma escolha e deciso racional, o que vai de encontro prpria definio de liberdade.Por outro lado, se no agirmos livremente, no podemos assumir totalmente asconsequncias dos nossos actos, visto que as circunstncias atenuantes seriam muitofortes. S o sujeito que capaz de escolher e decidir racionalmente, com conscincia, capaz de assumir as causas e as consequncias da sua aco.Alm disso, a liberdade e a responsabilidade so parmetros essenciais na construo deum indivduo como pessoa, visto que atravs da liberdade e da responsabilidade queum sujeito capaz de se tornar efectivamente autnomo. 13. No fazemos aquilo quequeremos e no entanto, somosresponsveis por aquilo quesomos. 14. Os Direitos Humanos fundamentam-se na preservao da vida esua integridade fsica, moral e social. A vida humana em sua plenitude manifesta-se como liberdade.Assim, a transgresso dos direitos fundamentais incide no que viola a vida bem supremo e sua pujana, a qual, em termos humanos, significa odireito de ser e de ser diferente, ter a liberdade de ter suas prpriascrenas, bem como no sofrer discriminao em virtude de raa, cor oucondio etria ou sexual. A violao dos Direitos Humanos atinge muito mais aqueles queso excludos socialmente ou pertencem a minorias tnicas, religiosas ousexuais. 15. No dia 25 de Abril de 1974, um grupo de militares revoltou-se ederrubou o governo.Para os Portugueses, este dia o smbolo da liberdade e dademocracia.Em 25 de Abril de 1974 o Movimento da Foras Armadas (MFA)derruba o regime, instaurando, de novo, a democracia.A sociedade portuguesa estava descontente com a poltica dogoverno do Estado Novo. A guerra que Portugal mantinha com ascolnias portuguesas era cada vez mais criticada e no se via umasoluo para to grande problema. 16. Por isso, ia aumentando a oposio ao regime edesenvolvendo-se um movimento entre os militares queterminou com o derrube do governo em 25 de Abril de 1974.Com a Revoluo de 25 de Abril de 1974 chamadaRevoluo dos Cravos iniciou-se o perodo chamado a 2Repblica que restabeleceu, de novo, a Democracia emPortugal.Com a democracia, os portugueses passaram a ter eleieslivres e partidos polticos autorizados. 17. Adriano Correia de Oliveira - Trova do Vento que PassaLetra de Manuel AlegreMsica de A. Correia de Oliveira(EP, Orfeu, 1963)Padre Fanhais - Cantata Da PazLetra de Sophia de Mello Breyner AndresenMsica de Francisco Fanhais(CD, Canes Com Aroma de Abril, Strauss, 1994) Fernando Tordo - TouradaLetra de Ary dos SantosMsica de Fernando Tordo(Tecla, 1972) Jos Mario Branco - O Charlato(Msica de Srgio Godinho e Jos Mrio Branco, Letra de Srgio Godinho(LP "Os Sobreviventes", 1971) 18. Ermelinda Duarte - Somos Livres Paulo de Carvalho - E depois do Adeus(Msica de Ermelinda Duarte (Msica de Jos Clvario e Letra de Jos Niza(Single , 1976) (Single, Orfeu, 1974)Gac - A Cantiga Uma ArmaPedro Barroso - Agua mole em Pedra dura(Msica do Grupo Aco Cultural (Msica e Letra de Pedro Barroso(LP "A Cantiga Uma Arma", 1976) (LP, Cartas a Portugal, 1978)08 - In Clave-Tonicha-Tordo - Portugal Ressuscitado(Vrios Srgio Godinho - Que fora Essa ?(CD, Canes Com Aroma de Abril, Strauss, 1994) (Msica e Letra de Srgio Godinho(LP "Os Sobreviventes", 1971)Jos Afonso - Grandola Vila Morena(Msica e Letra de Zeca AfonsoPaulo de Carvalho - E depois do Adeus(LP, Cantigas do Maio, Orfeu, 1971) (Msica de Jos Clvario e Letra de Jos Niza(Single, Orfeu, 1974)Manuel Freire - Pedra Filosofal(Msica de Manuel Freire e Poema de Antnio Gedeo(Single, Editora Zip-Zip, 1970)Pedro Barroso - Agua mole em Pedra dura(Msica e Letra de Pedro Barroso(LP, Cartas a Portugal, 1978)Srgio Godinho - Que fora Essa ?(Msica e Letra de Srgio Godinho(LP "Os Sobreviventes", 1971) 19. Adriano Correia de Oliveira - Trova do Vento que PassaINSTRUMENTALH sempre algum que semeiaPergunto ao vento que passa Canes no vento que passa.Notcias do meu pasE o vento cala a desgraaINSTRUMENTALO vento nada me diz.E o vento cala a desgraa Mesmo na noite mais tristeO vento nada me diz.Em tempo de servidoH sempre algum que resisteINSTRUMENTALH sempre algum que diz no.Mas h sempre uma candeia H sempre algum que resisteDentro da prpria desgraaH sempre algum que diz no.H sempre algum que semeiaCanes no vento que passa. 20. Paulo de Carvalho - E depois do AdeusQuis saber quem sou ganharO que fao aquiE perder. Tua ausncia em mimQuem me abandonouTu vieste em flor Tua pazDe quem me esqueci Eu te desfolhei Que perdiPerguntei por mimTu te deste em amor Minha dorQuis saber de nsEu nada te deiQue aprendi.Mas o marEm teu corpo, amorDe novo vieste em florNo me trazEu adormeci Te desfolhei...Tua voz. Morri neleE depois do amorEm silncio, amorE ao morrer E depois de nsEm tristeza e fimRenasci.O adeusEu te sinto, em flor E depois do amorO ficarmos ss.Eu te sofro, em mimE depois de nsEu te lembro, assimO dizer adeusPa