Claude Lévi-Strauss

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    26-Jun-2015

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<ul><li> 1. CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TCNICO LVIA MENDES PMELA MOTTA ROBSON JNIOR TAINAN LUCAS YURI LEONE CLAUDE LVI-STRAUSS CARIACICA 2013 </li></ul> <p> 2. LVIA MENDES PMELA MOTTA ROBSON JNIOR TAINAN LUCAS YURI LEONE CLAUDE LVI-STRAUSS Trabalho apresentado a disciplina de Sociologia, ministrada pelo professor Marcelo Henrique Paoli aos alunos do 1ano de edificaes do perodo matutino. CARIACICA 2013 3. SUMRIO INTRODUO..........................................................................................................................4 ORIGENS...................................................................................................................................5 FORMAO ACADMICA....................................................................................................6 MORTE......................................................................................................................................7 VISO SOCIOLGICA............................................................................................................8 OBRAS.......................................................................................................................................9 CONCLUSO..........................................................................................................................10 BIBLIOGRAFIA............................................................................................................................11 4. 4 INTRODUO Esse trabalho contar um pouco sobre a vida Claude Lvi-Strauss ,um dos maiores antroplogos do sculo 20. Seu pensamento rene filosofia, arte, cincia, lingustica, cosmologia e at matemtica em uma combinao das mais originais. 5. 5 ORIGENS Claude Lvi-Strauss nasceu no dia 28 de novembro de 1908 em Bruxelas - Blgica, de uma famlia judia de origem alsaciana, das cercanias de Estrasburgo. Figura 1 : Retrato de Lvi-Strauss por Pablo Secca Fonte: https://pt.wikipedia.org/ 6. 6 FORMAO ACADMICA Estudou direito na Faculdade de Direito de Paris, obtendo sua licena antes de ser admitido na Sorbonne, onde se graduou em filosofia em 1931, com doutorado em 1948, com a tese As estruturas elementares do parentesco. Depois de passar dois anos ensinando filosofia no Liceu Victor-Duruy de Mont-de-Marsan e no liceu de Laon, o diretor da Escola Normal Superior de Paris, Clestin Bougl, por telefone, convida-o a integrar a misso universitria francesa no Brasil, como professor de sociologia da Universidade de So Paulo. Esse telefonema seria decisivo para o despertar da vocao etnogrfica de Lvi-Strauss, conforme ele prprio iria declarar mais tarde: "Minha carreira foi decidida num domingo de outono de 1934, s 9 horas da manh, a partir de um telefonema." 7. 7 MORTE Apesar de aposentado, Lvi-Strauss continuava a publicar ocasionalmente volumes de meditaes sobre artes, msica e poesia, bem como reminiscncias de seu passado. Claude Lvi-Strauss morreu em 30 de outubro de 2009, poucas semanas antes da data em que faria 101 anos. A morte s foi anunciada quatro dias depois. Figura 2 : Lvi-Strauss aos seus 100 anos Fonte: http://g1.globo.com/ 8. 8 VISO SOCIOLGICA Lvi-Strauss defendia a existncia de uma unidade do gnero humano (entre os parisienses e os ndios do Brasil h mais em comum do que se supunha) ao mesmo tempo em que reconhecia e celebrava o carter nico de cada cultura. Figura 3 : Lvi-Strauss jovem no Brasil Fonte: http://www.avizora.com/ 9. 9 OBRAS Figura 4 : Olhar, Escutar e Ler Figura 5: As estruturas Fonte: http://www.livrus.net/ elementares do parentesco. Fonte: http://www.folha.com.br/ Figura 6 : Tristes Tpicos Figura 5: O Pensamento Selvagem Fonte: http://www.livrus.net/ Fonte:http://www.folha.com.br/ 10. 10 OBRAS Mitolgicas (1964-71) - Com base na anlise de cerca de 800 mitos amerndios e inspirado nos moldes da msica --que considera semelhantes aos do mito--, essa colossal tetralogia composta por O Cru e o Cozido, Do Mel s Cinzas , A Origem dos Modos Mesa e "O Homem Nu". Seu objetivo mostrar "de que modo categorias empricas, como, por exemplo, as de cru e cozido, de fresco e de podre, de molhado e de queimado etc., definveis com preciso pela mera observao etnogrfica, (...) podem servir como ferramentas conceituais para isolar noes abstratas e encade-las em proposies". Desse modo, seria possvel chegar a nveis cada vez mais amplos de generalizao e, em ltima instncia, desbravar os fundamentos universais do esprito humano. O meio para isso, segundo o antroplogo, seria o rastreamento das mltiplas recombinaes, permutaes e oposies --e no, como na teoria simbolista, significados ocultos de smbolos abstrados do contexto-- por meio das quais os "mitos se pensam entre si". Figura 6 : Coleo de livros: Mitolgicas Fonte: http://editora.cosacnaify.com.br/ 11. 11 CONCLUSO Suas pesquisas, iniciadas a partir de premissas lingusticas, deram cincia contempornea a teoria de como a mente humana trabalha. O indivduo passa do estado natural ao cultural enquanto usa a linguagem, aprende a cozinhar, produz objetos etc. Nessa passagem, o homem obedece a leis que ele no criou: elas pertencem a um mecanismo do crebro. Escreveu, em "O Pensamento Selvagem", que a lngua uma razo que tem suas razes - e estas so desconhecidas pelo ser humano. Lvi-Strauss no v o ser humano como um habitante privilegiado do universo, mas como uma espcie passageira que deixar apenas alguns traos de sua existncia quando estiver extinta. 12. 12 BIBLIOGRAFIA &lt; http://www.casadosaber.com.br/&gt;. Acesso em: 01 julho de 2013. &lt; https://pt.wikipedia.org/&gt;. Acesso em: 01 julho de 2013. &lt; http://www.folha.uol.com.br &gt;. Acesso em: 01 julho de 2013. </p>